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António Fernandes («Tó Chuco» para os amigos) é natural da freguesia da Nave, concelho do Sabugal. Reside na Aldeia de Santo António num chalet decorado com um relvado banhado pelo Rio Côa e onde se nota já a futura pista para o giroscópio que deverá chegar em Setembro. Mas quem é António Fernandes? Se dissermos que foi o inventor da Discoteca Teclado fica mais do que apresentado. Mas há novos investimentos no horizonte solar do perturbante visionário «engenheiro-pássaro» que tem o dom de antecipar o futuro…

À fala com... António Fernandes«Gosto de desafios, sou e sempre fui um homem de arriscar. Desde sempre sonhei que poderia voar. Fechava os olhos e imaginava-me a voar. É um sonho.» Assim o apresentava recentemente o nosso ilustre opinador José Robalo na sua excelente crónica sobre António Fernandes.
Fomos visitar o investimento de António Fernandes no projectado parque industrial do Sabugal junto à estreita e curvolenta estrada que liga o Sabugal à Guarda. O edifício com traço arquitectónico vanguardista faz lembrar quando o avistamos ao longe uma nave espacial preparada para levantar voo.
O empresário chegou ao volante de uma máquina cor de prata, último modelo, da marca da estrela de Estugarda.
«Tenho 57 anos já com IVA incluído e sou curioso como os gatos», diz-nos naquele seu jeito brincalhão enquanto nos cumprimenta e acende uma cigarrilha «para fazer ver porque já deixei de fumar e para dar um ar mais sério à reportagem».
«Vivi cerca de 40 anos em França para onde emigrei em 1968 com apenas 17 anos. Durante muito tempo vendi material para hotelaria e actualmente sou proprietário de uma empresa francesa de fabrico de inox», acrescenta à sua apresentação.
Pelo meio era inevitável a referência à sua discoteca. «Inaugurei o Teclado em 28 de Agosto de 1977. Houve noites nos meses de Agosto que no final da sessão vinha pela estrada abaixo com um brouette (carrinho de mão das obras) carregadinho de dinheiro tapado por cima com um plástico», recorda-nos com um brilhozinho nos olhos.
É (foi) uma discoteca emblemática. Se não tivesse existido o «Teclado» a juventude de muitos de nós (a minha incluída) não teria sido nem melhor nem pior… Apenas diferente.
A conversa decorria agora dentro do edifício num enorme e amplo hangar. Na área virada ao Sol do final da tarde estão em fase de acabamento os escritórios e as salas de reuniões e de formação profissional servidos por uma escadaria com início no hall da entrada principal.
– Como surgiu a ideia de investir numa fábrica de painéis solares?
– Somos dois sócios: eu e o engenheiro José Luís Manso, meu vizinho e dono da ENAT, uma empresa que se dedica à venda e instalação de energias alternativas. Falamos vezes sem conta sobre projectos num grupo que se reúne para almoçar às sextas-feiras. A tecnologia avança a passo de cavalo e quando o petróleo começou a subir surgiu a ideia de apostar na construção de painéis solares. Esta fábrica é um investimento de cerca de meio milhão de euros sem recurso a créditos porque não gosto de estar dependente dos bancos. No arranque contamos criar 12 postos de trabalho com a possibilidade de chegar até 40 colaboradores. Tivemos o apoio da Câmara Municipal do Sabugal e em especial da doutora Glória a quem aproveito para agradecer toda a colaboração. Esperamos iniciar a produção depois do Verão, talvez em Outubro próximo.
À fala com... António FernandesAntónio Fernandes foi desde sempre um inventor autodidacta. «Ainda tenho na recordação a carrinha da biblioteca itinerante da Gulbenkian guiada pelo senhor Silva. Devorava todos os livros de engenharia que ele trazia. Se tivesse estudado tinha sido piloto da Força Aérea. Há uns tempos tive que arrumar uma casa que tenho na Nave e fui lá encontrar livros de aeronáutica e de construção de painéis solares com mais de 20 anos. Nesse tempo ainda pouca gente sabia o que isso significava.»
Colocámos de seguida, em jeito de brincadeira, uma questão que provocou largos sorrisos em António Fernandes.
– Sabemos que adquiriu uma espécie de helicóptero para uso pessoal. É para fugir ao trânsito do Sabugal?
– Em muitos momentos da minha vida acho que voo em lugar de andar. Sempre desejei e sonhei voar. Quando era miúdo roubei o motor de rega lá de casa para tentar inventar um aparelho que voasse. Não o consegui concretizar… mas concretizou-se uma valente malha que a minha mãe me deu. (mais alguns sorrisos.) Mais tarde construi um helicóptero com o motor de um Renault Alpine. Ainda está na Nave mas nunca chegou a levantar. O projecto do parque industrial prevê a possibilidade de construir aqui perto um aeródromo com 120 metros. Na minha propriedade já estou a preparar uma pista relvada. Curta, porque o aparelho que comprei, um girocóptero, necessita de apenas 30 metros para levantar e de 10 para aterrar. Estamos a equacionar a oportunidade de construir hangares para arrendar a privados que queiram estacionar ou mesmo construir o seu próprio aparelho com recurso a um kit de montagem.
O autogiro ou girocóptero é uma aeronave sustentada em voo por asas rotativas. Mas, ao contrário dos helicópteros a propulsão é fornecida por um motopropulsor convencional. O primeiro autogiro foi desenvolvido e construído pelo engenheiro espanhol Juan de La Cierva em 1923 mas o projecto parou com a Guerra Civil no país vizinho.
Mas Portugal é para o empresário um país de dificuldades desmotivadoras por comparação com outros estados europeus. «Em Portugal, para dirigir um girocóptero é preciso uma licença de piloto. Na Europa apenas é necessário um brevet com 15 horas de instrução. Eu tirei o VFL (voo à vista) em França», diz-nos contrariado com as dificuldades legais portuguesas.
António Fernandes, o «engenheiro-pássaro», é um empresário visionário que está a investir e a criar postos de trabalho no concelho do Sabugal. Merece ser escutado com atenção mesmo quando as suas ideias e projectos parecem chegar com alguns anos de antecipação.
jcl

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Qualquer dia voltamos às urnas para escolher uma nova equipa que irá governar o Concelho por mais quatro anos, pelo menos. Ainda falta muito tempo, mas tempus fugit como diziam os latinos, pelo que é natural que as máquinas partidárias comecem a escolher os candidatos.

António EmidioTodos sabemos do descrédito que a classe política tem perante os cidadãos. Os que vivem da política têm privilégios, como bons ordenados, escandalosas vantagens nas reformas, e, depois de deixarem de governar, bons lugares na economia privada.
Não nos poderá surpreender que a vontade de ter um cargo político esteja ligada ao desejo de daí se retirar proveito material. Os infelizes que sofrem desta doença não só querem mandar, mas também ganhar dinheiro o mais rápido e comodamente possível. A estes já Proudhom chamava «a casta de improdutivos». Mas nem sempre foi assim, a política em tempos não muito distantes era feita por quem não vivia do erário público, mas sim da sua profissão. Faziam-no por vocação, não por outra coisa qualquer. Aqui está a diferença entre uma época que tinha ideais, e uma época cínica em que tudo é permitido, que é a que vivemos agora.
Vamos pois até ao nosso Concelho. Os que aqui conheci e conheço no exercício da governação (Câmara, Juntas de Freguesia e Assembleias), salvo algumas excepções, foram e são homens e mulheres honrados, que trabalham, que servem e não se servem, que têm dimensão ética. Não estou a incensar ninguém nem a faltar à verdade, basta ver o que era o nosso Concelho em 1974, e vê-lo agora.
Não há gente! Não há investimentos! Isso não é culpa deles, é culpa do sistema político que nos rege, que a toda a hora nos diz que o que é urbano é que é bom, e que o rural não presta. Para não falar já do que foi retirado do interior para ser levado para outros lados onde não fazia falta.
Um dos maiores danos que o capitalismo causou à Democracia foi desvirtuar as eleições. Estas passaram a ser uma luta entre os grandes interesses das macro empresas e dos bancos. No nosso Concelho já se passará alguma coisa parecida? Pessoalmente acredito que esse veneno já se está a querer infiltrar, já há Lobbys económicos, já há Think Tanks (tanques de pensamento, grupos de pressão) que talvez queiram influenciar a escolha dos candidatos. O leitor sabe que essas influências e essa sobreposição do poder económico ao político têm infelizmente outros objectivos que não a democracia. Nenhuma empresa nem nenhum empresário investem num partido político ou num homem pelo amor que têm à Democracia.
No nosso Concelho quase todos nos conhecemos uns aos outros. Portanto, estimado leitor e eleitor, quando os candidatos forem do conhecimento público, analise-os, veja o seu comportamento ético e moral, cívico, a sua sensibilidade social, o seu humanismo, a sua capacidade de trabalho e a sua cultura.
Pessoalmente já me conformava com um Concelho menos moderno e mais virado para os valores em que nós os mais velhos fomos criados (digo valores, não pobreza), para os seus campos, para as suas florestas, para os seus rios e ribeiros, para as suas micro e pequenas empresas e para o seu pequeno comércio. Aqui está a riqueza do Concelho. Deixe-me dizer-lhe uma coisa leitor, assim como o homem muda sem deixar de ser ele mesmo, a história caminha para diante sem deixar atrás o passado. Quem nos diz que um dia não voltemos a ver todas estas terras semeadas e todas estas árvores a darem fruto?
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

António Emídio é um pensador livre e escritor de intervenção, que analisa de forma descomprometida a evolução da sociedade actual. Desde há algum tempo que este sabugalense, nascido e radicado na sede do concelho, mantém uma colaboração eventual com o Capeia Arraiana. Aceitou porém agora o nosso desafio e passará a colaborar mais assiduamente, mantendo a coluna de opinião «Passeio pelo Côa».
plb

O Sporting venceu este domingo por 2-0, após prolongamento, o F.C. Porto na final da Taça de Portugal disputada no Estádio Nacional. Os leões arrecadam o 15.º troféu e pelo segundo ano consecutivo graças a dois golos do brasileiro Rodrigo Tiuí que substitui Abel no início do prolongamento.

Sporting vence Taça de PortugalO Sporting chegou ao relvado do Estádio Nacional disposto a defender o troféu conquistado na época passado.
O momento do jogo aconteceu aos 69 minutos. Lizandro Lopes cai por duas vezes na grande área, o árbitro Olegário Benquerença nada assinala e logo de seguida João Paulo vê o árbitro mostrar-lhe o vermelho directo numa entrada duríssima sobre João Moutinho.
O destaque vai para Rodrigo Tiuí que entrou no início do prolongamento (91 minutos) a substituir Abel e marcou, já na segunda parte do prolongamento (aps 110 m e 117 m) os dois golos sportinguistas da final da Taça de Portugal.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, recebeu os jogadores nos Paços do Concelho e congratulou-se pelo significado da vitória para a cidade e para os lisboetas. O autocarro sportinguista dirigiu-se depois para o Estádio José Alvalade onde os esperavam em ambiente de festa muitos adeptos leoninos.
Os titulares das duas equipas:
F.C.Porto – Nuno, João Paulo, Bruno Alves, Pedro Emanuel (cap.), Fucile, Mariano, Lucho González, Paulo Assunção, Raúl Meireles, Ricardo Quaresma, Lisandro López e Mariano González.
Sporting – Rui Patrício, Abel, Tonel, Polga, Grimi, Miguel Veloso, Izmailov, Romagnoli, João Moutinho (cap.), Derlei e Yannick Djaló.
O encontro foi dirigido pela equipa chefiada pelo árbitro Olegário Benquerença.
Os eleitos de Paulo Bento foram superior ao campeão nacional desde o primeiro minuto do jogo e jogaram em vantagem numérica a partir do minuto 70. Mas foi preciso esperar pela segunda parte do prolongamento quando, com dois golos de Tiuí, o vencedor ficou definido numa altura em que a equipa do Dragão já não tinha forças para mais.
Depois de ter derrotado o Belenenses, na final da temporada passada, e o F.C. Porto, este domingo, Paulo Bento tornou-se o sexto treinador a conquistar o troféu duas vezes consecutivas. Os outros técnicos foram Janos Biri, pelo Benfica, em 1942/43 e 1943/44, Mário Lino, pelo Sporting (1972/73 e 1973/74), José Maria Pedroto, pelo Boavista (1974/75 e 1975/76), John Mortimore, pelo Benfica (1985/86 e 1986/87) e Fernando Santos, ao serviço do F.C. Porto, nas épocas 1999/00 e 2000/01.
Em quatro finais disputadas entre os dois clubes, os dragões conquistaram o troféu por duas vezes, em 1994 e em 2000, e os leões levaram a melhor em 1978 e, agora, em 2008.
jcl

A doação da colecção de arte de António Piné a uma instituição sedeada em Lisboa, em detrimento de Pinhel, terra natal do coleccionador, diz bem do estado em que está o Interior em matéria de sensibilidade cultural.

Arte contemporâneaO pinhelense António Piné, coleccionador de arte contemporânea cujo espólio está avaliado em cinco milhões de euros, doou a sua colecção à Associação Nacional de Farmácias. O legado reúne 140 obras de arte, incluindo quadros de Vieira da Silva, Picasso, Joaquim Rodrigues, Arpad Szènes, Júlio Pomar, Cargaleiro e Batarda, bem como uma escultura de Rui Chafes.
Ao que consta foi com muita mágoa que o coleccionador, farmacêutico de profissão, anunciou a sua decisão. Isto porque esperou 12 anos para que a Câmara Municipal de Pinhel, a quem pretendia doar a colecção, encontrasse um local para sua instalação. Farto de esperar, cansado da falta de sensibilidade da edilidade para a questão, e talvez ciente da verdade do adágio de que ninguém é profeta na sua própria terra, António Piné decidiu oferecer a obra a quem a valorize e dela se orgulhe.
A indiferença do edil de Pinhel para com o espólio artístico de António Piné é o exemplo do laxismo militante que importa combater para que as nossas terras tenham melhor futuro.
Esta história de Pinhel, concelho próximo do Sabugal, revela bem a falta de sensibilidade dos nossos autarcas para com as questões da cultura. Um festival de realejo, uma garraiada, um concurso de tunas, uma festa de comes e bebes, enchem-lhes melhor as medidas. Foi assim que a Bienal de Artes do Sabugal, uma iniciativa única na região, que na década de 1990 se realizou em três edições, teve o seu ocaso. O certame foi substituído pela festa da concertina, que entretanto também se finou.
Será tempo de se olhar para os valores da nossa terra, procurando uma acção concertada e estruturada que garanta a realização de iniciativas culturais de prestígio, revelando sensibilidade para o que de bom se produz nesse domínio.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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