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Comer Bucho Raiano fora do tempo, fora de Portugal, e com colegas e amigos fora da região onde o bucho nasceu, poderá ser uma ousadia gastronómica um tanto ou quanto aventureira.

Joaquim Tenreira Martins

Joaquim Tenreira MartinsNão é que eu tenha algum receio de servir bucho a qualquer altura do ano. Não. É mais por respeito pelo Senhor Bucho, pois nunca se sabe como é que este poderá reagir. Não pensem que não dá conta que, de um momento para o outro, não se encontra no seu meio natural. Ele é deveras inteligente! Mesmo que não se observem as suas reações, percebe bem as reações dos seus comensais. Observa mesmo quem o aprecia ou não. Claro que quem não o conhece, olha para aquela peça enorme, arredondada, fumegante e de cor acastanhada com muita curiosidade e apreensão. E quando o confrade o começa a esventrar, meu deus, que cheiro se espalha pelos ares! Os olhos dos convivas centram-se no Senhor Bucho. Mas, todo vaidoso, não lhe apetece dizer nada. Observa e regala-se todo, ao sentir que é o centro de todas as atenções. Ele é o Senhor Bucho! E, quando já esventrado, começa a pingar de untuosidade, então começa a olhar mais compenetradamente para os seus comensais. Constata que as narinas já estão repletas do delicioso cheiro bem característico que exala do seu corpo, e que os lábios não param de mexer de ansiedade, e que a saliva não tem mais paciência para se privar do famoso dito cujo, não cessando de engolir em seco.
Claro que o anfitrião e confrade, quando pega no bucho para o começar a cortar, não perde a oportunidade para dar algumas informações acerca do Senhor Bucho, sobretudo de o situar no contexto da tradição do calendário litúrgico e aldeão das nossas terras raianas beirãs; de dizer como era fabricado; em que altura se comia; o que normalmente contem, sem se privar de fazer uma pequena aula de anatomia porcina que acaba sempre, sem se dar por isso, por ferir as susceptibilidades das pessoas mais sensíveis
– Já chega de comentários, já chega de observações e de discursos sobre a especialidade raiana, meu caro anfitrião. Deixe-se de vaidosices. É o Senhor Bucho que nos vai convencer e não o senhor do bucho.
As minhas mãos caíram de pasmo. O garfo não entrou logo à primeira, e notei que a faca não encontrava o melhor sítio para começar a dividir o bucho, ou talvez este mesmo tenha hesitado, por um momento, em se dar a comer. Tive de me concentrar, não fosse o bucho apresentar um protesto por ter perdido a necessária atenção que lhe é devida. Olhei para ele mais uma vez. Não, não tinha vontade de protestar. Sentia um feliz ambiente, sereno, com vontade de se entregar, rendido à curiosidade de ser provado pela primeira vez.
O bucho deixou de se ouvir e ficou silencioso. Já estava nos pratos, ao lado das batatas belgas e dos grelos italianos, e olhava em contre-plongée para a cara de cada um dos comensais. Iam-no levando à boca, mastigavam-no e saboreavam-no com espanto e admiração, quase religiosamente. Mas, curioso, este mesmo bucho quis logo interromper o silencio e não resistiu à pergunta:
– E então? Que tal? Gostam, meus citadinos europeus?
E começaram logo todos a desembuchar.
– Que excelente iguaria! Que delicioso sabor!
E a curiosidade levou-os a escarafunchar com o garfo e a faca, à procura de descobertas anatomias do porco. Ouvem-se comentários: há focinho, há ossinhos, há pimentão e colorau, há poucos coiros e poucas gorduras.
E o bucho ouvia com satisfação, sobretudo o comentário daquelas senhoras que se preocupam em manter a linha.
– Afinal não é tão gordo como a gente pensava!
Também o bucho estava satisfeito. Depois de lhe terem extirpado a barriga já não podia colocar a mão em cima da mesma, para a acariciar e a rodear, em sinal de satisfação. Agora começava uma outra viagem na barriga dos outros. Sentia-os repletos e alegres com o delicioso manjar de bucho que pouco a pouco ia desaparecendo.
Todos estavam satisfeitos: o bucho, o anfitrião e os convivas.
Mas não sei se o Chanceler da Confraria teria ficaria satisfeito ao ver um confrade apenas com as insígnias e sem a farda apropriada numa cerimónia fora de muros e com um certo alcance mediático.
Promovido a confrade neste recente segundo capitulo, o autor destas linhas, ao organizar um jantar em sua casa, neste fim de mês de Abril, com os seus colegas da Embaixada, constatou que o Senhor Bucho, primeiro discreto e observador, depois satisfeito e efusivo, convenceu e não deixou de ouvir constantes elogios às suas qualidades: bom paladar, excelente cheiro, iguaria com sabor impar!
No dia seguinte, todos partilhavam de um momento inédito e ninguém se queixou de efeitos secundários. Apenas o anfitrião, se apresentou com as suas olheiras um pouco mais salientes que o habitual, mas desta vez com o motivo de ter passado a noite a lavar a louça, porque com o Senhor Bucho é sempre uma festa, antes, no próprio momento e depois de ser servido.
Joaquim Tenreira Martins

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Na qualidade de membro da Assembleia Municipal do Sabugal integrei um grupo de pessoas que no dia 29, do passado mês de Abril, visitámos as Termas do Cró. Já havia realizado uma outra visita no ano de 2009 e já tinha ficado bastante impressionado com as obras que decorriam nessa altura. Talvez, por essa razão, estivesse agora ainda mais expectante.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaAguardavam os visitantes técnicos e personalidades que acompanharam os trabalhos desde o início. Confesso que nos fizeram uma visita guiada muito interessante. E confesso, igualmente, que todos os visitantes ficámos altamente surpreendidos com tão importante melhoramento. Prático, bonito e luxuoso.
Pena é que o projectado e necessário hotel ainda não esteja construído. Mas tenhamos fé e esperança. Há alguns anos atrás também poucos acreditariam na obra que hoje já está implantada.
Não me compete a mim definir ou apontar o melhor modelo de gestão para aquilo que já existe mas acredito que quem tiver que decidir o faça de forma acertada de modo a que todos possamos usufruir desses importantes equipamentos.
Nesse dia trouxe alguns panfletos de divulgação para os Foios e no dia seguinte fiz questão de os distribuir pelas duas dezenas de pessoas, ligadas à Cáritas da Guarda e de Salamanca que reuniram e trabalharam no Centro Cívico de Foios durante o dia de sábado.
Esse importante melhoramento tem que ser devidamente divulgado porque os equipamentos aí existentes, aliados às famosas e reconhecidas propriedades das águas, terão que ser absolutamente rentabilizados.
Saibamos ser dignos merecedores daquilo que temos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A Confraria da Urtiga, em parceria com a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, organiza o Concurso «As melhores receitas à base de urtiga» inserido nas VI Jornadas de Etnobotânica de Fornos de Algodres que decorrem de 13 a 15 de Maio.

Confraria Urtiga - Fornos Algodres«Em homenagem à planta das mil virtudes» como o Grão Mestre da Confraria da Urtiga, Manuel Paraíso, classifica aquela espécie herbácea que nasce espontânea nos campos e que entrou de novo no vocabulário das gentes de Fornos de Algodres (e não só) que dela fazem já uma referência.
Conhecida por vezes como «erva menor» por criar comichões quando tocada, a Urtiga (cientificamente conhecida por Urtica Dióica) tem imensas aplicações e, tradicionalmente, aquela que era mais vulgar, a utilização na parte alimentar, sobretudo em épocas de maior fome, em que se recorria à Urtiga para suplantar eventuais carências alimentares e falhas da produção agrícola.
Mas tem também aplicações farmacêuticas, fitossanitárias, no ramo da tinturaria, do fabrico do têxtil, utilizada para fins medicinais, entre outras.

Regulamento do Concurso
1 – Organização – O Concurso gastronómico subordinado ao tema «As melhores receitas à base de Urtiga» é organizado pela Confraria da Urtiga e está integrado nas VI Jornadas de Etnobotânica de Fornos de Algodres que decorrem entre os dias 13, 14 e 15 de Maio de 2011.
2 – Objectivo – O concurso tem por objectivo incentivar a comercialização e consumo dos produtos endógenos, em particular, da Urtiga, através da criação de receitas originais que obrigatoriamente, incluam na sua constituição, este produto, honrando sabores e tradições remotas.
3 – Condições de Participação – a) O concurso é aberto a todos os interessados que queiram participar individualmente ou em grupo, apresentando uma ou mais iguarias gastronómicas; b) Os concorrentes deverão apresentar uma criação original, de uma receita de doces, salgados, bebidas ou outros, confeccionada com produtos endógenos, tendo por base a Urtiga; c) As iguarias gastronómicas apresentadas a concurso deverão ainda ter subjacente a eventual possibilidade de uma futura produção em série (ex: «Farinheira da Confraria da Urtiga»), razão pela qual os concorrentes terão de ceder à Confraria da Urtiga os direitos de autor sobre as mesmas; d) As iguarias gastronómicas a concurso deverão ser entregues no dia 16 de Abril de 2010, na sede da Confraria da Urtiga juntamente com a respectiva receita e a ficha de inscrição do concorrente; e) Todos os trabalhos serão expostos no Centro Cultural de Fornos de Algodres (atrás da Câmara) durante os dias 17 e 18 de Abril, integrando a «Mostra de Produtos Confeccionados à base de Urtiga»; f) A inscrição no concurso é inteiramente gratuita.
4 – Critérios de Avaliação – a) Na avaliação dos produtos confeccionados será dado particular ênfase aos seguintes critérios: Originalidade/Criatividade; Paladar; Tipo de ingredientes utilizados (os que mais respeitem a tradição); Apresentação; Possibilidade de produção em série; Outro que o Júri considere relevante.
5 – Júri – a) O júri será constituído por 3 elementos de reconhecida idoneidade; b) O júri reserva o direito de não atribuir prémios, caso as receitas a concurso não cumprirem os critérios definidos no presente regulamento; c) Os casos omissos no presente regulamento serão decididos pelo júri.
6 – Prémios – a) Serão atribuídos prémios aos três primeiros classificados e Diplomas de Participação a todos os concorrentes; b) Os prémios a atribuir serão os seguintes: 1.º – Troféu de cristal e cabaz de produtos endógenos; 2.º – Cabaz de produtos endógenos; 3.º – Publicações do Município de Fornos de Algodres. c) As decisões proferidas pelo Júri não serão susceptí­veis de recurso.
A cerimónia de entrega de prémios realizar-se-á no dia 14 de Maio de 2011, na «Festa do Pão», no Jardim Municipal.

O III Capítulo da Confraria da Urtiga, sedeada em Fornos de Algodres, realiza-se no dia 15 de Maio.
jcl (com Gabinete de Imprensa da C.M. Fornos de Algodres)

Ajudar as terras raianas da diocese da Guarda a saírem do esquecimento e da desertificação é o objectivo da Caritas, que pretende implementar o projecto «100 muralhas», o qual envolverá dezenas de jovens, a que chama «embaixadores da Raia».

Mobilizar os jovens da Diocese que vivem na Raia para a luta contra a pobreza, o envelhecimento e a desertificação é o objectivo do projecto, que conta levar informação às pessoas e às instituições, como câmaras e juntas de freguesia, para que se desenvolvam acções que atraiam mais residentes à região.
Paulo Neves, da Caritas da Guarda, disse à Agência Ecclesia, que o título de «embaixador da Raia», dará o direito a um cartão oficial, a atribuir a cerca de 100 alunos do 12º ano dos agrupamentos de escolas de Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida, Sabugal e Penamacor, que ao longo deste ano lectivo têm participado no projecto «100 muralhas».
Trata-se de uma acção organizada pela Caritas da Guarda, em conjunto com professores e diversas entidades públicas e religiosas, que visa a defesa e valorização dos recursos humanos, naturais e artísticos. «Sabemos que estes alunos vão sair desta região, em busca de oportunidades ao nível do ensino superior que não existem aqui, e o que pretendemos é que continue a haver uma ligação ao território de onde eles são originários», explicou Paulo Neves.
Os alunos envolvidos têm dedicado três horas semanais, no âmbito da disciplina «Área de Projecto», à elaboração de propostas para as suas localidades. Costumes e tradições, tendências sociais emergentes, o futuro da vida humana, desenvolvimento sustentável de recursos, foram alguns dos trabalhos elaborados.
A investidura dos jovens «embaixadores da Raia» vai ter lugar no próximo dia 28 de Maio, numa cerimónia formal que acontecerá no pavilhão multiusos de Vilar Formoso, que contará com a presença do bispo da Guarda, D. Manuel Felício.
A presidente da Caritas, Emília Andrade, disse entretanto à Agência Lusa que são cerca de 170 as famílias da diocese da Guarda que recebem ajuda social e económica da instituição, o que significa um aumento de 35 por cento face a igual período do ano passado.
«São pessoas que pedem, fundamentalmente, coisas de subsistência imediata, como alimentos, medicamentos e roupa», disse Emília Andrade, que classifica a situação como «aflitiva».
plb

As cerca de 1300 vacas leiteiras do empresário do Soito, Manuel Joaquim Rito, têm estado em destaque nas rádios nacionais. O jornal «Correio da Manhã» publicou esta segunda-feira, 2 de Maio, uma reportagem na vacaria do empresário em Idanha-a-Nova dando conta dos luxos cinco estrelas com que são tratadas os animais. Alimentação personalizada, pedicure, massagens e chão almofadado são algumas das mordomias…

Manuel Joaquim Rito - Soito - SabugalO «Correio da Manhã» (CM) publica na edição desta segunda-feira, 2 de Maio, uma curiosa reportagem na quinta de que é proprietário o empresário sabugalense Manuel Joaquim Rito em sociedade com o veterinário Álvaro Lopes. Em Ladoeiro, Idanha-a-Nova, «residem» 500 vacas de ordenha e 800 vitelas que são tratadas com todos os luxos próprios de uma vacaria cinco estrelas.
O projecto inovador maximiza a produção de leite com aplicações informáticas que, através de implantes de chips «personalizados», detectam qualquer problema de saúde e disponibilizam as doses de ração adequadas a cada animal.
Segundo o CM «os mimos vão desde a alimentação ao chão almofadado para que as vacas possam deitar-se confortavelmente, ventiladores com uma espécie de chuveiro para as refrescar nos meses de Verão e manjedouras de aço inoxidável para a comida manter melhor qualidade durante mais tempo». «Há ainda serviço de pedicure – em que as vacas passam as patas por uma solução destinada a desinfectar e endurecer os cascos – e de massagens feitas por escovas automáticas que rodam quando os animais se encostam», acrescenta ainda o jornal.
O empresário Manuel Joaquim Rito explicou ainda que o objectivo é «produzir leite da melhor qualidade porque antigamente apenas havia a preocupação de alimentar os animais mas hoje em dia exige-se mais deles e, por isso, temos de dar mais qualquer coisa em troca».
Para as estatísticas ficam os cerca de 31 litros que cada vaca produz, em média, por dia num total de cerca de 15 mil litros diários que são todos escoados para a fábrica da Danone.

Só falta mesmo dar-lhes música…
jcl

Aproximando-se as celebrações do 94.º aniversário das Aparições de Fátima, a Guarda Nacional Republicana realiza uma operação, entre 29 de Abril e 13 de Maio, com o objectivo de garantir a segurança na deslocação dos os peregrinos e nas celebrações religiosas.

GNR - Peregrinos FátimaAnualmente acorrem a este evento centenas de peregrinos pedestres que, muitas vezes, circulam em vias sem bermas ou com bermas deficientes e ainda com más condições de iluminação, aumentando assim os riscos de atropelamentos.
Neste sentido, o Comando Territorial da Guarda da GNR informou, em nota à comunicação social, que reforçará o dispositivo nas principais vias de circulação utilizadas pelos peregrinos, tendo especial atenção à EN 17, entre Celorico da Beira e São Romão (Seia).
A GNR deixa alguns conselhos aos peregrinos:
– Caminhar em fila indiana e não em grupo;
– Caminhar pelo lado esquerdo da via
– Sinalizar o inicio e fim dos grupos;
– Não caminhar na estrada, mas na berma;
– Não usar os IP nem nos IC na caminhada para Fátima
– Usar sempre coletes reflectores, mesmo durante o dia;
– Se for preciso reunir o grupo, fazê-lo sempre fora da estrada;
– Não usar auscultadores de rádio nem o telemóvel enquanto caminha na estrada;
– Não caminhar mais de 30 quilómetros por dia, e fazê-lo em passo moderado;
– Fazer pausas de uma hora na caminhada da manhã e duas horas no fim do almoço;
– Ter atenção permanente aos carros mesmo quando reza ou canta;
– Não andar sozinho de noite.
Em caso de necessidade os peregrinos não deverão hesitar em contactar Posto Territorial da GNR mais próximo.
plb

No passado dia 29 de Abril, a Câmara Municipal do Sabugal aprovou a transferência da tutela e a exploração do equipamento termal do Cró, da Câmara do Sabugal para a Empresa Sabugal+.

Balneário das Termas do Cró

Considero que as Termas do Cró são um equipamento de excelência e, enquanto balneário público, deve ser potenciado como destino de saúde e bem-estar de referência na Beira Interior e na Península. Aceito que se deve proceder à sua abertura e que, devidamente enquadrado no desenvolvimento de um Plano integrado turístico do Concelho, poderá vir a representar um elemento decisivo na inclusão do Sabugal como destino termal.
O modelo proposto e que viria a ser aprovado, com o meu voto contra, é mais um acto de esvaziamento de competências da Câmara que irá contribuir para o agravamento da situação económica do Município. E este é, nos dias que correm, um factor decisivo a ter conta quando temos que tomar decisões. Mais uma vez, a Câmara não assumiu que a situação económica e financeira em que se encontra está muito perto do abismo, como é notório da análise das Contas de 2010, muito embora o esforço público de iludir tal facto.
A tentativa, correcta, de entregar a concessão das Termas por concurso público falhou. Porque não se está já a trabalhar na promoção de novo concurso? Assumir a gestão e entregá-la à Sabugal+ é um grave erro político e de gestão, com consequências imprevisíveis a nível financeiro. Importa referir que o modelo adoptado implica desde já recrutar um quadro de pessoal de 19 elementos e um previsível custo de funcionamento global de mais de 300 mil euros até final do ano.
Não seria mais correcto abrir as Termas, sob gestão da Câmara, mantendo o modelo até aqui adoptado, de exploração do termalismo clássico com o Centro Social da Rapoula ou outra IPSS, estudando o eventual recurso a concessões, nomeadamente na área da fisioterapia?
Não seria mais correcto elaborar um plano integrado de desenvolvimento centrado no equipamento do Cró, explorando novas valências a ele associadas?
A questão base e transversal entre estes dois modelos é, tão só, a decisão de sustentabilidade económica e financeira, entre vir a ter saldo positivo ou caminhar para um despesismo que pode ser fatal para as Contas da Câmara do Sabugal.
«As Rosas e os Espinhos», opinião de Sandra Fortuna

sandrafortuna1@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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