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Militares da GNR do comando da Guarda detiveram, após investigações, dois jovens, em Pinhel e em Foz Côa, por posse de estupefacientes, na medida em que cultivavam em suas casas plantas de cannabis, que lhes foram apreendidas.

No dia 17 de Setembro, militares do Núcleo de Investigação Criminal da Guarda, detiveram um jovem de 19 anos de idade, residente em Vila Franca das Naves, concelho de Pinhel, por cultivar três plantas de Cannabis Sativa, com alturas compreendidas entre 35 e 90 cm, que lhe foram apreendidas. As plantas estavam a ser cultivadas em diversos vasos colocados na sala da casa onde o suspeito habitava. O detido foi sujeito a Termo de Identidade e Residência e notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Trancoso.
No dia 19 de Setembro, militares do Núcleo de Investigação Criminal de Pinhel, detiveram um outro jovem de 16 anos, residente em Freixo de Numão, concelho de Vila Nova de Foz Côa, por igualmente cultivar cannabis. Uma busca domiciliária permitiu apreender uma planta com um metro de altura, que estava a ser cultivada num vaso num anexo à residência do suspeito. O mesmo foi sujeito a Termo de Identidade e Residência e notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Foz Côa.
plb

No dia 28 de Agosto, A GNR detive dois homens e uma mulher, de 28, 54 58 anos de idade, respectivamente, todos residentes em Foz Côa por crime de resistência e coação sobre militares da Guarda Nacional Republicana, na sequência do cumprimento de um Mandado de Detenção que recaia sobre o homem mais novo, que era filho do casal.

Patrulha da GNRO homem que estava sujeito à ordem judicial de detenção não acatou as ordens dos agentes da autoridade, tendo-os ameaçado e injuriado. Surgiram entretanto os pais que começaram também a ameaçar e difamar e injuriar os militares, que então procederam à detenção dos mesmos.
No dia 31 de Agosto, o Comando Territorial da Guarda da GNR realizou uma operação de fiscalização ao trânsito, com particular incidência na condução sobre o efeito do álcool e sem habilitação legal. Na mesma foram fiscalizados 166 veículos, tendo sido detido um condutor por apresentar uma taxa de álcool no sangue superior a 1,20 gramas por litro. Foram ainda elaborados 16 autos de Contra-ordenação por diversas infracções à legislação rodoviária.
Segundo o comunicado semanal da GNR, na semana passada registaram-se 20 acidentes de viação, sendo que 14 resultaram de por colisão, quatro de despiste e dois de atropelamento. Destes acidentes resultaram oito feridos leves.
plb

Na manhã de ontem, 29 de Agosto, militares da GNR da Investigação Criminal de Pinhel, apoiados por cães treinados na deteção de droga, detiveram um homem de 50 anos de idade, residente em Foz Côa, pelos crimes de tráfico de estupefacientes e posse ilegal de armas.

O suspeito, que já estava a ser investigado a algum tempo no âmbito de um inquérito a correr termos no Núcleo de Investigação Criminal de Pinhel, foi detido no decurso de buscas realizadas à sua residência, na cidade de Foz Côa, onde detinha o produto estupefaciente, designadamente, 457,7 gramas de liamba, já dividida em pacotes e pronta para venda, quantidade suficiente para cerca de duzentas doses individuais, bem como cinco plantas de cannabis sativa, com alturas compreendidas entre 90 cm e 190 cm, que cultivava num armazém anexo à residência.
Foi-lhe ainda apreendido: uma pistola de calibre 6,35 mm e dois carregadores, uma espingarda de calibre 22 mm, 16 munições de calibre 6,35 mm, 19 munições de calibre 22 mm e 27 cartuchos de chumbos de calibre 12.
No mesmo dia militares da Equipa de Intervenção Fiscal e do Posto Territorial de Seia, no decurso de uma operação de fiscalização de transporte de mercadorias, que se destinavam à feira semanal de Seia, elaboraram um auto por crime de contrafação de mercadorias, sujeitas a cumprirem com as formalidades legais relativas ao Código da Propriedade Industrial (CPI), de que resultou a apreensão de 294 peças (vestuário, calçado, cintos, malas, relógios e perfumes) de diversas marcas conceituadas no mercado, com o valor total e presumível de 19.060 euros. Em consequência, foi identificado um homem, residente no concelho de Viseu, como sendo o proprietário da mercadoria apreendida.
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Tal como estava previsto foi inaugurado na freguesia de Fóios, o Museu «Portas do Côa» com a exposição «Côa: reinventar a arte da nascente à foz».

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO museu é da iniciativa da Câmara Municipal de Sabugal e da Junta de Freguesia de Fóios, através de candidatura ao PROVERE e teve o apoio técnico e científico da Fundação Côa Parque.
A data escolhida foi 18 de Abril porque assinala também o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.
No auditório do Centro Cívico usou da palavra o Senhor Presidente da Câmara do Sabugal, Eng.º António Robalo, bem como o Senhor Dr. José Ribeiro, membro do Conselho de Administração da Fundação Côa Parque.
O Centro Cívico, já está a funcionar, em algumas valência, desde o ano de 2008 mas a Junta de Freguesia de Fóios nunca procedeu a qualquer tipo de inauguração pelo facto de entender que faltava a componente museu. Agora sim. Agora podemos dizer que este espaço, dedicado à cultura, é uma realidade e está a funcionar em todas as valências como tinha sido projectado.
Interpretando fielmente o sentimento da população de Fóios pretendemos agradecer às muitas pessoas que nos ajudaram a alcançar tão importante objectivo. Agradecemos, igualmente às muitas pessoas que nos têm felicitado e incentivado nesta caminhada que não tem sido nada fácil.
Confesso que desenvolver os mais diversos aspectos ligados à cultura, no interior do interior, é bastante complicado. Só a persistência e a carolice de algumas pessoas, quase sempre poucas, vai fazendo com que poucos dos residentes vão entendendo e participando.
Claro que o museu – Portas do Côa – para a maioria das pessoas que por cá vivem não lhes dirá grande coisa mas o aprender a gostar também se vai ensinando. É obrigação daqueles que mais sabem ir explicando o que representa a história e a arte que o dito museu encerra.
Por outro lado é importantíssimo que as escolas saibam e tenham consciência dos conteúdos e da riqueza do museu. Vamos procurar divulga-lo junto das escolas da região quer de um lado quer do outro da fronteira.
No dia da inauguração deram-nos o prazer e a honra da sua presença muitos técnicos e políticos quer do concelho do Sabugal quer o concelho de Vila Nova de Foz Côa cuja delegação era chefiada pelo Senhor Presidente da Câmara, Eng.º Gustavo Duarte.
Também um especial reconhecimento ao Senhor Presidente da Junta, Fernando Fachada, e aos Ilustres amigos da Associação «Foz Côa Friends» que se fizeram representar pelo Sr. José Constanço.
Pretendemos ainda agradecer e reconhecer o trabalho e a dedicação do Sr. Arquiteto Paulo, do Município do Sabugal, do Sr. Arqueólogo António Batista, de Vila Nova de Foz Côa, bem como à empresa «Interacções do Futuro» que instalou as peças e os painéis do museu.
A amizade que vamos construindo, através do Côa, vai-se reforçando à medida que vamos convivendo e as ideias de boas e novas oportunidades vão, de facto, surgindo.
O fiozinho de água que brota da nascente é correspondente ao pequeno museu aqui existente e à medida que vai deslizando e engrossando chega, finalmente, a Vila Nova de Foz Côa onde se situa o moderno e empolgante Museu do Côa.
Se uma caminhada começa num paço já todos vamos andando.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A GNR comunicou ter apreendido estupefacientes e detido traficantes em Vilar Formoso e em Celorico da Beira, tendo igualmente detido quatro jovens espanhóis que faziam grafitis em comboios na estação do Pocinho.

Preso algemadoNo decurso de uma operação conjunta entre a GNR e a Guardia Civil de Espanha, realizada no dia 27 de Janeiro na zona da fronteira, foi detido um indivíduo de 23 anos de idade, residente em Barcelos, por crime de tráfico de estupefacientes. O suspeito tinha na sua posse 194,7 gramas de cannabis (liamba), adquirida, ao que tudo indica, em Espanha. Presente ao Tribunal Judicial de Almeida, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Na noite de 24 de Janeiro, militares do Núcleo de Investigação Criminal da Guarda, detiveram uma mulher de 22 anos de idade, residente em Celorico da Beira, por crime de tráfico de estupefacientes. A suspeita tinha na sua posse 6,4 gramas de haxixe, quantidade que excedia o limite máximo quantitativo, permitido para consumo. Presente ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, ficando a aguardar o resultado do Inquérito.
Na madrugada de 27 de Janeiro, militares do Posto Territorial de Foz Côa, detiveram quatro indivíduos, de 19 e 21 anos de idade, de nacionalidade espanhola, ambos estudantes e residentes em Madrid (Espanha), pelo crime de dano em comboio, na Linha do Douro. Os suspeitos foram surpreendidos quando efectuavam grafitis nas composições de um comboio que se encontrava na Estação da CP do Pocinho – Foz Côa, tendo-lhes sido apreendidas 20 latas de spray. Presentes ao Tribunal Judicial de Foz Côa, foi-lhes aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência e uma caução de 200 euros.
plb

No dia 24 de Outubro, a GNR de Vila Nova de Foz Côa, deteve um homem de 60 anos, residente na freguesia de Santo Amaro, por crime de detenção e posse ilegal de arma.

GNR-Guarda Nacional RepublicanaSegundo o comunicado semanal do Comando Territorial da Guarda da GNR, a detenção aconteceu na sequência de desentendimentos entre um casal, o que originou a intervenção da GNR, que apreendeu duas armas de fogo (caçadeiras), uma delas em situação ilegal e outra como medida cautelar, tendo também apreendido 10 cartuchos dos calibres das referidas armas.
Presente ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Foz Côa, o detido viu ser-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
No dia 26 de Outubro, o Comando Territorial da Guarda levou a efeito uma operação de fiscalização de trânsito, com particular incidência nos veículos de transporte de mercadorias, bem como na condução sobre o efeito do álcool e sem habilitação legal e na abordagem de suspeitos da prática de crimes. A operação permitiu a fiscalização de 63 veículos e condutores, tendo sido elaborados dois autos de contra-ordenação, por infracções à legislação rodoviária.
No que respeita à fiscalização de mercadorias, foram apreendidos 116 artigos de vestuário contrafeito (óculos relógios, malas e bonés, de diversas marcas conceituadas no mercado e CD’s) no valor de 4.690 euros, que se destinavam a ser comercializadas no mercado semanal de Seia. Foi identificado um indivíduo, residente no concelho de Seia, como proprietário da mercadoria. Foram ainda elaborados dois autos de contra-ordenação por infracções verificadas à legislação fiscal e apreendidas duas viaturas e mercadorias no valor de 800 euros.
Na semana passada foram ainda realizadas duas operações na zona de fronteira com Espanha, no âmbito da fitossanidade florestal e transporte de resíduos, direccionadas para a fiscalização do Nemátodo do Pinheiro. Foram fiscalizados 51 veículos e elaborados dois autos de contra-ordenação.
Em toda a semana a GNR da Guarda deteve 12 Indivíduos, nove dos quais em flagrante delito e três no cumprimento de mandados judiciais.
plb

O Documento Verde da Reforma da Administração Local, apresentado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, estabelece critérios para a redução de juntas de freguesias que, aplicadas ao distrito da Guarda fazem com que desapareçam 212 freguesias, num total de 336. No concelho do Sabugal desaparecerão 20 freguesias.

O documento, que tem por epígrafe «Uma Reforma de Gestão, uma Reforma de Território e uma Reforma Política», define uma metodologia baseada em critérios orientadores (demográficos e geográficos) que deverão presidir à nova organização autárquica.
Da aplicabilidade desses critérios orientadores elaborou-se um mapa que aponta para a agregação ou fusão de muitas freguesias, que, no caso do distrito da Guarda, se eleva a 212.
Vejamos as freguesias que vão desaparecer em cada concelho se a reforma autárquica avançar nos exactos termos em que está definida no Documento Verde.
Sabugal (desaparecem 20 freguesias, num total de 40): Águas Belas, Aldeia da Ribeira, Badamalos, Baraçal, Forcalhos, Lomba, Moita, Nave, Penalobo, Pousafoles do Bispo, Rapoula do Côa, Rendo, Ruivós, Ruvina, Seixo do Côa, Vale das Éguas, Valongo, Vila Boa, Vila do Touro. Vilar Maior.
Aguiar da Beira (sete freguesias, num total de 13): Eirado, Forninhos, Gradiz, Pinheiro, Sequeiros, Souto de Aguiar da Beira, Valverde.
Almeida (23 freguesias, num total de 29): Ade, Aldeia Nova, Azinhal, Cabreira, Castelo Bom, Castelo Mendo, Freixo, Junca, Leomil, Malpartida, Mesquitela, Mido, Monte Perobolço, Naves, Parada, Peva, Porto de Ovelha, São Pedro de Rio Seco, Senouras, Vale de Coelha, Vale da Mula, Vale Verde, Vilar Formoso.
Celorico da Beira (15 freguesias, num total de 22): Baraçal, Cadafaz, Carrapichana, Cortiçô da Serra, Lajeosa do Mondego, Linhares, Maçal do Chão, Mesquitela, Minhocal, Prados, Rapa, Salgueirais, Velosa, Vide Entre Vinhas, Vila Boa do Mondego.
Figueira de Castelo Rodrigo (12 freguesias, num total de 17): Algodres, Almofala, Cinco Vilas, Colmeal, Escarigo, Freixeda do Torrão, Penha de Águia, Quintã de Pêro Martins, Vale de Afonsinho, Vermiosa, Vilar de Amargo, Vilar Torpim.
Fornos de Algodres (11 freguesias, num total de 16): Cortiço, Fuinhas, Juncais, Maceira, Matança, Muxagata, Queiriz, Sobral Pichorro, Vila Chã, Vila Ruiva, Vila Soeiro do Chão.
Gouveia (cinco freguesias, num total de 22): Figueiró da Serra, Freixo da Serra, Mangualde da Serra, Vila Cortês da Serra, Vila Franca da Serra.
Guarda (39 freguesias, num total de 55): Adão, Albardo, Aldeia do Bispo, Aldeia Viçosa, Alvendre, Avelãs de Ambom, Avelãs da Ribeira, Benespera, Carvalhal Meão, Cavadoude, Codesseiro, Corujeira, Faia, Fernão Joanes, Gagos, Gonçalbocas, João Antão, Meios, Mizarela, Monte Margarida, Pêro Soares, Porto da Carne, Pousade, Ramela, Ribeira dos Carinhos, Rocamondo, Santana da Azinha, Jarmelo (São Miguel), Jarmelo (São Pedro), Seixo Amarelo, Sobral da Serra, Trinta, Vale de Estrela, Vela, Videmonte, Vila Cortês do Mondego, Vila Franca do Deão, Vila Garcia, Vila Soeiro.
Manteigas (uma freguesia, num total de quatro): Vale da Amoreira.
Mêda (13 freguesias, num total de 16): Aveloso, Barreira, Carvalhal, Casteição, Coriscada, Fonte Longa, Longroiva, Marialva, Pai Penela, Prova, Rabaçal, Ranhados, Vale Flor.
Pinhel (20 freguesias, num total de 27): Atalaia, Azevo, Bogalhal, Bouça Cova, Cerejo, Cidadelhe, Ervas Tenras, Ervedosa, Lamegal, Lameiras, Manigoto, Pereiro, Pomares, Póvoa D’ El-Rei, Safurdão, Santa Eufémia, Sorval, Valbom, Vale de Madeira, Vascoveiro.
Seia (10 freguesias, num total de 29): Cabeça, Carragozela, Folhadosa, Lajes, Santa Eulália, Santa Marinha, São Martinho, Sazes da Beira, Várzea de Meruge, Lapa dos Dinheiros.
Trancoso (26 freguesias, num total de 29): Aldeia Nova, Carnicães, Castanheira, Cogula, Cótimos, Feital, Fiães, Freches, Granja, Guilheiro, Moimentinha, Moreira de Rei, Palhais, Póvoa do Concelho, Reboleiro, Rio de Mel, Sebadelhe da Serra, Tamanhos, Terrenho, Torre do Terrenho, Torres, Valdujo, Vale do Seixo, Vila Franca das Naves, Vila Garcia, Vilares.
Vila Nova de Foz Côa (10 freguesias, num total de 17): Castelo Melhor, Chãs, Horta, Mós, Murça, Numão, Santa Comba, Santo Amaro, Sebadelhe, Touca.

A situação é muito diferente em Castelo Branco, onde a redução das freguesias levará apenas à agregação ou fusão de 39 em todo o distrito – as mesmas que desaparecem apenas no concelho da Guarda. Belmonte perde apenas uma freguesia – Colmeal da Torre – enquanto que Penamacor perde cinco – Águas, Aldeia de João Pires, Bemposta, Meimão e Vale da Senhora da Póvoa.
plb

O Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Pinhel da GNR deteve, no dia 19 de Agosto, durante a feira de S. Mateus, em Trancoso, um homem e uma mulher, de 55 e 51 anos de idade, respectivamente, naturais de Entroncamento e residentes em Quarteira – Loulé, pela prática de crime de furto de diversas carteiras (vulgo – carteiristas). A GNR procedeu ainda a outras detenções no distrito da Guarda durante a passada semana.

Preso algemadoSegundo o comunicado semanal do Comando Territorial da Guarda, da GNR, as detenções foram efectivadas em flagrante delito, no âmbito de uma Operação planeada, com o objectivo de prevenir a prática de furto por carteiristas. Os guardas vigiavam indivíduos suspeitos e detectaram um deles a subtrair uma carteira a uma senhora sexagenária.
Os detidos possuem antecedentes criminais pela prática de diversos crimes da mesmo tipo, cometidos em diversos locais do Território Nacional. Presentes ao Tribunal Judicial do Trancoso, foi-lhes aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
O Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial da Guarda apreendeu, na manhã do dia 16 de Agosto, 7 plantas de Cannabis Sativa, que se encontravam cultivadas num terreno adjacente à residência do suspeito e dissimuladas no meio de um matagal, na localidade de Macainhas – Guarda.
Na sequência da apreensão, deteve um indivíduo de 41 anos de idade, residente naquela localidade, por crime de cultivo e posse de plantas consideradas produto de estupefacientes. Presente ao Tribunal Judicial da Guarda, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Na manhã do dia 18 de Agosto, também o Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Gouveia apreendeu 29 plantas de Cannabis Sativa, com cerca de 1,50 metros de altura cada, que se encontravam cultivadas num terreno agrícola e dissimuladas entre outras culturas, na localidade de Melo, Gouveia.
Em consequência, foi detida uma mulher de 48 anos de idade, residente naquela localidade, que, presente ao Tribunal Judicial da Gouveia, lhe foi aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Na manhã de 18 de Agosto, militares do Núcleo de Protecção Ambiental do Destacamento Territorial de Pinhel detiveram uma mulher de 66 anos de idade, residente em Vila da Ponte – Sernancelhe, por crime de pesca. A suspeita andava a pescar, em época de defeso, na Quinta do Ferro – Rio de Mel – Trancoso, em águas classificadas de salmonídeas do rio Távora, prática que constitui crime de pesca, tendo-lhe sido apreendidos uma cana de pesca e um saco de rede.
Presente ao Tribunal Judicial de Foz Côa, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Também na manhã de 20 de Agosto, militares do mesmo Núcleo de Protecção Ambiental detiveram um indivíduo de 64 anos de idade, residente em Almendra – Vila Nova de Foz Côa, pela prática do mesmo tipo de crime.
O suspeito andava a pescar no Rio Douro, junto à Estação da CP de Almendra – Foz Côa, utilizando para o efeito uma rede com malha ilegal (malha mais estreita que o permitido por Lei), o que constitui crime de pesca, tendo-lhe sido apreendidas uma embarcação com motor, três redes de pesca ilegais e 52,5 kg de peixes. O peixe maioritariamente “barbo”, foi entregue numa casa de beneficência (Lar de terceira idade) em Vila Nova de Foz Côa.
Presente ao Tribunal Judicial de Pinhel, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
plb

Na noite de 29 de Julho, o Núcleo de Investigação Criminal da Guarda da GNR, deteve um indivíduo de 24 anos, residente no Sabugal, por crime de tráfico de estupefacientes.

Preso algemadoSegundo a nota semanal do Comando Territorial da Guarda da GNR, o detido tinha na sua posse 14,3 gramas de haxixe, quantidade suficiente para 75 doses individuais. Tendo sido presente ao Tribunal Judicial do Sabugal, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
No dia anterior, 28 de Julho, a GNR deteve em Vila Nova de Foz Côa, um jovem de 20 anos, residente naquela localidade, igualmente por crime de tráfico de estupefacientes. O detido tinha na sua posse 34,7 gramas de haxixe, quantidade suficiente para 175 doses individuais. Presente ao Tribunal Judicial de Foz Côa, ficou com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência a aguardar o resultado do Inquérito.
No mesmo dia 28 de Julho, a GNR deteve em Celorico da Beira um homem de 46 anos de idade, residente em Maçal do Chão, que tinha na sua posse uma arma branca (um punhal com 13 cm de lamina), que lhe foi apreendida. A detenção ocorreu após um quadro de conflito e discussão a propósito de motivos fúteis, tendo o suspeito ameaçado duas senhoras com a referida arma. Presente ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira, ficou com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
No dia 29 de Julho, militares do Destacamento Territorial de Pinhel detiveram um indivíduo de 31 anos de idade, sem profissão, residente em Póvoa D’el Rei, concelho de Pinhel, em cumprimento de um Mandado de Detenção, emanado pelo Tribunal Judicial de Espinho, por crime de condução ilegal.
O suspeito, já com antecedentes criminais, está a ser investigado pela prática de vários crimes perpetrados nos concelhos de Pinhel, Trancoso e Mêda, nomeadamente, furto de veículos, de metais (cobre, ferro e ferramentas) e em estabelecimentos comerciais, bem como condução ilegal e abuso sexual de menor (adolescente). O detido, encontrava-se em liberdade condicional e foi entregue, pelas 22 horas desse dia, no Estabelecimento Prisional da Guarda par cumprir 14 meses de prisão efectiva.
plb

O Comando Territorial da Guarda da GNR procederam à detenção de dois indivíduos por posse ilegal de armas de fogo, um dos detidos é de Cinco Vilas, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, e o outro de Vila Nova de Foz Côa.

GNR-Guarda Nacional RepublicanaNo dia 21 de Julho, o Núcleo de Investigação Criminal de Vilar Formoso efectuou buscas a duas residências, dois barracões e duas viaturas, em Cinco Vilas, Figueira de Castelo Rodrigo, no âmbito de um inquérito por crime de posse ilegal de armas e tráfico de estupefacientes. Durante as buscas foram apreendidas quatro armas de fogo, 11 armas brancas, 239 munições de diversos calibres, um bastão extensível, um arco e quatro flechas, três soqueiras e cinco shuriken (arma conhecida por «estrela da morte» e associadas às artes marciais), assim como 43 cargas explosivas de foguete e 65,5 gramas de pólvora. Foram ainda apreendidas duas plantas de cannábis.
Em consequência das buscas, foi detido um indivíduo de 31 anos, desempregado, residente naquela localidade, por posse ilegal de armas, cultivo e posse de estupefacientes. Presente ao Tribunal de Figueira de Castelo Rodrigo, ficou com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, a aguardar o resultado do Inquérito.
Na noite de 24 de Julho, foi detido pela GNR de Vila Nova de Foz Côa um homem de 64 anos, residente em Foz Côa, que tinha na sua posse duas armas de fogo em situação ilegal, sendo uma carabina de calibre 7,5 mm e uma pistola de alarme (calibre 6,35 mm) que tinha sido, alegadamente, transformada. Foram-lhe apreendidas as referidas armas, conjuntamente com 5 munições dos ditos calibres.
Esta detenção ocorreu após uma situação de conflito e discussão, com ameaças e ofensas à integridade física, havendo necessidade de o detido vir receber tratamento no hospital Sousa Martins, na Guarda.
Presente ao Tribunal Judicial de Foz Côa, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Ainda segundo a nota informativa semanal da GNR, na madrugada de 23 de Julho, militares do Núcleo de Protecção Ambiental de Pinhel detiveram um indivíduo de 29 anos de idade, residente em Sebadelhe, Vila Nova de Foz Côa, pela prática de pesca ilegal em Almendra. Foram-lhe apreendidas duas canas de pesca e um saco de rede com duas carpas, que foram devolvidas à água. Presente ao Tribunal Judicial de Foz Côa, ficou com Termo de Identidade e Residência a aguardar o resultado do Inquérito.
plb

Há cerca de dois meses fui contactado pela Talinha, proprietária da Casa do Castelo, na cidade do Sabugal, para me dizer que ia participar numa acção – caminhada – em Vila Nova de Foz Côa e que muito gostaria de levar uns garrafões de água da nascente do Côa. Solicitou, então, a minha colaboração.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaAcedi, de bom grado, ao pedido da Talinha pelo que me desloquei à nascente, com o meu amigo António Sanches, para me ajudar a encher os garrafões e também para tirar umas fotos que comprovavam ser, efectivamente, água da nascente.
Mandei os garrafões para a Talinha e eis que ela parte para Foz Côa, com esse precioso líquido, como uma verdadeira embaixatriz do nosso Município.
Confesso que fiquei agradavelmente surpreendido com o gesto e com a ideia da Talinha visto me ter parecido uma acção da qual poucas pessoas se lembrariam.
Nesse mesmo dia tive o feedback da acção e fiquei maravilhado por ter sabido que todos os Amigos de Foz Côa se deliciaram com esse precioso líquido. A ideia da Talinha havia sido coroada de êxito.
A semana passada fui de novo contactado pela Talinha para me comunicar que parte desse grupo de amigos, com os quais havia convivido em Foz Côa, se deslocariam ao Sabugal no dia 23 do corrente mês de Julho.
A Talinha convidou-me para o almoço que ela própria confeccionou e serviu no espaço judaico que se situa na cave da sua casa do Castelo.
Confesso que me senti honrado e sinceramente agradecido. Foi um almoço diferente porque o local também é diferente.
Por volta das 16 horas o grupo deslocou-se até ao viveiro das trutas, Trutalcôa, onde, para surpresa do grupo, encontrámos o amigo Celso Ramos, Alcalde de Navasfrias e também deputado na Diputación de Salamanca.
De seguida o grupo de Foz Côa acompanhado por mim, Presidente da Junta de Foios, e pela Talinha, rumou até à Serra das Mesas com a intenção de poderem visitar e beber água na nascente do Côa. Assim aconteceu, efectivamente.
Mas não se ficou apenas pela visita à nascente. Os amigos(as) de Foz Côa ansiavam por conhecer e viver intensamente a Serra das Mesas. A tarde estava algo fresca, circulando uma brisa, que animava os visitantes.
Já com a noite a aproximar-se e atendendo a que algumas pessoas ainda teriam que rumar até Lisboa, e outras ao Porto, lá nos apressámos até à praça de Foios.
Depois das viaturas estacionadas as pessoas deslocaram-se a um bar onde tomaram uma merecida bebida.
Embora um pouco a correr houve ainda tempo para uma visita ao Centro Cívico «Nascente do Côa».
Foi com imenso prazer que fiz uma visita guiada às instalações do Centro Cívico. Com muito mais prazer e gosto porque algumas das pessoas do grupo são amigos pessoais do estimado amigo Eng.º António Gouveia.
Foi no tempo em que o Sr. Eng.º António Gouveia era Director do PROCÔA que apresentámos um projecto de candidatura tanto ao Centro Cívico como ao alcatroamento do caminho que dá acesso à nascente do Côa.
O povo dos Foios não esquece duas pessoas que muito contribuíram para estes dois importantes melhoramentos. Eng.º António Gouveia e o então Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Eng.º António Morgado.
Mas voltando aos amigos de Foz Côa, que hoje nos acompanharam, pretendo dizer que fiquei mais rico pelo facto de os ter conhecido e com eles ter convivido.
Esse grupo de pessoas pertence a uma associação que criaram, muito recentemente, designada por «FOZ CÔA FRIENDS». Tem um programa abrangente e ambicioso que passa, entre muitas acções, pela ligação e união da nascente e da Foz do Côa.
O entusiasmo que de todos se apoderou levou-nos a pensar e a sonhar com muitas e interessantes actividades. Uma caminhada começa num passo e hoje demos, certamente, o passo que pretendemos seja o primeiro de uma grande caminhada.
Pretendemos envolver as respectivas autarquias – Câmara e Juntas – porque temos plena consciência de que sem o reconhecimento e o apoio do poder autárquico, e nem só, não poderemos atingir os objectivos a que nos propomos.
Pretendo agradecer e reconhecer todo o esforço e envolvimento da Casa do Castelo, na pessoa da gerente e proprietária TALINHA, porque foi ela que proporcionou este magnífico e profícuo encontro.
Agradeço igualmente aos novos amigos da associação «FOZ CÔA FRIENDS» as lembranças que fizeram questão de me entregar e que vou guardar carinhosamente como também pretendo guardar e fortalecer a amizade que hoje começámos a construir.
Um abraço para todos os que vieram e para os outros, de quem muito falaram, mas que não puderam estar presentes. Mas há mais marés.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Os primeiros 14 presidentes de Câmara do distrito da Guarda (após o 25 de Abril de 1974) foram homenageados no Governo Civil por Santinho Pacheco. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Paula Pinto da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, vai homenagear, esta quinta-feira, dia 28 de Abril, os primeiros presidentes de câmara municipal do distrito eleitos democraticamente após o 25 de Abril de 1974. A família de João A. Antunes Lopes, primeiro presidente da Câmara Municipal do Sabugal, vai receber a título póstumo a condecoração.

Santinho Pacheco - Governador Civil - GuardaNo salão nobre do Governo Civil da Guarda vai ter lugar, às 21.00 horas desta quinta-feira, a cerimónia de homenagem aos primeiros presidentes de câmara do distrito da Guarda.
A sessão solene vai contar com a presença do secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, do primeiro governador civil da Guarda, Alberto Antunes (do concelho do Sabugal) e do actual, Santinho Pacheco.
Além de João A. Antunes Lopes (a título póstumo), primeiro presidente da Câmara Municipal do Sabugal, vão ser homenageados os autarcas de Aguiar da Beira, António Raimundo Cunha (a título póstumo); Almeida, António José Sousa Júnior; Celorico da Beira, Carlos A. Faria de Almeida; Figueira de Castelo Rodrigo, José Pinto Lopes (a título póstumo); Fornos de Algodres, Francisco Paulo Almeida Menano; Gouveia, Alípio Mendes de Melo; Guarda, Victor Manuel Gonçalves Cabeço/Abílio Aleixo Curto; Manteigas, Homero Lopes Ambrósio (a título póstumo); Mêda, Luís E. Figueiredo Lopes (a título póstumo); Pinhel, António Luís Santos Fonseca; Seia, Jorge A. Santos Correia; Trancoso, António Almeida (a título póstumo) e Vila Nova de Foz Côa, José Costa Ferreira (a título póstumo).
«É tempo de a nível distrital se comemorar Abril da liberdade lembrando os primeiros presidentes de câmara eleitos nos 14 concelhos do nosso distrito, exaltando assim o papel insubstituível que o poder local desempenhou na construção desta segunda República e no arranque de um período de desenvolvimento e de modernização das nossas terras, sem paralelo em toda a nossa história secular», destacou Santinho Pacheco.
A cerimónia insere-se nas comemorações distritais do 25 de Abril.
jcl (com agência Lusa)

O Município do Sabugal está entre os fundadores de uma nova associação intermunicipal, designada por «Territórios do Côa, Associação de Desenvolvimento Regional», cujo objectivo é combater o despovoamento do interior pela promoção turística do Vale do Côa.

O Município de Figueira de Castelo Rodrigo tem liderado o processo de constituição da associação, onde a mesma terá a sede. Inicialmente pretendeu-se designá-la por «Agência do Vale do Côa», o que, contudo, foi rejeitado pelo Registo Nacional de Pessoas Colectivas, tendo então que escolher-se a designação «Territórios do Côa».
Para além dos municípios de Figueira de Castelo Rodrigo e Sabugal, a nova associação integra ainda os de Almeida, Meda, Pinhel, Trancoso, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
A associação pretende promover o desenvolvimento integrado através da dinamização do turismo de aventura e do ecoturismo, aproveitando as condições apropriadas para esse finalidade do território que abrange.
A existência de um património cultural de alto valor e do Museu do Parque Arqueológico do Vale do Côa, são o garante da boa possibilidade de dinamização em rede deste território tendo em vista o alcance dos objectivos consagrados pela nova associação.
Os representantes dos municípios que integram a associação reuniram-se por diversas vezes para a aprovação do projecto de estatutos, e para dar andamento à demais formalidades ligadas ao seu registo legal e ao seu funcionamento quando a mesma estiver em plena actividade. Da parte do Município do Sabugal o processo formal está concluído, tendo a adesão sido aprovada em reunião de Câmara e também pela Assembleia Municipal.
plb

Inaugurado em 30 de Julho de 2010, o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa merece uma visita pelo seu edifício, pelo enquadramento paisagístico e pelo conteúdo.

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Adérito Tavares - Na Raia da Memória1 – A arte rupestre do Vale do Côa
O Côa nasce na serra de Malcata, perto de Foios, concelho do Sabugal, percorrendo depois cerca de 115 quilómetros até ao rio Douro, junto a Vila Nova de Foz Côa. A maior parte do seu percurso, feito de sul para norte, decorre num vale alcantilado e rochoso, granítico em boa parte, xistoso no final. E foi justamente aí, em numerosos painéis xistosos das margens do Baixo Côa e do Douro, que os nossos distantes antepassados efectuaram centenas de gravuras e algumas pinturas.
Quando, no começo dos anos 80 do século XX, foi construída no Douro a barragem do Pocinho, a elevação das águas fez submergir vários desses painéis, sem que a questão tenha tido o impacto que, no princípio dos anos 90, a construção de uma nova barragem, esta no vale do Côa, viria a ter. É que, enquanto a EDP prosseguia com os trabalhos preparatórios para a construção da albufeira, novas pesquisas arqueológicas revelavam um valiosíssimo conjunto de gravuras até aí desconhecidas.
Iniciou-se então uma campanha contra a construção da barragem, com o slogan “as gravuras não sabem nadar” a invadir jornais e televisões. Nesta campanha destacou-se, do ponto de vista científico, o arqueólogo João Zilhão.
A EDP, que insistia na barragem, encomendou «peritagens» que contrariassem a autenticidade da arte rupestre do Côa e o IPPAR, fortemente pressionado devido à indiferença com que estava a olhar a polémica, acabaria por aceitar a realização de estudos internacionais de reconhecido mérito científico. Esses estudos, apesar de algumas divergências sem grande significado, acabariam por reconhecer a autenticidade das gravuras e, pouco tempo depois, foi criado o Parque Arqueológico do Vale do Côa (1996). As pesquisas efectuadas a partir de então, dirigidas principalmente pelo arqueólogo Mário Varela Gomes e pelo pré-historiador de arte António Martinho Baptista, identificaram e estudaram, no Baixo Côa, 30 sítios com arte rupestre do Paleolítico Superior e da Segunda Idade do Ferro, datando as gravuras mais antigas de há 25 000 anos. Estas gravuras representam, fundamentalmente, animais, sobretudo cavalos e bovídeos (auroques), embora existam também algumas representações humanas. Em 1998, a arte do Côa foi classificada pela UNESCO como Património da Humanidade.
Os sítios arqueológicos do Baixo Côa passaram a ser observados com regularidade por numerosos visitantes, devidamente conduzidos por guias ou por arqueólogos. Faltava, porém, um museu que enquadrasse todo o conjunto.

2 – O Museu do Vale do Côa
Inaugurado em 30 de Julho de 2010, o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa merece uma visita pelo seu edifício, pelo enquadramento paisagístico e pelo conteúdo. O Museu foi construído com o objectivo de contextualizar os achados arqueológicos do Baixo Côa e desenvolve-se ao longo de quatro pisos que incluem auditório, serviço educativo, área administrativa, restaurante, loja e salas expositivas.
O Museu do Côa é da autoria de dois jovens arquitectos da escola do Porto, que venceram com mérito o respectivo concurso: Tiago Pimentel e Camilo Rebelo. Eles idealizaram um gigantesco monólito de xisto com janelas em frestas, semi-enterrado, com oito metros de altura na vertente virada para o vale do Douro. Perfeitamente inserido na paisagem, situado numa elevação sobranceira à confluência do Côa e do Douro, o edifício do Museu lembra simultaneamente uma gruta rupestre e uma nave pousada sobre a paisagem ondulada da Beira Transmontana. Quando o visitante se encaminha para a recepção, parece que está a entrar por uma fenda aberta numa caverna de betão. Nas salas de exposição, de paredes negras, ressaltam monitores com todo o tipo de imagens, filmes e informações, bem como desenhos de auroques gigantes, cavalos e cervídeos. Como o verdadeiro objecto de estudo do Museu se encontra in loco, no exterior, não faltam réplicas das gravuras e todo o tipo de materiais encontrados nas escavações.
Exteriormente, sobretudo a partir da cobertura de betão enrugado, a lembrar xisto, temos uma vista deslumbrante sobre os vales do Côa e do Douro.
Consegui motivar os leitores a visitar o novo Museu do Côa? Espero que sim. É que nós, transcudanos da raia sabugalense, sentimo-nos muito próximos desses longínquos artistas do Vale do Côa.
A galeria de fotografias (uma pequena selecção das muitas dezenas que fiz), talvez ajude os mais cépticos a decidir-se por uma visita (que, já agora, poderá ser precedida por um dos percursos guiados às próprias gravuras).

Informações práticas
Para visitar o Museu do Côa deve aceder-se à cidade de Vila Nova de Foz Côa e, a partir daí, seguir a indicação «Museu». A estrada é boa. Ao contrário do Museu, que não exige marcação prévia, as visitas aos sítios arqueológicos onde se encontram as gravuras exigem marcação com antecedência. Os leitores interessados poderão obter informações detalhadas… Aqui.
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Alguns sites recomendados
Da Finitude do Tempo. Aqui.
As Gravuras Paleolíticas do Vale do Côa. Aqui.
Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa. Aqui.
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«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

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