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No Sábado, dia 17 de Dezembro, o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no Grande Auditório o último grande concerto do ano, com o músico sírio Omar Souleyman, que traz à Guarda a sua festiva música de dança. O espectáculo está marcado para as 21h30.

Omar Souleyman iniciou a carreira na música electrónica em 1994 na sua terra natal, Ras Al Ain, com um pequeno grupo de músicos que recriavam em sínteses mais electrónicas a música tradicional da Síria, Iraque, Turquia e do povo curdo (na fronteira). Gravou mais de 500 cassetes, mas o seu nome só ficou realmente conhecido quando assinou pela editora norte-americana «Sublime Frequencies». Entretanto lançou três discos – «Highway to Hassake», «Dabke 2020» e «Jazeera Nights» – e correu mundo. Recentemente, o músico sírio foi convidado a participar no novo disco da artista islandesa Björk, intitulado «Biophilia». A artista conta que descobriu Omar Souleyman através de vídeos no Youtube.
A música de Omar Souleyman é destilada por cânticos árabes e teclados, numa variação pop mais perto do folk dançante. Garantidamente, um concerto de Omar Souleyman é uma grande festa. O músico esteve recentemente em Portugal, na última edição do no festival de Paredes de Coura.
Neste concerto/baile no TMG (exclusivo em território nacional), Omar Souleyman será acompanhado nas teclas por Rizan Said.
Entretanto, o TMG/Culturguarda apresentam na quinta-feira, dia 15 de Dezembro, o «Ar Puro da Guarda», um produto único no mundo. A sessão tem lugar às 21h30 no Café Concerto e a entrada é livre. Vladimir Ianovitsh Kasparoff é o convidado especial para este lançamento do Ar Puro da Guarda. O professor e cientista russo é um profundo conhecedor das propriedades medicinais e terapêuticas do Ar da Guarda e no Café Concerto apresentará alguns dos estudos publicados a esse propósito. Está cientificamente provado que o ar da cidade mais alta de Portugal é de elevada pureza e tem propriedades consideradas altamente benéficas para a saúde. Embalado em frascos de vidro, este extraordinário produto será agora comercialmente disponibilizado ao público em doses individuais, para respirar em qualquer parte e a qualquer hora. Cada frasco de Ar Puro da Guarda, cuja colheita de 2011 foi premiada com o galardão internacional «Best Air in the World» e é agora lançado numa edição exclusiva e limitada, custará 5 euros.
Ainda no Café Concerto, no dia 16 de Dezembro, haverá Funk, Reggae, Blues e Rock com Freetime Café. Freetime Café resulta da fusão de vários estilos musicais que vão desde a Bossa Nova até ao Rock, passando pelo Funk, Jazz, Blues, Reggae, Latin Rock. Com um repertório de temas originais, o grupo é constituído por quatro amigos oriundos da cidade da Covilhã: Ben Luc (voz e guitarra), João Carvalho (voz e guitarra), Luís Mugueiro (baixo) e Marinho (Bateria). O espectáculo está marcado para as 22h00, no Café Concerto. A entrada é livre.
Até 31 de Dezembro, a Galeria de Arte do TMG tem patente a exposição «À luz do sol», de Ana Pimentel.
A artista plástica vive e trabalha no Porto. É Licenciada em Artes Plásticas / Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e foi Bolseira da Fundação Noesis de Barcelona em Teruel / Espanha. O Espaço, o Tempo e a Identidade são 3 factores importantes para a compreensão da sua obra. As suas pinturas cooperam com colagens de cores alegres e com efeitos de calor e luz. São obras que reaproveitam matérias num estilo de «artesanalidade» urbana e em cruzamento de culturas e de memórias (viagens, lugares e até cheiros). A referência à cultura tradicional portuguesa está patente na sua obra.
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 20h30 às 23h, aos sábados das 14h às 19h e das 20h30 às 23h e aos domingos das 14h às 19h.
plb (com TMG)

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Na sexta, dia 11 de Novembro, actuam no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG) os Monges Tibetanos do Mosteiro de Tashi Lhunpo, um espectáculo belíssimo e imperdível que está marcado para as 21h30.

O mundo sagrado do Tibete é carregado de cantos budistas e mantras, de sons de campainhas, trompetes e tambores. Os Monges do Mosteiro de Tashi Lhunpo apresentam neste espectáculo a música e a dança tradicionais tibetanas. Música extremamente subtil e complexa, indissociável das tradições antigas. No seu essencial, a música está destinada à vida espiritual; instrumental ou vocal, requer um conhecimento perfeito dos textos, transmitidos por tradição oral, que os monges interpretam com grande virtuosismo.
O Mosteiro de Tashi Lhunpo é uma das seis grandes Universidades monásticas tibetanas e é a sede do Panchen Lama, o segundo líder espiritual tibetano, logo depois do Dalai Lama. Fundado no século XV pelo primeiro Dalai Lama, este Mosteiro continua a ser o maior representante da tradição Gelugpa dentro do Budismo tântrico tibetano. Desde 1972 que o Mosteiro se restabeleceu no sul da Índia, data em que os monges se vêem obrigados a fugir do Tibete devido à Revolução Cultural Chinesa. Actualmente, são 250 os monges que estudam filosofia budista e tradição Tashi Lhunpo de artes e música sagrada no Mosteiro sediado na Índia. Os espectáculos ao vivo que os Monges do Mosteiro de Tashi Lhunpo têm apresentado por toda a Europa (Reino Unido, Suíça, Itália, Espanha, Portugal e Holanda) nos últimos anos incluem também a exibição de Mandalas, complexos e simbólicos diagramas desenhados com pó de mármore em cores vivas.
plb (com TMG)

As inscrições e a renovação da matrícula dos alunos da Academia de Música e Dança do Sabugal para o ano lectivo de 2011-2012 podem ser efectuadas entre os dias 1 e 20 de Agosto.

Academia Música Dança SabugalA Academia de Música e Dança do Sabugal (AMDS) informa de que está em preparação o ano letivo 2011/2112. A abertura do novo ano escolar da AMDS está prevista para o dia 14 de Setembro, e as inscrições e a renovação de matrícula decorrem entre os dias 1 a 20 de Agosto, na sede da AMDS, às segundas e sextas-feiras, das 17.00 às 19.00 horas.
Lembram-se os cursos ou disciplinas administrados nesta academia: Formação Musical, Instrumental Orff, Flauta e Bisel, Flauta Transversal, Piano, Acordeão, Guitarra Clássica, Violino, Cavaquinho, Trompete, Saxofone, Clarinete, Danças de Salão.
Todos os interessados na frequência da AMDS devem proceder, quanto antes, à renovação de matrícula ou à inscrição, de modo a que em devido se possam organizar os horários dos alunos e dos professores.
As informações sobre as condições de frequência serão prestadas aquando da renovação da matrícula ou da inscrição na secretaria da Academia na Rua Dr. João Lopes, nº 1, no Sabugal ou pelo telemóvel 966 699 977.
Rui Chamusco

No passado Domingo, dia 26 de Dezembro, o palco da Associação Cultural e Recreativa da Torre foi pequeno para os 20 alunos do atelier de música, onde demonstraram os seus dotes musicais, fruto da aprendizagem que têm vindo a desenvolver com o professor Jermela.

(Clique nas imagens para ampliar.)

Foi uma tarde muito bem passada, com os familiares e amigos emocionados e orgulhosos da excelência dos dotes, das capacidades e da enorme vontade de aprender (alguns a darem os primeiros passos) dos alunos da música.
Para os mais pequenos foi uma estreia nervosa, mas tocaram e cantaram as suas músicas com muita alegria. Os mais velhos apresentaram várias músicas, encantaram toda a plateia e deixaram a promessa de, para breve, pisarem outros palcos. Vontade não lhes falta e nós daremos todo o apoio possível para que os seus sonhos se realizem.
Nesta época festiva em que a aldeia quase duplica a população, no Domingo triplicou e demonstrou a todos que se aprende e que não são precisos muitos luxos para encantar.
Um feliz Ano Novo
Associação Cultural e Recreativa da Torre

A canção apresentada nesta crónica não é tradicional do Soito, mas é uma canção que era, tradicionalmente, cantada no Soito. Ainda hoje, embora raramente, se canta.

Música Natal

João Aristídes Duarte - «Música, Músicas...»Trata-se de uma canção tradicional de Natal, cuja origem é a Beira Baixa.
Esta canção era cantada na noite da Consoada, no Soito, sobretudo junto à Fogueira do Galo, ou nas ruas da freguesia.
Há uma bonita versão desta canção no CD dos Navegante, intitulado «Cantigas Tradicionais Portuguesas de Natal e Janeiras», editado em 2009. Há várias variações da letra desta canção, em variadas regiões do país. Esta é uma das canções tradicionais que se espalhou pelo país, através das migrações das populações rurais, que procuravam o seu ganha-pão, longe as suas terras de origem (era este o caso dos «ratinhos», «gaibéus», «caramelos», etc.).
A letra que se cantava no Soito é a seguinte:

Alegrem-se os Céus e a Terra
Cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria

Ó meu Menino Jesus
Ó meu Menino tão belo
Logo foste a nascer
Na noite do caramelo

Do varão nasceu a vara
Da vara nasceu a flor
Da flor nasceu Maria
De Maria o Redentor

Nota: O triste episódio protagonizado pela PT que se «safou» do pagamento de 260 milhões de euros em impostos, através da distribuição de dividendos, mostra, mais uma vez, que o poder político anda de joelhos perante o poder económico. O Governo avisou a Caixa Geral de Depósitos (um dos accionistas da PT) para votar contra a distribuição dos dividendos, mas fê-lo um dia depois de os accionistas já o terem decidido. Para isto não se pode voltar atrás, são compromissos, alegam. «Palavra de Rei não volta atrás» parece ser o lema nestas coisas. Já para assumir os compromissos que assinou com os Sindicatos de Professores, relativos à realização de um Concurso de colocação de docentes, no próximo ano, não há disponibilidade. Neste caso rasgam-se os compromissos assumidos, porque há crise… Estamos entregues à bicharada. De qualquer maneira, nada espero de diferente daqueles que se preparam para assumir o poder, proximamente, nomeadamente do PSD, de Passos Coelho. È tudo farinha do mesmo saco…
«Música, Músicas…», crónica de João Aristides Duarte

(Membro da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

A cantiga que hoje apresento tem uma bonita melodia. É uma canção de amor, em estilo de balada, mas com alguns laivos de «canção de roda» no refrão (constituído pelas duas últimas quadras).

Salgueiro

João Aristídes Duarte - «Música, Músicas...»A quadra inicial repete-se, quando termina o refrão. O refrão repete-se outra vez.
O bucolismo é tema recorrente na música de tradição oral, em Portugal, até porque a grande maioria das cantigas são recolhidas em meio rural
Por isso não é de estranhar a referência ao salgueirinho junto da água, bem como os peixinhos, uma imagem bucólica bastante comum nestas paisagens beirãs. Lembremo-nos dos lameiros e do corte e apanha do feno, uma das tarefas mais importantes da vida nas aldeias, há umas décadas atrás. Tudo era feito por grupos de homens e mulheres, que aproveitavam para cantar em grupo.

Salgueirinho ao pé d’água
Faz sombra aos peixinhos
Quem namora às escondidas
Leva abraços e beijinhos

Amar não é crime
Não é crime, não
Quem deixa o amor
Não tem coração

Amor dá-me um beijo
Dá-me a tua mão
Se tu não ma deres
Morro de paixão.

«Música, Músicas…», crónica de João Aristides Duarte
(Membro da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

A cantiga que hoje apresento é uma cantiga religiosa ou cantiga da Quaresma, integrada no ciclo Pascal. Há muitas em Portugal com esse nome, todas referentes ao Ciclo Pascal. O seu título é «Alvíssaras».

João Aristídes Duarte - «Música, Músicas...»As «Alvíssaras» eram dirigidas a alguma divindade (no Soito, talvez a Nossa Senhora dos Prazeres – não foi possível apurar).
Na região da Beira Baixa também acontecia assim, uma vez que há relatos de que era costume, em tempos mais antigos, em Aldeia de Santa Margarida (Idanha-a-Nova) ou Juncal do Campo (concelho de Castelo Branco) que na madrugada de Sábado de Aleluia se fossem dar as alvíssaras (Boas-Festas) à Senhora da Granja e à Senhora das Dores e, claro, ao vigário da freguesia.
Mais uma vez se torna claro que a música tradicional do Soito (e do concelho) tem muitas semelhanças com as músicas da Beira Baixa.
Hoje, no Soito, já não se pratica o passeio de várias pessoas pelas ruas da freguesia, acompanhadas pelo pároco, aqui conhecido como «Tirar o Folar» e noutras regiões do país conhecido como «Compasso». Eu ainda me lembro dessa cerimónia, realizada na segunda-feira a seguir à Páscoa, em que o passeio era acompanhado pelo sacristão que tocava uma campainha e em que o pároco ia a todas as casas da freguesia dar as Boas-Festas. Já durante a época da Quaresma ainda me lembro de ver o sacristão a tocar umas «matráculas» (que eram constituídas por uma tábua com ferros, que era manipulada de modo a produzir barulho), já que os sinos não podiam tocar.
Eis a letra das «Alvíssaras» do Soito:

Dai-me alvíssaras, Senhora
Deitai-mas no meu chapéu
O Vosso amado filho
Já subiu da Terra ao Céu

Dai-me alvíssaras, Senhora
Num raminho de «sarpão»
O Vosso amado filho
Já desceu do Céu ao chão

Dai-me alvíssaras, Senhora
Dai-mas, se m’as quereis dar
O Vosso amado filho
Já tornou a ressuscitar

Dai-me alvíssaras, Senhora
Deitai-mas no meu «mandil»
O Vosso amado filho
Já tornou a ressurgir.

Ainda sobre a música tradicional apraz-me referir que o cantor Roberto Leal editou já dois discos (em 2007 e 2009) de títulos «Canto da Terra» e «Raiç» (a palavra mirandesa para raiz). Estes discos nada têm a ver com o Roberto Leal (que nasceu em Vale da Porca, concelho de Macedo de Cavaleiros) mais conhecido. São trabalhos, verdadeiramente, representativos da melhor música tradicional portuguesa. Nestes trabalhos Roberto Leal contou com a participação de músicos da Brigada Victor Jara, Galandum Galundaina, Quadrilha e Tocá Rufar e canta em mirandês.
AlvíssarasRoberto Leal que regressou às suas raízes transmontanas, das quais se havia afastado, recorda que nestes trabalhos estão «memórias que foram guardadas pela vida fora, dos tempos em que pensava que falava uma língua rude». Mais curiosa ainda, da parte do cantor, a referência a que «ainda em adolescente, e sem o compreender, fui alvo de chacota por causa da minha pronúncia quando dizia txabe em vez de chave, e achava, como muitos transmontanos de então, que trocar o V pelo B era ignorância».
Confesso que nunca fui grande fã de Roberto Leal, enquanto cantor de música ligeira, mas estes seus dois trabalhos e o facto de referir aquilo que escrevi lá atrás levaram a que passasse a admirá-lo. Temos a obrigação de, pelo menos em escritos, preservar aquilo que nos foi legado pelos nossos avós e é isso que eu tento fazer com estas crónicas sobre música tradicional do Soito.
«Música, Músicas…», crónica de João Aristides Duarte

(Membro da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

A Fanfarra Sacabuxa, da Castanheira (concelho da Guarda) venceu, em Seia, a eliminatória da Região Centro do Concurso Nacional de Música da Fundação Inatel.

Fanfarra Sacabuxa - Castanheira

Realizou-se no dia 3 de Outubro, em Seia, no Cine-Teatro Jardim, a eliminatória regional do Centro do Concurso Nacional de Música da Fundação Inatel. Este concurso opõe Centros de Cultura e Desporto (CCD) filiados que queiram participar com projectos culturais na área das bandas, orquestras, fanfarras e na área dos coros.
Na eliminatória de Seia a classificação das Bandas foi a seguinte: 1.º lugar, Fanfarra Sacabuxa, Associação Juventude Activa da Castanheira (distrito da Guarda); 2.º, Filarmónica União Taveirense (Taveiro, distrito de Coimbra); 3.º, Orquestra do Clube Cultural Desportivo de Veiros (Veiros, distrito de Aveiro); 4.º, Orquestra do Grupo Cultural Recreativo da Taipa (distrito de Aveiro). A Fanfarra Sacabuxa venceu a eliminatória com o projecto «Sobressalto» sob a direcção musical de Elmano Pereira.
Na eliminatória regional de Coros, também realizada em Seia, venceu o Coro da Sociedade Instrução Tavaredense com o projecto «Cantigas de Tavarede».
A Fanfarra Sacabuxa e o Coro da Sociedade Instrução Tavaredense disputarão a final nacional de Bandas e Coros com os vencedores das restantes regiões do País em Beja, no Cine-Teatro Pax Júlia, no fim-de-semana de 20 e 21 de Novembro.
A eliminatória regional de Teatro do Centro realizou-se também no fim-de-semana de 3 e 4 de Outubro em Coimbra, tendo saído vencedor o Teatro Olimpo de Ansião (distrito de Leiria) com a peça «Auto da Índia». Nesta eliminatória participou também o Grupo Guardiões da Lua do Centro de Convívio Cultural e Social de Quarta-Feira (Sortelha, Sabugal) com a peça «Casamentos por Medida».
A eliminatória regional de etnografia do Centro teve lugar no dia 2 de Outubro em Viseu. Nesta eliminatória venceu o Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo (distrito de Aveiro) na categoria de Quadros Etnográficos, não tendo havido concorrentes do distrito da Guarda.
Na categoria de música tradicional e popular apenas concorreu o grupo de Cantares Cantorias, de Vila Chã de Sá (distrito de Viseu) que ficou imediatamente apurado para a final. A final nacional de etnografia está marcada para os dias 3, 4 e 5 de Dezembro no Cineteatro Miguel Franco, em Leiria.
Joaquim Igreja
(Agência do Inatel da Guarda)

Decorre entre 9 e 12 de Outubro, na Covilhã, o 1.º Festival da Cherovia com um vasto programa cultural, educativo e gastronómico. A organização é da Banda da Covilhã em parceira com a autarquia local.

Festival da Cherovia da CovilhãMas e o que é a Cherovia? A cherovia é uma raiz que tem a forma de uma cenoura e a cor do nabo. O seu sabor é uma mistura única e extremamente agradável de ambos os legumes. A cherovia representa um tubérculo com o qual se identifica o concelho e a cidade da Covilhã. A vasta produção só possível nas «Terras da Covilhã» fazem dela um ex-líbris da gastronomia local.
A cherovia, chirívia, cherivia, cheruvia ou pastinaga (Pastinaca sativa) é uma raiz que se usa como hortaliça, relacionada com a cenoura, embora mais pálida e com sabor mais intenso do que esta. O cultivo remonta a tempos antigos na Eurásia: antes do uso da batata, a cherovia ocupava o seu lugar. Em Portugal, é cultivada na região da Serra da Estrela. Foi identificada cientificamente em 1837.
Com o objectivo de criar uma marca e de lhe dar um lugar de destaque no panorama regional e nacional a Banda da Covilhã lança o 1º Festival da Cherovia – Covilhã 2008 que tem como objectivo a divulgação cultural, gastronómico e educacional da região serrana.
O 1.º Festival decorre numa tenda gigante no Jardim Público. Em termos de Gastronomia a organização terá no local uma demonstração ao vivo de como cozinhar as cherovias, bem como a possibilidade de as poder saborear.
Estão previstos dois concursos: um para o maior exemplar e outro para o melhor prato confeccionado, contando este último com a colaboração dos restaurantes e outras entidades da cidade. Quanto ao programa educacional está previsto um colóquio e haverá, no recinto do Festival, uma exposição sobre a biologia e cultivo da cherovia, bem como a tradição covilhanense na utilização desta raiz.
Uma banca de venda ao público irá permitir à associação musical angariar verbas para a compra de instrumentos para os alunos da Escola de Música, Valores e Talentos da Banda da Covilhã.
O Festival conta com o apoio da Câmara Municipal da Covilhã e os ingressos terão o valor de 1.50 euros com direito a uma bebida. As crianças até aos 12 anos terão entrada livre.

– E como cozinhar a cherovia? Dadas as suas características, devem ser cozidas em água e sal e cortadas em fatias finas, no sentido longitudinal, temperando-se com sal e sumo de limão. Em seguida, passam-se por um polme, feito com ovo e farinha, fritas em azeite ou óleo e servem-se. Bom apetite!
aps

A delegação da Guarda da Fundação INATEL «desafiou» os grupos de sopros e bandas filarmónicas do distrito para comemorarem com iniciativas de rua no próximo dia 1 de Outubro o Dia Mundial da Música. Responderam à chamada oito agremiações que vão realizar outros tantos espectáculos musicais.

Inatel da GuardaPara dar um destaque mais abrangente às comemorações do Dia Mundial da Música no próximo dia 1 de Outubro a delegação da Guarda da Fundação Inatel solicitou aos grupos de sopros e bandas filarmónicas que animassem a sua localidade com um concerto ou uma arruada naquele dia.
Responderam afirmativamente e aderiram sete bandas: Centro Cultural de Famalicão (Fanfarra) com um concerto às 21 horas nas ruas de Famalicão; Filarmónica Gratidão de Rio Torto com uma arruada nesta localidade pelas 21 horas; Associação Juvenil os Bazófias de Vale de Azares com um concerto pelas 21 horas no Salão da Rapa; Banda Boa União de Manteigas com um concerto pela Escola de Música da Banda na sede desta pelas 21.30 horas; Filarmónica 1.º de Janeiro de Carragosela com um concerto em Travancinha pelas 21 horas; Banda Juvenil de Tourais com um concerto às 18.30 horas na Junta de Freguesia de Tourais; Sociedade Musical Gouveense (Gouveia) com um concerto de ensembles da Banda às 21 horas no Teatro Cine de Gouveia; e Sociedade Recreativa Musical Loriguense, com uma arruada em Loriga, às 21 horas.
O Inatel e as bandas participantes pretendem com estas manifestações reforçar os laços entre os agrupamentos e a população local, estimulando também o gosto pela fruição da música filarmónica.
Joaquim Igreja
(coordenador cultural)

Fomos a Sortelha no passado fim-de-semana, ao III Iberfolk, onde conversámos com Carlos Alexandre, o principal organizador deste festival de expressão tradicional, onde a música, dança e aprendizagem marcaram presença. Natural de Lisboa, mas filho de Sabugalenses, frequentou no Sabugal a instrução primária, e aqui voltou a assentar arraiais quando acabou a licenciatura em História. Desde que o festival Iberfolk surgiu que está ligado à sua organização, lutando para manter viva uma realização diferente e assim contribuindo para que muita gente visite o concelho do Sabugal.

Que balanço é possível fazer destes três dias de Iberfolk em Sortelha?
Correu muito bem. No primeiro dia, na sexta-feira, a chuva parecia querer estragar o festival, mas nós fomos mais fortes e contornámos a adversidade mudando-nos para o salão do Rancho Folclórico, onde o programa musical se cumpriu. Nos restantes dias tudo correu normalmente, pelo que estamos satisfeitos.
E veio muita gente até Sortelha?
Não tenho ainda uma ideia concreta acerca do número de participantes, mas posso afiançar que vieram muitos mais do que no ano passado. Há aqui muita gente jovem, vinda de todo o país, e também muitos espanhóis que se juntaram a nós, além dos que passaram ao acaso, visitando a aldeia histórica e que, dando conta do que aqui se passava, optaram por ficar connosco.
E a população local com tem reagido a este acontecimento?
Reagiu bem. As pessoas gostam de assistir às diversas actividades e algumas inserem-se facilmente no espírito do festival. Por exemplo, alguns artesãos locais montaram bancas na rua para venda dos seus produtos e os comerciantes adaptaram os seus negócios às necessidades dos participantes no festival. A restante população do concelho também tem aderido mais. A mensagem foi passando e as pessoas compareceram e inseriram-se no ambiente.
Mas o festival, ao que se sabe, foi muito mal divulgado, na medida em que apenas à última hora se confirmou a sua realização.
Por estranho que pareça, só conseguimos confirmar a realização desta edição do Iberfolk há um mês atrás. Começamos a divulgar o festival logo em Janeiro, através de um press release que colocámos no nosso site, mas entretanto demo-lo como morto, porque os apoios não chegavam e assim era-nos impossível garantir a sua realização, já que se trata de um festival gratuito e nós queríamos manter esta matriz. À última hora a Câmara Municipal decidiu dar-nos apoio financeiro e então o festival ficou garantido, tendo porém que colocar tudo em pé em muito pouco tempo, o que apenas foi possível graças à colaboração de muitos amigos. Claro que assim a divulgação ficou prejudicada.
Mas este festival, que já vai na terceira edição, não deveria tentar garantir logo no final de uma edição as condições primordiais para sua realização seguinte, sem estar em absoluto dependente de subsídios?
Isso seria o ideal, mas a verdade é que este festival não se consegue realizar sem apoios. O acesso ao mesmo é gratuito e isso é uma das suas características essenciais que queremos manter. Além do mais ele não vive apenas dos apoios oficiais, que nos são prestados pela Câmara e pela Junta de Freguesia de Sortelha. Como se pode verificar, há aqui muito voluntariado e a ajuda de muitos amigos, sem os quais isto seria completamente impossível. Logo em Janeiro pedimos os apoios através da associação Transcudânia, que é a principal organizadora do evento, mas a verdade é que apenas a um mês do festival esse apoio foi prestado mediante a assinatura de um protocolo entre a câmara e a associação. Penso que realizações como esta deveriam ser devidamente apoiadas. Este festival é marcado pela livre adesão e pelo voluntariado, que talvez não possa durar sempre. Temos aqui amigos vindos de todo o país para nos ajudarem a manter isto em pé e a organização apenas lhes garante o alojamento e a alimentação. Sem eles isto não seria possível, mas não sei até que ponto poderemos manter este verdadeiro milagre com o orçamento reduzindo que temos.
Há então o risco do festival desaparecer?
Estou em crer que isso não vai acontecer, porque há sempre gente nova disposta a dar uma mão para que o festival se mantenha em pé.
E vai continuar a realizar-se em Sortelha?
Vai de certeza ficar aqui em Sortelha. Encontrou aqui o seu espaço apropriado, com a simbologia histórica do local e com condições ideais para a sua realização a todos os níveis, merecendo aqui uma palavra de destaque o presidente da Junta de Freguesia, o Luís Paulo, que tudo tem feito para que as coisas corram bem. A nossa ideia é um dia alargá-lo a outras terras, com a realização de algumas actividades. Também gostaríamos que se estendesse por cinco dias, em vez dos actuais três, que são claramente insuficientes para que as pessoas possam ter a oportunidade de percorrer o concelho.
Estás também à frente da iniciativa Ciência Viva, pela qual se têm promovido viagens de estudo no concelho do Sabugal durante este Verão. Que balanço é possível fazer dessa iniciativa?
Está a correr bem, porque ainda não acabou, embora não adere muita gente, o que é pena. É verdade que tem havido mais aderentes do que no ano passado, mas mesmo assim em número insuficiente para se poder dizer que foi um êxito. Eu fico um pouco triste por não haver mais gente do concelho a participar. A maior parte dos que são do Sabugal, estão cá em férias, mas os que aqui habitam todo o ano aderem muito pouco.
E a quê que isso se deve?
Sobretudo à falta de divulgação. O orçamento não dá para mais, mas tenho a certeza que com uma boa divulgação a população aderia mais, sobretudo os jovens. Nestes meses de verão há muita juventude nas aldeias, que poderia aproveitar melhor a sua estada participando nesta e em outra iniciativas interessantes.
plb

Acabou ontem, 7 de Setembro, o Iberfolk/2008, que durante três dias animou as ruas da aldeia histórica de Sortelha, no concelho do Sabugal, obtendo um estrondoso êxito e conseguindo mesmo o acompanhamento por parte de vários órgãos da comunicação social.

Iberfolk em SortelhaO original festival de cultura tradicional afirmou-se definitivamente e é agora um dos eventos marcantes do concelho do Sabugal. A sua maior originalidade consiste na abertura a todas as colaborações, mesmo fora do programa definido, desde que não colidam com este e se insiram no espírito do Festival. Quem aparece é assim desafiado a mostrar as suas habilidades.
A terceira edição do festival, organizado pela Transcudânia, associação dedicada à valorização do património histórico e natural do concelho do Sabugal, enfatizou o valor histórico e patrimonial de Sortelha e cativou as largas centenas de visitantes para as mais singulares formas de fazer cultura.
Houve música tradicional, workshops de música tradicional e de dança, escalada, caminhadas, passeios de burro, artesanato e, muita animação e convívio. À semelhança dos anos anteriores a participação no Iberfolk foi gratuita e aberta ao voluntariado, conseguindo-se um fim-de-semana repleto de vivência e descoberta.
Esta edição foi amplamente divulgada pela comunicação social, que acompanhou o evento com muito interesse.
Para um balanço da iniciativa e para sua perspectivação futura, Capeia Arraiana foi ao festival, ao encontro do seu maior promotor, o sabugalense Carlos Alexandre. Em breve, na rubrica «À fala com…» publicaremos a entrevista.

O festival esteve em risco de se realizar, porque os apoios oficiais apenas foram garantidos a um mês da iniciativa, embora estivessem pedidos há muitos meses. É isto que se lamenta, porque este evento deve ser acarinhado e apoiado. É com iniciativas destas, originais e marcantes, que o Sabugal poderá ter expressão comunicacional e assim se promover.
plb

Originários de Baião, no distrito do Porto, os Andarilhos, grupo de música tradicional, proporcionaram ao público presente na Festa da Europa, no dia 28 de Julho, um grande espectáculo.

Joao Aristides DuarteFormados por Vasco Monterroso, Frederico Ferronha, Pedro Monteiro, Rui Santos, João Paulo Borges, Paulo Loureiro, Leandro e Inês Igreja, os andarilhos conseguem aliar a tradição a alguma modernidade e fazer uma festa. Foi o que aconteceu na Festa da Europa.
O concerto iniciou-se com uma arruada por alguns membros do grupo, pelo recinto, tocando gaitas-de-foles, caixa e bombo.
Já no palco o concerto começou com «As Sete Mulheres do Minho», um original do grande José Afonso.
Seguiram-se outros temas de música tradicional, com bonitos arranjos. Notava-se que a banda estava bem entrosada, não permitindo paragens entre os temas, como costuma acontecer com algumas bandas deste género musical.
O concerto teve ritmo e o público apreciou esse aspecto.
Alguns dos temas eram originais do grupo, mas a maioria eram tradicionais. Entre eles destacaram-se os temas «O Bravo» (tradicional dos Açores), «Entrudo», «Encandeia», «São Gonçalo de Amarante» ou o tema cantado em mirandês «Streilla da Floresta».
Andarilhos na Festa da Europa no SabugalOutro tema interessante (até pelo título) foi «Cães de Vila».
O tema «P’ra Melhor» (com o conhecido refrão «P’ra Melhor Está bem, está bem, P’ra Pior, já basta assim», popularizado, há uns anos por Sérgio Godinho e a sua companheira Sheila) teve um arranjo espectacular com sabor latino-americano, finalizando num “reggae”.
O público, embora não se aproximando do palco (muita gente ficou sentada nas esplanadas das «tasquinhas» aplaudiu, com entusiasmo a prestação dos Andarilhos. No final os comentários eram quase unânimes: foi um bom concerto!!!
«Música, Músicas…», opinião de João Aristides Duarte

akapunkrural@gmail.com

Anunciado, há poucos anos atrás, foi agora publicado um álbum de quase meio milhar de páginas – «Salmos Responsoriais harmonizados em Coro misto com acompanhamento a órgão», salmos esses próprios das missas dos Domingos e das Festas.

Jesué Pinharanda – Carta DominicalSeu autor é o Padre Bernardo Terreiro do Nascimento, natural, e agora residente em Almeida. Padre há mais de 50 anos, toda a sua vida foi dedicada ao ensino da música, nos Seminários e nas Escolas e, por fim, na Escola Superior de Educação da Guarda. Regeu vários coros da nossa região, incluindo o Coro Etnográfico de Almeida. Aliás, a sua dedicação à música popular levou-o a efectuar a recolha e a harmonização do cantos populares de Riba Coa, num outro álbum, com letras e músicas – «Património Musical de Riba Coa» (1999).
O álbum com os Salmos para as missas em vernáculo, contendo a letra conforme ao Missal em uso em Portugal e a música harmonizada pelo Padre Terreiro, foi apresentado no passado dia 13 de Janeiro, no salão da Igreja Paroquial de São Domingos de Benfica. Trata-se de uma excelente obra musical e gráfica, muito ilustrada com reproduções de telas da pintora Evelina Coelho, algumas delas já expostas em igrejas das nossas terras.
Padre Bernardo TerreiroCoube-nos, por insistência do Padre Bernardo, proceder à apresentação da obra, à assembleia que por completo enchia o salão, mas a verdadeira apresentação decorreu quando o Coro Laudate, dirigido pelo Maestro José Vieira, interpretou 20 dos salmos constantes da obra e, também da interpretação a instrumental pelo Trio Surpresa do Professor Cassiano Pereira, que foi o copista das pautas para impressão. Música litúrgica, sagrada, pronta para servir às paróquias que disponham de um grupo coral, seja amador, seja regular, e seja pequeno ou grande, podendo o coro ser substituído pelos fiéis, desde que ligeiramente ensaiados, e desde que haja um solista que entoe o salmo para que os fiéis possam responder com o refrão.
Obra notável da nossa música litúrgica, numa época em que ainda se fazem necessárias experiências para criar músicas destinadas aos textos litúrgicos em língua portuguesa, pois o canto gregoriano serve muito bem ao latim, mas é complicado vergá-lo às línguas vernáculas.
Cantem, pois, as Paróquias as melodias sacras do Padre Terreiro, já glória da Raia.
«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes

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