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A «Casa da Prisca», do concelho de Trancoso, é a única empresa portuguesa representada no Salon de Gourmets que decorre, entre 11 a 14 de Abril, na Feira de Madrid organizada pelo Grupo Gourmets. No stand beirão estão disponíveis produtos tradicionais e regionais – azeite, vinho, vinagre, presunto, enchidos, mel, doçaria, queijos, aguardentes, licores e bolos regionais – e em destaque os artigos «kosher» e as «sardinhas de Trancoso».

Casa da Prisca - Trancoso

Em Freches – terra que parece um presépio – existe uma casa que foi pertença do cônsul Ribeiro de Melo a que chamam «do Prisca», não se sabendo ao certo a razão de tal apelido. Com os primeiros dinheiros juntos, Agostinho dos Santos e a esposa conseguiram adquirir a casa que «enobrece a freguesia» e dela tornar «referência para a marca comercial». Às Portas d’El Rey, em Trancoso, existia uma taberna ou casa de petiscos, conhecida por «Casa Regional», situada logo à entrada do centro histórico e perímetro amuralhado que foi, também, adquirida pela família Santos. Aproveitando fundos do PROCOM (Programa de Modernização do
Comércio) ao antigo dístico do velho estabelecimento «Os melhores vinhos da região, do copo ao garrafão» deu lugar a um azulejo pintado, de qualidade, representando a Casa da Prisca, de Freches, que serve de marca e logótipo aos vários produtos.
«Com a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia CEE, no início dos anos 90, surgiram novas exigências de venda no mercado, mais leis que exigiam cada vez melhores condições não podendo os enchidos ser feitos em casa como antigamente. A lei exigia que tal acontecesse numa zona industrial», recorda Agostinho dos Santos. Daí resultou a ideia de construir-se uma salsicharia, que viria ter o nome de Salsicharia Trancosense, mantendo as ancestrais técnicas de laboração e transformação da carne e seus derivados. Hoje é mais conhecida por Casa da Prisca. A evolução da empresa, hoje já com cerca de quatro dezenas de trabalhadores levou à confecção de doçaria também de características tradicionais, utilizando receitas antigas como base ao aproveitamento daquilo que a terra e o trabalho dão.
É a quarta vez que a Casa da Prisca está presente neste importante certame internacional que reúne na capital espanhola importantes empresas do sector que aproveitam o evento para estabelecer contactos comerciais e promover os produtos respectivos onde prima a qualidade. Azeite, vinho, vinagre, presunto, enchidos, mel, compotas, doçaria, queijos, aguardentes, licores e marmelada são alguns dos produtos de excelência tradicionais e regionais que a Casa da Prisca apresentou no Salon de Gourmets de Madrid.
A família Santos entende que um dos objectivos da participação da Casa da Prisca na feira de Madrid visa a continuação da penetração no mercado espanhol e estabelecer contactos para desenvolvimento e expansão exterior. A Espanha, pela sua proximidade com Portugal, afigura-se como «um mercado com grandes potencialidades, aliado à qualidade dos produtos da Casa da Prisca e ainda à centralidade que Trancoso possui relativamente a Espanha, pois a distância a Lisboa e a Madrid é idêntica.
A Casa da Prisca possui uma delegação comercial em Madrid há cerca de três anos.
jcl (com Gabinete Comunicação da C. M. Trancoso)

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As cerimónias oficiais da evocação da Batalha do Sabugal no sítio do Gravato tiveram início no dia 2 de Abril de 2011 no Auditório Municipal do Sabugal. O professor Adérito Tavares abriu «as hostilidades» explicando (como só ele é capaz) o «expansionismo napoleónico na Península Ibérica: o princípio e o fim». Já no dia anterior, sexta-feira, no mesmo local, uma plateia repleta de alunos das Escolas do Sabugal tiveram oportunidade de aprender com o ilustre historiador natural de Aldeia do Bispo. Seguiu-se o lançamento dos livros «A Batalha do Gravato – Narrativas do famigerado combate do Sabugal» da autoria de Manuel Morgado e Marcos Osório e de «Sabugal e as Invasões Francesas» de Manuel Francisco Veiga Gouveia Mourão, Joaquim Tenreira Martins e Paulo Leitão Batista. O prefácio e a apresentação do livro escrito a «três mãos» esteve a cargo do filósofo e pensador sabugalense mestre Jesué Pinharanda Gomes.

Invasões Francesas - Batalha do Sabugal - Foto Natália Bispo

Na sexta-feira, 1 de Abril, os alunos do Agrupamento de Escolas do Sabugal encheram o Auditório Municipal do Sabugal para escutar e aprender com o historiador Adérito Tavares muitos pormenores pouco falados das chamadas batalhas napoleónicas entre franceses e ingleses (ajudados pelos portugueses).
No sábado, 2 de Abril, o Auditório voltou a encher-se de sabugalenses (e muitos militares fardados) para assistirem ao lançamento dos livros «A Batalha do Gravato – Narrativas do famigerado combate do Sabugal» da autoria de Manuel Morgado e Marcos Osório e de «Sabugal e as Invasões Francesas» de Manuel Francisco Veiga Gouveia Mourão, Joaquim Tenreira Martins e Paulo Leitão Batista.
O Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, destacou no seu discurso de abertura: «Celebramos um percurso histórico que nos orgulha!» e quase a finalizar enfatizou que «tendo a História como única juíza das nossas acções, acreditamos profundamente ser este o caminho certo que melhor defende e promove o bem comum da comunidade que pretendemos servir e tendo no sorriso de quem servimos o único medidor de satisfação, acreditamos profundamente na força do nosso concelho e da nossa gente».
A vice-presidente da autarquia, Delfina Leal, ocupou-se da moderação encontro temático «Sabugal e as Invasões Francesas» onde marcaram presença Pinharanda Gomes, Adérito Tavares e os autores dos dois livros.
Mestre Pinharanda Gomes, com aquela humildade que todos lhe conhecemos, começou por dizer que «se sentia duplamente intruso na cerimónia». Em primeiro lugar «é mentira que tenha escrito um prefácio para o livro porque é um pós-fácio escrito depois da obra terminada mas como assim está instituído vamos então chamar-lhe prefácio» e o segundo acto de intrusão está relacionado com «a gentileza do convite dos autores que não necessitavam necessariamente da minha apresentação». «Agradeço a honra e a gentileza que me deram de estar aqui presente e vou dar o meu contributo pessoal apenas como leitor desta obra que foi editada pela livraria portuguesa e galega Orpheu. Sobre a temática do tenente-coronel Gouveia Mourão não me vou pronunciar porque não tenho competência para tanto. Fiquei livre da tropa e penso mesmo que nunca dei um tiro na minha vida». «Sobre o doutor Joaquim Tenreira Martins, natural de Vale de Espinho, o que posso dizer de alguém que é licenciado em Ciências Políticas na Universidade de Lovaine – um exclusivo que só apareceu em Portugal na Universidade Católica – e mestre pela universidade de Lille?». «O meu amigo doutor Paulo Leitão Batista aplica as palavras num modo estilístico. O prosador não tem de saber colocar o sujeito, o predicado, o complemento. A palavra para ser palato tem de sair do palato. A palavra sai do céu da boca para o papel. No caso do Sabugal temos depois de Manuel Leal Freire o Paulo Leitão Batista. Se lerem o livro «Terra Batida» temos as três memórias.»
Após a apresentação dos três autores mestre Pinharanda Gomes «explicou» a obra «dividida em três obras». «No primeiro texto tive que aprender a interpretar o ensaio político, táctico e militar acompanhado das dificuldades do terreno. Quando um autor é capaz de sonhar o sítio e descrevê-lo historicamente é uma arte. O texto beneficia desta virtude. Nas terceiras invasões francesas nem todos morreram no campo de batalha.» «O segundo livro é um estudo entre o sociológico e o militar nos séculos XVII, XVIII e XIX. Algumas passagens fazem lembrar o Hans Christian Andersen. A sua narrativa termina com o desastre de Napoleão.» «Finalmente o terceiro livro obedece ao canône histórico com pesquisa feita em fontes avulsas e chama ao palco as principais personagens da guerra – o Maneta era um general terrível, era um homem de cortar à faca – e termina, também, com a derrota de Napoleão que passou à condição de reformado em Liège com apenas 45 anos.
Para Jesué Pinharanda Gomes o livro «é um resumo das invasões francesas e uma separata do que se passou no Côa mostrando que o Wellington não quis envolver-se muito nas batalhas da fronteira porque talvez pensasse que era mais importante a defesa de Lisboa apesar de Napoleão a partir de certo momento idealizar não uma União Europeia mas uma Europa Imperial». A concluir recordou que «ainda hoje no retábulo da Sé da Guarda estão os sinais dos disparos das tropas francesas» não sabendo contudo se «alguma vez se fez algum inquérito aos males que os franceses fizeram aqui na Raia». «Felicito vivamente os autores, o editor e sugiro que comprem a obra», rematou Pinharanda Gomes.
jcl

As cerimónias oficiais da evocação da Batalha do Sabugal no sítio do Gravato tiveram início no dia 2 de Abril de 2011 no Auditório Municipal do Sabugal. O professor Adérito Tavares abriu «as hostilidades» explicando (como só ele é capaz) o «expansionismo napoleónico na Península Ibérica: o princípio e o fim». Já no dia anterior, sexta-feira, no mesmo local, uma plateia repleta de alunos das Escolas do Sabugal tiveram oportunidade de aprender com o ilustre historiador natural de Aldeia do Bispo. Seguiu-se o lançamento dos livros «A Batalha do Gravato – Narrativas do famigerado combate do Sabugal» da autoria de Manuel Morgado e Marcos Osório e de «Sabugal e as Invasões Francesas» de Manuel Francisco Veiga Gouveia Mourão, Joaquim Tenreira Martins e Paulo Leitão Batista. O prefácio e a apresentação do livro escrito a «três mãos» esteve a cargo do filósofo e pensador sabugalense mestre Jesué Pinharanda Gomes.

Invasões Francesas - Batalha do Sabugal - Foto Natália Bispo

O Coronel Manuel Mourão falou em nome dos três escritores: «O meu agradecimento a Jesué Pinharanda Gomes por se ter dignado escrever o prefácio do livro. O livro está incompleto. O tema é muito vasto e estamos muito longe de esgotar o tema. Há muitos pontos obscuros acerca desta batalha. É preciso estudar a batalha tendo em atenção a doutrina e as forças em confronto. É preciso estudar tudo o que anda à volta desta batalha. É preciso contar o que pensavam as pessoas que cá viviam sobre a chegada dos franceses. É importante saber a visão que tinham os militares franceses sobre esta batalha. Em nome dos três autores do trabalho o meu muito obrigado a todos por terem comparecido.»
O editor Pinto da Silva (Editora Orfeu) aproveitou para fazer alguns agradecimentos: «Vou contar uma cena porque sou funcionário de uma instituição comunitária. Um dia um comissário europeu (alemão) foi a uma reunião e começou o discurso desta maneira – É a segunda vez que estou aqui. A primeira vez foi de pára-quedas – E, claro, criou um grande mal-estar. Estou aqui por causa da família Tenreira Martins que me deram a beber chá de poejo e fiquei assim e estou aqui por causa da Casa do Castelo e a família Bispo. Agradeço aos autores. A Orfeu está sedeada em Bruxelas e produz há 25 anos onde passaram por lá muito dos políticos e da cultura portuguesa. A nossa condicionante é a cultura portuguesa e nunca a política. Democraria, cultura, abertura é o que nos interessa na Orfeu.
A intervenção do professor Adérito Tavares teve por tema «O expansionismo napoleónico na Península Ibérica: o princípio do fim». O historiador, natural de Aldeia do Bispo, começou por recordar que «tinha sido um grande privilégio ter falado aqui ontem para cerca de 200 alunos das Escolas do Sabugal que se portaram lindamente. Será um momento marcante destas cerimónias».
O historiador ilustrou a sua apresentação com excelentes cartoons britânicos contemporâneas das batalhas das invasões francesas disponíveis na página web da Universidade de Oxford. E foram muitos os tópicos abordados por Adérito Tavares começando por desmistificar um símbolo da cidade do Porto que muitos confundem e transportam para a clubite desportiva. «A estátua do Porto com o leão e a águia é a luta ibérica. A águia napoleónica recebeu feridas profundas nas batalhas ibéricas. Napoleão Bonaparte foi um plano megalómano que pretendeu unir a Europa mas não contou com o apoio da Inglaterra. A Inglaterra veio à Península Ibérica defender Portugal porque entender ser um excelente campo de batalha para combater os franceses. Na verdade, foi na Península Ibérica que a águia napoleónica começou a ser ferida de morte, como vemos no monumento da Rotunda da Boavista, no Porto. A Guerra Peninsular, como dizia Churcill a propósito de outros combates foi o princípio do fim para Napoleão Bonaparte e para o seu projecto megalómano. E a Batalha do Sabugal contribuiu para apressar o fim desse princípio», esclareceu.
«A ocupação da Península Ibérica fez-se graças a poderosos exércitos mas também à custa de uma bárbara repressão exercida sobre a população portuguesa e espanhola. Junot e as suas tropas rapinaram tudo quanto puderam (incluindo ouro) em Portugal. O povo português sofreu tal como o espanhol que tiveram Goya para retratar os assassínios nas 80 gravuras «Los Desastres de la Guerra».
«Os efeitos da passagem dos exércitos napoleónicos pelas terras do Sabugal foram devastadores. Por todo o lado os invasores aterrorizaram as populações, que preferiram abandonar as aldeias e refugiar-se nos campos. Depois da imensa calamidade que foram as invasões francesas veio a ocupação britânica. Se Portugal não morreu da doença (franceses) podia ter morrido da cura (ingleses)», concluiu Adérito Tavares.
Joaquim Tenreira Martins falou de Massena. «Massena foi nomeado por Napoleão e prometeu-lhe um grandioso exército bem equipado. Massena veio para Portugal acompanhado da sua amante e contam-se sobre o casal várias situações anedóticas. Antes da Batalha do Buçaco o ajudante de campo teve de lhe bater à porta do quarto para lhe lembrar que já estava atrasado cerca de uma hora. Massena esteve perto de ser capturado. Na Ruvina aconteceu um episódio burlesco. Ainda antes da Batalha do Sabugal a tentação da carne fez com que Massena tivesse de saltar para o cavalo sem roupa para fugir. A primeira tentação que Massena teve aconteceu em Celorico. O exercito de Portugal tinha chegado a Celorico sem sapatos nem farda. O moral estava de rastos mas Masssena queria provar que o seu exército ainda tinha capacidades. No dia 22 de Março deu ordem aos três corpos de exército que avançasse contra a Guarda e Sabugal. Michael Ney informou Massena que sem ordens expressas do Imperador não avançaria contra os ingleses e mesmo que fosse destituído ou condenado à morte não tomaria a decisão de avançar sobre Almeida.
Paulo Leitão Batista reescreveu a história recordando que «é comum falarmos de três invasões de Portugal perpretadas pelos exércitos napoleónicos e todos conhecemos, aliás, os comandantes franceses dessas três invasões: Junot, Soult e Massena». Porém «houve uma quarta invasão de Portugal, comandada pelo marechal Marmont, que poucos conhecem e que a história, por regra, omite. É contudo ousadia chamar-lhe invasão, pois tratou-se tão só de uma incursão ou sortida do exército francês em território português, ou ainda, usando a linguagem táctico-militar, de uma manobra de diversão».
Durante a sua intervenção Paulo Leitão falou da substituição de Marmont por Massena, da acção de Wellington em Portugal, do susto de Napoleão Bonaparte com a possível ofensiva sobre Badajoz, a invasão de Portugal pelo marechal Marmont, o malogrado plano de Trant e as atrocidades da quarta invasão.
O encontro finalizou com a intervenção do coronel Sodré de Albuquerque com o tema «a importância da ponte do Côa, no Sabugal, para o êxito do exército aliado na perseguição a Massena».
Para ficar a saber tudo, mas mesmo tudo, sobre as Invasões Francesas recordamos a sugestão de Pinharanda Gomes: «Comprem a obra!»

O Capeia Arraiana felicita os três autores pela qualidade do seu trabalho.
jcl

Na manha do dia 12 de Abril o Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Vilar Formoso, no âmbito de uma investigação, efectuou a detenção de dois indivíduos e a apreensão várias armas de fogo, em residências de Escalhão, Figueira de Castelo Rodrigo.

A investigação, que tinha por base o crime de posse ilegal de armas, levou à emissão de mandados de buscas domiciliárias, que a GNR efectuou em três residências na localidade de Escalhão, tendo apreendido cinco armas fogo que estavam em situação ilegal. Para além de duas Caçadeiras, uma Pistola calibre 6,35mm e duas Carabina de ar comprimido, foram ainda apreendidos 126 cartuchos com chumbo de diversos calibres, 29 munições de calibre 7,64mm, 37 munições calibre P22mm, nove munições de diversos calibres e uma mira telescópica.
Em consequência das buscas, foram detidos dois indivíduos, de 26 e 30 anos de idade, residente naquela localidade, por posse das armas ilegais.
Presentes ao Tribunal Judicial de Figueira de Castelo Rodrigo, foi a ambos imposta a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
plb

Para quem não conheceu o Casimiro Veiga Pires, digo que foi um Fojeiro que viveu intensamente a revolução do 25 de Abril de 1974.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTrês ou quatro anos antes desertou do exército quando já havia sido nomeado para ir para o ultramar. Esperou que lhe fosse entregue o subsídio que o exército concedia a todos os mobilizados e, em vez de ir para o barco, fugiu para Paris. Aí estudou, privou com políticos como o Mário Soares, Lopes Cardoso e muitos outros que aí se encontravam exilados.
Teve como colega de estudos uma espanhola – a Raquel – com quem casou. Tiveram dois filhos que conheci, aqui em Foios, quando vieram dar aulas para a universidade de Coimbra.
A Raquel não se adaptou em Coimbra pelo que regressaram novamente para a capital de França. Entretanto aconteceram umas histórias amorosas que fizeram com que o Casimiro tivesse escapado para o Brasil até que um dia os sinos dos Foios anunciaram a sua morte. Houve quem dissesse que havia sido atropelado mas verdadeiramente nunca soube das causas de tão surpreendente morte.
O Casimiro era um homem muito vivo e muito perspicaz. Em termos de progresso e desenvolvimento tinha vistas muito largas.
Era mesmo uma figura rara e carismática. Quando regressou a Portugal, depois da revolução dos cravos, trouxe o governador civil da Guarda a Foios e apresentava-lhe todas as pessoas, que ia encontrando, dizendo, quase sempre, que ainda eram parentes.
Era um homem de paleio como se diz o nosso povo. Dos tais que se não tivesse nascido teria que ser inventado.
O Casimiro era um homem com um enorme talento mas algo enigmático. Atrevo-me a dizer que teria que morrer de «morte macaca», como também por cá se diz. Mas também não me restam dúvidas de que se não tivesse partido tão cedo muito teria feito pelos Foios e pelo concelho. Malandro, perspicaz e astuto. Fez-nos falta mas também nos deu muita alma e muito ânimo. Foi um Che Guevara.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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