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Um fim de semana de recordações boas…

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Realiza-se este fim de semana o encontro dos antigos alunos do Colégio do Sabugal.
Motivos profissionais e, também pessoais, impedem-me de estar presente, pedindo desde já desculpa pelo facto.
Fui aluno do Colégio entre 1963 e 1969, um período sempre importante na vida de uma criança que se transforma em adolescente.
O Colégio teve uma importância decisiva na vida do Concelho do Sabugal e, estou certo, muitos dos que, como eu, estudaram para além da 4ª Classe, só o fizeram porque existia aquele estabelecimento de ensino.
Muitos sabem que a partir de uma determinada data eu e o proprietário/diretor cortámos as nossas relações pessoais, mas também sabem que sempre considerei o Colégio como algo de muito importante.
E, também por isso, é sempre com alegria e emoção que nos reencontramos periodicamente.
Acredito que este encontro vai ser novamente um êxito e aos organizadores, na pessoa da muito minha amiga de infância e de hoje, Rosa, um abraço sentido a todos os presentes.

È também esta a altura da Sra. da Póvoa, em Vale de Lobo (não sei que raio deu às pessoas para lhe mudarem o nome…), grande romaria da Beira Baixa, que se realiza segunda-feira.
O meu avô todos os anos ali prometia ir… na companhia do neto. Abalávamos na carreira de Belmonte, merenda às costas e lá íamos participar na festa à Sra. da Póvoa.
Mas se esta é uma festa importante, não posso deixar de, mais uma ez, ressaltar que também o Concelho do Sabugal tem a sua Sra. da Póvoa na Sacaparte em Alfaiates, onde também na segunda há festa.
Recordo a primeira vez que ali fui, curiosamente ao casamento do grande amigo Alcino «Palhinhas», aproveitando para publicamente lhe expressar a minha solidariedade neste momento menos bom porque está a passar a sua esposa.
A Sacaparte, já o disse, é um espaço maravilhoso e uma joia por lapidar.
Conheço poucos sítios tão lindos e com tantas possibilidades de aproveitamento para, por exemplo, um festival de verão.
Um abraço aos meus consócios da Liga dos Amigos da Sacaparte, acompanhado de um pedido de desculpa por não estar presente.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

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A Liga dos Amigos da Sacaparte, na freguesia de Alfaiates adjudicou as obras de restauro de paredes, cobertura e tectos da Capela da Sacaparte e apresentou contas da Liga e da Senhora do Carmo. Publicamos, de seguida o comunicado e os relatórios de contas.

Convento Sacaparte - Alfaiates«Alfaiates, 1 de Dezembro de 2010
A Direcção da Liga dos Amigos da Sacaparte deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Esperança.
Relativamente às obras de Restauro de paredes, cobertura e tectos da Capela da Sacaparte informamos que foram pedidos orçamentos a todos os construtores de Alfaiates. Não houve interessados, pelo que foram pedidos orçamentos a firmas de outros locais, que depois de verificados e analisados, deliberou-se adjudicar a obra à firma «Tijolo Cruzado, Lda.» que apresentou as melhores condições, estando previsto o inicio da obra para 1 de Dezembro de 2010, a executar no prazo de 120 dias.
Agradecemos a todos quantos têm dado o seu contributo para o Santuário da Sacaparte esperando mais uma vez a vossa ajuda, pois o orçamento das obras é superior à quantia existente.
Se quiser dar o seu donativo poderá faze-lo através de envio por correio ou por transferência bancária, para o NIB – 0045 4025 40165780914 13 enviando o respectivo recibo de pagamento para Liga dos Amigos da Sacaparte, Centro Cultural e Recreativo de Alfaiates, 6320-081 Alfaiates, ou pelo e-mail: lasacaparte@hotmail.com
Poderá pedir esclarecimentos através dos contactos: Adérito Alves, 917546070; Francisco António Vaz, 965130273; José Amaral, 966238876; Joaquim Vaz, 962521158; e Justina Baltazar, 966133333.
Com os melhores cumprimentos e amizade,
A Direcção

Relatórios de contas. Aqui.
jcl

Desde longa data, a festa esteve presente no quotidiano popular, e a festa religiosa integrava-se também neste quotidiano. Destas faziam parte as procissões, manifestações colectivas que realizadas em espaços públicos, eram de natureza comemorativa, festiva, penitencial ou expiatória, quaresmais, de desagravo, propiciatórias, de acção de graças, etc.

João ValentePara isso contribuiu, como escreveu Katia Mattoso, a respeito dos povos ibéricos, «a religião do povo ser mais religião da paixão que de ressurreição. Ela se manifestar melhor numa procissão do Senhor Morto, que no Triunfo Eucarístico».
As disposições da Mesa de Consciência, as Ordenações Filipinas, a Inquisição, também ajudaram, impondo os dogmas e práticas cristãs às populações, sem discussões.
Os compromissos de algumas Irmandades das Misericórdias, puniam também quem não aparecesse aos actos públicos, oferecendo em contrapartida indulgências para a participação nas procissões «Corpus Christi», no seguimento da doutrina do Concílio Tridentino que desenhou duas faces para o Deus Cristão: A de um «Deus remunerador», para os submissos; A de outro «Deus vingador», para os relapsos.
Por último, o culto pela Paixão e pela Virgem Dolorosa era geral no Ocidente antes da reforma e foi recuperado na Contra-Reforma, expandindo-se por toda a diáspora portuguesa no mundo e reflectindo-se na arte religiosa com cenas do calvário ou da paixão de Cristo, os chamados Passos ou Mistérios.
«Ensinem os bispos com cuidado, que com as histórias dos Mistérios da nossa redempção com as pinturas, e outras semelhantes, se instrue, e confirma o povo, para se lembrar, e venerar com frequência os Artigos da fé.» (sessão XXV do Concílio de Trento in Reycent, 1786, p.352-353.)
Assim, a liturgia dos Mistérios da Paixão, a composição artística do calvário e a representação das mesmas por autos bíblicos, foi uma consequência do sentimento religioso popular e desta evolução histórica, cujas reminiscências na cultura popular ainda subsistem nos autos da paixão, no andar dos passos e nas procissões das Endoenças ou Fogaréus.
Com o crescimento de popularidade, a natureza do ritual que exibia o sofrimento de Cristo, foi realçando o dramatismo e teatralidade de algumas personagens, como o desfile nocturno de flagelantes encapuçados, descalços, oferecendo um espectáculo expiatório e penitencial por excelência.
«Quando eles saíam com uma imagem, para fazer o povo chorar a vestiam de luto e decoravam com toda a forma de adornos para provocar dor» (S. João de Ávila, a propósito dos Passos da Paixão e dos irmãos das confrarias).
«Se aí existe algum amor, a alma está recompensada, o coração está suavizado, e as lágrimas vêm.» (Santa Tereza de Ávila, também a propósito dos Passos da Paixão.)
As lágrimas não eram só de sentimento, mas serviam também para purificar a alma, através da expiação pública, que a procissão da Semana Santa proporcionava.
Algumas faziam-se fora do período Quaresmal, mas estavam intimamente ligadas ao ciclo Pascal, revestindo o mesmo cariz penitencial. Era o caso das Endoenças que em Trás-Os-Montes se realizavam em Setembro e entre nós a célebre romaria dos encruados ou descamisados, em Setembro, a Sacaparte (onde só participavam homens) e que foi extinta já no século XIX, pelo último Bispo de Pinhel.
Estas manifestações religiosas eram promovidas sobretudo, após o aparecimento das Misericórdias, pelas respectivas Irmandades, cujos compromissos previam a sua forma de realização, bem como a participação dos irmãos nos diversos actos públicos de expiação.
Por exemplo o cap. XXXIV do compromisso da Misericórdia de Lisboa (copiado pela maioria das Misericórdias portuguesas) a procissão de Endoenças tinha por fim visitar todas as igrejas onde estava o Santíssimo Sacramento, despertando no povo o sentimento de religião pela paixão de Cristo.
Possivelmente é deste compromisso que no Sardoal e noutras terras se foi buscar a tradição (cuja origem hoje ninguém sabe) de enfeitar com pétalas todas as capelas do lugar, por onde passa a procissão da Paixão.
Normalmente na frente ia a bandeira da Misericórdia levada por um irmão, acompanhado de dois irmãos, com tocheiros. Adiante da bandeira iam dois irmãos com varas. Seguiam os clérigos, muitos irmãos e os penitentes.
Paixão de CristoOs actuais compromissos de algumas Misericórdias ainda mantêm estas e outras obrigações relacionadas com a Paixão de Cristo. Outras estão a retomá-lo em nome da tradição e também pelo sabor pitoresco da religiosidade popular que manifestam estes rituais, como é o caso de Penafiel.
Era assim descrita no século XVIII uma destas procissões de Endoenças:
«Os irmãos serão sempre duzentos e cincoenta até trezentos, e todos vão vestidos com ricas vestimentas pretas, e postos em ordem de procissão com velas nas mãos. Diante d’elles vão oitocentos, novecentos, até mil homens e mulheres disciplinando-se, os quaes vão todos vestidos de vestimentas pretas, e assim homens como mulheres se ferem com disciplinas, que tiram muito sangue; e esta procissão vae repartida em três ou quatro estancias, e entre uma e outra um retábulo ou Christo posto na cuz, e no meio vão dez ou doze irmãos com suas varas, regendo-os e mettendo-os em ordem.
Entre estes disciplinantes vão muitos homens com barras de ferro, e cruzes de pau grandes e pedras às costas: e para claridade da gente levam cincoenta pharoes de fogo, em que se gastam dois mil novellos de fiado de tomentos engraxados em borras de azeite e sebo para darem bom lume, os quaes pharoes vãos postos em hasteas muito compridas e altas; e levam trinta lanternas grandes metidas também em hasteas com velas dentro acesas; e os irmãos que regem, trazem nas mãos quantidades de velas para tanto que faltar proverem de outras: levam mais trinta homens com bacias nas mãos cheias de vinho cozido, e os disciplinantes molham e lavam n’elle as disciplinas, porque lhes apertam as carnes. Da mesma maneira vão dez ou doze homens com caixas de marmelada feita em fatias, as quaes mandam muitas pessoas fidalgas devotas, que dão aos penitentes; e levam outras de confeitados e de cidrão para os que enfraquecerem acorrerem-lhes com um bocado; e vão outros tantos homens com quartas de água e púcaros nas mãos, dando agua aos que d’ella têem necessidade. E tanto que chegam à casa da Mesiricórdia estão physicos que espremem as chagas dos penitentes e lhes lavam com vinho para isso confeccionado, e os apertam e veste, e se vão curados para suas casas.» (Costa Goodolphim, in As Mesiricórdias, Lisboa, Imprensa Nacional, 1897, pág. 50).
Nas nossas aldeias também havia estas tradições ligadas à Quaresma, especialmente nas terras que tinham Santas Casas da Misericórdia, como Vilar Maior, Sortelha, Sabugal, Alfaiates e ainda em Pousafoles e no Soito.
«Na vila do Sabugal ainda subsiste o velho costume de nos domingos da Quaresma, ao anoitecer, toda a gente visitar as igrejas e capelas, cantando o terço no trajecto, até voltarem à igreja paroquial, onde entram somente os homens, ficando as mulheres à porta, entoando todas a Salvé Rainha. O mais curioso é que visitam também o local onde houve outras capelas, como a de S. Pedro e S. Tiago, e as ruínas da ermida de S. Domingos. Quando o povo, com o pároco e alguns homens vestidos de opas, com insígnias e cruz alçada, chegam junto das capelas ou do local em que elas existiram, todos ajoelham e rezam, terminando tudo na igreja paroquial com o canto da Salvé Rainha. Em todos os dias da Quaresma há o costume de encomendar as almas, que consiste num canto triste e sentimental, altas horas da noite, geralmente executado por homens e mulheres que tenham fama de cantar bem. Os rapazes costumam também entoar o terço, em dois grupos, percorrendo todas as ruas, bem distanciados um do outro, rezando alternadamente.» (Joaquim Correia in Terras de Ribacôa.)
Célebre também pela sua espectacularidade, era, segundo o mesmo autor, a procissão dos passos em Ruivós. «Lá apareciam em carne e osso soldados armados de lanças, levando à frente o centurião, com fardas, imitando as dos soldados romanos, a Madalena, de compridas tranças, S. Longuinhos, Simão Cireneu e a Verónica. Não faltava o Calhorra, empunhando e tocando uma grande trombeta, de som grave, rouco, que no dizer do povo, significava: Morra Jesus. O pobre trombeteiro, que era sempre um mendigo, a quem davam um quartinho, isto é, 1200 reis, ia defendido pelos mordomos e pela escolta, metido na sua túnica amarelada, semelhante à pele do lagarto, de chita pintalgada, e nem assim se livrava de pedradas dos rapazes, que consideravam uma boa acção apedrejar o desgraçado, ainda que fosse perto do andor de S. João ou da Virgem, que seguiam na procissão, ou perto do Senhor dos Passos, toscas imagens cujas feições faziam calafrios, devidas ao santeiro Cardépe, do Souto, um curioso inculto, mas habilidoso.. Quando o Senhor dos Passos serviu pela primeira vez nesta procissão, uma mulher do Souto gritou: – Ah! Pai divino, pai divino, feito do castanheiro do ti Corrécha! Desse castanheiro já eu comi castanhas!… Aquela imagem gigantesca causava terror, impressionava a multidão que reunia no largo de S. Paulo, onde era o calvário, junto da velha igreja. Era ali que a substituíam por outra imagem pregada na cruz. Uns soldados jogavam os dados, outros simulavam cravar as lanças no corpo de Jesus, outros levavam-lhe uma esponja à boca, na ponta duma lança. .. Havia três sermões, em que quase sempre era orador o falecido Padre João de Matos (O celebre Padre Matos das Guerrilhas Carlistas e da «Pavorosa», pároco de Aldeia da Ribeira), que arrancava à multidão muitos soluços e lágrimas, sendo ele o primeiro a chorar.» (ibiden.)
Contudo, como todas as outras tradições, estas também se vão perdendo e daqui a uns anos são apenas uma memória do passado, apenas registadas em livros.
A desertificação com a emigração e o decurso do tempo são uma esponja que vai apagando a nossa história colectiva.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

No próximo dia 28 de Junho a aldeia histórica de Alfaiates recebe cavaleiros e cavalos, que se concentrarão para realizarem um passeio pelo campo, seguido de um almoço de convívio entre os participantes.

Passeio Cavalo AlfaiatesA organização, que conta com a colaboração da Associação Hípica «Amigos do Cavalo», espera juntar algumas dezenas de cavaleiros no recinto do santuário da Senhora da Sacaparte. A concentração será logo pela manhã, às 9 horas, do último domingo do presente mês. Depois seguir-se-á o passeio a cavalo.
Na Barragem de Alfaiates, logo às 10h30, a comitiva fará uma primeira paragem para os participantes tomarem o pequeno-almoço proporcionado pela organização. Tomada a bucha, o passeio prossegue pelos caminhos campestres próximos da antiga vila medieval.
Ao meio-dia a caravana entrará em Alfaiates, onde os participantes percorrerão as ruas da aldeia e onde serão presenteados com uma bebida que servirá de aperitivo. Depois seguirão de volta ao ponto de partida, a Sacaparte, onde então terão direito ao almoço.
Os cavaleiros alfaiatenses Zé Daniel (telefone 963559514) e Beto (telefone 962454470) estão à frente desta organização, podendo ser contactados para efeitos de inscrição.
Os passeios a cavalo estão a tornar-se numa das actividades mais populares realizadas no concelho do Sabugal, muito por fruto do papel que a Associação Hípica «Amigos do Cavalo» tem tido, ao cativar cada vez mais pessoas para a criação de cavalos e apara a prática do hipismo.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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