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«Feitura do carvão. Vi, claramente visto, o lume vivo.» Há cerca de oito dias o meu amigo Victor Fernandes, Presidente da Junta de Malcata, telefonou-me para me convidar a participar numa jornada que tinha a ver com a feitura do carvão, através da cepa da torga, ou canaveira, como por cá também se diz.

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José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaFiquei, agradavelmente surpreendido, e logo comecei a orientar a vida de modo a que me fosse possível ir à simpática freguesia de Malcata onde somos sempre muito bem recebidos e bem estimados.
Cheguei por volta das 9.30 horas e alguém me disse que os «carvoeiros» já estavam para a serra. Fiquei um pouco embaraçado mas, de repente, apareceu-me o anjo salvador. O Rui Chamusco.
Passados dez minutos chegámos ao local onde cerca de duas dezenas de malcatanhos trabalhavam e outros iam servindo a jeropiga, dizendo que era para aquecer, já que o frio era mesmo de rachar.
Enquanto os mais entendidos iam retirando dos buracos o carvão que já estava feito e arrefecido outros circundavam uma outra fogueira onde estava a ser consumida uma grande quantidade de cepas.
Os mais entendidos iam ajeitando o lume de modo a que as cepas ficassem mesmo no ponto e, quando muito bem entenderam, começaram a escavar terra em volta do lume com a qual iam cobrindo e abafando as cepas que, por sua vez, se iam convertendo no apreciado carvão. Mas que arte, meus senhores! Sob o comando de um Senhor, já bastante maior, como dizem os espanhóis, mais dois ou três iam desenvolvendo as mais diversas tarefas também com as mais diversas ferramentas onde o enxadão é rei.
Já mesmo ao fim da manhã eis que chegava o Tó Peneira com o seu lustroso burro que havia de transportar as quatro sacas de carvão que estava pronto a ser consumido ou comercializado se fosse nos tempos de antigamente.
Por volta das 12.30 horas a maioria das pessoas chegavam à sede da associação onde já um grupo de voluntários e voluntárias tratavam do merecido almoço.
Logo que o burro foi descarregado chamaram todos os presentes para junto do balcão do bar poderem tomar um aperitivo. Num ambiente de pura e franca harmonia todas as pessoas bebiam e conversavam animadamente e o tema principal era mesmo o carvão.
Às 13.00 horas, tal como estava previsto, toda a gente se sentou à mesa onde foi servida carne em abundância acompanhada por um saborosíssimo arroz de feijão e couve que a Carla confeccionou. Parabéns, Carla, extensivos às outras moças que contigo trabalharam nas mais diversas tarefas.
Depois do café e copa e sob a orientação dos incansáveis – anfitriões – Vitor, Presidente da Junta e Rui Chamusco, Presidente da Associação, organizou-se o cortejo onde o burro, todo vaidoso, nos conduziu por várias ruas da Freguesia onde o acordeão do Rui e o pessoal dos bombos animaram toda a freguesia. Quem tem um Rui tem um Cristiano Ronaldo!
Confesso que fiquei maravilhado com esta festa do carvão que julgo ser merecedora de honras de televisão para que a ilustre e simpática Dina Aguiar pudesse divulgar através do seu muito apreciado programa «Portugal em Directo».
Mas para substituir as televisões – faltosas – surgiu o João Paulo e o irmão Tiago Cabral que com uma Câmara e uma máquina fotográfica fizeram um trabalho que prometeram meter em DVDs para que esta actividade possa ser divulgada porque, sinceramente, merece.
Parabéns a todos os malcatanhos quer tivessem ou não participado nesta inolvidável jornada!
Os nossos antepassados agradeceram.

«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

O jovem empresário, Eng.º Paulo Martins, tomou as rédeas das termas do Cró, já a funcionar em pleno, e está a preparar-se para muito brevemente poder lançar a primeira pedra para a construção do hotel que será a mais valia deste importante empreendimento.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaMas o Eng.º Paulo Martins que lidera um grupo de empresários, bastante activo e com provas dadas, não pretende ficar pelo Cró.
Visto estarmos na época da castanha este empresário convidou o Sr. Presidente da Câmara, Eng.º António Robalo, a visitar uma cooperativa agrícola na freguesia chamada Penela da Beira que pertence ao município de Penedono.
Muito embora esta cooperativa seja bastante diversificada em termos de frutos secos, nesta altura está, acima de tudo, a trabalhar a castanha.
Visto os Foios e o Soito serem duas localidades com uma enorme produção de castanha o Presidente António Robalo convidou os dois presidentes de Junta para o acompanhar na visita à dita cooperativa de Penela.
Eu, visto que já estou aposentado, aceitei o convite de bom grado mas o colega e amigo do Soito, Eng.º Alberto, não nos pôde acompanhar devido a afazeres de ordem profissional.
Foi também de bom tom ter convidado e Eng.º Emanuel que é o primeiro responsável pelas experiências que estão a ser levadas a cabo na Colónia Agrícola Martim Rei que reúne excelentes condições para o cultivo, produção e venda das mais variadas árvores de frutos secos com especial destaque para o castanheiro.
O empresário, Paulo Martins, surge em toda esta cena porque uma empresa de construção que também ele lidera no Município da Meda ampliou, para o dobro, o edifício da cooperativa de Penela e que ele também muito acarinha.
Chegámos por volta das 11 horas e, de seguida, foi-nos feita uma visita guiada por um técnico e sócio da cooperativa que penso não ter deixado nada por nos mostrar tendo explicado, ao pormenor, todos os passos desde que a castanha entra até chegar à expedição. E não são poucos.
Parti para esta visita com enormes expectativas e confesso que gostei imenso de tudo quanto vi mas confesso que não me pareceu nada fácil olear e por a funcionar todo aquele mecanismo. Mas como sou homem de fé e de esperança vou sempre na expectativa de ver, aprender e copiar modelos que possam ser ajustados às nossas realidades concelhias. Pois se em alguns lados funcionam porque não hão-de também funcionar no nosso concelho?
Mas com os equipamentos da cooperativa ainda vão funcionar, no âmbito da castanha, durante a próxima semana o Presidente António Robalo encarregou o Eng.º Emanuel de contactar alguns produtores do nosso concelho para que na próxima semana se pudesse deslocar um grupo mais alargado tendo, para o efeito disponibilizado o autocarro do Município. O Eng.º Emanuel vai tratar da logística e brevemente dirá alguma coisa.
Confesso que foi uma visita muito proveitosa e se desde há muitos anos que sonho com uma séria e responsável comercialização – e até mesmo transformação da castanha – agora fiquei ainda mais entusiasmado.
Obrigado pela oportunidade que me deram. Toca a plantar castanheiros!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Há cerca de uma semana fui contactado pelo meu colega e amigo Prof. Alberto Pinto, do Agrupamento de Escolas do Sabugal, para me informar de que estava programada uma visita de estudo a várias localidades e sítios da nossa bonita e simpática zona raiana.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaInformou-me que viria um grupo de cerca de vinte alunos acompanhados por quatro docentes como, na verdade, se confirmou.
Na qualidade de professor e de bom autarca, como me prezo, estou sempre de braços abertos para receber todas as pessoas que vierem aos Fóios. Neste caso concreto e a pedido do Prof. Pinto, foi com prazer e honra que recebi alunos e professores.
Chegaram ao Centro Cívico dos Fóios por volta das dez horas e depois de se ter tomado um café no bar do restaurante Eldorado fiz uma visita guiada ao Centro Cívico dos Fóios tendo o grupo ficado muito agradado, sobretudo com o museu «Nascente do Côa».
Já próximo das onze horas o autocarro da empresa «Viúva Monteiro» transportou o grupo até ao ponto mais alto do nosso concelho, a Serra das Mesas (1.256 m), onde a água já corre em grande abundância.
Apesar do dia estar um pouco ameaçador, em termos meteorológicos, o S. Pedro lá se lembrou de aguentar a chuva enquanto o grupo, muito animado e bem disposto, realizava a visita à nascente do Côa onde os alunos(as) tiraram bastantes fotografias para a prosperidade.
Depois de cumprida a visita o grupo passou de novo pelos Fóios, em direcção ao viveiro das trutas, em cujo restaurante os aguardava um saboroso almoço.
No final, o proprietário do viveiro, Sr. Antoine Tavares, fez uma visita guiada tendo alguns alunos pegado em canas de pesca para tentarem enganar algumas trutas que vivem na charca.
Confesso que gostei de ter acompanhado e colaborado com o grupo de professores(as) Kátia, Solanja, Virgínia, Jorge e com os alunos do CEF (Informática) e de Técnicas de Secretariado.
Venham mais vezes e contem sempre com a minha colaboração.
TURISMO É FUTURO.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Sua Ex.ª o Senhor Almirante José Carlos Torrado Saldanha Lopes, Chefe do Estado-Maior da Armada, acompanhado de meia centena de pessoas, onde se incluíam outros Senhores Almirantes e militares de outras patentes, estiveram nos Fóios, tendo almoçado no restaurante Eldorado tal como já havia acontecido noutros anos.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaCorrespondendo ao convite que me havia sido dirigido, no domingo passado, dia 30 de Setembro, do tive o prazer e a honra de ter convivido com essas Ilustres Personalidades que, no fundo, são como que uma grande família.
Tive o cuidado de oferecer ao Senhor Almirante algumas lembranças, onde inclui também um forcão e um toiro em miniatura.
Sua Ex.ª, o Senhor Almirante, também teve a gentileza de, em nome da Armada, me oferecer uma caixa que contém uma medalha relacionada com a Marinha e que ficou exposta no armário das recordações da Junta de Freguesia dos Fóios.
Venham sempre amigos. Nós recebemos de braços abertos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Há cerca de dois meses o Pascoal dos Fóios disse-me que o grupo de motares, da zona de Viseu, «Gang 232» tinha intenção de vir passar um fim de semana aos Fóios.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaPerguntou-me se as camas do nosso centro de acolhimento estariam disponíveis e comunicou-me que os elementos do grupo tinham intenção de aqui passar os dias 22 e 23 do corrente mês de Outubro, tal como aconteceu.
Este grupo já havia estado nos Fóios no ano passado mas como o passa-palavra resulta este ano já vieram muitos mais. Trinta pessoas. Rapazes, senhores, meninas bonitas e bastantes crianças. Tudo gente cinco estrelas.
No sábado almoçaram no parque de lazer dos Fóios e o jantar foi servido no pavilhão multiusos.
O Pascoal, o irmão e os pais são amigos do pessoal do grupo e como são proprietários da padaria dos Fóios confeccionam excelentes pitéus que vão ao forno da padaria nuns grandes tabuleiros.
A mãe Lurdes, uma excelente cozinheira, apresenta na mesa uns pratos que se metem pelos olhos.
Muito embora estivesse convidado para as duas refeições apenas pude participar no jantar que foi servido num ambiente de muita alegria e animação. Uma autêntica família.
Na qualidade de presidente da Junta ofereci umas lembranças ao grupo que, por sua vez, corresponderam com idêntico gesto.
O grupo teve a oportunidade de, no Sabugal, visitar a «Casa do Castelo» onde a Talinha recebe sempre cordialmente. Parabéns Talinha. Está definitivamente assumido que «Turismo é mesmo Futuro».
Vamos continuar a trabalhar porque o muito que já fizemos ainda é pouco. O Concelho tem imensas potencialidades e temos que ser imaginativos e corajosos. Trabalhar para que seja todo o ano mês de Agosto.
Temos programadas diversas actividades, para os meses de Outubro e Novembro, que serão divulgadas na devida altura.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

«AS TERRAS SÃO TODAS IGUAIS. AS GENTES É QUE SÃO DIFERENTES!» Esta abertura vem a propósito da minha ida ao encerro da Freineda, na passada sexta-feira, dia 8, do corrente mês de Setembro.

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José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaQuando pela zona da Raia só já vive de saudade em relação às festas do mês de Agosto, com particular destaque para os encerros e capeias, eis que é anunciado um encerro que deixa deslumbrados todos quantos se dignam ir até à Freineda, essa simpática localidade, também raiana, mas já do concelho de Almeida.
Fui lá, pela primeira vez, no passado ano – 2011 – e já fiz promessa de ir todos os anos.
Na passada sexta feira fui com o meu amigo Chico Lei, num carro de dois lugares, mas logo atrás de nós seguia o jipe do Lei Chão com mais quatro ou cinco fojeiros. Alguns iam pela primeira vez mas já com algumas boas referências.
Quando chegámos ao local do Taco, também conhecido pelo «Mata Bicho», fomos cumprimentados por alguns amigos que por lá temos e logo nos puseram completamente à vontade. «O que está aqui é para todos!» E o que lá havia. Quantidade e qualidade tanto de comida como de bebida.
«Ó pessoal, toca a aproximar. Isto é para todos. Então já provaram a sangria? E o branquinho? Mas o tinto também não é mau.»
Nas mesas abundava o presunto e o chouriço, entre outras especialidades, mas o leitão acabou por ser rei.
Entretanto iam chegando muitos cavaleiros, carrinhas, tractores e motas que, após uma passagem pelo local do Taco, davam uma arrancada até ao sítio onde se encontravam os toiros prontos para as mais diversas faenas do encerro.
A febre, tanto dos humanos, especialmente dos cavaleiros, como dos bichos era, de tal ordem, que arrancaram todos numa barafunda e correria louca a ponto de me fazerem lembrar as guerras nos desertos de alguns países e que a televisão, infelizmente, nos vai mostrando.
Como o terreno é muito plano também dá para tractores, motas, jipes e carrinhas, correrem na perseguição dos bichos.
Os participantes, numa gritaria infernal, faziam-se ouvir dizendo: «O amarelo já fugiu, os cabrestos também já andam longe mas já lá vêm outra vez. Toca gente a subir para os respectivos veículos para se aproximarem o mais possível dos animais.»
Por fim lá os aproximaram do caminho e em marcha lenta fizeram dois ou três quilómetros até que acabaram por chegar próximo do povoado onde entraram já em grande correria, como é habitual, tendo acabado por entrar na praça com sucesso.
Confesso que gostei de tudo mas, de sobre maneira, da simpatia dos freinedenses que não deixam os créditos por mãos alheias.
Um especial carinho e agradecimento para o amigo Tó Reis, Gonçalves, Mário Rocha e Zé Manel-prof. (entre muitos outros) que fazem questão de servir bem todas as pessoas a ponto de as fazerem sentir igual ou melhor que na sua própria terra.
Um grande Bem-Haja e viva a Freineda por ser um exemplo!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

O mês de Agosto é, por excelência, o mês das férias e o mês das festas. No concelho do Sabugal, e mais propriamente na zona raiana, assumem diferentes proporções por causa das capeias à moda da raia. As capeias com forcão. Já muitos emigrantes me segredaram que se não fossem as capeias não viriam todos os anos ou que até mesmo se esqueceriam deste terrão.

José Manuel Campos - Fóios - Sabugal
José Manuel Campos - Fóios - Sabugal José Manuel Campos - Fóios - Sabugal José Manuel Campos - Fóios - Sabugal
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José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaEste ano notei que havia mais gente nos Foios e na raia em geral. À medida que nós, responsáveis autárquicos, nos vamos preocupando com os mais diversos melhoramentos nas nossas freguesias mais atractivas e mais convidativas se tornam.
Até há uns anos atrás o progresso e o desenvolvimento foi criar as condições básicas para que cá se pudesse viver com dignidade mas, desde há algum tempo a esta parte, e uma vez que o essencial está feito, passámos a dedicar-nos mais à limpeza e a bordar, por assim dizer.
Quase, um pouco por todos os lados, começam a surgir espaços de convívio e de lazer para que, cada vez mais, possamos viver e receber convenientemente quem nos visita.
Começando pela nascente do rio Côa e ao longo do seu leito, e das suas margens, começam a surgir bonitos e encantadores espaços de lazer. Refiro, com muito agrado, as praias fluviais de Foios, Quadrazais, Sabugal, Rapoula do Côa, Badamalos, Valongo, Vale das Éguas – e talvez mais algumas – que já vão sendo as delícias de muitas pessoas. Mas quanto ainda há para fazer por esse rio abaixo?!
Tive o cuidado de observar e estudar o comportamento humano das mais diversas criaturas por estas nossas paragens.
O emigrante, termo que pouco gosto de aplicar, está cada vez mais integrado e é cada vez mais, como todos nós, mais cidadão do mundo. Vivemos na tal aldeia global. E ainda bem.
Os mais novos, já terceira geração, oferecem-se para serem mordomos das capeias e desempenham cabal e orgulhosamente o cargo.
Os pais e os avós sentem-se igualmente vaidosos pelo facto dos filhos e netos continuarem a respeitar e a alimentar as raízes. É um autêntico fenómeno.
E os namoros e os casamentos que se vão arranjando por cá? É outro facto curioso.
Quantos namoros e casamentos já aconteceram através destes contactos e conhecimentos em férias?
Tenho verificado que os emigrantes já não gastam dinheiro como noutros tempos. Também reconheço que são cada vez menos uma vez que a grande maioria já regressaram definitivamente.
Mas, apesar de tudo, quando há gente há movimento que faz mexer toda a economia local e regional.
Os queijos das cerca de quinhentas cabras que há nos Foios esgotam-se e mal chegam para as encomendas. Os cabritos e os borregos ainda não nasceram e já estão destinados. Os padeiros, os proprietários dos minimercados, bares e restaurantes trabalham desalmadamente como acontece nas zonas das praias.
Há que fazer como a formiga. Recolher e guardar no Verão para comer no Inverno.
Tive oportunidade de ver que os bares e os restaurantes dos Foios funcionaram bastante bem. Tanto o restaurante do viveiro das trutas «TrutalCôa» como o «ElDorado» foi quase sempre casa cheia durante o mês de Agosto.
Quanto aos bares e esplanadas, incluindo o bar dos mordomos, também registaram muito boa afluência.
Depois das contas feitas e tornadas públicas verifiquei que sobrou algum dinheiro tanto aos mordomos das festas religiosas como aos mordomos das capeias.
Para eles um reconhecimento público pelo trabalho, esforço e dedicação para que tudo tivesse corrido como correu. Parabéns. Para o ano haverá mais.
Tenho verificado que a maioria dos residentes em França não se aguentam por lá o ano inteiro. São já muitos, sobretudo os que vivem na parte Sul de França, que vêm duas e três vezes à terra natal.
Vinde porque nós estamos sempre de braços abertos para vos receber.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Depois de sete anos como professora cooperante em São Tomé e Príncipe a jovem professora Petra decidiu regressar em definitivo a Portugal.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaA jovem fojeira convidou sete colegas seus, também cooperantes, para virem conhecer os Fóios e a região.
Ontem, à noite, quarta-feira, dia 1 de Agosto, promoveram um jantar convívio – ou poético – como lhe chamaram.
Este grupo de jovens professores e professoras tem muito nível e muito treino no campo das letras. Todos eles, e elas, leram poemas de encantar.
Também a nossa poetisa, Amélia Rei, brindou o grupo com a leitura de um poema, alusivo às capeias, por estarmos na altura delas.
A Ramitos, como anfitriã e mãe da Petra, provou porque é que o Eldorado é um restaurante de excelência e de referência.
Tanto o Presidente da Junta dos Fóios como o Presidente da Câmara do Sabugal entregaram algumas lembranças aos ilustres visitantes que prometeram voltar.
Obrigado, Petra, pelo excelente serão poético que nos proporcionaste.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Provenientes do viveiro de Manteigas foram lançadas ao rio Côa, no dia 30 de Julho, mil e duzentas pequenas trutas, do tamanho de um dedo, em vários açudes da área geográfica de Vale de Espinho e Fóios.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaNa qualidade de Presidente da Junta de Freguesia dos Fóios acompanhei os dois funcionários dos Serviços Florestais e, no final, a Junta ofereceu-lhes um almoço no restaurante do Sr. José Nabeiro do Soito.
Apela-se à melhor compreensão das populações das nossas localidades para que não pratiquem o crime de envenenamento das águas só pela ganância de apanharem uns quilos de trutas para uma farra.
É que para apanharem três ou quatro quilos de trutas, a que poderão corresponder trinta ou quarenta, matam mais de trezentas ou quatrocentas se tivermos em conta as muitas pequenas que morrem e que ninguém aproveita.
Com o dinheiro da lixívia poderiam comprar três ou quatro quilos de trutas no viveiro e fazerem a farra.
Por favor, respeitem aquilo que é de todos!
Agradecemos aos Serviços Florestais a disponibilidade e já agora pedimos-lhe que façam uma séria fiscalização durante os meses do Verão e que castiguem severamente os criminosos caso sejam apanhados.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Uma instituição chamada «Obra da Criança» esteve nos Fóios durante três dias, encontrando no espírito acolhedor desta freguesia raiana do concelho do Sabugal um motivo para a considerar um lugar maravilhosos que deve ser visitado.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaNo dia 13 do corrente mês de Julho fui contactado, na qualidade de Presidente da Junta, por uma Técnica Superior de Educação Social a desempenhar funções num Lar de Infância e Juventude com sede em Ílhavo, designado por «Obra da Criança».

Esta instituição acolhe crianças e jovens, dos dois aos dezoito anos. São encaminhadas pela Segurança Social, Tribunais, Comissões de Protecção da Crianças, de hospitais, de IPSS`s sendo que todas elas devem ter Medida de Promoção e Protecção.
A Técnica, de nome Renata Castro, dizia-me no e-mail, que me endereçou, que soube da existência de quarenta camas no edifício da antiga escola primária dos Fóios e perguntava-me se poderíamos acolher um grupo de dezasseis crianças, dois adultos e quanto deveriam pagar por cada dormida.
Respondi-lhe que apenas cobrávamos cinco euros, por pessoa, em cada noite que dormisse, para limpeza e manutenção.
A Dr.ª Renata voltou a contactar-me, também por e-mail, para me dizer que lhe parecia bastante barato mas que para a instituição ainda era um preço bastante elevado.
Claro que não hesitei. Respondi-lhe, de imediato, que poderiam vir sem que nada lhes fosse cobrado.
Perguntei-lhe, ainda, o que tinham programado em termos de refeições e verifiquei que também aí não estavam muito à vontade. Tratei, de imediato, ver como também poderíamos ajudar.
Elaborei um programa, falei com algumas pessoas amigas e tudo se encaminhou para que as crianças aqui pudessem passar três dias que certamente não irão esquecer, como lhes ouvi dizer.
No primeiro dia, o grupo, acabado de chegar, almoçou numa casa que os pais da Dr.ª Renata Castro possuem aqui nos Fóios.
Da parte da tarde e uma vez que eu já havia combinado com o meu amigo Antoine, proprietário do viveiro das trutas «Trutalcôa», este autorizou que o grupo pudesse visitar o complexo turístico e que se atrevessem a pescar umas trutas na charca que aí existe.
O grupo de jovens, embora com pouca experiência, nesta matéria, pegaram em meia dúzia de canas, emprestadas pela casa, e lá vão tentar a sorte que, na verdade, lhes foi surgindo. Entre eles e com a ajuda de outros pescadores, vizinhos, mais conhecedores do assunto, conseguiram pescar meia dúzia de quilos.
O Antoine e o irmão, Zé Tavares, resolveram oferecer todas as trutas que haviam sido pescadas para que a juventude pudesse fazer, no dia seguinte, uma boa patuscada, tal como aconteceu. As trutas foram cortadas e fritas à moda do restaurante da Trutalcôa, tendo sido acompanhadas por arroz e salada.
À noite, um amigo – benemérito – aqui dos Fóios, brindou o grupo com um jantar no restaurante Eldorado. Foi maravilhoso visto que algumas crianças nunca haviam comido num restaurante, tal como lhes ouvi afirmar.
Na manhã do dia seguinte, depois de uma visita à Serra das Mesas, com particular destaque para a nascente do Côa, o grupo desceu ao povoado e os proprietários do restaurante Eldorado, permitiram um banho na piscina, que lhes pertence, e ainda ofereceram uns bolinhos.
Ainda nesse mesmo dia, quarta-feira, da parte da tarde, o grupo foi transportado para terras de nuestros hermanos – Navasfrias – onde o Alcalde, Celso Ramos, Teniente Alcalde – Mercedes – e o Concejal e empresário Florêncio Ramos, esperavam.
Durante duas horas os jovens divertiram-se nas piscinas do parque «O Bardal» tendo de seguida havido uma visita ao Centro de Interpretação da Natureza bem como ao museu que está localizado no Ayuntamiento de Navasfrias.
Por volta das 19 horas realizou-se um jogo de futebol com uma simpática equipa de Navasfrias que a Teniente Alcalde (Vice – Presidente) se dignou arranjar para dar prazer e glória aos jovens portugueses.
Depois do jogo, cerca das 21 horas, foi oferecido um lanche ajantarado onde participaram jovens portugueses e espanhóis numa sã e fraterna confraternização. Grácias amigos de Navasfrias.
Para finalizar informo que hoje, último dia, aconselhei os responsáveis pelo grupo, a fazerem uma visita à vila do Soito de onde regressaram por volta do meio dia para, na despedida, puderem almoçar, no restaurante Eldorado – a convite da Junta de Freguesia – que, como sempre, nestas circunstância, faz um preço especial.
Depois do almoço as duas carrinhas partiram em direcção ao Sabugal com a intenção de uma visita ao castelo e mais tarde, se ainda houvesse tempo, visitariam a Sé da Guarda.
É mesmo como diz o ditado. «fazer bem sem olhar a quem»
Turismo é futuro!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A Junta de Freguesia dos Fóios tem plena consciência de quão importante é o Turismo para o progresso e desenvolvimento desta nossa bonita zona raiana.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO Turismo começa a ter uma enorme e significativa importância na economia local pelo que é absolutamente imperioso que saibamos acarinhá-lo e promove-lo.
Ontem, sábado, dia 7 de Julho, por volta das 21 horas chegaram à «La Plaza Mayor de Fóios» cerca de cinquenta cavaleiros com um ar triunfante por terem vencido as três horas de caminho desde Valverde del Fresno até aos Fóios.
Entretanto já haviam chegado, de automóvel, mais algumas pessoas de Valverde para se juntarem ao grupo no restaurante Eldorado onde haviam encarregado o jantar.
O Presidente da Associação dos Cavaleiros de Valverde abordou-me, na qualidade de Presidente da Junta, para me perguntar se poderiam guardar os cavalos no parque de lazer como aconteceu já muitas vezes. Respondi-lhe que havíamos procedido a significativos trabalhos de melhoramentos, para podermos receber as autocaravanas, tendo plantado um determinado número de árvores que poderiam ser destruídas pelos cavalos.
Depois de um breve diálogo autorizei a que colocassem os cavalos num determinado espaço do parque onde os bichos não provocassem quaisquer danos. Aí ficaram os cavalos até cerca da meia-noite altura em que os cavaleiros deixaram os Fóios rumo a Valverde.
Os elementos da Junta de Freguesia tendo plena consciência de que deveremos apoiar o Turismo, ao mais alto nível, decidimos iniciar, de imediato, os trabalhos numa sorte que possuímos no sítio do enchido, com um comprimento de oitenta metros por cinco de largura.
Vamos colocar, no sentido do comprimento, umas manjedouras onde serão colocadas umas argolas onde os cavalos serão atados.
Esta obra não estava programada nem orçamentada mas temos que avançar imediatamente com ela visto haver já mais passeios combinados e porque também gostaríamos de ter os trabalhos concluídos para que no dia da capeia dos Fóios – 21 de Agosto – alguns cavaleiros já aí poderem guardar os animais.
Os resultados destas acções estão a reflectir-se na economia local e regional pelo que deverão continuar a merecer as nossas melhores atenções.
Em Fóios os efeitos do turismo são já uma realidade mas temos plena consciência de que ainda estamos a dar os primeiros passos. Temos um longo caminho a percorrer mas, na verdade, a caminhada já começou e adivinha-se longa mas altamente profícua.
Algumas razões para nos visitarem:
– Uma serra, das mesas, com motivos ímpares – 1256m de altitude;
– Vistas deslumbrantes quer para a parte de Portugal quer para a parte de España:
– Aspectos graníticos encantadores;
– Possuímos quarenta camas no edifício da antiga escola primária – vinte em cada sala;
– Balneários com oito chuveiros;
– Excelente gastronomia – já sobejamente conhecida e apreciada;
– Auditório com oitenta lugares para as mais variadas acções;
– Museu «Portas do Côa»;
– Parque de lazer com apoio para autocaravanas;
– Praia fluvial.
Muitos outros aspectos haveria a referir mas o mais importante é fazer-nos mesmo uma visita.
Recebemos sempre de braços abertos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

O grupo de caminheiros, duas dezenas, vindos de Lisboa, que passaram o fim-de-semana nos Fóios e arredores, perguntaram se, no futuro, poderiam utilizar as casas de abrigo que se encontram abandonadas pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB).

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTive que lhe dizer que não. O ICNB não pega nem larga. Antes as querem ao abandono que alugá-las.
Este grupo que por cá passou o fim-de-semana deixou por cá dinheiro. Jantaram no restaurante Eldorado, compraram duas dezenas de queijos, almoçaram no restaurante Trutalcôa, beberam uns copos nos bares da freguesia e dormiram na pousada dos Fóios.
Este grupo realizou, no sábado, uma caminhada dos Fóios até à Senhora do Bom Sucesso, próximo de Penamacor, num percurso de 35,5 quilómetros.
No dia seguinte, domingo, realizaram mais uma caminhada pela Serra das Mesas, que os deixou fascinados a ponto de quererem voltar.
Isto já vai sendo muito bom para a economia local e regional mas poderia e deveria ser ainda muito melhor. Pela parte nos me toca assim será.
Senhor Presidente da Câmara: faça favor de lutar para que as casas de abrigo sejam postas ao serviço do turismo.
Então não está já mais que provado que «turismo é futuro»?
Mãos à obra! Este é que é o caminho certo. Ontem já começámos a preparar umas jornadas micológicas de dois dias.

Obrigado, meu caro amigo José Carlos Calisto por trazeres gente de tão longe e por dares a conhecer a nossa região. Estamos-te imensamente gratos. Conta sempre connosco, porque nós também contamos contigo.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Foi com enorme prazer e alegria que o nosso conterrâneo José António içou a bandeira dos Fóios ao lado da bandeira da França e da União Europeia, em território francês.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaFoi no dia 25 de Junho do corrente ano de 2012, na empresa de exploração do talco em Lusenac, sul de França, local onde trabalharam mais de setenta fojeiros e muitos outros homens do concelho do Sabugal.
Um grupo de fojeiros fez uma visita ao local da exploração mineira tendo sido recebido pelo director, a quem entregaram a bandeira dos Fóios em homenagem a todos aqueles que lá ganharam a vida.
O encarregado geral nas minas do talco é o Zé António, natural dos Fóios, e trabalhador sazonal.
France: la mére du monde. Merci.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Ontem, domingo, dia 17 de Junho, realizou-se mais um interessante convívio entre homens dos Fóios e de Malcata. O «invido» tem sido o pretexto, mas os horizontes vão-se alargando.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTal como estava previsto os malcatanhos começaram a chegar aos Fóios por volta do meio-dia. Os fojeiros esperavam no largo da Praça e quando o grupo já era bastante significativo o Ti Quim Pagã fez questão de pagar uns aperitivos no bar do restaurante “Eldorado”.
O amigo Rui Chamusco pegou na concertina e muito simpaticamente começou por tocar o hino dos Fóios.
Quando as delegações das duas freguesias já estavam completas foi servido um vinho generoso no bar do centro cívico e usaram da palavra os dois presidentes de Junta para felicitar todos os presentes. Qualquer um dos presidentes disse que os jogos, tanto de cartas como da petanque, malha e raioula são importantes mas é absolutamente necessário que se vá muito mais longe sobretudo nos aspectos sócio-turísticos.
Quando os fojeiros se deslocarem a Malcata, no dia 2 de Setembro, irão usar o estradão que liga as duas localidades ao longo da fronteira. Este percurso mostra-nos um horizonte a perder de vista com paisagens absolutamente deslumbrantes.
Os elementos das duas Juntas de Freguesia combinaram uma reunião para que possam amadurecer a ideia das promoções turísticas através da serra das Mesas e da serra da Malcata. É urgente valorizar e dinamizar as potencialidades naturais com que a Mãe Natureza nos brindou.
Mas voltando ao encontro dos fojeiros e malcatanhos, o almoço teve lugar no pavilhão multiusos. Foi usado o assador das castanhas por ser polivalente e muito funcional. De uma só vez se assaram as sardinhas e as carnes para que todas as pessoas pudessem comer ao mesmo tempo.
Após o almoço fez-se a foto de grupo, junto do cruzeiro e, de seguida, organizou-se a ronda até ao largo da Praça, onde se localizam os bares e onde foi servido o café e copa.
A realização dos jogos do «invido» estava prevista para o pavilhão multiusos mas acabou por se realizar na esplanada do “Nosso Bar” visto que a grande maioria dos «viciados» haviam demonstrado alguma impaciência. As equipas foram constituídas por jogadores dos Fóios contra jogadores de Malcata mas, às tantas, já andava tudo misturado e o importante era jogar e tomar umas boas minis e uns tintinhos.
Por volta das 19 horas as duas delegações caminharam em ronda, que mais parecia uma procissão, até à casa do Amigo Lei Chão onde foi servido um lanche que acabou por servir de jantar visto que a maioria das pessoas já estavam algo impacientes, porque se aproximava a hora do encontro de futebol Portugal-Holanda, que acabou por nos ajeitar a jornada.
Foi um dia de convívio que culminou com essa importante vitória de Portugal.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Hoyos uma localidade espanhola, da Sierra de Gata, Estremadura espanhola, está geminada com uma outra localidade francesa que se chama Sainte Verge. É uma geminação com uma década e todos os anos se visitam, alternadamente.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaHá quatro anos atrás o autocarro trouxe as duas delegações até aos Foios e desde aí nunca mais nos largaram. Somos sempre convidados para ir a França, o que nunca aconteceu visto que uma semana é algo complicado. Mas quando os franceses vêm a Hoyos, que dista cerca de quarenta quilómetros de Foios, confraternizamos pelo menos um dia.
Este ano aconteceu na passada sexta feira, dia 18 de Maio, e fiz-me acompanhar pela minha esposa, o geólogo José Luís Nobre e pelo João Paulo, técnico na Câmara Municipal.
Foi uma jornada muito animada com um almoço, oferecido pelos franceses, no parque de campismo de Hoyos visto ter umas excelentes condições.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Há poucos dias, com a minha esposa, saímos de casa com a intenção de encher, de gasóleo, o depósito do jipe, em Valverde del Fresno. Assim aconteceu.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaComo era cedo, para regressar a casa, decidimos ir visitar o castelo de Trevejo que fica muito próximo de uma povoação que tem por nome Vilamiel.
Uma vez que já havíamos estado mais vezes no castelo optámos por dar uma voltinha pela pequenina povoação. Em Trevejo vivem apenas cerca de cinquenta pessoas. É uma localidade pequena mas muito bem preservada. Tem água, saneamento, luz, telefone e as ruas muito bem arranjadas.
Trocámos impressões com os poucos habitantes que fomos encontrando que nos contaram a história desse pequeno mas encantador povoado.
De seguida fizemos mais uma visita ao castelo e gostámos como se tivesse sido a primeira vez. É sempre bonito e sempre diferente.
Qualquer dia pretendo abrir inscrições para que os meus amigos se possam inscrever para, em conjunto, podermos dar uma voltinha por essas bandas.
Levaremos merenda que será comida, em conjunto, no parque de campismo de Hoyos.
Trevejo dista apenas trinta quilómetros dos Foios.
Concordam com a ideia? Agora só falta escolher o dia.
Se realizarmos este passeio e se correr como espero outros se seguirão por esta bonita zona da raia. Depois será Robledillo de Gata. Um tesouro.
Aceitam-se sugestões.
Que fique bem claro que não há qualquer intenção de lucro. Quem pretender participar terá que vir até aos Foios e aqui já nos organizaremos, em termos do transporte, e para merenda, ou almoço, cada um(a) levará aquilo que muito bem entender. Estes serão os custos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Depois de alguns meses de trabalho sério e duro, porque tínhamos uma data combinada, eis que chegou o dia da inauguração da área de serviço de apoio às auto-caravanas.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaHá cerca de dois meses combinámos com o nosso amigo Nando a data de 23 de Abril para inauguração da referida área de serviço.

O Nando disse, na altura, que viria o seu grupo de amigos que são amantes desse desporto, para poderem participar na dita inauguração. Assim aconteceu.
Muito embora a inauguração só tivesse acontecido segunda-feira, dia 23, o grupo chegou a Foios ao final da tarde de domingo.
As caravanas foram guiadas para o referido espaço e ficou combinado que, após o jantar, todas as pessoas se deslocariam para o Centro Cívico em cujo auditório lhes seriam exibidas imagens desta bonita zona raiana.
Depois desta sessão visitou-se o museu “Portas do Côa” e, no final, toda a gente tomou um vinho generoso que a Junta costuma oferecer nestas ocasiões.
No dia seguinte, segunda-feira, o grupo decidiu fazer uma caminhada, desde o parque das caravanas até à nascente do Côa.
Entretanto um grupo de pessoas de Foios trabalhava afincadamente, preparando o almoço, para que às 13 horas todas as pessoas pudessem ser servidas.
Após o almoço usou da palavra o Sr. Presidente da Câmara para agradecer à Junta de Freguesia de Foios o facto de ter levado por diante tão importante melhoramento. Agradeceu, igualmente, aos caravanistas o facto de se terem associado à inauguração da estação.
O Presidente da Junta de Foios também usou da palavra para agradecer a todas dos Foios que trabalharam para que esta obra pudesse ter sido inaugurada. Agradeceu a colaboração que a Câmara também prestou tendo inclusivamente referido os nomes dos Senhores Engenheiros Tavares e Miguel, que também estavam presentes, porque sempre estiveram dispostos a colaborar sobretudo nos aspectos mais técnicos.
O grupo dos caravanistas, cerca de quarenta pessoas, passearam pelas ruas dos Foios, fizeram compras nos estabelecimentos e compraram todos os queijos que, lhes iam surgindo, a ponto de os terem esgotado.
O jantar de segunda-feira foi também no telheiro do parque e o grupo convidou o Presidente da Junta e a esposa a participar no jantar convívio tal como, de facto, aconteceu.
O Presidente da Junta ofereceu um galhardete dos Foios a cada caravana, um boletim informativo e distribuiu uma folha onde todas as pessoas escreveram os seus contactos.
No final o representante do grupo entregou um envelope, ao Presidente da Junta, que continha a quantia de cento e quarenta e cinco euros para que a Junta possa adquirir uns sacos de cimento para a construção do quiosque e das casas de banho que também estão a acontecer.
Finalmente um carinho e um reconhecimento muito especial para o nosso ilustre amigo Nando, digníssimo empresário na cidade do Sabugal, porque para além de nos ter orientado na instalação da estação ainda nos ofereceu alguns equipamentos, que ele próprio confecionou e ofereceu lembranças a todas as pessoas.
Obrigado Amigo Nando pelo excelente grupo que fez deslocar até Foios. Pessoas com muito nível e com uma educação e cultura por quem ficámos verdadeiramente apaixonados.
Confesso que não estou mais triste porque, a grande maioria das pessoas, prometeram que voltariam. E algumas, provavelmente, à capeia que vai ter lugar no dia 21 de do próximo mês de Agosto.
TURISMO É FUTURO.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, vai celebrar a missa de domingo de Páscoa nos Fóios, freguesia raiana do concelho do Sabugal.

«Foi com enorme surpresa a rejúbilo que hoje recebi, do Senhor Padre Carlos Martins, a notícia de que Sua Ex.ª Reverendíssima D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, virá a Foios celebrar a Missa do próximo domingo, dia de Páscoa», disse José Manuel Campos, o presidente da Junta de Freguesia da aldeia sabugalense, numa nota divulgada nas redes sociais da Internet, dando conta do facto.
O prelado esteve de visita pastoral aos Fóios no ano de 2008, numa jornada em que foi muito bem recebido pela população. Para além dos afazeres religiosos que o levaram à aldeia, D. Manuel Felício teve ocasião para visitar o lar da terceira idade, o Centro Cívico Nascente do Côa e outros equipamentos sociais de que a freguesia dispõe.
A visita agora programada tem um significado especial para aquela paróquia, na medida em que ocorrerá no domingo de Páscoa, sendo vista como um sinal de apoio à população da aldeia raiana, a que não é alheio o esforço continuado do autarca da freguesia no sentido de dar expressão e visibilidade a uma terra que tem mostrado dinamismo e capacidade de afirmação.
plb

A Serra das Mesas, latitude 40º 16’ 22’’N, longitude 6º 51’ 30’’W e altitude 1256 m, respeitante ao marco geodésico das Mesas, localiza-se na área sudeste do Concelho do Sabugal, concretamente na freguesia de Foios.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaA Serra das Mesas, constituindo um batólito, isto é, de natureza granítica, é parte integrante do sector terminal, ocidental, da Cordilheira Central espanhola, que penetra no território português através de um conjunto de elevações usualmente designado por Serra da Malcata, mas que as designações locais de toponímia diferenciam como é exemplo a Serra das Mesas.
A Serra das Mesas destaca-se do conjunto de elevações onde está inserida, unidade geomorfológica da Serra da Malcata, por duas razões, em primeiro lugar, pela altitude, possuindo o ponto onde ocorre a maior altitude da unidade, atingindo os 1256m, e em segundo lugar, pelo facto de ser a única serra deste conjunto onde domina a litologia granítica.
Em relação à litologia a Serra das Mesas apresenta um granito porfiróide de duas micas e grão médio a fino. A Serra das Mesas é uma área intrigante e rica ao nível do modelado granítico, sendo possível observar na paisagem o granito esculpido com arte e mestria pela natureza e pela passagem do tempo. A área apresenta uma morfologia desconcertante tanto pela riqueza, como pela quantidade e originalidade de modelado que conserva e que resultou numa diversidade exuberante de formas.
O desenvolvimento do trabalho de campo levou à comprovação que o batólito da Serra das Mesas é um extraordinário «laboratório» de pesquisa da morfologia granítica, apresentando um ecletismo realmente notável e originando uma multiplicidade de formas sempre originais, sempre surpreendentes.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

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No ano de 2010, a pedido da Junta de Freguesia de Foios, os elementos da equipa de sapadores local colocaram um ninho, para a cegonha, num poste que nos havia sido oferecido pela EDP.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO referido poste, com o respectivo ninho, foi colocado no parque de lazer na esperança de que a cegonha nos pudesse brindar com a sua presença.
Tanto em dois mil e dez como em dois mil e onze a cegonha não fez caso nenhum do ninho. Mas ontem, dia 6 de Março, alguém me telefonou para me dizer que estava uma cegonha no dito ninho.
Fui dar uma espreitadela e lá estava ela, cheia de elegância, a ajeitar os paus que haviam sido colocados na estrutura de ferro a que chamámos ninho.
Espero e desejo que tivesse vindo para ficar.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Marcos da Raia - Fóios - Sabugal
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Data: 28 de Fevereiro de 2012.

Local: Nascente do Rio Côa na freguesia dos Fóios.

Autoria: José Manuel Campos.

Legenda: Hoje fui dar um passeio lá para os lados da nascente do Côa e do Lameirão. Às vezes apetece-me andar por lá sozinho e fazer a exploração da Natureza ao meu ritmo. Procurei meruge mas apenas encontrei par uma simples saladinha. A água escasseia e a meruge não nasce. Mas encontrei outras coisas belas. Uma raposa, que não me viu, andou, durante um quarto de hora, pelo meio de uma dúzia de vacas de campo capturando alguns bichinhos que saltavam junto desses animais. Fiz também esta fotografia da chamada «Carambola» que tem um marco fronteiriço no ponto mais alto. É que tempo é propício para este género de passeios.
José Manuel Campos

Os roteiros gastronómicos começaram no dia 19 e vão terminar hoje, dia 21 de Fevereiro de 2012.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaParecendo-me que os dias são muito poucos, e como também as visitas de familiares e amigos são também muito frequentes, o tempo não dá para podermos ir a todos os restaurantes que aderiram a tão interessante e importante iniciativa.
Naturalmente que não pude ir a todos os restaurantes que aderiram aos roteiros do corrente ano de 2012. Tive a oportunidade de estar em quatro casas e confesso que fiquei agradavelmente surpreendido.
Acompanhei, de perto, como é óbvio, tudo quanto aconteceu mais próximo de mim e confesso que que as expectativas excederam, de longe, tudo quanto era de esperar.
O restaurante ELDORADO esteve sempre muito bem composto, pra não dizer, quase sempre cheio e, em muitas ocasiões, a abarrotar. E atenção, o ELDORADO quando enche é com mais de cem pessoas.
Sei que alguns, e algumas, poderão estar a pensar ou a dizer: presunção e água benta cada um toma a que quer. Mas que importa isso? A verdade é que realidade é mesmo esta.
Para além do mais, e para dar mais brilho aos roteiros gastronómicos, pudemos contar com uma briosa delegação, de cerca de três dezenas de pessoas, comandada por Sua Ex.ª Chefe do Estado Maior da Armada, Almirante – José Carlos Torrado Saldanha Lopes. Foi para nós uma enorme honra termos convivido com o Sr. Almirante e com outras importantes personalidades.
Os roteiros trouxeram também um elevado número de espanhóis que muito apreciam a excelente gastronomia do Município do Sabugal.
Tudo isto mexe com a economia local e regional.
Parabéns aos organizadores.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Pretende-se com a presente proposta de intervenção, e através do denominador comum, Rio Côa, a as formas de arte primitivas ao longo do seu curso, ligar a nascente à foz, promovendo o património e a sua relação com o homem/território.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaA presente iniciativa realizar-se-á, com a adaptação de uma sala numa edificação pré-existente, o Centro Cívico dos Fóios localizado a freguesia dos Fóios, de modo a que esta comporte um espaço, que ao longo de um pequeno percurso se irão apresentar as várias formas de arte que proliferam nas margens do rio Côa, com especial realce e destaque para a arte património mundial da sua foz e Estela do bronze dos Fóios, abrangendo períodos que embora anacrónicos são representativos da influência do elemento rio, na estruturação da ocupação humana no território que compõem o seu curso.
Os conteúdos da exposição serão iminentemente gráficos, aplicados sobre o invólucro do espaço expositivo, com o complemento audiovisual de uma zona de projecção e um ponto de visionamento de um contudo vídeo alusivo ao tema.
A exposição terá como público-alvo jovens do 1º e 2º Ciclo e a adultos de todas a idades e formações, pretendendo-se ainda de forma indirecta a dinamização de novos fluxos de visitantes quer aos Fóios, quer ao concelho através do Fóios.
Em termos de estrutura de exposição, a mesma assenta na redefinição do espaço da sala já existente destinada á exposição, através de um plano quebrado contínuo, constituído por painéis em contraplacado de madeira que servirão de suporte ao contudo gráfico que será aplicado sobre este. Conteúdo que se quer dinâmico e coerente e cujo a concepção deverá ter na base o guião previsto em projecto (conforme peças desenhadas), definindo-se claramente em dois momentos, um primeiro de introdução e apresentação da arte rupestre de foz Côa com realce para a Arte Património Mundial, um segundo momento para a arte no Alto Côa e fomentando assim o entendimento da ocupação humana no território do rio Côa.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Costumo dizer que a capeia começa com o corte dos paus do forcão e termina dois ou três dias depois, da capeia propriamente dita, com o levantamento das estruturas e a limpeza da praça.

(clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaHoje, último dia do ano, a rapaziada dos Foios foram cortar, carregar e transportar os paus de carvalhos que gentilmente o Ayuntamiento de Navasfrias se digna conceder-nos.
O Alcalde, Celso Ramos, autorizou e o Manolo, funcionário del Ayuntamiento, orientou o corte das árvores para que não se cometessem erros. Cortam-se os carvalhos, que estão mais juntos, e sempre de forma responsável e organizada.
Às nove horas portuguesas, mordomos, alguns familiares e alguns amigos estavam no local. Uns com as motosserras e outros, os mais fortes, dispostos a pegar nos carvalhos e carregá-los para o tractor.
Cerca de duas horas mais tarde os paus estavam no local do costume para dentro de um dois meses serem descascados.
Lá para Abril ou Maio os técnicos constroem o forcão e proporcionam mais um dia de excelente convívio.
VIVA A CAPEIA! VIVA A RAIA!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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No passado mês de noviembre, pelo segundo ano consecutivo, motards de Espanha e Portugal confraternizamos meio à afición do todo-o-terreno. E nada melhor para o fazer do que a zona do Parque Natural da Serra da Malcata junto ao povo dos Foios.

O nosso bom amigo Zé Manuel, que no ano passado já nos ofereceu as instalações das escolas dos Foios, com 42 camas, para ser durante um fim de semana a nossa casa, volta a ser o nosso anfitrião e o grande representante da hospitalidade destas terras arraianas. E é que em Foios nos sentimos como em casa. Em Foios e em Portugal em geral.
Desde os Foios percorremos os maravilhosos povos da zona arraiana pelos caminhos que os unem.
Foios, Penamacor, Salvador, Monsanto, Medelim, Bemposta, Pedrogao de Sao Pedro, Benquerença, Casteleiro, Sortelha, Aldeia de Santo Antonio, Sabugal, Souto… e novamente Foios. É sem dúvida uma boa mostra dos povos da comarca da Beira. Autênticos, com identidade própria.
O Outono é, provavelmente, a melhor época do ano para descobrir o encanto de suas paisagens. Por caminhos de granito decomposto, o que faz com que a água drene e facilite a condução das motos, atravessamos rios com águas limpas e frias, bosques de robles, pinheiros, de quejigos, de castanheiras, verdes praderas, com a majestuosidade dos seus montes…, caminhos que antanho foram percorridos por autênticos sobreviventes que já unian os dois paises, os macuteiros.
E como recompensa depois de um duro dia de esforços, nada melhor para se recuperar que a gastronomia local. Enchidos, queijos, produtos da huerta, cabrito…regados com o estupendo vinho tinto da terra.
Muito obrigado Zé Manuel, muito obrigado Foios…muito obrigado Portugal.
Já teniamos saudades destas Terras.
Fernando Mendoza

No sábado, dia 10 de Dezembro, desloquei-me ao pavilhão multiusos de Trancoso para visitar a feira que promove os produtos regionais dos Municípios da Beira Interior Norte, através da Associação de Municípios da Cova da Beira, e da província de Salamanca.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaOs produtos mais abundantes eram os embutidos (enchidos) vinhos, mel, marmeladas, licores, produtos lácteos, azeites e vinagres, enchidos, frutos secos, farinhas e derivados e geleias.
Para além dos aspectos já referidos há ainda a acrescentar os seminários e muita animação musical.
No ano de 2012 a feira voltará a realizar-se em Salamanca e em 2013 no Município de Pinhel.
A ECORAYA procura dinamizar o tecido produtivo e a coesão territorial.
O tempo não ajudou muito mas mesmo assim foram muitas as pessoas que marcaram presença.
No domingo, o tempo parece melhorar pelo que se aconselha uma visita à Ecoraya.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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A festa de Santa Catarina, na Rebolosa, é e sempre no dia 25 de Novembro. Mas que festa! Foi na sexta-feira e já sinto saudades. É que ainda falta quase um ano para a próxima.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaHá um conjunto de circunstâncias que fazem com que as pessoas se apaixonem por essa festa.
É a festa da saudade, da amizade, do amor e da confraternização. Mas o que provoca todas estas sensações são as pessoas.
A primeira sensação é que me reporta à infância ou a fazer lembrar os tempos medievais.
A feira, as tabernas, os assados nas ruas, nos currais, no barroco, as concertinas, o reencontro das pessoas, sobretudo das mais velhas, provocam-me uma nostalgia a ponto de achar que o Novembro de 2012 nunca mais chega.
Quando ontem cheguei, acompanhado de mais quatro fojeiros, fui cumprimentar o simpático Presidente da Junta, Manuel Rei, a quem o secretário da Junta de Foios ofereceu um magusto de castanhas. De seguida fomos tomar a primeira jeropiga ao bar da Associação.
Deixámos o amigo Manel Rei, que tinha muito para fazer, e deslocámo-nos para os locais onde já fumejava. Lá estavam os outros elementos da Junta e da Associação agarrados ao trabalho do lume que, nesta altura, quase se agradece.
Aqui aparece um amigo, ali outro e toca de provar as águas deste ano e dos anos anteriores. Novo e velho é todo bom. E cai bem porque sempre se vai comendo um pimento curtido, umas azeitonas ou um torresmo.
Aquele sítio do barroco onde todos os anos saboreamos o porco do simpático amigo Jordão é absolutamente deslumbrante. A fogueira que lá se ascende faz lembrar o Natal.
O Engº Miguel Neto e a esposa não se cansavam de distribuir mantimentos, pelas mesas, para que ninguém fosse a contar mal da festa.
Mais tarde baixamos até ao recinto das festas onde alguém assava a carne e os enchidos que outros íamos degustando.
Muito próximo, cerca do tanque, mais um enorme grupo em volta das mesas e dos grelhadores conversavam animadamente. O Quim, o Manel e um terceiro amigo, também não se pouparam para que todos os amigos passem um rato bueno.
Depois de bem comidos e bem bebidos decidimos ir tomar café quando, entretanto, surgiu o Nuno Ventura para nos dizer que não ficaria satisfeito se não fossemos beber um copo ao seu espaço. Fomos sim senhor. Bebemos um copo, voltámos a petiscar e cantou-se o fado ao som do acordeon.
Quando já nos deslocávamos, em direcção da viatura que nos tinha transportado, apareceu a Alexandrina, o Carlos, a Natália e mais uns amigos a desafiar-nos para irmos a uma penha tomar mais um copo. Fizemos-lhe a vontade e gostámos de visitar a penha onde um grupo de jovens nos serviram uma jeropiga.
Sabiamos que a festa continuava mas como tínhamos alguns compromissos nos Foios lá nos despedimos da Rebolosa com a promessa de voltar. Não só à Santa Catarina como a outras actividades que essa gente bairrista leva a efeito ao longo do ano.
Obrigado e parabéns ao simpático povo da Rebolosa.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

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Nos contactos que vou tendo com os meus conterrâneos a castanha, sobretudo nesta época, vem sempre à baila. Em Foios não há ninguém que não tenha castanheiros e se houvesse alguém que não tivesse apanharia, certamente, os de alguém, de meias ou de terças.

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José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTanto o secretário como o tesoureiro da Junta de Freguesia de Foios são excelentes produtores de castanha e como lido com eles praticamente todos os dias, vou escutando as conversas que travam, com as muitas pessoas que passam pela Junta, pelo que estou bastante bem informado sobre esta actividade.
As pessoas dos Foios estão deveras satisfeitas com a produção e com a venda, no presente ano de 2011.
As primeiras castanhas que caíram, ainda com um tempo de Verão, assustaram as pessoas. A ausência da chuva e o calor faziam com que as castanhas ficassem algo secas ou «bladas» como por cá se diz.
Os compradores do costume também não apareciam e as pessoas já deitavam contas à vida.
Algum comprador que ia aparecendo era ele que fazia o preço e ia dizendo às pessoas que as castanhas não tinham procura.
As pessoas dos grandes centros em vez de procurarem as quentes e boas castanhas procuravam os gelados.
Finalmente o S. Pedro fez a vontade às pessoas e a chuva e o vento vieram em abundância, quando a maioria dos castanheiros se encontravam ainda bastante carregados.
A castanha engrossou um pouco mais e ficou muito mais luzidia como por aqui se diz. Foi um milagre.
Os compradores começaram a vir em força e já não havia castanhas que chegassem. Antes do dia de Todos os Santos as camionetas não paravam de chegar. Alguns compradores vinham duas vezes no dia e outros até por cá dormiam.
Então aí é que os produtores tiveram sorte. Os compradores eram muitos e quase entraram em despique.
Acabaram por pagar a castanha a um preço que as pessoas já consideram, mais ou menos justo.
A maioria vendeu a um euro e meio muito embora algumas tivessem ficado por um e vinte ou um e trinta.
Penso que das mais de 150 toneladas que se produzem nos Foios poucas castanhas devem ter ficado debaixo dos castanheiros.
Fico muito feliz quando converso com as pessoas e as vejo entusiasmadas a ponto de dizerem: Quando verifico que tenho um castanheiro a secar planto, de imediato, três.
Cá pelos Foios todos nos incentivamos uns aos outros porque toda a gente tem plena consciência da enorme importância do castanheiro.
Seria bom que se fizessem estudos e levantamentos, em todo o concelho do Sabugal, e que se incentivassem as pessoas a plantar grandes soutos.
Apelo igualmente às entidades oficiais, nomeadamente e sobretudo à Câmara Municipal, para que se debrucem sobre esta problemática.
O escoamento este ano correu bastante bem mas não estamos livres de anos maus.
O trabalho que se vai desenvolvendo na Colónia Agrícola Martin Rei é já muito importante mas julgo que se poderá ir muito mais além, para bem de todos.
Se os castanheiros secaram em algumas zonas do nosso Município, outrora consideradas mananciais, teremos que ser corajosos e arrancar com novas experiências.
Se os nossos ex-governantes não tivessem dado subsídios para se arrancarem, pomares, vinhas e outras espécies talvez não tivéssemos chegado ao estado de desgraça em que nos encontramos.
Mas tudo o que acabo de referir não nos deverá levar à revolta e ao desânimo, pura e simplesmente. Bem pelo contrário.
O nosso Concelho tem muitas potencialidades, nos mais variados aspectos, pelo que teremos que ser corajosos e organizados.

Arregaçar as mangas e mãos à obra!

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Este domingo, dia 13 de Novembro, estiveram connosco duas dezenas de pessoas, que se fazem transportar em auto-caravanas e que, quando circulam, dão vida, alma e alegria às freguesias por onde passam e onde estacionam.

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José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaCom a crise que ultrapassamos, em termos de gente, é caso para dizer que todas as pessoas são bem-vindas.
Este grupo, de ilustres personalidades, que já mais algumas vezes por aqui tinham passado, têm-nos incentivado à criação do parque de caravanas que estamos a implantar.
O grupo chegou ao espaço, do futuro parque de auto-caravanas, por volta das 13,30 horas, onde almoçaram e onde eu tive o prazer de, com eles, ter tomado café e copa.
De seguida todas as pessoas se deslocaram ao Centro Cívico onde a Junta de Freguesia ofereceu umas castanhas assadas regadas com a saborosa jeropiga da região.
Depois de um franco e útil diálogo chegámos à conclusão de que o parque de auto-caravanas de Foios poderá ser inaugurado na Primavera do próximo ano de 2012.
Antes da despedida foi feita uma foto de grupo e, de seguida, todas as pessoas ocuparam lugar nas respectivas viaturas em direcção da vizinha localidade de Alfaiates.
Pela parte que nos diz respeito só temos a agradecer a passagem pelos Foios com a certeza de que sempre teremos o maior prazer em os receber e com eles conviver.

Não esquecer: Turismo é Futuro!

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(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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«O interior do Interior tem por cá muito boa gente e também somos portugueses!» Assim escrevia em 14 de Julho de 2007 na sua primeira crónica no Capeia Arraiana o prof. José Manuel Campos. O dinossauro dos autarcas raianas defende como ninguém as suas terras e as suas gentes revigorado pela cristalina água da nascente do Côa. Reportagem e edição da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Às vezes até parece que no concelho do Sabugal são 1+39. O nosso reconhecimento e apreço pelo presidente da capital da Raia sabugalense. Parabéns Prof. José Manuel Campos.
jcl

No Sábado, dia 5 de Novembro, apesar de haver poucos cogumelos, as 62 pessoas que se inscreveram e participaram na jornada dos cogumelos não deram, certamente, o tempo por mal empregue. Tanto espanhóis como portugueses foram unânimes em afirmar que foi um excelente dia de convívio.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaA grande maioria das pessoas chegaram ao Centro Cívico um pouco antes das 10 horas e foi-lhes servida uma jeropiga acompanhada de uns bolos e de um paté de cogumelos que o amigo Florêncio Ramos empresário, de Navasfrias, nos havia oferecido.
Quando se chegou ao campo, 10h30, o Sr. Eng.º Gravito, Técnico do Ministério da Agricultura, proferiu uma pequena palestra para, de seguida, todas as pessoas entrarem na mata e procurarem os cogumelos como se de ouro se tratasse.
Os cogumelos, não comestíveis, amanita muscaria, abundavam em maior número mas, mesmo assim ainda se encontraram alguns boletos e alguns macrolepiotas, vulgarmente conhecidos por cogumelos do anel, que permitiram que o Sr. Eng.º Gravito pudesse ter dado as explicações convenientes.
Por volta do meio-dia o grupo regressou ao Centro Cívico em cujo auditório o Eng.º Gravito deu a grande lição.
As pessoas, comodamente instaladas, assistiram à projecção de fotografias, dos mais variados fungos, que iam sendo comentados pelo Técnico.
No final da palestra e mesmo em frente do edifício, fizeram-se algumas fotos de grupo para, de seguida, todas as pessoas se dirigiram para o restaurante Eldorado onde foi servida uma refeição a fazer inveja a algumas bodas.
O meu amigo Marcelo, alcalde de Hoyos, que chefiava uma delegação dessa simpática localidade e outros amigos de Valverde del Fresno, reconheceram e elogiaram toda a acção e disseram que jamais poderão esquecer o excelente cabrito e o excelente queijo de Foios.
Já quase ao cair da noite ainda houve tempo para algumas pessoas do grupo se terem dirigido até à central de camionagem do Sabugal onde a Câmara e a Empresa Sabugal+ haviam promovido um magusto no âmbito das actividades que durante esse dia decorreram na cidade do Sabugal. Prova de atletismo e exposição e venda dos produtos locais e regionais.
Gostaria ainda de dizer que o empresário de Navasfrias, comprador e transformador de cogumelos e de outros produtos silvestres, teve patente uma exposição tendo alguns dos participantes adquirido alguns produtos.
Foi também com prazer que recebi e cumprimentei a Sr.ª Dr.ª Ana Charters, actualmente a trabalhar com o Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros, que também se dignou participar na jornada micológica acompanhada do marido e de um outro casal.
Termino como por cá se costuma dizer: «Se Deus nos der sorte e saúde p`ró ano há mais».

«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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A convite do Município de Vila Nova de Foz Côa, Junta de Freguesia e Associação dos Amigos de Foz Côa – «Foz Côa Friends» – um grupo de amigos de Foios e Presidência da Câmara Municipal do Sabugal rumámos até Vila Nova de Foz Côa no sábado, dia 22 de Outubro de 2011.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaSaímos do Largo da Fonte, por volta das 8 horas e trinta minutos para chegar a Foz Côa às dez e um quarto.
Com as novas estradas que agora existem mal se dá pelo caminho e as pessoas não se cansam. Uma beleza.
Em Vila Nova de Foz Côa estava o poder local, Câmara e Junta de Freguesia, o Sr. Cónego e alguns amigos da Associação «Foz Côa Friends» para nos receberem.
Depois da apresentação de cumprimentos entrámos no bar do amigo José Constâncio onde tomámos café.
De seguida foi-nos feita uma visita guiada a uma Igreja que, embora antiga, se encontra muito bem preservada interior e exteriormente.
Para dar cumprimento ao horário o grupo das vinte e oito pessoas do Sabugal foi encaminhado para o autocarro da Câmara Municipal de Foz Côa cujos lugares, cinquenta e quatro, acabaram de ser preenchidos por amigos de Foz Côa.
Um quarto de hora passado chegávamos ao cais de embarque, onde a maioria dos amigos fizemos fotografias para a prosperidade.
Às 11 horas entrámos no barco «Senhora da Veiga» para iniciarmos uma viagem que ficará na memória de todos.
Os fojeiros, que tantas vezes ouvimos falar da Foz do Côa e que apenas conhecíamos através de fotografias, tivemos a honra e a felicidade de contemplar esse mítico lugar onde o filho rio Côa vai entregar, ao pai Douro, as suas águas.
A nossa alegria era condizente com o maravilhoso dia que o S. Pedro nos proporcionou.
Com tanta alegria e animação não tardou que os artistas que tínhamos a bordo tivessem pegado nas violas e no acordeon. Cantou-se e dançou-se até que alguém deu ordens para que toda a gente se sentasse à mesa porque o almoço estava pronto a servir.
Depois de todas as pessoas devidamente instaladas os simpáticos rapazes e meninas começaram por servir uma refeição que teve um sabor muito especial.
O desembarque deu-se por volta das 16 horas tendo todas as pessoas tomado lugar no autocarro que nos havia de transportar ao museu do Côa como estava programado.
Aí, um simpático jovem, a dominar por completo toda a matéria, proporcionou-nos a visita guiada que foi altamente esclarecedora e muito pedagógica.
Enquanto a delegação dos Foios, acompanhados por alguns bons amigos da «Foz Côa Friends», com particular destaque para o incansável – José Lebreiro – outros amigos, sobretudo o Presidente da Junta – Fernando Fachada – e seus colaboradores trabalhavam no salão da Junta para que por volta das 18 horas o lanche estivesse pronto a ser servido.
Logo que demos entrada no salão da Junta deparámos com os elementos do rancho folclórico, neste caso transformado em grupo coral que, sob a orientação do Sr. Maestro, já com oitenta anos de idade, nos brindou com bonitos números, alguns dos quais alusivos ao rio Côa.
Pretendo referir que tanto na viagem de barco como no final da jornada se verificou a troca de algumas lembranças com particular destaque para umas peças, em ardósia, onde constam os brasões de Foios e Vila Nova ou seja das localidades onde nasce e desagua o rio Côa.
Um especial agradecimento ao Fernando Fachada, Presidente da Junta e ao Vice – Presidente do Município, João Paulo, porque foram eles que estiveram sempre em contacto comigo, na qualidade de Presidente da Junta de Foios e com a Vice Presidente do Sabugal, Delfina Leal, que com o seu homologo de Foz Côa trabalharam para que tudo tivesse corrido na perfeição como, de facto, correu.
Para os amigos(as) da Associação «Foz Côa Friends» também aquele abraço porque desde o princípio ao fim nos prestaram as melhores atenções.
Ficou combinado que faríamos a permuta das muitas fotos que fizemos. Fico ansioso por receber as do Luís Branquinho e do João Pala visto que já lhes conheço as excelentes qualidades.
Também um agradecimento especial à Empresa de Transportes «Viúva Monteiro» visto nos ter feito um preço especial ou seja o pagamento de apenas de dez euros por pessoa.
Obrigado queridos amigos. Saberemos pagar com idêntica moeda quando se dignarem subir até à nascente
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
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Há cerca de meia dúzia de meses abordei o Sr. Eng.º António Borges, Director de Serviços da Autoridade Florestal Nacional do distrito da Guarda, no sentido de se poder repovoar o rio Côa com espécies de trutas autóctones (fário).

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO Sr. Eng.º Eng.º Borges pediu-me para lhe dirigir o pedido por escrito o que de facto aconteceu.
Disse-me que o pedido ficava registado e logo que houvesse oportunidade a acção seria desencadeada. Aconteceu hoje, dia 28 de Agosto de 2011.
Por volta das 10,30 horas chegou a carrinha, proveniente do viveiro de Manteigas, com o recipiente e respectivo oxigénio, que continha mil e duzentas trutas.
O Sr. Eng.º Borges, que havia chegado um pouco mais cedo, comandou as operações e lá fomos cerca de uma dúzia de amigos fazer o desejado repovoamento.
No dia anterior tive o cuidado de ligar ao meu amigo Presidente da Junta de Vale de Espinho a dar-lhe conhecimento do que ia acontecer e pedi-lhe para contactar com o Presidente da Associação de Caça e Pesca dessa mesma freguesia.
Convidei-os a participar na acção e disse-lhes que a Junta de Freguesia e a Associação de Caça de Foios ofereceriam o almoço na sede da ACPF. O convite foi aceite e foi com muito amor e carinho que recebemos e tratámos esses nossos amigos e conterrâneos.
As primeiras cem trutas foram lançadas junto da ponte romana de Vale de Espinho e depois subimos em direcção aos Foios tendo depositado mais, cerca de cem trutas, em onze locais diferentes.
Para que tudo corresse bem e com toda a transparência convidámos alguns pescadores que nos iam indicando os locais que lhes pareciam mais indicados para o efeito.
Confesso que todos ficámos imensamente satisfeitos com esta acção que reconhecemos altamente interessante e muito pedagógica.
Este trabalho teve honras de televisão nas pessoas dos amigos Jorge Esteves e Ismael Marcos da RTP1.
Logo que lhes demos conhecimento do evento manifestaram, de imediato, disposição e vontade para fazerem a respectiva cobertura. Filmaram e entrevistaram técnicos, autarcas e cidadãos das duas localidades.
Quem pretender ver a reportagem que sintonize o canal 1 da RTP, amanhã, quinta-feira, a partir das 18 horas.
Interpretando fielmente o sentimento dos associados das duas colectividades (Foios e Vale de Espinho) e cidadãos em geral, pretendemos agradecer ao Sr. Eng.º Borges e aos dois trabalhadores dos serviços a forma como conduziram todo o processo sem que nenhuma trutinha (tamanho de um dedo) tivesse morrido.
Fazemos então um apela à consciência das pessoas, de Foios e Vale de Espinho, para que compreendam e respeitem estas acções, não envenenando nem bombardeando estas espécies indefesas.
A Lei existe e todos a deveremos cumprir e respeitar. Quem tenha a ousadia de praticar tais actos de vandalismo que pense duas vezes antes de o fazer. Se a vontade ou necessidade de trutas for assim tão grande que pense que com o dinheiro das bombas ou do veneno poderá ir ao viveiro Trutalcôa e comprar uns quilitos para matar os desejos.
Tanto os dois Presidentes de Junta como os Presidentes das duas Associações – José Leal e Tó Coixo – solicitaram ao Sr. Eng.º Borges uma maior vigilância e fiscalização, sobretudo nos meses de Verão, visto ser nessa altura que se praticam as acções de crime e vandalismo.
Vamos procurar ser todos vigilantes e se tivermos conhecimentos de actos de vandalismo deveremos denunciá-los, de imediato, às autoridades para que a justiça possa ser aplicada.
Temos conhecimento de que vai havendo um acréscimo de lontras – espécie predadora – mas o homem continua a ser o predador mais perigoso.
Sensibilize-se e eduque-se o homem já que a Mãe Natureza lá se vai encarregando de fazer o resto, ou seja o equilíbrio ecológico.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Tal como estava previsto realizou-se no passado sábado, dia 17, um extraordinário convívio em plena Serra das Mesas, próximo da nascente do mítico rio Côa.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaDesta vez teve a particularidade de Foios ter recebido uma delegação, de Vila Nova de Foz Côa, chefiada pelo Sr. Vice Presidente, dessa edilidade, Dr. João Paulo Sousa.
Integrou ainda a comitiva o Sr. Fernando Fachada que é o Presidente da Junta dessa bonita Vila.
A delegação dos Fozcoenses chegou a Foios por volta das 11 horas tendo sido recebida pelo Sr. Presidente da Câmara do Sabugal e pelo Presidente da Junta de Foios.
Depois de feita uma visita guiada ao Centro Cívico foi projectada, no auditório, uma colecção de fotos alusiva aos mais variados aspectos desta bonita zona raiana.
De seguida a delegação de Foz Côz fez a entrega de algumas lembranças que ficam guardadas, sagradamente, na vitrina das recordações.
Uma senhora de Foz Côa fez questão de ler umas quadras, da sua autoria, alusivas ao rio e à amizade que está a ser construída no âmbito da nascente e foz do Côa.
Enquanto isto se passava já andava outro grupo a trabalhar, em plena serra, que tinha a responsabilidade do almoço.
Este grupo era comandado e orientado pelo António Fernandes, entre nós Tó Xuco, que fez o especial favor de oferecer uma enorme paella que ele próprio confeccionou. Gratos te estamos ilustre amigo António.
Teve como colaboradores, mais directos, o Joaquim Brásia e o Tó Barroso a quem também agradecemos o contributo.
A paella estava deliciosa e foi a conta certa para as setenta pessoas que a degustaram.
Enquanto a paella ia sendo confecciona a malta ia tomando uns aperitivos e cantando umas bonitas canções ao som da concertina que a Drª Ilda Manso tão bem sabe manobrar.
Esta nossa amiga, entre nós conhecida pela Izinha, já veio tantas vezes aos Foios a ponto de conhecermos, perfeitamente, os gostos uns dos outros. Faz-se sempre acompanhar de um enorme instrumental que faz questão de distribuir pelos presentes para que todos se sintam participativos.
Por outro lado a Izinha entende-se muitíssimo bem com o nosso famoso e espontâneo artista – Zé Leal – que quando engata, e engata sempre, é um animador nato. É possuidor de uma voz que alguns artistas profissionais gostariam ter.
Para além do Sr. Presidente da Câmara, António Robalo, estiveram ainda presentes a Srª. Vice Presidente, Delfina Leal e o Sr. Vereador Ernesto Cunha.
Por volta das 16 horas o autocarro de Foz Côa subiu até ao planalto da portela do Lameirão tendo o Presidente da Junta de Foios feito uma visita guiada ao local para onde está projectada a construção de uma capelinha e, de seguida, visitou-se a nascente do rio Côa que, nesta altura, deita tão pouca água que já dificilmente mata a sede aos visitantes.
Depois de feitas as respectivas fotos visitou-se o grelhador que está rodeado de uma série de pedras graníticas, em forma de cubo, que servem de mesas quando os visitantes aí decidem saborear uma boa merenda.
O grupo desceu ao povoado, já por volta das 19 horas, tendo-se estabelecido na esplanada do «Nosso Bar» para matarem a sede com umas merecidas minis.
Houve ainda tempo para uma visita ao complexo do casal Ramitos/Joaquim onde, junto da piscina, foram servidos uns vinhos espumosos.
De seguida a comitiva de Foz Côa dirigiu-se para junto do autocarro onde o grupo de Foios decidiu despedir-se com a canção do «Adios Amigo», acompanhada à viola pelo Quim Dias que também esteve nos seus dias.
Os ilustres visitantes não quiseram partir sem que se tivesse combinado uma deslocação de Foios a Foz Côa a quem pretendem proporcionar um passeio de barco, com almoço a bordo, assim como uma visita ao Museu do Côa.
O Sr. Vice Presidente do Município e o Sr. Presidente da Junta apresentaram a proposta tendo sido aceite e tendo sido logo escolhido o dia 22 de Outubro que é um sábado.
As relações Foz Côa/Sabugal/Foios vão sendo cada vez mais estreitas a ponto da delegação de Foz Côa nos ter oferecido um exemplar de uma peça teatral, relacionada com o querido e amado rio Côa.
O autor é fozcoense e a ideia é levá-la à cena com figurantes dos dois Municípios.
A Sr. Vice Presidente do Sabugal e o Sr. Vice Presidente de Foz Côa que são, tanto um como o outro, Presidentes das empresas municipais dos dois municípios acordaram estudar e amadurecer convenientemente a ideia para que a peça possa vir a ser apresentada a curto ou médio prazo.
Registei também com muito agrado a presença de alguns bons amigos da Associação «Foz Côa Friends», que já haviam visitado a casa do castelo, da Talinha, bem como a nascente.
Pretendemos trabalhar com todos os bons amigos de Foz Côa e penso que não seremos demais para podermos desenvolver todas e tantas ideias que nos andam na cabeça.
Finalmente pretendo agradecer todo o empenho e contributo da equipa de sapadores de Foios visto que a logística destes convívios, em plena natureza, requer organização e muito boa vontade.
Também não me quero esquecer de alguns bons amigos que nunca se esquecem de trazer uns queijos ou uns garrafões do melhor vinho.
Fica então dito e combinado que no dia 22 de Outubro a delegação de Foios e de outros amigos sabugalenses, sob o comando do Sr. Presidente do Município, Eng.º António Robalo, partirá rumo a Foz Côa fazendo-se acompanhar do típico assador de castanhas, de Foios, para podermos fazer um gigantesco magusto onde certamente não irá faltar a boa pinga dessa importante e bonita região do Douro.
Um grande abraço para Foz Côa.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

No passado dia 10, do corrente mês de Setembro fui, com um grupo de amigos, ao encerro da Freineda.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaConfesso que nunca havia ido e tinha a impressão de que pouco deveria valer. Enganei-me, redondamente, e vou ficar cliente.
É verdade que estava habituado aos encerros da raia sabugalense pelo que nem me passava pela cabeça que pudesse haver tão bom ou melhor.
Os amigos da Freineda provaram saber receber e provaram que o encerro não são só toiros e cavalos.
Então os aspectos humanos não contam? Foi, na verdade, o que mais me impressionou.
Numa tapada, grande e plana, colocaram umas extensas mesas com comida variada e em abundância, para toda a gente.
Reparei que, à medida que as pessoas iam chegando, havia logo alguém da organização a convidá-las para se aproximarem das mesas.
Quando verificavam que alguém se acanhava eram eles próprios que lhes levavam comida e bebida. Que belos exemplos!
Eu já conhecia bastante bem o pessoal da Freineda mas confesso que quase sempre me surpreendem com a sua gentileza e simpatia. É que este procedimento parece-me contagiante. Não é só um ou outro amigo a assim proceder. Este sentimento generalizou-se e parece-me que todas as pessoas já assim são.
Mas voltando ao encerro verifiquei que, ainda a maioria das pessoas estavam em volta das mesas, quando se aperceberam que os toiros e cavaleiros se aproximavam.
Todas as pessoas se começaram a movimentar em carrinhas, tractores e motas. Outras acompanhavam os toiros, os cabrestos e os cavaleiros, a pé, sem demonstrarem grande receio.
A festa torna-se mais bonita e mais participativa pelo facto dos terrenos serem extensos e muito planos. Todas as pessoas se incorporam e se sentem participativas.
Desde essa zona até ao local do redondel ainda se demora cerca de meia hora. Dá para a maioria das pessoas se deslocarem, por todos os meios, até à praça para verem entrar o gado.
Depois destas bonitas cerimónias todas as pessoas vão tratar da barriguinha.
Aqui também pretendo fazer uma referência à união das pessoas da Freineda. A Comissão de Festas instalou um bar e um restaurante, na zona, e servem bebidas e refeições sem explorarem a clientela.
Admirei o entusiasmo com que todas as pessoas, homens e senhoras, se movimentam para que tudo corra pelo melhor e para que os forasteiros vão a contar bem da festa.
Aqui fica o meu registo e os meus agradecimentos ao povo da Freineda que me parece ser um modelo a copiar e a seguir por muitas outras freguesias.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

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