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A «Caça ao Gambuzino» é a grande novidade da 2ª edição da Festa da Caça do Casteleiro, que se realiza nos próximos dias 10, 11 e 12 de Junho. Cerca de 20 artistas, actores, bailarinos e músicos vão efectuar uma performance artística em percurso rural sob o signo do gambuzino. Um espectáculo único desenvolvido pela Associação Cultural Bica do Imaginário exclusivamente para a Festa da Caça, com início previsto para as 19h de sábado, dia 11 de Junho.

Depois do êxito alcançado na primeira edição, a Junta de Freguesia aposta num programa de qualidade e diversificado, este ano alargado a três dias. O objectivo maior de dinamizar a Aldeia, numa luta contra a progressiva desertificação, é assumido nesta Festa numa valorização clara das vertentes culturais, de animação, do património e dos produtos locais.
Na área musical destaque maior para um concerto dos «Virgem Suta», (dia 11, 22H), com entrada livre, que se realizará num espaço especialmente preparado para o momento. A programação musical conta ainda com o Grupo de Música Popular da Casa do Povo de Alpedrinha (dia 10, 16h), Fanfarra Sacabuxa (dia 10, 18h), Grupo Lua Nova (dia 10, 21.30h), Desertuna (dia 10, 23h), Ranchos Folclóricos dos Três Povos e Valverde (dia 12, 15h) e Grupo de Cantares da Escola Secundária do Fundão (dia 12, 17h). Durante os dias de Festa existirá animação de rua em permanência com acordeonistas, grupo «3kuaz4», “O Dedo Mindinho”, grupos de bombos e um grupo de alunos da Escola Técnica e Artística de Nisa.
Os visitantes da Festa da Caça são convidados a percorrer as ruas e largos da Aldeia e a visitar cerca de 30 stands com produtos e artesanato local e da região, a efectuar passeios a cavalo e de charrette, praticar tiro com arco, besta e zarabatana, paintball, escalada, tiro virtual, demonstração de falcoaria e a deliciar-se com as maravilhas da gastronomia beirã nas tasquinhas que estarão abertas em permanência.
Nesta edição a Caça estará em foco com uma largada de perdizes (dia 10, 9h), uma Prova de Santo Huberto (dia 11, 9h), demonstração de cães de parar (dia 11, 16h), demonstração de caça com aves de rapina (dia 11, 17h), mostra de cães de caça e da Serra da Estrela (dia 12, 11h).
António José Marques (Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro)

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A necessidade de alertar as populações para o perigo de incêndio no verão que se aproxima levou a GNR, através do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) a executar um programa de prevenção que passa por diversas sessões de esclarecimento, que também passam pelo concelho do Sabugal.

A principal preocupação é com a necessidade de limpar os terrenos em redor de casas isoladas e de povoações envolvidas por floresta ou por mato.
O Comando Territorial da GNR da Guarda está já no terreno para esclarecer os principais factores ligados à prevenção de incêndios florestais e à defesa da floresta. As acções fazem-se no quadro do Plano Distrital de Prevenção relativo a aglomerados populacionais, edificações isoladas e perímetros florestais.
O SEPNA está a proceder ao levantamento das situações de maior risco, de modo a alertar para a necessidade de uma intervenção urgente. Ao mesmo tempo os homens da GNR estão já no terreno a exercer também a acção fiscalizadora, verificando as situações de flagrante incumprimento da legislação em vigor.
Entre Janeiro e Maio deste ano, o SEPNA levantou 29 autos a particulares que não procederam à limpeza dos terrenos, salientou o tenente-coronel Silva Lourenço à Lusa, acrescentando que houve ainda outros casos detectados que foram «relatados e enviados à entidade administrativa competente» para que sejam accionados os mecanismos legais que conduzam à eventual aplicação de coima.
«Há casos em todos os concelhos do distrito da Guarda», disse ainda o responsável da GNR.
Uma primeira acção foi efectuada em Aldeia de Santo António, concelho do Sabugal, no dia 19 de Maio, onde foram explicados procedimentos mais comuns, como em situações de incumprimento de limpeza de terrenos, investigação de incêndio, recolha de água para análise e fiscalização de pescadores na albufeira da barragem da Senhora da Graça, no Sabugal.
O SEPNA da Guarda dispõe de um total de 47 homens, que será em breve reforçado com mais dois elementos.
Na área de competência do SEPNA da Guarda incluem-se os Parques Naturais da Serra da Estrela e do Douro Internacional e a Reserva Natural da Serra da Malcata.
No concelho do Sabugal o SEPNA tem ainda agendadas outras acções de sensibilização durante as próximas semanas. As sessões ainda previstas acontecerão às 21h00, nas Juntas de Freguesias de Fóios (a 26 de Maio), Águas Belas (a 2 de Junho), Casteleiro (a 9 de Junho) e Nave (a 16 de Junho).
plb

O comício do Partido Socialista em Évora contou com uma participação multicultural e multiracial. A destoar apenas a cor laranja do turbante do indiano. Ele há coisas!

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Autoria: Direitos Reservados posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

jcl

O Turismo de Portugal e o Município da Guarda assinaram, no dia 20 de Maio, a escritura de compra e venda do Hotel Turismo, que se converterá na nova Escola de Hotelaria e Turismo da Guarda.

A nova escola da Guarda será a primeira especializada em Saúde e Bem-Estar, e estará voltada para o apoio ao sector do turismo na região, especialmente nos distritos da Guarda e de Viseu.
Em comunicado o Turismo de Portugal refere que este processo é «a resposta às necessidades formativas do sector turístico nesta Região, contribuindo para a criação de emprego qualificado e para a melhoria dos serviços, em linha com os objectivos do Plano Estratégico Nacional do Turismo».
A abertura da Escola está prevista para 2013, após um investimento de 12 milhões de euros, e terá capacidade para 250 alunos. A oferta educativa abarcará a Hotelaria, a Saúde e Bem-Estar, bem como o Turismo Cultural e Paisagístico, contando com um hotel e um restaurante de aplicação, um auditório e um refeitório para alunos.
O projecto será desenvolvido em colaboração com o Instituto Politécnico da Guarda, que já detém competências em matéria de formação superior nas áreas da Gestão do Turismo e da Saúde e que será igualmente um parceiro nesta iniciativa formativa.
Acrescendo à formação inicial de jovens (cursos de especialização tecnológica e em contexto real de trabalho), desenvolverá formação contínua de profissionais no activo e o reconhecimento e certificação de competências (através do Centro Novas Oportunidades) para integração e reintegração na vida activa.
O ainda actual Hotel Turismo é um edifício dos anos 1940, projectado por Vasco Regaleira e em vias de classificação, localizado no centro da cidade da Guarda. A Escola de Hotelaria e Turismo, que lhe irá suceder, estará distribuída por cinco pisos, numa área superior a oito mil metros quadrados.
plb

A primeira Capeia Arraiana realizada em Lisboa aconteceu na Praça de Touros do Campo Pequeno no dia 4 de Junho de 1978. A Capeia agendada para este ano de 2011, acontecerá precisamente no dia em que, há 33 anos aconteceu essa iniciativa primordial, pela qual se deu a conhecer ao país a mais genuína tradição da raia sabugalense.

No sábado, dia 3 de Junho daquele ano de 1978, realizara-se no parque do Seminário dos Olivais o habitual convívio de sabugalenses, organizado pela Casa do Concelho do Sabugal em Lisboa, ao qual acorreram centenas de pessoas. Porém esse ano, o convívio teria continuidade, pois programara-se para o dia seguinte uma Capeia Arraiana. Tratava-se de trazer à Capital do País uma tourada original e exclusiva das terras raianas do concelho do Sabugal, na qual se usava um instrumento de madeira a que o povo chamava forcão, ao qual se agarravam mais de 20 jovens, que assim desafiavam o touro.
O nome do espectáculo, «Capeia Arraiana», foi ideia dos organizadores do evento. «Capeia», por chamarem assim às touradas em praça improvisada nas zonas fronteiriças de Portugal e de Espanha. «Arraiana», por se tratar de uma tradição da Raia. A designação ficou registada no subconsciente das pessoas e em breve assim passou a ser genericamente designada a tourada com forcão.
Esse memorável domingo de há 33 anos, iniciou-se com uma partida de futebol entre uma equipa da Casa do Concelho do Sabugal e outra da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, que os raianos venceram por 7-0. De seguida houve almoço de convívio na sede da Casa do Concelho, juntando os jogadores aos dirigentes da associação e a alguns elementos do corpo activo dos Bombeiros do Sabugal, contando com a participação do Dr Lopes, presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
Findo o almoço realizou-se um cortejo até ao Campo Pequeno, onde a tourada teve lugar. As bancadas encheram-se de sabugalenses e de amigos do Sabugal, para assistirem a algo nunca antes acontecido e para alguns decerto inimaginável: o forcão iria lidar os touros na catedral da tauromaquia portuguesa. Seria até sacrilégio, mas o certo é que o espectáculo teve lugar, envolvido em imensa alegria e emoção.
A Capeia realizou-se na sequência de uma ideia apresentada por Francisco Engrácia (o saudoso Chico), de Vila Boa, à direcção da Casa do Concelho do Sabugal, que esta aceitou com muita relutância e apenas após uma comissão de associados ter garantido que, havendo prejuízos, eles seriam cobertos.
O objectivo, para além da divulgação da tradição raiana, era ajudar os Bombeiros Voluntários do Sabugal (na altura a única corporação do concelho). Ultrapassados os primeiros receios a organização avançou e a Capeia constituiu um enorme êxito.
Dos 224 contos de «lucro» alcançado, 67 contos (30%) foram para os Bombeiros do Sabugal, que desde essa primeira experiência ficaram para sempre ligados à reedição sucessiva da Capeia em Lisboa.
Paulo Leitão Batista

Vivemos em tempos de irresponsabilidade e absoluta falta de orientação, sendo disso claro exemplo a destruição das árvores de fruto que antigamente eram cuidadas com tanto carinho pelo interesse para a sã alimentação do povo e para o desenvolvimento da economia.

Ventura ReisQuem, tendo atingindo já a minha provecta idade, ou até sendo um pouco mais novo, não recorda as amoreiras que existiam no principal largo das aldeia do concelho do Sabugal? A amoreira era uma árvore muito protegida. As suas folhas serviam de alimento ao benéfico bicho-da-seda, e o seu fruto era o alimento da canalha que antigamente povoava as aldeias em grande número.
Depois deram em dizer mal das amoreiras. Aventaram que as amoras amadurecidas caíam sobre as roupas de quem procurava a sombra e sobre as pedras da calçada, deixando manchas roxas que dificilmente se conseguiam limpar. Outra crítica era o mosquedo que se juntava ao redor das amoreiras, como se isso não tivesse acontecido a vida inteira… Por razões de higiene lançaram-se no crime do abate massivo de tão importante espécie vegetal, roubando às aldeias da Beira um elemento que manifestamente as caracterizava.
Antigamente a amoreira era uma das árvores classificadas de interesse público, pelas razões que acima aduzi. Nessa conformidade a lei vigente proibia expressamente o corte, arranque, transplantação ou destruição, por qualquer meio, de amoreiras sem autorização prévia da Direcção Geral do Fomento Agrícola. O indivíduo que as cortasse, arrancasse, danificasse ou, por qualquer forma, as fizesse perecer, fosse qual fosse o seu estado de vegetação, ficava sujeito a apanhar multa ou prisão correccional.
O Decreto 18:604, de 12-07-1930, que esteve em vigor durante décadas, fixava a multa em 50 escudos por árvore afectada e a pena de prisão correccional de 5 a 15 dias, sendo esta penalidade imposta em juízo.
Mas não era apenas a amoreira que merecia cuidados. Outras árvores benfazejas eram protegidas pela lei, com especial incidência nas árvores de fruto, essenciais para a alimentação das pessoas e para o desenvolvimento da economia nacional.
As regras iam ao ponto de obrigarem todos os viveiristas a informar anualmente a Divisão de Estatística Agrícola da quantidade de árvores de fruto vendidas, discriminada por espécie e com indicação dos concelhos de destino.
A ideia que presidia era a da defesa das árvores de fruto, embora também houvesse preocupações quanto à floresta, que era sobretudo complementar à actividade agrícola.
Hoje a agricultura foi destruída e os campos abandonados. O desmazelo provocado por essa irresponsabilidade trouxe o matagal, pasto apetecível dos incêndios que, ainda assim, são o que vale para limpar os campos de giestas, silvas, piornos, tojos e toda a demais casta de arbustos inúteis que povoam a paisagem.
Falta-nos quem tenha mão nesta balbúrdia, quem imponha regras equilibradas e as faça cumprir, no interesse do presente e do futuro de Portugal.
«Tornadoiro», crónica de Ventura Reis

Decorreu na Casa Municipal da Cultura da Mêda uma sessão de esclarecimento sobre o programa VITIS direccionada aos agricultores e viticultores do concelho com a presença do presidente do Município de Mêda, Armando Carneiro, do presidente da Adega Cooperativa de Mêda, Fernando Jesus, e do representante do Ministério da Agricultura, Júlio Félix. A iniciativa contou com a participação de mais de 200 agricultores/viticultores do concelho de Mêda.

Programa VITIS - Mêda

Os temas debatidos na sessão de esclarecimento para agricultures e viticultores do concelho da Mêda incidiram essencialmente na possibilidade de laboração de uvas de fora da Região Demarcada do Douro nas instalações da Adega Cooperativa de Mêda, nos incentivos disponíveis para a reconversão ou replantação da vinha (Programa VITIS) e no papel decisivo que a agricultura tem na estratégia de desenvolvimento concelhio que o Município pretende incentivar.
No âmbito das candidaturas ao VITIS, o presidente da Adega Cooperativa de Mêda, Fernando Jesus, demonstrou o interesse da mesma em realizar uma candidatura agrupada, uma vez que este tipo de candidatura traz mais benefícios quer para a Adega Cooperativa quer para os agricultores. Referiu ainda os esforços que a direcção da Adega Cooperativa está a fazer, no sentido de cumprir com os pagamentos aos agricultores sem com isso desequilibrar a tesouraria da Cooperativa.
César Figueiredo, vice-presidente da autarquia, fez uma breve síntese da situação actual do sector agrícola no concelho de Mêda, aproveitando para referir todas as diligências que têm sido encetadas pelo Município, no sentido de acelerar a recuperação financeira da Adega Cooperativa uma vez que a mesma desempenha um papel fundamental para os agricultores, prova disso é o facto da Adega Cooperativa poder já a partir da vindima de 2011, receber nas suas instalações uvas provenientes de vinhas instaladas fora da Região Demarcada do Douro.
O representante do Ministério da Agricultura, clarificou todos os aspectos técnicos relacionados com o Programa VITIS e da importância de todos os agricultores interessados, recorrerem a este programa como uma oportunidade de reconverter as vinhas que apesar de cultivadas necessitam de intervenção, de forma a melhorar a produção em termos qualitativos e quantitativos. Também ele demonstrou os benefícios associados ao facto, de em vez das candidaturas individuais serem executadas candidaturas agrupadas.
No final da sessão houve ainda lugar a uma prova de vinho (Branco e Rosé) resultado da vindima de 2010 da Adega Cooperativa de Mêda.

O Programa VITIS anda a ser discutido e explicado no concelho da Mêda…
Curiosamente as «Jornadas do Mundo Rural» com a presença do ministro da Agricultura tiveram lugar no Sabugal no dia 26 de Abril de 2010. Um ano depois seria interessante saber que já foi feito no denominado «inovador projecto-piloto para a agricultura do Sabugal»…
jcl (com C. M. Mêda)

JOAQUIM SAPINHO

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