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O restaurante «Casa da Esquila», localizado no Casteleiro, concelho do Sabugal, está de portas abertas, à espera de quem o visite. E quem ali vá não poderá ficar indiferente aos sabores gastronómicos, baseados na tradição, à excelência do serviço e ao requinte com que é brindado.

Este restaurante, que aposta no conceito Gourmet Rural, representou o concelho do Sabugal no dia 15 de Outubro, no Festival do Caldo, realizado em Viseu, onde confeccionou a Sopa do Chuchu. «Uma sopa de Outono com chuchu, a nossa castanha, entre outras preciosidades de Outono e finalizada com bagos de romã negra e hortelã da Serra de Malcata», referiu o proprietário e responsável pelo restaurante, Rui Cerveira.
O projecto da Casa da Esquila, assente no conceito Gourmet Rural, partiu do assumir da condição de ruralidade, numa terra com tradições gastronómicas que importa explorar e valorizar.
Dos frutos da época aos legumes produzidos nas terras sabugalenses, passando pela carne que vem das pastagens beirãs, pelos enchidos confeccionados ao modo tradicional e pelo peixe que vem de longe mas que aqui era cozinhado de modo especial, a Casa da Esquila adopta os ingredientes confeccionando-os e transformando-os em produtos de excelência.
Rui Cerveira assume que o «lado gourmet também nos permite por vezes algumas pequenas loucuras». É comum recorrer a combinações diferentes e originais, mas sempre com a presença da ruralidade, seja na qualidade dos produtos, seja na forma como são confeccionados.
Inaugurada há poucos meses, a Casa da Esquila é um projecto de génese hoteleira que pretende contribuir para a melhoria da oferta na região Beirã, aproveitando a proximidade com locais históricos como a aldeia medieval de Sortelha, o Sabugal, Alfaiates, Vila do Touro e Vilar Maior.
A casa assume três valores chave, que enquadram a sua prestação de serviços no ramo hoteleiro: a qualidade nos produtos e no serviço; o respeito pela comunidade; o proporcionar de sensações únicas e memoráveis.
O novo restaurante, com espaço amplo e acolhedor, é um local privilegiado para quem pretende apreciar a gastronomia de requinte a um preço acessível. Muitos dos produtos alimentares vêm da própria terra onde o restaurante está implantado, o que, aliado à eximia e exigente confecção, o tornam numa das melhores mesas Beirãs.
Na busca incessante pela inovação, a Casa da esquila vai realizar, no dia 22 de Outubro, a sua primeira «Oficina de Gastronomia», cujo tema será «Chás, Infusões e outras Tentações, do Tradicional ao Gourmet». Haverá provas surpreendentes e ensinamentos para que os participantes, num máximo de 20, apreciem melhor os chás e aprendam a viver melhor.
A Casa da Esquila, sita no Casteleiro, na rua da Estrada, nº 74, tem como coordenadas: N40º30’28.74 (Latitude), W7º23’26.95 (Longitude).
A lotação é de 70 pessoas na sala do restaurante, mais 310 na «Sala Cordovil». O preço médio de uma refeição completa é de 20 euros.
A Casa da Esquila está à espera de quem a visite (não tem dia de fecho), para surpreender.

Os contactos são: telefone 271381070, MSN casadaesquila@hotmail.com ou reservas@esquila.pt.
plb

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RESTAURANTES RECOMENDADOS – Por motivos profissionais estivemos dois dias na Covilhã, e como não podia deixar de ser, com uma pequena incursão na Serra da Estrela, onde fomos surpreendidos por um excelente típico restaurante, podendo apreciar autênticos menus gastronómicos.

Varanda da Estrela

Paulo Sá Machado - Ensaísta - Historiador - Emoções GastronómicasMas vamos já desvendar que é nas Penhas da Saúde que se encontra o «Varanda da Estrela».
Numa sala típica mas nem por isso menos acolhedora, fomos atendidos pelo dono, que simpaticamente nos começou por nos oferecer um folhado de cogumelos com queijo da serra derretido, Seguiu-se um excelente bacalhau gratinado com a casca de queijo da serra, muito bem condimentado. Como último prato, também um excepcional arroz de zimbro igualmente acompanhado por boletos, murilhos e xitaques.
Como pequena nota, deixamos a sugestão que a parte dedicada ao café, com um balcão já revisto muitas vezes, deve ser isolado, talvez por um simples biombo, ou separador.
Mas que o «Varanda da Estrela» merece uma visita pelos gastrónomos disso não temos qualquer dúvida. Vão e de certeza que vão repetir os excelentes sabores que nos são servidos, acompanhados pelos excelentes vinhos da região.
Já na Covilhã tivemos oportunidade de apreciar a comida caseira no «O Cofre» restaurante situado no antigo edifício da Banco de Portugal, muito bem condimentada e a preços muito acessíveis. Não perca estas duas sugestões quando se deslocar para os lados da Covilhã.

:: Bom apetite! ::
«Emoções Gastronómicas», crónica de Paulo Sá Machado

(Ensaísta, Historiador)
paulosamachado@netcabo.pt

RESTAURANTES RECOMENDADOS – De caminho para Guimarães, onde gosto de visitar e apreciar a parte antiga, Património da Humanidade, onde frequentemente me desloco, não só para visitar os seus belos e importantes museus, ou para procurar nalgum alfarrabista, peça de meu interesse, vim a conhecer uma interessante casa de bem comer, onde pontificam na cozinha, a Irmã Rosa, mãe de um dos dois atentos empregados de mesa e a Tia, como são familiarmente conhecidas.

Restaurante Florêncio - Guimarães

Paulo Sá Machado - Ensaísta - Historiador - Emoções GastronómicasQuem sai de Guimarães para S. Torcato, e logo ao fim do primeiro quilómetro e depois de uma pequena lomba, surge num portal, à esquerda, a indicação «Casa Florêncio» situada mais precisamente na Madre de Deus em Azurém.
Uma larga entrada, com mesas antigas, bancos, balcão de mármore, onde estão muitos comensais para beberem o seu copo do vinho, que sai de várias pipas, muito bem alinhadas, que se encontram por trás do taberneiro.
Através de um estreito corredor ou atravessando a cozinha, sempre impecavelmente limpa e arrumada, passamos para duas agradáveis salas, onde para além dos petiscos que se encontram na sala de entrada, nos brindam com umas boas entradas. Bom presunto, morcelas, orelheira, faceira, tripa, etc., para além dos conhecidos e normais bolinhos de bacalhau ou de carne, são os começos.
Depois de já ter provado um vinho verde da região ou um estupendo espadal, temos um bucho recheado, uma das especialidades da casa, e muito apreciado. Mas não ficamos por aqui, pois em várias ocasiões tivemos oportunidade de saborear, também um estupendo arroz de coelho, ou um «pica no chão» caseiro, para além de carnes assadas, estas mais correntes.
Continuamos a apostar nos vinhos da região, directos da pipa, não deixando de notar que a garrafeira é abundante e variada.
Para finalizar podemos apreciar o toucinho do céu ou o pão de ló, e outros doces, todos eles confeccionados pelo Pedro, neto do primeiro dono, e um dos eficientes e simpáticos empregados de mesa.
Vale a pena ir à minha tasquinha de hoje, certo de que na próxima crónica outra casa de pasto, vos indicarei. Um Portugal gastronómico, que ainda vale a pena descobrir.

:: Bom apetite! ::
«Emoções Gastronómicas», crónica de Paulo Sá Machado

(Ensaísta, Historiador)
paulosamachado@netcabo.pt

A Confraria do Bucho Raiano tem encontro marcado para o Restaurante Brasa, em Elvas, no dia 15 de Janeiro de 2011. O almoço está marcado para as 13.00 horas e é aberto a todos os interessados.

Elvas - Restaurante Brasa - Confraria Bucho Raiano - Capeia Arraiana

A Chancelaria da Confraria do Bucho Raiano respondeu afirmativamente ao desafio/convite de um confrade e do proprietário do Restaurante Brasa, em Elvas, para um almoço com bucho na cidade alentejana.
O encontro está marcado para as 13.00 horas no sábado, 15 de Janeiro de 2011 e será seguido de uma visita à Adega Mayor durante a tarde.
O programa completo aberto a todos os interessados inclui, ainda, o jantar de sábado e o almoço de domingo com dormida incluída.
As reservas devem ser feitas até ao dia 10 de Janeiro para email da confraria: confrariabuchoraiano@gmail.com ou para o telemóvel: 966823786.
Chancelaria do Confraria do Bucho Raiano

«Cá vamos indo» é uma expressão que o meu amigo Celso Ramos, Alcalde de Navasfrias, emprega muitas vezes para dizer, logo de seguida, que já fala muito bem o português. Diz ele que é uma expressão da raia.

(Clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Nascente do CôaEu empreguei o «cá vamos indo» como que a querer dizer que nos Fóios o progresso continua.
No último dia de Agosto, com o tempo algo esquisito, trovejou e choveu ao começo da noite, os proprietários do restaurante «Eldorado», Quim e Ramitos, ainda com a filha Petra por cá, viaja para S. Tomé e Príncipe na sexta-feira, decidiram inaugurar uma piscina que mandaram construir num terreno que fica mesmo em frente do restaurante.
Foi um convívio muito agradável sobretudo porque os proprietários quiseram brindar os seis funcionários(as) e respectivos filhos(as), precisamente no dia em que entraram de férias, com uma festa junto e dentro da piscina. Foi, sem dúvida, um gesto bonito este reconhecimento àqueles e àquelas que tem contribuído para o sucesso do restaurante «Eldorado» que continua a fazer furor nesta bonita zona raiana. Durante os meses de Julho e Agosto foi sempre casa cheia.
Espero e desejo que até ao dia 24 de Setembro gozem uns óptimos dias de férias que, aliás, bem merecem.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

No dia 17 de Abril de 2010 escreveram-se mais umas linhas na história do concelho do Sabugal, das suas tradições e da sua gastronomia. O 1.º Capítulo e Cerimónia de Entronização da Confraria do Bucho Raiano merecem ficar documentados para mais tarde recordar. (Parte 1).

GALERIA DE IMAGENS – CONFRARIA BUCHO RAIANO – 17-4-2010
Fotos Câmara Municipal do Sabugal – Clique nas imagens para ampliar

1 – Parabéns a todos! O entusiasmo e a dedicação dos participantes compensam todos os trabalhos e canseiras que antecederam este dia histórico.

2 – Correspondendo a vários pedidos que nos chegaram a oração de sapiência do escritor Célio Rolinho Pires vai ser publicada no Capeia Arraiana dividida em duas partes nos domingos, 25 de Abril e 2 de Maio.

3 – Os interessados em pertencer à Confraria do Bucho Raiano devem fazer o seu pedido de admissão junto dos confrades entronizados ou através do correio: confrariabuchoraiano@gmail.com

4 – O 2.º Capítulo está marcado para o dia 5 de Março de 2011, sábado de Carnaval, num restaurante do concelho do Sabugal a decidir em reunião de Chancelaria.

As raras vozes desalinhadas que cumprem o seu eterno papel de «estar contra tudo o que foge do ramerrão instalado» fizeram-nos, no entanto, recordar o Canto IV, estâncias 94-104, de «Os Lusíadas», de Luiz de Camões. Refiro-me, claro, ao episódio do «Velho do Restelo»…
jcl

O famoso restaurante português Pedra Alta junto ao aeroporto de Orly, nos arredores de Paris, foi «visitado» por dois malfeitores na noite da passada segunda-feira.

Paulo AdãoEm pleno serviço de jantares, o famoso restaurante português, Pedra Alta, em Athis Mons, junto ao aeroporto de Orly, foi alvo de uma visita inesperada. Perto da meia-noite, quando se servia o jantar a cerca de 70 pessoas, dois homens chegaram de mota e entraram no estabelecimento com os respectivos capacetes. Um deles aponta uma arma para a sala o segundo aponta directamente a um empregado, exigindo de seguida que lhe entregasse a dinheiro da caixa. O empregado tentou explicar que não possui a chave recebendo em «troca» uma pancada de pistola na cabeça. O director-adjunto, tentou nesse momento extrair a chave do bolso, mas o gesto surprenendeu talvez os malfeitores que interpretando mal o gesto acabaram por disparar, atingindo-o no peito. «Um ferimento, que felizmente se revelou superficial», esclareceu o gerente Hélder, que chegou ao local momentos depois do assalto.
Restaurante Pedra Alta - ParisO proprietário do restaurante explicou ainda que «os estragos poderiam ter sido piores e mais graves, pois a bala que atingiu o director-adjunto fez ricochete num pilar e poderia ter atingido algum dos muitos clientes que assistiram a tudo impotentes.
Os malfeitores acabaram por fugir, como tinham chegado, de moto, levando com eles a totalidade das receitas da noite, alguns milhares de euros, deixando ainda as palavras intimidatórias: «Não se mexam, ou terão muitos problemas.»
Alguns clientes ficaram em estado de choque e tiveram de ser transportados ao hospital.
Alguns dos clientes, ficaram no local dando o apoio e a ajuda necessária aos 25 empregados e gerente deste restaurante, reconhecido pelos peixes e mariscos, cozinhados à boa moda portuguesa.
O serviço retomou normalmente no dia seguinte e a direcção promete reforços nas medidas de segurança.
(Texto adaptado de notícias em jornais franceses.)
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

O Capeia Arraiana acompanhou, a par e passo, a edição deste ano do festival «Oh Forcão Rapazes», que aconteceu na praça de touros de Aldeia da Ponte no dia 22 de Agosto.

Jovens de Alfaiates revêm actuação

Touros fortes e combativos proporcionaram excelentes lides às equipas representativas das aldeias da raia. Todas pegaram ao forcão com brio e determinação e os melhores desempenhos das lides resultaram apenas da melhor qualidade dos touros que lhes couberam em sorte.
No final do festival todos sentiram que cumpriram o seu dever e possibilitaram que o público vivesse horas de grande entusiasmo, para além de uma excelente divulgação na nossa tradição raiana.
Não foram apenas ou touros e o forcão a prender as atenções. Capeia Arraiana esteve atenta ao que se passou nos bastidores. Em ano de eleições autárquicas, os principais candidatos estiveram na praça, distribuindo cumprimentos, falando com as pessoas, convivendo com os protagonistas da tarde, quiçá passando até mensagens de campanha. Dessa atenção saiu a fotografia da semana que apresentámos já, e que tem merecido uma imensidade de comentários: um dos candidatos acompanhado pelo ex-presidente da Câmara, António Morgado. Essa foi a constatação da tarde, o que não esmoreceu os restantes candidatos, que igualmente falaram, beberam e conviveram com a população.
No final do Festival, estivemos no restaurante O Pelicano, em Alfaiates, onde três equipas da raia jantavam: Alfaiates, Forcalhos e Lageosa. Acompanhámos em particular a equipa de Alfaiates que nos convidou a jantar com os bravos que pegaram ao forcão essa mesma tarde.
Foram momentos de comoção, com os jovens alfaiatenses contando os pormenores da sua lide, e falando com orgulho na origem de todos os jovens que ali acorreram: Uns vivem da aldeia, outros vieram de fora, porque residem longe: de Lisboa e de França, sobretudo.
Foi bom conhecer por dentro este espírito bairrista e de irmandade dos bravos jovens de Alfaiates. A coroar esse mesmo espírito esteve a atitude dos alfaiatenses após o jantar: juntos, rumaram para o centro da aldeia e depois iniciaram uma longa ronda por bares, cafés e adegas, bebendo e convivendo com alegria. Assim terminaram o dia de festa, mostrando que a Raia está bem viva e unida, juntando os «de dentro» e os «de fora», porque todos, perto ou longe, são raianos e amam a sua terra.
plb

Bacalhau na brasa, javali guisado e feijoada à moda raiana, são alguns dos pratos servidos no restaurante Bica dos Covões, em Badamalos, que tem entre os clientes habituais o actual procurador da república, o Juiz Conselheiro Pinto Monteiro.

Restaurante Bica dos Covões - BadamalosChega-se a Badamalos, uma das mais pequenas aldeias da raia sabugalense, a partir da Bismula, aproveitando a velha estrada que ainda há poucos anos era a única ligação desta terra ao mundo. Agora pode vir-se também pela bem atapetada estrada que desce aos bordos a ladeira do Côa, com origem na Miuzela, ou aproveitar a também novíssima estrada que chega da aldeia histórica de Vilar Maior.
O restaurante Bica dos Covões, sito no interior da aldeia, é um espaço acolhedor, com ambiente familiar, pertencente a Emílio Correia Júlio, homem de muitos ofícios, que para além de empresário de restauração, possui um alambique para fabrico de aguardente e bagaceira e ainda é dono de um carro de praça. Mas quem cozinha e toma conta do restaurante em permanência é a mulher do Emílio, a senhora Maria Justina Fernandes, que com uma simpatia contagiante e uma atenção extrema recebe os clientes que lhe entram no estabelecimento.
Num ápice dá-nos conta dos pratos com maior saída e que dão imagem à casa de pasto, com destaque para o bacalhau à casa ou grelhado, que enche as medidas dos comensais. Mas também dispõe de pratos de carne que são já uma referência na região: o borrego na brasa, o guisado de javali, a feijoada e o cozido à moda da raia.
À pergunta da razão do estranho e singular nome «Bica dos Covões», Maria Justina é peremptória: «Tínhamos que dar um nome, e tinha que ser diferente de outros que já estão dados a este tipo de casas, como temos um prédio, lá prós lados do açude, a que toda a vida chamámos Covões, tivemos então a lembrança de darmos esse mesmo nome ao restaurante, que assim ficou a chamar-se Bica dos Covões».
Não se queixa do negócio, que tem corrido bem. São muitos os clientes que ali vão almoçar e jantar, alguns vindos de longe, ao fairo dos acepipes preparados por Maria Justina. Mas tem um cliente muito especial, que ali recebe sempre com muito carinho: «É aqui que almoça o Senhor Procurador, o Doutor Fernando Pinto Monteiro, quando vem à terra passar uns dias de descanso. Ele é de Porto de Ovelha, que é aqui perto, do outro lado da Côa, mas herdou em Badamalos uma casa que era de um tio e agora, quando está por cá, é aqui que passa as noites. Quando chega a hora da refeição ele está aqui batido ou então, se come em casa, é cá que vêm sempre os guardas que o acompanham para todo o lado».
Aconselha-se uma visita a este acolhedor restaurante raiano, sito na pequena aldeia de Badamalos.
plb

Os grelhados no carvão do restaurante do Clube Naval da Praia da Assenta constituem um mimo gastronómico. Ali o comensal isola-se do mundo, apreciando o paladar do peixe grelhado, ao mesmo tempo que se deleita com a vista espectacular do mar e das falésias.

Peixe-galo na Praia da AssentaÉ num rufo que se chega ao porto de pesca da Praia da Assenta, aproveitando as excelentes vias com que a região Oeste é servida. Quem vai de Lisboa só tem de tomar a A8 e torcer na direcção de Mafra, entrando na nova auto-estrada que dali arranca até à cidade do soberbo convento. Já em Mafra toma-se a direcção da Ericeira e depois de Ribamar, percorrendo uma estrada de bom asfalto que segue junto ao oceano. Atravessando o Barril, terá depois à esquerda a indicação «Praia da Assenta», por onde se seguirá até ao Porto dos Barcos.
A descida da falésia mete respeito, mas estando o dia soalheiro pode dali admirar-se o mar, cujas ondas esbarram nas rochas das arribas. No local o silêncio é apenas ferido pelo rugir de fundo do mar. Tudo o mais é sossego e mansidão.
Quase no fundo da falésia está o restaurante do Clube Naval, que é uma casa térrea, com ares de pré-fabricado. Mas quem ali entra é sempre bem acolhido. Logo defronte da porta de entrada está o balcão frigorífico onde o cliente pode ver o peixe disponível, contendo ao lado a tabela manuscrita com os preços de cada espécie. E é variadíssima a lista de peixes que a casa tem ao dispor: pargo, sargo, garoupa, dourada, robalo, pregado, cantaril, peixe-galo, peixe-galinha, imperador, salmonete, corvina, cherne, tamboril, moreia, raia, safio, besugo, goraz, pampo, lulas, chocos, polvo… E muito mais.
Não conte com a tradicional ementa que se leva à mesa. Aqui a regra é mais simples: antes de se sentar o cliente escolhe o peixe que vai comer, o qual é agarrado à sua frente e enviado para a cozinha, onde o espera a grelha colocada sobre o carvão incandescente.
Para entrada há azeitonas, rissóis, raia e polvo frito, acompanhada pelo saboroso pão de Mafra, que aqui é de genuína qualidade.
Aconselha-se um peixe-galo grelhado. Se o grupo for grande, o peixe virá à mesa dentro de uma enorme travessa, acompanhado por batatas assadas no forno, tudo bem regadinho com azeite. Para beber aconselha-se um vinho branco Marquês de Borba, que deverá ser servido bem fresco. E comer, beber e chorar por mais!
As meninas são simpáticas e prestam um primoroso serviço de mesa. No final prepare uma nota larga, porque estes mimos não se comem sem que tenham o seu custo.
Se não aprecia peixe, então este não é o seu lugar. Ali não há um único prato de carne… Ah, e os telemóveis não têm rede, nem há serviço de multibanco ou cartão de crédito.
Ir ao Clube Naval da Paria da Assenta é ficar isolado do mundo, ao fundo de uma alta falésia, defronte do mar e com um magnífico peixe para saborear.
plb

Um ajuste de contas, por causa de um negócio antigo que envolvia a venda de um automóvel, terá estado na origem da discussão no parque de estacionamento de um restaurante no Terreiro das Bruxas, concelho do Sabugal. A vítima é um emigrante de 26 anos que terá sido, supostamente, agredido e baleado por três indivíduos de etnia cigana. (Actualização.)

TiroUm homem de 26 anos, emigrante em França, foi ferido a tiro com gravidade, ontem, terça-feira, cerca das 19.30 horas, durante um desacato com três indivíduos de etnia cigana no parque de estacionamento de um restaurante na localidade de Terreiro das Bruxas, no concelho do Sabugal. O motivo da desavença terá sido um ajuste de contas, por causa de um negócio antigo que envolvia a venda de um automóvel.
«Na sequência de uma discussão, um homem foi atingido por um disparo de arma de fogo, após de ter sofrido agressões corporais de três ou quatro indivíduos que se puseram em fuga», disse à agência Lusa uma fonte do Grupo Territorial da GNR da Guarda.
As forças policiais montaram uma operação para tentar interceptar ou localizar os suspeitos que se revelou infrutífera até ao momento.
A investigação do crime passou para a alçada do Departamento de Investigação Criminal da Polícia Judiciária da Guarda.
O ferido foi transportado para o serviço de urgências do Hospital da Covilhã, onde permanece internado.
Uma fonte hospitalar comunicou à agência Lusa que o indivíduo sofreu ferimentos «na região inguinal direita» e que o seu estado de saúde se apresenta «estável».
jcl

Considero que a ideia dos circuitos gastronómicos do concelho do Sabugal promovida recentemente foi bastante feliz.

José Manuel CamposConversei com alguns dos responsáveis pelos restaurantes que aderiram e manifestaram-se bastante agradados com o evento.
Os pratos confeccionados foram, de uma maneira geral, do agrado dos clientes.
A animação musical foi factor que também contribuiu para atrair clientes. Quando li, nos livrinhos de divulgação, que a Banda da Bendada actuaria uma noite no restaurante «ELDORADO», nos Foios, confesso que não lhe achei jeito nenhum. Pareceu-me descabido actuar a banda no interior de um restaurante. Enganei-me, meus amigos. A banda surpreendeu-me.
Banda da BendadaTocaram dois ou três números com a banda completa e, de seguida, transformou-se num agrupamento de música popular. E que bem o fizeram.
Animaram e animaram-se com o entusiasmo dos assistentes.
A Banda da Bendada é um agrupamento de gente jovem e com muito bons executantes.
Parabéns a todos os elementos que de uma ou de outra forma contribuem para que a Banda se vá mantendo activa.
Pela parte que me toca sinto orgulho por ter uma Banda no nosso concelho.
Espero e desejo que a Câmara Municipal do Sabugal possa dar continuidade à iniciativa, em anos futuros.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

Fomos à Tasca do Caniço, restaurante típico do Porto Alto. Sendo terra ribatejana de ganadeiros, campinos, toureiros e forcados, as carnes bravas não podiam faltar, pelo que jantámos um belo prato de rabo de boi, acompanhado por enchidos e legumes.

Restaurante CanicoPorto Alto é uma localidade da freguesia de Samora Correia, concelho de Benavente. Está situada na margem esquerda do rio Tejo, sendo cruzada pela Estrada Nacional n.º 10. Essa via inclui a fatídica «Recta do Cabo», nacionalmente conhecida pela frequência de acidentes mortais, que liga o Porto Alto à ponte Marechal Carmona, que travessa o Tejo tocando do outro lado Vila Franca de Xira e a auto-estrada que num ápice liga a Lisboa.
As terras do Porto Alto, estão integradas na grande lezíria ribatejana, atravessada por esteios e valados, onde pastam e medram toiros e cavalos. Como em todo o Ribatejo respira-se ali o ar dos toiros e da festa brava. Os habitantes são aficionados natos e a juventude muito dada à arte de forcado, que exige força e coragem.
Pois sugerimos um retorno a esta graciosa localidade, onde há cerca de uma décadas os sabugalenses eram visita constante, nem que fosse apenas de passagem, quanto cruzávamos a lezíria em direcção a Coruche para dali seguirmos a Mora, Montargil e Ponte de Sor, no agora velho trajecto de Lisboa para as berças.
Na Rua Guerra Junqueiro, junto a uma valada que até ali transporta a água do Tejo, está o restaurante Tasca do Caniço, especializado na boa e suculenta cozinha ribatejana. Situa-se numa espécie de praceta, onde há árvores e muitos lugares para estacionamento. O estabelecimento é uma casa térrea, de linhas simples, com paredes branca debruadas a azul, contendo um gracioso telheiro, a que encosta uma sebe verdejante. A sala ampla tem lugar para 64 comensais, tendo as paredes pejadas de imagens de toureiros, forcados e touros. Aqui e ali também há peças da antiga lavoura, farpas, chifres e demais adereços, que criam a ideia de que se está em lugar típico.
Íamos sedentos, coisa normal nesta época de canícula, pelo que pedimos uma rodada de finos. A cerveja foi-nos servida em copo de latão, o que dava uma especial sensação refrescante. Como também vínhamos para comer, tivemos de entrada um bom queijinho seco, tiras de presunto, chouriço bem curado e uma cestinha de broa.
A especialidade da casa é o cozido de carnes bravas, havendo também bife de vitela brava, fracas guisadas, leitão à Caniço, ou pato assado no forno.
Na ocasião, como a fome apertava, optámos por pedir , para começar, a sopa do dia. Fomos brindados por uma belíssima sopa de feijão e couve, servida em malga, que nos deixou lastro para o resto.
O prato do dia era rabo de boi. Indagámos mais acerca da confecção e foi-nos explicado com desvelo: «é mesmo o rabo do toiro, que vai à panela cortado em pedaços. Depois de bem estufado, juntam-se-lhe batatas, couves, cenoura e enchidos».
Mandámos vir a iguaria. Foi o comer e chorar por mais!
Vale a pena vir ao Porto Alto e abancar na Tasca do Caniço. A comida é óptima, o preço está em conta, o serviço é bom. Há porém que ter em atenção: a casa fecha ao domingo e em Agosto o pessoal vai de férias.
plb

Segunda-feira é dia de publicar a «Imagem da Semana». Ficamos à espera que nos envie a sua escolha para a caixa de correio electrónico:
capeiaarraiana@gmail.com

Data: 8 de Junho de 2008.

Local: Restaurante Sol-Rio, Sabugal.

Legenda: Tertúlia sabugalense da «Punheta de Bacalhau».

Autoria: Capeia Arraiana.

Clique na imagem para ampliar

Uma das especialidades da gastronomia arraiana dá pelo nome de «Canja de Cornos». Nasceu no Soito, há mais de 30 anos, inventada por José Manuel Fogeiro mais conhecido por Zé Nabeiro.

Restaurante Zé Nabeiro no SoitoA tradição ainda é o que era mas, por vezes, sofre actualizações. Há pratos da gastronomia arraiana cuja origem e autoria se perderam na lenha do tempo e há outros mais recentes que acrescentam qualidade mantendo os sabores tradicionais.
A «Canja de Cornos» criada há mais de 30 anos é uma especialidade que sem ser tradicional já é uma tradição.
A genuína, a verdadeira «Canja de Cornos» ainda hoje é confeccionada no Soito por quem a inventou. José Manuel Fogeiro, mais conhecido por Zé Nabeiro, conta que tudo começou, na década de 70, sempre que era necessário matar uma vitela para vender no seu próprio talho.
Nesse tempo em que ainda eram permitidos os matadouros particulares chamava os amigos para o ajudarem e no final faziam uma borga. O petisco, cozinhado num caldeiro suspenso sobre as brasas, recebeu o nome de «Canja de Cornos».
O nome despertou a curiosidade das pessoas, a fama cresceu e, vá-se lá saber porquê, é actualmente um dos pratos gastronómicos mais apreciados na Raia.
Quando questionado sobre a confecção deste original prato o seu criador cioso do seu «segredo» limita-se a levantar a ponta do véu dizendo «cornos e temperos da horta». E mais não desvenda.
A iguaria pode ser saboreada nas novas instalações do Restaurante Zé Nabeiro, no Soito, às quartas-feiras e aos sábados ao almoço. Aproveite, também, para descobrir as outras especialidades.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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