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O Teatro Municipal da Guarda (TMG) assinala o Dia Mundial da Música (segunda-feira, 1 de Outubro) com pompa, circunstância e, sobretudo, com muita originalidade. Todos (ou quase todos) os espaços dos edifícios do TMG serão palco de concertos mais ou menos intimistas, interpretados por músicos guardenses.

Do terraço ao sub-palco ou da sala de reuniões às escadarias e foyers, o público é guiado numa autêntica viagem musical para celebrar este dia especial. Os concertos começarão às 21h30 e prolongar-se-ão até às 01h00. A entrada é livre.
Rock, Clássica, Pop, Jazz, Sefardita, Tradicional, Fado, Electrónica, Erudita Contemporânea e DJ’s, são alguns dos géneros propostos neste «Guarda – Músicas». Os músicos convidados para esta iniciativa estão todos ligados à Guarda por naturalidade ou por afinidade: Carlos Canhoto e Ensemble de Saxofones, César Cravo, César Prata, The Curimakers, Diogo Andrade, Domenico Ricci, Helena Neves, Helena Rodrigues, Hugo Simões, Zé Tavares, Márcia Cunha e Quarteto de Flautas, Olena Sokolovska e Violin‘Arte, One Man Riff, Pedro Baía, Pedro Ospina, Rogério Pires, Teresa Gonçalves e Vanda Rodrigues.
Um excelente itinerário musical e um programa original para a noite do Dia Mundial da Música.
plb (com TMG)

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Na próxima sexta-feira, dia 14 de Setembro, e numa estreia em Portugal, a cantora, compositora e multi-instrumentista Nawal, oriunda das ilhas Comores actua no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG), pelas 21h30.

Entre o tradicional e o contemporâneo, as composições de Nawal são uma fusão de raízes com base acústica, um reflexo do carácter diverso das Comores. A sua música tem origem Indo-Arábico-Persa e compreende polifonias Bantu e ritmos misturados com transe Sufi. Nawal canta principalmente em Comorano (Xikomor) uma língua da família suaíli, também em Francês, Inglês e Árabe.
Nawal canta para a educação e para a união dos seres humanos. Ela orgulha-se de conservar e divulgar a filosofia de seu bisavô Al Maarouf, um grande mestre Sufi, que foi inspirado pela luz do Islão, baseando-se no respeito, amor e paz.
A artista toca gambusi (alaúde tradicional, herdado do Lémen), e percussão diversificada. Contudo, Nawal prefere a voz (como os olhos, o espelho da alma) a qualquer outro instrumento.
Ao TMG Nawal vem apresentar o seu novo disco, intitulado «Embrace the Spirit».

Teatro físico no Pequeno Auditório
No sábado, dia 15 de Setembro, no âmbito da iniciativa Famílias ao Teatro, o TMG apresenta «Action Man» com Raúl Cano dos Yllana (Espanha).
Sozinho em palco, o actor irá dando vida a dezenas de personagens e situações, utilizando a mímica e o seu hábil controlo do corpo, num estilo muito próprio.
A história de Action Man relata as aventuras de um Super Agente Especial na sua última missão que se vê embrulhado numa série de situações cómicas, inspiradas no melhor humor cinematográfico, televisivo e da banda desenhada.
Raúl Cano é actor e co-autor de espectáculos da companhia espanhola Yllana como «¡Muu!», «Glub Glub», «666», «Star Trip» e «Brokers».

Vítor Pomar na Galeria de Arte
«KarmaMudra» do artista plástico Vítor Pomar é a exposição que o TMG inaugura na Galeria de Arte no próximo sábado, dia 8 de Setembro. Nesta exposição, refere o artista, é invocada «a dimensão simbólica que está presente em toda a actividade humana». A inauguração que contará com a presença de Vítor Pomar está marcada para as 18 horas.
Vítor Pomar nasceu em Lisboa em 1949. Frequentou as Escolas de Belas-Artes do Porto e Lisboa (66-69). Emigrou para a Holanda em 1970, onde frequentou a Academia Livre de Haia e a Academia de Arte de Roterdão, onde completa estudos em 1973. Ensina serigrafia na Academia Livre de Haia. Trabalhou no quadro do Regulamento dos Artistas Plásticos (BKR) em Amesterdão entre 1976 e 1985. Utiliza no seu trabalho técnicas tão variadas como a fotografia a preto e branco, o cinema experimental em 16mm e Super 8 e o vídeo.
Estabelecido em Portugal desde 1985, funda e dirige a Associação cultural Casa-Museu Álvaro de Campos em Tavira. Frequenta o curso de Gestão das Artes dirigido pelos professores Joan Jeffri da Columbia University e Jorge Calado, no Instituto Nacional de Administração, 1989.
Viveu em Lisboa entre 90 e 95, período em que se ausentou longamente em viagens de estudo na Índia do Norte, junto de alguns grandes lamas tibetanos.
Actualmente vive e trabalha em Assentiz, Rio Maior. Está representado em diversas colecções, nomeadamente: Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Caixa Geral dos Depósitos, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Casa de Serralves e Ministério das Finanças.
«KarmaMudra» ficará patente até 28 de Outubro. A Entrada é livre.
A exposição pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

Entre Setembro e Dezembro de 2012, o Teatro Municpal da Guarda (TMG) apresenta dezenas de espectáculos e actividades culturais que vão da música às artes plásticas, passando pelo teatro e pelo cinema.

Nos grandes espectáculos, destaque a 22 de Setembro para a Grande Orquestra de Verão, que se apresenta no TMG numa iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura e que contará com a Orquestra do Norte dirigida pelo maestro António Vitorino de Almeida, apresentando obras do próprio, de Mozart e de Dimitri Chostakovitch.
Em Outubro, no dia 27, é Lura quem actua no Grande Auditório. A cantora portuguesa de ascendência cabo-verdiana, por muitos vista como a nova Cesária Évora, actua no Grande Auditório. A cantora tem percorrido os principais palcos das Músicas do Mundo, cantando em crioulo.
Em Novembro, nos dias 23, 24 e 25, é a vez de «Guarda: Sopro Vital», o espectáculo que comemora o 813º aniversário da cidade mais alta e que, uma vez mais, junta em palco centenas de actores, músicos e colectividades do concelho sob a coordenação de Américo Rodrigues, numa encenação de José Rui Martins e com a direcção musical de César Prata. Trata-se de uma produção da Câmara Municipal da Guarda, do Teatro Municipal da Guarda e do Trigo Limpo Teatro ACERT.
Destaque ainda em Dezembro, no dia 15, para o grande espectáculo da fadista Cuca Roseta. A fadista da nova geração da canção nacional vem ao Grande Auditório do TMG apresentar o seu disco de estreia que leva o seu nome.
De referir que em regime de extra-programação se apresenta, a 29 de Setembro, Herman José, com o «One (Her)Man Show», um espectáculo onde o humorista português faz desfilar dezenas de personagens como Maximiana, Serafim Saudade, Nelo ou José Estebes.
Na nova programação, destaque ainda para as estreias. A 3 de Novembro, «Cine Concerto 2» apresenta três curtas-metragens musicadas ao vivo por três artistas da Guarda. «A Propósito de Nice», de Jean Vigo, terá música original de Miguel Cordeiro, «The Blacksmith», de Buster Keaton, será musicado por César Prata, e «Überfall», de Ernö Metzner, contará com música de Luís Rolo. Outra estreia será a da nova produção do Projéc~: «As últimas palavras de Swaso Camacase – ou Um pouco mais de nada» de Pedro Dias de Almeida. A peça pode ser vista nos dias 26, 27 e 28 de Setembro; tem encenação e interpretação de Américo Rodrigues e música original de Micro Animal Voice. Na noite da estreia, será ainda apresentado o «Caderno TMG» desta peça, contando com a presença de autor e encenador.
Também no Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda, organizado em parceria com o grupo homónimo, haverá estreias. O ciclo decorrerá a 20 de Setembro com o Performa Ensemble a fazer a estreia absoluta de uma obra da compositora Sara Carvalho, para além de o grupo interpretar ainda obras de outros compositores. No dia 4 de Outubro é o Síntese – Grupo de Música Contemporânea que faz a estreia absoluta de duas obras: «in modo concertante», de Sérgio Azevedo, uma obra concertante para violoncelo e grupo de câmara, dedicada à memória de Bernardo Sassetti, e «Narrativas», de Duarte Silva, para quarteto de cordas. E no último dia do ciclo é João Pedro Delgado que apresenta em estreia absoluta «Canções e Instrumentos Solistas – obras para voz, piano, saxofone, violino, viola e violoncelo», da sua autoria, no dia 19 de Outubro.
Para além dos destaques já referidos na área da música, o TMG apresenta ainda a 14 de Setembro Nawal (Ilhas Comores/França). A cantora, compositora herdeira da filosofia Sufi e multi-instrumentista toca gambusi (alaúde Tradicional) e percussão diversificada. Destaque ainda para o espectáculo que comemora no TMG o Dia Mundial da Música, «Guarda-Músicas: Uma viagem Musical», no dia 1 de Outubro. Trata-se de uma grande festa com dezenas de músicos a actuar pelos espaços mais inusitados do TMG desde o sub-palco ao terraço, entre as 21h e as 24h. A 30 de Outubro é o Noiserv que actua no TMG. O músico, autor da banda sonora do documentário “José e Pilar” regressa ao TMG para actuar desta vez no Pequeno Auditório.
No teatro, para além das estreias do Projéc~ e do espectáculo que comemora o dia da cidade destacam-se: «Aqui ninguém paga!», de Dario Fo, que o Teatro das Beiras apresenta a 26 de Outubro; «Farsas y Églogas», pelas conceituadas Compañía Nacional de Teatro Clásico e pela Nao d’Amores (Espanha), no dia 12 de Outubro; a divertida peça «Édipo», pela Companhia Chapitô a 9 de Novembro; e «As lágrimas amargas de Petra Von Kant», de R. W. Fassbinder, uma co-produção da ACE Teatro do Bolhão e Teatro Nacional D. Maria II. Uma história de mulheres que junta em palco Ana Padrão, Custódia Gallego, Diana Costa e Silva, Inês Castel-Branco, Isabel Ruth e Cláudia Carvalho, no dia 14 de Dezembro.
A iniciativa Famílias ao Teatro continua a marcar presença na programação dos últimos meses do ano. O público das famílias pode contar com três propostas em diferentes áreas como o teatro, o novo circo ou a dança para bebés. Para ver a 15 de Setembro, o divertido espectáculo «Action Man» por Raul Cano/ Ylana (Espanha); a 6 de Outubro, «Pas perdu», pela Companhia Les Argonautes (Bélgica); e «Pequenos Mundos», de Joclécio Azevedo e Teresa Prima, no dia 17 de Novembro.
Nestes últimos meses, a Galeria de Arte do TMG recebe a exposição «KARMAMUDRA», de Vítor Pomar, entre 8 de Setembro e 28 de Outubro. Uma exposição na qual o artista invoca a dimensão simbólica que está presente em toda a actividade humana e em particular nos relacionamentos e união de energias.
Destaque ainda para as exposições «Paisagens Improváveis», com Albuquerque Mendes, André Cepeda, António Olaio, Diego del Pozo, Gabriela Albergaria, Hugo Alonso, Irene Izquierdo, José Carlos Nascimento, José Luis Pinto e José Maria Yagüe e «Signos de Fronteira: propostas visuais de novos artistas», com Diana González, Elizabeth Leite, Ivo Andrade, Jairo Rekena, Javier Alfageme, João Currais, Juan Antonio Gil Segóvia, Julio García Falagán, Nuno Viegas e Rodrigo Neto. Ambas as exposições são uma Co-produção TMG / Junta de Castilla y León e estão patentes entre 10 de Novembro e 30 de Dezembro respectivamente na Galeria de Arte do TMG e na Galeria do Paço da Cultura. A iniciativa decorre no âmbito da cooperação transfronteiriça do Projecto REDES II e numa co-produção do Teatro Municipal da Guarda e da Junta de Castilla y León, mostrando trabalhos de artistas da zona centro de Portugal e da região de Castilla y León, em Espanha.
No Cinema, filmes de Wes Anderson, Gonçalo Tochas, Jacques Revette, Markus Scheleinzer, Bem Safdie e Joshua Safdie, Marcos Farias Ferreira e Arnaud Despleechin.
E no Café Concerto apresentam-se os projectos: Bela Nafa, JP Simões, Luís Vicente Trio, Abztraqt Sir Q, Vim-te Dizer, Demian Cabaud, José Peixoto/António Quintino + José Salgueiro, Nicolau Pais & Os Originais e Mind Da Gap.
plb (com TMG)

Vai realizar-se a quarta edição do «Transblues – Festival ee Blues Béjar/Guarda», uma iniciativa que arrancou pela primeira vez em 2009 e que o Teatro Municipal da Guarda e a Junta de Castilla y León promovem com o apoio da Câmara Municipal da Guarda e do Ayuntamiento de Béjar, no âmbito do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP). O Festival estará em Béjar de 11 a 14 de Julho e na Guarda de 18 a 22 de Julho.

Dia 18 (quarta-feira): Frankie Chavez (Portugal) no Café-Concerto do TMG – 22.00 horas.
Frankie Chavez é um dos mais promissores talentos da nova música portuguesa, tendo vindo a ser referido como a mais recente revelação blues do Sul da Europa. A sua música conjuga diferentes tipos de sonoridades, resultando num Blues/Folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos. Apesar de se identificarem diferentes influências musicais (Robert Johnson, Jimi Hendrix, Kelly Joe Phelps, Ry Cooder), é difícil encontrar um único termo para definir a sua música, o que lhe garante um estilo único e inconfundível.
Além de abordar instrumentos tão típicos dos blues como o Lap Slide Guitar, uma das características únicas da sua sonoridade é o facto de ter reinventado a abordagem da Guitarra Portuguesa.
Acompanha Frankie Chavez, João Correia – músico – Bateria/voz.

Dia 19 (quinta-feira): Indiana Blues Band (Portugal) no Café-Concerto do TMG – 22.00 horas.
Indiana Blues Band é um projecto do músico André Indiana que incorpora toda a estética dos Blues e de uma «Blues Band». Apresentam o seu primeiro disco intitulado «bloodline» com 7 temas originais e algumas versões de temas muito conhecidos como «Love Me 2 Times» (Doc Pomus) ou «Hoochie Coochie Man» (Willie Dixon).
Os Indiana Blues são: André Indiana – guitarra e voz; Hugo Danin – bateria; Joao André – baixo; Paulo Veloso – teclas.

Dia 20 (sexta-feira): Spikedrivers (Reino Unido) no Jardim José de Lemos – 21.30 horas.
Inspirados nas suas raízes americanas e no legado musical norte-americano, as músicas, as harmonias vocais e as suas composições instrumentais fazem do som dos Spikedrivers algo fresco e emocionante. A crítica especializada considera a banda como uma das mais inovadoras e originais da actualidade. A atmosfera criada pelos Spikedrivers ao vivo transporta-nos pelas estradas secundárias americanas, numa autêntica banda sonora que se movimenta entre os alpendres ao fim de tarde das casas do Sul da Carolina, e os enormes espaços abertos, sacudidos pelo vento e pela erosão, com as linhas-férreas a desaparecerem no horizonte.
Spikedrivers são; Ben Tyzack – Guitarra, voz e harmónica; Constance Redgrave – baixo, voz e percussão; Maurice McElroy – bateria, voz e percussão.

Dia 21 (Sábado): Sharrie Williams (EUA) no Jardim José de Lemos – 21.30 horas.
Desde a sua última actuação em 2002 no The Blues Estafette na Hollanda, Sharrie Williams despertou as atenções na Europa. Os seus concertos são incríveis. Sharrie impressiona pelas suas poderosas performances cheias de alma; tem como influências e referências as vozes de grandes vocalistas como Koko Taylor, Aretha Franklin, Tina Turner ou Etta James. A cantora norte-americana é apaixonada por gospel, soul, blues e rock.
Nos EUA ela é apelidada de «Princesa do Rockin’ Gospel Blues», um nome que lhe assenta que nem uma luva. O seu novo disco «I’m Here To Stay» foi gravado em Ann Arbor (Michigan, EUA), produzido e remisturado por Michael Freeman que afirma que a música de Sharrie vai directamente ao coração do público. O disco tem sido muito badalado pela crítica da especialidade e foi nomeado a vários prémios nos EUA.
Acompanham Sharrie Williams os músicos: Lars Kutschke – guitarra e voz; Attila Herr – baixo; Chris Jones – bateria e voz; Till Sahm – teclados.

Dia 22 (Domingo): Guitar not so Slim (Espanha)no Jardim José de Lemos – 21.30 horas.
O grupo espanhol vem mostrar as canções do seu último disco «Bailout». Uma viagem musical que passa pela denominada Roots Music, pelo Ragtime e os Blues dos anos 20/30. «Guitar not so slim» é uma banda que mistura o melhor de dois mundos, o velho e o novo, no que a música e a continentes diz respeito. Neste disco, a banda regressa ao verdadeiro âmago dos Blues, que sempre se destacaram pela sua componente de alerta social e de protesto. As canções são uma mistura eclética e as críticas vão desde o resgate financeiro e a crise europeia à cirurgia estética, tudo isto com sons tribais. A banda editou até ao momento dois discos, ambos com muito sucesso nos meandros dos Blues e muito elogiados pela crítica especializada.
Guitar not so Slim são: Troy Nahumko – guitarra e voz; Moi Martin – contrabaixo e voz; José Luis (Armónica Naranjo) – harmónicas; Lalo González – bateria.

Dia 12 (quinta-feira): Mr. Blues (Portugal) no Parque Municipal de Béjar – 20.00h (hora espanhola).
No âmbito do habitual intercâmbio do Transblues, o grupo português actua em Béjar, nesta edição. Trata-se de um dos projectos mais proeminentes de Portugal na vertente dos Blues. A linguagem musical e a vasta experiência dos músicos envolvidos já lhe permitiu tocar em vários Festivais Internacionais de Jazz & Blues fazendo as primeiras partes de artistas como Alvin Lee ou Sharrie Williams.
Mr Blues: Steve Rego – guitarras, kazzoo, harmónica, bombo, tarola e pratos de choque
plb (com TMG)

A Companhia Nacional de Bailado (CNB) vai estar no TMG na quarta, dia 20 de Junho, no Grande Auditório, às 21h30 para apresentar a curta-metragem «La Valse» realizada por João Botelho e com coreografia de Paulo Ribeiro e música de Maurice Ravel e o bailado «A Sagração da Primavera» com direcção e coreografia de Olga Roriz e música de Igor Stravisnsky.

Ravel compôs «La Valse» influenciado pela experiência da guerra, o romantismo perde dominância e o ritmo da valsa deriva frequentemente para o caos, numa metáfora à Europa de então. A estreia acabou por acontecer em Dezembro de 1920, sem que Diaghilev a tivesse utilizado, por a ter considerado «não como um ballet, mas como um retrato de um bailado».
Quando os laços da Europa são repetidamente equacionados, a CNB decidiu desafiar um coreógrafo (Paulo Ribeiro) e um realizador (João Botelho) a explorarem a composição de Ravel e a conceberem um olhar cinematográfico sobre o movimento dos corpos.
Segue-se o bailado «A Sagração da Primavera», numa coreografia de Olga Roriz. «O tempo parece não ter passado desde que, ainda jovem, interpretei o papel da eleita do coreógrafo Joseph Roussillo no Ballet Gulbenkian. O tempo parece não ter passado desde a primeira vez que vi, num minúsculo televisor, a versão de Pina e ter decidido nunca coreografar esta peça. O tempo parece não ter passado desde a polémica estreia de Nijinski/Stravinski. Mas o tempo passou e a obra perdura no nosso imaginário cultural. O fascínio e respeito pela partitura foram determinantes para a minha interpretação, construção dramatúrgica e coreográfica da peça. A fidelidade ao guião de Stravinski foi, desde o início, o único caminho com o qual me propus confrontar. No entanto, dois aspectos se distanciaram do conceito original. Visões personalizadas que imprimem à história uma lógica mais possível à minha compreensão, mais aprazível à minha manipulação», escreve a coreógrafa sobre «A Sagração da Primavera».
plb (com TMG)

No sábado, dia 19 de Maio, Jorge Palma vem ao Teatro Municipal da Guarda (TMG) para o concerto de apresentação do novo álbum, intitulado «Com todo o respeito», editado em Outubro de 2011. Trata-se de uma digressão acústica criada especificamente para salas onde o artista, ao piano, se faz acompanhar pelo filho, Vicente Palma, ao piano e à guitarra.

Em «Com todo o respeito», aquele que é por muitos considerado o melhor «cantautor» português cria um ambiente intimista de interatividade com o público e viaja por temas bem conhecidos dos seus mais de 40 anos de carreira.
Sobre o músico, alguém escreveu que «Em Jorge Palma sobressai a capacidade de redescobrir a música, de criar uma forma atraente, de exibir sentimentos, explorar emoções, e cativar sempre mais gente, a acompanhar a sua solidão junto ao piano, num misto de querer estar só, mas com todos os outros».
De referir que este último disco de Jorge Palma foi galardoado com o Prémio Pedro Osório pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Carlos Barretto e António Eustáquio no Café Concerto
Na próxima quinta-feira, dia 17 de Maio, os músicos Carlos Barretto e António Eustáquio apresentam no Café Concerto o espectáculo «Guitolão», pelas 22h00.
«Guitolão» é um instrumento musical nascido em Portugal e é também o sonho do guitarrista Carlos Paredes tornado realidade pelo construtor Gilberto Grácio. Trata-se de um cordofone, baseado na guitarra portuguesa, mas com um registo mais grave.
«O encontro entre António Eustáquio (guitolão) e Carlos Barretto (contrabaixo) faz-se, pois, sob a égide deste raro instrumento que, nas mãos de António Eustáquio ganha vida». Um concerto que promete surpreender e onde a dupla apresenta o disco com o mesmo nome, «Guitolão», lançado com a etiqueta da JACC Records. A entrada é livre.
Trata-se de uma iniciativa apresentada através da Rede 5 Sentidos e em parceria com o Jazz Ao Centro Clube.

SoniCC com Alone in the Darkness + Ésse
Na sexta, dia 18 de Maio, actuam no Café Concerto do TMG, às 22 horas, mais duas bandas selecionadas no âmbito do SoniCC: Alone in the Darkness (Guarda) e Ésse (Vilar Formoso).
Trata-se da terceira sessão desta actividade que tem como objectivo dar oportunidade às bandas e projectos da região da Guarda de se revelarem no TMG.
Alone in the Darkness é um projecto de quatro jovens da Guarda, surgido em 2011. Aspiram tocar ao lado de grandes bandas do movimento underground português. Os Alone in the Darkness são António Farinhas (Guitarra/baixo/voz), Bernardo Delgado (Bateria), Leonardo Rodrigues (Teclado/voz) e Lucas Martins (Guitarra e backing vocals).
Ésse vem de Vilar Formoso (concelho de Almeida) e é um amante dos ritmos Hip Hop. Começou a cantar aos 13 anos. «Desde cedo que desenvolvi o meu gosto pela escrita, e naturalmente este estilo musical cativou-me, tanto pelo seu poder introspectivo, como interventivo, entre ritmo, rimas, métrica.», refere o jovem no seu texto de apresentação.
O SoniCC entrará brevemente numa nova fase, alargando o âmbito da iniciativa a bandas também do Distrito de Castelo Branco. Os projectos interessados deverão enviar informação e maquetas para o TMG.
plb (com TMG)

Manuel Maria Carrilho é o próximo convidado da tertúlia «Café Desconcerto» que o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no Café Concerto no próximo dia 10 de Maio, às 21h30.

Manuel Maria Carrilho no TMG

O professor e escritor vem apresentar o seu mais recente livro, editado em 2011, intitulado «De olhos bem abertos». A conversa será conduzida por José Manuel T. Mota da Romana.
Professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa onde é titular da área de Filosofia Contemporânea, Manuel Maria Carrilho é autor de uma vasta bibliografia com destaque para: «Razão e Transmissão da Filosofia» (1987), «Dicionário do Pensamento Contemporâneo» (1991), «Rhétoriques de la Modernité» (1992), «Aventuras da Interpretação» (1995), «O Estado da Nação» (2001).
Manuel Maria Carrilho foi Ministro da Cultura e Deputado da Assembleia da República. Foi ainda representante permanente de Portugal na UNESCO, em Paris.

Cinema no Grande Auditório
Mais de 450 crianças do Agrupamento de Escolas da Área Urbana da Guarda vão passar pelo TMG nos próximos dias 9 e 11de Maio (quarta e sexta-feira, respectivamente).
No dia 9, as crianças assistirão no Grande Auditório ao documentário «Planeta Sagrado», de Robert Redford e ainda ao filme de animação digital «Animusic». No dia 11, também no Grande Auditório, assistirão à projecção do filme «As aventuras de Tim Tim», de Steven Spielberg. Nos dois dias, as sessões têm início marcado para as 10 horas. Trata-se de uma iniciativa levada a cabo pelo TMG, através do seu Serviço Educativo, que surge a pedido do Agrupamento de Escolas.

Marionetas, circo e dança no OVNI
Continua o OVNI – Festival Internacional de Objectos Vivos, na próxima semana, com espectáculos de marionetas, novo circo e dança, vindos de Espanha, França e Portugal.
Na sexta, dia 11, apresenta-se no OVNI a companhia Telón de Azúcar, de Espanha, que leva ao palco do Pequeno Auditório «Crónicas de lo Diminuto», um espectáculo que explora as técnicas do teatro de sombras e de luz negra e que conta a história de uma menina curiosa que certo dia conhece um investigador que lhe fala sobre uma das suas descobertas: os mundos diminutos. Um espectáculo, único em Portugal, para maiores de 4 anos, que está marcado para as 21h30.
No dia seguinte, dia 12 (sábado), há novo circo no OVNI com «Debout de Bois», da companhia francesa «La Maind’Oeuvres». Um espectáculo maravilhoso, para maiores de 6 anos, que tem como objecto central um tronco, que serve de parceiro, de instrumento musical e de aparelho de circo. Acrobacias e movimento num universo sonoro e cenográfico feito de pedaços de madeira e de máquinas. Este é um espectáculo apresentado no âmbito da Rede 5 Sentidos e sobe ao palco do Pequeno Auditório às 21h30.
O OVNI prossegue depois na quarta-feira, dia 16, com «A Nova Bailarina», de Aldara Bizarro/Jangada de Pedra. Um espectáculo apresentado pelo TMG, através do seu Serviço Educativo, com movimento, humor e sobre valores e ética. «A Nova Bailarina» tem como destinatárias as crianças dos jardins-de-infância e escolas de 1º Ciclo e é apresentado na Sala de Ensaios do TMG em duas sessões, às 10h00 e às 14h30. Espectáculo apresentado no âmbito da Rede 5 Sentidos.
O OVNI decorre no TMG até 26 de Maio.
plb (com TMG)

Em Maio, entre os dias 4 e 26, o Teatro Municipal da Guarda volta a apresentar o OVNI – Festival Internacional de Objectos Vivos. Trata-se da quarta edição deste festival que apresenta companhias de vários países com espectáculos de teatro visual, marionetas, teatro de objectos, teatro de sombras e de novo circo.

O Festival começa no dia 4 com «A cerejeira da lua», de António Torrado, pela companhia Lua Cheia Teatro para Todos. Trata-se de um espectáculo de teatro de marionetas com luz negra que nos confronta com a sabedoria oriental em torno da dimensão humana e da importância do sonho. O espectáculo é para maiores de 4 anos e está marcado para as 21h30 no Pequeno Auditório.
Segue-se «Smart as a Donkey», da companhia holandesa TAMTAM Theatre, no dia 5 (sábado), numa extensão do FIMFA LX12 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas. A companhia utiliza objectos rotineiros, do quotidiano e acrescenta-lhes música e vídeo para contar a história de um burro que afinal não o era. Este espectáculo está classificado para maiores de 6 anos e subirá ao palco do Pequeno Auditório às 21h30.
Na sexta, dia 11, apresenta-se no OVNI a companhia Telón de Azúcar, de Espanha, que leva ao palco do Pequeno Auditório «Crónicas de lo Diminuto», um espectáculo que explora as técnicas do teatro de sombras e de luz negra e que conta a história de uma menina curiosa que certo dia conhece um investigador que lhe fala sobre uma das suas descobertas: os mundos diminutos. Um espectáculo, único em Portugal, para maiores de 4 anos que está marcado para as 21h30.
No dia seguinte, dia 12 (sábado), há novo circo no OVNI com «Debout de Bois», da companhia francesa «La Main d’Oeuvres». Um espectáculo maravilhoso, para maiores de 6 anos, que tem como objecto central um tronco, que serve de parceiro, de instrumento musical e de aparelho de circo. Acrobacias e movimento num universo sonoro e cenográfico feito de pedaços de madeira e de máquinas. Este é um espectáculo apresentado no âmbito da Rede 5 Sentidos. Sobe ao palco do Pequeno Auditório às 21h30.
O OVNI prossegue no dia 16 (quarta) com «A Nova Bailarina», de Aldara Bizarro/Jangada de Pedra. Um espectáculo apresentado pelo TMG, através do seu Serviço Educativo, com movimento, humor e sobre valores e ética. «A Nova Bailarina» tem como destinatárias as crianças dos jardins-de-infância e escolas de 1º Ciclo e é apresentada na Sala de Ensaios do TMG em duas sessões, às 10h00 e às 14h30. Este espectáculo apresenta-se no âmbito da Rede 5 Sentidos.
O Festival Internacional de Objectos Vivos termina no dia 26 com o espectáculo «Catabrisa», de Joana Providência, Gémeo Luís & Eugénio Roda. Um espectáculo de teatro de sombras, para maiores de 6 anos, que conta a história de um menino e da sua paixão pela aventura e que o TMG apresenta em duas sessões, às 11h00 e às 15h00, na Sala de Ensaios do TMG, integrado na iniciativa Famílias ao Teatro.
O preço dos bilhetes para o festival andam entre os 3 e os 6 euros e estão disponíveis no TMG e na sua bilheteira online.

A «Telefonia de Abril», de Suzana Branco
Na próxima quarta-feira, dia 2 de Maio, o TMG apresenta, através do seu Serviço Educativo, a oficina / acontecimento teatral «Telefonia de Abril», orientada por Suzana Branco. Esta actividade, que decorrerá na Sala de Ensaios, será apresentada em 2 sessões – às 10h00 e às 14h30 – e tem como destinatários os alunos das Escolas de 1º, 2º e 3º Ciclos e ainda o público sénior.
Em «Telefonia de Abril» uma contadora de histórias desvenda-nos as memórias, sons, cartas, poemas e depoimentos sobre a revolução dos cravos: 25 de Abril.

Exposição na Galeria de Arte
O TMG tem patente na Galeria de Arte a exposição «Vivência a cores d’um andarilho», do pintor Moçambicano Roberto Chichorro. Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e arquitectura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espectáculos e ilustrou vários livros. Foi bolseiro do Governo Espanhol, em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi) e do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura.
A exposição ficará patente na Galeria de Arte do TMG até 20 de Maio e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

No sábado, dia 28 de Abril, actuam no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG), às 21h30, os portugueses Fingertips. A banda acaba de lançar o disco «2» e vem ao TMG mostrá-lo.

Os Fingertips iniciaram em 2003 a sua carreira com o lançamento do disco «All ‘Bout Smoke ‘n Mirrors» e atingiram o 1º lugar de airplay nas rádios com o single «Melancholic Ballad». Seguiram-se mais duas edições: «Catharsis» em 2006 e «Live Act» em 2007.
Em 2010 a Banda segue um novo rumo e procura uma nova Voz. Entre muitos candidatos, Joana Gomes foi a escolhida, tendo gravado de seguida o álbum «Venice», editado no início de 2011.
Com um novo disco «2» e o novo single «Running Out of Time» a ganhar a atenção das rádios, os Fingertips fazem nestes primeiros meses do ano uma digressão por algumas das principais salas do país onde apresentam as novas músicas e um novo espectáculo.
Durante a tarde de sábado a banda promove ainda no Café Concerto do TMG um «Workshop de Bateria» destinado a apaixonados, curiosos ou estudiosos da percussão. A sessão começa às 16h00 e será orientada pelo baterista dos Fingertips, Marito Marques. O workshop tem entrada livre.

Teatro no Café Concerto
No próximo dia 27 de Abril, sexta-feira, o TMG apresenta no Café Concerto às 22h o monólogo «Adalberto Silva Silva – um espectáculo de realidade». Uma comédia de Jacinto Lucas Pires com a interpretação do actor Ivo Alexandre.
«Adalberto Silva Silva — um espetáculo de realidade» é a alma de Adalberto Silva Silva em formato «televisivo». Adalberto é o célebre desconhecido, o triste homem comum, um tipo que de tão normal se apalhaça dos modos mais surpreendentes. Um cidadão que, neste país pobre e maravilhoso, quer juntar-se a uma cidadã para se descobrir por inteiro. Em resumo, a personagem do mais adalbértico dos anti-heróis portugueses sai agora do papel do teatro para o oxigénio da realidade.
Uma comédia em formato de bolso sobre o desejo, o sonho e os chamados problemas práticos. A entrada é livre.

Exposições de pintura
A partir de terça, dia 2 de Maio e até ao final desse mesmo mês, o TMG apresenta no Café Concerto a exposição de pintura do artista plástico Luíz Morgadinho. «Ad Instar… À semelhança de…» é o título desta exposição que pode ser visitada no horário de funcionamento do CC e que tem entrada livre.
Luiz Morgadinho nasceu em Coimbra em 1964 e reside actualmente em Santa Comba, Seia.
Pintor autodidacta, define-se como «operário plástico do naïf e do bizarro». Recentemente participou no «Surrealism in 2012» do Goggleworks Center for the Arts, Reading, EUA com trabalhos individuais e colectivos, executados em parceria com elementos do Cabo Mondego Section of Portuguese Surrealism.
Está representado em várias Câmaras Municipais de Portugal, no Museu do Café de Cadenazzo na Suíça e no Ayuntamento de Olivenza em Espanha.
O TMG tem também patente na Galeria de Arte a exposição «Vivência a cores d’um andarilho», do pintor Moçambicano Roberto Chichorro.
Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e arquitectura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espectáculos e ilustrou vários livros. Foi bolseiro do Governo Espanhol, em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi) e do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura. Participou é várias exposições individuais e colectivas por todo o mundo, desde 1960. É um dos mais conceituados pintores Africanos da actualidade.
Sobre a sua obra, escreve Álvaro Lobato Faria: «Qualquer obra de Roberto Chichorro poderia começar assim. A construção do seu imaginário decorre do enquadramento de sonhos e memórias de histórias vividas, fragmentadas e esfarrapadas pelo esquecimento, que procura repor numa unidade lógica própria da narração. Sabe-se lá que promessas, que juras ou votos ficariam por cumprir, mas para Chichorro todas as histórias são dignas de serem contadas. Há mais mundos do que este e para que disso tomemos consciência, a imaginação é tão indispensável quanto o olhar, receptivo à descoberta. Aqui, reside uma das marcas da originalidade e da intemporalidade do seu imaginário: ele opera em nós um desenraizamento, obriga-nos a abandonar os lugares-comuns, transporta-nos para algures e daí para nenhures».
A exposição ficará patente na Galeria de Arte do TMG até 20 de Maio e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

No próximo dia 25 de Abril (quarta-feira), o Teatro Municipal da Guarda (TMG) celebra o seu sétimo aniversário. Para comemorar, convidou Rodrigo Leão a apresentar em concerto o seu último disco de originais: «A Montanha Mágica». O concerto está marcado para as 21h30 no Grande Auditório.

Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora do de Portugal, facto que lhe tem permitido ter convidados de peso nos seus discos, como aconteceu com Ryuichi Sakamoto, Stuart Staples (Tindersticks) ou Beth Gibbons (Portishead). Na década de 80, o seu visionário trabalho na Sétima Legião lançou pistas que ainda hoje são exploradas pela pop portuguesa.
Fez também parte dos Madredeus, grupo com que começou por explorar o mundo e com quem gravou três álbuns que angariaram aplausos em todo o mundo. Logo depois, Rodrigo Leão aventurou-se a solo com enorme sucesso. O seu mais recente disco, editado em 2011, chama-se «A montanha mágica» e é esse o trabalho que o músico português traz ao TMG no dia 25.
No seu novo disco Rodrigo Leão decidiu recuar até uma ideia de infância que se traduz nos títulos – «A praia do Norte», «O Baloiço», «Aviões de Papel» ou, para citar apenas mais um, «O Navio Farol» -, mas também e sobretudo na abordagem musical, nos arranjos. Proeza só ao alcance de quem muito sabe, A Montanha Mágica soa a um tempo diferente e igual, fluído e permanente, difuso como algumas memórias, mas tão real como as palavras impressas num livro. Esse efeito tem origem na pausa que Rodrigo impõe agora ao seu aplaudido Cinema Ensemble para se concentrar no essencial.
Acompanham Rodrigo Leão (teclados e baixo) em palco os músicos Celina da Piedade (acordeão, metalofone, voz), Viviena Tupikova (violino), Bruno Silva (viola de arco), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e João Eleutério (guitarra).
Logo depois do concerto, o Teatro Municipal da Guarda promove uma sessão comemorativa do seu sétimo aniversário que terá lugar no Café Concerto e é aberta a todo o público que se queira juntar à celebração.

«Famílias ao Teatro» no Pequeno Auditório
Famílias ao Teatro com a oficina / espectáculo «O Vento» é a nova criação das Visões Úteis. Uma iniciativa que o TMG apresenta no próximo sábado, dia 21 de Abril, em duas sessões à escolha: às 15h00 e às 18h00.
Mais do que um espectáculo de teatro, esta é uma actividade onde o teatro se faz com o público e onde o público é convidado a participar. Trata-se de um formato dinâmico e sempre experimental que resulta num espectáculo que não é só para ver, é também para fazer. Ambas as sessões do dia dividem-se em dois momentos: uma oficina de 45 minutos e um espectáculo também de 45 minutos logo a seguir. Na oficina, o público participante fica a conhecer o espectáculo por dentro e nas diferentes artes que se cruzam em cena, como a luz, o som, o gesto e o movimento, e ensaia uma acção que vai interpretar, decidindo depois um entre dois finais possíveis para a história. Na primeira sessão, a oficina começa às 15h00, sendo o espectáculo às 15h45. Na segunda sessão, a oficina começa às 18h00 e o espectáculo é às 18h45.
As oficinas destinam-se a crianças dos 4 aos 10 anos, que deverão ser acompanhadas por um adulto. O restante público que não quiser participar nas oficinas pode assistir depois aos espectáculos que as sucedem. Os bilhetes, em ambos os casos, custam 3€. «O vento é movimento. Move coisas, move-se nos corpos. Torna-se visível nas coisas e nos corpos. Nas paisagens. O vento é uma força abundante que alimenta e às vezes transborda.
Esta é a ideia que sustém o projecto: o espectáculo precisa da força do público para se mover, para este ser o vento que faz tudo acontecer. O Vento é desafio e mudança. Cada evento-espectáculo é realmente único e depende verdadeiramente da articulação entre actores e público, ambos intérpretes. O Vento nunca pára de criar e de se reinventar.», refere o texto de apresentação desta oficina/ espectáculo. A direcção da iniciativa é de Inês de Carvalho, a dramaturgia é de Alberta Lemos, Ana Vitorino e Carlos Costa e a interpretação de Ana Vitorino e Carlos Costa. No Café Concerto, dia 19 de Abril

Jazz com o Rodrigo Amado no Café Concerto
O Rodrigo Amado Motion Trio actua a 19 de Abril (Quinta-feira) no Café Concerto às 22h.
Depois de um primeiro disco muitíssimo bem recebido pela crítica nacional e internacional, o Motion Trio de Rodrigo Amado tem confirmado em concerto que se trata de um dos mais interessantes projectos da cena jazz nacional. Na busca por expandir a sonoridade característica do grupo, o trio fez um convite ao trombonista americano Jeb Bishop para os acompanhar ao vivo. O músico norte-americano é colaborador habitual de Ken Vandermark (tendo sido um dos vectores fundamentais do seu projecto-âncora Vandermark 5) bem como em múltiplos projectos sediados em Chicago como Chicago Tentet de Peter Brötzmann e a Exploding Star Orchestra de Rob Mazurek. O trombonista acrescentou o seu cunho pessoal elevando a música do trio para outro patamar.
Em palco no Café Concerto vão estar Rodrigo Amado (saxofone), Miguel Mira (violoncelo), Gabriel Ferrandi (bateria) e o convidado especial Jeb Bishop (trombone). Trata-se de um concerto em Parceria com o Jazz ao Centro Clube, apresentado no âmbito da rede 5 Sentidos. A entrada é livre!

Concerto de Comemoração do Dia Mundial da Voz
A pretexto do Dia Mundial da Voz, o Conservatório de Música de S. José da Guarda apresenta no próximo dia 20 de Abril (sexta-feira), no Café Concerto, às 22 horas, um espectáculo de música e poesia «em forma de concerto comemorativo».
O espectáculo contará com a participação das classes de Canto e Técnica Vocal do Conservatório de Música da Guarda e com as vozes de Noémia Mateus, Catarina Natário e Rita Pereira, e a colaboração da turma de Técnica Vocal, e do Coro Bomtempo.
Trata-se de uma iniciativa com o apoio do TMG. A entrada é livre.

Exposição de Roberto Chichorro na Galeria de Arte
Durante o mês de Abril, a exposição «Vivência a cores d’um Andarilho» de Roberto Chichorro será visitada por cerca de 400 alunos da Escola Básica 2, 3 de Santa Clara, da Guarda. As visitas guiadas à exposição serão complementadas com actividades pedagógicas orientadas pelo Serviço Educativo do TMG. Recorde-se que a exposição estará patente na Galeria de Arte até 20 de Maio e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e arquitectura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espectáculos e ilustrou vários livros. Foi bolseiro do Governo Espanhol, em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi) e do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura. Participou é várias exposições individuais e colectivas por todo o mundo, desde 1960. É um dos mais conceituados pintores Africanos da actualidade.
Sobre a sua obra, escreve Álvaro Lobato Faria: «Qualquer obra de Roberto Chichorro poderia começar assim. A construção do seu imaginário decorre do enquadramento de sonhos e memórias de histórias vividas, fragmentadas e esfarrapadas pelo esquecimento, que procura repor numa unidade lógica própria da narração. Sabe-se lá que promessas, que juras ou votos ficariam por cumprir, mas para Chichorro todas as histórias são dignas de serem contadas. Há mais mundos do que este e para que disso tomemos consciência, a imaginação é tão indispensável quanto o olhar, receptivo à descoberta. Aqui, reside uma das marcas da originalidade e da intemporalidade do seu imaginário: ele opera em nós um desenraizamento, obriga-nos a abandonar os lugares-comuns, transporta-nos para algures e daí para nenhures».
plb (com TMG)

O Duo Con Anima, da harpista Carmen Cardeal e do flautista Nuno Ivo Cruz, apresenta um Concerto de Páscoa no próximo dia 5 de Abril, véspera de sexta-feira santa, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG), às 21h30.

O Duo convida o público a partilhar um percurso por algumas das mais belas músicas para flauta e harpa, no espírito de uma meditação apropriada à data. No concerto, marcado para as 21h30, serão apresentadas obras de compositores como Bach, Fauré, Debussy, Ravel, Bizet, Wagner e Puccini, entre outros.
Carmen Cardeal colaborou com a Orquestra Gulbenkian entre 1988 e 1999, ano em que ingressou na Orquestra Sinfónica Portuguesa. A harpista apresenta-se regularmente em recitais de música de câmara com grupos de diferentes formações. Como solista executou concertos com a Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Sousa Carvalho, Orquestra Metropolitana de Lisboa External Link, e com a Sinfonieta de Lisboa. Actualmente é harpista solista na Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Nuno Ivo da Cruz estudou Música no Conservatório Koninklijk, Den Haag e na Universidade Nova de Lisboa (Ciências Musicais). Integrou a Nova Filarmonia Portuguesa e a Orquestra do Porto da Régie Sinfonia. Pertence a uma família de músicos profissionais (terceira geração). É membro do Quinteto de Sopros Flamen desde 1988. É flautista solista na Orquestra Sinfónica Portuguesa.

«O Mundo é uma Ervilha», no Café Concerto
A partir da próxima terça-feira, dia 3 de Abril, o Café Concerto recebe a exposição de fotografia «O Mundo é uma Ervilha», de Catarina Tormenta. Nesta exposição, a autora reúne várias fotografias de rostos de pessoas de distintas etnias e nacionalidades que fotografou durante as suas viagens.
A exposição ficará patente até 22 de Abril, tem entrada livre e pode ser visitada no horário de funcionamento do Café Concerto.

«Fora de Jogo», no Pequeno Auditório
Na Quarta-feira, dia 4 de Abril, o Cineclube da Guarda apresenta com o apoio do Teatro Municipal da Guarda o filme «Fora de Jogo» de Jafar Panahi. A sessão de cinema decorre no Pequeno Auditório, às 21h30. No Irão há milhares de mulheres adeptas de futebol. Porém, estão proibidas de entrar em estádios. As mais ousadas disfarçam-se e tentam enganar a polícia. Última longa de Panahi, antes da proibição de filmar, inspirada num episódio com a filha do próprio realizador. O filme premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim de 2006.

Segunda sessão SoniCC, no Café Concerto
No Sábado, dia 7 de Abril, actuam no Café Concerto do TMG às 22h00 duas bandas seleccionadas no âmbito do SoniCC: Double Latte (Guarda) e Meow Dogs (Trancoso). Trata-se da Segunda sessão desta actividade.
Recordamos que o SoniCC é uma iniciativa do TMG que visa apoiar e revelar projectos e bandas emergentes na área da música. Trata-se de uma oportunidade de apresentar o trabalho criativo de jovens, num contexto de um equipamento de referência como é o do TMG. A iniciativa prolongar-se-á em Maio, com mais uma sessão e com a revelação de mais duas bandas.
«Double Latte» é uma banda formada por cinco jovens residentes na cidade da Guarda, em 2010. O grupo assume-se como praticante de um estilo rock alternativo, mas diz tocar «um pouco de tudo». Já actuaram em festivais, festas e bares. Dizem-se influenciados por músicos e grupos como John Mayer, Pink Floyd, Dave Matthews, Sum 41, Xutos e Pontapés, Jet, Red Hot Chili Peppers, The Strokes, Arctic Monkeys, entre outros.
Os Meow Dogs formaram-se em Setembro de 2010 em Trancoso. O grupo é composto por quatro amigos determinados em entrar no mundo da música. Tocam algumas versões e também originais. O seu sonho é «tocar nos corações das pessoas, fazê-las vibrar e bater o pé» ao ritmo da sua música. O grupo sofre influências de bandas como Artic Monkeys, The Strokes, Coldplay, Nirvana, Seasick Steve, The Doors, entre outros.
A sessão SoniCC tem entrada livre.

«Le Havre», no Pequeno Auditório
Na Quarta-feira, dia 11 de Abril, é o TMG que apresenta «Le Havre» de Aki Kaurismaki. Na história, Marcel Marx, um antigo escritor e boémio, retirou-se para um exílio voluntário em Le Havre, onde se sente mais próximo das pessoas, trabalhando como engraxador de sapatos. Mas tudo muda quando o destino coloca no seu destino um jovem refugiado africano. Com André Wilms, Kati Outinen, Jean-Pierre Darroussin. o filme passa no Pequeno Auditório às 21h30.

Dinis Machado, no Pequeno Auditório
«Dinis Machado por Dinis Machado» é o espectáculo de teatro que o TMG propõe para o dia 13 de Abril (sexta-feira) no Pequeno Auditório, às 21h30.
O actor Dinis Machado criou este espectáculo partindo da vida e obra do homónimo Dinis Machado (1939-2008) escritor e jornalista português, vulto da cultura portuguesa e autor de obras como «O que diz Molero».
«Parto para este trabalho com a obra do meu homónimo. Parto desta coincidência na procura da sua significação. Agora falecido, Dinis Machado é um símbolo inequívoco da literatura Portuguesa. Com um estilo fechado e reconhecível, um realismo delirante e inteligentemente irónico. Também a paralela elegância do policial Inglês e um ensaísmo marcadamente pessoal e subjectivo.
Por contraponto, eu sou um artista jovem, a realizar os meus primeiros trabalhos, perante a hipótese de vingar ou falhar, ficando eternamente esquecido no anal dos fenómenos de relativa visibilidade passageira. Este projecto é assim a intercepção destes dois homónimos. Uma dupla biografia: a dele – com os seus textos, o seu imaginário e a estrutura intelectual que tudo isto faz existir – e a minha – que servirá de decanter a este outro corpo desmaterializado em texto: ao lê-lo e reestruturá-lo, com aquilo que em «ler» é ler-nos a nós também. Procuro o limite da compilação dramatúrgica, para além da fidelidade ou do imediato ataque iconoclasta. Uma apropriação que procura potenciar a figura e o momento presente, o intérprete talvez. Uma reconciliação lenta com o que já foi dito, com aquilo que já vimos e que se impõe na nossa memória individual ou colectiva como uma referência. A aceitação apaziguadora de que fazemos de um discurso contínuo que remete para um início remoto situado a alguns milhares de anos de nós», explica o jovem actor a propósito deste seu trabalho, que teve o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
plb (com TMG)

Na noite de 20 de Fevereiro, a partir das 21h30, as ruas da Guarda vão dar lugar à folia carnavalesca da quinta edição do espectáculo «Julgamento e Morte do Galo do Entrudo».

Tal como em edições anteriores, esperam-se milhares de pessoas para seguir o cortejo do galo entre o Jardim José de Lemos e a Praça Velha da cidade. Trata-se de um espectáculo comunitário e de expiação, baseado em tradições populares da região como a «Queima do Entrudo» e o «Julgamento, Morte e Testamento do Galo», um Carnaval cem por cento português, onde desfilam centenas de participantes oriundos das colectividades do concelho e também actores, músicos e animadores profissionais como a companhia de animação de rua Kull D’Sac (Valladolid, Espanha) e os seus números e malabarismos com fogo ou a música animada do Grupo de Zés P’reiras, Gigantones e Cabeçudos (Braga) e da Banda Sociedade Musical Estrela da beira (Seia).
Ao desfile não faltará também o culpado por todos os males e injustiças acontecidas no ano que passou, ou seja, o galo, que na Praça Velha será punido! Ele acabará por arder na fogueira, libertando o povo de todos os males que aconteceram no ano anterior. Mas antes, porém, ele terá um julgamento “justo” e terá direito a pedir um último desejo!
Estão convocados para esta audiência especial, cujos textos têm a autoria de Daniel Rocha, a juíza (interpretada por Filipa Teixeira), o advogado de acusação, Zé Povinho, (interpretado pelo actor Valdemar Santos), o advogado de defesa, Duarte Lima-te (interpretado por João Pereira), o presidente do júri e testemunha de defesa, Ismaltino Orais (interpretado por Albino Bárbara), o justiceiro, D. Pedro (interpretado pelo actor José Neves) e haverá ainda a participação especial do clown Det Schafft.
Mas como de resto é sabido, o galo será condenado e «assado» na fogueira.
E no final da noite, à semelhança do sucedido nas últimas edições, o público será convidado para uma deliciosa e quentinha Canja de … galo!
O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo tem coordenação geral de Américo Rodrigues, o Galo é uma criação do artista plástico Bruno Miguel em colaboração com João Pires e Raquel Cardoso, a música original é do projecto guardense Micro Animal Voice.
Como já referimos anteriormente, a edição de 2012 do Julgamento e Morte do Galo do Entrudo volta a contar com a adesão das colectividades do concelho da Guarda. Participam nesta 5ª edição: Alunos do Curso de Artes da Escola Secundária da Sé; Aquilo Teatro; Associação Cultural Copituna d’Oppidana; Associação Cultural e Recreativa da Sequeira; Associação de Jogos Tradicionais da Guarda; Associação Desportiva, Recreativa e Cultural da Rapoula; Centro Cultural da Guarda; Clube de Montanhismo da Guarda; Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela; Grupo de Cantares da Arrifana – Associação Cultural; Grupo de Cantares S. Miguel da Guarda «A Mensagem»; Grupo de Concertinas Estrelas da Serra; Rancho Folclórico de Videmonte; Raiz de Trinta – Associação Juvenil e Oficena (TMG).
O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo é uma produção da Culturguarda EM para a Câmara Municipal da Guarda.
A iniciativa está inserida na Candidatura (CMG) Política de Cidades – Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação (QREN) [Cidades parceiras: Guarda, Covilhã, Fundão e Castelo Branco].
plb (com TMG)

No dia 21 de Janeiro (sábado) Sérgio Godinho vai apresentar no Teatro Municipal da Guarda (TMG) «Mútuo Consentimento» o novo álbum de originais com 11 temas, cujo espectáculo está marcado para as 21h30 no Grande Auditório.

Numa altura em que decorrem 40 anos da edição de «Os Sobreviventes», o primeiro disco de longa duração de Sérgio Godinho, o escritor de canções apresenta um novo trabalho musical.
Sérgio Godinho é um dos mais conceituados e acarinhados músicos nacionais. Os admiradores da sua música atravessam várias gerações de diferentes vivências e aspirações.
O músico conta com mais de 20 discos gravados, entre os quais se destacam, para além de «Os Sobreviventes» (1972), «De pequenino se torce o destino» (1976), «Canto da boca» (1981), «Os amigos de Gaspar» (1988), «Domingo no Mundo» (1997), «Afinidades» (2001), «Irmão do meio» (2003) ou «Ligação Directa» (2006).
Para este concerto, para além de temas de «Mútuo Consentimento» como «O Acesso Bloqueado», «Bomba-Relógio», «Eu Vou a Jogo» ou em «Em Dias Consecutivos», Sérgio Godinho promete também as canções que já se incluem nos clássicos portugueses incontornáveis como «O primeiro dia», «Com um brilhozinho nos olhos», «Liberdade» ou «É terça-feira».
Em palco, Sérgio Godinho será acompanhado pela sua banda «Os Assessores», cúmplices na arte de inquietar o público. «Os Assessores» são: Nuno Rafael nas guitarras, eléctrica e acústica, cavaquinho; Miguel Fevereiro nas guitarras, eléctrica e acústica; João Cardoso no teclado; Nuno Espírito Santo no baixo; Sérgio Nascimento na bateria e percussão; Sara Côrte-Real nos coros e glockenspiel e João Cabrita nos saxofones alto e barítono e teclado. A direcção musical é de Nuno Rafael.

«Sangue do meu sangue» de João Canijo
Na próxima quinta-feira, dia 19 de Janeiro, o TMG apresenta no Pequeno Auditório, às 21h30, um dos mais premiados filmes portugueses de 2011: «Sangue do meu sangue», de João Canijo.
O filme recebeu, entre muitos outros, o prémio da crítica internacional no Festival de San Sebastian.
Trata-se de um filme sobre o amor incondicional, o amor de uma mãe pela sua filha, o amor de uma tia pelo seu sobrinho. E de como elas estão dispostas a sacrificar tudo para os salvar. «Márcia é mãe solteira de dois filhos, trabalha como cozinheira e partilha a sua casa num bairro municipal com a irmã, Ivete, cabeleireira de centro comercial. Um dia, Cláudia, a filha, que estuda enfermagem e trabalha como caixa num supermercado, conta à mãe que se apaixonou por um homem mais velho e casado. Quando Márcia o conhece, percebe que uma ameaça gravíssima pesa sobre a sua família. Joca, o filho, é um pequeno traficante no bairro até que decide dar um golpe ao seu dealer, mas é apanhado e a sua tia Ivete terá que se sacrificar por ele para o salvar».

Tertúlia/debate no Café Concerto
O TMG e a Rádio Altitude prosseguem em 2012 com o «Ciclo Rádio Café», uma iniciativa que convida os guardenses a falar sobre a sua cidade, a partilhar as suas histórias e a revelar ideias. O próximo debate está marcado para Terça-feira, dia 24 de Janeiro, no Café Concerto às 21h30.
Uma vez mais, o ponto de partida para a conversa será a pergunta «Que cidade queremos?». A organização entende que a Guarda só se renderá perante a interioridade, a incerteza e a melancolia se os seus cidadãos desistirem de intervir em defesa de causas colectivas. A Rádio e o Teatro associam-se naquilo que já é habitual fazerem: pensar a Guarda, promover a Guarda. O objectivo é organizar conversas informais mas empenhadas, à vista de todos e a contar com todos.
A entrada é livre, e a participação no debate também.

Ângelo de Sousa: Ainda as esculturas
Inaugurada hoje, 14 de Janeiro, está patente na Galeria de Arte do TMG a exposição «Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: ainda as esculturas».
Ângelo de Sousa nasceu em 1938 em Moçambique e faleceu no Porto, a 29 de Março de 2011, onde viveu e trabalhou desde 1955. Em 1963 terminou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde exerceu funções de docente entre 1963 e 2000. Em 1995 tornou-se o primeiro Professor Catedrático de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
As suas experiências escultóricas datam dos anos 50, mas é em 1966, primeiro com as folhas de acrílico e finalmente com as chapas de aço, que as esculturas tomam as formas que hoje prontamente identificamos com o seu nome. Em 1967 Ângelo de Sousa foi bolseiro do British Council na St. Martin’s School of Fine Art. Durante a sua estadia em Londres, matura o seu interesse pela escultura e começa a trabalhar com fotografia e filme. Forma o grupo Os Quatro Vintes, em 1968, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, desfeito em 1972, altura em que lhe é atribuído o prémio Soquil. Desde essa altura, Ângelo de Sousa afirma-se como um dos artistas mais inovadores na cena nacional, expondo desenhos, esculturas, pintura, fotografia e filme. Em 1993, a sua obra foi objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves onde, em 2001, expôs os seus trabalhos de fotografia e filme. Em 2000 foi-lhe atribuído o prémio EDP. A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006. Estas últimas exposições representaram uma oportunidade para o autor rever as esculturas que vinha a projectar desde os anos 60.
A exposição ficará patente até 11 de Março e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

A iniciativa «Famílias ao Teatro», promovida pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG) conta neste mês de Janeiro com um clássico dos contos infantis: «Cinderela». Trata-se de um musical apresentado pela Palco Partilhado com a adaptação e encenação de Miguel Coelho e que tem a particularidade de ser interpretado por actores em patins. O espectáculo está marcado para o dia 14 de Janeiro (sábado) às 21h30 no Grande Auditório.

O espectáculo «Cinderela» está baseado no conto «Cendrillon ou la petite pantoufle de verre» de Charles Perrault e conta a história de uma doce e formosa donzela que vivia com a sua detestável madrasta e duas meias-irmãs. Na ausência do pai, a madrasta atribui-lhe mil e uma tarefa, tratando-a como escrava. Certo dia, o príncipe do reino oferece um baile, ao qual Cinderela vai, trajada de forma irreconhecível, conquistando o coração do herdeiro.
«Cinderela – Musical em Patins» é um espectáculo único e fascinante com patinadores e actores que dão vida a um dos contos infantis mais belos e também um dos predilectos das crianças. Um espectáculo para ver em família.

Ângelo de Sousa [1938- 2011]: Ainda as esculturas
Ainda no sábado, dia 14 de Janeiro, às 18h00, o TMG inaugura na sua Galeria de Arte a exposição «Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: Ainda as esculturas».
Ângelo de Sousa nasceu em 1938 em Moçambique e faleceu no Porto, a 29 de Março de 2011, onde viveu e trabalhou desde 1955. Em 1963 terminou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde exerceu funções de docente entre 1963 e 2000. Em 1995 tornou-se o primeiro Professor Catedrático de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
As suas experiências escultóricas datam dos anos 50, mas é em 1966, primeiro com as folhas de acrílico e finalmente com as chapas de aço, que as esculturas tomam as formas que hoje prontamente identificamos com o seu nome. Em 1967 Ângelo de Sousa foi bolseiro do British Council na St. Martin’s School of Fine Art. Durante a sua estadia em Londres, matura o seu interesse pela escultura e começa a trabalhar com fotografia e filme. Forma o grupo Os Quatro Vintes, em 1968, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, desfeito em 1972, altura em que lhe é atribuído o prémio Soquil. Desde essa altura, Ângelo de Sousa afirma-se como um dos artistas mais inovadores na cena nacional, expondo desenhos, esculturas, pintura, fotografia e filme. Em 1993, a sua obra foi objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves onde, em 2001, expôs os seus trabalhos de fotografia e filme. Em 2000 foi-lhe atribuído o prémio EDP. A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006. Estas últimas exposições representaram uma oportunidade para o autor rever as esculturas que vinha a projectar desde os anos 60.
«Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: Ainda as esculturas» ficará patente até 11 de Março e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 20h30 às 23h, aos sábados das 14h às 19h e das 20h30 às 23h e aos domingos das 14h às 19h. A entrada é livre.
Esta exposição tem os apoios: Studio Ângelo de Sousa, Artistas Unidos e Galeria Quadrado Azul.

«Movie Poster» é o novo espectáculo de Kubik
«Movie Poster» é o novo espectáculo do músico guardense Kubik que o TMG apresenta na sexta, dia 13 de Janeiro, no Café Concerto.
Kubik partiu da iconografia de 200 posters clássicos da história do cinema e criou uma banda sonora original, indo ao encontro da expressividade visual e gráfica dos “Movie Posters”. A música acompanha o visionamento de posters de diversos géneros cinematográficos: Guerra, Comédia, Terror, Cinema Negro, Western, Ficção Científica e Cinema Mudo. Incluindo cartazes de Saul Bass, o criador de posters e trailers para os filmes de Alfred Hitchcock.
«Movie Poster» tem música original, electrónica, teclados e guitarra eléctrica e selecção de posters de Kubik. Um Projecto encomendado pelo Festival “Escrita na Paisagem 2011” que agora o músico apresenta no palco do Café Concerto.
O espectáculo está marcado para as 22h00 e tem entrada livre.

«O Mundo no Arame», de Rainer Werner Fassbinder
O Cineclube da Guarda apresenta na próxima quinta-feira, dia 12 de Janeiro, no Pequeno Auditório e com o apoio do TMG o filme «O Mundo no Arame» de Reiner Werner Fassbinder. A sessão é para maiores de 12 anos e está marcada para as 21h30. «O Mundo no Arame» (1973) nunca teve exibição comercial em sala e, depois de passar na televisão, caiu no esquecimento, interrompido apenas por retrospectivas pontuais do cineasta. O seu restauro, a cargo da Fundação Fassbinder e sob a supervisão do director de fotografia original, Michael Ballhaus, sublinha mais uma vez a noção de «liberdade» que percorria o cinema dos anos 1970. «O Mundo no Arame» foi gravado em Paris e adapta um romance de ficção científica do americano Daniel Galouye sobre um cientista que, ao investigar acontecimentos estranhos relacionados com um «mundo virtual» criado num laboratório, dá por si a questionar a própria natureza da realidade.

Desenhos de Miguel Reis
A partir da próxima terça-feira, dia 10 de Janeiro e até ao dia 29, o Café Concerto do TMG recebe os desenhos a preto e branco de Miguel Reis.
«Tuptankhal» é uma exposição que reúne desenhos que foram criados entre 2009 e 2010, período que reflecte mudanças, esperanças e angústias na vida do artista. Na mesma altura, ele descobriu inspiração em vários livros sobre o culto do sol, presente na cultura Maia e dinastias Egípcias.
Miguel Reis começou por desenvolver trabalhos de Banda Desenhada e de ilustração, e recentemente criou uma série de desenhos sobre fotografia. Participou na Exposição Colectiva «filan art’s II» em Póvoa do Varzim e expôs individualmente no “Alinhavar” de Leiria em Fevereiro, Dezembro de 2010 e Junho de 2011 e também em Novembro de 2011 no Teatro José Lúcio da Silva.
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada no horário de funcionamento do Café Concerto, ou seja, de Terça a Sábado das 15h às 19h e das 21h às 01h e aos Domingos das 15h às 19h.
plb

No Sábado, dia 17 de Dezembro, o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no Grande Auditório o último grande concerto do ano, com o músico sírio Omar Souleyman, que traz à Guarda a sua festiva música de dança. O espectáculo está marcado para as 21h30.

Omar Souleyman iniciou a carreira na música electrónica em 1994 na sua terra natal, Ras Al Ain, com um pequeno grupo de músicos que recriavam em sínteses mais electrónicas a música tradicional da Síria, Iraque, Turquia e do povo curdo (na fronteira). Gravou mais de 500 cassetes, mas o seu nome só ficou realmente conhecido quando assinou pela editora norte-americana «Sublime Frequencies». Entretanto lançou três discos – «Highway to Hassake», «Dabke 2020» e «Jazeera Nights» – e correu mundo. Recentemente, o músico sírio foi convidado a participar no novo disco da artista islandesa Björk, intitulado «Biophilia». A artista conta que descobriu Omar Souleyman através de vídeos no Youtube.
A música de Omar Souleyman é destilada por cânticos árabes e teclados, numa variação pop mais perto do folk dançante. Garantidamente, um concerto de Omar Souleyman é uma grande festa. O músico esteve recentemente em Portugal, na última edição do no festival de Paredes de Coura.
Neste concerto/baile no TMG (exclusivo em território nacional), Omar Souleyman será acompanhado nas teclas por Rizan Said.
Entretanto, o TMG/Culturguarda apresentam na quinta-feira, dia 15 de Dezembro, o «Ar Puro da Guarda», um produto único no mundo. A sessão tem lugar às 21h30 no Café Concerto e a entrada é livre. Vladimir Ianovitsh Kasparoff é o convidado especial para este lançamento do Ar Puro da Guarda. O professor e cientista russo é um profundo conhecedor das propriedades medicinais e terapêuticas do Ar da Guarda e no Café Concerto apresentará alguns dos estudos publicados a esse propósito. Está cientificamente provado que o ar da cidade mais alta de Portugal é de elevada pureza e tem propriedades consideradas altamente benéficas para a saúde. Embalado em frascos de vidro, este extraordinário produto será agora comercialmente disponibilizado ao público em doses individuais, para respirar em qualquer parte e a qualquer hora. Cada frasco de Ar Puro da Guarda, cuja colheita de 2011 foi premiada com o galardão internacional «Best Air in the World» e é agora lançado numa edição exclusiva e limitada, custará 5 euros.
Ainda no Café Concerto, no dia 16 de Dezembro, haverá Funk, Reggae, Blues e Rock com Freetime Café. Freetime Café resulta da fusão de vários estilos musicais que vão desde a Bossa Nova até ao Rock, passando pelo Funk, Jazz, Blues, Reggae, Latin Rock. Com um repertório de temas originais, o grupo é constituído por quatro amigos oriundos da cidade da Covilhã: Ben Luc (voz e guitarra), João Carvalho (voz e guitarra), Luís Mugueiro (baixo) e Marinho (Bateria). O espectáculo está marcado para as 22h00, no Café Concerto. A entrada é livre.
Até 31 de Dezembro, a Galeria de Arte do TMG tem patente a exposição «À luz do sol», de Ana Pimentel.
A artista plástica vive e trabalha no Porto. É Licenciada em Artes Plásticas / Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e foi Bolseira da Fundação Noesis de Barcelona em Teruel / Espanha. O Espaço, o Tempo e a Identidade são 3 factores importantes para a compreensão da sua obra. As suas pinturas cooperam com colagens de cores alegres e com efeitos de calor e luz. São obras que reaproveitam matérias num estilo de «artesanalidade» urbana e em cruzamento de culturas e de memórias (viagens, lugares e até cheiros). A referência à cultura tradicional portuguesa está patente na sua obra.
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 20h30 às 23h, aos sábados das 14h às 19h e das 20h30 às 23h e aos domingos das 14h às 19h.
plb (com TMG)

A cooperação entre o TMG-Teatro Municipal da Guarda e a Junta de Castilla y León tem concretizado diversas iniciativas culturais. A mais recente é a produção de um DVD com quatro curtas metragens sobre uma Raia que já dividiu e que agora é motivo de união. Reportagem e edição da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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«A Raia vista por…» é um projecto transfronteiriço que alia a visão de quatro realizadores, dois portugueses e dois espanhóis, sobre as histórias que compõem a ideia da «Raia» enquanto linha de fronteira que separa Portugal e Espanha, cujo filme tem lançamento marcado para a próxima Sexta-feira, dia 9 de Dezembro, às 21h30, no Pequeno Auditório do TMG, com entrada livre.

O Teatro Municipal da Guarda (TMG) e a Junta de Castilla y León desafiaram realizadores portugueses e espanhóis a filmar a Raia. O resultado pode ser visto agora em DVD com quatro curtas-metragens da autoria dos portugueses Pedro Sena Nunes e Jão Trabulo e dos espanhóis Isabel de Ocampo e a dupla Gabriel Velázquez / Chema de la Peña.
O documentário de Pedro Sena Nunes visa explorar em profundidade a história da construção de uma ponte ilegal na fronteira, que une Portugal a Espanha, assim como sucessivamente diversas histórias semi-ocultas de união e contrabando entre estes dois países. Trata-se de um documentário de sentidos – os sentidos produzidos por terras, que antes de terras são pessoas, face à proximidade humana e simultânea firme diferença cultural. Se pouco acrescenta este filme à conformação de cada uma, deixa uma fundamental nota de reflexão: que pontes construiu o tempo entre línguas, relações e comércios?
Pedro Sena Nunes foi o autor do documentário «Há Tourada na Aldeia» que retrata a capeia arraiana, tradição taurina das terras fronteiriças do concelho do Sabugal.
João Trabulo iniciou-se no cinema com o produtor Paulo Branco na Gemini (Paris) e Madragoa (Lisboa) colaborando em filmes de Manoel de Oliveira, João César Monteiro, Robert Kramer e Pedro Costa.
Isabel de Ocampo é uma cineasta de Salamanca que recentemente ganhou o prémio Goya para a melhor curta-metragem.
plb

No sábado e no domingo, 26 e 27 de Novembro, a cidade da Guarda comemora o 812º aniversário da atribuição do foral por D. Sancho I com a realização de um espectáculo dedicado aos poetas da cidade, a realizar no Grande Auditório do TMG.

TMG-Teatro Municipal da GuardaO espectáculo, intitulado «Tão perto do puro azul do céu [A Guarda na Poesia]», é produzido pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG) e será representado no grande auditório, no próximo sábado (às 21h30) e no domingo às 16h00). Trata-se de uma mistura de música, dança, cinema, fotografia e vídeo, revisitando os poetas da Guarda ou que a ela estão ligados. A direcção pertence a Américo Rodrigues, e é protagonizado por José Neves, actor do Teatro D. Maria II.
«O ponto de partida deste espectáculo é de grande simplicidade: homenagear a Guarda através da poesia. Porém, também pode ser: homenagear a poesia através da Guarda», refere a organização em comunicado, acrescentando que se «utiliza a poesia que se escreveu sobre a Guarda, por moradores ou forasteiros».
Alberto Dinis da Fonseca, Américo Rodrigues, António Godinho, António Monteiro da Fonseca, Augusto Gil, D. Sancho I, Eduardo Lourenço, João Bigotte Chorão, João Patrício, José Augusto de Castro, José Manuel S. Louro, José Monteiro, Ladislau Patrício, Manuel A. Domingos, Miguel Torga, Osório de Andrade, Pedro Dias de Almeida e Políbio Gomes dos Santos serão alguns dos autores citados. No palco, para além do actor José Neves, «que dará corpo e voz aos poemas», vão estar artistas ligados à música, à dança e ao cinema. Na música, marcam presença Marcos Cavaleiro (percussionista), Rogério Pires (guitarrista), João Mascarenhas (pianista), Kubik (instrumentista), Rui Pedro Dias (cantor), César Prata e Vanda Rodrigues (projeto Assobio), José Tavares (alaúde e guitarra elétrica), Helena Neves (voz) e Domenico Ricci (pianista). No cinema, será apresentada uma curta-metragem do realizador António Lopes, enquanto que na dança, o público assistirá a uma coreografia e interpretação de Sara Vaz. O espectáculo também apresenta fotografias de Armando Neves, a visão gráfica para um poema, de Jorge dos Reis, e «desenhos relativos» desenvolvidos por Mecca.
plb (com TMG)

Na sexta, dia 11 de Novembro, actuam no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG) os Monges Tibetanos do Mosteiro de Tashi Lhunpo, um espectáculo belíssimo e imperdível que está marcado para as 21h30.

O mundo sagrado do Tibete é carregado de cantos budistas e mantras, de sons de campainhas, trompetes e tambores. Os Monges do Mosteiro de Tashi Lhunpo apresentam neste espectáculo a música e a dança tradicionais tibetanas. Música extremamente subtil e complexa, indissociável das tradições antigas. No seu essencial, a música está destinada à vida espiritual; instrumental ou vocal, requer um conhecimento perfeito dos textos, transmitidos por tradição oral, que os monges interpretam com grande virtuosismo.
O Mosteiro de Tashi Lhunpo é uma das seis grandes Universidades monásticas tibetanas e é a sede do Panchen Lama, o segundo líder espiritual tibetano, logo depois do Dalai Lama. Fundado no século XV pelo primeiro Dalai Lama, este Mosteiro continua a ser o maior representante da tradição Gelugpa dentro do Budismo tântrico tibetano. Desde 1972 que o Mosteiro se restabeleceu no sul da Índia, data em que os monges se vêem obrigados a fugir do Tibete devido à Revolução Cultural Chinesa. Actualmente, são 250 os monges que estudam filosofia budista e tradição Tashi Lhunpo de artes e música sagrada no Mosteiro sediado na Índia. Os espectáculos ao vivo que os Monges do Mosteiro de Tashi Lhunpo têm apresentado por toda a Europa (Reino Unido, Suíça, Itália, Espanha, Portugal e Holanda) nos últimos anos incluem também a exibição de Mandalas, complexos e simbólicos diagramas desenhados com pó de mármore em cores vivas.
plb (com TMG)

A cantora Aurea, «uma voz do tamanho do mundo», estará no Grande Auditório, no Sábado, dia 22 de Outubro, pelas 21h30.

A nova voz da soul /pop nacional, Aurea, sobe ao palco do Grande Auditório para apresentar o seu primeiro disco, intitulado «Áurea».
Aos 23 anos de idade, a artista portuguesa tomou de assalto as rádios nacionais com o single «Busy for me». Detentora de uma voz poderosa e cativante, foi considerada a grande revelação de 2010. Recebeu um Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete individual e esteve nomeada em mais três categorias.
Já em 2011, foi nomeada para a categoria «Best Portuguese Act» dos European Music Awards da MTV.
Aurea apresenta neste primeiro trabalho um registo pop/soul mas com várias nuances de diversos estilos musicais. Tal como Aurea, este trabalho é musicalmente ecléctico e por isso as suas músicas chegam a diferentes públicos de diferentes gostos musicais e de faixas etárias diversas.
«No No No No (I Don’t Want Fall In Love With You Baby)», «Ok, Alright» e o melancólico «The Only Thing That I Wanted» são alguns dos temas prometidos para este concerto.
Acompanham Aurea em palco, no TMG, os músicos Elmano Coelho (saxofone), Miguel Casais (bateria), Ricardo Ferreira (guitarra), Elton Ribeiro (piano) e Guilherme Marinho (baixo). Este concerto no TMG faz parte da sua primeira digressão nacional.

Na sexta-feira, dia 21, o Café Concerto, há «Café Desconcerto» com Jacinto Lucas Pires.
O escritor Jacinto Lucas Pires é o convidado que se segue na tertúlia literária Café Desconcerto que o TMG apresenta sexta-feira. A conversa, que andará à volta da vida e obra deste autor português de 37 anos, vai ser guiada por Américo Rodrigues, Director do TMG.
Jacinto Lucas Pires é licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. Foi cronista de «A Capital». É autor do blogue «Chanatas». Tem publicados mais de uma dezena de livros pela editora Cotovia. Em Novembro de 2008 foi o vencedor do Prémio Europa – David Mourão-Ferreira, atribuído pela Universidade de Bari e pelo Instituto Camões. O seu último livro, de 2011, chama-se «O verdadeiro ator».
A conversa está marcada para as 21h30 e tem entrada livre.

No dia 25 é a vez do Ciclo Rádio Café, que continua a debater a Guarda. O TMG e a Rádio Altitude o novo debate no Café Concerto às 21h30. Uma vez mais a Guarda é o ponto de partida para o debate de ideias, procurando responder à questão «Que cidade queremos?».
A organização entende que a Guarda só se renderá perante a interioridade, a incerteza e a melancolia se os seus cidadãos desistirem de intervir em defesa de causas colectivas. A Rádio e o Teatro associam-se naquilo que já é habitual fazerem: pensar a Guarda, promover a Guarda. O objectivo é organizar conversas informais mas empenhadas, à vista de todos e a contar com todos.
Esta iniciativa tem entrada livre.
plb (com TMG)

O II Festival Internacional da Memória Sefardita, que se realiza de 18 a 21 de Setembro, vai acolher a antestreia do filme «O Cônsul de Bordéus», com a presença do realizador Francisco Manso e do protagonista Vítor Norte.

A apresentação está marcada para segunda-feira, 19 de Setembro, às 21h30, no Teatro Municipal da Guarda (TMG).
O filme «O Cônsul de Bordéus», sobre o Acto de Consciência do diplomata Aristides de Sousa Mendes, foi rodado em Viana do Castelo pelos realizadores Francisco Manso e João Correa, da produtora Take 2000.
«O Cônsul de Bordéus» é protagonizado por Vítor Norte, no papel de Aristides de Sousa Mendes, o diplomata português que, à revelia de Oliveira Salazar, atribuiu cerca de trinta mil vistos a refugiados perseguidos pelo regime nazi em 1940.
Ao tomar a decisão de seguir a sua consciência e conceder vistos a toda a gente, contrariando as ordens do governo de Salazar, o antigo cônsul de Portugal em Bordéus ajudou milhares de judeus e outros refugiados a escapar da França no momento da invasão e a encontrar refúgio em Portugal.
plb (com Turismo Serra da Estrela)

Foram apresentados os principais eventos culturais do TMG-Teatro Municipal da Guarda até ao final do ano. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Na terça-feira, dia 12 de Julho, o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no Pequeno Auditório, às 21h30, o «Filme Socialismo» do cineasta francês Jean-Luc Godard.

«Entre os passageiros de um Cruzeiro estão um criminoso de guerra, um filósofo francês, um representante da polícia de Moscovo, uma cantora americana, um polícia francês, uma ex-funcionária da ONU, um agente aposentado e um embaixador palestino. A discussão principal é a falência das ideologias de esquerda no século XXI.». Este é o ponto de partida para «Filme Socialismo», segundo uma pequena nota divulgada pelo TMG.
Polémico, Jean-Luc Godard é um dos maiores cineastas europeus, precursor da Novelle Vague.
Em Film Socialisme (título original) Jean-Luc Godard lança o seu discurso através de vários personagens, seguindo os ditames que caracterizam a chamada Nouvelle Vague como um dos principais movimentos cinematográficos da história.
O filme, editado em 2010, tem 101 minutos, e tem no elenco actores como Catherine Tanvier, Christian Sinniger, Jen Marc Stehlé, Patti Smith, Alain Badiou.
plb

O colaborador do Capeia Arraiana João Aristides Duarte, natural do Soito, é o orador convidado para a Tertúlia «Rock in Portugal», promovida pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG).

A tertúlia realiza-se amanhã, quarta-feira, dia 6 de Julho, pelas 21h30, no Café Concerto do TMG. O orador convidado, João Aristides Duarte, editou o livro «Memórias do Rock Português», o qual já conta com dois volumes editados em momentos diferentes. O livro, contendo a história da música rock em Portugal, foi editado pela primeira vez em Abril de 2006, porém em Fevereiro de 2010, foi editado e um segundo volume. O prefácio do livro é assinado por António Manuel Ribeiro, o conhecido vocalista da banda UHF. A publicação contém a biografia de um conjunto de músicos e de bandas rock, assim como entrevistas a nomes sonantes do panorama musical nacional.
João Aristides Duarte é colaborador regular do Capeia Arraiana, onde assina a rubrica «Música, Músicas», espaço dedicado à música portuguesa em que recordando a forma como algumas bandas rock se formaram e desenvolveram a sua actividade musical.
plb

Na sexta-feira, dia 1 de Julho, o Teatro Municipal da Guarda (TMG) dedica a noite ao rock português, actuando no Grande Auditório os Pop dell’Arte, que recentemente editaram um novo disco.

A anteceder a actuação dos Pop Dell’Arte, sobe ao palco a banda guardense Nihil Aut Mors, que aceitou o desafio proposto pelo TMG e voltou a reunir-se após quase duas décadas. O espectáculo está marcado para as 21h30.
A banda de João Peste vem apresentar ao TMG o seu último disco, «Contra Mundum» (2010), uma edição que marcou a celebração dos 25 anos de carreira. Para além da formação actual, João Peste, Zé Pedro Moura, Paulo Monteiro, Eduardo Vinhas e Nuno Castedo, pelo grupo passaram nomes como Paulo Salgado, Ondina Pires, Sapo, Rafael Toral, Luís San Payo, Pedro Alvim, J.P. Simões e Tiago Miranda, entre outros. «Contra Mundum» foi considerado o melhor álbum de 2010 pela Rádio Universitária de Coimbra, o segundo melhor do ano para o Diário de Notícias e o sexto para a revista Blitz.
Os Nihil Aut Mors existiram entre 1987 e 1994 e tinham a particularidade de criar temas que cantavam quase exclusivamente em Latim. Actuaram em diversos concertos com bandas como Bastardos do Cardeal, Pop Dell ‘Arte, Major Alvega, Tina and The Top Ten, Censurados, É M’as Foice, K4 Quadrado Azul, John Holmes Underground, Sérgio and Those, Gabardine 12, Sitiados, A Kausa, entre outros.
Recordando algumas das edições da banda guardense, destacamos a maquete «Super» (1989, Tragic Figures) e a participação na colectânea «Insurrectos» (1990, Área Total).
Sobre esta noite de Rock português no TMG, de referir ainda que os Nihil actuaram com a banda de João Peste num mítico concerto no Parque Municipal da Guarda, em plena década de oitenta. Esta é por isso também uma noite de celebração: 22 anos depois e a convite do TMG, as duas bandas reúnem-se em palco para mais uma memorável noite de rock.
No Sábado, dia 2 de Julho, os «Melómanos» apresentam-se no Café Concerto, às 22 horas.
«Melómanos» é um novo projecto da Guarda que junta músicos com experiências muito diferentes e que recriam clássicos do Pop Rock dos anos 80 e 90, dos U2 aos The Cult. Trata-se de uma banda que apresenta versões de temas que fizeram a história da música dos últimos 30 anos e que promete animar públicos de várias gerações. Os Melómanos são Ricardo Leal (voz e guitarra), Hugo Dantas (bateria), Paulo Monteiro (baixo) e Jorge Maia (Guitarra).
plb (com TMG)

O mérito de Américo Rodrigues foi reconhecido e premiado sob a forma de diploma e medalha de mérito cultural. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Andreia Marques/Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Joaquim Valente - Gabriela Canavilhas - Santinho Pacheco - Américo Rodrigues - TMG
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Data: 25 de Abril de 2011.
Local: Café Concerto do TMG-Teatro Municipal da Guarda.
Autoria: Direitos Reservados.
Legenda: A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas entrega o Diploma e a Medalha de Mérito Cultural ao director do TMG, Américo Rodrigues, tendo por testemunhas o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente e o governador civil da Guarda, Santinho Pacheco.
jcl

O director do Teatro Municipal da Guarda, Américo Rodrigues, recebeu na segunda-feira, 25 de Abril, a Medalha de Mérito Cultural da mão da Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, que disse tratar-se de uma homenagem «sentida, profunda e sincera», que enaltece o trabalho cultural realizado pelo agraciado nos últimos 30 anos.

Américo Rodrigues, de 50 anos, natural do Barracão (Guarda), é licenciado em Língua e Literatura Portuguesa e mestre em Ciências da Fala. Fundador do teatro Aquilo, foi durante anos coordenador do Núcleo de Animação Cultural da Câmara Municipal e é, desde há seis anos, o director do Teatro Municipal da Guarda (TMG). Homem de variados talentos é actor, dramaturgo, poeta, escritor, encenador e programador cultural, cujas actividades tem desenvolvido em favor da sua cidade.
A ministra, perante o curriculum avassalador do galardoado, disse ser «elucidativo de todo um percurso dedicado à acção e à dinamização da cultura e, sobretudo, à sua cidade e ao seu distrito».
O homenageado também usou da palavra para agradecer o reconhecimento público do trabalho que tem desenvolvido, garantindo que continuará empenhado no seu trabalho, persistindo e avançando na perspectiva de o melhorar.
Publicamos seguidamente, na íntegra, a intervenção de Américo Rodrigues.

O homenageado no uso da palavra (foto de Armando Neves / TMG)

«Exma Sra. Ministra da Cultura
Exmo Sr. Governador Civil do Distrito da Guarda
Exmo Sr. Presidente da Câmara Municipal da Guarda
Minhas Senhoras e Meus Senhores
Caros amigos,
Nasci aqui e quis viver aqui. Nesta cidade que sempre quis transformar. Respondendo a um apelo identitário decidi que seria aqui que construiria sonhos e concretizaria utopias. A Guarda exercia e exerce sobre mim um fascínio que será difícil de explicar mas que se enriquece no contacto diário com as pessoas da minha terra. Sei que a Guarda pode ser, frequentemente, muito fria em relação a projectos de ousadia, mas também sei que pode ser afectuosa, cúmplice e solidária. Conheço a Guarda, ao que julgo, com profundidade. Escolhia-a! Escolhi que seria na cidade que Eduardo Lourenço chamou de “reaccionária” que lançaria as sementes da inquietação e da rebeldia. Para que ela mudasse. Acredito, pois, na capacidade transformadora da Cultura, na força emancipadora da Cultura. Acreditei que a Guarda seria território da felicidade e persigo essa ideia desde que aqui decidi ficar. Fiquei para contribuir para revolucionar a Guarda. Calma! Eu sei como o verbo “revolucionar” pode ser, nos tempos que correm, assustador! Utilizemo-lo, então, com parcimónia. O que eu sempre quis foi ajudar a Guarda a vencer o imobilismo, a furar o cerco do subdesenvolvimento, a acreditar em si própria! Acreditei sempre numa cidade onde coubéssemos todos mais as nossas melhores ideias de progresso. Acreditei sempre que a Guarda poderia deixar de ser provinciana e que merecia ser moderna, arejada, cosmopolita. A Cultura como impulsionadora do desenvolvimento, a Cultura como apelo à cidadania.
Vi os meus amigos partirem. Quase todos desistindo da Guarda. Procurando noutros locais o seu espaço para crescerem. Eu fiquei mas isso não fez de mim, necessariamente, um resistente. Fez de mim alguém que, amando uma cidade, não se quis resignar à vidinha confortável e obediente. Lutei (e isso ninguém mo pode roubar) e continuarei a lutar por uma Guarda e um país melhores, utilizando a Cultura.

Ao longo destes anos fui autor, actor, animador, provocador. Criei e organizei milhares de projectos. Ou seja, cumpri o que prometi: participar na construção de uma nova cidade nova. Muitas vezes apoiado, outras vezes desapoiado. Algumas vezes com êxito e outras vezes com insucesso. Às vezes, quase desistindo. Outras vezes, procurando forças em inimagináveis reservas de alma. Lutando contra a indiferença, enfrentando incompreensões, oferecendo o peito a todas as adversidades, respondendo a acusações. Como se a Cultura fosse uma questão de vida ou de morte. Eu, que sempre entendi que a Cultura era vital!!!
Não me tenho limitado ao exercício da criação e dinamização culturais. Não me encaixo, também, no perfil do animador que contrata artistas e foguetório. Ou indica quando o público deve bater palminhas! Nunca quis ser sacristão de políticos que acham que cultura é entretenimento ou flor para colocar na lapela, duas vezes por ano. Para mim, a Cultura, como se viu, é algo de extremada importância. E, por isso, o cidadão que sou nunca deixou que o calassem. Como cidadão participo activamente e criticamente na vida da minha cidade. Por vezes de forma dura, cheio de convicções e perplexidades. Mais uma vez, porque a Guarda é o “centro do mundo”, do meu mundo, como disse Alberto Dinis da Fonseca, o inventor do slogan “Até o anjo é da Guarda!”. Parece evidente mas é com ideias simples e visionárias que se há-de construir uma Guarda de sonho!
Confesso que sou culpado. De desejar que uma cidade se desenvolva harmoniosamente: a Cultura como prioridade estruturante. Confesso que sou um lutador incansável e que dificilmente baixarei os braços. Confesso que sou um homem livre e que como cidadão de corpo inteiro me manterei. O trabalho que fiz pela promoção cultural da Guarda e seu distrito, em três décadas de trabalho, é, no entanto, uma gota de água. Há, portanto, que continuar o caminho. Todos os dias.
O TMG é, sem sombra de dúvidas, o caso mais visível do esforço, na área da Cultura, que se está a fazer na Guarda. Ele deve-se à lucidez de quem o sonhou e de quem o concretizou. E de quem quis que ele se mantivesse. Mulheres e homens, políticos, que perceberam que a Guarda necessitava de um equipamento que é uma referência para o país: a partir de uma pequena cidade, um pequeno Teatro contribui para a afirmação da terra e da região, e para a valorização cultural dos seus habitantes. Agradeço a quem não pensou “pequenino”. A quem correu o risco de enfrentar a mentalidade paroquial que caracterizou a Guarda durante tantos anos!
Neste processo do TMG eu sou, apenas, aquele que programa, que dirige o “óvni”, que faz o melhor que pode para não envergonhar quem lançou o projecto. Faço-o com intensidade, como sempre. Às vezes de forma visceral. Entregando-me à tarefa de criar uma programação que não parta do princípio estúpido de que se estão a “atirar pérolas a porcos”. Não, a Guarda e a sua região merecem o melhor! A minha exigência e o meu rigor estão ligados a esta concepção: as pessoas da nossa terra devem ser tratadas com todo respeito, ou seja, devem poder aceder a uma programação de qualidade e diversidade, intimamente ligada à comunidade e ao seu imaginário.
Receber esta medalha no dia 25 de Abril é para mim uma honra! Sim, porque foi o acto revolucionário do 25 de Abril que, para além de outros direitos de cidadania, trouxe a Portugal a democratização do acesso à Cultura. Nem que fosse por isto teria valido a pena fazer o “25 de Abril”!
Como sabemos, vivem-se tempos marcados pelo populismo e por discursos economicistas e catastróficos. Nestas circunstâncias, a Cultura tende a ser esquecida, relegada para o plano das coisas menores. Assim, mais significado tem este gesto da Sra. Ministra da Cultura.
Cumpre-me, então, agradecer à Sra. Ministra da Cultura a distinção agora recebida. Não desconheço que esta medalha significa o reconhecimento público pelo trabalho que tenho realizado. Porém, também não quero esquecer que o acto de receber a medalha de mérito cultural me responsabiliza fortemente. A continuar, a persistir, a avançar, a melhorar! Aceito o desafio!
Boa noite e muito obrigado!
Américo Rodrigues
25/4/11»
plb

O director do TMG-Teatro Municipal da Guarda, Américo Rodrigues, vai ser homenageado pelo Ministério da Cultura com a atribuição da Medalha de Mérito Cultural. A cerimónia está marcada para a noite de segunda-feira, 25 de Abril, e conta com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e do Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco.

Américo Rodrigues - TMG - Guarda - Foto Capeia Arraiana

Américo Rodrigues, director do Teatro Municipal da Guarda (TMG), vai ser homenageado pelo Ministério da Cultura com a atribuição da Medalha de Mérito Cultural, pelo contributo para o desenvolvimento cultural da região.
O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, disse em declarações à agência Lusa que a distinção será entregue na Guarda, na noite de segunda-feira, dia 25 de Abril, quando o TMG assinala o sexto aniversário, numa cerimónia que contará com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas. A cerimónia irá decorrer no café concerto daquele complexo cultural, no final de um espectáculo com o cantor Pedro Abrunhosa, indicou.
Santinho Pacheco referiu que propôs à ministra da Cultura a atribuição da Medalha de Mérito Cultural a Américo Rodrigues, atendendo ao trabalho desenvolvido «ao serviço da cultura». «O Américo Rodrigues é uma figura incontornável da cultura, na Guarda, e a cultura para a Guarda é uma actividade estratégica, particularmente a partir do momento em que foi inaugurado o novo TMG», justificou. Acrescentou que o homenageado «marcou o rumo» da opção da Guarda pela cultura, afirmando a cidade no contexto regional e nacional «por um bom motivo».
Santinho Pacheco diz tratar-se de uma homenagem «justa», que Américo Rodrigues, que nasceu na Guarda, «bem merece», pelo papel cultural desenvolvido ao longo de 30 anos.
Para além de director do TMG, o galardoado é poeta sonoro, actor, escritor, encenador e programador de eventos culturais.

1 – O Capeia Arraiana associa-se à homenagem reconhecendo as capacidades invulgares de Américo Rodrigues enquanto homem de cultura e gestor de um espaço que é, em apenas seis anos, uma referência a nível nacional e ibérico pela qualidade da programação e dos protagonistas que têm actuado na cidade mais alta. O mérito, muito mérito, cultural de Américo Rodrigues é um orgulho para a cidade da Guarda, para o distrito e para toda a Beira Alta.
2 – Ainda não há muito tempo Américo Rodrigues escrevia no seu blogue «Café Mondego» (uma referência na opinião livre e séria na blogosfera): «Que raio de homem sou eu que não tenho um fato e uma gravata?!» Será desta que o «obrigam» a usar uma gravata?
3 – E já agora aqui fica o lembrete. Este cordial homem de cultura comemora 50 anos de idade no sábado, 23 de Abril. Até lá.
jcl (com agência Lusa)

Amanhã, 31 de Março, a tertúlia literária Café Desconcerto, promovida pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG), recebe como convidado o escritor João Tordo, para uma conversa com os guardenses, marcada para as 21h30.

A conversa com o escritor João Tordo será dirigida por Fernando Carmino Marques, professor no Instituto Politécnico da Guarda e nela poderão participar todos os interessados que se dirijam ao TMG.
João Tordo foi o vencedor do Prémio Literário José Saramago em 2009, com o livro «As três vidas» (2008). Editou recentemente o romance «O Bom Inverno» (2010). João Tordo tem 35 anos e é já considerado pela crítica, ao lado de outros nomes da mesma geração como Gonçalo M. Tavares, valter hugo mãe ou José Luís Peixoto, como um escritor consagrado. Para além dos livros referidos, o escritor tem editadas as obras «O livro dos homens sem luz» (2004) e «Hotel Memória» (2008). Participou também em diversas antologias.
Esta iniciativa marca o início de uma série de conversas de café informais com escritores portugueses.
plb

A compositora norte-americana Diamanda Galás, o músico português Pedro Abrunhosa e a diva peruana Susana Baca são alguns dos destaques de excelência da programação da agenda cultural de Abril a Julho do TMG-Teatro Municipal da Guarda apresentados pelo seu director Américo Rodrigues. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
Vodpod videos no longer available.

jcl

A sessão evocativa do poeta Fernando Pinto Ribeiro está marcada para o dia 17 de Março no Café Concerto do TMG e inclui o lançamento da obra póstuma «O Cisne Submerso». A homenagem conta com as presenças dos poetas Julião Bernardes, Joaquim Murale e José Leitão Baptista e de Carlos Augusto Ribeiro, Eduardo Sucena e Jorge Castelo Branco. A leitura de poemas do autor estará a cargo de Américo Rodrigues.

Fernando Pinto Ribeiro

jcl

A música de B.Riddim vai animar a noite da próxima sexta-feira, 4 de Fevereiro, no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG).

B. Riddim é o nome artístico adoptado por Luis Sequeira, um jovem produtor/compositor e MC nascido na Guarda. A sua experiência passa já, além de Portugal, por países como Espanha, Canadá ou México.
De referir que algumas editoras estrangeiras, como Monkey Dub Records e Mambo Records, contam já com trabalhos seus e este ano serão lançadas novas produções, nomeadamente, um vinil intitulado de «6300 Bars», editado pela Third-Ear, de Londres; no Verão um EP em digital pela Monkey Dub, de Montreal (Canadá).
B. Riddim define o seu trabalho actual como «uma aproximação» ao que pretende ser o sem «futuro som. Situa-se, hoje, dentro das vertentes do Future Dub, Dubstep, Ambiente com fusão demasiadamente evidente do Reggae/Dub mais cru.»
Acrescenta que o «broken beat é claramente uma marca» porque «ainda me remeto muito ao hip-hop; por vezes a cadência é para rima…apesar de não chegarem a aparecer neste tipo de sonoridades… Aí introduziria o IDM! Algo mais recortado».
B. Riddim considera que não se movimenta apenas «num só estilo…movimento-me pelas minhas influências de sempre…onde me sinto mais livre para criar».
Referindo-se ao espectáculo da próxima sexta-feira, no Café Concerto do TMG, B. Riddim adianta que irá apresentar o seu último projecto – ainda não editado – que «inclui momentos de real prazer musical. É uma composição sequenciada e tocada no momento com o puro feeling de um Live Act.»
plb (com TMG)

Os congressistas da área do turismo do 1.º Festival Internacional da Memória Sefardita que decorreu na Guarda defenderam a criação de uma rede nacional de judiarias. A iniciativa, onde participou o historiador Jorge Martins, foi promovida pela entidade regional de Turismo Serra da Estrela juntou no TMG judeus e especialistas nacionais e estrangeiros.

Jorge Martins - TMG - Festival Sefardita

Os especialistas e operadores turísticos que participaram no painel «O impacto da herança judaica no turismo», reconheceram que Portugal poderá tirar partido das potencialidades de uma futura rede nacional de judiarias poderá atrair turistas no âmbito do denominado turismo religioso.
«A criação de uma rede de judiarias em Portugal é, sem dúvida, uma mola dinamizadora para o turismo, a economia e a investigação, e para a valorização da memória de Portugal», defendeu Isaac Assor, da Alegretur-Viagens e Turismo.
O operador turístico referiu que «o turismo é, nos dias de hoje, uma das molas impulsionadoras do desenvolvimento económico do país», reconhecendo que uma rede de judiarias criará um novo atrativo turístico para o país.
O historiador Jorge Martins, investigador do Instituto Universitário de Lisboa, foi moderador (3.º painel) e orador (4.º painel) onde apresentou dados que indicam a presença judaica em «todos os concelhos» da região que integram a TSE e considerou que «as Beiras são um altíssimo laboratório para os estudos judaicos». O estudo apresentado sobre a presença de judeus no concelho do Sabugal entre o século XVI e os nossos dias surpreendeu a plateia que acompanhou com muito interesse toda a exposição. Jorge Martins é autor de vários livros sobre a temática judaica e colaborador do «Capeia Arraiana».
«A rede de judiarias de Portugal vai ser muito importante para os turistas poderem conhecer o património judaico existente nas várias localidades», reconheceu o espanhol Antonio Amil, da rede nacional de judiarias de Espanha.
Carolino Tapadejo, coordenador da rede de turismo social da União das Misericórdias, exortou os autarcas e entidades com responsabilidade na área para que «apostem» neste segmento turístico.
O consultor internacional Jack Soifer anotou que o país possui «um grande potencial e uma riqueza cultural fantástica» e afirmou que só a região da Serra da Estrela poderá ganhar «300 milhões de euros a curto prazo», apostando, em força, no turismo dirigido aos judeus.
António Padeira, do Instituto de Turismo de Portugal, a herança judaica «é um produto que tem um público-alvo mas também pode interessar a outras pessoas, não como motivação principal da viagem mas como motivação complementar e que deve ser ainda mais desenvolvido em Portugal», admitiu, reconhecendo como aspecto positivo, a preparação da rede de judiarias.
Jorge Patrão, presidente da Turismo Serra da Estrela assumiu que o turismo judaico representa «um nicho de mercado que envolve 13 milhões de pessoas e pode ser uma ajuda para a saída da crise de muitos países”, defendendo ainda a necessidade da criação de «mais equipamentos para atingir esse nicho de mercado».
jcl (com agência Lusa)

Os congressistas da área do turismo do 1.º Festival Internacional da Memória Sefardita que decorreu na Guarda defenderam a criação de uma rede nacional de judiarias. A iniciativa, onde participou o historiador Jorge Martins, foi promovida pela entidade regional de Turismo Serra da Estrela juntou no TMG judeus e especialistas nacionais e estrangeiros.

GALERIA DE IMAGENS – FESTIVAL SEFARDITA –  1 A 7-11-2010
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jcl

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Em exibição nos cinemas UCI

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