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O que é que as localidades do Sabugal e de Ferrel (no concelho de Peniche) têm em comum para que alguns residentes das duas freguesias se tenham encontrado no passado fim-de-semana pela sétima vez?

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A freguesia de Ferrel (constituída em 1985) pertence ao concelho de Peniche, tem cerca de 2300 habitantes (censos 2001) e as praias do Baleal e da Almagreira como bilhete postal. A distância entre Ferrel e o Sabugal corresponde, praticamente, à largura do território de Portugal continental.
O filho do Aires (do Sabugal) está no activo no posto da GNR de Ferrel e foi cimentando, como bom raiano, uma amizade com os seus actuais «vizinhos» incluindo Silvino João, o presidente da Junta de Freguesia local. A desculpa para os encontros começou por ser um jogo de futebol que, evidentemente, para ser perfeito tem sempre três partes: as duas habituais e a terceira, mais longa, onde a bola é substituída pela mini da Sagres e percebes de Ferrel.
Os convívios foram ficando mais organizados e passaram a ser um ano em cada localidade. Este ano os habituais participantes reuniram-se – no fim-de-semana de eleições no Sporting de Portugal – no sétimo convívio anual marcado, desta vez, para o Sabugal.
A «intensa» jornada de trabalho teve como base logística o bar do Tó de Ruivós e incluiu no sábado à noite uma volta pelos bares do Sabugal.
Para o ano o encontro com os amigos de Peniche, ou melhor, de Ferrel ficou marcado para Ferrel.

obs: o leitão do Amândio do talho do MiniPreço também marcou pontos.
jcl

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Há cineastas que conseguem criar universos facilmente reconhecíveis. Seja porque têm características que nos permitem topar à légua o que lá vem, seja pelo recurso aos mesmos actores ou até à forma como filmam um determinado género cinematográfico.

Pedro Miguel Fernandes - Série B - Capeia ArraianaJean-Pierre Jeunet é um desses realizadores e isso está bem patente no seu mais recente filme – «Micmacs – Uma Brilhante Confusão» – que chegou às nossas salas com dois anos de atraso. Tirando talvez a sua aventura norte-americana, quando filmou um dos episódios da série «Alien», todos os seus filmes nos remetem para um mundo entre o real e o imaginário.
Em «Micmacs – Uma Brilhante Confusão» o protagonista é Bazil (Dany Boon, um bom actor cómico francês, que nos deu um ar de sua graça em «Bem – Vindo ao Norte», filme que ele próprio realizou e estreou por cá há um par de anos), o funcionário de um clube de vídeo, cujo pai morreu vítima de uma mina quando era criança, que leva um tiro na cabeça e fica com a bala presa no cérebro. Depois de uma operação em tons surrealistas, em que o cirurgião decide se lhe tira a bala ou não atirando uma moeda ao ar, Bazil fica desempregado e sem abrigo e resolve vingar-se dos fabricantes da bala e da mina que destruíram a sua vida.
MicmacsPara tal conta com a ajuda de um conjunto de sem abrigos, cada um com as suas características peculiares, que o acolhem no seu seio e se comprometem a continuar a dar-lhe guarida apenas se ele aceitar a ajuda deles para defrontar os seus inimigos, dois fabricantes de armas rivais.
A história consegue bastante original e o mesmo se pode dizer do ambiente e personagens criadas por Jean-Pierre Jeunet, mas acaba por ser demasiado confuso com demasiadas trocas e baldrocas que não conseguem dar o ritmo desejado ao evoluir do argumento. Mesmo como panfleto anti-guerra, que é no fundo o principal objectivo do filme, não cola, pois as caricaturas dos dois magnatas rivais estão demasiado exageradas. Infelizmente perdeu-se uma boa história, que mesmo assim é capaz de agradar aos fãs do realizador de «Delicatessen».
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

A passar por uma fase positiva, nos últimos seis encontros apenas perdeu um, a equipa de futsal da Rapoula do Côa, recebeu e venceu a Guarda Unida por 6-5. Apresentaram-se no Pavilhão Municipal do Sabugal, para disputar a 20.ª jornada, duas equipas desfalcadas, quer por castigos quer por lesões. Embora a equipa oriunda da Guarda fosse a favorita, dada a sua classificação na tabela, a equipa da Rapoula do Côa, aspirava em vencer pois jogava em casa. No final a união mais forte foi da equipa da casa que venceu por 6-5.

Futsal - Rapoula do Côa

Nos primeiros minutos assistiu-se a um jogo de ritmo baixo e com pouca vivacidade! Mesmo assim, foi João Luís a quebrar essa monotonia e a inaugurar o marcador. Foi o clique para um jogo mais dinâmico! A jogar em casa, a equipa da Rapoula do Côa, assumia o domínio do jogo e os ataques à baliza, não sendo de estranhar, novo golo, marcado por Hugo Fernandes, aproveitando da melhor forma, a superioridade numérica no ataque.
Às investidas tímidas da equipa da Guarda Unida, respondia a equipa local através de remates sucessivos, tendo mesmo alcançado o terceiro golo por intermédio de Sérgio Pinto, após jogada individual sobre a ala.
Acumulava faltas a equipa da casa e na sequência de um livre a Guarda Unida, reduz para 3-1, por Mina. Segundos depois chegava o intervalo.
Numa segunda parte, assistimos a um jogo atípico, tendo em conta as oportunidades de golo e o resultado final.
Entra melhor a equipa local, mais rematadora e muito mais dinâmica, chega facilmente ao 4-1 por João Luís e aos 5-1, novamente por João Luís, a coroar uma excelente exibição com hat-trick.
Talvez pela diferença de golos registada até ao momento, a equipa da casa, baixa um pouco de rendimento e, por sua vez, a equipa visitante ganha mais força e consegue reduz para 5-2. Assiste-se ao melhor momento da equipa da Guarda Unida no jogo, superiorizando-se quer nas acções quer em golos, reduzindo em poucos minutos para 5-3 e 5-4.
Num jogo virado de pernas para o ar, é Hugo Fernandes que volta a repor alguma tranquilidade ao jogo ao fazer o 6-4, numa bela jogada individual.
Volta novamente a equipa da casa a acumular a quinta falta e mais tarde o guardião David Praça evita o golo da Guarda Unida, na sequência de um livre de 10 metros.
Já se esperava pelo apito final, quando a Guarda Unida reduz para 6-5.
Perante um adversário que nunca se deu por vencido a equipa raiana foi uma justa vencedora, num jogo em que podia ter vencido por uma margem maior.
Marco Capela

Apresento aqui algumas boas ideias de iniciativas levadas a cabo em alguns Concelhos de Portugal e que constituem boas ideias de intervenção.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»1 – FINICIA
Já me referi a este tema nos finais de 2009, relembrando que este é um Programa promovido pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI), vocacionado para o apoio a projectos de forte conteúdo inovador, negócios emergentes de pequena escala e iniciativas empresariais de interesse regional.
Até Fevereiro de 2011, 102 Concelhos tinham já criado fundos FINICIA.
Porque é que não dá para o Sabugal?
2 – Lojas Sociais
Em Janeiro de 2005, o Município da Trofa abriu uma Loja Social em parceria com a Segurança Social, a Santa Casa da Misericórdia, a Cruz Vermelha e as ASAS (Associação de Solidariedade a Acção Social). Desta forma, num só local, os utentes podem tratar de todos os assuntos relacionados com a área social.
Também em Salvaterra de Magos, Covilhã, Portalegre, Cantanhede, Maia, Caminha, Amadora, Figueira de Castelo Rodrigo, Gouveia, Vila Real, Fundão, Famalicão, etc. etc., foram criadas Lojas Sociais.
Porque é que não dá para o Sabugal?
3 – Lavandarias Sociais
Igualmente começam a surgir por todo o País as lavandarias sociais que pretendem «dar resposta a algumas das necessidades da população mais desfavorecida, nomeadamente, através de um self-service com refeições a preços económicos e a possibilidade de ter roupa lavada e passada a ferro em tempo útil, sem grandes custos», como se pode ler da justificação apresentada pela Santa Casa da Misericórdia de Pavia.
Mas em outros Concelhos como Évora, Gondomar, Faial, Lisboa, Viana do Castelo, Póvoa do Lanhoso, etc., arrancaram já ou está em fase de arranque lavandarias sociais.
Porque é que não dá para o Sabugal?

Um bom exemplo…
A Mesa da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal tem vindo a acompanhar o pessoal que presta apoio domiciliário ou que leva as refeições a casa de idosos, no sentido de perceber como está a ser realizado este trabalho e qual o grau de satisfação dos utentes.
Eis um bom exemplo de como se deve agir.
Não está em causa a qualidade do serviço prestado (sei de experiência própria, pois a minha mãe recebe diariamente a comida vinda da Santa Casa), mas o acompanhamento dos membros da Mesa, contribui sem dúvida para manter e mesmo melhorar os elevados níveis de qualidade do serviço prestado, permitindo também que os eleitos conheçam melhor a realidade social da população mais idosa, permitindo assim introduzir novas valências que vão ao encontram das necessidades.

Parabéns!
Ao Manuel Morgado que mais uma vez viu reconhecido o seu valor, pois o cartaz da Queima das Fitas de 2011 da Universidade de Coimbra é da sua autoria!
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

No II Torneio do Marvão, que teve lugar na localidade de Santo António das Areias, no dia 27 de Março, o Sporting Clube do Sabugal (S.C.S.) respondeu ao convite do clube local que tivera participado no VII Torneio da cidade raiana, retribuindo assim a disponibilidade que as instituições culturais e desportivas tentam ter para envolver os jovens nas actividades das respectivas regiões e zonas limítrofes.

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Foi assim que a secção de judo do S.C.S. se deslocou com nove «judoquinhas» entre os 7 e os 12 anos para a localidade alentejana. Na realidade, deslocou-se uma comitiva de 28 pessoas, entre familiares e amigos para desfrutar para alem de um domingo desportivo, um momento de convívio e visitas turísticas à zona intra-muralhas de Marvão.
Todos os participantes estão de parabéns, pois os objectivos destes «torneios-convívios», são a preparação dos nossos jovens para uma aproximação à realidade competitiva e a sua habituação a situações de stress, neste caso competitivo e desportivo mas que podem encontrar em situações da vida real, como enfrentar um simples teste de matemática. No entanto os pequenos judocas raianos mostraram grande espírito vencedor e das nove participações, das quais, algumas estreias, seis foram o lugar mais alto do pódio.
No final do Torneio, os participantes para além dos prémios merecidos, foram brindados com um lanche e um livro de fotografias de uma terra com tradição de castanha.
Os pequenos judocas do Sabugal já mostraram que aguardam com grande entusiasmo a sua próxima participação em provas do mesmo género. Parabéns aos atletas e à paciência dos pais que pela sua presença apoiaram os judocas e melhor perceberam o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no clube, numa modalidade de resultados a longo prazo e que tenta fazer prevalecer as qualidades humanas que cada jovem tem para dar.
djmc

Amanhã, 31 de Março, a tertúlia literária Café Desconcerto, promovida pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG), recebe como convidado o escritor João Tordo, para uma conversa com os guardenses, marcada para as 21h30.

A conversa com o escritor João Tordo será dirigida por Fernando Carmino Marques, professor no Instituto Politécnico da Guarda e nela poderão participar todos os interessados que se dirijam ao TMG.
João Tordo foi o vencedor do Prémio Literário José Saramago em 2009, com o livro «As três vidas» (2008). Editou recentemente o romance «O Bom Inverno» (2010). João Tordo tem 35 anos e é já considerado pela crítica, ao lado de outros nomes da mesma geração como Gonçalo M. Tavares, valter hugo mãe ou José Luís Peixoto, como um escritor consagrado. Para além dos livros referidos, o escritor tem editadas as obras «O livro dos homens sem luz» (2004) e «Hotel Memória» (2008). Participou também em diversas antologias.
Esta iniciativa marca o início de uma série de conversas de café informais com escritores portugueses.
plb

Os troços das auto-estradas A23 e A25 que contornam a cidade da Guarda não vão ter portagens pagas. Uma decisão tomada pelo Ministério das Obras Públicas por proposta do presidente da Câmara Municipal da Guarda.

ScutsUsando o argumento de que os troços da A23 e A25 funcionam como uma verdadeira «via de cintura externa» da cidade, Joaquim Valente convenceu o Ministro das Obras Públicas, António Mendonça, a não colocar pórticos nesses troços.
A Câmara Municipal da Guarda, garante assim a circulação livre nos cerca de 10 quilómetros de auto-estrada que circulam a cidade, a começar no Alvendre, continuando pelo acesso ao Bairro de S. Domingos, pela rotunda do nó de Pinhel e a terminar na rotunda que faz a ligação para a cidade do Sabugal e para a Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE).
Esses troços são de utilização constante por parte de quem vive na cidade ou aí trabalha, nas suas deslocações quotidianas, pelo que o presidente da Câmara considera inteiramente justa a decisão de isentar os veículos de pagamento de portagens nessa autêntica circular externa à cidade.
Entretanto os trabalhos de instalação dos pórticos continuam tendo em vista garantir a cobrança de portagens na A23 e na A25 já a partir do próximo dia 15 de Abril.
plb

A Raia Histórica – Associação de Desenvolvimento do Nordeste da Beira, sedeada em Trancoso, está a apoiar a participação de empresas oriundas da sua área intervenção na «Alimentaria & Horexpo Lisboa – Salão Internacional da Alimentação, Hotelaria e Tecnologia para a Indústria Alimentar» que decorre de 27 a 30 Março 2011 na FIL-Feira Internacional de Lisboa.

Alimentaria 2011 - Raia HistóricaA «Alimentaria Lisboa 2011» é o encontro internacional da indústria alimentícia internacional e, a convite da organização, estarão também presentes os principais importadores de produtores portugueses na Europa – França, Alemanha, Espanha –, bem como os responsáveis de compra dos países da Europa de Leste e de outras partes do mundo, como o Canadá, Estados Unidos da América, Venezuela ou Austrália.
Alimentaria & Horexpo Lisboa é o mais recente lançamento da Alimentaria Exhibitions. Este projecto foi fundado com o objectivo de estabelecer-se como a maior plataforma de negócios em Portugal para os sectores de alimentos, distribuição e restauração.
Organizado conjuntamente pela Alimentaria Exhibitions e Feira Internacional de Lisboa (FIL), a Alimentaria Lisboa – Salão Internacional da Alimentação, é o líder indiscutível no panorama Português comércio justo, e em quarto lugar no ranking do sector na Europa. Por seu lado, Horexpo, Salão Internacional de Hotelaria, Restauração e Vending, já se tornou a referência principal para um dos sectores com maiores perspectivas.
Sales Gomes, coordenador da Raia Histórica explica que esta organização está a «procurar divulgar as microempresas da região que têm capacidade para poderem ir a eventos exteriores e, como tal, foram apoiados o espaço na Feira do Fumeiro, dos Sabores e do Artesanato em Trancoso e também uma outra na Meda, procurando-se levar estas empresas para fora do nosso território para promover os produtos».
«Portanto acaba por ser uma animação económica do território em que nós pagamos o espaço, os stands e pagamos as dormidas. Isto é uma prática que estamos a fazer há um ano com um bom resultado e já há contactos nossos», disse Sales Gomes que recordou também a participação da «Raia Histórica» na SISAB-Salão Internacional do Vinho, Pescado e Agro-alimentar que decorreu de 21 a 23 de Fevereiro em Lisboa. O coordenador frisou que a «Raia Histórica» procura levar as empresas a este tipo de eventos «dando preferência sempre aos beneficiários que recorram à medida 3- do PRODER. Se não houver interessados, depois, abre-se a outras microempresas que tenham produtos que na região sejam transformados e que se identifiquem com a região».
A Alimentaria Lisboa é um evento internacional que com o passar dos anos conseguiu estabelecer-se como ponte de contacto e negócios entre o mercado europeu e os países de língua oficial portuguesa – Brasil, Angola, Moçambique e Cabo Verde.
Alimentaria Lisboa é o encontro internacional da indústria alimentícia internacional e, a convite da organização, estarão também presentes os principais importadores de produtores portugueses na Europa — França, Alemanha, Espanha —, bem como os responsáveis de compra dos países da Europa de Leste e de outras partes do mundo, como o Canadá, Estados Unidos da América, Venezuela ou Austrália.
Estão presentes no certame a ViniLourenço (Poço do Canto / Mêda), Catedral de Baco (Poço do Canto / Mêda), Mel do Abel (Pinhel) e Lacticôa-Lacticínios do Côa (Vila Franca das Naves / Trancoso).
A Raia Histórica – Associação de Desenvolvimento do Nordeste da Beira abrange os concelhos de Trancoso, Mêda, Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo e Almeida.
jcl (com Raia Histórica)

El 19 de marzo de 2011 ha tenido lugar en Oliveira do Hospital (Portugal) el XXII Gran Capítulo de la Confraria Queijo Serra da Estrela. Los días 19 y 20 de marzo de 2011 Oliveira do Hospital (Portugal) ha celebrado su XX Festa do Queijo Serra da Estrela e outros produtos locais de qualidade.

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Autoria: Luis J. Del Valle Vega posted with Galeria Vídeos Capeia Arraiana

Luis Javier del Valle VegaXX Festa do Queijo Serra da Estrela en Oliveira do Hospital. Un año más, y ya son 20 años, Oliveira do Hospital ha vivido su «Festa do Queijo Serra da Estrela e outros produtos locais de qualidade» que con el paso del tiempo se ha constituido en la más importante de las que se realizan en torno a este emblemático producto del centro de Portugal.
La Fiesta esta organizada por la Cámara Municipal de Oliveira do Hospital, con los apoyos de la Agencia de desarrollo integral Tábua-Oliveira do Hospital, Ancose (Asociación nacional de criadores oveja serra da Estrela), Turismo Centro de Portugal y la Confraría Queijo Serra da Estrela, que viene sumando su apoyo a la misma desde hace seis años, haciendo coincidir su Gran Capítulo con la misma.
Desde 2007 a no ser por causas de fuerza mayor, acudimos a Oliveira a la llamada de la Cofradía, con la que la Cofradía de Amigos de los Quesos del Principado de Asturias nos hemos hermanado en Oviedo en noviembre de 2006 y en Oliveira en marzo de 2007, asistiendo desde entonces todos los años ha excepción de la edición de 2009.
Con la perspectiva que me da esta asistencia desde hace cinco años me permite hacer una valoración objetiva de lo que ha sido la evolución de la Fiesta a lo largo de los mismos, y poder ver la transformación que se ha ido produciendo en la misma.
Bajo el eslogan: «Un sabor, una historia» los actos previos a la misma comenzaron los días 12 y 15 de marzo, con un debate y la presentación de un estudio sobre el queso, para ya en el fin de semana realizar la celebración de todos los actos previsto para desarrollar en la misma.
Para tal fin la Cámara Municipal ha escogido un nuevo escenario al habitual, abandonando las instalaciones del mercado municipal y sus aledaños y desplazando la Fiesta con todos sus contenidos a las nuevas explanadas habilitadas a una de las salidas de la villa, lo que sin duda ha constituido un importante salto cualitativo en cuanto a infraestructuras.
Pero no solo han sido en la infraestructura dónde se ha volcado el esfuerzo de los organizadores, sino también en el programa de actos, que ha sido mucho más importante y variado que en ediciones anteriores, sin duda favorecido por el cambio de ubicación. Importante esfuerzo el realizado que sin duda se vio recompensado con la masiva asistencia de gente durante todo el fin de semana.
La Fiesta fue inaugurada por las autoridades y presidida por el Secretario de Estado adjunto de industria y desarrollo del Gobierno de Portugal, Fernando Mediana y por el alcalde de Oliveira, José Carlos Aleixandrino.
Las espaciosas explanadas albergaron dos espaciosas carpas, puestos de artesanía, de coleccionismo, exposición de coches, motos, muestras de ovejas y tosquilado de las mismas y de perros de la raza local, un escenario que acogió diferentes actuaciones y conciertos, bares y restaurantes, maratón de ciclismo y espaciosos aparcamientos.
En la mayor de las carpas estaban ubicados los puestos de venta de quesos, embutidos, miel, dulces, licores, aceite, vino y otros productos, y fue el escenario en la que se desarrollaron muestras de fabricación del queso Serra da Estrela en directo.
La otra carpa tuvo un fin más polivante, ubicándose en ella una guardería, una cafetería, varías exposiciones de fotografía y de vestuario y útiles pastoriles, así como el concurso de dulcerías, un show-coocking impartido por el prestigioso chef Helio Loureiro, que presta sus servicios profesionales en el Hotel Porto Palacio y cuenta con el programa «Gosto e Sabores» en la Radio Televisión Portuguesa que elaboró cuatro recetas con base de queso Serra y una cata de vinos del Däo a cargo de la Asociación de promoción de los vinos del Däo.
El recinto ferial también acogió la llegada del desfile matinal de las Cofradías que hemos acudido al XXII Gran Capítulo de la Cofradía del Queijo Serra da Estrela y la concentración de la tarde para el desfile hacía el Ayuntamiento, en cuyo salón noble tuvieron los actos del mismo.
Durante los dos días la Fiesta estuvo continuamente animada por diferentes coros, grupo de tambores, cantares, charangas hasta trece diferentes que con sus actuaciones no pararon de animar la fiesta, haciendo las delicias de los asistentes.
Gran éxito el alcanzado en esta XX Festa, tanto a nivel de organización, eventos y asistencia de público durante dos días auténticamente primaverales que han puesto el listón muy alto para la XXI edición, marcando un antes y un después en cuanto a lo que esta Festa.
(Continua na próxima terça-feira, 5 de Abril.)
Luis Javier del Valle Vega

Segundo notícia da Agência Ecclesia, o bispo da Guarda insurgiu-se este domingo, 27 de Março, contra as políticas educativas e laborais que têm reflexos negativos nos agregados familiares, tendo defendido a sua renovação.

A Agência Ecclesia, citou as palavras de D. Manuel Felício na homilia da missa celebrada em Celorico da Beira: «Na hora em que está aberto o processo para repensar a sociedade portuguesa, é bom não esquecer, mas colocar na primeira linha das nossas preocupações a necessidade de reformar as nossas leis e políticas de família».
O prelado criticou o peso que a dimensão económica ocupa na dinâmica familiar: «As famílias não são em primeiro lugar unidades de produção e consumo material. São sim, primeiro de tudo, santuários de amor e de vida, onde, no diálogo fraterno e entre gerações, se lançam as bases de uma sociedade renovada».
«Os baixos índices de natalidade que nos envergonham, mesmo dentro desta Europa envelhecida, que começa a dar alguns sinais de querer acordar, não podem deixar-nos dormir tranquilos», afirmou ainda o bispo da Guarda.
Referindo-se à influência do Estado na educação, o prelado disse que «convém pensar seriamente em devolver à sociedade civil e em particular às famílias o direito fundamental que lhes assiste de serem os protagonistas dos projectos educativos que devem ser propostos aos seus filhos».
O responsável da Igreja Católica em Portugal pela doutrina da fé considera que «o Estado é a pessoa menos indicada para fazer projectos educativos», dado que «é neutro e laico e os valores, a começar pelos mais nobres, não podem faltar» nesses programas.
Portugal está «a desperdiçar o capital mais importante que é o capital humano», referiu Manuel Felício, que denunciou os sistemas educativos que «roubam» os filhos aos pais para decidirem os seus projectos pedagógicos, e «ainda por cima lhes transmitirem a mensagem de que esta é a melhor ajuda para as famílias».
plb

Os multimilionários têm o poder judicial, o poder económico e o poder dos mass media. Os pobres já só querem poder comer, e os desempregados poder ter um trabalho.

António EmidioNuma revista especializada em feiras de vaidades, ou seja, no «beautifull people» de turno, apareceram os nomes dos novos multimilionários, com a respectiva cifra em milhares de milhões de euros e dólares das suas fortunas pessoais. Tudo se refere ao ano de 2010, o ano em que a recessão económica foi tremenda, fazendo aumentar o desemprego e a pobreza. Também vi num jornal diário, que um senhor chamado Jorge Coelho, que se diz socialista, recebeu 700 mil euros entre salários e mordomias, durante o ano de 2010, como vice-presidente de uma empresa construtora. Este senhor, lembro-me como se fosse hoje, dizer numa emissora de rádio que as pessoas se preparassem porque iria desaparecer o pleno emprego e, o emprego fixo para toda a vida, ou seja, começar a trabalhar e reformar-se sempre na mesma empresa ou no Estado.. No que a mim me concerne, pouco me interessava largar o meu emprego que já tenho há 31 anos, se me dessem agora 700 mil euros, mas se por acaso for posto na rua, saio com uma mão à frente e outra atrás.
Neste famigerado PEC e, segundo os jornais referentes à economia, vão ser retirados entre 700 e 900 milhões de euros ao sector público, desde investimentos a ordenados, mas dado esse dinheiro de mão beijada em subsídios e outras ajudas a empresas, no intuito de criarem postos de trabalho. Será que criam mesmo? Presume-se que só em 2014 o desemprego começará a diminuir, começará…Presume-se…Em 2014, ou 2015, ou 2016, nascerão novos multimilionários, novos desempregados e novos pobres. Criou-se há uns tempos a CSR (Corporate Social Responsability) em oposição a uma prática empresarial que só quer obter lucros, satisfazer os accionistas, presidentes e patrões. Convém frisar que sempre houve, e há empresas que praticaram e praticam por vontade própria uma política social.

Haverá ou não eleições em Portugal para a Assembleia da República?
Se por acaso houver eleições, entre Jean Claude Trichet, Merkel e Dominique Strauss Khan, votarei em Jean Claude Trichet.

Fait divers
Khadafi patrocinou com uns bons milhões a última campanha eleitoral do ultra-liberal e glamoroso Presidente da República Francesa, Sarkozy. Agora, um dos filhos de Khadafi quer o dinheiro de volta. Mas Sarkozy em vez de lhe dar dinheiro, dá-lhe chumbo com fartura. Aqui para nós, tão tóxico é o democrata do Sarkozy, como o ditador Khadafi.
Três eurodeputados do Parlamento Europeu, foram apanhados a defender os interesses comerciais de duas ou três empresas, em vez dos interesses dos seus eleitores. Tudo isto pela bagatela de 100.000 euros e belos jantares em luxuosos restaurantes!!
O FMI quis exigir a Atenas a privatização das praias da Grécia, porque o fluxo turístico é enorme, e as empresas privadas que as comprassem lucrariam imenso. Isto não é anedota!
Quem está interessado nas Praias do Algarve?

Querido leitor(a), vou repetir-me ad nauseam, o sistema político/económica da União Europeia só tem por meta o lucro das empresas, nada mais existe.
Mas está a chegar o momento em que as pessoas começam a compreender a estrutura do poder e da maneira como são dominadas. Já vêm para a rua exigir pão, emprego e Democracia. E esta falsa União Europeia, em vez de aproximar os povos europeus uns dos outros, divide-os cada vez mais, e sabe porquê querido leitor(a)? Porque tudo está baseado nesse maldito sub valor agressivo e destrutivo que é a concorrência. E os líderes das grandes potências europeias, como a Alemanha, a França e a Inglaterra, em vez de solucionarem os graves problemas de toda a ordem que atravessa a União Europeia, aumentam-nos cada vez mais e agravam-nos. Existe uma «cultura económica», mas sem os valores inerentes a toda a acção económica, porque esta foi ultrapassada por um Capitalismo Selvagem desregulado, que teve o seu começo à força de baionetas na América Latina, principalmente no Chile e na Argentina. O Estádio Civilizacional que conhecemos desde o final da Segunda Guerra Mundial, está a ser destruído para dar lugar à Civilização Empresarial e dos Negócios.
Isto ainda é Democracia? Ou já será Plutocracia? Que responda o Sacrossanto Doutor da Lei e o Politicamente Correcto, porque o povo já sabe perfeitamente o que isto é.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Realizou-se no pavilhão do Estádio Universitário de Coimbra, no fim-de-semana de 26 e 27 de Março, mais uma edição da Taça da Europa de Judo no escalão de juniores.

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No fim-de-semana de 26 e 27 de Março, realizou-se mais uma Taça da Europa do Escalão de juniores, no pavilhão n.º 3 do Estádio Universitário de Coimbra.
A Federação Portuguesa de Judo – para além das nove medalhas conquistadas pelos atletas portugueses, mais quatro de que no ano anterior – mostrou grande capacidade organizativa no que diz respeito a eventos internacionais de grande relevo e exigência.
A prova internacional disputada na cidade dos estudantes contou com a participação de cerca de 300 judocas com idades entre os 17 e os 19 anos de países europeus, da África do Sul, Canadá e Brasil num total de 17 países.
Portugal ficou em segundo lugar no referente à conquista de medalhas ficando apenas atrás do Brasil com 17 mas à frente da Grã-Bretanha e Itália.
No que diz respeito à participação das judocas do distrito da Guarda, Ana Rita Figueiredo do Sporting Clube do Sabugal (no escalão -48kg onde apenas estiveram duas portuguesas), ainda chegou a ser repescada após ter perdido com uma competidora brasileira, mas foi eliminada por uma atleta espanhola, na repescagem, conseguindo Portugal nesta categoria de peso uma medalha de bronze, obtida pela campeã nacional, Inês Ribeiro, do Algés.
Na categoria de -57 kg onde participaram duas atletas do distrito da Guarda, Inês Cunha do Clube de Judo da Guarda foi eliminada por uma inglesa que de seguida foi afastada, não permitindo assim à nossa judoca seguir em prova. Quanto à sabugalense Ana Sofia Figueiredo iniciou menos mal a prova e podia ter feito a diferença com uma judoca croata com a qual já tinha competido à cerca de dois anos e que acabaria por ser a finalista vencida desta categoria, derrotada por Doina Babcenco, atleta moldava formada no Sporting e naturalizada portuguesa na mesma semana do evento, perdendo Ana Sofia também nas repescagens com uma espanhola nitidamente mais forte.
A possibilidade de participação nestas provas é limitada e acaba sempre por ser um prémio para o judo distrital e seus praticantes, em que o esforço e grande vontade dos atletas não chegam quando defrontam judocas que se dedicam quase a tempo inteiro à modalidade. No entanto a atitude e postura das nossas meninas judocas não ficaram aquém do solicitado pelos treinadores, pois as vitórias desportivas não se devem sobrepor às vitórias que elas têm conseguido na conciliação com os estudos em que aí, têm atingido os objectivos.
David Carreira

Os atletas do Clube de Natação da «Sabugal+» participaram, nos dias 19 e 20 de Março, nas Piscinas Municipais da Sertã no Torneio Regional de Cadetes da ANIC-Associação de Natação do Interior Centro. A prova contou com a participação de 57 nadadores em representação de sete clubes.

Natação - Sabugal+

Foi nos dias 19 e 20 de Março, nas Piscinas Municipais da Sertã, que se realizou o Torneio Regional de Cadetes da ANIC, tendo contado com a participação de sete clubes num total de 57 atletas com idades até aos 11 anos nos femininos e 12 anos nos masculinos.
Pelo Clube de Natação da «Sabugal+» estiveram estiveram em bom plano: Alexandra Figeiras Nabais na quarta posição em 100 metros bruços e sétima nos 100 metros livres; Hugo Alves Eusébio na segunda posição nos 100 metros livres; e Raquel Basílio Neves em quarto lugar nos 100 metros livres e nona nos 100 metros estilos.
Por decisão dos clubes, os Cadetes têm provas diferenciadas. Assim sendo os escalões – infantis, juvenis, juniores e seniores – tiveram o seu Campeonato Regional de Categorias de Inverno, no fim-de-semana de 25 a 27 de Fevereiro, na cidade da Guarda, com a participação de oito clubes da ANIC. O Clube de Natação da «Sabugal+» esteve presente com sete nadadores (um masculino e seis femininos) que estiveram, de uma forma geral, em bom plano.
Participaram nas provas: Andreia Afonso Proença, Ana Sofia Rodrigues, Ana Simões Borges, Carolina Gomes Baltazar, Guilherme Figueiras Nabais, Inês Miguel Gonçalves e Rita Alves Rito.
Sérgio Pires

Comemora-se no dia 3 de Abril (domingo) o bicentenário da Batalha do Sabugal, a última das que aconteceram em território português por ocasião das invasões francesas. A Câmara Municipal e a empresa Sabugal+ elaboraram um programa evocativo que acontece no próximo fim-de-semana.

No sábado, dia 2 de Abril, pelas 14 horas, haverá a inauguração de uma exposição, designada «A defesa da Fronteira da Beira», no Museu Municipal do Sabugal.
De seguida, no Auditório Municipal, decorrerá o lançamento de dois livros dedicados às invasões. O primeiro, intitulado «A Batalha do Gravato – Narrativas do Famigerado Combate do Sabugal», é da autoria de Manuel Morgado e Marcos Osório.
O segundo, intitulado «Sabugal e as Invasões Francesas», sendo seus autores Manuel Francisco Veiga Gouveia Mourão, Joaquim Tenreira Martins e Paulo Leitão Batista, será apresentado pelo escritor e pensador J. Pinharanda Gomes, que assina o prefácio da obra.
Seguir-se-á, ainda no auditório, um Encontro Temático dedicado às invasões, estando previstas as comunicações:
Adérito Tavares: «O expansionismo napoleónico na Península Ibérica: o princípio do fim»;
Joaquim Tenreira Martins: «Sabugal e as tentações de Massena na terceira Invasão Francesa»;
José Alexandre Sousa: «Condicionalismos humanos e naturais numa acção militar – o combate do Sabugal a 3 de Abril de 1811»;
Paulo Leitão Batista: «O Sabugal e a quarta Invasão Francesa»;
José Paulo Ribeiro Berger: «A importância da ponte sobre o rio Côa no Sabugal para o êxito do exército aliado na perseguição a Massena».
Pelas 21 horas haverá um concerto pelo Ensemble da Orquestra Sinfónica do Exército.
No domingo, dia 3, haverá repique de sinos pelas 9h30, seguido da inauguração de um memorial no sítio do Gravato, com presença militar.
Pelas 11 horas será inaugurado um monumento evocativo da Batalha na rotunda de entrada no Sabugal, da autoria do escultor Augusto Tomás, seguida de cerimónia de homenagem aos mortos e evocação histórica pelo Tenente-Coronel Urze Pires.
Às 12 horas haverá missa pelos mortos em combate.
À tarde, pelas 15 horas, decorrerá no castelo uma recriação das comemorações da vitória.
plb

A GNR de Pinhel deteve em flagrante dois indivíduos, com 19 e 31 anos de idade, residentes na freguesia de Argomil, pela prática do crime de condução perigosa. Sobre os mesmos também pendiam mandados de captura.

As detenções aconteceram na tarde do dia 23 de Março, quando os suspeitos circulavam num veículo com a matrícula espanhola. Apercebendo-se que estavam a ser vigiados pela GNR puseram-se em fuga, praticando uma condução perigosa, com desrespeito a regras e sinais de trânsito. Após perseguição policial foram interceptados nas proximidades de Vila Franca das Naves.
Quando foram identificados verificou-se que tinham antecedentes criminais pela prática de furtos e condução ilegal. O condutor do veículo não possuía habilitação legal para conduzir e sobre o outro ocupante recaía um Mandado de Captura e Condução ao Estabelecimento Prisional da Guarda, onde foi entregue.
O condutor foi presente ao Tribunal Judicial de Trancoso, sendo-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Segundo o comunicado da GNR, foram também realizadas na zona de fronteira com Espanha, pelo Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), três operações no âmbito da fitossanidade florestal, direccionadas para a fiscalização do Nemátodo do Pinheiro, tendo sido fiscalizados 138 veículos.
Em 25 de Março realizou-se uma Operação de fiscalização de trânsito, com particular incidência na condução sobre o efeito do álcool e sem habilitação legal, bem como nos veículos de transporte de mercadorias e na abordagem de suspeitos da prática de crimes. Foram fiscalizados 193 veículos e condutores, tendo sido elaborados 58 autos de contra-ordenação. Destes 55 por diversas infracções verificadas à legislação rodoviária e três por infracções verificadas à legislação fiscal, donde resultou a apreensão de três viaturas e de mercadorias no valor de 686 euros.
Durante a semana transacta realizaram seis acções de sensibilização, subordinadas aos temas «Comunicar em Segurança – Internet Segura», «Segurança Rodoviária» e «Preservação da Natureza», em escolas dos concelhos da Guarda, Fornos de Algodres e Trancoso. Nas acções estiveram presentes 175 alunos e 14 professores.
Numa outra vertente, no dia 24 de Março, a Secção de Programas Especiais do Destacamento Territorial da Guarda, realizou uma acção de sensibilização subordinada ao tema «Apoio 65 – Idosos em Segurança», no Centro de Dia de Arrifana – Guarda. Estiveram presentes 45 idosos e um assistente social
plb

Pinharanda Gomes, consagrado escritor e filósofo natural de Quadrazais, vai apresentar no sábado, dia 2 de Abril, pelas 14h30, no Auditório Municipal do Sabugal, o livro «Sabugal e as Invasões Francesas», que incluiu os textos que Paulo Leitão Batista publicou acerca do tema no Capeia Arraiana.

Sabugal e as Invasões FrancesasPinharanda Gomes, ele próprio um colaborador de longa data do blogue Capeia Arraiana, assinou o prefácio do livro, que para além de Paulo Leitão Batista, tem ainda como co-autores Manuel Francisco Veiga Gouveia Mourão e Joaquim Tenreira Martins.
O lançamento da obra conta ainda com a presença do editor, Joaquim Pinto da Silva, da editora Orfeu, com sede em Bruxelas.
O coronel Manuel Francisco Veiga Gouveia Mourão, especialista em História Militar, escreve sobre a Batalha do Sabugal, explicando os pormenores do combate entre o segundo corpo do exército francês, comandado por Reynier, e as tropas aliadas, comandadas por Wellington. O escritor e investigador Joaquim Tenreira Martins, natural de Vale de Espinho, aborda aspectos ligados à terceira invasão e à passagem das tropas por Riba-Côa. Paulo Leitão Batista, nascido no Sabugal, recuperando o essencial dos textos publicados no blogue, escreve sobre aspectos curiosos das invasões, nomeadamente acerca da passagem das tropas pelas terras raianas que actualmente formam o concelho do Sabugal.
Seguidamente ao lançamento do livro, dois dos seus autores, Paulo Leitão Batista e Joaquim Tenreira Martins, integrarão o painel de oradores do «Encontro Temático» dedicado às invasões, que a Câmara Municipal e a empresa Sabugal+ programaram para essa mesma tarde de 2 de Abril no Auditório Municipal.
aps

A Feira do Livro do Sabugal foi inaugurada no dia 25 de Março por António dos Santos Robalo, presidente da autarquia, e por Teresa Duarte Reis, escritora, poetisa e colaboradora do Capeia Arraiana. Os alunos das Escolas do Sabugal que encheram o Auditório Municipal assistiram à leitura de passagens dos livros da autora natural de Unhais da Serra mas ligada ao Sabugal por laços familiares. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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jcl

Esta semana li um artigo curiosíssimo na Internet. Foi publicado no jornal «Cinco Quinas on-line» e intitula-se «Carta de Um Aldeão do Interior de Portugal». Depois de se referir à vida dura do campo, como se ainda estivéssemos nos anos 50 do século passado, o tal aldeão refere que não tem televisão a cores, só tem televisão a preto e branco, como se alguém ainda acredite nessa peta.

João Aristides Duarte - «Memória, Memórias...»Depois vem, claro, o famoso e sempre habitual discurso sobre os ordenados dos políticos, os tais que falam na televisão a preto e branco, numa linguagem que o aldeão não entende.
Refere que os políticos só dizem mentiras e estão sempre a dizer que só falam verdades.
Segundo o articulista, nas aldeias as pessoas são logo temperadas na forja do ferreiro, com a têmpera certa. Com isso, continua o articulista, a força dos aldeãos vem de dentro e são tão verdadeiros quanto a existência do aço.
Mas este senhor quer enganar quem? Não se sabe que os tais políticos são de todo o lado, seja de aldeias ou cidades? Não é verdade que o Sócrates não é nada da Covilhã, mas sim de uma aldeia de Trás-os-Montes, chamada Vilar de Maçada?
Depois da lengalenga do costume sobre o facto de os tais políticos só virem pedir votos e dizerem que resolvem todos os problemas, o articulista chega à conclusão que é tempo de dizer basta.
Na parte final do artigo, o seu autor ameaça os «políticos» escrevendo que se voltarem a pedir votos na aldeia, a gente logo lhe canta.
E passa, depois, às exigências que são, grosso-modo, as habituais nos tais críticos dos «políticos»: que os deputados sejam naturais do distrito, que haja só 100 deputados, que os ordenados dos «políticos» baixem, pelo menos 50%, e mais uma série de coisas do mesmo género. Realmente, o deputado Francisco Assis não é natural do distrito da Guarda, mas alguém quer saber disso? Quando as pessoas votam, não estão sempre a dizer que votam no Sócrates ou no Passos Coelho? Então, para quê essa preocupação com os deputados terem de ser do distrito?
E, se nada disto acontecer, escusam de aparecer outra vez pela aldeia, já que chegou a altura de dizer basta, conclui o articulista.
Ora, é tempo de dizer basta mas é a esta conversa destes políticos de café (que estão sempre a dizer que não são políticos, mas muito gostam de falar de política) ou de escrita, uma vez que toda a gente sabe que é mais que certo que nas próximas eleições votem nos mesmos, ou seja naqueles que os têm enganado desde há mais de 30 anos. Salvadores da Pátria não existem, nem nunca existiram. Vai uma apostinha que votam nos mesmos?
PS, PSD e, algumas vezes CDS. É isto que o aldeão do interior de Portugal conhece. Tudo o que passe daí já é muita areia para a sua camioneta.
Se num ano foram enganados pelo PSD que prometeu mundos e fundos, nas eleições seguintes já se sabe que o voto só pode ser ou no PSD ou, quando muito, no PS. Para além disso não dá. O boletim de voto tem lá mais de dez espaços para colocar as cruzinhas, mas o que querem, o aldeão só consegue ver três!!!! E não adianta explicar. Ele lá sabe porquê…
Depois vêm com esta teoria de que é preciso mudar? Vão mas é pentear macacos!!!! Há mais de 30 anos que Portugal é governado pelos mesmos: ora do PS, ora do PSD, com ou sem o CDS, mas não adianta…
E, se fossem só os aldeãos a fazer isto… o pior é que os citadinos, apesar de saberem de tudo (ou terem obrigação de saber) continuam na mesma. Depois, ainda se queixam? Afinal, têm ou não o que merecem?
Quero dizer que eu, também sou um aldeão (nascido aldeão, que, entretanto alteraram-me o estatuto para “vilão”), do interior de Portugal, devo ter sido temperado noutro aço no ferreiro, mas não caio na esparrela, há mais de 30 anos, de votar nesses que fecham centros de saúde, correios e escolas e só não fecham, definitivamente, o interior porque não têm coragem. Esses não podem, nunca, contar com o meu voto. Sejam de cá da aldeia, ou sejam da cidade. Nunca, jamais, em tempo algum… E mai nada!!!
«Política, Políticas…», opinião de João Aristides Duarte

(Deputado da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

A Câmara Municipal do Sabugal candidatou o Bucho Raiano, na categoria de «Carnes» ao Concurso «7 Maravilhas da Gastronomia»®, tal como havia avançado o Presidente da Câmara de Sabugal, António dos Santos Robalo, durante o II Capítulo da Confraria do Bucho Raiano que teve lugar no passado dia 5 de Março no Auditório Municipal. Agora é fundamental o apoio de todos.

7 Maravilhas Gastronomia - Bucho Raiano

Em 2011 serão eleitas as «7 Maravilhas da Gastronomia»®, numa iniciativa que vai divulgar e promover o património gastronómico nacional, reconhecido e apreciado em todo o mundo pela sua diversidade.
O bucho raiano é candidato ao concurso «7 Maravilhas da Gastronomia»® numa iniciativa da Câmara Municipal do Sabugal com o apoio da Confraria do Bucho Raiano e de associações de desenvolvimento distrital.
Todas as receitas e pratos a considerar no processo de eleição serão organizados pelas 10 regiões do país e em 7 categorias: Entradas, Sopas, Carnes, Caça, Peixe, Marisco e Doces. Após um processo de seleção por parte de 70 especialistas, para chegar a uma lista de 70 pré-finalistas, e posteriormente por um painel de 21 personalidades notáveis. A lista final (short list) de 21 Finalistas será apresentada a 7 de Maio de 2011.
A votação pública por SMS, chamada telefónica, internet (www.7maravilhas.pt) e Facebook decorre entre 7 de Maio e 7 de Setembro de 2011.
«O Ministério da Agricultura não podia estar à margem desta iniciativa, pois não comemos nada que não venha deste sector. Uma das vias para promover a produção nacional é divulgando a gastronomia. É a alavanca do sector primário e a sociedade deve ser co-responsabilizada pela dinamização deste sector», referiu a propósito da iniciativa António Serrano, Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas.
«Uma iniciativa deste género valoriza o território nacional, reforça a relação de confiança que os portugueses devem assumir com Portugal. Temos a ambição de divulgar a gastronomia portuguesa a nível nacional e internacional», defendeu, também, Bernardo Trindade, Secretário de Estado do Turismo.
A revelação dos 7 pratos mais votados pelos portugueses será feita no final do mês de Setembro, em Santarém, durante o Festival Nacional de Gastronomia. A representatividade geográfica do país é assegurada através da presença no mínimo de um finalista de cada uma das 10 regiões do país e todo o processo de selecção e votação é auditado pela pwc.
O certame que comemora este ano o 31.º aniversário realiza-se todos os anos na cidade ribatejana e é uma iniciativa da Câmara Municipal de Santarém e da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo.
Os 7 vencedores serão revelados numa cerimónia única, a transmitir em directo a partir de Santarém pela RTP, Televisão Oficial das «7 Maravilhas da Gastronomia»®.
À semelhança da operação realizada com as «Maravilhas Naturais de Portugal»®, a RTP vai envolver as áreas de informação e programação e divulgar as 21 finalistas durante os meses de Julho e Agosto, no programa «Verão Total». A declaração oficial será mais uma vez apresentada por Catarina Furtado e José Carlos Malato.

O processo para eleger as «7 Maravilhas da Gastronomia»® teve início a 7 de Fevereiro, com a abertura da fase de candidaturas. Página oficial: Aqui.
aps

A localidade de Trigais pertencente à freguesia da Bendada, concelho do Sabugal aparece nos Censos 2011 para ser recenseada na freguesia das Inguias, no concelho de Belmonte. Será caso único em Portugal?

Trigais - Bendada

Como é do conhecimento de todos, tiveram início, no passado dia 7 de Março, em todo o território nacional, os Censos 2011. É um processo que é feito de 10 em 10 anos, pelo INE (Instituto Nacional de Estatística) e consiste na contagem das pessoas e dos edifícios em território nacional e se as pessoas estão presentes ou ausentes, no chamado momento censitário, bem como da verificação das condições das habitações em áreas previamente delimitadas pelo Instituto Geográfico Português, ou seja, por áreas geográficas das freguesias, ou, pelo menos, assim deveria ser. Como diz o ditado: «O seu a seu dono.»
Até aqui tudo certo. O insólito acontece quando a localidade de Trigais, que pertence à freguesia da Bendada, concelho do Sabugal, onde há sensivelmente dois meses os seus eleitores exerceram o direito de voto na secção de voto da freguesia da Bendada instalada neste local, aparece agora quase na sua totalidade para ser recenseada na freguesia de Inguías, concelho de Belmonte. Assim a maioria dos habitantes desta localidade, pertencentes à freguesia da Bendada vai contar para o número de habitantes de outra freguesia, de outro concelho e até, de outro distrito.
Penso que esta divisão tem como base um acordo que ocorreu nos censos de 2001, entre os Municípios do Sabugal e de Belmonte e das Freguesias de Bendada e Inguias, para ultrapassar um imbróglio que surgiu, quando os Trigais apareciam na cartografia das duas freguesias e também ao enorme anseio que Belmonte nutre para ver esta localidade pertencer ao seu território. Este acordo efectuado em 2001, entre Sabugal e Belmonte, a meu ver, foi um erro crasso, que pessoalmente sempre questionei, e fui alertando a quem de superior a mim tem responsabilidades no assunto, que tal situação poderia voltar acontecer.
Mas por ironia do destino em 2011 sou Presidente da Freguesia da Bendada e, como as autarquias participam activamente nos censos, por inerência do cargo que ocupo, fui chamado para coordenador de freguesia, iniciando a respectiva formação com os restantes colegas. Tudo corria bem até ao momento em que tive conhecimento que os limites da freguesia da Bendada, no que diz respeito à localidade de Trigais se encontrava no espaço correspondente à freguesia de Inguias, Concelho de Belmonte. De imediato manifestei o meu repúdio e descontentamento pela situação, demonstrando a minha indisponibilidade para coordenar estes trabalhos, com os quais eu não posso concordar, acatando tais limites. «Qual o pastor que gosta de ver as suas ovelhas levadas para outro rebanho?» Como Presidente de Junta eleito, tenho, não só o direito, como tenho muito mais o dever, de defender os interesses da minha freguesia, não podendo nunca compactuar com tais decisões, não podendo aplaudir ou, muito menos ajudar, a saída de pessoas da minha freguesia para outra. Por estas razões abandonei as funções de coordenador de freguesia para os Censos 2011. Caso este facto se concretize deve ser inédito no país, os habitantes de uma freguesia contarem para a população de outra freguesia de outro concelho e distrito diferentes, deixo o meu apelo a quem de direito, e tenha poder sobre tal corrija tal incoerência.
Jorge Manuel Dias
Presidente da Junta de Freguesia da Bendada

1 – A ampliação da pesquisa «Trigais» no Google Earth indica «Trigais, Belmonte, Portugal». Estranho e curioso.
2 – Convém recordar o artigo de Opinião de José Morgado Carvalho datado de 15 de Março de 2009.
Aqui.
jcl

Sob a epígrafe «Futsal – Que Formação?» realiza-se no dia 3 Abril, domingo, no Auditório do Centro Cívico de Manteigas, um seminário, onde participam treinadores de futsal e professores conhecedores da modalidade.

O evento, uma organização da Câmara Municipal de Manteigas, com o apoio da Associação Desportiva de Manteigas, abrirá às 10 horas com a presença de Esmeraldo Carvalhinho, Presidente da Câmara Municipal de Manteigas e anfitrião da iniciativa.
Joel Rocha, treinador e coordenador do projecto de formação da Associação Desportiva do Fundão, falará acerca do modelo de formação de uma equipa amadora.
Por sua vez Orlando Duarte, treinador e coordenador do projecto de formação do Sporting Clube de Portugal, falará do modelo de formação de uma equipa profissional.
Haverá depois uma mesa redonda, com perguntas e respostas, bem como dúvidas e comentários, sendo moderador Bruno Torres, treinador nos escalões de formação da Associação de Futebol da Guarda.
Na parte da tarde haverá outras palestras, começando por Bruno Travassos, professor no curso de Ciências do Desporto da Universidade da Beira Interior, que falará sobre a universidade e o clube, que devem interagir no referente à formação.
José Luís Mendes, treinador de campo da Selecção Nacional de Futsal, falará do ensino do jogo para o alto rendimento.
Será depois a vez de Jorge Braz. seleccionador nacional de Futsal, que abordará o tema «Futsal… que exigências no futuro?», a que se seguirá nova mesa redonda para debate, tendo como moderador Bruno Torres, treinador nos escalões de formação da Associação de Futebol da Guarda.
As inscrições para o seminário decorrem até ao dia 30 de Março.
plb

É habitual encontrar gente praticando a mendicidade, sobretudo nas cidades. Muitos são estrangeiros, que se colocam junto aos semáforos, simulando deficiências, exibindo chagas ou segurando bebés nos braços, para melhor estimularem os sentimentos de caridade. Na maior parte das vezes trata-se porém de falsos mendigos, que abusam da sensibilidade alheia.

Ventura ReisÀs vezes são um bando de garotos, munidos de balde e escova, que se atiram a limpar os vidros dos carros ligeiros. Quando alguém lhes diz «não», corre o risco de ver o automóvel pontapeado ou riscado, pelo que acabam por condicionar as pessoas, que optam por lhes dar dinheiro.
Outras vezes é no metropolitano que os encontramos, tocando harmónio ou fingindo-se cegos, sempre no intuito de «sacar» dinheiro aos que abordam.
Na minha mocidade esta mendigagem falsa era proibida e reprimida. Eram considerados pedintes falsos os que exploravam a caridade pública em proveito próprio, nomeadamente através de forma aparente ou disfarçada.
Os inválidos ou incapazes encontrados a mendigar eram, conforme os casos, entregues às famílias ou a quem lhes garantisse o sustento e o agasalho. Se fosse necessário, eram internados em estabelecimentos adequados ou remetidos às comissões de assistência e socorro.
Porém os indivíduos aptos para o trabalho que fossem encontrados a mendigar eram remetidos ao Comissariado do Desemprego, entidade do Ministério das Obras Públicas, que lhes arranjava trabalho nas obras do Estado ou por este comparticipadas.
Por outro lado, havia serviços de assistência aos que realmente eram indigentes e absolutamente necessitados. Esses serviços tinham a missão de fornecer géneros alimentícios, artigos de vestuário, hospedagem, bem como assistência hospitalar ou farmacêutica. Este apoio à indigência estava espalhado por todo o país, através de comissões de assistência municipais e paroquiais.
Hoje nada disso existe, porque o Estado se demitiu de funções. A assistência é garantida por associações, que angariam géneros alimentícios e mobilizam voluntários. Mas isso não garante um apoio igual ao que existia antigamente através das zelosas e beneméritas comissões de assistência.
Outra coisa que hoje, infelizmente, não existe é a repressão da mendicidade, pois ela é actualmente de exercício livre, como se tal fosse um direito que a todos assiste. Pois bem, antigamente os indivíduos encontrados pelas autoridades a mendigar de forma abusiva e ostensiva, procurando condicionar os sentimentos alheios, eram detidos e imediatamente conduzidos ao albergue ou ao asilo mais próximo. Claro que se concluísse tratar-se de mendicidade simulada, então os indivíduos eram entregues ao Comissariado do Desemprego. E os que, nestas últimas condições, se recusassem a trabalhar eram enviados a juízo, sendo equiparados a vadios.
Por que razão não se recuperam essas práticas virtuosas e moralizadoras, que defendiam a justiça e a paz social?
«Tornadoiro», crónica de Ventura Reis

Realizou-se no passado domingo, dia 20 de Março, na cidade de Trancoso a 7ª edição do Campeonato Nacional da União Dojos Karate Shotokan (UDKS), associação nacional de karate a que pertencem vários clubes da região.

Este ano o clube organizador foi o Karate Shotokan Trancoso, na pessoa de Eduardo Rafael e que contou com o apoio da Câmara Municipal de Trancoso e alguns patrocinadores locais, aos quais agradecemos publicamente.
Estiveram presentes mais de uma centena de jovens karatecas até aos 17 anos, em representação dos vários clubes do país.
Os resultados dos clubes da região foram os seguintes:
Academia Egitaniense de Karate Shotokan
1º Lugar – Dinis Carola, 2x Rita Morgado, 2x Andreia Pissarra, Inês Ramos, Pedro Carvalho
2º Lugar – Duarte Martins, Inês Ramos, Iara Silva, André Marques, Pedro Sequeira
3º Lugar – Iara Silva, Pedro Carvalho, André Marques, Guilherme Carola
Participaram ainda Rafael Fernandes e Diogo Escaleira.
Karate Shotokan Trancoso
1º Lugar – Diogo Rafael e Anaísa Cardoso
2º Lugar – Carlos Plácido, Mariana Godet, Gabriela Monteiro
3º Lugar – Rita Rafael, Teresa Pedro, Diogo Rafael, Paulo Rodrigues
Participaram ainda Laura Marques.
Núcleo de Karate Shotokan de Pinhel
1º Lugar – Rafael Cruz
2º Lugar – Rafael Cruz, David Pinheiro
3º Lugar – 2x Soraia Marques, David Pinheiro
Participaram ainda Leandro Silva, Francisco Marques e Gonçalo Caetano.
A Academia Egitaniense de Karate Shotokan-Piscinas esteve presente com David Gonçalves e Bruna Pereira.
udks

A obra «A Divina Pestilência» do escritor João Rasteiro venceu o Prémio Manuel António Pina. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Na sequência de preservar um lugar de muito valor que se encontrava em estado de degradação, o antigo lagar de vinho foi restaurado na freguesia da Nave.

Construído no ano 1949 aproximadamente, este lagar é símbolo da existência de uma actividade agrícola que em tempos assumiu particular importância na área das vindimas e fabricação do vinho.
Considerado como um dos poucos existentes lagares deste concelho, destaca-se entre os outros devidos à sua estrutura inicialmente pensada para melhorar e facilitar o processo derivado á produção do vinho.
A sua estrutura é formada por: 11 cubas de granito alinhadas e devidamente numeradas.
As 7 primeiras construídas em 1949, suportam á superfície diversas lagariças onde era pisada a uva e ali permanecia uns dias até a fase de transição para as cubas que seria mais fácil, devido ás suas torneiras situadas no topo de cada cuba onde o vinho mosto passava da lagariça directamente para as cubas, onde se dá o processo até á prova do vinho novo. Outro dos seus utensílios também situado no topo e dentro das lagariças é a prensa.
As outras três cubas construídas nos anos de 1955, situadas noutro ponto do lagar, mantém a mesma forma das primeiras fazendo com que o processo fosse o mesmo. A 11ª cuba construída em 1954 situa-se sozinha pois era utilizada para o armazenamento da aguardente.
Com o passar dos anos da não actividade, este lagar encontra-se em prefeitas condições e intacto, com as cubas limpas e sem qualquer musgo.
Depois de uma limpeza geral e de tentar repor todos os pequenos objectos encontrados nos seus respectivos lugares, também foram encontradas algumas garrafas de vinho provavelmente do último ano de colheita que se encontravam no baixo corredor posterior ás cubas, garrafas estas que o seu vinho depois de ser arejado é uma relíquia.
Estas e muitas outras razões fizeram com que o seu novo proprietário, Francisco Nibau, habitante da freguesia quis restaurar este lagar de vinho. A preservação desta antiguidade pouco existente neste concelho talvez tenha sido o seu maior motivo pela restauração este que é sem dúvida um monumento de prestígio da nossa aldeia.
Edgar Fernandes

A compositora norte-americana Diamanda Galás, o músico português Pedro Abrunhosa e a diva peruana Susana Baca são alguns dos destaques de excelência da programação da agenda cultural de Abril a Julho do TMG-Teatro Municipal da Guarda apresentados pelo seu director Américo Rodrigues. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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«Sei que assumo uma grande responsabilidade ao opor-me tão formalmente às suas intenções; mas, nem que seja destituído e nem que com isso perca a cabeça, não seguirei o movimento para Coria e Plasencia de que me fala a não ser, repito, que tal me seja ordenado pelo Imperador» – missiva que de Ney para Massena, recusando a ordem de encaminhar o seu corpo para o Sabugal, seguindo o caminho para a Estremadura espanhola.

O marechal Michel Ney era o comandante do sexto corpo de exército, e tinha no movimento retrógrado da terceira invasão de Portugal a espinhosa missão de seguir na retaguarda, contendo os ataques do exército aliado.
Ney, que era filho de um soldado veterano francês, e que subira na hierarquia militar até ao generalato devido aos seus elevados méritos em combate, tinha na altura 42 anos e acumulava com o posto de marechal o título de Duque de Elchingen. Muito popular entre os soldados, que o tinham como o melhor dos marechais de França, era chamado Le Rougeaud (O avermelhado) e Le Brave des Braves (O Bravo dos Bravos), tendo este último apodo sido conferido pelo próprio Napoleão.
Massena e Ney odiavam-se mutuamente. O «Bravo dos Bravos» nunca se conformou por ter sido colocado sob as ordens do «Filho Querido da Vitória» (nome dado por Napoleão a Massena) e a terceira invasão de Portugal foi uma sucessão de dissensões entre os dois marechais. Massena era o comandante-em-chefe, senhor de um prestígio enquanto estratega apenas superado pelo do próprio Napoleão Bonaparte, mas Ney era o mais resoluto e corajoso dos marechais do Império.
Em Paris, imediatamente antes de partir para a Península, Massena tentou demover o Imperador a colocar Ney entre os seus lugar-tenentes no Exército de Portugal, por lhe conhecer o mau carácter. Napoleão retorquiu-lhe: «Ney é um general de vanguarda: se as suas ideias no gabinete são fracas, ele resgata esse defeito no terreno; maneja tão bem a infantaria como a cavalaria; vai ser-lhe muito útil, não será preciso estimular-lhe o ardor».
Mas os problemas com Ney começaram logo quando Massena se juntou ao seu novo exército em Salamanca. Queria apressar o cerco a Ciudad Rodrigo e entrar em combate com os postos avançados ingleses, no que foi a custo contido por Massena. Já em plena marcha em Portugal, nas alturas do Buçaco, foi a impaciência de Ney que ditou a precipitação da batalha, que os franceses perderam. Na retirada Massena queria ter seguido para Coimbra, onde concentraria o exército, mas Ney não cumpriu por inteiro os itinerários, inviabilizando assim essa movimentação.
Porém o clímax da rivalidade entre os marechais estava marcado para Celorico, quando Massena deu ordens para a movimentação para o sul, a fim de entrar em Espanha por Alcântara e atingir o vale do Tejo, entre Coria e Plascencia, a partir de onde relançaria a invasão de Portugal. O fogoso Ney não concordava e afirmou-lhe que desobedeceria, se persistisse nesse clamoroso erro. Os ajudantes de campo de ambos os marechais levavam e traziam cartas com as ordens de Massena e as respostas de Ney. Este exigia saber se as disposições provinham do Imperador, pois caso contrário não as acataria, e aquele reafirmava as ordens, intimando de que era imperioso dar-lhe cumprimento. A um ponto, Ney decidiu esticar a corda e informou Massena que recuaria com o seu corpo para Almeida. Massena desesperou e escreveu-lhe: «Previno-o, senhor marechal, de que se torna responsável pelo mau exemplo que a sua desobediência dá ao exército e, talvez, pelas consequências, ainda mais deploráveis, que dela podem resultar. Queira responder-me se persiste na sua desobediência, desprezando a autoridade que o Imperador me confiou; nesse caso, saberei tomar disposições para mantê-la
As coisas já tinham ido longe de mais e não havia espaço para recuar. Ney informou que não deixaria que o seu corpo marchasse com o resto do exército para sul. Massena informou então formalmente os generais de divisão do sexto corpo que deixavam de obedecer a Ney, passando a receber instruções directas do estado-maior general, e ordenou ao marechal que seguisse imediatamente para Espanha, deixando o exército. O recalcitrante Ney ainda reagiu alegando a ilegitimidade da ordem: «Como foi o Imperador que me confiou o comando do sexto corpo, ninguém além de Sua Majestade tem o direito de mo retirar». Porém Massena manteve as disposições e confiou o comando do corpo ao general Loison, acabando Ney por se dirigir para Espanha.
As tropas do sexto corpo amavam Ney, que era o seu verdadeiro líder. À fome que passavam, pela falta de provisões, juntava-se agora a desmotivação e o sentimento de injustiça para com o seu marechal. O capitão Guingret, que servia nesse corpo, escreveria mais tarde: «O afastamento inesperado do duque de Elchingen tinha desmoralizado completamente o espírito das suas três divisões. Desde que nos constituíram em sexto corpo, nas épocas eternamente gloriosas de Austerlitz e de Friedland, adquirimos pouco a pouco o hábito de nos considerar como uma família de guerreiros, de que o marechal Ney fora sempre o guia
Bécet de Léocour, chefe do estado-maior de Ney, também deixou um testemunho similar: «A sua partida causou uma impressão muito deplorável no moral das tropas, que tinham por ele tanta confiança quanto apego e que estavam muito longe de conceder os mesmos sentimentos ao sucessor que lhes atribuíam».
O atraso do movimento provocado pela obstinação de Ney seria fatal para as tropas francesas que não conseguiram concretizar com sucesso o movimento em direcção ao sul. Ney foi afastado no dia 23 de Março de 1811 e, dentro de dias, a 3 de Abril, no Sabugal Wellington atacaria o corpo de Reynier, ditando assim o retorno dos franceses a Espanha, pondo fim à terceira invasão de Portugal.
Paulo Leitão Batista

Toda a gente do Casteleiro cresceu com aquela imagem atraente e bela de um edifício muito especial, bonito, elegante, no meio da serrania. É um hotel. Melhor: foi um hotel.

Cresci a pensar que aquilo era da minha Freguesia, o Casteleiro. Só muito mais tarde, já adolescente, é que percebi que era da Freguesia de Sortelha.
Isso, em termos administrativos. Mas em termos sociais e de vivência de cada um, era assim: a Serra da Pena é um local de encanto nosso.
Adiante.
Em pequeno, estive sempre muito ligado à gestão daquele equipamento. Conheci os representantes dos ingleses donos da empresa que explorava o hotel, já moribundo, e as Águas Radium. Assisti ao desmantelamento de um e de outra. Desmantelamento, literalmente: banheiras, torneiras, sanitas, canalizações… tudo foi levantado, levado, apropriado por alguém que se julgava prejudicado e quis prejudicar também. Até sei os nomes das pessoas em causa, porque eles faziam parte do meu dia-a-dia naqueles dias de meados da década de 50.
O hotel foi construído muito cedo: pouco depois de 1910. As termas e a utilização medicinal das águas radioactivas e depois das lamas com as mesmas propriedades foram crescendo.
As primeiras concessões das águas datam de 1922.
Aos espanhóis que fundaram este complexo, segue-se uma administração francesa, ligada ao urânio – não esquecer as Minas da Bica, ali perto da Azenha (Quarta-Feira).
A água era engarrafada e vendida como quase milagrosa (ver aí em baixo).
Nos anos 30 do século XX, jornais de Castelo Branco publicitam profusamente as Águas, as Termas e o Hotel.
Mas, provavelmente, nessa altura são já os ingleses que dominam por ali.
E depois, vinte anos depois, tudo acaba sem honra nem glória.
Ficou o «castelo» encantado.
Era assim que lhe chamávamos no Casteleiro quando eu era pequeno: o Castelo da Serra da Pena.
Para que serviam as Águas Radium e as lamas radioactivas?
Procurei informação. Eis uma síntese do que encontrei:
Indicações
Reumatismo, gota, hipertensão arterial, colites, edemas, insuficiência circulatórias (Acciaiuoli.1939)
Doenças do aparelho circulatório, rins e nas perturbações da nutrição, hipertensão arterial e nas feridas (Contreiras, 1951)
Doenças da circulação, gastrointestinais.
Tratamentos / caracterização de utentes
«O tratamento metódico por lamas radioactivas […] a aplicação de lamas radioactivas em artrites e artroses mono ou poli-articulares, é sem dúvida uma óptima aquisição da Águas de Radium com rendimento terapêutico, bem comprovado […] A aplicação de compressas eléctricas radioactivas G. Ray nas artrites, ciáticas, dores ováricas – provocam redução das dores.
O aparelho Studa Chair para lavagem do cólon, com 35 litros de água mineral, produz uma boa desinfecção mecânica.
» (Acciaiuoli1940)
«”Studa chair” compressas e lamas radioactivas.» (Contreiras1951)
In aguas.ics.ul.pt.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

A 44.ª Caminhada pelo Interior Raiano da Câmara Municipal do Sabugal teve lugar na Lageosa da Raia. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
Vodpod videos no longer available.

jcl

Vai reunir no dia 1 de Abril, pelas 20h30, a Assembleia-Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sabugal, cuja convocatória publicamos na íntegra.

Bombeiros Voluntários SabugalRAMIRO MANUEL LOPES DE MATOS, Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sabugal, usando dos poderes que me são conferidos pela alínea a) do Art.º 38º dos Estatutos da referida Associação, convoco a Assembleia Geral a ter lugar no dia 1 de Abril de 2011, pelas 20 horas e trinta minutos na Sede da Associação, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Análise, discussão e votação da conta de relatório e contas relativas ao ano de 2010
2. Análise, discussão e votação do Orçamento Ordinário (1ª revisão) para o ano de 2011
De acordo com o Artº 43º dos mesmos Estatutos se à hora marcada não houver número suficiente de sócios, a Assembleia funcionará meia hora depois com um mínimo de dez sócios presentes.
Sabugal, 24 de Março de 2011
O Presidente da Assembleia Geral
Ramiro Manuel Lopes de Matos

A equipa de futsal da Rapoula do Côa participa no Campeonato Distrital da modalidade organizado pela Associação de Futebol da Guarda. Os representantes raianos não se têm deixado influenciar pelos resultados menos conseguidos e continuam a acreditar no seu valor.

Futsal - Rapoula do Côa

Jornada 19 – Exibição merecia outro resultado
Depois de três em empates sucessivos (3-3 com as Lameirinhas, 5-5 com Manteigas e 2-2 com Foz Côa), a equipa de futsal da Rapoula do Côa, deslocou-se na 19.ª jornada até Fornos de Algodres para defrontar a equipa local.
Perante um dos lideres do campeonato, os atletas raianos apresentaram-se em campo sem receios de discutir o resultado. Depois da goleada sofrida na primeira volta em casa, por 1-6, um dos objectivos do jogo passava por fazer melhor resultado.
Começou melhor o Lusitânia, muito mais ofensivo e a criar mais oportunidades de golo. A resposta da Rapoula do Côa ia surgindo e o jogo equilibrava-se. De qualquer forma, seria a equipa local a adiantar-se no marcador por duas vezes. Boa reacção da Rapoula do Côa superiorizando-se nos minutos final da primeira parte, mas sem sucesso nas suas acções de ataque. Começava a destacar-se o guarda-redes local.
Para a segunda parte, em desvantagem no marcador, a Rapoula do Côa entrou mais pressionante e consegue reduzir para 2-1, por Zé Cunha através da marcação de um penalti. Não se inibi a equipa da casa, sempre apoiada pelo seu público, e nos minutos seguintes adianta-se novamente por duas ocasiões, colocando o marcador em 4-1.
A reacção aos golos sofridos foi pronta e o jogo voltava a estar equilibrado, com várias situações de golo, prontamente resolvidas pelos guarda-redes, embora seria o do Lusitânia que voltava a ganhar destaque no jogo, com uma boa série de defesas. Entre contra-ataques e resposta, os golos foram aparecendo para ambas as equipas, fixando-se o resultado final em 5-4 (com hat-trick de Hugo Fernandes).
A equipa sabugalense, galvanizada pelos golos marcados acaba o jogo, da mesma forma como terminou a primeira. Apesar da derrota, a equipa da Rapoula do Côa deixou uma boa imagem em Fornos, sendo no final do jogo felicitada por tal, pelos dirigentes e jogadores locais.

Jornada 20 – Brilha mais a equipa da casa
Brilharam mais os atletas da Rapoula do Côa na na recepção à formação do Estrela de Almeida! No jogo referente à 20.ª jornada, a equipa da Rapoula do Côa entrou mais determinada no jogo, conseguindo impor-se nos minutos iniciais, chegando aos golos por duas ocasiões, primeiro por Zé Cunha, após jogada individual e mais tarde por Ricardo Franco «Pipo».
Os golos despertaram a equipa de Almeida que em dois minutos consegue repor a igualdade.
Com os golos, o jogo entrou numa fase de equilíbrio, com várias oportunidades de golos para ambas as equipas! Mas seria a equipa da casa, a adiantar-se novamente no marcador, por Sérgio Pinto.
Com o caminhar para o final da primeira parte, as equipas iam acumulando faltas, dispondo a equipa de Almeida de um livre de 10m, defendido por David Praça, que assim manteve o resultado inalterável até ao intervalo.
A entrada para a segunda parte, esperava-se um E. Almeida mais forte e determinado, dada a desvantagem no marcador, mas seria a equipa da casa, a entrar mais empenhada e muito mais perigosa, com sucessivos remates! Na sequência do bom momento no jogo, Paulo Pernadas eleva o marcador para 4-2, com um grande golo, através de um remate forte a meio do meio campo!
Reage o Almeida aos golos e à desvantagem, com várias tentativas de ataque à baliza de David Praça, tendo por uma ocasião rematado ao poste!
Numa segunda parte, tirada a papel químico da primeira, com várias ocasioes de golos para ambas, com as equipas a acumular as cinco faltas, seria através de um livre de 10 metros que o Estrela Almeida fazia o 4-3.
Com a Rapoula do Côa muito concentrada e empenhada em alcançar a vitória e com o Almeida já com o seu guarda-redes no ataque na tentativa de obter o empate, que se chega ao final do encontro.
Num jogo repartido, entre duas boas formações, venceu a equipa mais determinada!
Marco Capela

Realiza-se a 30 de Abril e 1 de Maio, na Covilhã, o primeiro Congresso Internacional do Cão Serra da Estrela, pelo qual se pretende contribuir para o debate das formas de preservação e valorização do cão-pastor da serra mais alta de Portugal.

A iniciativa é organizada pela Associação Portuguesa do Cão Serra da Estrela, de pareceria com a entidade Turismo Serra da Estrela.
O evento junta os interessados na defesa da raça Serra da Estrela para abordarem a sua evolução histórica e o seu enquadramento geográfico e sociológico. Também se falará nas formas de divulgação e valorização dessa importante raça canídea e da sua importância.
Uma das intervenções será dedicada à Confraria do Cão Serra da Estrela, recentemente criada e com sede em Sortelha, concelho do Sabugal.
Outros clubes estrangeiros de cães de montanha, vindos de vários países da Europa e da América do Norte, também marcarão presença.
plb

No passado dia 17, pelas 21h30 horas, foi apresentado na Guarda o livro O Cisne Submerso, de Fernando Pinto Ribeiro. O poeta, natural da Guarda, regressou deste modo à sua terra natal.

A iniciativa ficou a dever-se a Américo Rodrigues, director do Teatro Municipal da Guarda e a ela se associou a Câmara local. A abertura da sessão foi feita pelo Dr. Virgílio Bento, vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda e seu responsável para a área cultural, o qual, após referir que a sessão se incluía na política cultural de dar a conhecer as personalidades da terra que se distinguiam através da escrita, passou a dirigir a sessão. Interveio em seguida Julião Bernardes, que deu a conhecer de que forma conheceu o poeta, em 2000, na tertúlia Rio de Prata, em Lisboa e traçou as qualidades do poeta e do homem, em palavras breves, distinguindo essencialmente a sua generosidade, o modo peculiar como fazia sobressair o que de bom os outros seus companheiros de tertúlia iam produzindo e a busca da perfeição em que se empenhava na construção da sua poesia, pela modificação de cada poema, sempre para melhor, nunca considerando o poema um produto acabado, antes em execução. Deu também conta do modo como o livro nasceu e foi evoluindo, livro este que inclui os poemas que o poeta ia dispersando por inúmeras publicações colectivas.
O Dr. Virgílio Bento deu em seguida a palavra a Jorge Castelo Branco, da Edium Editores, que disse da sua admiração pela poesia constante do livro e da emotividade que sentiu na assistência aquando da apresentação do mesmo em Lisboa, bem como do seu agrado por ter participado neste projecto.
Em seguida, Américo Rodrigues fez uma leitura de poemas do livro, a qual deliciou a assistência, constituída por algumas dezenas de guardenses. Coube depois a vez ao coronel Carlos Augusto Ribeiro, irmão do poeta, o qual falou da sua infância na Guarda, traçou o percurso da família até ao momento em que ele e o Fernando foram estudar para Lisboa e por lá se fixaram. Referiu também alguns episódios ligados à vida do poeta e sua ligação à noite fadista. Terminou agradecendo a todos os intervenientes na execução e apresentação do livro, ao editor, ao director do Teatro Municipal da Guarda e ao vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda. Seguiu-se a intervenção do escritor Eduardo Sucena, que falou da sua convivência com Fernando Pinto Ribeiro na Guarda, enquanto estudantes, e mais tarde em Lisboa, para onde ambos se tinham deslocado, do modo como o fado, que a ambos interessava, embora de forma diferente, acabou por novamente os aproximar. Realçou também as raras qualidades pessoais do poeta, de humildade, generosidade e do perfeccionismo que o movia no que fazia. Em seguida os poetas J. Leitão Baptista e Joaquim Murale, que tiveram relação de proximidade com o poeta, através da profissão, o primeiro, e do empenhamento na transformação da sociedade nos anos setenta, o segundo – fizeram, a duo, a apresentação do livro, realçando a qualidade da poesia nele constante.
Por fim o Dr. Virgílio Bento deu por encerrada a sessão.

No final dos trabalhos, o coronel Carlos Augusto Ribeiro procedeu à entrega de vários livros de Nuno de Montemor à vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, que também estava presente na sessão. O interesse que Fernando Pinto Ribeiro manifestava pela literatura devia-se, segundo as suas próprias palavras, ao entusiasmo que lhe fora transmitido na sua juventude pelo escritor quadrazenho, proximidade que resultava do facto de uma tia do poeta ser a secretária pessoal do autor de Maria Mim.
J. Leitão Baptista

Morreu Elizabeth Taylor, uma das maiores divas de Hollywood, conhecida tanto pelo seu talento e beleza como pela polémica vida que levou ao longo de 79 anos.

Pedro Miguel Fernandes - Série B - Capeia ArraianaNascida a 27 de Fevereiro de 1932 no Reino Unido, apesar de ser filha de pais americanos, Elizabeth Taylor estreou-se no cinema aos 10 no filme «There’s One Born Every Minute», de Harold Young. Posteriormente começou a participar em séries para um público juvenil, nomeadamente a célebre «Lassie». Na década de 1950 começa a ter alguns papéis em filmes de relevo, como «Ivanhoe», de Richard Thorpe, «Quo Vadis», de Mervyn LeRoy, «O Gigante», de George Stevens, ou «Gata em Telhado de Zinco Quente», de Richard Brooks. Nessa mesma década consegue as primeiras três de cinco nomeações para os Óscares.
Na década seguinte tem mais algumas das suas interpretações memoráveis, nomeadamente «BUtterfield 8», de Daniel Mann, «Cleopatra», de Joseph L. Mankiewicz, ou «Quem Tem Medo de Virginia Woolf?», de Mike Nichols.
Elisabeth TaylorO primeiro e o último papel deram-lhe os seus dois únicos Óscares da carreira. A partir dos anos 1970 a sua presença no grande ecrã começa a diminuir e a sua última aparição dá-se em 2001, quando entra na série de TV «God, the Devil and Bob» e no telefilme «These Old Broads».
Apesar da sua beleza e talento, a vida fora das luzes da ribalta sempre foi polémica, em grande parte devido aos seus inúmeros casamentos e divórcios. Nos últimos anos tinha dado a cara em campanhas a favor da luta contra a Sida, tendo mesmo sido uma das primeiras celebridades a defender esta causa. As causas da morte de Elizabeth Taylor, que sofria de problemas cardíacos há alguns anos, ainda não foram desvendadas. Ficará para sempre na memória de muitos cinéfilos.
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

Vale a pena viver num Mundo em que um punhado de seres humanos aceitam sacrificar-se pelo seu País.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»O exemplo destas dezenas de japoneses que, sem quaisquer dúvidas quanto ao cumprimento do seu dever para com a sua Nação e o seu Povo, continuam no interior da Central Nuclear de Fucoxima, tudo fazendo para que esta não rebente, mostra que vale a pena acreditar na humanidade.
E como dizia Ferreira Fernandes, autor diário de pequenas jóias literárias publicadas na última página do Diário de Notícias «Os 33 mineiros do Chile tiveram mais e, na escala de heróis, fizeram menos. Os chilenos foram admirados pela sua coragem mas, afinal, lutavam por eles. Os 50 (ou lá quantos são) de Fucoxima, não; por eles, o que fazem são doenças terríveis e certas. E nem têm aquele lenitivo que faz os heróis saltar as trincheiras, ou por comparação local e colorida, os kamikazes atirar os seus aviões contra os alvos – a morte breve e gloriosa. Os de Fucoxima são heróis pacientes, que fazem porque tem mesmo de ser feito.»
Curvo-me perante o sacrifício destes homens, recolhendo deles o exemplo, tão ignorado no nosso Pais, e no Mundo Ocidental, de sentido do dever e de capacidade de entrega à defesa do bem comum.
Face a estas dezenas de homens e ao seu exemplo tudo o que se vem passando no nosso Pais devia envergonhar-nos.

Ps1: A classe política portuguesa ensandeceu de vez!

Ps2: Para o peditório daqueles que, percebendo bem o que queria dizer, assobiaram para o lado e quiseram confundir o que aqui escrevi como se eu não soubesse que o Dr. Manso foi Presidente de Câmara no regime salazarista, já dei e não torno a dar…

Ps3: «O ano de 2011 entra a um sábado, dia consagrado a Saturno. (…) Saturno traz destruição, fome, carestia, inquietação, miséria, angústia e tristeza, tem domínio sobre os velhos, os caducos e solitários, os tristes e melancólicos. O ano de 2011 será dominado pela carestia; mas tenhamos fé e lutemos com determinação para reverter a situação.»
Como continua cheio de sabedoria o «Verdadeiro Almanaque» BORDA D’ÁGUA de cuja edição para 2011 retirei estas palavras…

«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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