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Ainda que se queira falar noutros assuntos, a verdade é que a austeridade, que já vínhamos sentindo, inflacionada com as medidas que o Governo anuncia, já para este ano e para o próximo, tornam incontornável a abordagem do tema, nomeadamente naquilo que à região se refere.

Terminou a fronteira mas não se ganhou muito com isso

António Pissarra - Raia e Coriscos - Capeia ArraianaO País está em choque e o Governo, com destaque principal para Pedro Passos Coelho e Vitor Gaspar conseguiu algo inacreditável que é a quase unanimidade da crítica negativa, da Esquerda à Direita. Várias figuras destacadas dos partidos da coligação não têm «papas na língua» para qualificar o que consideram o disparate de algumas das propostas do Governo.
A verdade é que o Povo tem memória curta e disso sabem bem os políticos profissionais que gerem a sua própria memória à medida das suas conveniências. Quer isto dizer que não chegámos ao atual estado de coisas «por obra e graça do Espírito Santo». Foram anos e anos de má gestão, de aumentar orçamentos todos os anos, embora os de anos anteriores fossem deficitários. Foi muita corrupção, muito desperdício em negócios ruinosos que só beneficiaram os intervenientes… Enfim, os partidos mudam de opinião rapidamente após o dia das eleições, conforme o resultado, embora não haja dúvidas que todos mentem deliberadamente para obter as boas graças do eleitorado que se apresenta irracionalmente crédulo e com os tais problemas de memória.
Penso que não existem muitas dúvidas sobre os responsáveis da situação a que chegámos. Sabemos que a culpa não é dos políticos, mas sim do alcatrão, do cimento, das parcerias público-privadas, das fundações… Enfim, a culpa «morreu solteira». Sabemos que o Estado é um sorvedouro de recursos, que o Estado é mau pagador e implacável cobrador, que o Estado é responsável pela falência de inúmeras empresas, por essas razões, mas o Estado tem tido líderes desde 1974. Ora, aquilo a que temos assistido é à degradação da qualidade de vida dos portugueses por um Estado canibal até chegarmos à beira do precipício da bancarrota. Perante a inevitabilidade da ajuda externa importava ter dirigentes que fossem suficientemente criativos para atenuar as ondas de choque da intervenção troikiana, dirigentes que fossem suficientemente corajosos para tomarem as medidas corretas no sentido de aliviar a economia nacional do «regabofe» que tem sido nas últimas décadas. No entanto, parece não ser assim e aquilo a que vimos assistindo é a atitudes experimentalistas que culminaram com a perda de paciência do bom Povo Português, com críticas vindas de todo o lado e até com a troika a demarcar-se de algumas iniciativas, como a das anunciadas alterações às regras sobre a Taxa Social Única.
O País orienta-se numa direção que não sabemos onde pode terminar e neste contexto são os mais frágeis, os mais pobres, os mais prejudicados. Nesta perspetiva, o Interior, nomeadamente o concelho do Sabugal, nada pode esperar de bom. Os tecnocratas de Lisboa continuarão a governar pessoas e território com a lógica dos números, funcionando o princípio da «pescadinha de rabo na boca»; quer isto dizer que cada vez há menos gente e, consequentemente, são necessários menos serviços, cada vez há menos serviços, logo menos gente. Tem sido assim desde os tempos de Cavaco Silva, mais a sua ideia em fazer uma grande capital (Lisboa) que servisse de locomotiva ao País. Como damos conta, um destes dias a locomotiva não tem nada para puxar.
O fecho do tribunal do Sabugal é um bom exemplo daquilo que referimos. A falta de alternativas aos serviços transfronteiriços que terminaram, outro exemplo. O fecho de escolas. A falta de uma política fiscal suficientemente atrativa que levasse à instalação de empresas produtoras de bens transacionáveis, idem. Enfim, uma tragédia ainda maior que aquela que vive globalmente o País. O que será do Interior?
«Raia e Coriscos», opinião de António Pissarra

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Ainda sei distinguir o trigo do joio querido leitor(a), o sectarismo político e o fanatismo não me cegam, hoje vou falar de alguns homens políticos que eu considero os coveiros do Estado social em Portugal, e os causadores de todo este drama social que padecemos.

Já não somos o povo que fomos, já não fazemos História, vemo-la fazer, e aqueles que a fazem limitam-se a ignorar-nos ou a humilhar-nos, a nossa atitude perante eles é uma atitude de subserviência, principalmente para com a Alemanha. Com esta atitude estamos também a contribuir, não para uma construção europeia, não para a formação de um conjunto de Estados solidários e respeitadores da soberania uns dos outros, contribuímos sim para uma desconstrução europeia, onde as desigualdades entre Estados se agravam cada vez mais. Porque chegámos a este ponto? Porque alguns políticos ineficazes e subjugados pelo poder económico atiraram connosco para os confins da História.
Vejamos o primeiro: JOSÉ SÓCRATES, um tipo sem sensibilidade social que se dizia socialista, aproximou-se mais da ditadura do que da Democracia, com ele aprendemos que a política do posso, quero e mando não pertence só às ditaduras e aos regimes autoritários, este homem mostrou-nos com grande evidência que também a democracia contém dentro dela um enorme potencial coercivo e impositivo. Com ele Portugal começou a regredir a nível económico, social e político. A corrupção grassou impunemente, com ele começou o desmantelamento do Estado social em Portugal. Governou para ele e para quem o manteve no poder.
PASSOS COELHO: está a seguir as pegadas de José Sócrates. A conjuntura permite-lhe ser ainda mais desapiedado social. Um germanófilo em relação à política europeia e nacional. É a quinta-essência do Neoliberalismo, um lacaio do poder económico, tanto português como estrangeiro. Não representa o Povo Português, representa os Merkados, os bancos alemães e os especuladores. Se não fosse a comunicação social controlada enganando a população portuguesa, comunicação social essa que é pertença de alguns barões do PSD e passa a vida falando de vitórias e cantando aleluias ao governo, já o tínhamos posto na rua, somos o Povo Soberano, temos esse direito. Este homem nem governa para ele nem para os que o mantêm no poder, governa para estrangeiros. Está a destruir o Estado social a um ritmo impressionante. As políticas de austeridade que ele adopta estão a levar Portugal para uma catástrofe social idêntica à da Grécia.
CAVACO SILVA: como Passos Coelho, a quinta-essência do Neoliberalismo, vê Portugal a caminhar para o abismo e nada faz para o evitar. Quando entrou para Belém, o fosso entre ricos e pobres era enorme, havia nessa altura dois milhões de pobres em Portugal, vai sair de Belém com o fosso entre ricos e pobres muito mais acentuado, e com os mesmos dois milhões, ou mais, de pobres. Uma ineficácia política absoluta. Aceita a destruição do Estado social e as medidas de austeridade draconianas de Passos Coelho.
A este trio temos que juntar mais um político, DURÃO BARROSO: um homem que ocupa o lugar que ocupa, podia fazer um pouco mais pelo seu País, mas se o lá puseram não foi para isso, foi para obedecer às potências económicas da Europa. Só fala em agressividade económica, competitividade e austeridade, ou seja, fala a linguagem do mais ortodoxo neoliberal, a linguagem de Merkel. Um destruidor do Estado social europeu. Se um dia as coisa mudarem, muda de campo e de discurso, por isso em Bruxelas lhe chamam o «Camaleão». A mais não chega o seu horizonte mental.
E nós querido leitor(a), não seremos os culpados desta gente chegar ao poder? Claro que somos! Em primeiro lugar, 90 por cento dos portugueses que lêem jornais e vêem televisão acreditam piamente no que os corifeus dessa comunicação social lhes dizem, presa fácil para qualquer demagogo. Vivemos obcecados pelo consumismo, pelo materialismo, a maior parte de nós tem passatempos frívolos, somos superficiais, custa-nos pensar… Amamos o hedonismo vulgar e o embrutecimento moral. Resumindo: ficamos satisfeitos com a nossa dose diária de sexo, álcool, droga, de futebol, de tasca, de centro comercial e de grande superfície. Somos filhos do sistema. Controlar gente assim é das coisas mais fáceis para qualquer sistema político, porquê então usar a violência quando se podem controlar cidadãos e doutriná-los através da comunicação social, do marketing e de várias formas de manipulação mental e psicológica? O sistema já conseguiu a segurança necessária para que as suas vítimas, que somos nós, não o desafiem como em outras épocas históricas. Sendo assim, vai abusando.
«A melhor fortaleza dos tiranos é a inacção dos povos»; Maquiavel.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

 

Um prefácio é um resumo do conteúdo de um livro. Uma introdução. Um prefácio eventualmente contém algumas impressões de terceiros sobre a obra. Estas definições servem para contextualizarmos a crónica.

O livro «Roteiro VI», ou melhor, o seu prefácio, tornou-se esta semana na obra mais citada cá pelo burgo. Não porque seja uma marca literária ou um ensaio científico mas, porque expressa a visão da história do Sr. Presidente da República. Dito desta forma nada haveria de novo. Só que este texto, vem falar de lealdade ou de falta dela. Este texto, vem falar das relações institucionais entre o Presidente da República Cavaco silva e o Primeiro – Ministro José Sócrates. Este texto, expressa uma vingança.
Cavaco Silva acusa José Sócrates de não lhe ter contado a verdade sobre a situação do país. Violando, desta forma, a Constituição, concretamente o artigo 201. Pois bem, Cavaco Silva, Presidente da República, tem como obrigação e dever (foi isso que jurou quando tomou posse) de cumprir e fazer cumprir a constituição. Se nada fez, quem está a faltar ao compromisso? E, então, o homem que fez toda uma campanha eleitoral assente no facto de ser economista e, portanto, conhecedor desses meandros, não sabia, não se apercebia, do que se estava a passar, quando o cidadão, dito comum, sabia?!
Quanto à lealdade, Cavaco Silva não tem autoridade moral para esgrimir tal conceito. Recordo telegraficamente alguns episódios: aquando da sua passagem pelo governo como ministro das finanças e a sua chegada à presidência do PSD (aliás, até com o nome do partido, mudou-lhe o nome) e a conspiração contra o Bloco Central e a “lealdade” para com o Dr. Mário Soares e o Dr. Hernani Lopes aquando da assinatura da adesão à então CEE. Outros exemplos haveria desse tempo. Mas, voltando a estes tempos, vejamos a lealdade de Cavaco Silva, as célebres escutas em Belém, acusando o governo de o estarem a espiar. Vindo-se a saber que tinha sido uma orquestração da própria presidência. Depois, aquele discurso na tomada de posse do último governo de Sócrates. Foi um discurso de uma lealdade impressionante!
Cavaco Silva passou o primeiro mandato calado. Começou o segundo a falar de mais, agora, brinda-nos com uma vingança sobre Sócrates oito meses depois. E faz isto, sacudindo a água do capote, como se o estado em que o país está não tivesse nada a ver com ele. É caso para dizer que a «vingança se serve fria»! Tudo isto mostra um homem mesquinho, medíocre e ressabiado. O que lamento, é que é isto que temos como presidente da República.
Esta semana ficámos, também, a saber que, o programa da troika, tem servido, somente, para que este governo aplique as medidas de austeridade aos mais pobres e aos fracos. Com a demissão do Secretário de Estado das energias, ficámos a saber que, é uma imposição da troika, reduzir às empresas energéticas o «subsídio» que o estado lhes paga. Mas esta medida troikiana ainda não foi aplicada (fala-se em quatro mil milhões…). Contudo, o corte nos salários, na saúde, na educação e por aí fora, foram imediatos. E os subsídios nem sequer eram imposição da trioka! Por aqui se vê as mentiras que se vão dizendo e contando, recorrendo ao famigerado memorando para justificar uma acção política que levará infalivelmente à miséria a maior parte da população portuguesa.
O que me deixa perplexo, é o facto de todas estas medidas apontarem para um mesmo resultado – a falência das pessoas, das empresas e dos países. E desconfio que não passamos de cobaias em experiências de soturnos iluminados das economias que, em gabinetes fechados e desconhecendo a realidade, vão experimentando as suas teorias.

P.S. Afinal, o célebre acordo de concertação social, que tanto regozijo deu ao governo e patrões e enfeitiçou a UGT e outros sindicalistas, acaba de ser mandado às malvas pelo governo no que concerne aos trabalhadores de recibo verde. Quanto querem apostar, em como outras se lhes seguem?
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

O Presidente da República, Cavaco Silva, pediu esclarecimentos ao Governo sobre o diploma que visa a introdução de portagens nas SCUT, facto que atrasou o início da cobrança.

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou que a cobrança das portagens seria concretizada até ao final de Outubro, o que contudo não se concretizou dada o facto do presidente da República não ter promulgado o diploma legal a tempo de entrar em vigor dentro dos prazos previstos pelo governo.
«O projecto de diploma em causa deu entrada na Presidência da República no dia 20 de Outubro. A Casa Civil procedeu, de imediato, à sua análise jurídica e económica. No dia 2 de Novembro, foram solicitados ao Governo esclarecimentos sobre o diploma, aguardando-se a resposta. Nos termos constitucionais, o Presidente da República dispõe de 40 dias para a decisão de promulgação», lê-se num comunicado divulgado pela Presidência da República na sua página oficial na Internet.
O comunicado não especifica contudo quais as dúvidas que o presidente tem face ao diploma do Governo que pretende introduzir de portagens nas SCUT (auto-estradas sem custos para o utilizador) do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta.
Na vigência do anterior Governo o início da cobrança das portagens na A22, A23, A24 e A25 chegou a estar previsto para 15 de Abril, mas a medida ficou suspensa, com base num parecer jurídico que considerou ser inconstitucional um Executivo de gestão aprovar um decreto-lei para introduzir novas portagens e definir o respectivo regime de isenções e descontos.
De acordo com a Constituição o chefe de Estado terá até ao final de Novembro para decidir sobre a promulgação ou não do diploma que pretende introduzir portagens nas SCUT.
A empresa Estradas de Portugal informou entretanto que perde cerca de nove milhões de euros por cada mês de atraso na introdução das portagens.
plb

No dia 9 de Março, Aníbal Cavaco Silva prestou juramento na Assembleia da República como Presidente da República de Portugal. O segundo mandato terminará em 2016.

Presidência da República

O juramento foi prestado no Parlamento perante deputados, presidentes de tribunais superiores, membros do Conselho de Estado, chefes militares e ex-Presidentes. Na bancada viam-se Ramalho Eanes, Mário Soares, Pinto Monteiro e Pedro Passos Coelho, entre outros.
No jornal «Público» Miguel Gaspar analisa o discurso escrevendo: «A magistratura activa existe: acabámos de a ouvir. Cavaco Silva fez um discurso de posse sem precedente na história da democracia portuguesa. Grande parte dele foi um verdadeiro programa económico para o país. (…) Cavaco Silva ensaiou um discurso de ruptura e, surpreendendo as expectativas, optou por lançar a magistratura activa a partir do primeiro acto do seu novo mandato. E a expressão que inventou no discurso de apresentação da sua candidatura só apareceu uma vez, mas num contexto novo: magistratura activa (e não a cooperação estratégica) é o novo nome que o Presidente dá à cooperação com São Bento. Significativo.»

Veja o discurso completo. Aqui.
aps

Cavaco Silva, o Presidente da República que no mandato anterior nunca se podia pronunciar sobre quase nada, resolveu, agora, na tomada de posse para o seu novo mandato de cinco anos, pronunciar-se sobre uma série de coisas. Isto é, o Presidente República pintou a manta…

João Aristides Duarte - «Memória, Memórias...»Só que Cavaco Silva não existe só agora. Foi primeiro-ministro durante dez anos e Presidente da República durante o mandato do Governo de Sócrates (com o qual, aliás, concordou em tudo o que era fundamental e levou à actual situação). Não basta lançar umas frases-feitas do género «A pessoa humana tem de estar no centro da acção política. Os portugueses não são uma estatística abstracta. Numa República social e inclusiva, há que dar voz aos que não têm voz». Porque aqueles que têm memória lembram-se bem do que foi a governação de Cavaco Silva, enquanto primeiro-ministro e a nula preocupação com a pessoa humana que, então, evidenciava. Interessava era a economia.
Quem tem memória lembra-se bem de que nas eleições para a Assembleia da República, após o fim da era Cavaco primeiro-ministro, a campanha eleitoral foi baseada exactamente nisso. Afastar de vez o estilo tecnocrático de Cavaco e seus apaniguados e dar um andamento mais humanista à governação. Foi isso que o PS fez, com Guterres, nos cartazes onde estava escrito (e eu lembro-me bem) «as pessoas não são números». Cavaco Silva também vem, agora, apregoar que «o exercício de funções públicas deve ser prestigiado pelos melhores, o que exige que as nomeações para os cargos dirigentes da Administração sejam pautadas exclusivamente por critérios de mérito e não pela filiação partidária dos nomeados ou pelas suas simpatias políticas.» Ó Diabo!!! Esta é que não!! Então eu não me lembro que, quando Cavaco foi primeiro-ministro nomeou Zita Seabra para coordenar o Secretariado Nacional para o Audiovisual e assumir a presidência do Instituto Português de Cinema. Zita foi, mais tarde, ainda durante a vigência do Governo Cavaco, presidente do Instituto Português da Arte Cinematográfica e do Audiovisual. E alguém conhecia a Zita Seabra algum mérito nessas artes cinematográficas? Claro que não… foi nomeada, apenas, porque vinda do PCP, era necessário exibi-la com um troféu do PSD, a que, entretanto, aderira. Bem prega Frei Tomás!!!
Já sobre os jovens Cavaco Silva disse no seu discurso de tomada de posse que é tempo de eles fazerem ouvir a sua voz e que mostrem às outras gerações que não se acomodam, nem se resignam. Mas, alguém, alguma vez os proibiu de fazerem ouvir a sua voz? Porque será que eles têm andado caladinhos e só, agora, despertaram? Não será, também culpa de quem lhes prometeu «mundos e fundos» com os dinheiros comunitários, deixou criar mil e uma universidades privadas, com mil e um cursos (alguns dos quais não serviam para nada)? Quem se lembra sabe bem que tudo começou quando Cavaco Silva era primeiro-ministro. Também referiu que os sacrifícios que estão a ser pedidos aos portugueses têm que ter um limite. Está já aí o PEC IV da iniciativa do Governo, com mais “medidas” das tais. Veremos o que fará Cavaco Silva. Se apoia as “medidas” ou se não as apoia por achar que é tempo de um novo ciclo político, agora com o PSD ao comando. Mas dessas bandas também não se espera nada de muito diferente, senão vejamos:
– Tornar despedimentos ainda mais fáceis e baratos.
– Celebrar “contratos” orais.
– Reforçar o negócio privado com a saúde.
– Privatizar a RTP1, concessionar a RTP2 e acabar com a RTPN.
– Cortar deputados, freguesias e câmaras municipais.
– Pagar ordenados aos juízes… «à peça».
– Reduzir, ou mesmo acabar com o IRC para as empresas.
– Nomear embaixadores com perfil de gestão.
– Criar cheque-ensino e mais escolas privadas, como «opção».
– Aumento dos ordenados dos políticos, para serem os melhores a ocupar os cargos.
Ou seja, mais do mesmo, ou ainda pior. E Cavaco Silva vai deixar que os sacrifícios não tenham limites?
«Política, Políticas…», opinião de João Aristides Duarte

(Deputado da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

Concluídas as eleições presidenciais, que ditaram a reeleição de Cavaco Silva, podemos traçar algumas considerações, olhando para os resultados eleitorais do concelho do Sabugal, onde há uma freguesia que luta abnegadamente contra a maré.

Nas terras raianas ganhou Cavaco Silva, com uma votação superior a 63 por cento. Outra coisa não era de esperar, tendo em conta o voto tradicional dos eleitores do concelho do Sabugal.
Contudo houve uma terra que contrariou claramente esse sentido de voto, o que também não surpreendeu, atendendo à forma como sempre vota em eleições de carácter nacional. Falamos da freguesia dos Fóios. Aqui Cavaco não atingiu os 42 por cento e Manuel Alegre andou perto dos 37 pontos percentuais, com Fernando Nobre perto dos 12. Significa isto que, se fossem os fojeiros a decidir, o algarvio teria de disputar uma segunda volta, onde seria inapelavelmente batido.
Na Moita o candidato da direita também não obteve a maioria, mas a expressão dessa realidade tem menos impacto. Já na Bismula e em Águas Belas o presidente reeleito obteve metade dos votos mais um, o que significaria uma reeleição garantida, ainda que por curta margem. No mais das freguesias Cavaco foi vencedor absoluto.
A conclusão é que Fóios é a terra de esquerda do concelho do Sabugal, ainda que incrustada entre freguesias conservadoras, onde o Partido Socialista e os demais partidos da esquerda não conseguem colher bons frutos eleitorais.
Os Fóios têm porém uma particularidade: em eleições autárquicas voltam as costas ao PS e votam nos candidatos do PSD, contribuindo decididamente para a sua vitória. Dirão que, ao invés, outras terras que votam PSD em eleições nacionais, expressam-se massivamente pelo PS em eleições autárquicas. Isso é verdade e uma coisa pode bem compensar a outra, porém, quem tem tirado vantagem dessas discrepâncias é o PSD, que há 13 longos anos gere o Município.
Os responsáveis concelhios do PS devem analisar estes resultados e em particular a forma de votar dos fojeiros e tirar ilações ao que verdadeiramente dá motivos para que a terra mais socialista do concelho do Sabugal volte as costas ao PS nas eleições locais.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Nas eleições 2011 para a Presidência da República, o candidato vencedor Aníbal Cavaco Silva alcançou 42.762 votos (59,98 por cento) no distrito da Guarda e 3.622 votos (63,01 por cento) nas 40 freguesias do concelho do Sabugal.

(Clique nas imagens para ampliar)

CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)


Fonte: DGAI-Direcção-Geral da Administração Interna.
jcl

Cavaco Silva qualificou hoje de «grande vitória» a sua reeleição como Presidente da República e dedicou-a aos jovens, «futuro da nossa pátria», a quem prometeu tudo fazer para que «reencontrem motivos para acreditar em Portugal».

No seu discurso de vitória, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, Aníbal Cavaco Silva deixou um agradecimento especial à sua mulher, Maria, agradeceu a todos os que fizeram parte da sua estrutura de campanha e também aos partidos que apoiaram a sua recandidatura.
«Três partidos apoiaram a minha candidatura: o PSD, o CDS-PP e o MEP, no pressuposto de que era uma candidatura pessoal e suprapartidária. Agradeço aos seus dirigentes e militantes o apoio e o entusiasmo manifestados durante o exigente período de campanha eleitoral», disse.
No início da sua intervenção, que durou cerca de quinze minutos, Cavaco Silva saudou «todos os portugueses que com elevado sentido cívico, votaram neste acto eleitoral».
«Votar é um dever que temos perante as gerações vindouras, os nossos filhos, os nossos netos. A todos os portugueses que foram votar neste dia tão importante para o nosso futuro é devida uma palavra de reconhecimento. Os que votaram não se alhearam do futuro», acrescentou.
Quanto ao resultado que obteve, considerou, «os portugueses falaram e disseram com clareza quem queriam para Presidente da República» e falou por mais de uma vez em «grande vitória».
jcl (com agência Lusa)

A História não a escrevem as grandes personagens, escrevem-na as classes populares quando se mobilizam.

António EmidioPrimeira razão: É um político que crê que a profunda crise que atravessamos se resolverá à base de dilatar ainda mais as politicas neoliberais. É um dos homens do FMI em Portugal.
Segunda: Repudiou os fundamentos da Social-Democracia, como o pleno emprego e a justiça social.
Terceira: Entre 1985 e 1995, quando foi primeiro-ministro, começou a viragem neoliberal em Portugal. Foi com ele que começou a destruição da nossa agricultura e das pescas, convém dizer, com a imposição da «União Europeia». Começaram também com ele os ataques aos serviços públicos.
Quarta: Aceita este processo antidemocrático que está a caracterizar a construção da União Europeia.
Quinta: Aceita este terrorismo financeiro que caracteriza a economia mundial, ou seja, a economia do empobrecimento.
Sexta: Promulgou leis e códigos laborais que só servem para lançar no desemprego milhares de trabalhadores. Promulgou leis para reduzir salários e pensões aos mais necessitados. Promulgou leis para retirar prestações sociais a quem trabalha.
Sétima: Durante o seu mandato, houve, e ainda há, portuguesas e portugueses com pensões de 360 euros mensais e outras de milhares de euros para uns poucos.
Oitava: Se por acaso ganhar as eleições, não é ele o grande vencedor, mas sim uma minoria que nunca se apresenta ao escrutínio, o grande capital financeiro e económico, dos quais ele é um grande apoiante.
Nona: Quer uma vitória presidencial para ele e, quer uma vitória (maioria) para o seu partido nas próximas legislativas. Com este cenário entraremos numa catástrofe social bem pior do que a actual.
Décima: Aceita como sujeito real da história, não o homem, mas sim o dinheiro. Aceita o homem subordinado aos interesses económicos, à chamada «razão económica».
Porquê tudo isto se ele nem sequer governou? Que poder teve e tem como Presidente da República? Perguntarão alguns leitores(as). Para que foi eleito Presidente da República? Pergunto eu.
O nosso povo tem um ditado que diz o seguinte: Tão ladrão é o que vai à vinha, como o que fica à portinha.
José Sócrates foi à vinha…
Quero frisar que a palavra ladrão do ditado, nada tem a ver com o Presidente da República nem com o Primeiro-Ministro. Está em sentido figurado, significa terem feito uma péssima política. Convém esclarecer porque há pessoas que «não entendem» o que eu escrevo…
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

O candidato Cavaco Silva deslocou-se esta quarta-feira ao distrito da Guarda. Passou por Seia, visitou a ASTA-Associação Sócio-Terapêutica de Almeida (junto à Cerdeira do Côa), almoçou com apoiantes na cidade da Guarda, andou nas ruas de Foz Côa e seguiu para ao final do dia para Bragança.

(Clique nas imagens para ampliar.)

À chegada ao Hotel Vanguarda, na cidade da Guarda, a comitiva do candidato presidencial Cavaco Silva foi confrontado com uma manifestação de protesto de pais, alunos e professores da escola do Outeiro de São Miguel contra os cortes do Governo no financiamento a escolas privadas.
Este foi o segundo protesto do dia, já que em Seia Cavaco tinha sido recebido com uma outra manifestação contra os cortes do financiamento a escolas privadas. E já no arranque da campanha, em Fátima, se tinha gritado S.O.S. pela mesma causa.
Na ASTA o candidato presidencial Cavaco Silva agradeceu às instituições de apoio a deficientes «que nunca podem faltar, por maiores que sejam as dificuldades do país». A instituição acolhe 34 pessoas com deficiência, conta com 24 colaboradores e a directora e fundadora, Maria José Fonseca, já tinha recebido das mãos de Cavaco, há dois meses no Porto, o prémio Manuel António da Mota, pelo combate à exclusão social.«Na altura, esta senhora conseguiu emocionar toda a assistência. Ficámos com uma curiosidade especial em conhecer a sua obra», referiu o candidato, sublinhando que a quis descobrir hoje, durante a passagem da campanha eleitoral pelo distrito da Guarda.
No interior do Hotel Vanguarda e perante uma sala repleta de apoiantes o tom crítico e os avisos de Cavaco ao Governo subiu de tom e disse, preto no branco, pela primeira vez, o que até aqui apenas tinha deixado nas entrelinhas: «Não podemos de facto excluir a possibilidade de ocorrer uma crise grave em Portugal, não apenas no plano económico e no plano social, mas também no plano político.»
Depois, avisou que vai ser «exigente em relação ao Executivo» e defendeu que é necessário ter na Presidência da República alguém com experiência para lidar com «situações complexas, muito difíceis» que podem ocorrer.
«Durante este mandato estive por várias vezes no distrito da Guarda. A última das quais foi há poucos dias a convite do Governador Civil para plantar uma árvore», lembrou Cavaco Silva acrescentando que «recordava especialmente o dia em que se deslocou propositadamente de Lisboa ao Sabugal na sequência do terrível incêndio que dizimou o concelho».
O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, foi um dos muitos autarcas do distrito da Guarda que marcou presença no Hotel Vanguarda para saudar Cavaco Silva.
jcl

O 1.º Festival Internacional da Memória Sefardita decorre entre os dias 1 e 7 de Novembro de 2010 nas cidades Guarda, Trancoso e Belmonte. A iniciativa do Turismo Serra da Estrela conta com o alto patrocínio de Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República Portuguesa e inclui, no dia 3 de Novembro, uma visita a Sortelha e ao Sabugal.

(Clique nas imagens para ampliar.)

A cerca de quatro meses do início do I Festival Internacional da Memória Sefardita, que terá lugar na Serra da Estrela, de 1 a 7 de Novembro de 2010, a organização recebeu o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa, Professor Aníbal Cavaco Silva.
Este contributo demonstra a relevância deste evento para a divulgação de Portugal como país fortemente marcado pela Sefardita e sua herança ainda hoje presente em inúmeras localidades.
Um dos momentos altos do Festival será o Congresso que terá lugar no Teatro Municipal da Guarda, de 2 a 4 de Novembro de 2010.
A atestar a importância da temática do Congresso está confirmada a presença de oradores de renome nacional e internacional, focados no estudo do mundo Sefardita.
Alguns dos participantes: Tzvika Schaick, Curador e Director do Museu Dona Gracia em Tiberíades; Marques de Almeida, Coordenador Executivo e Científico da Cátedra de Estudos Sefarditas, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; José Alberto Rodrigues Tavim, Centro de História, Departamento de Ciências Humanas do Instituto de Investigação Científica Tropical de Lisboa e membro da Comissão Executiva da Sociedade de Estudos dos Judeus Sefarditas e da Diáspora Sefaradi, Universidade Hebraica de Jerusalém; Dov Stuczynski, Universidade de Bar-Ilan, Tel Aviv; Antonieta Garcia, Universidade da Beira Interior; Elvira Mea, Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Herman Salomon, Professor Catedrático da Universidade de Albany, E.U.A.; e Yom Tov Assis, professor de História Judaica Medieval na Universidade Hebraica de Jerusalém e Presidente do Instituto Ben Zvi em Jerusalém.
A organização pertence ao Turismo Serra da Estrela, aos municípios da Guarda, Belmonte e Trancoso e à Alegretur. O lema da iniciativa é «Venha descobrir a Serra da Estrela e junte-se a nós no I Festival Internacional da Memória Sefardita!»

As inscrições podem ser feitas no portal oficial do Festival. Aqui.
Secretariado do Festival: secretariado@leading.pt
jcl (com Turismo Serra da Estrela)

Intervenção do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na cerimónia de despedida no dia 14 de Maio de 2010, no Porto, a Sua Santidade o Papa Bento XVI, por ocasião da sua visita a Portugal. O discurso teve lugar na tarde do dia 14 de Maio de 2010, no Aeroporto de Pedras Rubras, na cidade do Porto.

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jcl

O Presidente da República, Cavaco Silva, é recebido esta quinta-feira, 4 de Fevereiro, na Câmara Municipal de Penamacor. A passagem pelo distrito de Castelo Branco é inserida no Roteiro das Comunidades Locais Inovadoras e inclui ainda diversas visitas no próximo sábado.

Cavaco Silva visita PenamacorPara esta quinta-feira, 4 de Fevereiro, está marcada para as 17 horas uma visita ao concelho de Penamacor, sendo recebido em sessão solene de boas-vindas, no Salão Nobre da Câmara Municipal, onde proferirá uma intervenção, inaugurando de seguida a Via Estruturante Sul à Vila de Penamacor que passa a designar-se Avenida da República.
O primeiro dia da visita presidencial tem início às 9.30 horas no Parque Industrial de Castelo Branco com a inauguração do Centro de Apoio Tecnológico Agro-alimentar seguido de uma visita à empresa Danone. A comitiva segue para Alcains onde, às 11.30, será a vez de conhecer a Fábrica Lusitana. Em Alpedrinha, perto do Fundão, visita à empresa BeiraBraga e no Parque Industrial do Fundão à empresa Damar. Para as 17 horas está marcada a visita à Fábrica Paulo de Oliveira em Boidobra na Covilhã e hora e meia mais tarde será o momento para a inauguração do H2otel Termal em Unhais da Serra. O primeiro dia do «Roteiro» termina com uma visita ao Centro Interpretativo À Descoberta do Novo Mundo no Museu dos Descobrimentos em Belmonte marcado para as 21.30 horas.
A segunda jornada está marcada para o dia 6, sábado, com a visita às 9 horas ao Centro de Interpretação do Parque Natural do Tejo Internacional em Castelo Branco. De seguida o Presidente rumará a Idanha-a-Nova para visitar a Unidade de Cuidados Continuados do Hospital Aprígio Meireles da Santa Casa da Misericórdia e meia-hora mais tarde será recebido na Cooperativa de Produtores de Queijo da Beira Baixa na Zona Industrial local.
Às 11.30 horas a comitiva visita o Centro de Interpretação da Rota dos Fósseis no Geopark Naturtejo em Penha Garcia.
O programa inclui às 13.30 horas uma visita à Aldeia de Janeiro de Cima, na Aldeia do Xisto no Fundão e às 15.30 a visita à Empresa Pinorval em Orvalhos no concelho de Oleiros.
A tarde de sábado inclui ainda às 16.30 horas a visita à Central Termoeléctrica a Biomassa Florestal (Palser) na Sertã e às 17.30 a visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta em Proença-a-Nova.
O Roteiro das Comunidades Locais Inovadoras do Presidente da República por terras de Castelo Branco termina às 19.30 horas com a cerimónia de encerramento e reconhecimento do mérito dos agentes inovadores na sala Amato Lusitano, no Hotel Colina do Castelo em Castelo Branco.
jcl

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Autoria: Presidência da República posted with Galeria Vídeos Capeia Arraiana

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Data: 2 de Janeiro de 2010.
Local: Herdade dos Salgados.

Legenda: O Capeia Arraiana aproveita para endereçar, novamente, cumprimentos de Feliz Ano 2010 ao Senhor Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

Autoria: Capeia Arraiana.
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A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua memória fotográfica para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Data: 11 de Setembro de 2009.
Local: Sortelha.
Legenda: Curiosa posição de Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República Portuguesa e de Manuel Rito Alves, Presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
Autoria: Joaquim Tomé (direitos reservados).
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GALERIA DE IMAGENS – 14-9-2009
Fotos Joaquim Tomé – Todos os direitos reservados – Clique nas imagens para ampliar

jcl

«Uma empresa nacional concebeu um sofisticado sistema de detecção de incêndios que permite poupar largos milhões de euros. Apesar de inovador os espanhóis foram pioneiros na aquisição dos aparelhos.»

José MorgadoÉ simples, é eficaz e pode poupar milhões.Chama-se Forest Fire Finder (FFF), é um avançado sistema tecnológico que permite detectar incêndios em menos de cinco minutos e foi concebido pela NGNS- Ingenious Solutions, uma empresa portuguesa que tenta há três anos demonstrar a validade do seu projecto na prevenção de fogos.
Apesar do interesse demonstrado por entidades de todo o país, apenas o Governo Civil de Santarém apostou, até agora, no FFF, tendo instalado o sistema em dois locais estratégicos no concelho de Ourém.
O tão propalado choque tecnológico, uma das bandeiras do Governo de Sócrates, acabaria por se revelar uma miragem para os dois sócios da NGNS, Pedro Vieira e José Matos, ambos com formação na área da física tecnológica. Apesar da indiferença nacional, o projecto nascido na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Nova tem atraído as atenções em diversos países como Espanha (com sistemas instalados na Andaluzia e Galiza), Irão, China, Malásia ou Uruguai.
O Forest Fire Finder acabaria por tomar forma. Através de sensores atmosféricos é possível detectar nuvens de fumo orgânico (aquele que resulta da queima das árvores) num raio de 15 quilómetros. Além dos sensores, o aparelho é munido de câmaras que patrulham 24 horas por dia o terreno, fazendo “varrimentos” de 360 graus. Em Ourém, um dos sistemas esta colocado no castelo e outro na torre da igreja na localidade do Casal dos Bernardos.
Uma vez detectado o fogo, num período que não excede, por regra os cinco minutos, são enviados alertas via SMS, com respectiva imagem da coluna de fumo e localização do incêndio, para as autoridades responsáveis como os bombeiros, a GNR ou a Protecção Civil.
“A taxa de sucesso dos alertas do FFF é superior aos 90%, enquanto que a do sistema tradicional de vigilância ronda os 3%. Não achamos que se deve dispensar os vigilantes florestais mas essas pessoas seriam provavelmente mais úteis na limpeza das matas do que numa torre de vigilância, oito horas por dia, onde as temperaturas atingem os 40 graus”, realça o administrador da NGNS.
Forest Fire FinderSegundo as estimativas feitas pela empresa, “bastariam cerca de 300 aparelhos para cobrir as áreas florestais do país, um custo de 30 milhões de euros, um valor bem mais baixo que os 100 milhões gastos por ano com incêndios em Portugal”, lembra João Matos, que confessa a sua frustração quando assiste pela televisão às cenas, infelizmente, habituais, de incêndios de norte a sul do país. “Sinto que poderíamos estar a ajudar a prevenir a dimensão dos incêndios, pois quanto mais depressa for dado o alerta, mais depressa os bombeiros chegam ao local. Sem custos elevados de utilização de helicópteros, sem perdas de vidas e de habitações”, remata ainda o responsável da NGNS.»
A quando da visita recente do Sr. Presidente da República às zonas ardidas, alguém neste Blogue comentou que «depois de casa roubada, trancas à porta».
Ainda é cedo e não vi ninguém a por «trancas», mas «vale mais tarde do que nunca» e esta autentica tragédia, que se abateu sobre o Sabugal, sirva para, mais que não seja, acordar, quem de direito, para medidas de prevenção, atempadas, começando a actuar, na prática, sobre os factores próximos e remotos que contribuíram e continuam a contribuir, para estas desgraças, factores que já foram elencados e muito bem, neste blogue.
Mas, como agora é um período de promessas vãs e não de «mãos à obra», façamos votos que «a história não se repita»
Deixemos passar estes períodos eleitorais, com a certeza porém que se continuarmos a agir, como até agora, mais ano menos ano voltamos ao mesmo.
Os subsídios são bem vindos, como medidas curativas, que são e justas indemnizações, mas é fundamental investir nas medidas preventivas, que saíam «fora do papel».
Já muitos povos e povoados, se ergueram, com mais vigor, após terra queimada, fruto de guerras, catástrofes naturais ou provocadas.
Sigamos esses exemplos que a história nos dá.
(Artigo com extractos da crónica da jornalista Marisa Antunes.)
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua memória fotográfica para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Data: 11 de Setembro de 2009.

Local: Sortelha.

Legenda: Visita surpresa ao concelho do Sabugal do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, em visita surpresa ao concelho do Sabugal ladeado por Manuel Rito, presidente da Câmara Municipal Sabugal e por António Morgado, presidente da Assembleia Municipal do Sabugal na aldeia histórica de Sortelha.

Autoria: Joaquim Tomé (direitos reservados).
Clique na imagem para ampliar

O Presidente da República, Cavaco Silva, vai estar esta sexta-feira, 11 de Setembro, no concelho do Sabugal para avaliar a extensão da tragédia provocada pelos recentes incêndios. O encontro está marcado para Sortelha seguindo depois a comitiva «pelo meio do cinzento-preto» até ao Sabugal onde está previsto um almoço de trabalho. (em actualização.)

Cavaco Silva visita o SabugalAs notícias dos terríveis incêndios que dizimaram cerca de 11 mil hectares de áreas rurais em 15 freguesias do concelho do Sabugal chegaram ao Palácio de Belém. O Presidente da República, Cavaco Silva, entendeu visitar e analisar no terreno a dimensão dos estragos que deixaram na miséria muitos agricultores sabugalenses.
A comitiva presidencial chega às 11:30 horas desta sexta-feira, 11 de Setembro, à Aldeia Histórica de Sortelha onde será recebida pelo presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, pelos presidentes das Juntas de Freguesia afectadas pelos incêndios, pelos representantes das corporações de bombeiros voluntários e pelos presidentes das associações florestais e agropecuárias da região raiana do Sabugal.
As vistas do alto do Castelo de Sortelha irão mostrar logo ali a Cavaco Silva a dimensão da área queimada deslocam-se, de seguida, as comitivas por estrada até ao Sabugal.
Para as 13 horas está marcado um almoço de trabalho entre o Presidente da República e o executivo camarário no Restaurante Robalo.

:: (em actualização.) ::
«Não abandonem o Sabugal. Não podem deixar o mundo rural», pediu Cavaco Silva na Aldeia Histórica de Sortelha depois de ouvir os relatos dos agricultores e dos criadores de gado que viram as suas explorações reduzidas a cinzas. A freguesia de Sortelha foi uma das mais afectadas pelos incêndios tendo ficado com 95 por cento da vegetação completamente destruída.
Na sequência de críticas que têm sido dirigidas aos bombeiros os responsáveis pela Protecção Civil aproveitaram para dar ao Presidente da República explicações sobre as demoras na extinção do fogo que consumiu cerca de 11 mil hectares entre os dias 30 de Agosto e 2 de Setembro.
«Eu tive ocasião de testemunhar o grau de destruição que atingiu o concelho do Sabugal neste trajecto que fiz desde a A23 até Sortelha», disse o chefe de Estado aos jornalistas, junto das muralhas de Sortelha, onde o fogo também chegou.
Cavaco Silva referiu que «os números da área ardida e dos prejuízos são impressionantes».
«A área ardida é de cerca de 12 mil hectares (olival, floresta, pastagens, vinha, lameiros), e não podemos esquecer que o Sabugal é um concelho do interior em que as gentes vivem, em boa parte, da agricultura e os prejuízos foram enormes», afirmou.
O Presidente da República também dirigiu «uma palavra de grande apreço, em primeiro lugar aos bombeiros, às populações, pela forma como reagiram e como lutaram para combater um fogo terrível».
Cavaco Silva elogiou também «a resposta célere que foi dada pela Câmara Municipal, pelas autoridades regionais, na tentativa de apoiar as populações, manter o ânimo e levá-las a pensar no futuro, para que não tenham a tentação de abandonar o Sabugal».
O Sabugal é um concelho que tem sido muito atingido pela desertificação e «não podemos esquecer o mundo rural pelo que é preciso que as populações não abandonem estas terras e a agricultura é uma parte fundamental da subsistência».
«Quando ardem 12 mil hectares num concelho como este temos que compreender um certo desânimo que pode apoderar-se das populações, daí que a resposta tenha que ser dada. Desde logo, uma resposta solidária e essa é a razão porque estou aqui», disse.
O Presidente revelou que, quando leu o comunicado da Câmara e tomou conhecimento dos números, ficou «verdadeiramente impressionado» e por isso decidiu «hoje fazer esta deslocação».
O objectivo é «que as gentes do Sabugal sintam que não estão esquecidas, que não estão abandonadas, que podem ser apoiadas, que podem olhar para o futuro, que têm que arregaçar as mangas e terão apoios para continuar aqui na sua terra», afirmou Cavaco Silva, acompanhado pelos secretários de Estado da Protecção Civil, José Medeiros, e da Agricultura, Luís Vieira.
Questionado pelos jornalistas sobre a circunstância da visita ser feita em tempo de pré-campanha eleitoral, Cavaco Silva minimizou a oportunidade, salientando que o objectivo foi que a «visita fosse o mais informal possível».
jcl com agência Lusa

Noticiário da TSF.
Declarações de Cavaco Silva em Sortelha.
:: ::

É a primeira visita do Presidente Aníbal Cavaco Silva ao concelho do Sabugal onde foi eleito com 5133 votos correspondentes a 63,33% da votação total nas eleições de 22 de Janeiro de 2006.
jcl

A economia mundial bateu no fundo e necessita renascer das cinzas com novos conceitos e novos protagonistas. A especulação e a incompetência financeira privada deram lugar a balões de oxigénio dos governos. Por outro lado o concelho do Sabugal não pode ser deixado à deriva com ideias avulsas de promoção turística. Todas as iniciativas que tragam visitantes ao concelho devem ser acarinhadas e aplaudidas. Falta saber e perceber se o retorno é apenas a utilização das casas de banho e o lixo depositado nos caixotes.

Roulote no Largo do Castelo do SabugalA economia está na ordem do dia. A minha vida académica obrigou-me a «encaixotar» (leia-se «ler do princípio ao fim de forma enviesada») o livro de referência «Economia» de Paul Samuelson proposto para a cadeira de economia política. Curiosamente a mais recente edição (já vai na 17.ª) abre no capítulo 1 com os fundamentos da economia e com uma introdução intitulada «Por quem os sinos tocam».
Sem me querer alongar nestas áreas da economia mais ao jeito do meu amigo Paulo Leitão não posso deixar de ser solidário com as preocupações dos nossos dias. Considero que um dos grandes responsáveis a que isto chegou dá pelo nome de Alan Grenspan, judeu de origens húngaras nascido em Nova Iorque e durante quase duas décadas presidente da Reserva Federal Americana. A personalidade veio agora dizer que talvez tenha agido e analisado mal os mercados livres mas… «a sua culpa vai resumir-se a pouco mais do que isso».
Preocupante e inquietante é que os mesmos especialistas (?) económicos pagos a peso de ouro que levaram a especulações monstruosas e ao descalabro são os mesmos que agora nos querem apresentar soluções.
Preocupante e inquietante é o Presidente da República, Cavaco Silva, ter demorado apenas meia-hora a aprovar um monstruoso balão de oxigénio aos principais bancos privados. Nos Estados Unidos e na Inglaterra o Estado nacionalizou e responsabilizou os anteriores administradores pelos danos causados. Em Portugal os bancos privatizam o Estado português e recebem garantias para continuar… no bom caminho (?!?) quando nos diziam que não havia dinheiro para investimentos públicos que relançassem a economia nacional (aconselho a leitura da crónica de José Robalo sobre o assunto).
Mas na economia há muitos monstros sagrados. Vou referir Adam Smith, considerado por muitos o pai da economia moderna e o mais conhecido teórico do liberalismo económico que defendeu que a riqueza das nações resultava da iniciativa privada. A aposta em projectos comerciais que movidos pelo seu próprio interesse promoviam o crescimento económico e a inovação contribuindo para a promoção local, regional e nacional. A economia é uma distribuição com virtude. A virtude não está em poupar mas em escolher os investimentos certos contrariando os defensores do aforrismo e a relação de poupança com o dinheiro. A sabedoria empregue ao gastá-lo é mais importante do que o dinheiro gasto.
Fica contudo, para mim que não sou economista nem investidor na bolsa, uma dúvida de leigo. Para que servem as Bolsas. Se fechassem todas as Bolsas do Mundo o que perdiamos? O que perdiam os cidadãos deste planeta chamado Terra que sobrevivem com um euro por dia? Responda quem souber porque, eu cá, fechava-as a todas. Ponto final parágrafo.

Economia é investimento com sabedoria
Passou este fim-de-semana pelo concelho do Sabugal o BMW X Experience com o patrocinio da marca e os apoios do Governo Civil da Guarda e das Câmaras Municipais do Sabugal, Guarda, Penamacor e do Ayuntamiento de Ciudad Rodrigo. Estamos todos de acordo que as iniciativas privadas podem e devem definir a logística do seu evento. Ninguém tem nada com isso. E todas as iniciativas que passam pelo concelho do Sabugal são bem-vindas. Mas…
A caravana da concentração visitou o Castelo do Sabugal com entrada gratuita, utilizou energia eléctrica das instalações do município e… trouxe uma carinha (tipo roulote das bifanas das feiras) que estacionou junto ao monumento para servir os participantes.
Acredito que a dita carrinha funcionou num espaço público, com seguro, com licença paga ao município e com as devidas autorizações superiores dos serviços camarários.
Mas não posso deixar de me questionar sobre aspectos fundamentais. Uma concentração que utiliza equipamentos sociais e turísticos à borla, que não pernoita, que traz consigo catering (a pagar?) com comida, bebidas e café aproveita a quem? E o respeito que merecem os investimentos privados locais que pagam impostos, licenças e defendem durante todo o ano a imagem do sabugal e do seu património? Impõem-se justificações e esclarecimentos porque este modo de actuação colide frontalmente com as conclusões e objectivos do recente colóquio «Jornadas Raianas sobre o Turismo» que decorreu no Auditório Municipal. Ou tudo não passou de uma encenação arquivada quando terminaram as jornadas.
Que raio de promoção é esta do Sabugal e do seu potencial turístico que não parece passar de acontecimentos avulsos e sem nenhum enquadramento estratégico. Também a nível local a economia resulta de investimentos com sabedoria e retorno.
As respostas e justificações por mais bem elaboradas que sejam não podem nunca deixar de explicar qual o retorno que os responsáveis camarários entendem ter recebido deste evento onde os participantes se limitaram a usar as casas-de-banho e a deixar o lixo no Sabugal.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

O sítio da presidência da República foi renovado passando a disponibilizar novas funcionalidades. Sempre em permanente actualização informativa pretende manter todos os internautas a par das actividades do Presidente Cavaco Silva.

Palácio de BelémO Presidente da República, Cavaco Silva, assinalou o segundo aniversário da sua tomada de posse com o lançamento na página do Palácio de Belém de uma apresentação multimédia intitulada «Os Dias do Presidente».
Os portugueses espalhados por todo o Mundo, e os internautas em geral, têm agora a possibilidade de «acompanhar» Cavaco Silva nas suas actividades presidenciais e «visitar» salas e gabinetes do Palácio de Belém de acesso muito reservado.
O «novo» sítio está muito bem concebido, simples e moderno, incorporando dossiês temáticos com elementos multimédia (imagens, sons e vídeos), visitas descritivas do palácio e do museu e arquivos com áreas temáticas da actividade presidencial.
A agenda do presidente, as visitas de Estado, os Roteiros (Património, Ciência e Inclusão) e as comunidades portuguesas merecem lugar de destaque no sítio da Presidência da República Portuguesa.

Veja aqui a apresentação multimédia: Os dias do Presidente
jcl

O Presidente da República, Cavaco Silva, desloca-se ao Brasil, entre 6 e 9 de Março, para participar nas «Comemorações dos 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro».

Rio de JaneiroPor ocasião das «Comemorações dos 200 anos da chegada da corte ao Rio de Janeiro», o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva e a esposa visitam o Brasil entre 6 e 9 de Março, a convite do Presidente da República Federativa brasileira, Luís Inácio Lula da Silva.
A comitiva presidencial inclui o ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, deputados representantes dos grupos parlamentares e personalidades dos meios universitário, literário, editorial e livreiro.
O programa da visita inicia-se, quinta-feira, com um concerto no Teatro Municipal em honra da cidade do Rio de Janeiro, com Teresa Salgueiro acompanhada pelo sexteto João Cristal. No sábado a comitiva assistirá na Antiga Sé Imperial a um espectáculo de luz e som e a um concerto da Orquestra Sinfónica Brasileira.
Cavaco Silva e Lula da Silva estarão presentes na inauguração da Exposição «Um Novo Mundo, Um Novo Império – A Corte Portuguesa no Brasil», no Museu Histórico Nacional e participam numa Sessão Solene no Real Gabinete Português de Leitura.
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro aproveita a visita de Cavaco Silva para tornar o chefe de Estado português seu presidente honorário no decurso de um almoço com personalidades do meio cultural brasileiro.
No último dia da visita, domingo, é inaugurada a exposição «Lisboa no Rio de Janeiro» e decorrerá uma recepção às Comunidades Portuguesas e Luso-brasileiras no Palácio de São Clemente, residência do Cônsul-Geral de Portugal no Rio.
jcl

O Presidente da República, Cavaco Silva, visita a Guarda nos dias 23 e 24 de Novembro. O programa inclui uma reunião com os 14 autarcas do distrito para se inteirar dos seus projectos e problemas.

Cavaco Silva visita a GuardaO desenvolvimento regional, a solidariedade social e a economia das regiões da Beira Interior serão os temas focados pelo presidente da República na sua deslocação à cidade da Guarda nos dias 23 e 24 de Novembro.
O programa inclui uma reunião com os 14 autarcas do distrito (com o presidente Manuel Rito a representar o Sabugal) com o objectivo de se informar das suas necessidades, problemas e projectos.
Durante a visita Cavaco Silva conhecerá a Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial, um projecto da responsabilidade da Câmara da Guarda e de empresários privados que receberá no início do próximo ano as primeiras empresas após vissicitudes de vária ordem que atrasaram cerca de sete anos a sua conclusão.
O presidente da República passará ainda pelo Instituto de São Miguel, fundado em 1938 por D. João de Oliveira Matos, bispo da Guarda e por Alberto Dinis da Fonseca.
Em Gouveia será recebido na Associação de Beneficência Popular, especialista em medicina física, reabilitação e apoio a portadores de deficiência e inaugura o Museu da Miniatura Automóvel que resultou da doação da colecção particular de Fernando Taborda.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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