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A empresa municipal Sabugal+ poderá ter de recorrer ao reforço da conta corrente caucionada no caso de se manter a demora na obtenção do visto do Tribunal de Contas ao contrato de gestão celebrado com o Município.

Empresa Municipal Sabugal +Capeia Arraiana soube que o Tribunal de Contas pediu explicações ao presidente da Câmara Municipal do Sabugal acerca da transferência de 150 mil euros para a empresa Sabugal+ antes que o contrato de gestão tivesse sido sancionado pelo Tribunal. O dinheiro foi transferido em Março deste ano para fazer face a despesas urgentes. A falta de liquidez e o consequente risco de ruptura financeira ditaram a transferência da verba da conta do Município para a da Sabugal+, tendo o presidente justificado formalmente esse acto com base numa disposição legal do Regime Jurídico do Sector Empresarial Local. Segundo essa norma, havendo um resultado de exploração negativo é obrigatória a realização de uma transferência financeira para equilibrar os resultados de exploração.
A Câmara alegou que os resultados dos últimos anos têm sido negativos, pelo que os 150 mil euros eram afinal destinados a suprir esses resultados, equilibrando assim as contas da empresa.
Este assunto foi tratado na reunião de Câmara de 27 de Abril, gerando acesa discussão entre os elementos do executivo. O vereador Joaquim Ricardo, eleito pelo MPT, garantiu que durante os cinco meses em que foi presidente da empresa nunca se apercebeu que as contas tivessem apresentado prejuízos. O vereador Luís Sanches do Partido Socialista, foi por sua vez extremamente critico com a reiterada atitude de António Robalo tomar decisões que depois apresenta como facto consumado, querendo a cobertura dos restantes elementos do executivo para as mesmas. Considerou que a responsabilidade deve ser apenas do presidente e não dos sete elementos que constituem o executivo, na medida em que estes apenas têm conhecimento das decisões à posteriori, quando são chamados a ratificá-las. Os socialistas defenderam mesmo que esta situação deveria ter sido tratada há muito e de forma aberta no executivo, tendo em vista decidir qual a melhor solução para que a empresa tenha viabilidade financeira.
Face às divergências no executivo, onde o presidente não tem a maioria, e face à dificuldade em se contornar a falta de autorização do Tribunal de Contas para a ajuda financeira, a câmara pondera a possibilidade de autorizar a Sabugal+ a reforçar a conta corrente caucionada. Essa pode ser a solução seguinte, o que estará já a ser tratado com um dos bancos com balcão aberto no Sabugal.
plb

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Transcrevemos a Lição de Sapiência pronunciada no Sabugal no dia 5 de Março de 2011, sábado gordo, no II Capítulo da Confraria do Bucho Raiano, pelo confrade João Luís da Inês Vaz. Por ser extenso, o texto foi dividido em três partes, que publicaremos em dias sucessivos. (parte 1 de 3.)

João Luís da Inês Vaz profere a Lição de Sapiência - Capítulo da Confraria do Bucho Raiano

Diz um adágio popular que «A vaca é nobreza, a cabra é matança, a ovelha é riqueza, mas o porco é tesouro» e uma outra tradição conserva o testamento do porco que diz:

«Deixo…
– o focinho ao camponês para procurar as trufas;
– os dentes fabricante de papel para cortar as folhas;
– as cerdas ao sapateiro para fazer os atacadores;
– os pelos ao pintor para os pincéis;
– a bexiga às crianças para jogarem à bola;
– a pele ao moleiro para os sacos;
– o toucinho ao químico para a cola e o sabão;
– o sebo para as velas de alumiar;
– a banha ao tecelão para amolecer o cânhamo;
– os ossos ao jogador para esculpir os seus dados;
– o fel ao viajante para tirar os espinhos dos pés;
– as unhas ao hortelão para adubar a terra;
– a carne aos comilões.»

É assim que o povo encara o porco e que se criaram tradições à sua volta. Pensa-se que foi há 10.000 anos aproximadamente que o porco começou a ser domesticado. Quando, por 12.000 a.C. o clima aqueceu e o homem se fixou num terreno, começou a domesticação das plantas e animais. Estes vieram, certamente, atraídos pelos restos que o homem lhes deitava ou deitava fora e eles aproveitavam num ciclo ambiental perfeito que o homem tinha no início da civilização. Osso, aqui, grão de cevada ali, o animal aproximou-se e assim começou uma relação homem-animal que até hoje mais não desapareceu. Entre estes animais estava o porco que se pensa terá começado a ser domesticado na China, dizia-se há uns anos ou no Próximo Oriente, pensa-se mais hoje, há cerca de 8.000 anos. O que é certo é que, independentemente disso, e porcos há-os por todo o lado, em estado selvagem, não haja confusões,… e, portanto é possível que tenha existido mais que um centro de domesticação mais ou menos simultâneo.
Semi-domesticado ou domesticado, o que é certo é que a partir daquele momento o porco, com licença de todas V. Senhorias, nunca mais deixou de estar presente na mesa dos homens, ricos, pobres ou remediados. Passou a ser um verdadeiro tesouro que o homem podia ter num curral ao lado de casa, que podia estar num lameiro mais afastado ou num «côcho» mesmo por baixo da própria casa. A criação do porco, com «viandas» cruas ou cozidas passou a ser uma prática familiar colectiva que a todos ocupava: os garotos ajudavam a apanhar as ervas e compraziam-se a ver deitar a vianda aos bacorinhos, os pais faziam as viandas que eram cozidas nos caldeiros de zinco postos nas cadeias e depois davam-na aos porcos aos bocados, depois de misturada com água e farelos, na pia de pedra ou no balde de madeira onde eles a comiam sob o olhar atento das crianças e seus pais, muitas vezes coçando-lhes o lombo… Chegada a altura própria, lá para o Outono ou Inverno, quando já não havia moscas, lá vinha o pior momento da vida do porco, mas um dos de maior alegria familiar, a matança. E que espectáculo, para a família, que participava activamente, para a vizinhança que ajudava e até forasteiros que houvesse na terra… O pai, preparava a matança e segurava o porco no momento de o matar, os miúdos pegavam ao rabo do porco, não fosse ele fugir…, (era a iniciação ao rito adulto da matança), a mãe segurava um alguidar onde já tinha posto sal para aparar o sangue que a seguir iria servir para confeccionar as morcelas, os vizinhos ajudavam a segurar o porco e as mulheres estavam na cozinha na azáfama de preparar o almoço e tudo o resto necessário para os enchidos, como migar o pão para as morcelas e farinheiras, preparar as tripas, atiçar o lume para que mantivesse forte, ter as panelas com água a ferver que nunca é demais nestas ocasiões…
(Continua.)
João Luís da Inês Vaz

João Luís da Inês Vaz nasceu em 1951 no Soito, freguesia do concelho do Sabugal, é doutorado em Pré-História e Arqueologia pela Universidade de Coimbra e é professor associado da Universidade Católica Portuguesa. Para além da vida académica desempenhou diversos cargos públicos, entre os quais o de governador civil de Viseu, durante sete anos. Publicou mais de 120 trabalhos de carácter histórico, arqueológico, didáctico e pedagógico em livros ou revistas da especialidade, em Portugal, Espanha, França e Itália.
plb

Se há coisa que está nos «genes» do português, que nenhum ultimato, ocupação, PEC, acordo ou pacto, impostos pelo Exterior, lhe tiram, é o seu eterno espírito de humor, que mesmo em situações de crises profundas, deriva, quando muito em humor negro.

Manuel Pinho

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»Desde o «bardamerda» com que o Almirante Sem Medo brindou o cerco à Assembleia da Republica no Verão Quente de 1975, que pessoas com altas funções utilizam o vernáculo, à falta de argumentos mais nobres.
Os exemplos são muitos e os jornalistas não se coíbem de os publicitar e florear desde o feliz desaparecimento do «lápis azul».
A propósito deste ultimo incidente, relembram-se os seguintes mimos:
«– Olhe (Jerónimo de Sousa) vá à merda! Idiota! Mandrião! Vá trabalhar, que é aquilo que nunca fez na vida!» (Francisco de Sousa Tavares, no Parlamento em 1980).
«Sendo pai de um só rebento/ lógica é a conclusão/ de que o viril instrumento/ só usou parca ração-uma vez. E se a função faz o órgão/ consumada essa excepção/ ficou capado o morgado» (Natália Correia, ao deputado João Morgado do CDS em Abril de 1982).
«Mas julgo que nesse domínio, não fiz mais que cumprir o Regimento, cujo artigo 69… curioso número! (…) Com toda a franqueza, não sei do que é que se estão a rir, não sei se é preciso, mandar evacuar o hemiciclo.» (Mota Amaral em Julho de 2002).
«V.ª Ex.ª é uma pessoa honesta e vai esclarecer já a insinuação ou V.ª Ex.ª não passa de um vulgar canalha.» (Jaime Gama para Guilherme Silva, no parlamento).
«Manso é a tua tia, pá» (José Sócrates para Francisco Louça, em debate parlamentar).
«Esses espíritos que se auto-masturbam (referindo-se à oposição). Há aqui uns bastardos da comunicação social do continente e chamo-lhe bastardos, para não lhes chamar filhos da puta. Estou-me a cagar para Lisboa; quero que a AR se foda; defeca baba e ranho (referindo-se Miguel de Sousa Tavares); ou bebeu ou está a ficar senil.» (referindo-se a Almeida Santos). (tiradas do Presidente Regional da Madeira).
Como se vê, esta linguagem, que Sócrates chama de brejeirices, expressões pouco felizes, no dizer de Passos Coelho e Excessos quando se anda acelerado, mais não é que exibição do calão português, usado correntemente, pela actual corrente dos nossos políticos. Tal como fez o ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, com os cornos…
Neste ultimo episódio de Eduardo Catroga em que «o desvio do debate político-económico, para o âmbito púbico-capilar» é patente, está-se a desvalorizar a força do dito que ao longo da História Antiga e Moderna, tem dado provas de grande força, mudando-lhe às vezes o seu rumo, como foi o caso de Cleópatra.
Razões têm os antigos ao dizerem que «pode mais um pentelho de gaja, que uma junta de bois».
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

Eduardo Catroga, chefe da equipa negocial do PSD, para os PEC’s, tem protagonizado verdadeiras cenas hilariantes nos últimos tempos. Também conhecido pelo «Homem das Cartas», uma vez que já escreveu várias missivas ao Governo a pedir explicações sobre aspectos da política económica, foi identificado como «cliente do mês dos CTT», num site humorístico na Internet.

João Aristides DuarteEduardo Catroga é apontado como o futuro Ministro das Finanças de um Governo chefiado pelo PSD, mas têm sido tantos os tiros no pé que este homem tem dado, que não sei se conseguirá atingir o seu objectivo.
O PSD só se pode queixar de ter escolhido este homem como porta-voz do partido para as questões económicas, uma vez que as trapalhadas são tantas que não sei como ainda o deixam emitir opiniões.
Catroga está reformado e aufere uma pensão no valor de 9.600 euros mensais. A pensão é paga pela Caixa Geral de Aposentações, devido ao seu desempenho como professor catedrático a tempo parcial 0% (alguém explica o que isto quer dizer? Para qualquer leigo na matéria isto significa não fazer nada) e o seu trabalho no sector privado.
Segundo ele próprio explica, para simplificar, a pensão é paga pela CGA, quando esta instituição não tem obrigação de pagar pensões de quem trabalhou no sector privado.
Já foi Ministro das Finanças e estive ligado à criação das famigeradas Parcerias Público Privadas, que se iniciaram no Governo Cavaco Silva, e, agora, tanto são criticadas por parte do PSD e CDS.
Foi enquanto Ministro das Finanças que se efectivou a privatização do Banco Português do Atlântico, onde Jardim Gonçalves era Presidente. O BPA foi, depois incorporado no BCP, de que Jardim Gonçalves passou também a ser Presidente. Foi com o dinheiro do crédito do BPA que Jardim Gonçalves fundou o império BCP. Tudo bons rapazes… Muito bons rapazes…
Ultimamente, Eduardo Catroga tem produzido declarações verdadeiramente hilariantes, como aquele que se deveria passar a taxa de IVA reduzido da cerveja para a taxa normal, quando a cerveja já é taxada a essa mesma taxa normal de IVA. No mesmo dia, disse que afinal se estava a referir ao vinho («Era o vinho, meu Deus, era o vinho…»).
Voltou à carga com outra declaração em que afirmava que se devia baixar a Taxa Social Única em 4%, para, logo depois, acrescentar que, afinal a descida deveria ser de 8%.
Apesar de reputados economistas (até próximos da Troika governativa PSD/PS/CDS) referirem que a descida da Taxa Social Única não faz aumentar a competitividade das empresas, Eduardo Catroga continua a insistir na mesma tecla.
Mas a última e mais hilariante declaração de Eduardo Catroga aconteceu numa entrevista à SIC, onde referiu que o PS e PSD se entretêm a discutir «pintelhos», em vez de discutirem o que é essencial. Foi a risota geral… Em tudo o que é fórum da Internet estas declarações foram usadas até à exaustão.
Eduardo Catroga, realmente, não diz coisa com coisa. Sócrates e o PS esperam bem que o PSD não deixe cair aquele que é apresentado como o futuro Ministro das Finanças do PSD, para poderem dormir mais descansados.
Já com a escolha do cabeça de lista do PSD por Lisboa aconteceu outro tiro no pé, aqui tanto por parte do candidato (Fernando Nobre), como por parte do PSD. Assim, não fico admirado com o resultado das sondagens. Sei bem, no entanto, que tanto o PSD como o PS (e o CDS), que assinaram o memorando da Troika nada de bom irão trazer para o Povo português. Votem neles e, depois, queixem-se.
«Política, Políticas…», opinião de João Aristides Duarte

(Deputado da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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