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«Nada provoca mais danos num estado do que homens astutos a quererem passar por sábios.», Francis Bacon, in «Essays, of Cunning»

Ocorreu-me esta citação pelo facto de esta semana se encontrarem os chefes de estado e chefes de governo da Europa. E tive uma leve sensação de saudade da Europa!…
A ideia de uma Europa unida nasceu dos escombros da Segunda Guerra Mundial (1945) fruto, entre outras razões, dos nacionalismos extremos que fervilhavam por esse continente fora. Assim, em 1951, com assinatura do Tratado de Paris, seis países fundavam a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço. Mesmo sendo uma comunidade fundamentalmente de controlo monopolista do carvão e do aço, afirmava-se como “a primeira etapa para a federação da Europa”. Depois veio o Tratado de Roma (1957) instituindo a Comunidade Económica Europeia – a célebre CEE! – Depois, foram assinados vários tratados até Maastricht e Lisboa (o último), fundando a União Europeia. Nesse entretanto, acabaram as fronteiras, primeiro para as mercadorias e depois para as pessoas. Elegeram-se parlamentos e comissões. Criaram-se leis gerais para toda a Europa… E, dos primeiros seis países, somos hoje vinte e sete!
Se recupero a história da fundação é porque, essa Europa que nascia em meados do século passado, anunciava o alvor de uma nova era! Apresentava um projecto de futuro em que todos os cidadãos estariam acima dos seus países para se sentirem, essencialmente, cidadãos de um continente, de um espaço comum. Reduzindo as possibilidades de se repetirem as atrocidades que as duas grandes guerras tinham mostrado.
Eram sábios esses fundadores. De passo em passo, foi possível criar a ideia de uma Europa solidária, igualitária, tolerante e fundada sobre princípios democráticos.
Contudo, essa Europa, foi-se diluindo e terminando nas fronteiras do paíszinho de cada um. Cada país olhou para a Europa conhecendo apenas a parte do Pai-Nosso do «venha a nós o vosso reino». Nada mais! Mas, também, a própria Europa foi olhando para os países meramente como extensões mercantis.
Os líderes europeus foram perdendo o horizonte do ideal da Europa, o ideal de uma vida melhor para todos os europeus e da diluição das assimetrias entre os países. Tornando-se hoje num dueto franco-alemão carregado de uma miopia que não lhes deixa ver nada mais que o seu umbigo.
A política deu lugar à economia. E as pessoas deram lugar ao cifrão. E desta forma foi-se destruindo a democracia. A democracia, que aparecia como o grande valor e conquista de uma Europa nova, porque unida, vem dando lugar a um grupo de economistas e financeiros sem rosto. Burocratas que confundem o mundo com o gabinete e orientados por líderes manifestamente incompetentes, mesquinhos e cobardes!
Decididamente, a Europa é governada por homens astutos a quererem passar por sábios. E o resultado está à vista!
A Europa desagrega-se a cada dia que passa, a sentido solidário só é pensado se houver interesse dos bancos, a igualdade afasta-se cada vez mais e a própria liberdade é um valor cada vez mais posto em causa. Os direitos e os deveres passaram a ser retórica, mas cada vez mais sem conteúdo. A Europa é cada vez mais a megalomania dos seus comissários e deputados e cada vez menos a Europa dos cidadãos.
Apetece-me dizer: e a Europa ali tão perto!
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

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Como português e europeu, estou a ficar cada vez mais preocupado com esta hegemonia alemã que está a caracterizar a União Europeia.

António EmidioNos anos cinquenta do século passado, o ministro dos negócios estrangeiros francês Robert Schuman concebeu um plano que ficou conhecido pelo «Plano Schuman» e que consistia em reintegrar a Alemanha no seio das nações ocidentais. É a partir desse plano que também começa a ser concebida a União Europeia. Nessa altura, nos meios políticos e intelectuais europeus, dizia-se que esse plano não passava de um projecto de construção de uma Europa Alemã, debaixo do controlo dos Estados Unidos. Não se enganaram! É o que acontece presentemente.
E o papel da França? Também quer ter hegemonia, esta pretensão já vem desde o início, mantém uma «guerra» surda com a Alemanha desde há muito tempo. Berlim e Paris estão representados presentemente pela senhora Merkel e Nicólas Sarkozy, dois ultra-liberais que têm em mente dar um grande impulso á União Europeia dos 27. Duas pessoas de uma ambição desmedida e que só procuram protagonismo, duas pessoas com muita falta de ética e, cínicos. No meio de tantos abraços e beijos que dão um ao outro, e na convergência politica de ambos, segundo os corifeus da comunicação social, existe um antagonismo, os seus planos políticos não são tão convergentes como dizem ser. Existe uma tentativa por parte da França, penso que ideia de Nicólas Sarkozy, de controlar os países do Sul da Europa, os países mediterrânicos, isto não é mais nem menos do que uma tentativa de equilíbrio de poder na Europa, já que a Alemanha exerce um poder quase absoluto a Leste deste continente. Hitler caracterizava como as «Colónias» os países de Leste, como vê querido leitor(a), este domínio não é casual…Mas o problema é que a Alemanha não irá permitir a liderança francesa no Mediterrâneo, o que poderá sair daqui? A história o dirá.
A União Europeia, presentemente é uma união vertical, à cabeça tem a Alemanha com o seu egoísmo, o seu racismo e a tendência para dominar tudo e todos. Voltando a Hitler, este afirmou muitas vezes que o povo alemão era uma «Raça de Senhores», Merkel diz que a Alemanha é o «País das Ideias». Não tenhamos dúvidas, se nós portugueses cairmos nas mãos da Alemanha, aliás, já começamos a estar, não passaremos de um povo escravizado, tudo nos será retirado, desde a nossa riqueza à nossa dignidade, à nossa Democracia e à Liberdade. A Alemanha unificada, fora das suas fronteiras, mostra-nos a história que só destrói, tanto militar, como economicamente. Helmut Schmidt, ex-chanceler alemão e antigo oficial dos exércitos hitlerianos, disse um dia que os verdadeiros responsáveis dos males da Alemanha, eram os estrangeiros. Merkel tem essa ideia fixa, ou não fosse alemã, está a culpar do não avanço rápido da União Europeia (dos interesses alemães), Portugal, a Grécia, a Espanha, a Irlanda e outros, ela quer dominar rapidamente tipo Blitzkrieg, como fazia Hitler quando invadia os países durante a Segunda Guerra Mundial, a guerra não é só militar, também há guerra económica…E quando tudo se desmoronar, irá culpar os povos europeus do descalabro da União Europeia.

Fait divers
Um rapaz amigo, numa conversa disse-me que o que está a acontecer em Portugal se deve à falta de capacidade politica, irresponsabilidade e monumentais erros dos nossos políticos desde a implantação da Democracia (1974). Concordei com algumas coisas, discordei de outras, disse-lhe inclusive que presentemente os partidos políticos não passam de máquinas eleitorais, importando-se pouco com o que possa acontecer aos cidadãos. Mas neste momento, além disso tudo, é do estrangeiro que «orientam» a nossa politica e a nossa economia perdemos portanto a nossa autonomia. Um exemplo vai demonstrar o que eu escrevi: François Mitterrand, o último Presidente Socialista da França, quis ter uma política autónoma para o seu país, não conseguiu, teve de se sujeitar aos acordos e leis internacionais, vindo tudo como é lógico dos Estados Unidos e já da Alemanha. A Globalização a que o Mundo está sujeito só criará novos imperialismos, até à guerra inevitável. Guerra? Quem fala nisso! Falo eu, e pergunto se já chegámos ao fim da História.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Este icebergue chamado União Europeia, nasceu com o objectivo de pôr termo às frequentes guerras entre países vizinhos, foi crescendo e alargando com a união e força das diferentes culturas, das diferentes riquezas.

Paulo AdãoTodos os países que entraram na união Europeia, contribuem na construção deste icebergue, fazendo face ao poderoso dólar americano, tentam com os EUA fazer face ao terrorismo mundial. Nasce o Euro e com ele as dificuldades que tantos lhe atribuem, ou as ajudas que também lhe são reconhecidas. Individualmente cada país progrediu um pouco. Uns porque souberam gerir melhor as ajudas ou souberam analisar e definir melhor os projetos prioritários para essas ajudas. Outros porque não souberam aproveitar estas ajudas.
Hoje as notícias da Europa, são a crise que afecta alguns dos seus membros, a Grécia em situação de bancarrota e os índices da economia mundial a indicarem que outros países, tais como Portugal, Espanha, Itália ou Irlanda estão em risco de «escorregar» juntamente com a Grécia.
Como se pode chegar a tal situação? Como em qualquer família, existem responsabilidades, é preciso saber gerir os recursos familiares e não gastar mais do que aquilo que se tem. Quando uma família chega a um estado de bancarrota, alguem é responsavel. Como explicar que um país chegue a tal situação e não se encontrem responsaveis? Será justo culpar apenas os governos actuais da má gestão das suas riquezas e dos seus dinheiros?
Face a esta situação, sera a união europeia capaz de se ajudar a si mesma? E qua ajuda dar a estes países? Será que os empréstimos europeus ou mundiais serão a solução? E não serão a Grécia e estes países indicados a dedo a face visível de uma situação geral da Europa? O que esconde a parte oculta deste icebergue? Será que aqueles que são hoje chamados os grandes da Europa – França e Alemanha – estão em melhores condições?
Tantas perguntas e tão poucas respostas, ou tantas perguntas sem resposta.
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

Estónia, República Checa, Lituânia, Hungria, Letónia, Malta, Polónia, Eslováquia e Eslovénia passaram a integrar plenamente o Espaço Schengen, suprimindo os controlos fronteiriços nos aeroportos de voos de e para os restantes países que integram o espaço de liberdade e segurança europeu.

O novo mapa SchengenEm 21 de Dezembro de 2007, sob a presidência portuguesa da União Europeia, estes países suprimiram os controlos nas fronteiras terrestres e marítimas internas, dentro de um processo que culminaria na plena adesão ao Espaço Schengen.
O processo ficou agora concluído com a supressão dos controlos nas fronteiras aéreas entre estes países e os 15 Estados que já estavam integrados no sistema Schengen, passando agora a ser 24 os países que constituem o espaço de livre circulação.
Este lapso de tempo destinou-se a fazer coincidir a data de supressão dos controlos nas fronteiras aéreas com as mudanças semestrais das programações de voos dos aeroportos.
As pessoas poderão agora viajar sem qualquer outra formalidade de um aeroporto para outro dentro do Espaço Schengen alargado, o que terá consequências positivas, reduzindo as filas e facilitando os procedimentos aplicáveis aos cidadãos comunitários e outros que utilizam o avião dentro desse espaço de livre circulação. Como é evidente, serão mantidos os controlos de identidade efectuados pelas transportadoras aéreas no registo e no embarque. Serão igualmente mantidos os controlos de segurança habituais aplicados a cada voo, independentemente do destino.
A supressão dos controlos nas fronteiras aéreas dentro do Espaço Schengen alargado surge na sequência da decisão tomada em Novembro de 2007, em que os Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos concluíram que todos os países candidatos satisfaziam os critérios do acervo de Schengen.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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