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Foi oficialmente apresentada esta terça-feira, 12 de Julho, a 73.ª Volta a Portugal em Bicicleta. A 7.ª etapa – um contra-relógio entre o Sabugal e a Guarda – resulta de uma parceira entre as duas autarquias e vai custar entre 50 a 60 mil euros. Quem o diz é Vítor Santos, vereador do desporto da Câmara Municipal da Guarda, em declarações à Rádio Altitude.

Foi oficialmente apresentada esta terça-feira, 12 de Julho, a 73.ª Volta a Portugal em Bicicleta. A maior prova velocipédica portuguesa vai disputar-se entre 4 e 15 de Agosto, ao longo de 10 dias de corrida e mais um de descanso. Em Fafe vai ser dado o tiro de partida para um total de 1627 quilómetros até Lisboa onde será feita a consagração dos vencedores. O Sabugal e a Trofa são as estreias na edição de 2011.
A edição de 2011 tem uma chegada e duas etapas no distrito da Guarda. Na quarta etapa, 8 de Agosto, o pelotão faz uma primeira abordagem à Serra da Estrela com a meta instalada em Gouveia depois de percorrer 182 quilómetros desde Lamego.
Para a sétima etapa, no dia 12 de Agosto, está reservado o dificílimo contra-relógio individual entre o Sabugal e a Guarda. Além da extensão de 35,3 quilómetros é preciso contar com o tipo de percurso entre o concelho raiano e a capital do distrito que é apenas a cidade mais alta de Portugal.
No dia seguinte, sábado, sem tempo para recuperar o fòlego, o pelotão ataca a etapa-rainha da 73.ª Volta a Portugal subindo a Serra da Estrela em direcção à Torre. A caravana sairá de Seia e vai percorrer os principais pontos da montanha – Manteigas e Penhas Douradas – com a tradicional escalada às Penhas da Saúde pelo lado da Covilhã com os derradeiros quilómetros a serem feitos pelo lado de Seia.
Os Jogos Santa Casa assumem este ano o estatuto de Patrocinador Principal da Volta a Portugal em Bicicleta. Desde 2003 parceiro destacado da Volta a Portugal em Bicicleta, os Jogos Santa Casa têm marcado a sua forte presença nas estradas do País das mais diferentes maneiras. Primeiro com a atribuição do Prémio da Combatividade em todas as etapas da competição, seguindo-se, a partir de 2008, a Camisola Verde, destinada a premiar o rei da montanha. Para 2011, o símbolo máximo da corrida terá a designação de Camisola Amarela Jogos Santa Casa.

Rádio AltitudeEtapa Sabugal-Guarda custa entre 50 a 60 mil euros
«Os custos da sétima etapa são elevados, mas estão repartidos pelas Câmaras do Sabugal e da Guarda. Cada uma vai desembolsar mais de 25 mil euros», esclareceu em declarações à Rádio Altitude o vereador do desporto da Câmara Municipal da Guarda, Vítor Santos acrescentando que o contrato assinado entre a autarquia guardense e a empresa organizadora da Volta «prevê ainda que a cidade da Guarda receba os ciclistas nos próximos dois anos».

Sons da Rádio Altitude com Vítor Santos, vereador do Desporto da C.M. Guarda.

Tempos de passagem nas Quintas São Bartolomeu, Baraçal e Vila do Touro. Aqui.
jcl (com Rádio Altitude)

Na semana de 23 a 27 de Maio os cabeças de lista dos partidos com assento parlamentar candidatos ao círculo eleitoral da Guarda serão entrevistados em directo, a partir das 11 horas, na Rádio Altitude. Num formato inovador vários cidadãos foram convidados a gravar previamente as perguntas que gostariam de formular aos candidatos no debate público da antena da rádio. Do mesmo modo, aproveitando a dinâmica da Rádio Altitude nas redes sociais, os seguidores no Facebook poderão colocar questões para serem respondidas ao longo da semana pelos entrevistados.

Estúdio - Rui Isidro - Ana Manso e Fernando Cabral - Foto de Rádio Altitude

A Rádio Altitude agendou para a semana de 23 a 27 de Maio entrevistas em directo, a partir das 11 horas da manhã, a cada um dos candidatos dos partidos com assento parlamentar. Num formato inovador vários cidadãos estão a ser convidados a formular perguntas, previamente gravadas. Do mesmo modo, aproveitando a dinâmica da Rádio Altitude nas redes sociais, os seguidores no Facebook poderão colocar questões para serem respondidas, durante as entrevistas, pelos cabeças de lista.
A série de entrevistas terá início na segunda-feira, dia 23, com José Pedro Branquinho (CDU), seguindo-se Manuel Meirinho, do PSD (terça-feira, dia 24), Paulo Campos, do PS (quarta-feira, dia 25), Emília Bento, do CDS-PP (quinta-feira, dia 26), e António José Baptista, do Bloco de Esquerda (na sexta-feira, dia 27).
Para terça-feira, 31 de Maio, a partir das 21.30 horas, está planeado um debate público entre os cabeças de lista dos principais partidos, que terá lugar no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda. António José Baptista (BE), Emília Bento (CDS-PP), José Pedro Branquinho (CDU), Manuel Meirinho (PSD) e Paulo Campos (PS) debaterão entre si as ideias, os programas e as propostas de cada candidatura, respondendo também, no final, a questões colocadas pelo público.
O Café Concerto do TMG estará aberto, sendo a assistência limitada à lotação da sala (aproximadamente 200 pessoas). O debate será gravado, para transmissão na Rádio Altitude durante a «Manhã Informativa» de quinta-feira, dia 2 de Junho.
A cobertura das acções de campanha será feita por diferentes equipas de reportagem da Rádio e integrada nas edições informativas habituais: na Manhã Altitude (entre as 7h00 e as 11h00) e nas edições das 12h30 e das 18h00.
Entre 23 de Maio e 3 de Junho, de segunda-feira a sexta-feira, a edição informativa das 18 horas incluirá um espaço de análise e comentário da campanha, com diferentes painéis de participantes, formados não só por colaboradores da Rádio Altitude em programas da actual temporada – «O Mundo Aqui» (segunda-feira), e «Quarto Poder» e «Semana Cruzada» (sexta-feira) – que durante estas duas semanas não terão, por isso, as habituais edições.
Esta operação informativa culminará com a emissão especial a iniciar às 19 horas de domingo, 5 de Junho, para acompanhamento da noite eleitoral.
A Rádio Altitude mantém, assim, a aposta na entrevista, no debate, na reportagem, no cruzamento de ideias e na ampla participação dos públicos – tal como faz ao longo das várias temporadas de programação, numa estação primordialmente informativa.
Além de ser a mais antiga rádio local portuguesa (em emissão desde 1948), é a rádio do distrito mais ouvida na Guarda, na região (Viseu, Guarda e Castelo Branco) e no Interior Norte, de acordo com os dados do Bareme Rádio 2010 da Marktest, o estudo-padrão sobre as audiências de rádio em Portugal.

1 – O Capeia Arraiana aceitou o desafio e deixou a seguinte questão aos cabeças de lista: «Se concordam e defendem a redução de deputados de 230 para o mágico número de 181 aproveitando para dar um sinal de que estão dispostos a «colaborar» nos sacrifícios que estão a pedir aos portugueses?»
2 – A imagem do arquivo da Rádio Altitude que ilustra esta notícia pertence ao programa «Quarto Poder» moderado por Rui Isidro e que coloca frente-a-frente os ex-deputados Ana Manso (PSD) e Fernando Cabral (PS).

jcl (com Rádio Altitude)

A Rádio Altitude completa hoje, 29 de Julho, 62 anos de emissões. Ou talvez mais. Ou talvez menos. É como a própria cidade: de origem ambígua; romanticamente confusa.

Dizia-se que D. Sancho teria concedido as cartas de foro a 26 de Novembro de 1199. Mas os pergaminhos, sendo anteriores – em quatro séculos – ao calendário de Gregório VIII, não se faziam valer pela contagem dos dias que desde aquele papado rege os povos cristãos. E eis que, revistos os cálculos, acontece a efeméride a 27 (e não a 26). Assim se mudou duas vezes, num curto espaço de tempo, a data do feriado municipal: de 3 de Maio, solenidade da Santa Cruz, para a data putativa do foral; e desta para a corrigida, no dia seguinte. O nascimento da Rádio Altitude também regista imprecisões. Durante décadas assumiu-se que ocorrera, oficialmente, a 29 de Julho de 1949. Assim o determinava a tradição e o testemunhava a placa alusiva que acompanha um velho disco de vinil de 78 rotações, editado pela londrina “The Parlophone” e exposto, agora, no «Átrio da Memória» da Casa da Rádio – a casa de sempre. O tango de Francisco Canaro é um adeus sentido às planícies de terra amarela da Argentina. A melodia sentida faz lembrar o nosso fado, o que tem alguma lógica: é provável que ambos os géneros encontrem raízes na tradição celta, supondo-se que os escravos africanos as tenham transportado para lá do Atlântico, de onde o tango retornou na primeira metade do século XX como novidade dançável e sensual. «Adiós, Pampa Mia» é de 1945 e também trina o começo de uma aventura que percorrerá o sonho e a esperança. É, apesar de tudo, menos fatalista do que o fado cantado. Talvez esse tenha sido o motivo, na mente dos pioneiros: a opção pela confiança no lugar do desalento; da ousadia em vez do desengano. Foi este poema de “Pirincho” Canaro, com arranjo de Mariano Mores, que rodou pela primeira vez, oficialmente, na Rádio da Guarda. A 29 de Julho de 1949. Assim está gravado no bronze. Porém, estudos respeitáveis de Hélder Sequeira, anterior director, mestre em História e Museologia (com tese dedicada, precisamente, à história da Rádio Altitude, que constitui o único documento credível do género) e agora empenhado Provedor do Ouvinte (uma figura inédita na rádio em Portugal, instituída sem obrigação legal, no pressuposto assumido de que cometemos muitos erros mas tentamos não cair no pior de todos, que é nunca reconhecê-los nem corrigi-los), concluíram que as emissões regulares desta Rádio começaram um ano antes, e que mesmo em 1946 já a Rádio existia e transmitia, datando de 21 de Outubro de 1947 o primeiro regulamento interno, assinado pelo então director do Sanatório, Ladislau Patrício. A Rádio Altitude é, pois, uma sexagenária e muito respeitável Senhora, com espírito jovem e arejado – tentando sempre surpreender com novas causas, novas abordagens e novos intervenientes. A mais exaltante característica do recente mas intenso percurso da actual Equipa tem sido, precisamente, a constante reinvenção. E os sinais de aceitação, retorno e credibilidade – que surgem continuamente e consolidam a Rádio Altitude como órgão de comunicação social de referência e um dos poucos oásis no deserto da informação que se produz no interior do país – robustecem a nossa responsabilidade e desafiam incessantemente a nossa imaginação. Tenho o privilégio de dirigir, desde Janeiro de 2004, um notável grupo de trabalho: António Jorge Ribeiro, criativo desenhador sonoro e multifacetado coordenador de emissão; Francisco Carvalho, veterano jornalista que imprime à informação uma marca de experiência e credibilidade; Carla Pinheiro, jornalista frenética e interessada; Carlos Gomes, jornalista metódico e documentado; Teresa Gonçalves, repórter e animadora empenhada e sensível; Sandra Pinto, animadora ocasional que traz um toque de frescura e sofisticação; Joaquim Martins, repórter de garra e de guerra que se fez na nova Rádio; Luís Alberto, a iniciar o caminho; João Neves, o homem da rádio num eterno reencontro com ela; Goreti Susano, fiel depositária de balanços e aflições. Este é meu primordial grupo de amigos, que se destaca pelo profissionalismo e pela vontade de alcançar os objectivos que em conjunto nos propomos. Uma pequena mas enorme Equipa, que desenvolve um extraordinário trabalho. Porque, sendo numericamente escassa, tem uma capacidade de desempenho que ultrapassa, em comparação proporcional, outros projectos com muito maior dimensão e amplitude de recursos. Acrescente-se o inestimável contributo de mais de cinquenta cronistas, comentadores e autores ou colaboradores de programas temáticos, que se foram juntando a este projecto nos últimos cinco anos. Alguns também com um lugar merecido na história da rádio em Portugal, como o «Escape Livre», em emissão desde 1973. Poder contar com a participação de tantos cidadãos – de diferentes sensibilidades profissionais, etárias, sociais, cívicas e políticas – é uma distinção para a rádio; cruzar quotidianamente tão plurais pontos de vista acerca das nossas coisas e das nossas causas é um legado para a cidade e para a região. Esta é também, fundamentalmente, a aposta de uma pessoa: José Luís Carrilho de Almeida, sócio de referência e gerente da empresa proprietária da Rádio. Que nos concede, a montante, a confiança exigente e a solidariedade atenta de empresário que assume um compromisso social e afectivo para com a cidade de onde é originário, numa área de actividade que, se fosse vista como mero negócio, não teria, na maior parte dos anos, viabilidade. Não espera proveitos – nem pode… – no sentido pecuniário do termo (antes soma perdas). O que não quer dizer que não exija uma exploração tendente ao equilíbrio. Ou que seja indiferente aos indicadores de gestão que sabe dependerem, prioritariamente, do nosso trabalho: qualidade, profissionalismo, seriedade, credibilidade, influência. É a contrapartida que nos exige, pela confiança que em nós deposita. Confiança assente em premissas simples: autonomia, independência e responsabilidade. Também é verdade que vivemos aqui um desusado ambiente de auto-estima – umas vezes a raiar a hipérbole e outras (tantas, tantas…) a provocar inveja e, por isso, a fazer-nos aturar, não raras vezes, afrontas e desrespeitos. Mas não importa: soubemos erguer uma herança desacreditada e essa é a resposta que temos, e teremos sempre, para dar. Só não desejamos fazer ainda uma rádio perfeita – apenas cumprimos uma aventura na qual sabemos que a etapa actual tem que ser melhor do que a anterior e obrigatoriamente pior do que a seguinte. Tem sido assim, temporada após temporada. Porque também não queremos conformar-nos com a rádio realizável. Nem com a cidade possível. Insisto: não queremos conformar-nos. E não nos conformaremos. Esta é a melhor garantia que posso dar, neste dia de Aniversário. E que antecipa novas e exaltantes aventuras a que queremos lançar-nos. Afinal de contas, a vida não é a feijões. Pelo menos para alguns dos que escolheram cá viver e trabalhar. Entre os quais está esta pequena mas enorme Equipa da Rádio Altitude – a mais antiga estação de radiodifusão local em Portugal, um património que deve ser motivo de orgulho para toda a Região, e não apenas para a Guarda. Hoje faço questão de recordar aqui os princípios que o actual grupo de trabalho abraça. Um grupo que integra algumas das (raras?) pessoas que não querem desistir do Interior. Nos bons e nos maus momentos, como é próprio dos afectos verdadeiros e vividos com intensidade. Um grupo que me honro de dirigir há quase sete anos: uma longevidade inédita de engrandecimento e afirmação, numa história que também já foi feita de convulsões e de sobressaltos. É por isso que, no final de cada jornada, quando vamos à nossa vida restante e ao reencontro dos nossos (outros?) afectos, deixamos sempre o lugar onde trabalhamos com um sussurro: «Fica bonita, Rádio!». Porque a Rádio Altitude é uma paixão. Obrigado a todos, por tudo. E Parabéns!
Rui Isidro
(Director da Rádio Altitude)

O Capeia Arraiana associa-se à data desejando muitos parabéns e felicidades a todos os trabalhadores e colaboradores da Altitude FM – Uma Rádio com História. Parabéns!
jcl e plb

O secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, esteve na cidade da Guarda para inaugurar a nova sede concelhia dos sociais-democratas. Para a história ficou uma «certeza» surpreendente do dirigente nacional sobre o concelho: «houve más escolhas locais». A visita ocorreu apenas uma semana depois das eleições onde Manuel Rodrigues venceu e sucedeu a João Prata na liderança dos sociais-democratas guardenses. As concelhias do PS na Guarda e no Sabugal foram, também, a votos recentemente continuando em banho-maria o PSD sabugalense presidido por Manuel Corte.

Miguel Relvas - PSDO secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, deslocou-se à cidade mais alta para inaugurar a sede concelhia laranja na Guarda.
O dirigente nacional decidiu não poupar nas críticas e disparou em direcção à actual governação de José Sócrates afirmando que Portugal precisa «de um primeiro-ministro que seja menos líder do PS e mais primeiro-ministro de Portugal». Por outro lado considerou que «todo o investimento público tem que ser reavaliado e só se justificar se gerar valor acrescentado».
A surpresa-mor estava reservada para os reparos públicos que fez para dentro do seu partido em declarações aos jornalistas no final da cerimónia.
No seu exame político Miguel Relvas considerou que «o partido nunca conquistou a presidência da Câmara Municipal da Guarda por culpa própria» e que «se o PSD até hoje não conseguiu eleger um presidente do município a culpa não é da população» (nem do Partido Socialista acrescentamos nós) mas do PSD «porque ainda não apresentámos um autarca suficientemente arrebatador e com um projecto suficientemente forte para convencer aqueles que aqui vivem».
Podemos, assim, interpretar que o esforço das últimas décadas de simpatizantes e militantes anónimos e as escolhas dos dirigentes laranjas na Guarda recaíram em candidatos fracos. Estas palavras trazem-nos à memória os processos eleitorais em Santarém que não têm sido propriamente um viveiro de bons exemplos para os sociais-democratas. Espalhanço histórico de Miguel Relvas na Guarda que demonstrou não estar habituado ou preparado para este tipo de intervenções. Lapidar.
Sempre que me é possível sou um ouvinte atento do programa «Meias palavras», da «Altitude On-line», transmitido nas manhãs de sexta-feira e onde marcam presença duas personalidades marcantes da vida política da Guarda: Ana Manso e Fernando Cabral. Num registo que faz lembrar a «Quadratura do Círculo» os dois adversários políticos analisam a semana política local, regional e nacional com educação e postura. «Quando já não estamos na vida política activa perdemos no radicalismo e ganhamos na moderação mantendo, contudo, as nossas convicções», dizia-nos, recentemente, o socialista Fernando Cabral.
A social-democrata Ana Manso, na antena da rádio, questionada e bem por Rui Isidro sobre a «gaffe» de Miguel Relvas «que culpa o PSD por escolher candidatos fracos» respondeu com muita educação e elevação: «Estive presente na inauguração da sede do meu partido. Não recebi nenhum convite mas entendi estar presente e ouvi atentamente todas as intervenções.» Manteve o sangue-frio e acrescentou com ironia: «Mas, ó Rui, para ouvir essa pergunta mais valia ter ido a Fátima ver o Papa.»
Espicaçada por Fernando Cabral que diz ter visionado as fotografias dos jornais regionais e não se ter apercebido da presença do recém-eleito Manuel Rodrigues lá foi dizendo que viu o novo presidente da concelhia – muito discreto – na cerimónia que, curiosamente, decorreu uma semana depois das eleições e que «parecia talhada para outro vencedor», acrescentou Ana Manso.
Recorde-se que Manuel Rodrigues, antigo líder da bancada social-democrata na Assembleia Municipal, contabilizou 160 votos contra 152 do actual deputado João Prata que há dois anos liderava a concelhia.
Os socialistas da Guarda foram, também, a votos no dia 30 de Abril e Nuno Almeida é o novo presidente da Comissão Política Concelhia do PS da Guarda durante os próximos dois anos. Sucede a Virgílio Bento, actual vice-presidente da Câmara Municipal que não se recandidatou para um terceiro mandato. A lista única de Nuno Almeida integra, entre outros, nomes como Joaquim Valente, Esmeraldo Carvalhinho, Virgílio Bento, António Saraiva, Armando Reis, Gonçalo Amaral, Vítor Santos e José Martins Igreja. Nuno Almeida defendeu que Joaquim Valente «é o candidato natural do PS nas próximas eleições autárquicas».
Também no dia 30 de Abril houve eleições na concelhia socialista do Sabugal com uma lista única encabeçada por Nuno Teixeira e que incluía Sandra Fortuna, Jorge Figueiredo, Manuel Nabais, Cecília Barros e Eduardo Coelho. Manuel Barros, anterior presidente da concelhia sabugalense, entendeu não se recandidatar. O presidente eleito para os próximos dois anos declarou que «vai apostar no chamamento de mais pessoal jovem para a política» e «na construção da sede rosa cujo projecto está em fase de aprovação na Câmara Municipal».
O PSD do Sabugal continua num impasse mantendo na liderança o anterior vice-presidente do município Manuel Corte. Fonte fidedigna esclareceu-nos que a concelhia já não reúne desde o tempo em que foram apresentados os candidatos autárquicos e que ainda não está definida nenhuma data para eleições no Sabugal.
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Sinal MaisPrograma «Meias Palavras» da Rádio Altitude.

 

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Sinal MenosMiguel Relvas, secretário-geral do PSD.

 

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«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

Reportagem de «O Interior TV» no 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano no Sabugal. A peça assinada pelo jornalista Ricardo Cordeiro teve edição de imagem de Rafael Mangana e Lisete Cruz.

1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano - O Interior Tv
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Emissão on-line de «O Interior Tv». Aqui.
jcl

1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano - Sabugal

O primeiro Capítulo de Entronização da Confraria do Bucho Raiano acontecerá no Sabugal, no dia 17 de Abril (sábado). Nessa data os confrades farão o juramento de honra e receberão as insígnias, numa iniciativa em que se espera juntar no Sabugal confrarias de todo o país, representando os mais variados sabores da nossa gastronomia tradicional.

1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano - SabugalPara além da sessão solene do Capítulo, haverá prova de enchidos, homenagem a personalidades, desfile de confrarias e o indispensável almoço do Bucho.
Segundo o programa já delineado, o ponto de encontro é no jardim do Museu Municipal do Sabugal a partir das 9 horas da manhã, local onde os representantes das confrarias gastronómicas, os confrades do Bucho e demais convidados e aderentes farão a sua apresentação e acreditação perante a organização do evento.
A sessão solene de Entronização começará às 11 horas, com a actuação da Banda Filarmónica da Bendada. Com os confrades e convidados já reunidos no Auditório Municipal, o presidente da Câmara do Sabugal, António Robalo, proferirá uma mensagem de boas-vindas. Depois acontecerá a bênção das insígnias por parte do Bispo da Diocese da Guarda, D. Manuel Felício.
Seguir-se-á a lição de sapiência proferida pelo escritor Célio Rolinho Pires, que explicará em que consiste o bucho raiano e qual a sua importância na cultura popular.
Pelas 12 horas inicia-se a cerimónia de entronização, com a Confraria do Bucho a ser entronizada pelas duas confrarias madrinhas (a do Queijo Serra da Estrela e a da Chanfana), na pessoa do Grão-Mestre Capitular, Joaquim Leal. Caberá depois ao Grão-Mestre, já ajuramentado, entronizar todos os elementos da confraria, através do respectivo juramento e da aposição das insígnias.
Após a entronização serão conferidas distinções de honra a personalidades que têm contribuído para a divulgação do Bucho e para a valorização da confraria e do concelho do Sabugal.
Finda a cerimónia, os confrades do bucho e os representantes das demais confrarias presentes, farão um desfile pelas principais ruas do Sabugal seguindo do auditório para o Restaurante D. Dinis no Raihotel, onde será servido o almoço do Bucho pelas 14 horas. A Banda da Bendada abrirá o cortejo.
A iniciativa é organizada pela Confraria do Bucho Raiano, com a colaboração da Câmara Municipal do Sabugal. Apoiam o evento a Empresa Municipal Sabugal+, a Junta de Freguesia do Sabugal, o Raihotel e a Sociedade Filarmónica Bendadense. Os media partners serão o Capeia Arraiana, a Rádio Altitude e a Localvisão TV da Guarda.
Os confrades já possuidores do traje regulamentar devem inscrever-se quanto antes, podendo também registar a participação de acompanhantes, se assim o desejarem.

A recepção e a cerimónia de entronização no Auditório Municipal têm entrada livre.

GPS: «Auditório Municipal Sabugal»
Latitude = 40°21’8.94″ N, Longitude = 7° 5’34.85″ W

Confraria do Bucho Raiano

Rádio Altitude - Uma Rádio com História - Guarda

O MUNDO AQUI – Um acontecimento, uma notícia ou um estado de alma. Conversas de Rui Isidro com pessoas no seu próprio mundo. Na Rádio Altitude esta segunda-feira às 11 horas com o Bispo da Guarda, D. Manuel Felício.

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Para ouvir o programa «O Mundo Aqui» da Rádio Altitude. Aqui.


Emissão on-line da altitude.fm. Aqui.
jcl

Rádio Altitude - Uma Rádio com História - Guarda

A Rádio Altitude iniciou emissões regulares em 29 de Julho de 1948 na cidade da Guarda e é a rádio local mais antiga de Portugal.

O nascimento da Rádio Altitude remonta, no entanto, ao ano de 1946, quando José Maria Pedrosa, internado no Sanatório Sousa Martins (que funcionou na Guarda entre 1907 e 1975), instalou o primeiro emissor interno. E em 21 de Outubro de 1947 o director do Sanatório, o médico Ladislau Patrício, aprovou o regulamento da Rádio Altitude, que mencionava no Artigo 1: «A estação emissora da Caixa Recreativa denomina-se Rádio Altitude e destina-se a proporcionar aos doentes do Sanatório certas distracções compatíveis com a disciplina do tratamento».
in História da Rádio Altitude

O Capeia Arraiana inicia esta segunda-feira um destaque semanal da grelha de programas da Rádio Altitude que transmite em 90.9 fm e está disponível na Internet com a emissão on-line. As histórias de uma Rádio com história agora todas as semanas no Capeia Arraiana.


MEIAS PALAVRAS

O programa «Meias Palavras» da Rádio Altitude conta as estórias políticas da semana. Frente a frente Ana Manso e Fernando Cabral moderados por Rui Isidro. Todas as sextas-feiras de manhã com reposição no domingo à tarde na antena da rádio.

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Para ouvir o programa «Meias Palavras» da Rádio Altitude. Aqui.


Emissão on-line da altitude.fm. Aqui.
jcl

Novos programas e novos protagonistas assinalam a V Temporada da programação da Rádio Altitude, que arrancará na próxima Segunda-feira, dia 1 de Fevereiro. A estação local mais antiga de Portugal inicia assim uma nova época, um pouco mais tarde do que o habitual devido à realização, durante os meses de Setembro e Outubro, da operação informativa eleitoral.

Rádio AltitudeA definição da nova programação também procurou levar em conta muitas das sugestões deixadas por ouvintes no fórum que abrimos na página da Rádio na Internet.
Uma das apostas da nova temporada é o espaço de opinião «O Mundo Aqui», no qual intervirão D. Manuel Felício (Bispo da Guarda), Marília Raimundo (presidente da Fundação Augusto Gil), António Manuel Gomes (médico psiquiatra), Álvaro Guerreiro (advogado) e António José Dias de Almeida (professor aposentado). O programa é às Segundas-feiras às 11h00 e a participação será rotativa, tendo início no dia 1 de Fevereiro com Álvaro Guerreiro.
Na Segunda-feira, depois da edição das 18h00, prossegue o debate «Jogo na Mesa», entre adeptos do futebol nacional. Na nova temporada o painel é, de novo, renovado: Rui Baía e Armando Almeida mantêm-se à defesa, respectivamente, do Benfica e do Futebol Clube do Porto. Luís Costa entra agora em campo com as cores do Sporting.
À Terça-feira prossegue «Moeda Única», jornal temático sobre economia, semanal, a seguir à edição das 10h30. Às 11h00 mantém-se o «Fórum Altitude», com a participação aberta aos ouvintes na discussão de um tema novo em cada semana.
Quarta-feira será dia de «Centro Urbano», um espaço semanal a seguir à edição das 10h30 que retratará vivências na zona antiga da Guarda. Este programa é realizado em parceria com a Agência para a Promoção da Guarda.
À tarde, às 17h30, prossegue o «Rádio TMG» , com a agenda de espectáculos e outros eventos do Teatro Municipal da Guarda, numa produção própria daquela estrutura cultural.
À Quinta-feira há «Jornal de Desporto», sobre todas as modalidades, e «Escape Livre», o programa sobre automobilismo da rádio em Portugal, que é uma das imagens de marca da estação. E prossegue a «Revista de Imprensa», na qual uma personalidade diferente em cada semana é convidada a fazer a leitura pessoal do que se escreveu nos jornais.
Em matéria de análise política há a estreia de «Meias Palavras», com os comentadores residentes Ana Manso e Fernando Cabral, às 11h00 de Sexta-feira.
O debate «Vice-Versa» fecha a semana, à Sexta-feira, depois da edição das 10h30, com painéis alternados de participantes a partir de um grupo alargado que nesta temporada contará com Abílio Curto, Álvaro Estêvão, Carlos Gonçalves, João Amaro, João Correia, João Paulo Antunes, João Rota, Joaquim Canotilho, Joaquim Carreira, José Pires Veiga, Luís Costa, Manuel Rodrigues, Nuno Almeida, Pedro Pires, Pinto de Almeida, Ricardo Neves de Sousa, Rui Correia, Sofia Monteiro e Tânia Cameira, entre outros.
O fim-de-semana abre com o novo programa «Casa da Rádio». Será uma tertúlia, ao Sábado de manhã (a partir das 10h00), animada por toda a equipa da Rádio. Um (ou mais) elementos tratará de abrir as portas da casa a diferentes convidados, deixando que as histórias se cruzem: diálogos, impressões, controvérsias, memórias e acasos. Às 11h30 surge a nova temporada de «Gente com Valor», que procura retratar discretos protagonistas da arte e do conhecimento.
Ao Domingo a «Revista da Semana», entre as 11h00 e as 13h00, faz a síntese dos dias passados na Rádio. Mas antes, às 10h30, a estreia de César Prata num programa de autor semanal, «Ouvidos de Mercador», dedicado à divulgação de músicas do mundo.
Nos espaços de opinião, Adelaide Campos, Márcio Fonseca, Daniel Rocha, Eduardo Brito, Carlos Baía, Antonieta Garcia, Rui Ribeiro, Ana Raposo e Nuno Abreu, entre outros, vão dar consecutivamente voz ao que pensam sobre o que se passa, na «Crónica Diária, de Segunda a Sexta, às 9h15 e às 17h15. A equipa de profissionais da Rádio mantém a «Crónica Altitude», rotativa, na manhã de Sábado.
Na informação diária há blocos noticiosos próprios às 7h25, 8h25, 9h25, 10h25, 12h25 e 18h00 e cadeia com a TSF (informação nacional e internacional) às horas certas.
Rádio Plural – A Rádio Altitude mantém assim uma forte aposta na informação local e regional – e no debate, na entrevista e na opinião. E esta será mesmo a temporada com maior diversidade de abordagens, desde que teve início a actual grelha de programas, no princípio de 2006.
Isto é resultado do trabalho de uma equipa de dez profissionais (que integra seis jornalistas) e da participação de mais de quarenta colaboradores, cronistas, comentadores e autores de programas temáticos – cidadãos que integram um Projecto que se caracteriza pelo enorme pluralismo etário, social, profissional e ideológico.
Provedor do Ouvinte – Hélder Sequeira – antigo director da Rádio, com vasto trabalho publicado sobre a própria estação – continua a exercer as funções de Provedor do Ouvinte. A Rádio Altitude é o único órgão de comunicação social audiovisual privado em Portugal a dispor desta figura, tendo sido pioneiro mesmo em relação ao operador público nacional (o único que está obrigado por lei à nomeação de um provedor).
O papel do Provedor do Ouvinte é o de um interlocutor independente entre a Rádio e os públicos, recebendo ou fazendo críticas e sugestões, numa estação marcadamente informativa que, em cada semana, coloca cerca de 130 novos conteúdos próprios em antena, além de uma cuidada selecção musical.
jcl (com Rádio Altitude)

O ano em revista – numa grande produção da Rádio Altitude – está disponível em podcast na página oficial da estação radiofónica mais antiga de Portugal. A «Revista do Ano» pode ser escutada em directo nos dias 6 e 10 de Janeiro às 10 horas da manhã.

Rádio Altitude«Porque não há Futuro sem Memória» a Rádio Altitude recorda acontecimentos, protagonistas, casos e causas marcantes em 2009.
O ano de 2009 em revista, numa grande produção dos profissionais da Rádio Altitude pode ser escutada nas emissões em directo (90.9 FM) nos dias 6 e 10 de Janeiro, às 10 horas da manhã, e em podcast na Internet, em versão integral, dividida em duas partes.
O director Rui Isidro assina a selecção de arquivo, edição e textos e António Ribeiro o desenho sonoro. As notícias, as reportagens, as entrevistas e os debates foram «criados» ao longo do ano pela equipa de jornalistas: Carla Pinheiro, Carlos Gomes, Francisco Carvalho, Joaquim Martins e Teresa Gonçalves.

Para ouvir em podcast (www.altitude.fm). Aqui.
jcl

O jornalista Rui Isidro é director da Rádio Altitude e administrador do blogue «Jogo de Sombras». Hoje, 19 de Dezembro de 2009, quando se comemoram os dez anos da transferência de Macau para a soberania chinesa e na qual Rui Isidro teve intervenção directa é o momento ideal para destacar o seu espaço na blogosfera. A fotografia da cerimónia de arriar da bandeira portuguesa que reproduzimos é protagonizada, segundo nos confirma o Rui Isidro, por um cadete com origens no Sabugal. Que dê um passo em frente e se identifique…

Macau - Cadetes com a bandeira portuguesa durante a Cerimónia de Transferência de Poderes

«Dez anos depois da Cerimónia de Transferência de Poderes de Macau, decidi passar a público, neste caderno de bordo, pelo menos uma pequeníssima fracção de memórias documentais que guardo daquele tempo histórico. Que tive o privilégio de viver por dentro», escreve Rui Isidro na sua crónica intitulada «Há dez anos».
Macau foi a última jóia do Império. Portugal administrou o território «entalado» na grande China e vizinho da britânica Hong-Kong durante 442 anos. Mas… ao contrário do que aconteceu em todos os outros estados ultramarinos a passagem de testemunho em Macau decorreu após um longo processo diplomático entre as Repúblicas de Portugal e da China. Negociações que proporcionaram um futuro tranquilo e de grande pujança económica.
Parabéns, Rui Isidro, pelo excelente trabalho de guarda de memória colectiva. «Um jornalista deve, em primeiro lugar, relatar factos», ensinava-me um dia o professor Fernando Cascais. Os relatos escritos no presente do indicativo são, no futuro, testemunhos pessoais que preservam a memória dos povos. Dez anos depois é tempo de recordar a transferência de Macau no «Jogo de Sombras» onde a voz deu lugar à escrita e à imagem.

Um dos três cadetes presentes na cerimónia do arriar da bandeira portuguesa em Macau tem origens no Sabugal. Ficamos à espera que se identifique aqui no Capeia Arraiana.

Blogue «Jogo de Sombras» de Rui Isidro. Aqui.
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António Dionísio (PS-Partido Socialista), António Robalo (PSD-Partido Social-Democrata), Joaquim Ricardo (MPT-Partido da Terra) e José Manuel Monteiro (CDU-Coligação Democrática Unitária) marcaram presença esta sexta-feira, 25 de Setembro, no programa de Rui Isidro na Rádio Altitude. Ana Isabel Charters (CDS-PP) declinou o convite por considerar ser ainda muito cedo para dar início à sua campanha eleitoral. Divergências à parte os quatro candidatos concordaram num ponto: a desertificação é o grande problema do concelho do Sabugal.

Rádio AltitudeO jornalista da Rádio Altitude, Rui Isidro, introduziu o debate recordando que o concelho do Sabugal é o exemplo de maior alternância política no poder em todo o distrito da Guarda. Em 1976, nas primeiras eleições a presidência da Câmara foi conquistada pelo CDS. Em 1979 e durante dois mandatos foi governada pelo PSD para mudar de cor em 1985 novamente para o CDS e também por duas eleições. Em 1993 o PS conquistou a autarquia sabugalense mas, nas eleições seguintes, o PSD reconquistou a presidência. Em 2001 os sociais-democratas em coligação com o CDS mantiveram o poder e nas últimas eleições, 2005, o PSD, com Manuel Rito Alves, voltou a ganhar o município com maioria (quatro em sete) de mandatos .
Abriu o debate o candidato da CDU, José Manuel Monteiro, que após cumprimentar todos os sabugalenses deu a conhecer as linhas mestras do seu programa eleitoral com o lema «tornar possível o impossível». «As propostas da CDU assentam em quatro eixos de desenvolvimento: um concelho economicamente viável, um concelho socialmente coeso e solidário, um concelho culturalmente vivo aliando a tradição à modernidade e um concelho ecologicamente sustentável para as gerações futuras. «Achamos que é necessário fazer roturas, achamos que é necessário mudar», disse, ainda, José Manuel Monteiro.
António Dionísio foi o segundo candidato a entrar na antena da rádio elegendo como bandeira da candidatura o combate à desertificação. O candidato socialista considerou, também, que «o concelho do Sabugal tem que se afirmar no contexto regional com qualificação e inovação».
Joaquim Ricardo começou por agradecer à Rádio Altitude a possibilidade de estar presente num debate com os outros candidatos ao município sabugalense. Elegeu igualmente a desertificação como o grande inimigo a combater durante os próximos quatro anos. «Comigo as pessoas estarão sempre em primeiro lugar. As política autárquicas nos últimos 30 anos esqueceram as pessoas. Os dois grandes pilares da candidatura assentam na gestão da autarquia a pensar nas pessoas e na promoção da sustentabilidade económica e social do nosso território».
António Robalo chegou à Rádio Altitude já com o debate a decorrer e foi o quarto candidato a responder à questão inicial do moderador Rui Isidro. «Eu candidato-me na sequência do trabalho desenvolvido há doze anos durante três mandatos. O maior problema é não termos gente. Tudo temos feito para captar gente e vamos continuar a tudo fazer nesse sentido», explicou o candidato social-democrata.
O debate entre os quatro candidatos continuou com o balanço sobre os últimos quatro anos da gestão social-democrata na Câmara do Sabugal, sobre as apostas para o futuro do concelho do Sabugal e por fim a oportunidade a cada candidato para expor as razões porque consideram que os eleitores sabugalenses devem votar nas suas candidaturas.

Rádio Altitude on-line (90.0 FM). Aqui.

Rádio Altitude – Debate entre os candidatos à Câmara Municipal do Sabugal
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