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Se há coisa que está nos «genes» do português, que nenhum ultimato, ocupação, PEC, acordo ou pacto, impostos pelo Exterior, lhe tiram, é o seu eterno espírito de humor, que mesmo em situações de crises profundas, deriva, quando muito em humor negro.

Manuel Pinho

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»Desde o «bardamerda» com que o Almirante Sem Medo brindou o cerco à Assembleia da Republica no Verão Quente de 1975, que pessoas com altas funções utilizam o vernáculo, à falta de argumentos mais nobres.
Os exemplos são muitos e os jornalistas não se coíbem de os publicitar e florear desde o feliz desaparecimento do «lápis azul».
A propósito deste ultimo incidente, relembram-se os seguintes mimos:
«– Olhe (Jerónimo de Sousa) vá à merda! Idiota! Mandrião! Vá trabalhar, que é aquilo que nunca fez na vida!» (Francisco de Sousa Tavares, no Parlamento em 1980).
«Sendo pai de um só rebento/ lógica é a conclusão/ de que o viril instrumento/ só usou parca ração-uma vez. E se a função faz o órgão/ consumada essa excepção/ ficou capado o morgado» (Natália Correia, ao deputado João Morgado do CDS em Abril de 1982).
«Mas julgo que nesse domínio, não fiz mais que cumprir o Regimento, cujo artigo 69… curioso número! (…) Com toda a franqueza, não sei do que é que se estão a rir, não sei se é preciso, mandar evacuar o hemiciclo.» (Mota Amaral em Julho de 2002).
«V.ª Ex.ª é uma pessoa honesta e vai esclarecer já a insinuação ou V.ª Ex.ª não passa de um vulgar canalha.» (Jaime Gama para Guilherme Silva, no parlamento).
«Manso é a tua tia, pá» (José Sócrates para Francisco Louça, em debate parlamentar).
«Esses espíritos que se auto-masturbam (referindo-se à oposição). Há aqui uns bastardos da comunicação social do continente e chamo-lhe bastardos, para não lhes chamar filhos da puta. Estou-me a cagar para Lisboa; quero que a AR se foda; defeca baba e ranho (referindo-se Miguel de Sousa Tavares); ou bebeu ou está a ficar senil.» (referindo-se a Almeida Santos). (tiradas do Presidente Regional da Madeira).
Como se vê, esta linguagem, que Sócrates chama de brejeirices, expressões pouco felizes, no dizer de Passos Coelho e Excessos quando se anda acelerado, mais não é que exibição do calão português, usado correntemente, pela actual corrente dos nossos políticos. Tal como fez o ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, com os cornos…
Neste ultimo episódio de Eduardo Catroga em que «o desvio do debate político-económico, para o âmbito púbico-capilar» é patente, está-se a desvalorizar a força do dito que ao longo da História Antiga e Moderna, tem dado provas de grande força, mudando-lhe às vezes o seu rumo, como foi o caso de Cleópatra.
Razões têm os antigos ao dizerem que «pode mais um pentelho de gaja, que uma junta de bois».
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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Iniciei a colaboração semanal com o Capeia Arraiana, com a rubrica em título em 15 de Dezembro de 2008, perfazendo até agora 58 crónicas, a grande maioria, escolhendo temas que de uma maneira ou de outra, estavam relacionados com as gentes e as terras do Riba-Côa.

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»O que começou por ser, um passatempo domingueiro, acabou por ser uma obrigação semanal.
A evolução positiva, em quantidade e qualidade dos seus colaboradores, que entretanto se disponibilizaram a engrossar as hostes, com uma variedade de assuntos de interesse para o concelho do Sabugal, muitos deles passíveis de debates acesos e mesmo polémicos, principalmente, os que abordavam e abordam temas estruturantes, politica regional, administração local, desenvolvimento regional, desertificação e abandono crónico do Interior pelos poderes centrais, fez deste Blogue um grande meio de comunicação, que já não me dispenso de ler.
É com imenso prazer e interesse, que diariamente, tomo conhecimento das crónicas de: Pinharanda Gomes, Adérito Tavares, Jorge Martins, António Cabanas, António Emídio, Ramiro de Matos, Joaquim Ricardo, José Manuel Campos, José Manuel Monteiro, João Valente, Romeu Bispo, Esteves Carreirinha, Vera Villa Nova e tantos outros, que esporadicamente também contribuem.
Face a esta pleade de cronistas, que por falta de tempo, nem sempre os leio todos com cuidado e muito menos tempo para fazer comentários oportunamente, tomo a liberdade de fazer um interregno, passando a ler e a comentar o que os outros escrevem, com mais propriedade, sobre as nossas raízes.
Termino, agradecendo aos Administradores / Moderadores do Capeia Arraiana, que sempre permitiram os meus escritos e colocaram as minhas crónicas sem qualquer omissão ou reparo.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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Ainda por terras da Beira Baixa, no Fundão e Covilhã não podemos esquecer o aproveitamento de duas Quintas e de um Solar, para turismo rural…

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»QUINTA DO OURIÇO – Em Castelo Novo (Fundão) que é uma das dez localidades beirãs, abrangidas pelo Programa das Aldeias Históricas. A construção impressiona pela unidade arquitectónica do conjunto e pela manutenção de um ambiente rural que se julgava há muito extinto.
A Casa da Quinta do Ouriço data do Século XVII destacando-se, no seu exterior, a fachada da capela onde ainda se vêem um sino e o brasão da família Correia de Sampaio.
É rodeada por um espaço bem cuidado, com um campo de ténis com vista para a aldeia e o vale e uma piscina construída junto das antigas dependências agrícolas, agora adaptadas ao lazer. Completam o quadro um jardim com camélias centenárias, tendo à vista trecho da ribeira que atravessa o subsolo da quinta. Apresenta duas suites, cinco quartos e varias salas com tectos de masseira.
CASA DOS MAIAS – Solar barroco do século XVIII, dotado de capela e jardim, encontra-se situado na praça principal da cidade do Fundão. Como os antigos solares têm a forma de um L, conservando o pátio de entrada onde estacionavam as carruagens de onde sai imponente escadaria para o primeiro piso. O salão nobre é um verdadeiro retorno ao passado, com uma conversadeira de três lugares, um canapé império, várias mobílias do século XIX em pau-santo, fotos e óleos de antepassados.
A casa tem cinco quartos com espelhos rotativos e aliam o bom gosto e vários estilos. Tem ainda uma ampla sala de jantar, um jardim de Inverno com vistas para o jardim exterior, uma enorme sala para pequenos-almoços na antiga cozinha com uma chaminé de fumeiro e uma colecção de utensílios antigos.
QUINTA DO SANGRINHAL – Está situada em plena Cova da Beira a dois quilómetros do centro da Covilhã, em Boidobra. Era uma casa agrícola que apoiava a quinta. Trata-se de uma típica casa beirã de paredes de granito, a única coisa que ficou de pé na fase de reabilitação. Está decorada no estilo rústico com mobílias antigas. Na quinta, de catorze hectares, além de actividades agrícolas funciona um canil de cães da raça Serra da Estrela.

Na crónica anterior sobre as casas de habitação rural da Beira Interior Norte, referiram-se somente as existentes no concelho do Sabugal. Nesta zona e nos concelhos da Guarda, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Meda, existem também as seguintes casas de habitação rural:
QUINTA DA PONTE – Fica situada entre Celorico da Beira e a Guarda. É num cenário bucólico entre rochedos da serra e onde corre o rio Mondego, que foi construída a Quinta da Ponte. Durante 50 anos a casa foi submetida a várias obras entre as quais a mais importante foi a construção de uma capela em 1725 de frontaria neoclássica e consagrada a Nossa Senhora da Vitória. A quinta resultou de um projecto de restauro do solar do século XVII e do reaproveitamento dos jardins e espaços verdes para a construção de um conjunto de apartamentos T1, quartos, salas e tenda para acontecimentos sociais. Possui ainda piscina, campo de ténis e um picadeiro a 4 km.
QUINTA DO PINHEIRO – Situada em Cavadouce (Guarda) localizada no vale do Mondego, a quinta do Pinheiro assume-se como produtora de queijo da Serra da Estrela, recorrendo aos métodos tradicionais característicos da região. Quinta do século XVI, terá sido o seu primeiro proprietário o cronista-mor do reino, no tempo do Rei D.Manuel I. De linha arquitectónica senhorial todos os edifícios foram recuperados segundo a traça original sendo o granito uma presença relevante. Os três quartos de que dispõe ficam situados no edifício da quinta mas em zona independente da casa principal, sendo amplos e de decoração rústica agradável. A sala comum, espaçosa e acolhedora dá para o pátio interior, como é característico das casas beirãs convidando a um tempo repousante. Existe também um amplo salão de jogos e uma piscina bem enquadrada no jardim.
QUINTA DE SÃO JOSÉ – Situada em Aldeia Viçosa (Guarda) é uma casa agrícola na posse da mesma família há várias gerações e inserida no meio de genuína actividade agrícola. Oferece a serventia de um apartamento com decoração rústica e sóbria, que em tudo diz estarmos em verdadeira casa rural, não faltando a lareira com ancestral fumeiro.
Na falta de piscina, o tanque de rega confere a autenticidade final e se tiver licença de pesca, poderá pescar trutas no rio Mondego que confina com a quinta.
CASA DE SÃO PEDRO DE LINHARES – Situada no centro da aldeia histórica do mesmo nome Linhares da Beira, o seu acesso faz-se através de um pátio tipicamente beirão de casa de aldeia sala está situada no piso térreo e o quarto desafogado, no primeiro andar. Em Linhares pode-se assistir a provas de parapente, cujos praticantes iniciam os seus voos nas arribas rochosas sobranceiras à aldeia.
CASA DO BRIGADEIRO – Solar agrícola, situado na Lageosa do Mondego, deve o seu nome a um antigo proprietário, militar de carreira e cuja patente apadrinhou a casa. Construída por um avô do militar e proprietário de uma roça em São Tomé, esta casa chega aos nossos dias com visíveis ligações aquela ilha. Os hóspedes poderão desfrutar de frondoso jardim com uma centenária magnólia de resto classificada como de interesse público.
CASA DOS OSÓRIOS – Situada em Celorico da Beira, é uma construção solarenga com acesso por elegante balcão, com escadaria de granito, rematado com pináculos e ostentando na frontaria, uma bonita pedra de armas.
A sua construção data de fins do Século XVIII, tendo sofrido transformações no Século XIX. Para a prática de turismo rural dispõe no edifício principal de quatro quartos duplos, com casa de banho privativa e em construção anexa mais dois apartamentos.
Possui confortáveis salas de convívio, biblioteca, sala de snooker, sala de musica, de campo de ténis e bar.
SOLAR DE LONGROIVA – Situado no centro da aldeia que lhe dá o nome do concelho de Meda, esta construção solarenga, dispõe de quatro quartos que facultam uma óptima vista sobre as serranias envolventes..
CASA DO BALDO – O antigo proprietário João Baldo, deu nome a esta casa e os actuais proprietários procederam à sua reconstrução.
Hoje encontramos uma casa que exteriormente se enquadra perfeitamente na histórica aldeia de Castelo Rodrigo, sendo que o seu interior nos oferece uma casa moderna. Do alto das muralhas da cidadela medieval, o visitante tem soberbo panorama sobre as Terras de Riba-Côa.
CASA DO PÁTIO DA FIGUEIRA – No interior da praça-forte de Almeida, vamos encontrar uma casa especialmente concebida para quem por aqui quer ficar.
Duas salas grandes e bem decoradas no rés-do-chão, dão para um pátio donde se vê a piscina e está plantada a figueira que dá nome à casa. Nos andares cimeiros, encontram-se os quartos, numerados, segundo datas importantes do historial da vila (1296, 1385, 1762 e 1810).
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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Continuando por terras da Beira Baixa, em Belmonte e Vila de Rei temos vários empreendimentos habitacionais em espaço rural…

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»Pousada de Belmonte – A pousada tem origem na recuperação das ruínas do antigo Convento de Nossa Senhora da Esperança, construído sobre uma ermida fundada no século XIII.
Ao entrar neste lugar vai sentir-se recuar no tempo. O espaço preserva o espólio histórico do mosteiro, classificado em 1986 como imóvel de interesse público. O resultado entre a preservação do passado e a ampliação e adaptação ao presente, resulta num conjunto harmonioso perfeitamente integrado na paisagem.
O bar situa-se na antiga sacristia e a sala de convívio no lugar da antiga capela do convento.
Mas não se pense que por ser um antigo mosteiro franciscano que o lugar é dotado à pobreza, pelo contrário. Aqui encontrar-se-á aconchegantes salas e salões repletos de pormenores de bom gosto com mobiliário antigo, esculturas de artistas locais e confortáveis poltronas de veludo. Os espaços são rasgados por amplas janelas com vista sobre a Cova da Beira e Serra da Estrela.
Os quartos construídos de raiz num acrescento do convento, não têm número e são identificados por nomes de frades e cada qual tem um nome e uma divertida pintura à entrada. São amplos, diferenciados na decoração e com varandas privadas com vistas fantásticas para a serra. A suite principal é um duplex que mais parece uma casa de campo. No piso de baixo tem uma sala privada e no superior o quarto.
O restaurante gourmet integrado na Pousada de Belmonte está aberto ao público em geral. A sala tem um espírito rústico com parede de pedra, lareira e tecto de madeira e as mesas têm um ar sofisticado, onde servem o famoso vinho Kosher, um néctar que respeita todos os requisitos da religião judaica e que é produzido na região.
Continuando por terras da Beira Baixa, em Vila de Rei temos ainda os seguintes empreendimentos habitacionais em espaço rural:
Casa do Capitão-Mor – Embora fique em pleno centro de Vila de Rei, não tendo portanto, características arquitectónicas fora do comum, ainda que construído no século XVII numa localização excepcional tem o seu interior muito interessante, com soalhos e tectos de madeira, grandes pés-direitos, portas interiores com bandeira, enfim, aquilo a que num certo imaginário se associa a uma casa de província com tudo o que isto significa em termos de conforto e ambiente familiar.
O edifício quase ocupa um quarteirão, pelo que o seu miolo tem o seu quê de labiríntico e é preciso descer e subir escadas, atravessar sucessivas salas e longos corredores. Nas traseiras tem um vasto pátio interior com sombra, trepadeiras e bancos de jardim.
Possui cinco quartos com casa de banho e uma suite.
Casa dos Azulejos – Situada também em pleno centro histórico de Vila de Rei, este edifício do século XIX ostenta azulejos da época e varandas em ferro forjado. No interior encontramos uma riquíssima colecção dos mais variados objectos de decoração, quase todos eles do fim do século XIX. Também o mobiliário, todo ele desta época leva-nos a uma agradável viagem no tempo.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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Continuando a divulgar as ofertas turísticas em habitação rural do concelho do Sabugal, começo por agradecer o comentário de Maria de Lurdes Matos, por referir a existência de mais duas casas de turismo em espaço rural, de sua propriedade, em Sortelha, a saber…

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»Casa da Lagariça – Construção do Século XVIII situada na Calçada de Santo Antão, com este nome por ter existido no seu interior, uma lagariça (depósito em pedra, para esmagar e fermentar as uvas). Dispõe de 3 quartos, 2 de casal e um duplo, sala com sofá-cama, lareira, cozinha equipada e duas casas de banho, tendo capacidade portanto para oito pessoas.
Casa da Calçada – Reconstruída e adaptada de um antigo palheiro, dispõe de 2 quartos de casal, 1 casa de banho, 1 sala de estar, lareira e cozinha equipada.
Lapa do Viriato – Finalmente, em Sortelha, há ainda esta pequena casa recuperada para o turismo rural, com utilização de materiais locais, mas com modernos equipamentos, para lhe dar maior conforto. Compõe-se de 1 quarto/sala, lareira e casa de banho.
Quinta do Alexandre – É uma casa de campo inserida, numa área de 16 hectares à saída do Sabugal (cerca de três quilómetros) Possui vários quartos de casal, 4 casa de banho, aquecimento central, salão com 70 metros quadrados, com lareira, sala de jantar, cozinha equipada com salamandra, 1 forno a lenha, solário, parque infantil e terraço com vistas para a cidade do Sabugal.
Casa do Manego – Situada em Quadrazais, a moradia, foi recuperada para turismo rural, mantendo as características tradicionais, respeitando o traçado antigo. Compõe-se de uma sala/cozinha, toda equipada e com lareira, duas suites, quarto de casal e quarto duplo, duas casas de banho de utilização geral e três casas de banho privativas.
Casa Torga – Situada em Aldeia Velha, eram três pequenas moradias tradicionais que foram adaptadas a turismo rural, respeitando ao máximo o traçado antigo. Compõem-se no rés-do-chão de duas divisões independentes, uma suite, com casa de banho privativa, sala de estar com sofá-cama e noutra divisão, possui um quarto de casal com casa de banho privativa. No 1.º piso tem uma sala de estar e três quartos, um de casal e dois duplos, todos com casa de banho privativa.
Casa do Tear – Situada na Arrifana do Côa, a casa foi recuperada para turismo rural e corresponde ao restauro de tês pequenas moradias tradicionais. No rés-do-chão possui tês quartos de casal, um deles com casa de banho privativa e os outros com casa de banho geral.
Casa do Alto do Forte – Situada na vila do Soito, é uma casa tradicional, com mais de um século,cuja recuperação para turismo rural, respeitou o espaço onde se insere, zona nobre do Forte do Soito e interiormente com todos os ingredientes que fazem parte do conforto contemporâneo. Com capacidade instalada para quatro pessoas (T2 com 150 metros quadrados), o rés-do-chão tem uma sala, cozinha e casa de banho, pequena biblioteca, mini-bar, lareira e aquecimento central. No 1.º andar tem dois quartos de casal e casa de banho privativas. Constou-me que o seu actual proprietário a pôs à venda, desconhecendo se está ou não desactivada.

BTL 2010 – Feira Internacional de Turismo – Decorre de 13 a 17 do corrente mês de Janeiro a Feira Internacional de Turismo (BTL 2010), para os profissionais de 13 a 15 inclusive e para o público no dia 16 das 10 às 23 horas e no dia 17 das 10 às 20 horas. Tive conhecimento que, desta vez, o Sabugal, estará bem representado, pela sua Câmara, ADES, «Sabugal+» e empresários que a eles se associam.
Lanço daqui um repto, para que estas casas rurais, por muitos desconhecidas, que dentro das suas possibilidades se associem também à iniciativa da Câmara.
«Vale sempre a pena, quando a alma não é pequena. Força até Almeida», desculpem até à BTL em Lisboa.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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Dou início nesta crónica ao tema Turismo de Habitação Rural na Beira Interior começando pelas ofertas no concelho do Sabugal.

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»A Beira Interior, como já referi em crónicas anteriores, estende-se das terras do Riba-Côa (Figueira ou Almeida) até à campina de Idanha e à Zona do Pinhal que as Unidades Territoriais subdividem em Beira Interior Norte (Almeida, Celorico, Figueira, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal e Trancoso), Serra da Estrela (Fornos, Gouveia e Seia), Cova da Beira (Belmonte, Covilhã e Fundão), Beira Interior Sul (Castelo Branco, Idanha, Penamacor e Vila Velha de Ródão) e Pinhal Interior Sul (Oleiros Mação, Proença, Sertã e Vila de Rei).
Estas divisões e subdivisões oficiais têm originado várias polémicas e muitos continuam a usar as tradicionais designações de Beira Alta, Beira Baixa e Beira
Litoral.
Como no meio é que está a virtude, abordarei o Turismo de Habitação Rural na Beira Interior, condensando estas subdivisões em Beira Interior Norte (que faz parte da Beira Alta, também designada Beira Transmontana), Serra da Estrela (parte da Beira Alta e da Baixa) e as três restantes subdivisões na Beira Baixa.
Em termos de Turismo de Habitação Rural, distinguem-se dois núcleos principais:
– Serra da Estrela.
– Beira Interior Norte.
No primeiro caso, as opções variam entre quintas marcadamente rurais e onde se pode desfrutar do ambiente serrano e alguns antigos solares nobres e em termos numéricos é a zona de mais forte implantação do dito Turismo no Espaço Rural.
No segundo caso o mais interessante, são casas situadas em aldeias históricas e típicas, como é o caso do Sabugal, Sortelha, Quadrazais, Aldeia Velha Almeida, Linhares, e outras.
Começando pelas do concelho do Sabugal, Sortelha é a povoação que há mais tempo iniciou este tipo de actividades, salientando-se as seguintes:
Casa do Campanário - SortelhaCasas do Campanário – Para lá chegar, é necessário entrar na cerca de Sortelha e subir até à porta poente. Dispõe de duas casa bastante confortáveis, dotadas de sala com chaminé, aquecimento central, apresentando cada uma das casas, uma com um quarto e a outra com dois quartos. Nas traseiras das casas, existe um bar do mesmo nome, com uma esplanada, com o melhor panorama sobre a aldeia e região circundante e um espaço para mostra e venda de artigos da região.
Casa da Cerca – A sua origem, remonta ao século XVII. Antiga casa de hóspedes, pertenceu ao fronteiro solar da Nossa Senhora da Conceição, onde existem dois símbolos permanentes: os brasões Charters de Azevedo e o de Correia da Costa. Recebeu os primeiros hóspedes modernos em 1994. O edifício está integrado, numa cerca com um hectare de jardim e terreno agrícola. Quem entrar pelo portão não pode deixar de reparar num pinheiro nórdico, rodeado por um antigo bucho bem cuidado, donde sai uma pequena latada, apoiada em colunas de granito que acaba num bonito tanque. A dois passos, um grupo de frondosas tílias esconde um conjunto de bancos de pedra. Das janelas avistam-se a quinta e a cidadela medieval de Sortelha, existindo os tradicionais bancos namoradeiros, junto ao parapeito.
No piso inferior, uma sala de estar com lareira mostra nas suas paredes quadros com os dez cantos dos Lusíadas piso superior, com vista para Sortelha, tem outra sala de estar, também com lareira, onde estão expostos quadros com os retratos do visconde e viscondessa de São Sebastião, dos navegadores portugueses e motivos náuticos.
Casa da Vila – O grande trunfo desta casa, é a sua localização no centro histórico de Sortelha toda em granito e possui nas traseiras um terraço donde se avista o interior da cidadela medieval. Não confecciona refeições, mas o vizinho Bar do Campanário, é uma alternativa.
Casa do Páteo – Pequena casa tradicional de granito. O piso inferior tem uma sala com lareira de canto, com o granito à vista e no nível superior um quarto, donde se vê Sortelha.
Casa do Quartel – Construída durante o Estado Novo para servir de quartel à Legião Portuguesa foi adaptada para turismo rural. Localizada fora das muralhas, apresenta-se no entanto com materiais tradicionais na sua construção. Dispõe de um jardim com arvores de fruto e uma criação de pavões.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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O encontro dos Confrades e a Cerimónia de Entronização da Confraria do Vinho de Carcavelos teve lugar nos Paços do Concelho de Oeiras no passado dia 28 de Novembro. Integram a Cúria Báquica o presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, como Grão-Mestre e o presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, como Mestre Conselheiro.

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»Decorreu em Oeiras no passado dia 28 de Novembro a Cerimónia de Entronização da Confraria do Vinho de Carcavelos. Na ocasião tomaram posse o Grão-Mestre Isaltino Morais e o Mestre Conselheiro António Capucho, respectivamente presidentes das Câmaras Municipais de Oeiras e de Cascais e alguns presidentes das Juntas de Freguesia dos dois concelhos.
Nos discursos o confrade António Capucho felicitou Isaltino Morais por esta iniciativa que poderá vir a ter um papel preponderante na preservação do Vinho de Carcavelos produzido nas quintas dos dois concelhos. O vinho é tratado na Estação Agronómica que prevê aumentar dentro de alguns anos a produção para atingir os 50 a 60 mil litros por ano depois de alargada a vinha para 20 hectares. O investimento está a ser feito em parceria com o Ministério da Agricultura.
Isaltino Morais justificou o empenho da Câmara na produção do vinho como preservação de um bem cultural e turístico.
A Câmara de Oeiras está a criar garrafas com o rótulo «Conde de Oeiras» que vão começar a aparecer no mercado no próximo ano.
Depois do almoço nos jardins do Palácio Marquês de Pombal foi feito o lançamento do livro «O vinho de Carcavelos – Perspectiva Histórica e a actual produção na Quinta do Marquês de Pombal em Oeiras».
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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A juntar aos produtos referidos na crónica anterior como o bucho, a morcela ou a chouriça temos ainda…

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»FARINHEIRA e ALHEIRA – Estes enchidos são fruto de um truque dos judeus, para fingirem que faziam enchidos como os cristãos, com carne de porco que consumiam e deste modo enganarem os inquiridores que identificavam os filhos de Israel, pelos hábitos alimentares e escaparem às malhas da Inquisição. Assim substituíam a carne de porco, por uma imensa variedade de carnes que incluíam vitela, coelho, peru, pato, galinha e por vezes até perdiz, envolvidos por uma massa de pão que lhes conferia consistência, isto no caso da Alheira, porque na farinheira, em lugar do pão e como o nome indica, o elemento de ligação utilizado é a farinha. A Alheira ainda hoje é conhecida como o «chouriço judeu».
Actualmente quer a farinheira, quer a alheira, já são elaboradas com carne de porco e temperadas, consoante a região, com colorau, massa de pimentão, vinho e em certas casas, até com sumo de laranja.
As farinheiras podem ser consumidas, fritas, assadas no forno ou incluídas no cozido à portuguesa ou fazer parte principal no chamado «arroz de forno». As alheiras, normalmente são fritas, mas também podem ser estufadas, depois de envolvidas em couve lombarda.
Das alheiras a mais conhecida é a de Mirandela.
QUEIJOS – Os mais famosos confeccionados na nossa zona é o Queijo da Serra (da Estrela) e o de Castelo Branco.
O da Serra é o mais afamado no país e em todo o mundo. A sua produção com leite de ovelha, mugido principalmente entre os meses de Novembro a Março, obedece a normas rígidas e tem região demarcada. Consoante a maturação, que é no mínimo de 30 dias, pode ser amanteigado ou apresentar uma textura mais densa. O queijo é obtido pelo escoamento da coalha, após coagulação do leite de ovelha, cru, com cardo. Dele emana um aroma intenso e tem um sabor suave e acidulado.
O de Castelo Branco, é um queijo curado, obtido com leite de ovelha, embora seja impropriamente conhecido pela designação de cabreiro.Apresenta uma crosta semi-dura, de coloração amarelo-palha.
Há uma grande variedade de queijos de fabrico nacional, nomeadamente: Queijo de Nisa; de Azeitão, de Évora (queijinhos), da Ilha, de Envendos etc.
DOCES – Os nacionais mais conhecidos são: Sardinhas Doces de Trancoso, Pão Podre da Guarda, Coscoréis, Pão de Lò, Ovos-moles, Toucinho do Céu, Pastéis de Santa Clara, Pastéis de Tentúgal, Brisas do Lis, Trouxas de Ovos, Celestes, Pudim de Abade de Priscos, Queijo Dourado, Sericaia, Pastéis de Belém, Barquilhos de Laranja, Pão de Rala e doces regionais do Algarve. (doces de amêndoa, Dom Rodrigo, queijinhos, Nógado, Bolo de Mel, Morgados etc.).
Aos administradores, colaboradores e leitores do Capeia Arraiana, desejo um óptimo Natal e Boas Festas e que provem de tudo só um pouco, por dois motivos, podem fazer mal à saúde e à carteira. Como dizia o outro: «Isto é que vai uma crise!!!!»
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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Mau grado o impacto das multinacionais agro-alimentares, que criaram uma nova geração de consumidores, à força de bifes, bitoques, «fast-food», falsos mariscos, produtos lácteos bífidos e uma infinidade de produtos sucedâneos, inventados pela engenharia alimentar, a cozinha tradicional/regional, volta a ocupar lugar se não nas nossas mesas, pelo menos nas nossas cabeças, porque o prazer voltou à mesa, instalou-se e a vontade de boa comida reapareceu depois de anos de privação.

António Morgado CarvalhoO primeiro momento de independência do novo apreciador, foi a tentativa de regressar aos sabores da infância, feita com forte dose de paixão e um sólido sentido de memória.
A cozinha regional está na moda, intimamente ligada aos afectos e à cultura. À falta de uma cozinha tradicional, que satisfaça a procura do consumidor, convoca produtos que trazem sabores de reencontro, sendo os mais representativos os Enchidos os Queijos e os Doces.
Com estes produtos típicos de cada região, viaja a memória do que se procura: «Pastagens verdes, onde pastam ovelhas e cabras; ruídos de chocalhos; brenhas que dão cardos para coalho; caniços onde o queijo repousa; alaridos de matanças; alguidares de carnes para encher; paus na chaminé, para fumagem dos enchidos e tachos onde colheres de pau, obrigam o açúcar, as amêndoas e os ovos a uniões felizes».
Apaixonadamente agarrados a um passado, procuramos os sabores tradicionais, embora sabendo que estamos envolvidos em elaboradas mentiras, porque o sabor da memória, mesmo reencontrado, está isolado do cenário que essa mesma memória guarda. O tempo e a distância favorecem o sonho.
Sem pretensões de especialista na matéria, nesta época em que mandamos as dietas para as urtigas, enumeram-se, com explicações sintéticas, as delicias gastronómicas mais conhecidas, começando pelos Enchidos:
– BUCHO – É típico da Beira Alta. Em Trás-os-Montes dá-se-lhe o nome de Butelo. É composto por diversas carnes de porco, incluindo por vezes uma certa quantia de ossos tenros, o que confere ao bucho um sabor muito especial. Em algumas regiões pode incluir ainda arroz e pão, sendo o tempero essencial conseguido pela vinha de alhos e é utilizada a bexiga ou a tripa larga do porco, para acondicionar os componentes. Se for fumado pode ser consumido algum tempo depois da confecção.
Uma variante ao Bucho que é exclusiva da Beira-Baixa é o Maranho, em que a matéria-prima é o cabrito ou o borrego. As carnes são ligadas com arroz, juntando-se salpicão, presunto, toucinho, tudo temperado com alhos, cebola, vinho, azeite, salsa e hortelã. Como não são fumados, os maranhos devem ser consumidos, imediatamente após a confecção;
– MORCELA – A mais conhecida é a morcela da Guarda. O elemento de ligação dos pedaços de entremeada, usado neste enchido é o sangue de porco, que lhe confere a consistência e a coloração escura. O cravinho e os cominhos, fazem parte dos temperos utilizados, geralmente servida frita ou cozida ou apenas escaldada, acompanhada com grelos cozidos e outros legumes. Há também a chamada morcela de arroz. É típica da região de Leiria e que se faz na altura da matança. O sangue fresco do porco é temperado com sal e pimenta e diluído com vinagre e vinho tinto. Junta-se carne entremeada de porco, alho, cebola, salsa, cominhos e cravinho e deixa-se marinar, durante cerca de oito horas. O arroz cozido à parte e escorrido, é adicionado ao preparado. Enchem-se as tripas depois de muito bem lavadas e esfregadas com limão. Podem ser servidas após leve cozedura em água temperada com sal louro e cebola;
– CHOURIÇA – A confecção das chouriças/chouriços, tornou-se quase uma arte, sendo sem dúvida, os enchidos mais populares em todo o país, apresentando técnicas de preparação e designações bem diferentes de região para região. Os mais conhecidos são a Chouriça de Vinhais, onde se realiza anualmente uma Feira de Fumeiro muito concorrida.
Os cuidados não se prendem apenas com a escolha das carnes (lombo, lombinho, cachaço, entremeada e aparas) e com a adouba, que dura quatro dias, mas também com a alimentação dada ao porco, alimentado só com grão, beterraba e abóbora.
O chouriço ou chouriça passa a ser Linguiça no Alentejo e os produtos sofrem um longo período de maturação por não utilização de fumeiro.
– OUTROS ENCHIDOS – Além dos mencionados podem referir-se o chouriço de mel, o presunto, as alheiras, o salpicão e a cacholeira.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

Portugal viu nascer a sua primeira linha-férrea de Lisboa ao Carregado em 28 de Outubro de 1856, ma só em 3 de Agosto de 1882 é inaugurada a linha da Beira Alta entre Figueira da Foz e Vilar Formoso. A sua abertura ajudou ao progresso de toda a região por onde passava. A Figueira da Foz passou a cidade, atraindo os beirões para as suas praias. Transportava-se sal e peixe que chegava fresco, abastecendo os pequenos comerciantes da região raiana.

José MorgadoAntes da criação da linha, o sal era transportado em carros de mulares, demorando dias a chegar e sempre em quantidade reduzida em virtude da fraca capacidade dos carros.
Vilar Formoso tornou-se a principal fronteira seca do país e porta de ligação com a Europa. O Sud-Express, comboio de luxo para a época, inaugurado em Julho de 1895 com carruagens-cama e restaurante, veio facilitar as viagens e os wagons-lits tornaram muito confortáveis as deslocações a Lisboa e a Paris.
A única estação da linha da Beira Alta no concelho do Sabugal era e é a Cerdeira e faziam-se carretos semanais com carros de bois transportando batatas e outros produtos do Soito para a Cerdeira.
Durante dezenas de anos o Sud-Express chegava de Lisboa a Vilar Formoso por volta das 20 horas, a uma velocidade média de 80 Kms/hora, puxado ainda por uma máquina a vapor. Paravam também em Vilar Formoso, o comboio-correio e o chamado ‘Trama» com paragem em todas as estações e apeadeiros. Nas estações, passou a haver telégrafo e o de Vilar Formoso, desde os finais do Século XIX a princípios do XX funcionava das 7 horas às 17 horas. Alugavam-se mantas de viagem e almofadas para a viagem ser mais confortável. Junto das estações havia diligências e trens de aluguer, puxados por cavalos, destinados a levar os passageiros às povoações vizinhas da linha.
A história de Vilar Formoso enriqueceu extraordinariamente com o caminho-de-ferro e é um desafio e uma surpresa para os historiadores.
Linha da Beira AltaRelativamente à linha da Beira Baixa, a sua inauguração dá-se em 6 de Setembro de 1891 do troço entre Abrantes e Covilhã e em 11de Maio de 1893 o troço entre a Covilhã e a Guarda, sendo o Barracão a última estação antes de chegar à Guarda, curiosamente chamada Estação do Sabugal de que dista largos quilómetros e se situa pertissimo da cidade da Guarda. Valeu e vale, de há longas décadas, o serviço rodoviário da empresa Viúva Monteiro e Irmão, Lda.
Portugal chegou a possuir uma rede ferroviária que cobria quase todo o território. Mas, na sequência do que se verificou noutros países europeus, particularmente em França, nos últimos 30 anos, tem-se assistido ao encerramento da quase totalidade das linhas de via reduzida e encerramento de apeadeiros e estações, outrora de grande movimento e substituídas por camionagem. Nem as potencialidades turísticas de muitos desses trajectos e povoações, foram aproveitadas.
Actualmente o investimento da CP, passou a centrar-se na linha Lisboa-Porto, bem servida pelo Alfa e InterCidades.
No que toca à Beira Interior o serviço InterCidades, faz ligações na Linha da Beira Baixa – Lisboa-Castelo Branco-Covilhã e na linha da Beira Alta – Lisboa-Coimbra-Guarda.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

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