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A Coacaça, associação que reúne a generalidade das entidades gestoras de caça e pesca do concelho do Sabugal, viu-se obrigada a ajustar o plano de actividades para os anos de 2011 e 2012, perante o facto do Município do Sabugal ter reduzido substancialmente os apoios financeiros à sua actividade.
A Assembleia Geral da Côacaça reuniu no dia 14 de Outubro, a fim de analisar a nova situação. Os 30 mil euros que o Município se propõe transferir para a associação, em resultado de um protocolo a celebrar entre as duas entidades, obrigará a uma reestruturação da actividade a executar com o objectivo de corresponder aos compromissos com a autarquia, que é parte interessada no desenvolvimento da actividade da associação.
Face às dificuldades e à previsível diminuição dos apoios financeiros, não foram renovados os contratos com os cinco funcionários que a associação dispunha. A situação inviabilizará a celebração de outros cinco contratos, podendo porém celebrar-se dois ou três, tudo dependendo dos termos em que ficar definida a reestruturação do plano de actividades, que ficou decidido efectuar.
A Côacaça propõem-se gerir e implementar alguns projectos que, através do exercício da caça e da pesca, contribuindo para a dinamização económica e turística do concelho do Sabugal. Entre os projectos que a associação e a Câmara Municipal vão protocolar com o Município estão actividades como: a limpeza dos pontos de água nas zonas de caça municipais, a organização e promoção de batidas, montarias e torneios de pesca, a fiscalização do exercício da caça e da pesca nas zonas concessionadas e fazer repovoamentos de espécies piscícolas e cinegéticas.
A associação, enquanto união das entidades gestoras de caça e pesca no concelho do Sabugal, integra as concessões: Zona de caça Municipal do Sabugal Oeste, Zona de Caça Municipal do Médio Côa, Zona de Caça da Serra do Homem de Pedra, Concessão de Pesca Desportiva do Sabugal.
O Município do Sabugal encontrou na Côacaça um parceiro estratégico para a gestão e a exploração dos recursos de caça e pesca do concelho, os quais são um factor estratégico de desenvolvimento económico e turístico que importa aproveitar. A associação tem gerido a exploração desses recursos com uma maior proximidade do aquela que o Município teve enquanto desempenhou algumas das actividades agora atribuídas à associação.
plb
Na noite de 21 de Maio, militares da GNR do Núcleo de Protecção Ambiental de Pinhel detiveram um homem de 48 anos de idade, quando pescava ilegalmente na barragem de Vascoveiro, concelho de Pinhel.
Segundo o comunicado semanal da GNR, o pescador furtivo, que é residente na cidade da Guarda, viu serem-lhe apreendidas as duas canas de pesca que tinha consigo, assim como diverso material utilizado no exercício da pesca. O mesmo foi presente ao Tribunal Judicial de Pinhel, sendo-lhe aplicada a medida de coacção de Termo de Identidade e Residência, enquanto aguardar pelo resultado do inquérito criminal.
Em 18 de Maio, o Comando Territorial levou a efeito uma operação de fiscalização de trânsito, com particular incidência na condução sem habilitação legal e sob o efeito do álcool, bem como na abordagem de suspeitos da prática de crimes. Na operação foram fiscalizados 109 veículos e condutores, tendo sido elaborados 13 autos de contra-ordenação por diversas infracções.
No decurso da semana transacta a GNR registou em todo o distrito da Guarda 22 acidentes de viação. Os sinistros verificaram-se pelos seguintes motivos: 13 por colisão, sete por despiste e dois por atropelamento. Destes acidentes resultaram sete feridos leves.
Durante a semana em apreço, as Secções de Programas Especiais realizaram diversas acções de sensibilização por todo o distrito.
plb
A Câmara Municipal do Sabugal e a CôaCaça organizam, com o apoio da Junta de Freguesia de Ruivós, uma batida à raposa e aos saca-rabos na Zona de Caça Municipal do Médio Côa. A concentração, para caçadores inscritos nas zonas de caça municipal, está marcada para as 8.00 horas de sábado, 11 de Dezembro, no Salão de Festas e Sede da Associação dos Amigos de Ruivós.

O pequeno-almoço e almoço são oferecidos pela Junta de Freguesia de Ruivós.
jcl
Está marcada para os dias 11 a 14 de Novembro, na cidade da Mêda, a I Feira da Caça, Floresta e Produtos Regionais, organizada pela Câmara Municipal da Mêda, em parceria com a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda.

A caça em Portugal tem raízes profundas e hoje reconhece-se a importância do ordenamento do espaço e da gestão sustentada deste importante recurso económico. Com efeito, a caça quando bem gerida pode ser a base de uma importante actividade económica, mas o seu valor aumenta, ainda mais, quando se desenvolve nas zonas mais deprimidas do nosso país, onde a agricultura e a silvicultura encontram algumas dificuldades. A caça é hoje uma actividade que contribui para o aumento do rendimento das explorações agrícolas e para o rendimento das comunidades locais, incentivando a associação. É por isso um importante contributo para o desenvolvimento rural.
O Município de Mêda e a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda (ACCPM), pretendem com este certame divulgar o património cinegético, natural, gastronómico e paisagístico do concelho.
Este evento conta com várias áreas de exposição relacionadas com a caça, produtos regionais, exposição e venda de vinhos locais, tasquinhas com pratos e petiscos de caça, animação e diversas actividades ligadas à temática do evento.
No dia dedicado à floresta irá ter lugar o 1.º Encontro de Sapadores Florestais do Distrito da Guarda, e um colóquio tendo como temática a Protecção Civil.
Paralelamente à Feira irão ser realizadas montarias ao javali (dias 11 e 13), largadas de perdizes (dia 14) e de pombos (dia 12), demonstrações de St. Huberto e de Cetraria (dias 13 e 14), Laser Shot, animação musical, visitas turísticas aos produtores de vinho locais, e um magusto, que irão animar o programa da Feira. Durante os dias em que decorre o certame, os restaurantes do concelho aderentes irão confeccionar, especialmente para estes dias, diversos pratos de caça de forma a divulgar a gastronomia local com os produtos regionais do concelho.
Os interessados em participar nas actividades de caça (montarias e largadas) devem proceder à sua inscrição até sábado, 30 de Outubro através da ACCPM (telemóvel 961 509 491).
jcl (com Turismo da Mêda)
A Portaria n.º 412/2010, de 28 de Junho, renovou a zona de caça municipal da Serra do Homem da Pedra e a Portaria n.º 451/2010, de 29 de Junho, renovou a zona de caça municipal do Médio Côa, situadas no município do Sabugal.
Em 2004 foram criadas pelas Portarias nos. 142/2004, e 144/2004, de 12 de Fevereiro, as zonas de caça municipais da Serra do Homem da Pedra (2236 ha) e do Médio Côa (6116 ha), situadas no município do Sabugal. As concessões eram válidas por seis anos e a sua gestão foi transferida para o município do Sabugal que requereu as suas renovações.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural o Secretário de Estado do Ambiente cumpridos os preceitos legais e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo Despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território pelo Despacho n.º 932/2010, de 14 de Janeiro, publicaram em Diário da República as Portaria 412/2010, de 28 de Junho e 451/2010, de 29 de Junho, renovando as transferências das zonas de caça municipais da Serra do Homem da Pedra e do Médio Côa.
Zona de Caça Municipal da Serra do Homem da Pedra (2236 ha) – Terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Aldeia Velha, Alfaiates, Nave, Quadrazais, Soito e Vale de Espinho, todas no município do Sabugal.
Zona de Caça Municipal do Médio Côa (6116 ha) – Terrenos cinegéticos sitos nas freguesias de Aldeia da Ribeira, Badamalos, Bismula, Nave, Quadrazais, Rapoula do Côa, Rebolosa, Rendo, Ruivós, Ruvina, Sabugal, Soito, Vale das Éguas, Valongo do Côa, Vila Boa e Vilar Maior, todas no município do Sabugal.
Portaria n.º 412/2010, de 29 de Junho. Aqui.
Portaria n.º 451/2010, de 29 de Junho. Aqui.
jcl
Os Ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas e do Ambiente e do Ordenamento do Território concessionaram, por Portaria de 25 de Junho, à «Terras Perdidas-Sociedade Agrícola» a zona de caça turística das Batoquinhas na freguesia de Aldeia da Ribeira no concelho do Sabugal.
Foi concessionada pela Portaria n.º 391/2010, de 25 de Junho, dos Ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas e do Ambiente e do Ordenamento do Território, após consulta ao Conselho Cinegético Municipal do Sabugal, pelo período de 12 anos, renovável automaticamente, à «Terras Perdidas-Sociedade Agrícola», com sede nas Batocas, a zona de caça turística das Batoquinhas (processo n.º 5401 -AFN), constituído pelo prédio rústico denominado Quinta das Batoquinhas, sito na freguesia de Aldeia da Ribeira, município de Sabugal.
A inclusão dos terrenos inseridos em área classificada nesta zona de caça termina ou é condicionada, sem direito a indemnização, sempre que sejam introduzidas novas condicionantes por planos especiais de ordenamento de território ou obtidos dados que determinem a incompatibilidade da actividade cinegética com a conservação da natureza, até um máximo de 10 por cento da área total da zona de caça.
A zona de caça concessionada pela presente portaria produz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectiva sinalização.
Ver Portaria n.º 391/2010. Aqui.
jcl
«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com
Data: 2010.
Local: Rio Côa na freguesia de Rapoula do Côa, concelho do Sabugal.
Foto de: Marco Capela.
Legenda: Quem anda na pesca gosta de apanhar grandes peixes! E se o peixe for a famosa truta ainda melhor!
No rio Côa tudo isto é possível!
Desde que abriu a época da pesca, 1 de Março, já se apanharam muitas trutas mas nada como, no inicio desta semana. Um belo exemplar com 60cm e 2,7 kg! O pescador deste feito foi o Guilherme Camejo Pernadas.
Ao que parece, é o novo recorde da freguesia! O anterior pertencia ao Belarmino Ricardo com 2,6kg, apanhada no ano passado.
Marco Capela
Também fui ao Casteleiro, uma terra que cheira a abraços e com sorrisos de gente acolhedora e amiga. Grupos de garra que não desistem de tornar cada vez mais vivo o coração da Beira. Senti o pulsar daquele povo, mais que nunca, empenhado em defender costumes e tradições. Estes são também passos para dinamizar a Economia, alimentar projectos e dar vida a sonhos que devem ser apoiados, evitando o acelerar da desertificação. Parabéns ao Sr. Presidente da Junta, à Sr.ª Vereadora e ao Sr. Presidente do Clube de Caça e Pesca, bem como a todos os convidados que, através das suas palavras, concederam prestígio ao evento e transmitiram votos de confiança ao Casteleiro e suas gentes.
Mundo Rural
Urge defender
O mundo rural
Tornar vivo e activo
O coração de Portugal.
Este coração
Vibrando em seus folguedos
Que recorda seus segredos
Não esquece, ama
E permanece
Na alegria e no convívio.
Na festa do Casteleiro
Houve risos e sorrisos
Abraços
Falatórios e cochichos
Tendas e artesanatos
Comidas
Bastantes pratos
Ligados à caça e à matança.
Houve discursos bem sentidos
De quem ama a sua terra
Mas também de quem sente
O entusiasmo daqueles
Que rodeados pelos serrados
Saboreiam a planura…
E os falcões bem nos mostraram
O desejo de liberdade
Os sonhos de altura.
Raízes a não deixar morrer
Regar só, não chega!
É preciso adubar, vigiar e proteger.
«O Cheiro das Palavras», opinião de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com
O Casteleiro realizou nos dias 1 e 2 de Maio a 1ª edição da Feira da Caça. Numa organização da Junta de Freguesia do Casteleiro, esta Feira demonstrou a todos os que ali se deslocaram, como é possível colocar o Concelho do Sabugal no mapa…
Tive o prazer e a honra de ali me deslocar no dia 1 de Maio podendo, deste modo, dar testemunho do muito de bom que ali se passou.
Eventos como este, em torno das temáticas da Caça, são muito raros em todo o País, apesar da importância que este sector assume. E também por isso, esta iniciativa merece todo o apoio e reconhecimento.
Mas esta Feira marcou igualmente a diferença pela riqueza e diversidade do Programa, mas, sobretudo, pela sabedoria dos seus organizadores, dos quais me permito destacar António José Marques, Presidente da Junta de Freguesia, que organizaram espacialmente a Feira de modo a cobrir praticamente toda a aldeia.
Na verdade, para se visitar os stands instalados e para se assistir aos diferentes momentos da Feira era necessário percorrer uma parte significativa das ruas e largos do Casteleiro, o que, para além de satisfazer naturalmente toda a população, contribuía também para que os visitantes conhecessem toda a aldeia.
Foi um momento alto de afirmação do Casteleiro e, por conseguinte, do Concelho do Sabugal.
E o seu êxito é um fardo muito pesado para a Organização, pois, obriga a que, para o ano, seja ainda melhor!
O pontapé de saída foi dado e, como acontece muito raramente no futebol, foi golo ao primeiro minuto…
A participação e empenhamento dos habitantes do Casteleiro; as presenças do Director Regional de Agricultura e Pescas do Centro, do Governador Civil do Distrito da Guarda, dos Presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal do Sabugal, e de muitas mais individualidades; os milhares de visitantes e caçadores presentes, são, desde já, a prova de que se fez algo de muito bom no Casteleiro.
Ao meu amigo Tozé (como carinhosamente é conhecido o Presidente da Junta), um abraço muito grande de parabéns e o compromisso de estar a teu lado sempre que de mim precisares.
Aos habitantes do Casteleiro muitos parabéns e um bem-haja pela forma como nos souberam receber.
Para o ano, estou certo, será ainda melhor!
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com
A Junta de Freguesia do Casteleiro, no concelho do Sabugal, demonstrou no último fim-de-semana como se pode mobilizar e dinamizar uma aldeia do Interior, atraindo centenas de visitantes e dando-lhe expressão mediática.

A ideia de realizar uma iniciativa com o nome «Festa da Caça», é desde logo original das terras do concelho do Sabugal, facto que, por si, constitui uma atractividade. Se a essa boa ideia se juntar um programa apelativo, com iniciativas interessantes, e se for conseguido o empenho na boa organização da iniciativa, então temos garantido o sucesso da mesma. Foi isso mesmo que sucedeu no Casteleiro, nos dias 1 e 2 de Maio de 2010.
O tempo até ameaçou a festa, com umas nuvens escuras pairando no céu. Mas os primeiros acordes musicais afastaram o mau prenúncio e a alegria perdurou por todo o fim-de-semana na aldeia mais sulista do concelho do Sabugal.
A dinâmica do presidente da Junta de Freguesia, António José Marques, secundado pela generalidade dos naturais da aldeia, garantiu o pleno êxito da iniciativa. O palco principal recebeu diversos espectáculos, ao mesmo tempo que no bar se serviam bebidas em abundância e o restaurante servia petiscos de caça e outros sabores típicos. Stands demonstrativos de diversas actividades empresariais, institucionais e associativas ocupavam várias ruas da localidade, convidando os visitantes a percorrerem o casario antigo e moderno, verificando o contraste de uma aldeia que cresceu guardando também a memória do seu passado.
De caça propriamente dita houve iniciativas como uma largada de perdizes, mostra de cães de caça, demonstração de falcoaria e de «cães de parar». Na vertente de animação, actuaram os grupos musicais Velha Gaiteira, Osíris, Harmónicas de Ponte de Sor, Cantares de Santa Maria e Rancho Folclórico de Valverde. Também houve uma mostra de cães Serra da Estrela, demonstração de tiro com arco, besta e zarabatana e a actuação de uma equipa cinotécnica da Guarda Nacional Republicana.
Por boa diligência da organização, na manhã do primeiro dia estiveram no Casteleiro várias personalidades, que visitaram o certame e almoçaram na localidade. Governador Civil da Guarda, Presidente da Câmara do Sabugal, Presidente da Assembleia Municipal, Director Regional das Florestas, deputado José Albano, e diversos presidentes das juntas de freguesia do concelho, foram as principais entidades presentes. Todos testemunharam a força de uma freguesia do interior, que demonstrou ter capacidade para garantir um futuro auspicioso, virando as costas à inércia e ao pessimismo.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista
leitaobatista@gmail.com
Desde que, há cerca de um mês, tomei contacto com o programa alusivo à «Festa da Caça» que a Junta de Freguesia do Casteleiro havia elaborado prometi, a mim próprio, que iria estar presente.
Gostaria de ter participado logo no primeiro dia mas os anos de um amigo do peito não me o permitiram.
Domingo, após o almoço, com um dia de calor muito mais sentido no Casteleiro que nos Foios, na companhia da minha esposa, lá fomos à «Festa da Caça».
Confesso que vou sempre cheio de curiosidade e com a certeza de que vou certamente aprender. Confesso, igualmente, que fico sempre muito feliz quando vejo as Juntas de Freguesias envolvidas em actividades sócio – culturais – desportivas e económicas.
É assim mesmo camaradas. Temos que sair das ruas, dos chafarizes e da passagem dos simples atestados. É urgente passar às mais diversas acções. O Casteleiro deu o mote. Julgo que os objectivos foram plenamente alcançados. E se não tivessem sido? Nada de desanimar. Com os erros também se aprende. Mas para mim corre sempre muito bem. Só pela coragem, organização e pelo ar de felicidade que vi em muitas caras de gentes do Casteleiro e de outros visitantes digo que valeu a pena.
Confesso que gostei imenso e por isso transmito os meus sinceros parabéns ao Ilustre Presidente da Junta, restantes elementos do executivo e a todos quantos estiveram envolvidos que julgo terem sido muitos. Esta festa ajuda a dignificar o poder local.
Continuem.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)
jmncampos@gmail.com
A realização de uma Jornada de Reflexão sobre Agricultura e Desenvolvimento Rural no Distrito da Guarda é uma ocasião única para reflectirmos em conjunto sobre o papel que o sector agrícola pode e deve desempenhar no processo de desenvolvimento do Concelho do Sabugal.
Sou dos que consideram que este é um sector fundamental para as nossas terras, não embarcando no comboio dos que dizem que a agricultura não tem futuro.
Mas sou também dos que afirmam que dinâmicas de exploração agrícola com sucesso no Alentejo ou na Região Oeste de Lisboa, não podem nem devem ser o exemplo seguir.
Temos características próprias diferenciadoras que nos afastam de lógicas meramente industrializantes de exploração dos solos rurais, mas que não devem tornar inviáveis práticas agrícolas de subsistência e preservação do território.
Sou, por isso, defensor do desenvolvimento concelhio dos sectores agrícola, agro-pecuário e silvo-pastorício; sou defensor de um sector agro-industrial de transformação/comercialização dos produtos agrícolas, mas igualmente da certificação dos produtos tradicionais; sou defensor de um sector florestal competitivo, sustentável e diversificado, que não se limite à simples exploração do material lenhoso, mas abranja outras formas de exploração como a caça, a pesca, a apicultura, os cogumelos, as ervas aromáticas e medicinais, a limpeza e o aproveitamento da biomassa para a produção de energia, etc.
Mas sou também defensor de práticas agrícolas de subsistência que embora fora dos mecanismos de mercado, contribuem para a manutenção de valores essenciais de identidade e de preservação do solo rural, garantindo ao mesmo tempo rendimentos complementares a muitas famílias e, sobretudo, mantendo em actividade os mais idosos.
Continuo assim a defender que é urgente apostar na criação de condições para que no Sabugal seja possível apostar na Castanha, no Azeite, no Gado, na Floresta, na apicultura e nos doces tradicionais (cereja, abóbora, amora silvestre), nos cogumelos, ervas aromáticas e medicinais, na Caça e na Pesca.
Mas continuo igualmente a defender que é urgente a apostar na criação de condições para:
1) dinamizar o processo de certificação de produtos tradicionais como a carne de vaca, a truta, os enchidos, o cabrito, o mel ou o queijo de cabra;
2) criar e um sector agro-industrial de transformação/comercialização dos produtos agrícolas; e,
3) desenvolver um sector de aquacultura de peixes do rio Côa, com destaque especial para a truta.
E digo mais, torna-se necessário que Comunidade e eleitos locais trabalhem em parceria para a definição de um projecto agrícola concelhio.
Mas, torna-se igualmente urgente apostar, na criação, em parceria com as Juntas de Freguesia e as Associações do Sector Agrícola, de um sector de Agricultura de Subsistência, apoiando técnica e financeiramente práticas de agricultura de subsistência.
Responsáveis, colaboradores e leitores deste Blogue, aqui vos deixo um repto.
Vamos debater, sem preconceitos a questão da agricultura no nosso Concelho.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com
Os recursos cinegéticos são um importante património da nossa região, com fama desde a antiguidade, tendo inclusive o nosso rei D.Duarte feito uma célebre montaria nas margens do Côa.
As montarias ao javali são um exemplo de património de que a região pode retirar vantagens económicas, e que estão a ser aproveitadas para trazerem pessoas ao concelho, no âmbito de um turismo cinegético mais sofisticado, que pode ser orientado para um nicho de mercado com poder de compra mais elevado, exigente na qualidade de serviços turísticos.
Este turismo cinegético pode ajudar a fortalecer a oferta turística da região, além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida, pela transferência de divisas para as zonas rurais, complementaridade com o sector agrícola e fortalecimento da cultura turística e ambiental.
No entanto, a promoção da componente social e lúdica da caça também pode ser associada a outros produtos como o turismo em espaço rural, turismo de natureza, enoturismo, e bird Watch e implicar uma oferta complementar de serviços de alojamento, Hotelaria, restauração, comércio e animação, que podem ser aproveitados pelos agentes económicos locais.
Abrange também uma componente cultural e gastronómica que muitas vezes não é suficientemente valorizada e aproveitada.
As montarias também podem ser aproveitadas para valorizar o património gastronómico da região, com ementas confeccionadas nos restaurantes de referência.
Aqui ficam três receitas bicentenárias e caídas no esquecimento, que podiam muito bem ser confeccionadas pelos nossos restaurantes, associadas ao tema das montarias:
1 – Quartos de javali assados – Esfolado o porco, e feito em quartos, untem-se os quartos dianteiros e trazeiros com toucinho grosso temperado com sal, pimenta e especiarias finas, marinem-se depois em sal, pimenta, vinagre e alhos, e toda a espécie de ervas finas. Depois de marinados, assem-se num espeto e sirvam-se com molho picante.
2 – Lombos de javali assados – Cortados os lombos em todo o seu cumprimento, e limpos de toda a película que os cobre, untem-se com toucinho fino, e depois de marinados e assados, sirvam-se com molho de peverada ligada.
3 – Cabeça de javali – Cortada a cabeça junto às pás, chamuscada e muito bem limpa, tirem-se lhe os ossos do pescoço, dos queixos e toucinho até aos olhos. Deite-se em água para lhe tirar o sangue, e depois de sangrada e enxuta, unte-se com toucinho grosso e tempere-se com muito sal, pimenta, noz moscarda, gengibre, sementes de coentro, folhas de louro, mangericão e manjerona, tudo pisado, cubra-se de pranchas de toucinho, embrulhe-se num pano e ate-se muito bem apertada, meta-se numa panela; deite-se-lhe água e vinho em partes iguais, rodelas de cebola, cenoras, rodelas de limão, salsa, pouco tomilho e alecrim, sal, pimenta preta, e ponha-se a ferver pouco a pouco, cinco a seis horas. Cozida que seja, deixa-se esfriar no seu próprio caldo para tomar mais gosto. Depois ponha-se a escorrer, tirando-se-lhe o pano, e sendo bem enxuta e aparada, sirva-se sobre um guardanapo guarnecido de salsa e de entre-meio.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente
joaovalenteadvogado@gmail.com
O período autorizado para a prática desportiva da pesca nas águas interiores vai abrir já no dia 1 de Março, altura em que as margens do rio Côa se voltarão a encher de pescadores ávidos de capturar a saborosíssima truta das suas águas frias.
O início da época de pesca é sempre um momento muito aguardado pelos amantes dessa actividade, que desde há muito anseiam pelo momento. Uns vão para montante e outros para jusante, de cana em punho e cesto a tiracolo, esperançados em pescar boas trutas. Alguns vão mesmo em conjunto, fazendo desse dia uma jornada de festa.
Na Rapoula do Côa a Associação Cultural e Recreativa local preparou a realização de um convívio, que juntará os pescadores após os primeiros «lançamentos» e onde se espera degustar as primeiras trutas do ano.
Os maiores de 16 anos podem obter a respectiva licença de pesca, desde que não estejam sujeitos a medida de proibição de pescar por disposição legal, decisão administrativa ou decisão judicial.
A pesca tem contudo regras e o seu desrespeito pode originar coimas pesadas que convém evitar.
A primeira das regras é a de que o pescador tem que estar munido de licença para o efeito. Outro dever é o de devolver imediatamente à água os peixes cuja captura não esteja autorizada. Há ainda a absoluta proibição de se usarem quaisquer meios ou processos de pesca que não se destinem a capturar o peixe pela boca.
Para além das coimas, que variam entre os 5.000 e os 50.000 euros, a condenação por qualquer crime ou contra-ordenação pode implicar ainda a interdição do direito de pescar e a perda, a favor do Estado, dos objectos que serviram ou estavam destinados a servir para a prática da infracção e ainda os produtos dela resultantes.
A licença de pesca lúdica em águas doces, também chamada licença de pesca desportiva, pode ser obtida através das caixas multibanco. Para tal os pescadores devem aceder aos menus «pagamentos e outros serviços» e seguidamente a «Estado e Sector Público» até deparar com «Licenciamento de Pesca Lúdica», devendo então seguir as instruções subsequentes que surgem no ecrã.
No Sabugal as licenças podem ser ainda obtidas nas seguintes casas comerciais:
António Manuel & David Alexandre, Lda
Rua Cidade da Guarda, nº20
6320-360 Sabugal
César Augusto Portas, Café e Mini-Mercado
Estrada Nacional, nº38
6320-283 Rendo
Palmira de Jesus Lareia Afonso «Pamel Sport»
Rua Barbosa do Bocage, nº3
6320-355 Sabugal
Robert´s Bar
Rua 5 de Outubro
6320-344 Sabugal
Coyote Bar
Rua dos Pontões, nº 21
6320-392 Sabugal
A Câmara Municipal do Sabugal adiantou a informação de que o rio côa será repovoado com cerca de três mil trutas, ainda antes do dia 1 de Março.
Concessão do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas. Aqui.
plb
Com o objectivo de reduzir a colónia de raposas que tem vindo a causar grandes prejuízos aos agricultores dos limites de Ruivós, Ruvina e Vale das Éguas foi organizada uma batida para o próximo domingo, 7 de Fevereiro. A organização está a cargo da Câmara Municipal do Sabugal com o apoio da Associação dos Amigos de Ruivós e conta com o apoio do Centro Social e Cultural da Ruvina e a Associação dos Amigos de Vale das Éguas. As inscrições dos caçadores interessados em participar na caçada devem ser feitas para o telemóvel 967 571 165.

Eram quase 8 horas da manhã quando os dois primeiros participantes para a 2.ª Montaria Municipal – Serra do Homem de Pedra chegaram à sede do CCRA-Centro Cultural e Recreativo de Alfaiates. Antes disso já a direcção desta associação tinha preparado o pequeno-almoço e o almoço.
Por volta das nove horas e depois de montarem o sistema informático procedeu-se às inscrições para o evento por parte dos técnicos florestais do Município do Sabugal, posto isto deu-se início ao «Taco» para aconchegar o estômago antes do início desta jornada.
Depois de se ter efectuado o sorteio das portas, rezou-se um Pai-nosso e deu-se inicio à Montaria. Eram então 10.30 quando os caçadores e matilheiros seguiram para o campo.
O almoço inicialmente previsto para as 14.30 horas apenas se iniciou às por volta das quatro da tarde já depois da Brigada da ASAE recolher amostras do único animal abatido durante a caçada, o autor do tiro certeiro foi o João «Saranco» do Soito. O repasto foi constituído por uma canja de cornos (que todos sem excepção repetiram mais de uma vez, parabéns ao cozinheiro Carlos Sanches), jardineira de vitela, fruta e queijo, seguido de café e digestivo.
Eram já perto das 18 horas quando o último participante se despediu de nós, agradecendo toda a hospitalidade e tratamento recebido.
Notas finais
– Um agradecimento especial ao Domingos «Trocas» pela lenha e pelo atear da fogueira que tão bem soube aos intervenientes deste evento.
– Um Obrigado ao Município do Sabugal, Dr. Morgado, Vereador Ernesto, Eng.ª Carla e Eng.º Alberto por terem confiado em nós para recebermos este acontecimento na nossa Terra.
– A todos os participantes um bem-haja e se algo não esteve tão bem, aqui ficam as nossas desculpas.
Norberto Pelicano
(Presidente da Direcção do C.C.R. de Alfaiates)
O Clube Trancosense, fundado em 1846, realizou no fim-de-semana de 17 de Janeiro uma Montaria ao Javali na zona de caça municipal da Serra de Pisco que está sob a sua responsabilidade tendo sido abatidos oito animais.
A acção cinegética da montaria ao javali na Serra de Pisco reuniu 65 armas e foi a segunda vez que se realizou nos últimos três anos nesta zona de caça. Como a área não tem sido monteada levou à concentração de muitos animais e foram abatidos oito animais alguns dos quais de grande porte.
Na primeira Montaria, ocorrida em 5 de Dezembro de 2009, foram abatidos nove animais incluindo um javali navalheiro com perto de 200 quilos.
O presidente do Clube Trancosense, João Batista, não tem dúvidas que esta pode ser uma actividade «para atrair pessoas, gerar receitas, criar atractibilidade a Trancoso, fomentando uma actividade rentável, que além de recreativa, é salutar e ajuda também os agricultores».
João Batista chamou a atenção para a importância desta actividade resultando de uma gestão dinâmica do Clube Trancosense que «se pretende projectar para além do concelho de Trancos» e deseja «atingir vários objectivos: o convívio, promoção da região, desfrutar de forma salutar e responsável a actividade cinegética e colaborar com os agricultores para minimizar os prejuízos causados nas explorações rurais pelos javalis dada a sua significativa densidade».
aps (com Trancoso Eventos)
Todas as primaveras, pela semana santa, no quarto crescente, Francisco Maria Manso, médico de Aldeia do Bispo, com consultório no Sabugal, levava uma centena de homens a caminho da serra das Mesas para as famosas caçadas aos javalis. As campanhas, realizadas nos anos 30 e 40 do século transacto, reuniam gente ilustre e pessoas do povo, numa irmandade de circunstância.
Uns iam de espingarda aperrada, prontos a dar fogo sobre os porcos monteses, outros seguiam de pau armado, servindo de batedores, e meia dúzia de populares trabalhavam na logística. A comitiva partia cedo para a serra e juntamente com os homens seguiam dezenas de cães e alguns cavalos e burros carregados de mercadorias.
As caçadas eram autênticas campanhas militares, sujeitas a duras regras, impostas pelo comandante e organizador do evento. Mas também forneciam momentos de folguedo, com reuniões à volta da fogueira, degustando suculentas refeições, bebendo cabonde e contando anedotas e façanhas.
Mas para o comandante Francisco Maria Manso, as caçadas eram sobretudo uma jornada de puro prazer e de exercitação, como se de um treino para uma guerra se tratasse. No seu livro «Caçadas aos Javalis», que escreveu sob o pseudónimo Dr Framar, deixa apontamentos de grande valia para a história das montarias em Portugal. Neles fica claro que as caçadas se não resumiam ao gosto de andar em busca de javalis, linces e lobos. Também havia movimentos auxiliares, com as deslocações da caravana, as refeições e as dormidas no cabanal anexo ao lagar da Quinta do Major, no coração da floresta da Marvana.
Do livro retiramos um trecho que explicita o rigor com que se avançava nas campanhas, com os fornecimentos devidamente planeados:
«Os preliminares do costume. Carta ao compadre Tenente Lopes, para Vale de Espinho, ordenando a ementa: pão, batatas, azeite, vitela, vinho etc. Reunião no Barroco Branco, dia 9 de Abril e merenda nos Carvalhos Basteiros. Arraial! Ordem para apear os cavalos. Dos alforges saem borrachas de vinho, suculentos ranchos de campanha.
Merendas no relvado da Valsa, posição à mesa: sentado no chão… ou deitado. Camaradagem leal. As merendas sobejam e as borrachas passam para os batedores. Marcha geral (a caminho do lagar de azeite, que serve de base à batida).»
Ainda do livro tiram-se referências esparsas aos manjares das campanhas. No primeiro dia cozia-se no panelão bacalhau com batatas e gravanços. No segundo matava-se a vitela que acompanhara a caravana, que depois era assada no espeto. Para o terceiro e último dia guardava-se parte do resultado da montaria. Se houvesse javardo morto, eram-lhe retirados e guisados os fígados e os rins. Igualmente se cozinhava a caça miúda que se houvera interposto defronte do cano das espingardas.
Na campanha não havia mimos. Cada homem, segundo o artigo 6º do Regulamento, tinha de levar dois pratos de alumínio, guardanapo (se não achasse supérfluo, que no mato limpa-se a beiça à manga do casaco) e um copo. A organização apenas garantia comida e um espaço debaixo de telha onde cada um se poderia espojar e enrolar no cobertor que haveria de ter trazido de casa. O almoço e a ceia eram regados com vinho, que abundantemente jorrava dos odres, havendo sempre para o final da refeição um copo de café e umas gotas de aguardente ou de licor.
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista
leitaobatista@gmail.com
A União de Associações de Caça e Pesca do Sabugal (Côacaça), pretende recrutar um jovem para trabalhar na área do concelho do Sabugal.
O perfil da pessoa pretendida pela associação é o seguinte: homem ou mulher com idade inferior a 30 anos, que tenha como habilitações mínimas o 12.º ano de escolaridade, possua conhecimentos de Informática, carta de condução, tenha boa apresentação e seja uma personalidade ambiciosa, proactiva e dinâmica. O candidato terá ainda que revelar vocação na área comercial.
A Côacaça pediu ao Capeia Arraiana a divulgação desta oportunidade de emprego para um jovem no concelho, informando ainda que os interessados deverão enviar os seus curriculum vitae até 20 de Agosto para a seguinte morada:
Rua de Santa Catarina nº 2, 6320-271 Rebolosa.
Para qualquer esclarecimento adicional poderá contactar-se a associação pelo telefone: 969559935.
plb
A prática da caça no território nacional está proibida no domingo, 7 de Junho, em consequência da realização das eleições para o Parlamento Europeu.
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas divulgou um comunicado onde refere que por via da realização das eleições para o Parlamento Europeu, no domingo, 7 de Junho, é proibida a prática da caça em todo o território nacional.
Segundo o número 4 do Artigo 89.º do Decreto-Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, a caça «é proibida nos dias em que se realizem eleições ou referendos nacionais e, ainda, quando se realizem eleições ou referendos locais na área das respectivas autarquias».
De acordo com o calendário cinegético 2009/2010, a época de caça abriu no passado dia 1 de Junho, para espécies como o javali, veado, gamo, corço e o muflão. A prática estará proibida em todo o território nacional no próximo domingo, devido à realização das eleições para o Parlamento Europeu.
Calendário Venatório 2009-2010. Aqui.
jcl
Realizou-se no passado dia 24 de Maio, pelo sexto ano consecutivo, mais um convívio de pesca na freguesia de Rapoula do Côa com a presença de cerca de 70 pescadores.
GALERIA DE IMAGENS – 24-5-2009 |
Clique nas imagens para ampliar |
A Rapoula do Côa é uma aldeia com tradições na pesca muito por culpa do rio Côa que faz questão de passar bem perto.
A modalidade tem ganho ao longo dos anos novos adeptos e servido de pretexto para alegres convívios.
A jornada de pesca teve início às nove horas da manhã com um pequeno-almoço servido a todos os participantes.
Cerca de 70 amantes da modalidade marcaram presença no convívio, munidos com o material necessário.
Embora, devido à chuva, o dia não estivesse muito convidativo para a pesca no fim «houve peixe no cesto» incluindo algumas trutas.
Ao almoço foi servido porco no espeto e ao lanche peixe frito.
Os participantes no VI Convívio de Pesca da Rapoula do Côa deram por bem empregue o seu tempo.
Marco Capela
O ministro da Agricultura, Jaime Silva, afirmou em Santarém no Encontro Nacional de Caçadores que as verbas para as associações da caça já está a ser distribuído.
As boas notícias para os caçadores não se fizeram esperar durante o 17.º Encontro Nacional de Caçadores que decorreu em Santarém integrado na 21.ª edição da Expocaça.
O ministro da Agricultura, Jaime Silva, anunciou que os 2,5 milhões de euros da verba que resulta de 30 por cento das receitas obtidas com a emissão das cartas de caçador iriam começar já esta semana a serem distribuídas.
Estes valores vão servir para acções de formação aos caçadores e também para que as associações possam desempenhar tarefas que anteriormente cabiam à administração central.
O Ministro foi, também, confrontado por Jacinto Amaro, presidente da Federação Portuguesa de Caça (Fencaça), sobre a necessidade de criação de um serviço específico dentro do Ministério da Agricultura para que os processos com as organizações de caçadores se tornem mais rápidos nas suas resoluções.
O Ministro aceitou que a Autoridade da Floresta Nacional (AFN) não consegui cumprir o que estava acordado e daí a demora, mas que agora já estavam criados todos os mecanismos que fariam com as situações fossem mais rapidamente resolvidas.
No final deste encontro Jacinto Ramos mostrou-se bastante satisfeito com os progressos anunciados pelo ministro e a comprová-lo está a primeira ordem de transferência já efectuada.
Regressa assim a paz entre as associações de caçadores e o Governo.
Mais informações relativas à época de caça Aqui.
aps
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas concessionou, pelo período de 12 anos, à Associação de Caçadores de Sortelha a zona de caça associativa com a área de 2789 hectares em Sortelha.
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, depois de ouvido o Conselho Cinegético Municipal do Sabugal, publicou esta sexta-feira, 8 de Maio, a Portaria 483/2009, de 8 de Maio, autorizando a concessão à Associação de Caçadores de Sortelha, com sede social na Aldeia Histórica de Sortelha, concelho do Sabugal, , pelo período de 12 anos, renovável automaticamente, da zona de caça associativa de Sortelha, tal como consta do processo n.º 5223-AFN, englobando vários prédios rústicos, sitos na freguesia de Sortelha, município do Sabugal, com a área de 2789 hectares conforme planta anexa.
Ainda de acordo com a Portaria a zona de caça concessionada produz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectiva sinalização.
Portaria n.º 483/2009 Aqui.
Mapa da zona de caça associativa de Sortelha Aqui.
jcl
A tradição cumpriu-se, em mais um Sábado de Páscoa, em Penalobo. O convívio de pesca organizado pelo Centro Recreativo e Cultural de Penalobo, realizou-se pelo 13.º ano consecutivo.
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