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Na Grécia, o primeiro ministro Papandreu, presumo que o actual presidente da Internacional Socialista, da qual faz parte o Partido Socialista Grego que está no governo, ordenou à polícia que quando visse em alguma praça da cidade de Atenas mais de quatro pessoas juntas, carregasse com força. Também já se vê em várias fotografias e, também em imagens televisivas, crianças de 6, 10 e 12 anos a serem agredidas violentamente pela polícia. Chamam a Papandreu o «Tsolákoglu», que foi o primeiro-ministro designado pelos Nazis quando ocuparam a Grécia, entre 1941 e 1942.

António EmidioIsto é Socialismo Democrático? Claro que não! Isto é ditadura.
Sabemos que os políticos de esquerda, principalmente os Socialistas Democráticos, foram pressionados, receberam pressões tremendas para aceitarem a nova ideologia, o que era inaceitável para eles, mas infelizmente aceitaram, renderam-se. Devido a essa rendição, perderam a credibilidade e, também lideres à altura, capazes de enfrentarem estas modernas ideias políticas do «internacionalismo monetário». Será que esta derrota tem a ver só com a crise económica? Portanto de carácter circunstancial? Não. Nos primórdios do século XX, os socialistas lutavam para derrotar o Capitalismo, com o fim da Segunda Guerra Mundial, através de acordos que deram expressão às liberdades políticas e aos direitos sociais dos trabalhadores, principalmente na Europa, entrou-se no Estado Social. A que se comprometeram os socialistas? Qual foi a parte deles no acordo com o sistema? Travar o avanço do comunismo soviético. E agora que caiu o Muro de Berlim, a missão histórica do Socialismo Democrático terminou? Nunca essa missão foi tão premente como agora! É preciso recuperar dessa derrota política, económica e cultural, permitindo esse desaire, que as classes poderosas, as elites económicas, ditassem as leis a seu belo prazer. Esta classe impôs-se com facilidade, em primeiro lugar, porque o trabalhador depressa assimilou a ideologia do «Pão e Circo» apresentada pelos «mass media», muitos programas televisivos deformaram uma geração de espectadores, foi incutida neles uma admiração irresistível pelo encanto e pela baixa e desprezível moral dos ricos. Depois, o Socialismo Democrático depressa se converteu à Doxa dominante, isso permitiu o aparecimento do Capitalismo de Casino, o mais ortodoxo e selvagem, aquele que não quer estar ligado à Democracia…
A esquerda e os trabalhadores tudo perderam, até o poder reivindicativo, chegou-se então aos dias de hoje, ambos estão numa condição subalterna e humilhante a que o sistema os condenou.
Solução? Mais DEMOCRACIA! Menos vacilações! Mais valentia! Também é necessária uma nova ordem politico/económica, a esquerda não deve pactuar mais com o Capitalismo, mesmo como Capitalismo «light», deve ter por ela os mais humildes e os marginalizados, mas também todos aqueles que compartem os valores da Liberdade, da Igualdade, da Paz, da Solidariedade, do Progresso e da Justiça Social. É necessário um Mundo mais justo. O Neoliberalismo transformou profundamente a sociedade, na parte ideológica e também na parte económica: o coeficiente Gini, que mede as desigualdades, chegou a conclusões incríveis, a diferença entre salário do trabalhador e do directivo, passou de 40 para 1, a 400 para 1, num prazo de vinte anos, a mobilidade social diminuiu, a qualidade do ensino deteriorou-se e a divisão do PIB entre capital e mão de obra, inclinou-se mais do que nunca a favor do capital.

Alguém de bom senso nega que vivemos num regime Capitalista de Casino? Vejamos: o Deutsche Bank emprestou aos casinos de Las Vegas 3.720 milhões de euros. Esse dinheiro, dizem que corresponde à divida soberana de Espanha, Portugal, Grécia e Irlanda. É muito provável que o nosso dinheiro, aquele que nos vai ser tirado com as draconianas medidas económicas, vá direitinho para o Deutsche Bank, seguindo depois viagem até Las Vegas. Tem mais valor um casino do que um povo, do que uma Nação. Um dia chamaram-me porco comunista num comentário a um artigo meu, ideologicamente não sou comunista, basta ler os meus artigos para verem qual é a minha ideologia, mas deixai que diga uma coisa: o que os comunistas disseram sobre o comunismo, muitas vezes não correspondia à realidade, mas o que disseram sobre o capitalismo, não falharam em nada.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

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Dizia-me um amigo de grande sentido ético e moral – um refúgio humano e espiritual, o que hoje é uma excepção, mas que eu tenho o privilégio de ter, ideologicamente um socialista democrático – que continuasse a escrever os meus artigos, mas que nada conseguiria mudar. Respondo-lhe: é preciso lutar para não cairmos na barbárie. E escrever também é lutar.

António EmidioExiste, ou existirá algum dia a sociedade socialista perfeita? Algum dia o homem atingirá a plenitude da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade? Impossível! Por questões antropológicas e sociais, também a ambição económica do homem actual impossibilita essa sociedade. Sendo assim, à partida existe já um vencedor, o Capitalismo. E o Socialismo? Há quem diga que são dois irmãos gémeos, ambos filhos da Revolução Industrial. Essa Revolução onde os trabalhadores foram tratados como escravos (século XIX), trabalhavam horas sem fim em condições sub-humanas e sem direitos. Nasce então o Socialismo, começaram pessoas com sensibilidade social a lutar pelos direitos dos trabalhadores, é dessa luta que nascem os dias de descanso, as férias, os ordenados decentes, escolas para os filhos dos trabalhadores, direito à greve, direito de reunião, de manifestação, protecção e segurança social, entre outros. Estes direitos que foram arrancados com sangue, lágrimas e a morte de muitos e muitas que lutaram contra a exploração do homem, são conquistas do Socialismo. As grandes fortunas, os grandes oligarcas, chamam aos direitos dos trabalhadores a face humana do Capitalismo, não é face humana nenhuma, são lutas de séculos. O Socialismo Democrático humanizou o Mundo e, continua a humanizar, lutou e continuará a lutar para que a desigualdade seja mínima, não máxima, já que a igualdade total é uma coisa que só existe na imaginação do homem.
Mas tudo o que foi conseguido está em franco retrocesso depois de três décadas de Neoliberalismo e com o surgir de mentalidades esclavagistas como foi Reagan e Thatcher, como são Merkel e Sarkozy e, tantos outros que estão a chegar ao poder, como David Cameron.
O Socialismo é uma luta constante, é uma luta diária por uma utopia que é a sociedade socialista perfeita, nunca se conseguirá! Mas se não travarmos esta luta, cairemos no Inferno! Lutemos para não cair no Inferno. Compreendes agora porque luto, escrevendo? Meu amigo e camarada!

E agora uma aclaração terminológica: quando digo pessoas que lutaram pelos direitos dos trabalhadores, são os socialistas democráticos, os comunistas, os anarquistas, os cristãos de base e, todas as ideologias que dizem que o homem não pode ser explorado.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Sem dignidade e coragem não podemos derrotar aqueles que nos oprimem. Aqueles que pensam por cima da Política, da Democracia, da Res-pública e da economia, a oligarquia financeira.

António EmidioA União Europeia é isto:
Presentemente a União Europeia é um férreo despotismo financeiro que cada vez tem mais poder, esse poder está fora de qualquer controlo democrático. E as medidas económicas que alguns Estados são obrigados a tomar contra os seus cidadãos, nunca conseguirão satisfazer as grandes oligarquias mundiais e europeias. Só irão aumentar a exclusão social nesses Estados e não acabarão com a crise económica que os consome. Os tratados europeus consagram a omnipotência dos mercados e da lei dos accionistas.
Politicamente o que é a União Europeia?
São os interesses particulares das nações mais poderosas. Estas nações praticam uma espécie de colonização financeira que vai destruindo os países mais fracos política e economicamente, roubando-lhes toda a riqueza, empobrecendo as suas populações, deixando-as nas mãos de especuladores.

O socialismo democrático deve ser isto:
Todo o leitor assíduo deste Blog conhece a minha posição em relação ao «socialismo» de José Sócrates e, não só ao «socialismo», também ao seu carácter e à sua personalidade. Os portugueses e, principalmente aqueles que acreditam no Socialismo Democrático, foram enganados por José Sócrates e seus devotos. Ser socialista é ter sensibilidade social e a preocupação e respeito pela dignidade humana. O Estado Social é a razão de ser de uma política de esquerda, própria da Social-democracia e do Socialismo Democrático. O Socialismo Democrático, como a própria palavra o refere, tem de respeitar a Democracia. Neste momento em Portugal, estão a ser postos em primeiro lugar os interesses de uma pequena minoria oligárquica, excluindo os interesses da maioria dos portugueses. Assim não há Democracia.
José Sócrates e os seus devotos, enquanto governantes, usaram de uma política própria de um Tony Blair, um trabalhista inglês que lançou a tão célebre Terceira Via, uma corrente ideológica que ao fim e ao cabo ninguém sabe o que é, mas na prática resume-se em dar muito aos que têm muito, e esperar que toda essa riqueza se repercuta nos que têm pouco, ou mesmo nada…Isto não tem nada a ver com Social Democracia ou Socialismo Democrático. Sócrates aplicou essa Terceira Via em Portugal, esse modernismo teve como consequência que entre 2005 e 2011, a desigualdade social em Portugal aumentasse até limites nunca vistos desde 1974.
Por favor, não me venham com essa história do modernismo Socialista, dizendo que os tempos mudaram e, que tudo o que aí atrás era verdade, agora não passa de uma mentira. É este o argumento usado pelos «modernos socialistas», justificando assim a sua falta de sensibilidade social. Olhai! Por muitas voltas que o Mundo e Portugal tenham dado, o que não mudou nem mudará, é o conceito de justiça, que é um valor aplicável em todas as épocas históricas.
O Socialismo Democrático não pode ser uma aberração ideológica, como fizeram dele José Sócrates e os seus devotos.
Militantes e simpatizantes do Partido Socialista, já lestes «Le Changement», projecto socialista francês da Secretária Martine Aubry, para as eleições presidenciais de 2012 em França? Se puderem leiam.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Todos os programas políticos postos em prática pelos governos, foram incapazes de dar uma resposta aos grandes problemas que atravessam a Europa.

Strauss-Khan - director geral do FMI

António EmidioFoi-nos prometido um Paraíso, principalmente a nós portugueses e aos outros países periféricos, como a Espanha, Grécia, Irlanda, e aos povos do Leste Europeu. Esse Paraíso depressa se transformou em Inferno. Como exemplo, temos que 70% do Povo Romeno, vive com 350 euros mensais! Os produtos básicos para poderem viver, são tão caros como no resto da Europa. Todos esses organismo, como a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e, outros, estão regidos pura e simplesmente pelos interesses das poderosas nações como a Alemanha e a França, debaixo da super visão dos Estados Unidos (Wall Street, nunca o esqueçamos), não pelos interesses comuns e muito menos pelas necessidades dos povos mais débeis economicamente. O que devia ser uma união, não passa de uma divisão que vai, passe a redundância, dividindo cada vez mais, é lógico que assim seja, esta União Europeia está baseada na agressividade da concorrência económica, tendo por fim única e simplesmente o lucro das empresas e bancos. Também à medida que se vai expandindo a ideologia Neoliberal na União Europeia, vão-se multiplicando os pobres nas periferias das grandes cidades e no interior de muitos países, entre eles Portugal. Os políticos e os corifeus da comunicação social não querem reconhecer publicamente que este sistema político-económico é desumano, porque isso significaria admitir a sua cumplicidade com ele. Haverá mais, muitas mais reuniões, delas nada sairá senão canalhices e novas maneiras de roubar quem trabalha. Mitterrand, um socialista democrático já dizia que este tipo de construção europeia seria uma injustiça social tremenda. Tinha razão.
Revolto-me quando vejo aqueles senhores e aquelas senhoras, bem vestidos, bem alimentados e bem remunerados, dentro de luxuosos e confortáveis gabinetes, ou em reuniões uns com os outros, pagos com dinheiros públicos, «trabalharem» para converter todo este Inferno num Paraíso Celestial em que o maná cairá do Céu para todos sem excepção. A Europa, querido leitor(a), está a ser governada pelos maus e pelos vis, que permitem a corrupção das grandes empresas, a falta de controlo dos movimentos do grande capital, a especulação das bolsas e, a fuga do dinheiro dos impostos dos poderosos para off-shores.
A Irlanda, essa aluna tão aplicada do Fundo Monetário Internacional, que baixou os impostos, e de que maneira! Ao grande capital, bancos e empresas, liberalizou a actividade económica, desregulou, o que significa que os bancos e empresas faziam o que queriam sem prestar contas a ninguém, privatizou tudo quanto pôde e, obrigou à moderação salarial. Era esta a chave do êxito, o que deveria fazer qualquer país para tornar a sua economia próspera e dinâmica! Vejam no que deu! E por acaso alguém está recordado que a Irlanda no seu programa de austeridade fez cortes nos salários (dos que trabalham) até 20% e reduziu as prestações sociais até 10%? E que pôs á disposição dos bancos milhões de euros quando estes faliram? E agora? Novas reuniões, novas canalhices para que tudo fique igual, ou pior.
Agora querido leitor, um exercício de hipocrisia: o senhor Strauss-Khan, director do Fundo Monetário Internacional, que quando algum país lhe pede ajuda, a primeira coisa que pede é aumentar o desemprego para optimizar empresas e Estados, teve estas palavras: «Quando alguém perde o trabalho, a sua saúde piora, a educação dos filhos igualmente piora. Quando a gente perde o emprego, a estabilidade social provavelmente será pior, o que ameaça a Democracia e inclusive a paz». Convém dizer que este senhor é «socialista» do Partido Socialista Francês e, provavelmente será o candidato desse mesmo partido às próximas eleições presidenciais francesas.
Atravessamos uma crise de civilização, tudo está em crise, a política, a economia, as relações internacionais, o meio ambiente, a energia, a sociedade, a moral pública e também a privada. Saída para isto? Uma nova maneira de fazer política, uma maneira ética e humana. É pedir muito, não é?
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Estamos a assistir neste princípio de século, a transformações de ordem social profundas a nível mundial. Da maneira que forem conduzidas essas transformações dependerá a justiça social, a igualdade a Liberdade e a Democracia.

António EmidioUm perigo está presente: a Globalização Económica e o avanço veloz da tecnologia, que ultrapassam a capacidade dos Estados e dos seus governantes eleitos democraticamente. Isto traz consequências gravíssimas, entre elas está a concentração da riqueza em cada vez menos mãos e, o retrocesso dos direitos e das liberdades, no fundo, da Democracia.
A presente ameaça para o homem não vem só da crise capitalista, vem também dos partidos de esquerda, entre eles a Social-Democracia e o Socialismo em Liberdade (presentemente estas forças políticas aproximam-se cada vez mais da direita medieval, mas nasceram e formaram-se como partidos de esquerda e, até aos anos oitenta do século passado governaram à esquerda). Mas será que esse projecto Social-Democrata, Socialismo em Liberdade, se perdeu por completo? Perderam-se os ideais Social-Democratas e Socialistas? Não! O que acontece é que uma nova vaga de governantes de esquerda pôs em causa o Estado Social, o Estado de Bem Estar e, usam políticas próprias do neoliberalismo, ou seja, deixaram-se voluptuosamente sodomizar pelo pensamento único, tudo por falta de personalidade e conveniências materiais, originando retrocessos sociais, privatizações selvagens, espoliações das riquezas do Estado, para as pôr nas mãos de alguns. Não lhes interessa uma transformação social, estão contaminados ideologicamente pelo ideal neoliberal, que é um ideal só de ganância.
Que fazer para mudar isto? Que fazer para voltar a dar dignidade aos cidadãos e libertá-los desse jugo neoliberal que cada vez os oprime mais? A nossa consciência moral, querido leitor(a), caminha mais rápido que a capacidade das instituições políticas encontrarem soluções para este estado de coisas. Sabemos que queremos mais do que votar cada quatro anos, queremos participar na mudança, somos conscientes dos excessos do Capitalismo Selvagem que vai criando pobreza a um ritmo assustador. Sabemos que há alternativa, sabemos que temos de democratizar a economia, sabemos que são necessárias mudanças políticas interessadas no bem estar dos cidadãos, do bem estar social, sabemos que é necessário emprego para todos, temos de defender a dignidade do trabalho e, não ver nele uma mercadoria, como faz a maldita lógica do mercado, por isso tanto desemprego, tanta precariedade laboral e tantos códigos de trabalho Manchesterianos. Sabemos também que é necessário equilíbrio ecológico.
Os direitos sociais na saúde, na educação, nas pensões e nas políticas de igualdade, são a base ideológica da Social-Democracia e do Socialismo em Liberdade, só estes direitos trazem Democracia e Liberdade.
É preciso mais Estado (não este, o neoliberal, que rouba aos necessitados e às classes médias baixas, para dar ao grande poder económico), mais e melhor Democracia e, uma das coisas mais importantes, que a política prevaleça sobre a economia.
Não se esgota a justiça social e o Estado Social, na Social-Democracia, nem no Socialismo em Liberdade, mas é a partir deles que a humanidade partirá para um Estádio mais avançado de civilização.
Autênticos sociais-democratas e socialistas, tendes um encontro com a história, não falteis, se faltardes, caminharemos para o abismo.
Amigo leitor(a), já devia ter reparado que não tenho feito nenhum comentário àqueles artigos que mais me tocam e, nos que a mim dizem respeito. Resolvi silenciar-me, não para fugir às críticas, muito comentei, muito escrevi. Mas noto que começa a não haver lugar para mim e para os meus ideais. Sou um derrotado e, como todos os derrotados sinto uma imensa solidão que por mais paradoxal que pareça, só a consigo colmatar com o silêncio. É a «noite escura da alma», é o preço que pago por ser fiel à minha consciência e, fugir do narcisismo e da glória, que são modelos pouco nobres, e até vulgares, de conduta. Adeus querido leitor(a) pelo menos, por agora, aqui nos comentários.
Mas porque continuo a escrever? Não sei responder ao certo, talvez por necessidade espiritual, psicológica, pessoal, cultural, sinceramente não sei. Ao fazer esta pergunta a mim mesmo, lembrei-me de Che Guevara, porque resistiu até à morte quando estava rodeado de inimigos? Não sabia que ia morrer? É esse facto histórico, esse exemplo de coragem e perseverança na defesa de um ideal que me leva a não largar a minha arma que é a caneta. Mas um dia, serei «abatido».
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

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