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Recebemos do nosso colaborador José Carlos Mendes esta pequena nota com o título em epígrafe, colhida de um jornal de hoje, em homenagem a Manuel António Pina no dia do funeral deste ilustre sabugalense. Publicamo-la, associando-nos à saudade de um homem bom e amigo da cultura.

Para lá de D. Januário Torgal, que presidiu às cerimónias desta manhã (domingo), estiveram na igreja de Nossa Senhora da Boavista, no Porto, e no funeral «várias gerações de jornalistas, a maior parte deles do Jornal de Notícias (a “casa” jornalística de Pina), políticos, como Miguel Cadilhe (PSD), Braga da Cruz e Manuel Pizarro (PS) e Honório Novo (PCP), e personalidades da vida pública portuguesa marcaram presença no funeral».
A nota é do ‘Público’ e a foto também / Luísa Ferreira.
Ou seja: o nosso conterrâneo, afinal, juntou na despedida mais apoios do que o Governo.
José Carlos Mendes

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Faleceu na tarde desta sexta-feira, 19 de Outubro, no Hospital de Santo António, no Porto, onde estava internado desde o início do Verão, o escritor e jornalista sabugalense Manuel António Pina.

MANUEL ANTÓNIO PINA era jornalista, cronista, escritor, poeta, dramaturgo, actividades em que se notabilizou.
Nasceu no Sabugal em 18 de Novembro de 1943 e viveu a infância numa constante mudança de lugar, passando nomeadamente pela Sertã e Oliveira do Bairro, para depois se fixar no Porto. O pai era chefe de Finanças, cargo que acumulava com o de juiz das execuções fiscais, pelo que não podia estar mais do que certo tempo em cada terra, por imposição legal. Recordará sempre esse tempo da infância e adolescência como a época em que fazia amigos num lugar, que depois perdia para refazer novas amizades noutro local distante.
Após os estudos secundários, concluídos no Porto, licenciou-se em Direito, na Universidade de Coimbra, onde para além de estudar trabalhava para garantir a independência financeira. Embora cursasse Direito gostava mais e frequentar as aulas de Literatura, sobretudo as dos mestres Paulo Quintela e Vítor Aguiar Silva. Mesmo assim, seguiu Direito e, concluído o curso, foi advogado durante algum tempo, porém já escrevia no Jornal de Notícias desde 1971 e o apelo da escrita foi sempre mais forte.
No jornalismo notabilizou-se pela crónica, que, para ele é uma espécie de meio caminho entre o jornalismo e a literatura. No Jornal de Notícia, ao qual se manteve sempre ligado, ocupou o cargo de editor cultural, mantendo uma permanente ligação aos aspectos literários. Nas horas vagas poetava e escrevia contos infanto-juvenil, fazendo um percurso de escritor, onde sobretudo se notabilizaria, recebendo o reconhecimento do seu mérito com a atribuição de inúmeros galardões, entre os quais o Prémio Camões no ano 2011.
A sua poesia, algo hermética, foi sempre marcada por uma espécie de nostalgia, traduzida num sucessivo jogo de memórias entre a infância (parte dela passada no Sabugal) e o quotidiano. Os poemas de Pina são igualmente marcados pela inquietação e a melancolia, tocando por vezes no paradoxo. Nada do que escrevia ou pensava era definitivo, quando lhe perguntaram (JL, 31/10/2001) se fazia alterações aos seus poemas antigos quando os reeditava, respondeu que não, porque de certa forma um texto antigo, escrito por ele e editado, já não lhe pertencia: «quando leio textos que escrevi há algum tempo, tenho a sensação que não foram escritos por mim. E, de facto, foram escritos por outra pessoa, por aquele que eu era.» Esta mutação do ser que somos com o evoluir do tempo é explicada de forma comparativa: «A Ilíada é um dos meus livros de referência. Li-a pela primeira vez quando era jovem e a que leio hoje não é a mesma que li, nessa altura. Porque eu próprio já sou diferente. Os cabalistas dizem que há tantas bíblias quantos leitores da Bíblia. Eu acho que há mais, tantas quantas as leituras.»
Como escritor, foi autor de vários títulos de poesia, novelas, textos dramáticos e ensaios, entre os quais: em poesia – Nenhum Sítio, O Caminho de Casa, Um Sítio Onde pousar a Cabeça, Algo Parecido Com Isto da Mesma Substância; Farewell Happy Fields, Cuidados Intensivos, Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança; em novela – O Escuro; em texto dramático – História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas, A Guerra do Tabuleiro de Xadrez; no ensaio – Anikki – Bóbó; na crónica – O Anacronista; e, finalmente, na literatura infantil – O País das Pessoas de Pernas para o Ar, Gigões e Amantes, O Têpluquê, O Pássaro da Cabeça, Os Dois Ladrões, Os Piratas, O Inventão, O Tesouro, O Meu Rio é de Ouro, Uma Viagem Fantástica, Morket, O Livro de Desmatemática, A Noite.
Embora afastado da sua terra natal desde menino, Manuel António Pina afirmava com orgulho ser sabugalense. Em 4 de Abril de 2009 a Junta de Freguesia do Sabugal homenageou-o colocando na casa onde nasceu uma placa com a seguinte epígrafe: «Nesta casa nasceu o escritor e jornalista Manuel António Pina»
Em 2010 a Câmara Municipal da Guarda, criou, em homenagem a Manuel António Pina, um prémio literário com o seu nome, que distinguirá anualmente, e de forma alternada, obras de poesia e de literatura. Ainda em homenagem ao escritor sabugalense realiza-se na Guarda um ciclo cultural repleto de actividades.
Em 10 de Novembro de 2011, no ano em que foi galardoado com o Prémio Camões, o escritor foi por sua vez homenageado pela Câmara Municipal do Sabugal, que lhe atribuiu a medalha de mérito cultural do Município.
Manuel António Pina foi eleito pelo blogue Capeia Arraiana a «Personalidade do Ano 2011».

Segue-se um poema de Manuel António Pina, que aborda um assunto recorrente na sua poesia – a morte:

Algumas Coisas

A morte e a vida morrem
e sob a sua eternidade fica
só a memória do esquecimento de tudo;
também o silêncio de aquele que fala se calará.

Quem fala de estas
coisas e de falar de elas
foge para o puro esquecimento
fora da cabeça e de si.

O que existe falta
sob a eternidade;
saber é esquecer, e
esta é a sabedoria e o esquecimento.

plb e jcl

O escritor sabugalense Manuel António Pina é o convidado da quinta edição do ciclo literário «Porto de Encontro», que se realiza no dia 31 de Março, pelas 17 horas, na Biblioteca Almeida Garrett, na cidade do Porto.

Com uma obra literária que atravessa a poesia, literatura infanto-juvenil, crónica e teatro, Manuel António Pina foi distinguido com o Prémio Camões no ano passado, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
Ao longo dos anos foi ainda contemplado com vários outros galardões, entre os quais os da Associação Portuguesa de Escritores, Associação Internacional de Críticos Literários ou Casa da Imprensa.
No final do ano passado, regressou à publicação de poesia após um longo hiato com a obra Como se desenha uma casa, editado pela Assírio & Alvim.
Como jornalista, o autor de O pássaro da cabeça trabalhou durante 30 anos no Jornal de Notícias, periódico em que assina diariamente a crónica Por outras palavras, seguida por milhares de leitores.
O ciclo literário regressa em Abril, com António Mega Ferreira, em data e local a anunciar brevemente.
plb (com JN)

A 80ª Feira do Livro do Porto, que abriu ontem, 1 de Junho, e decorrerá até ao dia 20 de Junho na Av. dos Aliados, irá homenagear Manuel António Pina, escritor e jornalista natural do Sabugal.

Homenagem a Manuel António Pina (Foto by Kim Tomé - www.tutatux.com)A organização do evento considera Manuel António Pina um dos autores fundamentais da literatura portuguesa contemporânea, tendo escrito e editado cerca de quatro dezenas de livros, que se dividem pela poesia, ficção, crónica e literatura infanto-juvenil, e ainda várias peças de teatro.
Obras suas foram levadas ao cinema, televisão e banda desenhada, e outras musicadas e editadas em disco. A sua poesia tem sido também traduzida e publicada em vários países. Mantém uma crónica diária no Jornal de Notícias, uma das mais lidas e citadas. Um novo livro com uma selecção destas crónicas será publicado ainda este ano, tal como nova reunião da sua poesia, acrescentada de inéditos.
O ponto alto desta homenagem terá lugar no dia 5 Junho, às 17h30, na sessão «Manuel António Pina em destaque», em que participarão, para além do escritor, Álvaro Magalhães, que falará da obra para a infância e juventude, Luís Miguel Queirós, que abordará a poesia, e Sousa Dias, organizador da citada antologia de crónicas no prelo, que se irá debruçar sobre Manuel António Pina cronista. No dia seguinte terá lugar um concerto pelo Bando dos Gambozinos, que por várias vezes interpretou poemas do escritor homenageado.
plb

Intervenção do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na cerimónia de despedida no dia 14 de Maio de 2010, no Porto, a Sua Santidade o Papa Bento XVI, por ocasião da sua visita a Portugal. O discurso teve lugar na tarde do dia 14 de Maio de 2010, no Aeroporto de Pedras Rubras, na cidade do Porto.

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jcl

Um Bispo do Futuro. Um rosto da Igreja em Portugal. É motivo de júbilo para o autor desta carta, a notícia de que o Prémio Pessoa, fora este ano atribuído pelo júri do semanário «Expresso» ao bom amigo e antigo Bispo titular de Pinhel, D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente, que tive a honra de conhecer há bem uns trinta anos, e com quem mantive, por sua abertura de espírito, frequentes contactos.

Pinharanda Gomes - Carta DominicalAinda não há muito que tivera a gentileza de prefaciar a nossa Antologia Documental sobre a extinta Diocese de Pinhel, a par de outras gentilezas.
Um tanto alheado do mundo dos prémios, dizem-me que este Prémio Pessoa é de alto significado e que se destina a distinguir personalidades / obras de mérito humanístico e universal, sendo esta a primeira vez que cabe a um bispo e notável pensador.
Nascido em Torres Vedras (1948), ordenado prebístero (1979), nomeado bispo titular de Pinhel (1999) e bispo auxiliar de Lisboa (Janeiro 2000), é, desde 25 de Março de 2007, bispo do Porto, sucedendo a D. Armindo Lopes Coelho.
Muitos sentimos vê-lo colocado fora de Lisboa, onde sempre vivera e trabalhara, mas a missão obriga. Doutorado em teologia histórica (1992), tem desempenhado diversas funções no âmbito da Conferência Episcopal Portuguesa, sobretudo como promotor da Comissão de Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais do Episcopado Português.
Foi vice-reitor dos Seminários dos Olivais e professor na Universidade Católica. Para além de tudo – e muito teve de trabalhar como bispo responsável pelo Oeste do Patriarcado, com todas as freguesias, desde Mafra a Alcobaça – ainda dispôs de ânimo para investigar e publicar, quer em publicações científicas (Boletim de Trabalhos Históricos, Laikos e Lusitânia Sacra, etc.) quer em livros.
Desde logo na sua tese intitulada «Nas Origens do Apostulado Contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica» (1843-1853), e, mais recentemente, dois voluminhos de ensaios e reflexões de história sagrada portuguesa (melhor: da religiosidade portuguesa) e do diálogo Igreja / Mundo: «Portugal e os Portugueses» (2008) e «1810-1910-2010» (2009).
Simplicidade peculiar aos sábios, o Prémio Pessoa honra-o e reflecte a luz na Igreja de que é pastor.
Parabéns, e votos de à maior glória de Deus.
«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes

pinharandagomes@gmail.com

A Casa da Beira Alta, no Porto, homenageou ontem, 12 de Dezembro, o escritor sabugalense Manuel António Pina. Do Homenageado e da sua obra literária falou o ensaísta Arnaldo Saraiva.

Na homenagem ontem realizada, o Professor Arnaldo Saraiva, natural de Casegas, Covilhã, enalteceu a obra literária de Manuel António Pina, com especial referência à obra poética.
Esta homenagem da Casa da Beira Alta ao distinto escritor beirão segue-se a uma outra realizada 4 de Abril no Sabugal, pela mão da Junta de Freguesia, onde também Arnaldo Saraiva falou na sua obra e se procedeu ao descerrar duma plana na casa onde o poeta nasceu.
Manuel António Pina nasceu no Sabugal em 1943, licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Entre 1971 e 2001 foi jornalista do Jornal de Notícias, onde exerceu os cargos de editor e chefe de redacção.
Tem uma vasta obra literária que engloba poesia, ensaio, literatura infantil, ficção e peças de teatro, tendo já sido traduzido para diversas línguas. A diversidade de géneros desenvolvidos e o seu ecletismo são a evidência do domínio de Manuel António Pina sobre a escrita. Conhecido pelo seu tom reflexivo, filosófico e irónico, é considerado uma das mais eminentes figuras da literatura portuguesa contemporânea. Recebeu vários prémios, tanto nacionais como internacionais, nomeadamente o Prémio da Crítica pela Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários, em 2002, atribuído à globalidade da sua obra poética.
Colaborou, e colabora, com diversos outros meios de comunicação. São actualmente muito apreciadas e abundantemente comentadas as suas crónicas no Jornal de Notícias que falam sobre assuntos de actualidade com especial incidência nas polémica políticas mais mediáticas.
plb

Entre as iluminações de Natal, a moda e as comemorações dos 150 anos do nascimento de Jean Jurés, esse grande socialista francês assassinado no início da I grande Guerra, uma visita a Paris permite sempre algumas descobertas e outras tantas agradáveis sensações. A razão da actual visita é o Marché de Nöel, onde Penamacor participa com artesanato e produtos locais, designadamente com os da marca «Terras do Lince».

Terras do Lince em Paris

António Cabanas - «Terras do Lince»No momento em que escrevo este artigo, encontro-me nessa grande urbe da cultura e da arte, terra adoptiva do penamacorense Ribeiro Sanches e terra adoptiva, dizem, de quase 1 milhão de portugueses. Penamacor geminou-se há três anos com Clamart, cidade dos arredores de Paris, com mais de 50 mil habitantes concentrados em cerca de 9 mil hectares, o que nem é muito, comparado com outros dormitórios da capital gaulesa. Inversamente, Penamacor, com 6 mil habitantes, ocupa 55 mil hectares, o que torna esta geminação aparentemente atípica mas com muitas vantagens para a parte portuguesa: desde logo um benefício para os residentes portugueses, não só penamacorenses, mas de todas as regiões, que sentem da comunidade de acolhimento e também do poder local, um tratamento de descriminação positiva que não havia antes; depois para os empresários penamacorenses que aqui descobrem excelentes oportunidades de colocação dos seus produtos, não só em Clamart, mas em toda a metrópole parisiense; enorme vantagem ainda para o turismo de Penamacor e da região, pelos muitos clamartanos que, naturalmente, quererão descobrir a sua «ville jumelée».
A razão da actual visita é o Marché de Nöel, onde Penamacor participa com artesanato e produtos locais, designadamente com os da marca «Terras do Lince». Os marchés de Nöel são típicos em muitas cidades francesas, sendo famosos o de Strasbourg e o dos Champs Elysées. Em Clamart, foi a primeira vez, e a Câmara Municipal, entidade organizadora, convidou para participar, não só os comerciantes locais, mas também as cidades e vilas geminadas.
Realço, a propósito, a grande oportunidade que constitui para os nossos empresários o nicho de mercado da saudade, nesta grande região de Paris, com grande potencial de crescimento quer em termos qualitativos, quer quantitativos. De visita ao Cândido, para promoção da marca «Terras do Lince», foi com satisfação que demos de caras, logo na entrada do armazém, com as azeitonas e tremoços do Luís Tomé, da Bemposta (Farinha e Tomé, Lda.), mas também com os queijos e o mel da Meimoacoop. Sedeado na mítica e quase lusa Champigny, o Cândido é o maior armazenista e distribuidor de produtos portugueses em Paris. A tarefa a que nos propomos está ainda mais facilitada por o chefe de vendas ser das Quintas da Torre (perto do Pedrógão), caminho aberto para a negociação. Aqui concordamos em absoluto com as propostas de João Valente, na sua recente crónica do Capeia «agricultura sustentável», e a marca «Terras do Lince» será um bom veículo para os produtores de Penamacor e Sabugal. Da distribuidora parisiense sentimos total abertura aos produtos da referida marca, assim nós e os nossos empresários saibamos fazer o trabalho de casa: sem grandes produções, a aposta só poderá ser a qualidade e o gourmet.
Já quanto ao Turismo são as andanças de quem viaja que põem a nu as nossas carências. Localizada a meio de duas capitais europeias e de outras duas cidades mais pequenas, Porto e Salamanca e um pouco mais longe Valladolid, a nossa região nem se pode queixar dos acessos rodoviários. Por aí, até estamos bem localizados, em duas ou três horas acede-se a estes grandes centros urbanos. Já no que respeita a distâncias mais longas que exijam o avião, não podíamos estar pior: somos a região portuguesa que mais longe está de um aeroporto e será fundamental no futuro a construção de uma estrutura aeroportuária que nos possa desencravar a esse nível. Sabemos todos que hoje na Europa o avião é o transporte mais barato para passageiros que não viajem em grupo. Numa altura em que o turismo tende a aumentar à medida que baixa o custo das viagens e aumenta o conforto das mesmas, o interior bem pode aproveitar o elevado potencial turístico que constituem os seus emigrantes.
Os muitos amigos franceses e portugueses que conhecemos através desta geminação e que nos visitam, adoram a nossa região, mas apontam o incómodo da deslocação desde o aeroporto como o maior obstáculo à assiduidade das suas visitas.
O crescimento exponencial do alojamento turístico da Serra da Estrela e regiões limítrofes, na última década, ficará comprometido no futuro próximo se não se resolver esta lacuna. O novo aeroporto de Lisboa é uma boa oportunidade para o interior exigir um aeroporto regional – uma pequena migalha de Alcochete chegará – de forma a acolher pequenos aviões que façam o transbordo do Porto ou de Lisboa, ou mesmo que voem da Europa. Se soubemos usar esta estratégia para os estádios (com algumas migalhas lá se arrelvaram uma série de campos de futebol do Interior!), por maioria de razão se deverá exigir do governo essa medida de justiça e equidade geográfica. Aqui, seria bom que os líderes locais se entendessem quanto à melhor localização e se evitassem os umbiguismos do costume. Como o Sr. Primeiro-Ministro é da Covilhã que o faça na Covilhã, onde até há cursos superiores de aeronáutica e um aeródromo, e fica o problema resolvido.
A macrocefalia do litoral e a falta de estratégia nacional em matéria aeroportuária tem efeitos nefastos para o país, designadamente para Lisboa e Porto: muitos raianos voam para a Europa a partir de Valladolid dado os grandes aeroportos serem mais caros e afugentarem as empresas de low cost. Em breve se voará também a partir da Extremadura que se prepara para construir o seu aeroporto internacional, roubando mais mercado a Lisboa e Porto e, assim, quando Portugal tanto necessita do mercado espanhol, são os espanhóis que exploram o mercado nacional.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Os mais de 120 cavaleiros inscritos na 6ª Edição do Concurso de Saltos Internacional (CSI) do Porto já começaram a chegar à capital do norte, de forma a preparem a competição que arranca na Exponor na próxima quinta-feira, dia 10, às 13 horas.

De 10 a 13 de Dezembro, a Exponor recebe o maior evento equestre em recinto coberto do País que, este ano, voltou a assegurar a categoria de quatro estrelas e um prémio monetário de 165 mil euros, permitindo manter Portugal na corrida à organização da Taça do Mundo desta modalidade, «The Rolex FEI World Cup».
Paralelamente à competição, a organização do CSI Porto está a preparar a recepção ao espectáculo equestre Hasta Luego, que se apresenta pela primeira vez em Portugal. Este espectáculo envolve cerca de 18 cavalos e mais de 15 pessoas, privilegiando e explorando todas as potencialidades do Cavalo Lusitano.
No espaço da Exponor, os visitantes do evento poderão ainda visitar a área de restauração e uma zona comercial com mais de 40 expositores onde poderão encontrar produtos equestres e regionais, bem como assistir a espectáculos de dança e fados agendados ao longo dos três dias do evento.
Os amantes do desporto equestre e suas famílias podem passar um fim-de-semana em conjunto, passando pela Exponor de 10 a 13 de Dezembro.
Havendo no concelho do Sabugal muitos proprietários de cavalos e amantes do hipismo, aqui deixamos o programa completo do evento:
Quinta-feira, 10 de Dezembro
13h00 Abertura e Prova 01 Pequena Internacional; 17h00 Prova 02 Média Internacional; 20h30 Prova 03 Grande Internacional.
Sexta-feira, 11 de Dezembro
10h00 Prova Convidados C.O. 1,25; 13h00 Prova 04 Pequena Internacional; 17h30 Prova 05 Média Internacional Pequeno Grande Prémio; 21h00 Apresentações Lusitanos e Show Equestre; 22h00 Prova 06 Masters.
Sábado, 12 de Dezembro
10h00 Abertura; 11h00 Prova Convidados C.O. 1,25 e Prova 07 Pequena Internacional; 17h00 Apresentações do cavalo Garrano e Lusitano; 18h30 Prova 08 Grande Internacional; 20h30 Show Equestre e The Grand Nacional – 1ª manga; 22h30 Prova 09 Eliminatórias Sucessivas.
Domingo, 13 de Dezembro
09h00 Abertura; 10h00 Prova Convidados C.O. 1,25; 11h30 Prova 10 Média Internacional; 15h00 Apresentações Lusitanos; 16h15 Prova 11 Grande Prémio Internacional; 19h30 Fecho
plb

Originários de Baião, no distrito do Porto, os Andarilhos, grupo de música tradicional, proporcionaram ao público presente na Festa da Europa, no dia 28 de Julho, um grande espectáculo.

Joao Aristides DuarteFormados por Vasco Monterroso, Frederico Ferronha, Pedro Monteiro, Rui Santos, João Paulo Borges, Paulo Loureiro, Leandro e Inês Igreja, os andarilhos conseguem aliar a tradição a alguma modernidade e fazer uma festa. Foi o que aconteceu na Festa da Europa.
O concerto iniciou-se com uma arruada por alguns membros do grupo, pelo recinto, tocando gaitas-de-foles, caixa e bombo.
Já no palco o concerto começou com «As Sete Mulheres do Minho», um original do grande José Afonso.
Seguiram-se outros temas de música tradicional, com bonitos arranjos. Notava-se que a banda estava bem entrosada, não permitindo paragens entre os temas, como costuma acontecer com algumas bandas deste género musical.
O concerto teve ritmo e o público apreciou esse aspecto.
Alguns dos temas eram originais do grupo, mas a maioria eram tradicionais. Entre eles destacaram-se os temas «O Bravo» (tradicional dos Açores), «Entrudo», «Encandeia», «São Gonçalo de Amarante» ou o tema cantado em mirandês «Streilla da Floresta».
Andarilhos na Festa da Europa no SabugalOutro tema interessante (até pelo título) foi «Cães de Vila».
O tema «P’ra Melhor» (com o conhecido refrão «P’ra Melhor Está bem, está bem, P’ra Pior, já basta assim», popularizado, há uns anos por Sérgio Godinho e a sua companheira Sheila) teve um arranjo espectacular com sabor latino-americano, finalizando num “reggae”.
O público, embora não se aproximando do palco (muita gente ficou sentada nas esplanadas das «tasquinhas» aplaudiu, com entusiasmo a prestação dos Andarilhos. No final os comentários eram quase unânimes: foi um bom concerto!!!
«Música, Músicas…», opinião de João Aristides Duarte

akapunkrural@gmail.com

O FC Porto, originalmente fundado em 1893, mas cuja vida regular se inicia em 1906, sempre «catalisou» poderosamente uma identidade social iminentemente local: a cidade e a região a que pertence.

José GuilhermeSignificativo, ainda, é o facto de cronicamente se apresentar como principal presentante de uma identidade marcada por uma auto-imagem baseada em representações sociais que afirmam a injustiça e a discriminação de que a mesma se sente vítima, provocando uma situação de confronto regionalista de que o clube é o mais importante símbolo. A isto não será estranho, com certeza, a situação histórica do Porto como segunda cidade do país.
O caso do FC Porto, e dos seus adeptos, é particularmente feliz no que toca à relação entre a identidade local e a paixão pelo futebol, ao demonstrar como o jogo e a equipa de futebol surgem como ocasião é motivo privilegiado para afirmar os principais valores do colectivo e a sua identidade própria.
O futebol, como qualquer facto cultural, é apropriado de diferentes formas consoante os contextos sociais. É sentido e significa coisas diferentes em locais diversos. Por isso os clubes de futebol são diferentes uns dos outros; possuem culturas distintas. São os elementos-tipo dessa cultura do clube de futebol que aqui se pretende categorizar, com referência ao caso da identidade «portista».

Contra Lisboa
Algumas das principais auto-representações da comunidade em que se insere transformam o FC Porto numa identidade de resistência ao que é considerado como o poder centralista no país. O futebol parece constituir o mais poderoso instrumento desse descontentamento expresso. Entre os habitantes da cidade, o campo desportivo foi sempre encarado como terreno propício à expressão do sentimento (mais vasto) de discriminação e injustiça, relativamence à capital, de que sempre se sentiram vítimas, contribuindo para o agravamento desse sentimento o facto dos resultados obtidos, até aos anos 80, serem nitidamente inferiores aos dois principais «rivais» de Lisboa (apenas cinco titulos nacionais contra 23 do Benfica e 15 do Sporting).
Não admira, pois, que os resultados da equipa sempre tenham sido vividos e sentidos como muito significativos e fundamentais pelos adeptos do cIube. As vitórias servem para afirmar a identidade de resistência, em que a autovalorização se processa sempre em oposição aos «inimigos» de Lisboa, seguindo diversas formas de denúncia e regionalismo. Expressões como «O Porto é uma nação» ou «O Porto deu o nome a Portugal», surgem como resposta à velha maxima lusitana criada por Eça de Queiroz, «Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem», e marcam bem este tipo de atitudes e discursos.
As vitórias portistas no futebol são, afinal, novos elementos a juntar ao vasto e continuo processo de afirmação e de autovalorização da comunidade, em contraposição às identidades a que esta se opõe. Assim foram recebidas as grandes vitórias do clube nos anos 20 e 30, como seriam depois festejados os triunfos obtidos em catadupa mais para o final do século, que incluíram a afirmação internacional de 1987 e o «penta» dos anos 90.
No que diz respeito aos significados atribuídos às derrotas (e é importante notar que durante largos períodos de tempo, de 1940 a 1956 e de 1959 a 1978, o FC Porto foi um clube «perdedor»), estas são caracteristicamente vistas como a comprovação da injustiça e discriminação regionalista, já que por norma são associadas a más decisões dos árbitros, à manipulação de resultados por parte dos adversários, ou ainda aos infortúnios do destino.
(Continua na próxima semana.)
Extracto de «A Paixão do Povo – História do Futebol em Portugal», de João Nuno Coelho e Francisco Pinheiro (2002).

«Futebol – A Paixão do Povo», opinião de José Guilherme

joseguilherme.r@gmail.com

O Sporting venceu este domingo por 2-0, após prolongamento, o F.C. Porto na final da Taça de Portugal disputada no Estádio Nacional. Os leões arrecadam o 15.º troféu e pelo segundo ano consecutivo graças a dois golos do brasileiro Rodrigo Tiuí que substitui Abel no início do prolongamento.

Sporting vence Taça de PortugalO Sporting chegou ao relvado do Estádio Nacional disposto a defender o troféu conquistado na época passado.
O momento do jogo aconteceu aos 69 minutos. Lizandro Lopes cai por duas vezes na grande área, o árbitro Olegário Benquerença nada assinala e logo de seguida João Paulo vê o árbitro mostrar-lhe o vermelho directo numa entrada duríssima sobre João Moutinho.
O destaque vai para Rodrigo Tiuí que entrou no início do prolongamento (91 minutos) a substituir Abel e marcou, já na segunda parte do prolongamento (aps 110 m e 117 m) os dois golos sportinguistas da final da Taça de Portugal.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, recebeu os jogadores nos Paços do Concelho e congratulou-se pelo significado da vitória para a cidade e para os lisboetas. O autocarro sportinguista dirigiu-se depois para o Estádio José Alvalade onde os esperavam em ambiente de festa muitos adeptos leoninos.
Os titulares das duas equipas:
F.C.Porto – Nuno, João Paulo, Bruno Alves, Pedro Emanuel (cap.), Fucile, Mariano, Lucho González, Paulo Assunção, Raúl Meireles, Ricardo Quaresma, Lisandro López e Mariano González.
Sporting – Rui Patrício, Abel, Tonel, Polga, Grimi, Miguel Veloso, Izmailov, Romagnoli, João Moutinho (cap.), Derlei e Yannick Djaló.
O encontro foi dirigido pela equipa chefiada pelo árbitro Olegário Benquerença.
Os eleitos de Paulo Bento foram superior ao campeão nacional desde o primeiro minuto do jogo e jogaram em vantagem numérica a partir do minuto 70. Mas foi preciso esperar pela segunda parte do prolongamento quando, com dois golos de Tiuí, o vencedor ficou definido numa altura em que a equipa do Dragão já não tinha forças para mais.
Depois de ter derrotado o Belenenses, na final da temporada passada, e o F.C. Porto, este domingo, Paulo Bento tornou-se o sexto treinador a conquistar o troféu duas vezes consecutivas. Os outros técnicos foram Janos Biri, pelo Benfica, em 1942/43 e 1943/44, Mário Lino, pelo Sporting (1972/73 e 1973/74), José Maria Pedroto, pelo Boavista (1974/75 e 1975/76), John Mortimore, pelo Benfica (1985/86 e 1986/87) e Fernando Santos, ao serviço do F.C. Porto, nas épocas 1999/00 e 2000/01.
Em quatro finais disputadas entre os dois clubes, os dragões conquistaram o troféu por duas vezes, em 1994 e em 2000, e os leões levaram a melhor em 1978 e, agora, em 2008.
jcl

As penas do processo «Apito Final» estão neste momento a ser divulgadas pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. O presidente do F.C. Porto, Pinto da Costa foi suspenso por dois anos e o Boavista foi punido com descida de divisão.

Liga Portuguesa de Futebol ProfissionalAcabam de ser anunciadas por Ricardo Costa, presidente da Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional as penas a aplicar após a conclusão do processo «Apito Final» sobre corrupção no futebol português.
O F.C. Porto foi punido com a perda de seis pontos e diversas multas que totalizam 150 mil euros.
O presidente portista, Pinto da Costa, suspenso por dois anos e condenado ao pagamento de 10 mil euros, por corrupção tentada que envolveu ainda a condenação dos árbitros Jacinto Paixão (quatro anos) e José Chilrito e Manuel Quadrado, ambos por dois anos e meio.
O Boavista foi condenado à descida de divisão e ao pagamento de 180 mil euros em multas e o seu antigo presidente, João Loureiro, foi suspenso por quatro anos e multado em 25 mil euros.
Na sequência dos sete processos disciplinares instaurados pela Liga, a União de Leiria foi punida com a perda de três pontos e condenada ao uma multa de 40.000 euros. O presidente leiriense, João Bartolomeu foi suspenso por um ano.

Veja a apresentação das conclusões do processo «Apito Final» aqui: ca-apitofinal
jcl

No «Crónicas do Rochedo» do tanguero Carlos Barbosa de Oliveira foi aberta uma discussão sobre a reportagem televisiva do fenómeno «Tony Carreira». Há quem goste, há quem não goste mas… o mais importante é que ninguém consegue ficar indiferente.

Tony CarreiraO percurso do cantor Tony Carreira desde a sua aldeia na Beira Interior até ao Pavilhão Atlântico, passando pelo Olympia de Paris e pelos Coliseus de Lisboa e do Porto já não consegue deixar ninguém indiferente.
Com tudo o que isso significa não tenho qualquer prurido em considerá-lo no panorama português ao nível de Julio Eglesias em Espanha e no Mundo.
Há quem goste, há quem não goste mas já ninguém consegue ficar indiferente. Nem os homens que têm de conviver com as fotografias do cantor da guitarra que as suas mulheres espalham pelas molduras e paredes lá de casa.
Vem isto a propósito do artigo no «Crónicas do Rochedo» sobre a reportagem televisiva que passou esta quarta-feira, na RTP1, sobre o percurso profissional do cantor que nos autógrafos que dá aos fãs assina como Tony Carreira.
Até eu já meti a minha colherada…
Podem espreitar… aqui e aqui.
jcl

A irreverência das tunas académicas está de volta ao Auditório Municipal do Sabugal. A segunda edição do Festival de Tunas da Raia está marcada para sábado, 19 de Abril.

O «II Tunas da Raia» está marcada para as 21 horas de sábado, 19 de Abril, no Auditório Municipal do Sabugal.
Participam na «febre de sábado à noite» a TMUC-Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, a Estotuna D’Espital-Tuna da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, a Tunadão 1998-Tuna do Instituto Politécnico de Viseu e a Tuna Bruna-Tuna da Universidade Internacional da Figueira da Foz.
Extra-concurso terão o seu momento de glória as Meninas e Senhoras da Beira, de Viseu.
As Tunas em Portugal surgiram nos finais do séc. XIX. As histórias fazem referência a um grupo de estudantes de Coimbra se deslocou, um dia, a Espanha e, observando o sucesso que as Tunas por lá faziam importaram a ideia para o nosso país. Os agrupamentos mais antigos são a Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888), a Tuna Universitária do Porto (1890) e a Tuna Académica do Liceu Nacional de Évora.
Actualmente as tunas são um fenómeno cultural com referências em Portugal, Espanha e América Latina.
O espectáculo é organizado pela Câmara Municipal do Sabugal com o apoio da empresa municipal Sabugal+ e a entrada custa três euros.

A Tuna da Faculdade de Medicina do Porto com o tema «Festa Brava»:

jcl

Tudo aconteceu no dia 12 de Março de 2008, na Escola Secundária Carolina Michaelis, no Porto. Com o título «9º C em grande!» foi colocado no Youtube um vídeo filmado por telemóvel que mostra uma aluna a agarrar e a puxar o braço da professora de Francês por esta lhe ter tirado o telemóvel.

 

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Entre 6 e 9 de Março estarão presentes no Palácio da Bolsa do Porto os melhores de vinho nacionais e estrangeiros e prestigiados chefes das novas tendências da cozinha. O Mercado Ferreira Borges recebe alguns dos melhores cozinheiros gourmet.

Essência do Vinho e do Gourmet - Porto 2008Durante quatro dias, o Porto reunirá as principais referências dos vinhos e da gastronomia de Portugal.
No Palácio da Bolsa estarão expostos na «Essência do Vinho-Porto’08» cerca de 300 produtores de vinho com destaque para: Bacalhôa Vinhos, José Maria da Fonseca, Luís Pato, Douro Boys, João Portugal Ramos, Herdade do Esporão, Quinta do Cabriz, Sogrape, Taylors, Herdade do Mouchão, Fundação Eugénio de Almeida, Veuve Cliquot Bay, Finca Flichman, Rousemount Estates e Barons de Rothschild-La Fite.
Os visitantes terão a oportunidade de saborear vinhos de todo o Mundo e colocar questões a alguns dos melhores enólogos nacionais e internacionais. Para actualizar os conhecimentos sobre vinhos e abertas a todos os interessados decorrem as «Conversas sobre o vinho» com especialistas que fornecerão conselhos e técnicas essenciais para avaliar vinhos como um verdadeiro profissional.
Um espaço especialmente preparado pela ViniPortugal permitirá aos visitantes, através de jogos sensoriais como «Descubra a Casta» e «Aromas de Vinho», sentir os aromas e sabores das castas portuguesas.
Misturando as especialidades vinícolas com a arte e cultura estarão patentes exposições de pintura, joalharia e fotografia mesclados com espectáculos de música ao vivo e a presença de DJ’s convidados.
Mas como a escolha do vinho apropriado para uma refeição é fundamental para usufruir e enaltecer os sabores da gastronomia decorre em paralelo no Mercado Ferreira Borges uma mostra de gastronomia gourmet denominada «Essência do Gourmet-Porto’08». Marcarão presença alguns dos mais inovadores cozinheiros da actualidade como Henrique Sá Pessoa, Augusto Gemilli, Vítor Matos ou Fabrice Lenud, o melhor chefe de Patisserie 2007 do Brasil.
Demonstrações ao vivo num auditório para 150 pessoas, show cookings, as novas tendências gastronómicas, expositores gourmet, cursos de culinária e orientações nas sempre difíceis ligações entre vinhos e alimentos serão «servidas» pelos chefs presentes.
A Academia de Cozinha é um espaço reservado exclusivamente para crianças entre os 6 e os 10 anos com cursos de cozinha adaptados e aulas de sensibilização para uma alimentação saudável.
De 6 a 10 de Março o Porto é a capital do vinho e da gastronomia gourmet.
jcl

A empresa de camionagem Joalto da Guarda e os franceses da Transdev criaram a holding Joalto Transdev formando o segundo maior grupo de transporte de passageiros em Portugal.

Autocarro da JoaltoA informação, difundida pela agência Lusa, indica que a Joalto Transdev com cerca de 14 por cento do mercado em número de viaturas ficará posicionada como o segundo maior grupo de transporte de passageiros em Portugal a seguir à Arriva-Barraqueiro.
Passará a estar presente em quatro regiões: Minho, Porto, Beira Litoral e Beira Interior e, até 2010, pretende expandir a sua actividade entre 15 a 20 por cento.
Actualmente o Grupo Joalto engloba 16 empresas de transporte de passageiros que operam com 782 autocarros na zona das Beiras (Beira Interior, Beira Alta, Beira Baixa e Beira Litoral).
Em Portugal o grupo francês Transdev opera a empresa «Metro do Porto» e controla, desde 1997, a Rodoviária da Beira Litoral, Rodoviária de Entre Douro e Minho, Caima Transportes, Minho Bus e Charline num total de 588 veículos.
jcl

A Cidade Invicta acolhe de 9 a 12 de Outubro o Congresso Internacional sobre o pensamento Luso-Galaico-Brasileiro, certame que contará com a intervenção de Pinharanda Gomes, personalidades destacada na área da Filosofia.

Cartaz do congressoO congresso realiza-se na Universidade Católica Portuguesa do Porto, e terá por temáticas: metafísica e ontologia; racionalismo e religião; antropologia: ideia de Homem; rumos da reflexão estética, ética, jurídica e política; os 150 anos do nascimento de Sampaio Bruno. No global, o objecto do congresso é «o pensamento luso-galaico-brasileiro entre 1850 e 2000».
O pensador quadrazenho Jesué Pinharanda Gomes intervirá no dia 11 de Outubro, pelas 11 horas, num painel da secção «Antropologia: ideia de Homem». A sua intervenção terá por tema «A antropologia da saudade – O Homem Universal de Teixeira de Pascoaes». No mesmo painel intervirão também a Prof. Doutora Maria Teresa Noronha da Universidade Aberta do Porto, que falará sobre «A ontologia da saudade», e a Prof. Doutora Paula Cristina Pereira da Universidade do Porto, que apresentará o tema «O sentido ético da experiência saudosa».
O Congresso reunirá mais de uma centena de especialistas de universidades portuguesas, brasileiras e galaicas, que foram convidados pela Comissão Científica do certame a apresentarem conferências e comunicações.
O evento tem um cariz claramente académico e é destinado a Professores de Filosofia, de História, de Literatura e de Religião e Moral, bem como os Estudantes das Universidades. A organização indica ainda que ao congresso também poderão afluir todos os interessados designadamente, os portugueses (sobretudo portuenses), galegos e brasileiros.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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