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A Direcção da AAR-Associação dos Amigos de Ruivós organizou pelo segundo ano consecutivo o Passeio das Motorizadas pelo concelho do Sabugal. As velhinhas Famel, Sachs, Zundapp, Lebres e outras roncaram e esfumaçaram pelas estradas de Águas Belas, Pousafoles do Bispo, Sortelha e Sabugal durante a manhã e do Soito, Alfaiates, Vilar Maior, Carvalhal do Côa e Nave após um almoço bem merecido dos motards.

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Os habitantes de Ruivós recriaram a Paixão e Morte de Jesus, na Sexta-feira Santa, pelas ruas da paróquia. Às nove e meia da noite reuniram-se, junto ao Cemitério de Ruivós, largas dezenas de pessoas para assistir à recriação do momento mais significativo da fé dos cristãos.

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O cenário era verdadeiramente bucólico. A noite tornou-se amena, deixando brilhar a lua cheia. Nas ruas havia apenas luz de candeias, tochas e fogueiras. Os personagens estavam vestidos a rigor, com roupas da época. Dos 5 aos 80 anos, todos os actores deram um fulgor especial à vivência das últimas horas da vida terrena de Jesus.
No papel de Jesus Cristo esteve João Reis, do Grupo de Teatro «Guardiões da Lua», que arrancou os mais sinceros elogios por parte dos espectadores. Os restantes 81 personagens eram maioritariamente habitantes de Ruivós, contando-se também alguns paroquianos de Ruvina, Vale das Éguas e Badamalos.
O texto da peça de teatro, com 5 actos e 10 cenas, foi uma adaptação da paixão de São João, com algumas aportações de outros evangelistas.
O primeiro acto começou no Largo do Cemitério, com Jesus a enviar dois dos seus discípulos a preparar a Ceia Pascal. Já dentro da Capela de São Paulo, os presentes assistiram a duas ceias pascais: a primeira de uma família moderna, a segunda a evocar a última Ceia de Jesus.
No segundo acto, no Horto das Oliveiras, assistiu-se à oração de Jesus e à sua prisão, levada a cabo pelos príncipes dos Sacerdotes, pelos anciãos do Templo e pelos soldados judaicos e romanos.
O terceiro acto teve lugar no Largo da Fonte, junto das casas de Anás e Caifás, onde Pedro negou conhecer o seu mestre.
Já no Largo da Igreja estava instalado o Sinédrio e a Casa de Pilatos. O quarto acto foi muito participativo, tendo a multidão acusado veementemente Jesus e pedido a Pilatos a sua morte.
A caminho do Calvário, apareceu Verónica, Simão de Cirene, Maria de Nazaré e as mulheres de Jerusalém.
No quinto acto atingiu-se o clímax da peça. Jesus foi despido das suas vestes e cruxificado. Já na cruz, ouviram-se as célebres últimas “sete palavras” de Jesus antes de morrer. No momento em que Jesus morreu brilhou no céu um relâmpago e ouviu-se um forte trovão.
Todo o percurso foi feito em silêncio religioso. No final o sentimento comum era de emoção e preenchimento espiritual.
O pároco, responsável pela encenação, fez um agradecimento a todos os que colaboraram e contribuíram para que esta actividade fosse possível, agradeceu a presença de tão numerosa assembleia e desejou a todos uma boa Páscoa.
Organizaram esta peça de teatro a paróquia e a junta de freguesia de Ruivós. Apoiaram esta actividade as «Confecções Torre», a Câmara Municipal do Sabugal, a Sabugal+ E.M. e a paróquia de Aldeia da Ponte. Colaboraram na organização uma dezena de costureiras e mais de uma dezena de pessoas na montagem e apoio técnico.
Padre Hélder Lopes

Excelente iniciativa e excelente direcção de «actores». Os nossos parabéns ao Padre Hélder pelo dinamismo que tem colocado na sua pastoral.
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A festa de São Paulo decorreu em Ruivós entre os dias 24 e 28 de Janeiro. Foram cinco dias de intenso programa festivo entre terça-feira e sábado em pleno mês de Janeiro. Nas contas dos festejos que já foram entregues pelos mordomos Paulo Rebelo (Ruivós), Paulo Lages (Lisboa) e Filipe Esteves (França) e apresentadas ao povo durante a missa de domingo destaque para o resultado positivo de cerca de 2400 euros após o pagamento de todos os encargos. Na lista das despesas destaque para a entrega de 150 euros para o Salão de Festas e de 100 euros para a Associação dos Amigos de Ruivós. Falta apenas dizer que foi batido um novo record de consumo de cerveja Sagres. Nada mais nada menos do que 164 grades de minis em pleno Inverno. É obra! A fotoreportagem é da autoria de Marlene Leitão.

GALERIA DE IMAGENS – FESTA SÃO PAULO – RUIVÓS – 25-1-2012
Fotos Marlene Leitão – Clique nas imagens para ampliar

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A AAR-Associação dos Amigos de Ruivós organizou pelo quarto ano consecutivo o Magusto de São Martinho para os seus Sócios e Amigos. O convívio das castanhas e das caras farruscas teve lugar no Salão de Festas da aldeia no sábado, 12 de Novembro, e incluiu pela primeira vez torneios de sueca e de matraquilhos.

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O sábado foi um dia (e uma noite) com muita animação que começou com o 1.º Torneio de Sueca da AAR e o igualmente 1º Torneio de Matraquilhos da AAR.
As competições desenrolaram-se num prolongado convívio pela noite dentro e fria que, contudo, não conseguiu fazer com que os convivas arredassem pé.
A noite dedicada a São Martinho (onde se comem castanhas e se prova o vinho) foi animada, além das castanhas serem mais uma vez feitas assadas com a tradicional caruma, que com tanto frio teimava em não acender, não faltou quem pudesse partilhar as também tradicionais brincadeiras de sujar as caras.
Terminado o magusto e os torneios, foi o momento da merecida entrega dos prémios aos vencedores que tanto se esforçaram para chegarem ao fim.
Como não podia deixar de ser a direção da AAR fica bastante satisfeita por realizar atividades que contribuem para o convívio e a alegria dos seus Sócios e Amigos na freguesia de Ruivós.
Bem-haja a todos e para o ano há mais.
Gonçalo Pires
Presidente da AAR

No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor. Reportagem de Sara Castro com imagem de Sérgio Caetano da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

Rota das Adegas 2010 - Ruivós

Há momentos da nossa vida que ficam registados para sempre. A Rota das Adegas 2010 agendada para sábado, 4 de Dezembro, reuniu em Ruivós cerca de uma centena de amigos que quiseram passar um dia diferente.
Tudo começou no Sabugal no bar do Tó de Ruivós com uma conversa sobre chocalhos que derivou para uma contagem de quantas adegas tinham aberto a porta na última vindima. «Humm! Ora conta-as lá. Foram cerca de 20», afirmou com aquele ar de certeza absoluta. Ideia puxa ideia e tudo fica logo ali decidido. «Vamos fazer a rota das adegas e proporcionar uma alegria aos velhotes que andam sempre a dizer que agora a malta nova já não bebe vinho», acrescentou o Tó.
A ideia foi apresentada ao Manuel Leitão, alcalde de Ruivós, que desde logo a «apadrinhou» e acrescentou mais alguns pormenores para engrandecer o encontro.
O tempo pregou uma partida aos organizadores. O forte nevão da noite de quinta e madrugada de sexta-feira cobriu com um imenso manto branco a freguesia e invalidou a concentração de cavaleiros preocupados com o gelo que apareceu um pouco por todo o lado. Igualmente o desfile do mundo rural foi remarcado para a segunda edição em 2011.
Ao salão de festas e sede da Associação dos Amigos de Ruivós foram chegando, pouco a pouco, os participantes. Por volta do meio-dia, junto aos assadores, foi içado o marrano preso pelo chambaril e logo ali foi desmanchado com mestria pelo Amândio do Talho do Mini Preço.
Após o almoço teve início a primeira edição da Rota das Adegas de Ruivós ao som da concertina e dos bombos de Badamalos. Com as canecas baloiçando penduradas no pescoço os rotistas visitaram as adegas de Manuel Leitão, Mário Martins, José Caramelo, Amadeu Filipe, Joaquim Pires, Manuel Leitão Caramelo, Joaquim Neves, José Carlos Lages, Joaquim (Quim da Zézinha), José Aurélio Caramelo, Francisco da Rapoula, Lourenço Caramelo, Francisco Vasco, Porfírio Leitão e finalmente Maximino Leitão. A meio do percurso um telefonema de Paris de Gabriel Martins convidava todos os participantes a passarem, também, pela sua adega entretanto aberta por um familiar.
Ao longo do percurso muitos foram os momentos de animação e de camaradagem entre todos numa salutar e bem-disposta atitude de desprendimento e união.
«Pertencemos a uma região de contrabandistas, no entanto, não temos nenhuma região demarcada. É chegado o tempo de fazer contrabando com o nosso vinho e promovê-lo directamente no consumidor», defendeu António Robalo, presidente da Câmara Municipal do Sabugal, na adega de Mário Martins, a segunda do mapa da rota.
O anterior presidente do município sabugalense, Manuel Rito, congratulou-se com a iniciativa e defendeu «a realização em 2011 da segunda edição».
António Morgado que foi, igualmente, presidente da autarquia raiana considerou que «há ideias simples que se transformam em momentos bem passados» acrescentando que deu «o tempo passado em Ruivós por bem empregue».
Registe-se ainda a presença de mais de uma dezena de presidentes de junta de freguesia do concelho do Sabugal e a participação especialíssima de Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda, que correspondeu com muita simpatia ao convite que lhe foi feito durante o Encontro de Tractoristas que decorreu em Pinhel.
A Rota das Adegas tinha um grande objectivo que foi alcançado: recordar e homenagear os que já partiram e que tantas vezes passaram as umbreiras das portas das adegas que agora voltaram a abrir para cumprir um ritual tantas vezes repetido na aldeia. A Rota das Adegas servia em tempos que já lá vão como desculpa para tardes (e noites) de boa disposição, amizade e união em Ruivós.
E agora resta esperar pela segunda edição. Com ou sem neve.

1 – Um bem-haja muito grande a todos os produtores de vinho caseiro de Ruivós que «alinharam» na Rota das Adegas recebendo todos os participantes com muita simpatia.
2 – Um bem-haja a todas as senhoras que colaboraram na cozinha na feitura das refeições.
3 – É tempo de apostar neste vinho caseiro e transformá-lo numa oportunidade. Considero até que a melhor forma de inverter esta desgraçada desertificação do nosso concelho é investir numa agricultura de qualidade. O futuro e a saída da crise passam pela aposta honesta e corajosa na produção agrícola adaptada ao século XXI.

jcl

No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

GALERIA DE IMAGENS  – ROTA DAS ADEGAS  –  4-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

GALERIA DE IMAGENS  – ROTA DAS ADEGAS  –  4-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

GALERIA DE IMAGENS  – ROTA DAS ADEGAS  –  4-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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No sábado, 4 de Dezembro de 2010, recordaram-se em Ruivós todos os antigos agricultores da aldeia retomando a Rota das Adegas para provar o vinho novo. Há memórias que nunca devem acabar num concelho conhecido pelo contrabando e pela excelência dos seus produtos agrícolas. A solução para o futuro do concelho do Sabugal pode estar na aposta numa agricultura de qualidade com produtos «de contrabando» directamente do produtor para o consumidor.

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Uma fada passou por cima de Ruivós e desenhou com um lápis branco as ruas, os telhados e as graníticas paredes da antiquíssima aldeia. Durante a noite de quinta para sexta-feira silenciosas plumas de neve construíram um mundo mágico, branco, puro e cristalino que brilhou ao sol até sábado, 4 de Dezembro.

GALERIA DE IMAGENS  –  NEVÃO EM RUIVÓS  –  3-12-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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Uma fada passou por cima de Ruivós e desenhou com um lápis branco as ruas, os telhados e as graníticas paredes da antiquíssima aldeia. Durante a noite de quinta para sexta-feira silenciosas plumas de neve construíram um mundo mágico, branco, puro e cristalino que brilhou ao sol até sábado, 4 de Dezembro.

GALERIA DE IMAGENS  – NEVÃO EM RUIVÓS  –  3-12-2010
Fotos Capeia Arraiana  –  Clique nas imagens para ampliar

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No sábado, 4 de Dezembro, todos os caminhos vão dar às adegas de Ruivós. A «Rota das Adegas 2010» vai proporcionar aos participantes a prova do vinho novo em 16 produtores locais.

Rota Adegas 2010 - Ruivós - Sabugal

Ruivós foi terra de agricultores. Ruivós foi terra de agricultura de subsistência. Em Ruivós, terra com cerca de 100 eleitores, resistem, ainda, mais de 20 adegas onde de forma artesanal e ancestral é produzido vinho. Pela primeira vez vai ser dinamizada a «Rota das Adegas» nas ruas e ruelas da velha aldeia proporcionando a visita a 16 adegas que vão estar todo o dia de porta aberta para os forasteiros provarem o vinho novo.
A «Rota das Adegas 2010» em Ruivós vai servir para prestar homenagem aos antepassados da terra e aos mais de 20 produtores de vinho «à moda antiga».
A ideia surgiu numa conversa entre dois naturais de Ruivós e foi desde logo apadrinhada por Manuel Leitão, presidente da Junta de Freguesia local.
No sábado, 4 de Dezembro, todos os caminhos vão dar ao Salão de Festas e Sede da Associação dos Amigos de Ruivós. Os participantes devem adquirir uma caneca em inox (5 euros) – pessoal e intransmissível – para colocar ao pescoço e que vem acompanhada por um passaporte para «carimbar» nas 16 adegas participantes.
A concentração de cavaleiros está marcada para o meio-dia e o almoço com grelhados de carne de porco para as 13 horas. Às 14.30 tem lugar um desfile rural com algumas surpresas e meia-hora mais tarde, às 15 horas é tempo de pegar no passaporte e iniciar a «Rota das Adegas» para prova do vinho novo. Ao final do dia (19 horas) é tempo de saborear um caldo verde acompanhado por alguns petiscos.
As terras do planalto do Côa têm um micro-clima propício à produção de vinho com bom sabor e grau moderado mesmo nos anos em que as geadas teimam em aparecer já fora de horas nos meses de Abril ou Maio.
Todos os anos os proprietários das vinhas (alguns a viver em Lisboa ou na França) cavam, descavam, podam, deitam as «caldas» e fazem a vindima nos primeiros dias de Outubro.
Na semana das vindimas durante a fermentação das uvas – em dornas de madeira que foram passando de pais para filhos – e antes de passar o mosto para os barris é feita a geropiga e algumas semanas mais tarde a aguardente de bagaço nas alquitarras caseiras ou nos lagares licenciados das redondezas.
Fazer vinho é uma arte nobre e intemporal e desde sempre o «néctar dos deuses» desempenha um papel relevante em quase todas as civilizações com Dionísio (deus grego) e Baco (deus latino) e em especial nos rituais cristãos onde simboliza o «sangue de Cristo».
Em Ruivós os antigos diziam que as vinhas gostam de ver a sombra e ouvir o assobio do dono mas, infelizmente, isso vai acontecendo cada vez menos.
Nas adegas da aldeia tem sido tempo de procurar as chaves e limpar as teias de aranha para receber todos os amigos que se vão encontrar e «beber para… recordar». Recordar com alegria episódios vividos em comum e onde acontecem sempre peripécias com piada para alegrar as conversas.

E já agora que o tempo ajude…
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O CERVAS devolveu à natureza na aldeia das Batocas uma águia-de-asa-redonda. O momento foi testemunhado por alguns populares e por Delfina Leal, vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal. Na próxima quinta-feira, 26 de Agosto, vai ser igualmente libertada uma cegonha júnior encontrada muito debilitada na freguesia de Ruivós.

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A águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) foi encontrada em Maio na Estrada Nacional que liga o Sabugal a Vilar Formoso, junto ao cruzamento para as Batocas. O animal foi recolhido por um particular após a queda do ninho, durante o abate de árvores e foi entregue à equipa do SEPNA da GNR da Guarda. Encaminhada para o CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens, em Gouveia, iniciou um processo de recuperação que consistiu em alimentação, de modo a que pudesse ter um desenvolvimento normal, para além de ter sido submetida a treinos de voo e de caça, e de ter estado em contacto com animais da mesma espécie, de modo a assegurar uma correcta aprendizagem dos comportamentos típicos.
O CERVAS tem como regra devolver os animais selvagens, depois de recuperados no seu «hospital», nos locais onde foram encontrados tentando garantir a sua rápida integração no meio ambiente.
Na sua devolução à natureza, no dia 12 de Agosto, nas Batocas, estiveram presentes cerca de 20 pessoas, entre as quais Delfina Leal, vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, para além de alguns populares, que baptizaram a ave com o nome «Batoquinhas».
Estranha-se a ausência de representantes da Junta de Freguesia de Aldeia da Ribeira e a falta de informação aos habitantes locais que declararam desconher a iniciativa.

Libertação de uma cegonha branca em Ruivós
Na próxima quinta-feira, 26 de Agosto, às nove e meia da manhã, o CERVAS vai devolver no Largo da Igreja Matriz de Ruivós uma cegonha branca (ciconia ciconia) júnior encontrada muito debilitada dentro da povoação no dia 14 de Julho pelo Tiago Lages e pelo Daniel Moura (dois jovens de férias na aldeia), após ter caído do ninho. A sua entrega ao CERVAS foi feita por um vigilante da Reserva Nacional da Serra da Malcata.
O processo de recuperação envolveu alimentação, de modo a assegurar um correcto desenvolvimento corporal e da plumagem de voo, o contacto com outros animais da mesma espécie de modo a que pudesse adquirir os comportamentos típicos da espécie, bem como treinos de voo de modo a poder fortalecer a sua musculatura.
A cegonha-branca (Ciconia ciconia) pertence à ordem dos ciconiiformes e distribui-se por todo o nosso país. Possui um comprimento entre 90 e 105cm (com o pescoço distendido) e uma envergadura entre 180 e 218cm. Pode viver até cerca de 33 anos em estado selvagem. Esta ave tem uma plumagem de cor branca com excepção das penas primárias e secundárias, as grandes coberturas e as coberturas primárias, a alula e as escapulares que apresentam uma coloração preta. A cegonha-branca possui pernas altas de coloração vermelha e pescoço longo. Os juvenis distinguem-se dos indivíduos imaturos e adultos principalmente através da coloração do bico: nas primeiras fases de vida é mais curto e quase preto, passando progressivamente para uma coloração acastanhada ou vermelho-pálido com a ponta preta, até atingir a coloração vermelha, típica dos adultos. 
Apesar de ser considerada uma ave aquática, a maioria dos casais nidificantes em Portugal utiliza diversos habitats como pastagens naturais, searas, montados ou lameiros. No entanto, charcas, pequenas ribeiras, pântanos, sapais e arrozais são muito utilizados por estas aves como locais de alimentação.
A cegonha-branca apresenta uma dieta bastante variada: insectos, lagostim-vermelho, anfíbios, pequenos mamíferos, répteis e até mesmo restos de alimento humano, que encontram em lixeiras e aterros sanitários.
Esta espécie é monogâmica e, geralmente, utiliza o mesmo ninho, ano após ano. Os casais podem nidificar isoladamente ou em colónias. Em Portugal, são conhecidas colónias constituídas por mais de 70 casais nidificantes. Esta espécie escolhe árvores, construções humanas de diversos tipos, postes e escarpas fluviais e costeiras para edificar o ninho. A postura é efectuada em Fevereiro/Março, sendo que a incubação dura 33-34 dias. O período de permanência no ninho, após a eclosão, é de aproximadamente dois meses (58-64 dias). A incubação, tal como a protecção e a alimentação das crias, é realizada por ambos os membros do casal, podendo ser criadas 1 a 5 crias.
Como curiosidade, a associação milenar da cegonha-branca ao nascimento de crianças está intimamente relacionada com os seus hábitos migratórios. O seu regresso à Europa, para aqui se reproduzir, coincidente com a estação da Primavera, que simboliza o renascimento da vida, tornou esta espécie num símbolo de fertilidade.
O CERVAS é um «hospital de animais» em Gouveia pertencente ao Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) / Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e que se encontra actualmente sob a gestão da Associação ALDEIA com o apoio da ANA – Aeroportos de Portugal e outros parceiros. O centro tem como objectivos detectar e solucionar diversos problemas associados à conservação e gestão das populações de animais selvagens e dos seus habitates. As linhas de acção do CERVAS são a recuperação de animais selvagens feridos ou debilitados, o apoio e/ou a realização de trabalhos de monitorização ecológica e sanitária das populações de animais selvagens, o apoio e fomento à aplicação do Programa Antídoto, a promoção da sensibilização ambiental em matéria de conservação e gestão dos animais selvagens e o funcionamento como unidade intermédia de gestão e transferência de informação e amostras tratadas através de parcerias científicas.
jcl (com CERVAS)

«Ruivós pelos meus olhos» é o lema do concurso de fotografia e vídeo organizado pela Associação dos Amigos de Ruivós. O objectivo do desafio com data limite de 15 de Agosto, aberto a sócios e não sócios, é perpetuar em imagens digitais a freguesia de Ruivós.

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Um concurso de fotografia e de vídeo, em formato digital, denominado «Ruivós pelos meus olhos» e a decorrer até 15 de Agosto é a actual iniciativa promovida pela Associação dos Amigos de Ruivós.
O concurso tem um carácter exclusivamente cultural, sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, aberto a sócios e não sócios, e tem como objectivo estimular a participação dos amantes da fotografia e do vídeo e guardar para sempre imagens da vida da freguesia em 2009.
Um júri composto pelos fotógrafos profissionais Kim Tomé (Tutatux) e Pedro Afonso premiará a melhor fotografia e o melhor vídeo, utilizando critérios de originalidade, criatividade, beleza e fidelidade ao tema proposto sendo a sua decisão soberana e definitiva. Serão desclassificadas fotografias em que o júri detecte situações de manipulação digital.
Os trabalhos, sem limite por participante, deverão ser enviados em formato digital nos formatos «JPG» ou «TIF» (máximo 300kb) para as fotografias e «AVI», «MPG» ou «WMV» (máximo de 5 minutos) para os vídeos.
Os participantes deverão indicar o nome completo, idade, telefone, contacto de email, afinidade com a freguesia de Ruivós (não é obrigatória) e a cedência dos direitos de autor para posterior publicação pública dos trabalhos.
A Associação dos Amigos de Ruivós, fundada a 14 de Agosto de 2007, tem levado a cabo iniciativas em prol da promoção e do desenvolvimento da freguesia com especial destaque para a realização da primeira Capeia com forcão da história da aldeia em Agosto de 2008.

Os trabalhos podem ser enviados por correio para: Associação dos Amigos de Ruivós – Estrada Municipal – Sede da AAR-Salão de Festas – 6320-291 Ruivós
ou para o email: ruivospelosmeusolhos@gmail.com

Página oficial da Associação dos Amigos de Ruivós. Aqui.
Blogue oficial da Associação dos Amigos de Ruivós. Aqui.
jcl

A Associação dos Amigos de Ruivós comemora o seu primeiro aniversário a 14 de Agosto de 2008. No sábado, 9 de Agosto, inaugura um piramidal monumento e realiza a primeira Capeia Arraiana com forcão da história da freguesia.

Associacao dos Amigos de RuivosRuivós não tem tradição nas capeias. Não tem mas quer ter. Ou como alguém já comentou está na segunda divisão mas tem ambições de ser promovida. A recém-criada Associação dos Amigos de Ruivós comemora o seu primeiro aniversário no dia 14 de Agosto. Levou a efeito ao longo do ano algumas iniciativas como o Magusto ou a excursão com dois autocarros à Capeia Arraiana organizada pela Casa do Concelho do Sabugal no Campo Pequeno. Durante as férias da Páscoa os elementos da Direcção que integra ruivosenses de Lisboa, Ruivós, França, Suíça e Luxemburgo construiu o primeiro forcão da história da freguesia de Ruivós.
A festa está marcada para sábado, dia 9 de Agosto, e tem a particularidade de ser nocturna. Mas tudo começa bem cedo com a celebração de uma missa pelas intenções dos associados seguida da benção de um monumento granítico sob a forma de pirâmide da autoria do presidente da Mesa da Assembleia Geral, Manuel Vaz Leitão.
Antes do almoço-convívio terá lugar a Assembleia Geral anual e a tarde está reservada para a confraternização entre ruivosenses e todos os que se quiserem associar à iniciativa.
À noite, a partir das 21 horas, terá lugar em substituição das garraiadas das edições anteriores a Capeia Nocturna onde fará a sua aparição, pela primeira vez, o tão carismático forcão raiano.
jcl

A recém-criada Associação dos Amigos de Ruivós deitou mãos à obra e construiu, pela primeira vez na história da aldeia, um forcão para a capeia de Agosto. Entretanto estão abertas as inscrições da excursão para assistir à Capeia Arraiana no Campo Pequeno.

Primeiro forcão construido pela Associação dos Amigos de RuivósA freguesia de Ruivós é uma das mais desertificadas do concelho. Envelhecida durante grande parte do ano cresce e rejuvenesce, como todas as aldeias do concelho, durante o mês de Agosto.
Em Ruivós há muitos apaixonados pela Capeia Arraiana que não perdem uma oportunidade para assistir aos encerros e touradas nas vizinhas freguesias raianas.
Sem grandes tradições nas capeias as primeiras tentativas com mordomias espontâneas começaram há meia dúzia de anos com garraiadas na Praça da Fonte. Mais recentemente foi vedado, com carácter de permanente, um espaço encostado ao salão de festas e rematado pelo muro do campo da bola para que ali fossem lidados os touros em Agosto.
Este ano a Associação dos Amigos de Ruivós, constituída em Agosto de 2007, resolveu chamar a si a organização da capeia de Agosto. Os irmãos Bruno (director da associação) e Marco (associado) assumiram a responsabilidade da mordomia e vão garantir a organização da capeia que em Ruivós tem a particularidade de ser nocturna.
Aproveitando a reunião da Direcção no dia 26 de Abril, os directores presentes orientados pelo empreiteiro de construção civil e presidente da Mesa da Assembleia Geral, Manuel Leitão, deitaram mãos à obra e construíram o primeiro forcão «a sério» da história da freguesia de Ruivós.
Assistiram à reunião os presidentes das associações de Vale das Éguas e de Aldeia da Dona (o da Ruvina estava igualmente convidado) aos quais foi dada a conhecer a composição dos órgãos sociais da associação e foi proposta uma parceria para a organização de uma excursão a Lisboa para assistir à 30.ª Capeia Arraiana da Casa do Concelho do Sabugal no Campo Pequeno.
Para os interessados informamos que estão abertas as inscrições (limitadas a 51 lugares) para a viagem em autocarro da Viúva Monteiro e com bilhete incluído para entrar no Campo Pequeno. A partida está marcada para as 8 horas da manhã com chegada prevista por volta da hora do almoço ao espaço reservado pela Casa do Concelho junto ao Campo Pequeno. O regresso deverá ocorrer por volta das 21 horas.
A directora responsável pelas inscrições é a Marlene Leitão e pode ser contactada pelo telemóvel: 965 701 146.
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JOAQUIM SAPINHO

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