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As imagens de corpo inteiro requerem especial abordagem. Enquanto se toma consciência da pessoa na totalidade pode analisar o que ela veste e ter uma noção melhor do contexto (parte II).

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Trabalhar com pessoas (modelos) é um desafio que exige um diálogo constante, quer na concepção quer no momento em que se fotografa. Deixar o modelo entregue a si mesmo não funciona. Acabará com os braços pendentes ao longo do corpo, cruzados entre outras situações. Para lograr algo mais arrojado e atraente temos obrigatoriamente planear a sessão e o conjunto de locais. É aqui, que temos que ter presente o especial cuidado com os fundos para que, os mesmos, não anulem o corpo do modelo. Adoptar poses lisonjeiras é um imperativo na forma de captar a totalidade do corpo assim como roupas, cores, acessórios entre outras.
Nesta sessão requisitada pela modelo Andreia Santos da Agência Lara Models, houve uma preparação de 10 dias até chegar à data da sessão fotográfica. Um bom planeamento e diálogo foram a chave de sucesso desta sessão intensa e produtiva. Eis alguns exemplares do portfolio.
Fotografia e Pós-Produção: Pedro Afonso
Assistente de Fotografia: Marta Almeida
«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso

pmiguelafonso@gmail.com

As pessoas são, provavelmente, o motivo mais popular na fotografia, e todos os dias milhares de retratos são tirados. (Parte I).

Carla Araújo - Sanatório Valongo Carla Araújo - Sanatório Valongo

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Para grandes planos do rosto, deve-se ter como objectivo maximizar o impacto e potenciar o mesmo. Ao concentrar no rosto, podemos realmente desvendar a personalidade e o carácter do modelo.
Isto também simplifica as coisas, porque temos menos questões em que pensar. Quando se fotografa retratos de meio-corpo ou corpo inteiro teremos de ter especial cuidado à posição das mãos e dos pés do modelo e ao que existe no fundo.
Neste dois exemplares de um trabalho requisitado para portfolio de Carla Araújo, tentei transmitir a personalidade e estilo da modelo. Através de um planeamento exaustivo e concertado com a Carla, tentei alcançar o pretendido num espaço fortemente marcado por sombras e zonas claras. Aqui ficam os primeiros exemplos.
Fotografia e Pós-Produção: Pedro Afonso
Assistente de Fotografia: Marta Almeida
Make Up: Tatiana Soares
Modelo: Carla Araújo
Local: Sanatório de Valongo

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
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Tentativa de explorar o intuitivo sistema de zonas de Ansel Adams.

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Não seguindo a teoria de Ansel Adams à risca, uma vez que este era grande defensor da conservação da natureza onde o elemento humano está praticamente ausente, resolvi explorar o intuitivo sistema de zonas. Um método que busca a essência de medições em vários assuntos do fotograma. Com estas imagens, onde a presença humana se faz sentir e daí a minha ousadia de ruptura com Ansel Adams, tentei recriar a gradação de tonalidades e a exposição ideal entre as várias zonas da fotografia.

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
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Colónia Agrícola de Martim Rei no concelho do Sabugal.

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Abelha fotografada na recolha do pólen num girassol.

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Técnica: 1/800 segundos com abertura f/ 7.1 + Filtro polarizador + Flash de enchimento.

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Ontem, sexta-feira, 5 de Junho, foi distribuído mundialmente e de forma gratuita o projecto HOME – um filme de chamada de atenção para todos nós.

A Objectiva de... Pedro AfonsoYan Arthus-Bertrand, o famoso fotógrafo francês do projecto “Earth from the Air” juntamente com cineasta Luc Besson e de François-Henri Pinault protagonizam uma viagem pelo planeta, à descoberta de 50 países, mostrando o impacto da civilização.
Inspirado na tradição fotográfica de Yan Arthus-Bertrand e na sua capacidade de retratar a beleza da Terra a partir do ar, o projecto Home dá-nos uma perspectiva e um apelo de coragem para preservar o que é comum a todos nós, uma nota de esperança para ao futuro (caso haja uma só voz nas medidas a tomar).

Ver vídeo no YouTube. Aqui.

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O Festival Imaginarius, em Santa Maria da Feira, é um excelente meio para explorar abordagens fotográficas ousadas e alternativas.

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Arrancou na passada quinta-feira, 28 de Maio, a 9.ª Edição do Festival Internacional de Teatro de Rua – IMAGINARIUS – em Terras de Santa Maria da Feira.
A diversidade de espectáculos e instalações que companhias nacionais e internacionais apresentam, em simultâneo, nas ruas e praças da cidade, transformada num palco gigantesco representam um manancial de oportunidades fotográficas.
Explorar conceitos com baixas velocidades de obturação ou até mesmo «congelar» movimentos, permite-nos abordar concepções ousadas e bastantes alternativas. Um festival cheio de cor, pirotecnia e formas abstractas que certamente faz encher muitos cartões de memória.

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
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Libelinha fotografada nas margens do Rio Côa.

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Recentemente vi o documentário War Photographer realizado pelo director e produtor Christian Frei baseado no fotojornalismo de James Natchwey em zonas de conflito.

Vodpod videos no longer available.

War Photographer (James Nachtwey) posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

Christian Frei acompanhou Natchwey durante quase dois anos onde registou cenários de guerra e conflito no Kosovo, Palestina e Indonésia. Acima de tudo, mostra o lado sereno e o compromisso na recolha de informação do que é provavelmente o melhor fotógrafo de guerra.
War Photographer é um documentário intimista, focado totalmente no momento e na acção com ajuda de micro câmaras especiais acopladas à câmara fotográfica analógica.
O resultado é um conjunto de fotos que transmitem uma incrível sensação de proximidade, colocando em prática a velha máxima de Robert Capa: «If your pictures aren’t good enough, you’re not close enough».

«A Objectiva de…», galeria fotográfica de Pedro Afonso
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Pormenor dos olhos de uma libelinha. Foto captada nas margens do Rio Côa.

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Reflexos Crepusculares nas salinas da Ria de Aveiro.

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Amanhecer na Ria de Aveiro.

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Alfaiates – Primeira Capeia de 2009.

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A Ria de Aveiro é um dos locais privilegiados e com um potencial enorme para diversas áreas da fotografia.

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A sua fonte de elementos naturais proporciona um conjunto de situações exploráveis potenciadas pela luz natural. É esta luz, matinal e crepuscular, que permite vermos in loco toda magia da Ria.
A Ria de Aveiro estende-se pelos seus onze mil hectares. É composta por canais ramificados que envolvem um número alargado de ilhas e ilhotes. Estas águas livres são habitat de variada fauna piscícola, produzindo também variadas espécies de algas, perfeitas para o alimento de algumas aves. O cordão dunar, para além de representar importante barreira natural contra o avanço do mar, caracteriza-se pela presença de comunidades vegetais específicas, que o enriquecem.
Um hotspot inesgotável de condições fotográficas, onde a luz natural constitui um elemento crucial na hora de fotografar.

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Vaca fotografada perto da Nave numa coberta de nevoeiro.

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Rola-do-Mar fotografada ao pôr-do-sol em contraluz.

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Ruralidades.

Tive o privilégio de almoçar num dos pouco sítios que existe em Portugal onde se mantêm viva a essência do mundo rural. Um local privilegiado pela serrania e pela comunhão entre o homem e natureza. Esqueçamos os pratos a rigor, os talheres a condizer e muitos outros semblantes de uma refeição de um regular restaurante.
Tendências que tendem a desaparecer a passos largos, entidades culturais de um povo que ainda continua a ser o segundo país da UE mais rural.

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Larva de Zygaena trifolii, uma borboleta da família Zygaenidae.

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As Objectivas Tilt&Shift – são excelentes na procura de efeitos criativos.

Tilt&Shift são deslocamentos provocados na composição óptica das objectivas que resultam na alteração do plano de foco e do plano de campo sem mudar a distância focal.
As objectivas que oferecem tais mecanismos foram projectadas para corrigir efeitos indesejáveis recorrentes do paralelismo entre plano óptico e o plano fotossensível assim como do plano fotossensível e do plano horizontal.
A construção óptica tradicional alinha o plano das lentes em paralelo ao plano do filme ou do CCD, CMOS. O resultado disso é a concentração do foco em planos paralelos ao filme, CCD ou CMOS e o desfoque tradicional causado antes e depois da linha focada.
Já o movimento de báscula foi criado para ampliar o campo de visão da objectiva em determinada direcção. Essa ferramenta é muito usada na fotografia de arquitectura, onde o paralelismo da câmara com o horizonte e com os planos concretos é indispensável para a reprodução fidedigna das linhas projectadas pelo arquitecto.
Porém, nem sempre existe recursos para adquirir a lente deste género. Podemos contudo tirar partido deste efeito através do software de edição obtendo excelentes resultados.
Com isto tentei recriar a sensação de miniaturas através do presente efeito. Seguem-se os exemplos:

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«Rela Comum» fotografada no leito do Rio Côa com flash lateral.

A «Rela Comum» é um animal de hábitos nocturnos e de pequeno tamanho, raramente ultrapassa os 50 mm.
Essencialmente nocturna, pode também ser vista de dia, junto à água.
Habita as zonas húmidas, charcos, lagos e cursos de água. Em Portugal aparece desde o nível do mar até cerca dos 1800 metros de altitude.

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Pôr-do-sol nas salinas de da cidade de Aveiro.

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Barragem M. Carmona (Idanha-a-Nova) ao entardecer.

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Chama-se profundidade de campo (DOF) à zona nítida à frente e para trás do plano de focagem da imagem.

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A profundidade de campo não muda em nenhuma região da imagem de modo abrupto. De forma gradual, observa-se a transição de nitidez para desfoque. Desta forma tudo o que se encontra imediatamente em frente ou atrás do plano de foco já começa a perder nitidez.
A profundidade de campo é inversamente proporcional em relação à abertura. Quanto maior for a abertura, menor será a profundidade de campo e vice-versa. No caso destes dois fotogramas foi usado uma abertura de f1.4 o que implica uma menor profundidade de campo contribuindo para um desfoque quase total do que está para lá do motivo.
A escolha da profundidade de campo é uma das opções mais importantes quando se define a abertura e o tempo durante o qual que se expõe um fotograma e claro consoante o motivo que estejamos a fotografar.

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O Presente do Passado.

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Nos dias de chuva e frio, o aconchego do lar impede-nos de sair para o terreno…ou não!

Pessoalmente, quer em casa ou no terreno procuro tirar máximo partido das condições atmosféricas adversas.
Neste caso em particular e rendido ao aconchego do lar, resolvi tirar partido da criatividade e explorar formas inesperadas. Para o efeito, resolvi explorar as formas de um simples pau de incenso.
Na fotografia nem sempre precisamos do melhor equipamento nem dos mais sofisticados sistemas de iluminação. Com uma normal luz de halogéneo e uma objectiva macro cheguei a este resultado. Uma questão de tentativa-erro.

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Rebanho de ovelhas na Colónia Agrícola de Martim Rei.

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Onde fotografar? E o que fotografar?

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A fotografia leva a percorrer quilómetros, leva-nos a conhecer hotspots fantásticos. Uma incessante busca dos melhores locais, com a melhor luz, com os melhores tons entre outros.
Recentemente estive na região do Douro, propriamente no Peso da Régua. Quem conhece, certamente saberá que é uma região de extremos, ora muito frio ora muito calor. Toda temática envolvente, desde as vinhas, lagares, o rio, romarias são óptimos pontos de partida para iniciar um projecto fotográfico.
Sendo inverno e com frio rigoroso, procurei a gare de comboios da Régua. Um lugar único e histórico. Encontrei um conjunto de carruagens velhas vandalizadas que serviram de temática e que agora partilho convosco.

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O Mocho Galego (Athene noctua), é uma pequena ave de rapina nocturna que permite avistamentos com mais frequência.

Os seus hábitos diurnos (embora não seja uma constante) e sua predilecção por poisos altos e principalmente junto ou beira de estrada tornam o Mocho Galego uma ave afamada.
Uma ave de porte arredondado facilmente identificável pela sua plumagem castanha com malhas brancas e olhos amarelos. Pode-se encontrar em todo o território nacional e praticamente durante todo o ano.
Esta pequena ave foi avistada por acaso à entrada de Urgueira num tronco de castanheiro carcomido.

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Com a chegada da época natalícia, palavras como solidariedade, bondade entre outras são pronunciadas incessantemente.

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Actualmente com tanta informação disponível e acima de tudo acessível, ainda existe quem a desconheça ou simplesmente ignore.
Em direcção a Pousafoles do Bispo descobrimos que ainda há quem se lembre de «ser solidário com a natureza» e «protegê-la» da sua vegetação natural.
Oxalá que este natal oferte mais civismo e consciência aos «decoradores» da natureza.

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Fotografar líquidos/água permite revelar aspectos que o olho humano não consegue ver no momento.

A fotografia tem a capacidade criar e parar elementos que no nosso quotidiano nos passam despercebidos. A sua variação de velocidades, ora mais rápida para congelar o motivo ora mais lenta para criar o efeito névoa, são particularmente determinantes numa fotografia.
Resolvi fazer um pequeno exercício com água e captar as formas de uma simples torneira semi-aberta. Após várias tentativas, o resultado que mais me agradou foi este. Resolvi ainda rodar a foto ao contrário com âmbito de proporcionar maior impacto visual.
A capacidade de congelar o fluxo da água pode originar uma série de formas. Como acréscimo, se jogarmos com fundos coloridos e com uma iluminação criativa podemos obter excelentes resultados.

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Garça Boieira (bubulcus íbis) é uma das aves que facilmente se pode encontrar nos campos partilhando o mesmo espaço com o gado bovino, equino e ovino.

Podendo até ser vista a acompanhar máquinas agrícolas, a Graça Boieira procura o seu alimento nos campos. É uma espécie que não depende particularmente do meio aquático, explora diferentes biótopos, desde zonas relativamente secas a zonas húmidas, consoante os recursos alimentares. A sua dieta é constituída por insectos, mas também se alimenta de aracnídeos, moluscos, anfíbios, répteis (cobras e lagartos) e pequenos mamíferos
Com porte mais pequeno e com plumagem branca, pode-se observar esta ave em quase todo o território nacional praticamente todo o ano. É no entanto raro observá-la na região de Entre Douro e Minho.

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Da família Charadriidae, o Borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula) é uma ave que nidifica no norte da Europa e inverna nas costas europeias e africanas. A coleira preta e patas cor-de-laranja diferenciam-no do Borrelho-pequeno-de-coleira.

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Esta ave é de fácil observação podendo encontrar-se em quaisquer zonas húmidas costeiras, especialmente nas que se encontram sujeitas à influência das marés. A sua distribuição abrange toda a faixa costeira do Continente desde o Minho ao Algarve, ocorrendo ainda, embora em número muito reduzido, em alguns açudes e barragens do interior do país, sobretudo no Alentejo.
As zonas estuarinas, como o caso da Ria de Aveiro servem de manjar a estas pequenas aves que buscam nos invertebrados o seu alimento. Alimenta-se principalmente de minhocas, crustáceos e moluscos. O alimento é obtido nas áreas de vasa. Quando possível evita alimentar-se de noite, uma vez que a abundância de alimento é menor do que de dia.

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Fotografar passeriformes exige um estudo aprofundado da espécie e acima de tudo muita paciência…

O Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) é um pequeno passeriforme da família Turdidae, bem conhecido pela mancha alaranjada que lhe ornamenta o peito. É uma das aves portuguesas que mais alegra os dias de Inverno, com o seu canto melodioso e persistente. É porventura uma das aves mais fáceis de identificar. Geralmente observa-se saltitando pelo chão, ou poisado nos ramos baixos de uma árvore, adoptando sempre uma postura muito vertical.
Para fotografar esta pequena ave ou outro tipo de passeriformes são necessários dois ingredientes; um prévio estudo permite não só criar poisos para alcançar um bom resultado final, como também evita ficarmos com o cartão de memória vazio após uma sessão de trabalhos.
Por fim, o verdadeiro teste está na paciência do fotógrafo. Implica por vezes ficar algumas horas à espera do nosso motivo.

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Magusto da Associação Liga Espinhalense

Castanhas e jeropiga acompanhados do bom convívio das gentes do Espinhal aqueceram a noite bastante fria. Aqui fica um pouco do magusto promovido pela Liga Espinhalense.

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A Natureza não é estática, e qualquer variação nas condições atmosféricas, por exemplo, permite criar uma imagem completamente nova. Logo, há que regressar aos locais e tentar novas capturas…

As paisagens marítimas são quiçá, paisagens em constante transformação. Verdadeiras mutantes que permitem sempre a captarem imagens distintas independentemente do mesmo local onde se capta.
A força e impacto da ondulação são elementos primordiais. Serviu particularmente para criar o primeiro plano da imagem (algo que muitos se esquecem). Através dele e de uma longa exposição sem descurar o tripé, consegue-se captar a verdadeira mutação da natureza.
O céu dramático, é porventura um reforço da ambiência do momento. Enfatiza e produz todo o cenário não estático e dramático.
Local: Praia de Maceda – Ovar

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JOAQUIM SAPINHO

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