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A Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Rendo (ACDRR) realizou nos dias 20, 21 e 22 de Agosto a 5.ª edição do Torneio de Futsal daquela freguesia do concelho do Sabugal. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagem de Sérgio Caetano da redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Almoçámos e conversámos com o juiz desembargador Gabriel Catarino, na Casa do Concelho do Sabugal em Lisboa. Nascido em Pinhel, o actual juiz do Tribunal da Relação de Coimbra, viveu a sua primeira experiência enquanto magistrado no Sabugal, em cuja comarca exerceu as funções de delegado do Ministério Público durante um ano.

Gabriel CatarinoGabriel Catarino é um beirão genuíno, que preza a amizade, aprecia o convívio e admira a boa gastronomia regional. Avesso a proeminências, gosta de conversar com toda a gente, sem rodeios e sem formalidades, dizendo frontalmente o que lhe vai na alma. Ainda jovem deixou a cidade de Pinhel para abraçar o curso de Direito na Universidade de Coimbra. Após licenciado resolver seguir a carreira de magistrado, começando por ser delegado no Sabugal, em 1979, vivendo na vila raiana uma experiência inolvidável. Depois, já enquanto juiz, andou por Matosinhos, Golegã e Pombal, acabando no Tribunal da Relação de Coimbra, onde exerce actualmente funções, apreciando recursos e aguardando vaga para subir ao Supremo Tribunal de Justiça. Entretanto foi também Director Nacional Adjunto da Polícia Judiciária, onde teve a seu cargo a Direcção Central de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes. Passou ainda por Comissário Nacional para os Refugiados, Director Nacional Adjunto da Policia de Segurança Pública e Director-Geral do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
– Porque razão começou a sua carreira de magistrado no Sabugal?
– Verifiquei que havia ali uma vaga para delegado e concorri. A escolha teve a ver com a ideia que tinha de que havia entre o Sabugal e a minha terra, que é Pinhel, afinidades territoriais e culturais, que facilitariam a minha integração.
– E descobriu essas afinidades?
– Não, foi um puro engano. Para minha grande surpresa, não havia grandes afinidades, para além dos factores humanos que são intrínsecos aos beirões, que constituem o seu
ethos, como a frontalidade, a honestidade, a hospitalidade e a amizade. Os sabugalenses têm a alma dos beirões, mas no resto são muito diferentes. Talvez a proximidade com Espanha, seja o traço diferenciador, traduzido no contrabando, ou melhor, no mercandejar constante com o outro lado da fronteira. E digo mercandejar, porque era um tipo contrabando que não era eticamente censurável.
– Enquanto delegado do Ministério Público teve processos onde o crime era o contrabando?
– Claro que sim, tive muitos. Mas quase tudo acabava irremediavelmente arquivado, porque os inquéritos respeitavam a desconhecidos, indo a mercadoria apreendida a leilão. Assisti pessoalmente a alguns desses leilões, e aí tomei verdadeira consciência de que aquele era de facto um povo diferente. Havia um espírito muito forte entre os contrabandistas, seguindo-se uma espécie de código de conduta que todos respeitavam escrupulosamente. Cada contrabandista arrematava o lote do inquérito correspondente às mercadorias que lhe haviam sido apreendidas. Ninguém lançava nas mercadorias dos outros e cada um retomava, a módico valor, as mercadorias que as autoridades lhes haviam retirado. Ora isto é verdadeiramente diferenciador. Havia ali uma forma própria de estar, fazendo com que o risco daquele mercandejar fosse menor do que era de esperar.
– Conviveu com muita gente do Sabugal durante esse ano em que ali desempenhou funções?
– Nem por isso. Devido ao que acabei de dizer, protegi-me um pouco, mantendo um convívio restrito a algumas amizades, para evitar a critica social, que ali era muito forte. Dava-me muito bem com o Coronel Afonso, na altura Tenente, que comandava a Guarda Fiscal local. Juntávamo-nos muitas vezes e desses encontros recordo sobretudo a boa gastronomia que o Sabugal possuía. Naquele tempo havia dois restaurantes de eleição: o do Lei, junto à Câmara Municipal, e o do Orlindo Mono. Este Mono, que era como lhe chamávamos, tinha um cabrito espectacular, com um sabor único, que nunca mais voltei a experimentar. Era preparado sobre a brasa, mas com um tratamento especial, que o tornavam divinal, ou sápido, como diria o José Quitério.
– E os casos que havia no tribunal do Sabugal eram interessantes para um jovem magistrado em início de carreira?
– Deram-se nesse ano muitas situações peculiares. Naquele ano de 1979 houve muitas quezílias resultantes das eleições autárquicas, que eram livres, após décadas de ditadura. Assisti a casos de desavenças políticas que invalidaram relações de amizade e até infestaram o ambiente familiar. No tribunal havia processos por injúrias derivadas da luta politica local. Recordo um caso no Soito que me comoveu muito, em que os meandros da disputa política ocasionaram um enorme conflito familiar, entre dois irmãos que ficaram desavindos. Mas no tocante a processos recordo ainda o primeiro inquérito que me coube analisar. Tratava-se de um caso algo mediático, com referências constantes na imprensa, inclusive com ecos na imprensa nacional. O pároco de Rendo, a que todos chamavam Padre Zé, foi acusado pelo povo da paróquia de ter vendido a imagem de um santo que ele retirara da igreja para mandar restaurar em Braga. O povo considerava que a imagem do santo restaurado não era a mesma que antes estava na igreja e decidiu fazer queixa do padre. Os ânimos estavam muito acirrados e a questão assumia grandes repercussões. Depois de uma aturada análise acabei por arquivar o processo, porque concluí estar provado que a imagem nova era mesmo a antiga restaurada.

plb

A «ronda» era feita pelas ruas com o tocador acompanhado pelos mordomos, os foguetes e a rapaziada do costume anunciar o momento alto da festa, o baile, onde era tolerado algum atrevimento e que servia para consolidar e iniciar namoros e noivados.

José Robalo – «Páginas Interiores»«Antigamente, o Largo era o centro do mundo. Hoje é apenas um cruzamento de estradas, com casas em volta…Vai morrendo o Largo. Aos domingos, é ainda maior a dor do Largo moribundo. Vão todos para os cafés … O Largo fica deserto sob a ramaria das faias silenciosas.»
O Fogo e as Cinzas, de Manuel da Fonseca.

Corria o ano de 1985, quando das mãos do seu autor me foi oferecido «O Fogo e as Cinzas», com dedicatória que diz: «Para o José Robalo este Fogo e as Cinzas, cordialmente do Manuel da Fonseca.»
Trata-se de um livro de contos, cuja temática é a vida alentejana, que fácilmente poderemos transpôr para a vida do nosso interior raiano. Os nossos largos também estão moribundos, porém vivos na nossa lembrança.
Diferentes estudos que conheço sobre a memória, cito Jean Yves e Marc Tadié, quando no seu livro «Le sens de la mémoire», Paris: Éditions Gallimard, 1999, afirmam que todo relato do passado falsifica as recordações, pois o acto recordativo não distingue com clareza o verdadeiro do falso.
Equacionada esta advertência,
No imaginário da minha infância passada na pacatez da Ruvina, recordo com alguma nostalgia o som e a presença do acordeonista, que em momentos fulcrais se transformava no centro da vida da aldeia. Nas festas e uma vez terminada a componente religiosa com as procissões e a missa, a parte profana era preenchida na sua totalidade por este personagem, que com um acordeão a tiracolo, normalmente de uma marca italiana, calcorreava as ruas da aldeia anunciar o baile que se centraria num dos seus largos.
A «ronda» era feita pelas ruas com o tocador acompanhado pelos mordomos, os foguetes e a rapaziada do costume anunciar o momento alto da festa, o baile, onde era tolerado algum atrevimento e que servia para consolidar e iniciar namoros e noivados.
Na minha memória de infância guardo a imagem do tocador sentado numa cadeira, normalmente sobre uma grade de cervejas, num largo à sombra de um freixo, desfiando modas. Por vezes o suor escorria-lhe da testa colocando então um lenço das mãos por dentro da boina, para aliviar o incómodo, continuando a tocar. De quando em vez, anunciava «Esta é à inglesa!» «Esta é a roubar!». Terminada a moda as raparigas recolhiam para junto das mães aguardando nova moda e profundamente desejosas de serem convidadas a mais um pé de dança pelo seu predilecto.
Ti António Pereira, de RendoCorria assim a vida, pacata e mansamente, quando esta quietude foi quebrada com o aparecimento e generalização dos grupos musicais de influência pop e mais tarde os organistas, tendo o concerto de acordeão caído em desuso.
O Município do Sabugal, no ano 2000 resolveu dar «uma pedrada no charco» e organizou o festival de acordeão e de tocadores de realejo, com algum sucesso tendo editado um disco, designado «Festival de Acordeão… e tocadores de realejo», tudo com recurso à prata da casa, homenageando assim estes tocadores.
Fui encontrar um destes personagens, o ti António Pereira de Rendo, hoje com 76 anos e que por necessidade foi emigrante em França. «Comecei a tocar acordeão com 15 anos, por curiosidade e por gosto; os meus pais compraram-me um pequeno instrumento, que mais tarde trocámos por um mais a sério; foi preciso muita insistência e treino, sozinho com o instrumento, nas tentativas e erros; a vontade de aprender era enorme. Quando ia para os trabalhos do campo, nomeadamente a guardar as vacas levava o instrumento e treinava.»
Refere-nos que «quando era garoto sempre gostou de ver os acordeonistas tocar nos bailes; ficava encantado». Mais tarde e quando já sabia uns acordes, os acordeonistas deixavam-lhe experimentar umas modas.
Este autodidacta do acordeão correu todas as aldeias do concelho, tendo sido no seu tempo um dos mais reputados e procurados acordeonistas. Para se organizar um baile, bastavam uma cadeira, uma grade de cervejas e um acordeonista, «pondo a malta toda a dançar e a divertir-se. Na altura a malta era mais alegre e divertida».
Muitas vezes quando terminavam os bailes, porque cumprindo horários decentes nunca se ultrapassariam as 22 horas, a pedido da rapaziada ainda havia tempo para mais umas rondas pela aldeia. «A rapaziada gostava da rambóia e gostava de agradar às raparigas.» Ainda se lembra do seu primeiro cachet: «Recebi pela minha primeira actuação 100$00, o equivalente a 50 cêntimos.»
Com alguma amargura na voz, sempre vai dizendo «que o acordeão já não tem o valor que tinha. Foi despromovido, tendo sido substituído pelos órgãos electrónicos».
Em 1964, emigrou para França, onde ainda tocou num grupo etnográfico local. Regressou a Portugal em 1982. Foi com enorme alegria que recebeu o convite do município para participar no 1º festival do acordeão e participou na gravação do CD, onde tocou valsas e tangos. «Na altura dançava-se melhor do que hoje», diz a esposa que atenta ouve o desfiar das memórias do marido.
Agora toca na Igreja à missa para satisfação do Sr. Padre «e até já o Sr. Bispo me deu os parabéns».
Recorda nostálgico que às vezes a rapaziada vinha «tirá-lo da cama, para organizar mais um baile, ou fazer mais uma ronda. Quando a rapaziada ia ao número, e ficava apta para o serviço militar, lá estava o acordeonista, acompanhar alegria dos mancebos».
Em jeito de despedida diz-nos: «Agora tudo mudou.»

«Ele já não pode ver que o Largo é o mundo fora daquele círculo de faias ressequidas. Esse vasto mundo onde qualquer coisa, terrível e desejada, está acontecendo.»
O Fogo e as Cinzas, de Manuel da Fonseca.

:: :: :: ::
Para ouvir no fim-de-semana: «Festival do Acordeão …e Tocadores de Realejo», edição do Município do Sabugal e que poderá encontrar no Auditório Municipal, Posto de Turismo e Monumenta – Casa do Castelo, no Sabugal.
«La Revancha del Tango», dos Goten Project.
Se pretender algo mais erudito, «Maria João Pires, Verdes Anos, 1976-1985», onde interpreta de forma superior Bach, Beethoven, Chopin, Shumann e Mozart.
Para ler: «O Fogo e as Cinzas», de Manuel da Fonseca, editorial Caminho.
«Uma abelha na Chuva», de Carlos de Oliveira, Livraria Sá da Costa Editora.

:: :: :: ::

«Páginas Interiores» opinião de José Robalo
joserobaload@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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