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No final dos anos 1920, antes da chegada do cinema sonoro, o período mudo deixou-nos grandes obras, com cenários grandiosos, sendo um dos mais conhecidos o fabuloso «Metropolis», de Fritz Lang. Mas apesar de ser mais conhecido, este não foi caso único na altura.

Pedro Miguel Fernandes - Série B - Capeia ArraianaUm outro filme que se pode encaixar no mesmo estilo é «O Dinheiro», de Marcel L’Herbier. Apesar de não ser um filme de ficção científica, como o anterior, é um filme gigante (3 horas e 20 minutos, demasiado para um filme mudo) e utiliza muito bem os cenários e as centenas de figurantes. No caso dos cenários, o grande destaque são as cenas filmadas in loco na Bolsa de Paris, que dão uma sensação de confusão que são estes sítios.
«O Dinheiro», filme baseado numa obra de Emile Zola, é uma crítica ao capitalismo. E quão actual continua a ser nos dias que correm. No centro do argumento está o banqueiro Nicolas Saccard, dono do Banco Universal e um especulador nato, que só vive para fazer dinheiro, sem olhar a meios para atingir os seus fins. No início do filme vemos os seus planos cair por terra, quando um accionista maioritário vota contra um aumento de capital no banco. Mais tarde sabemos que este accionista anónimo era um testa de ferro para um rival de Saccard, Alphonse Gundermann, dono de uma petrolífera que pretende desmascarar Saccard.Dinheiro - ArgentO banqueiro resolve então voltar à carga e decide apoiar um projecto de Jacques Hamelin, para valorizar as acções do Banco Universal. Mas o plano de Saccard quer ir mais longe, pois outro dos objectivos é conquistar a esposa do piloto, Line Hamelin. Esta mais tarde apercebe-se do esquema do banqueiro e acaba por levá-lo a tribunal, acusando-o de fraude.
A história de «O Dinheiro» é um excelente conto moral sobre o poder e a influência do dinheiro. Mas vai muito para além de uma simples história. O filme de Marcel L’Herbier, um dos mais caros da altura, tem excelentes cenas e está muito bem filmado. Para a história ficam as sequências filmadas na própria Bolsa de Paris, como referido atrás. Uma das mais espantosas consiste numa montagem em paralelo onde a partida de Jacques Hamelin acontece ao mesmo tempo em que decorre uma sessão na Bolsa e à medida que o avião levanta voo, também a câmara faz a mesma trajectória, atravessando a sala da mesma forma, dando um efeito fantástico. Uma grande lição de cinema, até para muitos dos cineastas actuais.
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

O Centro de Saúde do Sabugal, em parceria com a empresa municipal Sabugal +, promove no dia 21 de Maio, sábado, a actividade «Sabugal tem Saúde», com vista a promover a prevenção da saúde.

Seguindo este espírito «o mês de Maio é o mês do coração», o Centro de Saúde lançou-se numa iniciativa que visa sensibilizar toda a população do concelho para a importância da adopção de estilos de vida saudáveis e a promoção de informação sobre a doença cardiovascular e seus factores de risco.
O dia inicia-se com uma caminhada aberta à população, havendo ainda lugar à realização de diversos rastreios: medição de Glicemia, medição da Tensão Arterial, medição de Colesterol e avaliação de Índice de Massa Corporal e o incentivo à prática de actividade física.
As inscrições encontram-se abertas no Centro de Saúde do Sabugal, na Sabugal+ e na Associação de Pais e Encarregados de Educação do Sabugal.
Para esclarecimento de qualquer dúvida, os interessados devem contactar o Centro de Saúde do Sabugal.
plb

O presidente da Câmara Municipal de Trancoso e da Assembleia Distrital da Guarda, Júlio Sarmento, considera que as autarquias podem vir a ter uma vida mais difícil e ser prejudicadas pelas medidas restritivas determinadas no âmbito do acordo entre a Troika – Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão das Comunidades (CE) – e o Governo português para o apoio financeiro a Portugal.

Júlio Sarmento - Presidente Câmara Municipal Trancoso«As medidas vão ser restritivas no respeitante ao aumento da despesa pública, o que quer dizer que há muitos projectos que no Estado e nas Autarquias Locais vão ter que ficar suspensos e não vão ter o financiamento assegurado e isto quer dizer que o Estado e as Autarquias têm que ser muito selectivas nos investimentos e, no caso concreto das Autarquias Locais, com medidas restritivas ou sem medidas restritivas, hoje praticamente tem que se ser muito selectivo , investir quando houver financiamento externo que ajude ao financiamento das obras e dos investimentos, mas sabe-se que as medidas restritivas vão sobretudo penalizar a despesa, quer reduzindo a capacidade de investimento, quer a capacidade de gerar despesa por parte das Câmaras, do Estado e dos Serviços Públicos, quer impondo tectos à contratação no que diz respeito às despesas correntes», afirma o presidente da Câmara Municipal de Trancoso, Júlio Sarmento.
O autarca considera que «nesse contexto, evidentemente que a vida do País, do Estado e das Autarquias Locais vai, em termos proporcionais, ser mais difícil porque vai haver menos dinheiro para investir em despesa pública quer corrente, quer de capital e de investimento e, evidentemente que o País tem que compreender que não pode investir , investir, investir, sem saber se há dinheiro para pagar o investimento».
«Portanto, nós só podemos investir o dinheiro que tivermos para poder concretizar esses investimentos e aí vai haver também, em Portugal, uma nova mentalidade, porque isto de se pensar que o Estado nunca vai a falência ou que as Câmaras Municipais nunca vão a falência e toca a gastar, gastar, gastar, é uma politica que tem os seus dias contados e, portanto, há que poupar, há que travar o investimento e ser selectivo no investimento, mas isto é uma medida saudável. Não creio que seja um ataque, mas não coíbe as Autarquias de desempenhar o seu papel dinamizador do investimento”, sublinhou o presidente do Município de Trancoso.
O Presidente da Câmara Municipal de Trancoso (e também Presidente da Assembleia Distrital da Guarda que envolve os 14 Municípios do distrito) entende que «o Estado tem que reduzir muito o seu peso. Diz-se e os números apontam que o Estado tenha, no geral, que emagrecer cerca de 15 por cento. Ora tem que conseguir chegar-se a esse número, primeiro em termos de organismos intermédios que duplicam funções e que são muito absorventes o que representa um desperdício em termos de recursos públicos, o que quer dizer que nas centenas largas de organismos e empresas publicas tem que haver necessariamente fusões, reformulações, reestruturação, tem que haver uma poupança muito grande nesta economia intermédia e depois o próprio Estado e a própria economia».
Júlio Sarmento afirmou ainda que «vamos ter que ter leis que flexibilizem os investimentos para que haja possibilidade de as empresas serem mais competitivas e o próprio Estado e as Instituições porque, na verdade, as excessiva protecção e dificuldade dos despedimentos pode proteger quem lá está mas é inibidor de as empresas contratarem mais gente, porque sabem que, depois, em tempos de menor e de mais restrição do mercado, tem dificuldade em colocá-los fora. Portanto se as leis forem mais flexíveis do ponto de vista de contratação e de despedimento, é mais fácil a economia gerar emprego porque as empresas sabem que nalguma emergência e dificuldade também tem mecanismos mais fáceis e menos pesados para poder despedir».
Júlio Sarmento diz também que «é verdade que, se as empresas não tiverem um ambiente flexível nos impostos, nos acessos aos mercados bancários e flexíveis no ponto de vista de contratação, aí é que nunca saímos da cepa torta, o quer dizer que não há estímulo à economia nem a nossa economia é competitiva para atrair capitais estrangeiros, nem as nossas empresas aumentam grandemente a capacidade de contratação porque sabem, depois, que em tempos de maior restrição do mercado e menos encomendas, tem muito mais dificuldade em despedir. Acredito que estas leis que limitam e são demasiadamente proteccionistas do emprego acabam por serem inibidoras do aumento do mercado de trabalho», disse a concluir.
jcl (com Gabinete de Comunicação e Imagem da C. M. Trancoso)

O Centrro de Alcoólicos Recuperados da Guarda (CARG) apoia alguns residentes do concelho do Sabugal em situação de dependência do álcool, tendo em vista abandonarem o vício e refazerem as suas vidas.

Capeia Arraiana soube que nos últimos quatro anos o CARG ajudou 18 alcoólicos do Sabugal na luta contra a dependência. Nos primeiros três meses deste ano de 2011, foram sinalizados cinco novos casos de alcoolismo neste concelho raiano, que o Centro passou a acompanhar.
O Centro de Alcoólicos Recuperados da Guarda é uma associação, constituída como Instituição Particular de Solidariedades Social (IPSS), fundada em 1983, que promove e desenvolve a prevenção e o tratamento dos alcoólicos do distrito da Guarda, em colaboração com outras entidades, como sejam as autarquias, segurança social e associações. Do apoio que presta, salienta-se a realização de acções de acompanhamento em parceria com instituições e associações locais. O CARG tem atendimento ao público nas suas instalações na Guarda, analisa as situações de que tem conhecimento e intervém com a devida reserva e confidencialidade. Os casos onde a desintoxicação é a via adequada e escolhida para a intervenção, são encaminhados para a Unidade de Alcoologia de Coimbra, onde são sujeitos a tratamento de desintoxicação.
A crise económica e social reflecte-se no agravamento das situações de dependência de drogas e de álcool, estando a crescer o número destas situações em todo o país. A região da Guarda não é excepção, valendo, no caso do alcoolismo, a permanente atenção do CARG, que intervém tentando resolver, ou pelo menos controlar, o problema.
plb

Liderança política, eis o primeiro desafio com que se defronta hoje o Concelho do Sabugal.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Correndo o risco de repetir coisas que já disse e escrevi em outras alturas, inicio hoje um conjunto de crónicas em que recoloco, partilhando com todos os que me lêem as reflexões que venho fazendo sobre os grandes desafios que, no meu entender, se colocam ao Concelho do Sabugal e às suas gentes.
Terra de grandes tradições e uma história rica e milenar, o nosso Concelho tem no início do século XXI, um terço da população que possuía cem anos antes, pouco mais de 12.500 residentes.
Em busca de trabalho e de melhores condições de vida, uns partem para França e Alemanha (sobretudo a partir da década de 50 do século XX), outros para as grandes aglomerações urbanas do litoral.
Um pouco mais tarde, são os jovens que partem para estudar nas Universidades e que raramente voltam.
Uma comunidade de pequena dimensão e com uma elevada percentagem de população idosa, longe dos grandes centros de decisão e que assistiu a cinquenta anos de contínua hemorragia dos seus jovens e adultos em idade activa, defronta-se obrigatoriamente com uma escassez de mulheres e homens que se assumam como verdadeiros líderes a todos os níveis da vida local e, naturalmente, também de líderes políticos.
E, pior ainda, quando os que, em princípio, melhor preparados estariam, e falo das largas centenas de residentes no Concelho que possuem habilitações de nível superior – professores, médicos, advogados, engenheiros, etc. etc. – parecem muitas das vezes abdicar do, diria, dever de colocar as suas capacidades ao serviço da causa pública sabugalense.
E, pior ainda, quando posições provincianas e de pura má-língua, características habituais em pequenas comunidades, afastam ou inibem o aparecimento de verdadeiros líderes, a que se associam escolhas baseadas na fidelidade partidária ou na necessidade de «pagamento» de promessas e favores.
Participei de forma activa na última campanha eleitoral e honro-me de o ter feito ao lado de alguém que tinha todas as condições para se tornar num verdadeiro líder, o António Dionísio, que apresentou um programa de governo local verdadeiramente adequado à situação do Concelho.
Mas o desenrolar da campanha demonstrou-me que as armas com que se jogava aquela campanha pouco tinham a ver com a capacidade dos candidatos, nem com a valia dos seus programas. Os resultados já começam a estar à vista…
Defendo que a solução tem de ser encontrada no seio da comunidade sabugalense residente ou trabalhando no Concelho, pois, por muito bons que sejam os que partiram, os seus percursos de vida familiar e profissional não se compadecem com o que será exigido a uma liderança local.
Acredito que existem homens e mulheres na comunidade local e hoje parece-me claro que se torna urgente que entre esses sabugalenses sobressaia quem melhor garantias dê de conseguir construir um Sabugal melhor.
E, porque sou um defensor intransigente do regime democrático, penso que compete às estruturas locais dos partidos políticos terem a capacidade para, de entre os seus (filiados ou não), encontrar os verdadeiros líderes da mudança necessária.
Mas compete também às lideranças partidárias compreender que o que está em jogo não é mais uma Junta ou mais uma oportunidade de ter o poder.
Está em jogo o futuro do Concelho do Sabugal!

Ps: Admirado, ainda pensei que na noite de sexta para sábado, um tsunami tivesse trazido o mar até ao Sabugal… Pelo menos uma viatura identificada da Polícia Marítima já estava parada em frente ao Girassol…
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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