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Hoje, e na próxima semana, com a concisão de argumentos que impõe um blogue, vamos glosar duas teses sobre Riba-Côa, muito difundidas por alguma da nossa Historiografia; a saber: A hipotética conquista do território pelo nosso rei D. Afonso Henriques e posterior perda para os mouros ou leoneses, ou para aqueles, com posterior reconquista destes; a conquista militar de Riba-Côa, por D. Diniz, no âmbito da guerra sucessória entre o Infante D. João de Lacerda e Fernando IV de Castela, e sua posterior incorporação de iure, com o tratado de Alcanizes, no território Português.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaNa minha opinião, nenhuma das teses está cabalmente comprovada histórica e documentalmente. Não alinho portanto por aquelas teses.
De facto, salvo melhor opinião, não só que a conquista de Riba-Côa aos mouros foi Leonesa e não Portuguesa; mas também, o tratado de Alcanizes, pode apenas ter consagrado de iure, o resultado de uma composição amigável anterior, no contexto da paz acordada na referida guerra civil, em que D. Dinis se envolveu, no Outono de 1296, como aliado daquele do Infante e da coroa de Aragão.
As fontes que parecem confirmar a conquista Leonesa do território de Riba-Côa, são: Maris, no dialogo 2; Rodrigo Mendez Silva, Dialogo Real Tit. filhos do Emperador Dom Affonso; Brandão 3.pl. 1º e 37; Bernardo de Brito nas Crónicas de Cister tom. 1 liv. 5 cap. 3.. A Revista Lusitana, Vol XIII, 1 e 2, e a Crónica Geral De Hespanha, a Monarquia Lusitana de Frei Francisco Brandão, e Potrugaliae Monumentae Historicae, de Herculano.
Da posse de Riba-Côa, por D. Dinis, temos, como fontes, a crónica de D. Diniz cap. VII, VIII e IX, de Rui de Pina, a qual, apesar de referir uma conquista pela força das armas, confrontada e integrada com as fontes espanholas, designadamente com Fernando Soarez, cronista de Valhadolid, contemporâneo e testemunha presencial dos factos, que vivia na corte espanhola, estacionada nesta cidade, e, tendo em conta a forma como se projectou no terreno a campanha militar de Valhadolid, induz mais à conclusão da posse pacífica e consentida.
Os limites de Portugal e Leão, no interior, até mesmo durante o governo do Conde D. Henrique e de Afonso Henriques, sempre foram vagos. O litoral, sabe-se por uma carta de 965, ia a flumine minco usque in tagum (port. Mon. Hist Dipl. ou carta. Pág 221). Ao norte do Douro, até ao ano 1100, o ponto mais oriental, podendo considerar-se português, é Campiã (Camplana) (Iden p.455). A Sul do Douro, os territórios da moderna Beira Baixa tinham o nome de Estremadura, segundo um documento de 960 e outro de 1059 diz «in estremis ex alia parte durio.»(Iden p. 256)
Os castelos que ficavam naquela Estremadura eram, segundo a carta de 956 «Trancoso moraria longrobia nauman uacinata amindula pena de dono alcobria seniorzelli Caria cum alias penelas et populationes».
O documento de 1059 repete as mesmas povoações «Trancoso moraria longrobia nauman uacinata amindula pena de dono alcobria seniorzelli Caria».
Ou seja, os limites orientais de Portugal, na latitude do Côa, eram em meados do Sec. XI Trancoso, Moreira de Rei, Longroiva, Almendra, Penedono, Terrenho e Caria.
No sec. XII e XIII avançaram até aos limites do Côa, porque é de fins daquele século a erecção da diocese da Guarda e o foral de Pinhel, e do primeiro quartel deste, os forais de Penamacor, Belmonte, Sortelha, Touro e Castelo Mendo.
Pelo que se pode afirmar que todo o território da margem esquerda do Côa, desde o Sabugal até ao Douro, era Português. A margem direita era e sempre foi, Leonesa.
Em meados do sec. XII, mais propriamente por volta de 1156, no tempo de Fernando II de Leão, genro e contemporâneo de D. Afonso Henriques, as terras da Beira e estremadura estavam ainda sujeitas aos mouros, pelo menos o Côa Intermédio e Superior.
O Côa Inferior, sob influência do convento de Santa Maria de Aguiar por volta de 1176 já era Cristão e leonês, uma vez que o referido convento já existia em 1165, e do seu cartório fazem parte varias doações pelo rei D. Fernando II de Leão de uma terra na foz do Rio Aguiar (Cart. de Aguiar, maço 7, n.º 12) e junto à Vermiosa (iden, maço 1, n.º 25), e D. AfonsoIX doou outra em Rio Seco, na Nascente do Rio Aguiar (Mal Partida), e outra em Fonte do Canto (Mêda) ao referido convento.
Por essa altura, um grupo de moços nobres Leoneses , capitaneados por D. Soeiro, assentou arraiais perto de Ciudad Rodrigo, querendo aí fundar um castelo para combater os mouros. A instâncias de um ermitão, de nome Amando , diz Bernardo de Brito, que e recolhera numa ermida de invocação de S. Julião, junto à vila do Pereiro, Pinhel, instalaram-se neste local, uma vez que as povoações cristãs junto daquele local podiam ajudar naqueles intentos.
Com o tempo fortificaram o lugar, correu fama dos seus feitos e juntaram-se-lhes outros cristãos e, formando uma milícia religiosa, tomaram de Ordonho, Bispo de Salamanca, as regras de São Bento, segundo os estatutos de Cister, vestindo escapulário e capelo negro.
Participando sob o pendão do referido D. Fernando de Leão, em 1776 na batalha de Organal contra o nosso D. Afonso Henriques, foram compensados por aquele rei, no mesmo ano, com os lugares do Pereiro, Reigada, Vilar, Trupim, Colmeal, Almendra e Granja da Fonseca.
Ora, a instalação da ordem deu-se entre terras cristãs, mas numa zona de conquista, conforme podemos observar. Por outro lado, se o Rei de Leão doou aqueles territórios, todos no Côa Intermédio, à Ordem do Pereiro, é porque os mesmos eram Leoneses e não portugueses; ninguém dá aquilo que não tem!
Se não doou territórios na zona do Côa Superior, concelhos de Alfaiates, Vilar Maior e Sabugal, o que seria lógico, sendo uma zona de fronteira e de reconquista, é porque os mesmos àquela data ainda não eram cristãos.
A corroborar esta afirmação está o facto de já ter sido o terceiro mestre da ordem, Bento Soares Sugis, a expulsar os mouros de toda a Riba-Côa e a conquistar Almeida e todas as restantes terras de Riba-Còa que hoje pertencem a Portugal.
E esta data é seguramente posterior a 1183, pois este foi o ano em que o papa Lúcio III instituiu o Mestrado na ordem na pessoa do antecessor de Bento Sugis, Dom Gomes.
E na Ordem do Pereiro se mantiveram estes territórios porque aqui se mantinha esta ordem, quando Afonso IX de Leão lhes doou em 1218 a Vila de Alcântara, cidade para onde transitou a sua sede, passando a designar-se como Ordem de Alcântara.
A razão desta doação está no facto de os território a Sul do Sabugal ser português e da Ordem de Santiago, o que impedia esta ordem de continuar a luta aos mouros. A vila de Alcântara, recem-conquistada, recolocava a Ordem do Pereio na linha fronteira da reconquista.
A confirmar ainda esta posse Leonesa, além do domínio de uma Ordem militar Leonesa, beneficiária de doações régias Leonesas, está ainda o facto das tentativas de conquista do território de Riba-Côa a Leão, pelo nosso infante D. Afonso (futuro Afonso II), em 1195 e 1199, datas em que foi derrotado perto de Pinhel e de Cidad Rodrigo, respectivamente. Duas pesadas derrotas não têm como consequência uma conquista; como é do senso comum, e da lógica militar!
A minha dúvida está em saber se Castelo Rodrigo chegou ou não a ser portuguesa, ainda que transitoriamente, antes do tratado de Alcanizes, na sequência das campanhas de Afonso II no território. O facto prende-se com o facto de o mesmo rei, por volta de 1213 se encontrar em Castelo Rodrigo, aquando do episódio do regresso ao reino da Ribeirinha com o seu raptor, Gonçalo Viegas, neto de Egas Moniz, e sabermos por um documento do cartório de Aguiar, datado de 1194, que Fernando de Leão doou a herdade de Tourões, no termo de Castelo Rodrigo, ao mosteiro de Aguiar. Outra dúvida é se Castelo Mendo, que teve foral Português em 1229, foi portuguesa desde essas campanhas também.
Acresce ao facto, de ter sido em 1238, atenta a correcção no lapso na transcrição da data feita por Bernardo de Brito na sua Monarquia Lusitana, que Afonso de Leão concedeu carta de povoação a Vilar Maior e esta vila ter sido posteriormente integrada, em meados do século XIII, tal como Caria Talaia, pelos reis de Leão no termo do Sabugal, e de serem à data do tratado de Alcanizes todos os foros e costumes destas terras, à excepção de Castelo Mendo, Leoneses; sendo que todas as do Baixo e Côa Intermédio pertenciam à comarca de Cidad Rodrigo e as do Alto Côa, do senhorio de D. Sancho de Ladesma, formavam a comarca de Ladesma, fronteiras com Portugal.
Por tudo o que se vem dizendo, e porque as fontes omitem ter sido conquistada esporadicamente por D. Afonso Henriques, e a te-la este perdido para os mouros ou Leão, estou convencido que Riba-Côa, à excepção de Castelo Mendo, nunca foi portuguesa, antes do tratado de Alcanizes.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O comércio tradicional na cidade da Guarda vai desaparecendo pouco a pouco. Para mais tarde recordar. Reportagem das jornalistas Paula Pinto, Sara Castro e Andreia Marques com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Os forais manuelinos do Sabugal, Sortelha e Vila do Touro, vão ser digitalizados pelo Arquivo Distrital da Guarda (ADG) com vista a sua disponibilização via Internet, a fim de facilitar o acesso aos documentos por parte de investigadores, estudiosos e o público em geral.

No âmbito do objectivo de disponibilizar, via Internet, documentos históricos em formato digital, o Arquivo Distrital da Guarda vem celebrando protocolos com os Municípios a fim de garantir a digitalização de alguns desses documentos.
No seguimento desse procedimento, o ADG pretende assinar um protocolo com a Câmara Municipal do Sabugal para garantir a digitalização de três forais manuelinos: o do Sabugal (1515), de Sortelha (1510) e de Vila do Touro (1510). Os forais originais, em pergaminho, estão na posse do Município sabugalense.
O protocolo garantirá ainda o estabelecimento de uma cooperação sistemática, que poderá ir da simples troca de informação até à realização conjunta de projectos de estudo e de valorização do património arquivístico.
O primeiro documento que o ADG disponibilizou através do seu sítio na Internet, foi a constituição sinodal aprovada em sínodo de 29 de Junho de 1614, sendo bispo D. Afonso Furtado Mendonça. A partir desse primeiro passo o ADG passou a disponibilizar sucessivas reproduções digitais, certificadas e não certificadas dos documentos detidos.
O Arquivo Distrital da Guarda está instalado no edifício do antigo Convento de São Francisco da Guarda, que também já foi quartel e sede do Regimento de Infantaria n.º 12.
Uma recuperação profunda das alas sul e poente do edifício veio dotar o Arquivo Distrital, a partir de 1993, de uma capacidade de depósito para cerca de três quilómetros de documentos, dispondo de uma ampla sala de leitura e de um espaço polivalente destinado a exposições e auditório.
plb

Democracia é que é difícil que lhe possamos chamar. Estamos debaixo do pensamento único, o único autorizado por um invisível e omnipresente polícia de opinião. Esse pensamento foi muito bem definido por Alain Minc, economista e director de empresa: «O Capitalismo não pode modificar-se, é o estado natural da sociedade. A Democracia não é o estado natural da sociedade. O Mercado sim». É com este pensamento que milhões de portugueses irão às urnas a 5 de Junho próximo.

António EmidioEsta União Europeia, em que a preponderância da economia sobre os demais aspectos da vida humana é uma realidade, e que está regida pelos interesses particulares de nações poderosas como a Alemanha e a França, deixa os políticos dos outros países membros, principalmente os mais débeis política e economicamente, pouca ou nenhuma margem de manobra para um trabalho realmente pessoal e criador. Esta União Europeia está a ficar destroçada pela acção de um capitalismo desregulado e selvagem, pelo desemprego galopante, pela concorrência feroz, pelo desmantelamento da Segurança Social, pela desigualdade entre povos e pelo egoísmo de alguns políticos. Há povos que são praticamente escravos das nações mais poderosas, como o grego, e muito temo que qualquer dia seja o português.
Ainda podemos emitir o nosso voto, mas não podemos de maneira alguma controlar ou contrariar as decisões de Berlim, de Bruxelas e dos mercados, que são tomadas nas nossas costas. O nosso País, foi à coisa de um mês frequentado por dois ou três indivíduos de outros países. Esses indivíduos, sem serem cidadãos nacionais com direito a voto, conseguiram e conseguem ter um poder de decisão superior ao do eleitorado português. Depois disto, qualquer pessoa fica a pensar que a política deixou de ser um serviço à comunidade nacional, regional e LOCAL, sendo uma luta de interesses entre os principais grupos de pressão político/económicos que hoje enxameiam o Mundo, como por exemplo o Banco Central Europeu e o FMI.
Querido leitor(a), vou dizer-lhe uma coisa que não é novidade nenhuma, as eleições do próximo dia 5 de Junho, sem dúvida alguma que irão ser livres e não truncadas, não serão é democráticas, porque há outras forças que nada têm a ver connosco portugueses e que irão afectar de maneira determinante aqueles que irão apresentar-se a estas mesmas eleições e que depois nos governarão.
Tenho asco àqueles que aceitam tudo isto e esperam que o dia 5 de Junho seja o dia do «tacho» para eles. Não me refiro a governantes nem a parlamentares, mas sim a uma fauna de parasitas idiotas, com fraquíssimo horizonte mental, moral e ético, que irão procurar «fazer pela vida» bajulando alto e humilhando baixo. Esta fauna, quanto a mim, é o maior cancro da nossa sociedade…
Vou pedir-lhe, querido leitor(a), que lutemos para modificar este refrão ultraliberal, próprio da ideologia que nos está a ser imposta, o tal pensamento único: «Onde está o dinheiro está o poder». Vamos modificá-lo para este tão simples: EM DEMOCRACIA, ONDE ESTÁ O VOTO ESTÁ O PODER DO POVO. Foi com este lema que a Social Democracia (Socialismo Democrático) fez da Europa do pós Segunda Guerra Mundial, um continente onde a Justiça Social mais se aproximou da ambição de justiça que o homem sempre procurou. Tudo isto se fez com o Estado Social, que agora tentam destruir.
Sou um radical? É possível, mas se o sou é porque vou à raiz das coisas.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

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