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A histórica cidade de Trancoso ganhou mais colorido este sábado, 22 de Setembro, com a realização do I Encontro das Confrarias das Beiras, iniciativa da Confraria das Sardinhas Doces de Trancoso com apoio da Câmara Municipal e empresa municipal Trancoso Eventos.

Encontro Confrarias Beiras - Trancoso

As confrarias gastronómicas das Beiras reúnem este sábado, 22 de Setembro, em Trancoso. O primeiro encontro é uma iniciativa da Confraria das Sardinhas Doces e conta com o apoio do município e da empresa municipal de Trancoso.
Um encontro de saberes e sabores, de experiências que nasceram na lonjura dos tempos e foram transmitidas de geração em geração, uma componente real e importante da Cultura Portuguesa, autêntica expressão do povo que guarda em si segredos da mesa de «arte de bem comer e bem beber» entendida esta como uma herança histórica, etnográfica e gastronómica mas também de elementos que se conjugam com a actividade agro-pecuária.
As Confrarias, ao conjugarem os cidadãos num objectivo de promoção, preservação e divulgação de produtos locais ou regionais ou de animais como é o caso do Cão Serra da Estrela, estão a preservar o património material e imaterial e contribuir para o desenvolvimento sócio-económico onde é de destacar o Turismo nas suas vertentes gastronómica, monumental, paisagística, o artesanato e as tradições.

Programa
09:30 – Recepção às Confrarias e Sardinha de honra.
10:30 – Sessão de boas vindas de Júlio Sarmento, Presidente da Câmara Municipal de Trancoso e representação teatral dos alunos do 2º ano do C.A.S.C. Escola Profissional de Trancoso.
10:45 –  1.º painel – A Gastronomia/As Confrarias e as Comunidades Locais. Moderador: Dr. Carlos Camejo. Participantes: As Mãos fadadas das Freiras (Santos Costa); Os Comeres da Beira na Idade Média (Armando Fernandes); A Singularidade das Comunidades Locais: Contributos de uma Confraria (Olga Cavaleiro).
11:45 – 2.º painel – Contributo das Confrarias para o desenvolvimento de uma Região. Moderador: Dr. Amaral Veiga. Confrarias Gastronómicas, baluartes de promoção e do desenvolvimentodos Territórios (Madalena Carrito); O contributo das confrarias para a promoção do produto endógeno (Luís Baptista); As confrarias e o Príncipe Kropotkin (Carvalho Rodrigues).
Debate
13:30 – Almoço: Hotel Turismo de Trancoso.
15:30 – Momento Musical: Coro da Santa Casa da Misericórdia de Trancoso.
15:45 – Encerramento. O Poder Local e as Confrarias locais e regionais (Júlio Sarmento).
16:00 – Visita a Trancoso.
17:00 – Lanche partilha com produtos das Confrarias.
jcl (com Gab. Comunicação e Imagem da C.M. Trancoso)

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaEis Linhares, onde a Serra é Mãe, o vento anima os parapentes e os amigos da natureza se abrigam na sombra amiga dos penhascos ou petiscam os bons sabores da serra. Sua altivez humilde e trigueira vem ter connosco, num carinhoso fim de tarde de Outono ou num crepúsculo anunciador de invernia. Tudo nos conforma e conforta naquele agro manjar dos cardos frescos (na leiteira bojuda da moçoila) ou na doçura perfumada das amoras maduras, mas também no pão macio a saber a farinha. Esse imponente herói que a terra-mãe abraça em defesa de seus filhos está aqui, majestoso e meigo, como eu o vejo e admiro.

Linhares da Beira

LINHARES

Tuas gentes simples, boas
Recebem de rosto contente
Quem pratica parapente
Quem te visita curioso
Desde manhã ao sol poente.

Linhares, também és da Estrela
Passado com lendas animas
Penedo granítico encimas
Tuas gentes, teus lugares
Mondego e seus vales dominas.

És Museu ao ar livre
Falando em todas as esquinas
Às tuas gentes deixas rimas
Em paisagens de montanha
Em tuas águas cristalinas.

Como Castelo marcaste
Entre as povoações de então
Se o foral não veio de Leão
Veio mais tarde com 1º Afonso
Eis-te nova povoação.

Afonso II te confirmou
No séc. XIII o foral
Cresceste de importância tal
Ó Castelo de Linhares
A ti mesmo sempre igual.

E o Alcaide de Celorico,
(Nos conta então a história
Para que fique na memória)
Vem em tua defesa
À Senhora, agradeceis vitória.

Uma Capela se ergue
Entre Celorico e Linhares
Fazem-se festas, cantares
Na Romaria de 3 Maio
Rezam civis e militares.

De estilo românico te dizem
Muito importante te ergueste
Nas Inquirições podemos ver-te (1)
E D. Dinis fez-te obras
Para a Fernão (seu filho) conceder-te.

Tiveste guerras com Castela
Por defenderes Beatriz
E aí na História se diz
Que tu Linhares sofreste
Contra o Mestre de Avis.

E depois de Trancoso
Finalmente veio a Paz
Em ti pouco mais se faz
Até ao Séc. XVII
Quando no relógio as horas dás.

Como Monumento Nacional
Foste em XX classificado
E isso deixou-te melhorado
Numa campanha mais recente
Num trabalho mais cuidado.

E assim te deixo o carinho
Que bem mereces, Linhares
Te ofereço simples cantares
Em letras escritas aqui
Contente fico, se gostares.

(1) Inquirições de 1258.

O meu carinho para Linhares da Beira.

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

Os mapas interactivos do Plano Director Municipal (PDM) do Sabugal e dos outros 12 concelhos da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) podem ser consultados através da Internet.

SIG - AMCBEm declarações à agência Lusa, Jorge Antunes, responsável pelo departamento de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) da AMCB explicou que «qualquer municípe poderá, por exemplo, editar on-line a delimitação de uma parcela de terreno, calcular distâncias e áreas ou imprimir uma planta de localização».
Estão disponíveis os planos directores do Sabugal, Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Penamacor e Trancoso. Cada município tem uma hiperligação na sua página que redirecciona o utilizador para o portal da AMCB onde está a informação.
A disponibilização dos PDM na Internet responde a uma imposição legal (Lei n.º 56/2007) e, de acordo, com informações fornecidas pela o projecto global está orçado em meio milhão de euros e é co-financiado pelo Programa Operacional da Região Centro – MaisCentro.
A solução implementada permitirá aos municipes dos 13 concelhos fazer uma consulta prévia a um PDM, tendo como ponto de partida um determinado ponto ou localização no território. Após a identificação da localização da pretensão é possível cruzar esta informação com as classes de espaço, com o regulamento e limitações do PDM e imprimir a informação para o processo de viabilidade de transformação do terreno rústico.
No futuro o sistema irá permitir fazer pesquisas, visualizar e consultar os processos de obras das Câmaras Municipais.

Página da AMCB com o SIG. Aqui.
Página da Câmara Municipal do Sabugal com o PDM on-line. Aqui.
jcl

A freguesia da Carrapichana no concelho de Celorico da Beira, recebeu a III edição do Festival do Borrego. Este ano o evento fica marcado pela criação da Confraria do Borrego Mé-Mé. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagem de Sérgio Caetano da redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
Vodpod videos no longer available.

jcl

A Associação de Comércio e Serviços do Distrito da Guarda também conhecida por Associação Comercial da Guarda (ACG) tem vindo a promover nos centros urbanos do Sabugal, Guarda-Gare, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo e Pinhel a «Mostra de Produtos Regionais» e «O Verão na Rua».

Acções de Rua da ACGDurante o mês de Agosto os eventos tiveram lugar no fim-de-semana de 9 e 10, em Celorico da Beira, de 12 a 17 em Figueira de Castelo Rodrigo e no último fim-de-semana de Agosto (30 e 31) no Sabugal tendo os municípios colaborado com os eventos realizados nas respectivas localidades.
No próximo fim-de-semana, 6 e 7 de Setembro, a iniciativa realiza-se na Guarda-Gare e em Pinhel nos dias 13 e 14.
«A Mostra de Produtos Regionais» e «O Verão na Rua» são iniciativas no âmbito do programa MODCOM – Sistema de Incentivos a Projectos de Modernização do Comércio, e têm como objectivo principal atrair clientes aos respectivos centros urbanos, contribuindo para o reforço dos hábitos de consumo no comércio de rua, através da exposição e comercialização de produtos regionais, dos insufláveis, dos espectáculos ao vivo e da animação e teatro de rua.
jcl

No «Crónicas do Rochedo» do tanguero Carlos Barbosa de Oliveira foi aberta uma discussão sobre a reportagem televisiva do fenómeno «Tony Carreira». Há quem goste, há quem não goste mas… o mais importante é que ninguém consegue ficar indiferente.

Tony CarreiraO percurso do cantor Tony Carreira desde a sua aldeia na Beira Interior até ao Pavilhão Atlântico, passando pelo Olympia de Paris e pelos Coliseus de Lisboa e do Porto já não consegue deixar ninguém indiferente.
Com tudo o que isso significa não tenho qualquer prurido em considerá-lo no panorama português ao nível de Julio Eglesias em Espanha e no Mundo.
Há quem goste, há quem não goste mas já ninguém consegue ficar indiferente. Nem os homens que têm de conviver com as fotografias do cantor da guitarra que as suas mulheres espalham pelas molduras e paredes lá de casa.
Vem isto a propósito do artigo no «Crónicas do Rochedo» sobre a reportagem televisiva que passou esta quarta-feira, na RTP1, sobre o percurso profissional do cantor que nos autógrafos que dá aos fãs assina como Tony Carreira.
Até eu já meti a minha colherada…
Podem espreitar… aqui e aqui.
jcl

A irreverência das tunas académicas está de volta ao Auditório Municipal do Sabugal. A segunda edição do Festival de Tunas da Raia está marcada para sábado, 19 de Abril.

O «II Tunas da Raia» está marcada para as 21 horas de sábado, 19 de Abril, no Auditório Municipal do Sabugal.
Participam na «febre de sábado à noite» a TMUC-Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, a Estotuna D’Espital-Tuna da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, a Tunadão 1998-Tuna do Instituto Politécnico de Viseu e a Tuna Bruna-Tuna da Universidade Internacional da Figueira da Foz.
Extra-concurso terão o seu momento de glória as Meninas e Senhoras da Beira, de Viseu.
As Tunas em Portugal surgiram nos finais do séc. XIX. As histórias fazem referência a um grupo de estudantes de Coimbra se deslocou, um dia, a Espanha e, observando o sucesso que as Tunas por lá faziam importaram a ideia para o nosso país. Os agrupamentos mais antigos são a Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888), a Tuna Universitária do Porto (1890) e a Tuna Académica do Liceu Nacional de Évora.
Actualmente as tunas são um fenómeno cultural com referências em Portugal, Espanha e América Latina.
O espectáculo é organizado pela Câmara Municipal do Sabugal com o apoio da empresa municipal Sabugal+ e a entrada custa três euros.

A Tuna da Faculdade de Medicina do Porto com o tema «Festa Brava»:

jcl

O sabugalense Joaquim Esteves Saloio teve engenho e arte para concretizar uma difícil passagem de testemunho enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral dos anteriores órgãos sociais da Casa do Concelho do Sabugal. Vamos conhecer um pouco melhor este carismático bancário-advogado.

Joaquim Esteves Saloio, é natural da Torre, no concelho do Sabugal. Nasceu no seio de uma família de agricultores e foi o quinto de seis filhos de Manuel José Saloio e Maria Domingas Martins Esteves.
Frequentou a Escola Primária na Torre mas nesse tempo o exame da 4.ª classe era feito no Sabugal. A custo lá confessou que sabia muito bem a data, 1956, porque tinha ganho o prémio do melhor exame desse ano no concelho do Sabugal. Insistimos para que nos explicasse como tudo aconteceu apesar de nos ir dizendo que «talvez fosse melhor não pôr isso no artigo»:
– Era um tipo muito envergonhado na terceira classe. Houve uma altura em que a professora da classe feminina adoeceu e levavam as raparigas à tarde para a nossa sala. Invariavelmente tinha dores de barriga para me deixarem ir mais cedo para casa. O exame da quarta classe no Sabugal foi feito pelo director e pela professora Nina, que dava aulas na Colónia Agrícola de Martim-Rei. Trocavam muitos segredinhos e como pensei que eram namorados fui respondendo descontraidamente às perguntas. No final deram os parabéns à minha professora, a D. Isabel Baltasar, mulher de José Maria Baltasar, que foi presidente da Câmara Municipal do Sabugal antes do 25 de Abril.
Nesse ano ingressou no Seminário Menor da Guarda (instalado no Fundão) onde estudou durante cinco anos. Mas logo nas primeiras férias do Natal quando chegou à aldeia o primo, António Esteves Morgado (que veio a ser presidente do município sabugalense), correu a dizer-lhe: «Oh Quim! Tens que ir à escola porque a professora tem uma caixa com 36 livros e um diploma do melhor exame para te dar.» E assim ficou registada a data para sempre.
Joaquim Saloio frequentou o Seminário Maior na cidade da Guarda durante sete anos. Foi jogador-treinador da equipa dos seminaristas entre 1965 e 67 e recorda os renhidos desafios com o Colégio de São José, do Outeiro de São Miguel, do Reformatório do Mondego e com o Liceu da Guarda onde alinhava o célebre Cameira que chegou a ser internacional português.
Concluiu o curso de Teologia com 23 anos e o padre Joaquim Teles Sampaio, da Amoreira, levou-o para Moçambique para a paróquia de Macuti, na Beira, onde foi responsável pelo canto coral, catequese e escutismo acumulando com as aulas de Moral na Escola Industrial e Comercial Freire de Andrade. «Não fui ordenado padre porque ainda não tinha feito 24 anos. Eu teria requerido a dispensa da idade se o bispo me proporcionasse trabalhar em equipa com os padres Pereira de Matos e Bernardo José Guerra Ribeiro», esclareceu-nos a propósito.
Passado um ano foi incorporado na tropa em Lourenço Marques, primeiro com a especialidade de secretariado e depois em Nampula, como alferes na chefia dos Serviços de Contabilidade e Administração. Aproveitou para dar aulas e ganhar algum dinheiro extra na Escola Industrial e Comercial Neutel de Abreu.
– Um dia entra pela repartição dentro um tipo a dizer que era da Guarda. «E eu também», respondi-lhe. «Sou do Sabugal», acrescentou então. «E eu também», repeti. Olhámos um para outro incrédulos. E foi lá longe em Moçambique que conheci o Morgado Carvalho do Soito. Foi uma festa.
Em 1974, a seguir ao 25 de Abril, regressou ao continente e ao Sabugal.
– Concorri e entrei no BES (antigo Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa) tendo ficado colocado nos serviços centrais na sede. Passei pela secção de letras, pelo departamento Internacional e finalmente fui secretário do Conselho de Administração do BES durante cerca de 13 anos. Pertenci durante muitos anos à direcção do Grupo Desportivo do banco onde em colaboração com Nuno Espinal fundámos o BESCLORE (Grupo de Danças e Cantares do BES).
Decidiu matricular-se na Universidade de Direito tendo-se licenciado em Direito em 1982.
Em Outubro de 2000 ingressou nos corpos sociais do Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) como presidente do Conselho Geral e desde 2003 é presidente da Mesa Unificada da Assembleia e Conselho Geral.
– Uma dia, José Cunha, director do banco combinou comigo ir comer lebre com feijão branco a um restaurante na Baixa. Fiquei sentado ao lado do dono dos armazéns Capelo. E a propósito do Sabugal, o senhor Manuel Capelo diz-me que ainda era primo de uma tal Ti Domingas. Na Torre apenas duas mulheres tiveram esse nome e uma já tinha morrido – Só pode ser a minha mãe – disse-lhe concluindo que acabava de conhecer mais um primo.
As estórias das férias de Verão de Joaquim Saloio enquanto andou no Seminário foram mais que muitas. Entre as publicáveis aqui ficam duas:
Com os nossos 18 ou 19 anos eu e o meu primo, António Morgado, iamos até ao Ozendo e costumavamos visitar a Ti Isabel, mãe da Alexandrina Pereira. Nesse tempo as mulheres sentavam-se nas escaleiras das casas à fresca da tarde. Comentando o pagamento das patentas* uma das senhoras presentes virou-se para nós e disse – Vocês os dois! Se algum vier casar ao Ozendo não paga de patenta menos de cinco contos de réis! – ficámos, estupefactos, a olhar um para o outro mas rematámos «Não importa! Arranjamos melhor sem ter que pagar a patenta!» e fomos embora. Aqui fica outra… Uma vez na Capeia de Quadrazais, como andava no seminário, tive um lugar reservado só para mim na janela da casa da Olinda, filha da Ti Maria do Balhezinho. A meio da capeia apareceram duas raparigas na janela do lado. A dona da casa apresentou-nos e diz-me – Éh Quim! Atira-te a elas! São universitárias!
E terminou com música: «Na altura o Rádio Altitude era conhecido como o Rádio Moca. No top das músicas pedidas esteve durante muito tempo a Baby Baby Camback. Outras modas!»
Fez-se sócio da Casa do Concelho do Sabugal por influência da então estudante Amélia Martins, de Rendo. «Colaborei com a Casa no Conselho Fiscal e ultimamente como presidente da Mesa da Assembleia Geral onde passei uma das mais atribuladas fases da instituição. Felizmente que tudo está no bom caminho. Agora é preciso olhar para a frente.»
Joaquim Esteves Saloio na primeira pessoa.

* A «Patenta» ou «Pagar o vinho» era uma moda que caiu em desuso nas terras raianas em que os forasteiros que quisessem namorar raparigas da aldeia eram obrigados a pagar uma borga para todos os solteiros. Só depois lhe era permitido circular e permanecer junto da casa da sua amada.
jcl

Percorrer os velhos trilhos do contrabando a pé, a cavalo ou de bicicleta é a proposta da Associação Cultural e Desportiva do Soito para 27 de Abril.

Desbravar os velhos trilhos raianos apenas conhecidos dos contrabandistas soitenses é a proposta da Associação Cultural e Desportiva do Soito para o fim-de-semana alargado do final de Abril.
No domingo, dia 27, às nove horas da manhã será dada a partida para as bicicletas todo-o-terreno e para o passeio equestre. Uma hora mais tarde inicia-se o passeio a pé que terá um percurso de cerca de 10 quilómetros.
A saudável jornada de convívio que percorrerá a história contrabandista da raia sabugalense do século XX terminará por volta das 13 horas com um almoço para todos os participantes. Na parte da tarde os miúdos e os graúdos terão à sua disposição insufláveis e animações de rua.
A organização está a cargo da Associação Cultural e Desportiva do Soito em colaboração com a Câmara Municipal do Sabugal, Santa Casa da Misericórdia do Soito e a Associação Promotora do Ensino Profissional da Beira Transmontana (Escola Profissional de Trancoso).
As inscrições são limitadas e podem ser feitas até ao dia 25 de Abril no Bar Lele Cavaca, Bar Azul, Bar dos Bombeiros e Restaurante Zé Nabeiro.

Aqui recordamos um sábio pensamento: «O contrabando não é um crime, é um delito à luz da lei vigente na altura.»
jcl

A empresa de camionagem Joalto da Guarda e os franceses da Transdev criaram a holding Joalto Transdev formando o segundo maior grupo de transporte de passageiros em Portugal.

Autocarro da JoaltoA informação, difundida pela agência Lusa, indica que a Joalto Transdev com cerca de 14 por cento do mercado em número de viaturas ficará posicionada como o segundo maior grupo de transporte de passageiros em Portugal a seguir à Arriva-Barraqueiro.
Passará a estar presente em quatro regiões: Minho, Porto, Beira Litoral e Beira Interior e, até 2010, pretende expandir a sua actividade entre 15 a 20 por cento.
Actualmente o Grupo Joalto engloba 16 empresas de transporte de passageiros que operam com 782 autocarros na zona das Beiras (Beira Interior, Beira Alta, Beira Baixa e Beira Litoral).
Em Portugal o grupo francês Transdev opera a empresa «Metro do Porto» e controla, desde 1997, a Rodoviária da Beira Litoral, Rodoviária de Entre Douro e Minho, Caima Transportes, Minho Bus e Charline num total de 588 veículos.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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