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Quando os grandes espíritos se encontram é um verdadeiro acontecimento. Mas quando os grandes espíritos se encontram à volta de uma boa mesa, onde o Bucho Raiano é senhor e rei, então é uma autêntica festa. Por natureza, o bucho é todo vaidoso. Vai da sua fisionomia. Aproveita a barriga para se ufanar e se mostrar todo pimpão.

o anfitrião apresenta o Senhor Bucho da esquerda para a direita: Pinto da Silva, Carvalho Rodrigues, Anfitrião, Pina Monteiro, Lopes da Silva e respectivas esposas, e ainda Alice e Guilherme conversando com o Gen. Pina Monteiro

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– À mesa não há melhor do que eu, pretende ele dizer.
– Cala-te, diria o anfitrião. Não fales muito depressa porque ainda vamos ver. Tens de convencer os convivas e, sobretudo, as senhoras e as crianças, porque, isto já não é como dantes. A variedade é tanta que já não estamos condenados a comer-te por tradição. Tens de te impor pelo sabor e pelo bom gosto para superares a tradição, porque, se assim fosse, então ficarias reduzido ao teu interior beirão raiano e só os que lá iam, no Inverno, é que teriam a coragem de te comer.
O Senhor Bucho compreendeu a observação e ficou calado, até porque à mesa do anfitrião se encontravam personalidades que não se compadeceriam do seu carácter anarquista e impulsivo, ás vezes quase sem educação. Se tudo aquilo é porco, o que é que se poderá esperar?
Pois é, mas ele é também muito inteligente. No centro da mesa, a sensibilidade intuitiva permite-lhe usar da sua argúcia para observar cada um dos convivas à sua volta. É o único que percebe quem gosta ou quem não gosta.
Já agora, Senhor Chanceler, permita-me que introduza algumas inovações na confecção do Senhor Bucho, pois temos de acompanhar a evolução dos tempos, à luz de novos conhecimentos científicos. Para evitar que se martirize durante 3 ou 4 horas a cozer dentro do molho inicial, o anfitrião decidiu espetar numerosos palitos à volta da barriga. Deste modo, o Bucho não corre o risco de rebentar e todo o molho gordurento sai pelos orifícios dos palitos. Evita-se aquela antiga receita de o envolver numa meia ou num saco de plástico. Que horror! O Prof. Carvalho Rodrigues, com o seu olho científico-clínico, e que se encontrava ao meu lado, confirmou que se tratava de um verdadeiro método para tirar as gorduras ao bucho.
Ficamos com vontade de saber se haveria alguma relação entre o Bucho e as invasões francesas. Teríamos de investigar se os franceses ou os ingleses teriam saboreado esta iguaria nas nossas terras raianas. E o editor Joaquim Pinto da Silva achava que poderia ser matéria para um próximo livro. O Tenente-Coronel Lopes da Silva, que já escreveu sobre a cavalaria no tempo das invasões francesas, prometeu-nos a sua preciosa ajuda.
E o Bucho continuava atento, a ouvir histórias de Casal de Cinza, do austero e míope Cónego Messias Coelho (não se podia dizer tudo por respeito pela sobrinha ali presente, e que bela coincidência!), grande teólogo da Guarda, venerador de cães por serem mais inteligentes que os homens e sobretudo as mulheres que considerava desprezíveis se não tivessem um mínimo de argúcia.
Já íamos fazer a reconstituição da Batalha do Sabugal, mas o General Artur Pina Monteiro achou por bem reservá-la para o próximo dia 31 de Maio, na Livraria Orfeu, onde ele próprio se propõe apresentar o livro “O Sabugal e as Invasões Francesas”. Mas que honra! Talvez por culpa do Bucho, divagou-se até à Flandres, para evocar a comemoração da batalha de La Lys, onde quase todos os presentes tinham acompanhado o General Pina Monteiro que ali representou, com a maior dignidade, as Forças Armadas Portuguesas. Recuámos até à guerra da restauração da independência de Portugal, às constantes escaramuças, ainda por escrever, (os historiadores estão muito preguiçosos, dizia o Prof. Carvalho Rodrigues!) entre os espanhóis e os portugueses da raia beirã.
O Bucho já mal ouvia, tinha quase desaparecido no interior de cada um de nós. Perante as qualidades inigualáveis do seu sabor, já todos pretendiam ter origens nas terras do Bucho, nem que fosse por um cabelo. Claro que quanto ao General Pina Monteiro e ao cientista Prof. Carvalho Rodrigues não restavam dúvidas. O Bucho reconheceu-os logo. Também não se fez rogado em reconhecer o historiador militar que já tinha percorrido em pensamento, em estudo e na realidade as nossas boas terras beirãs, e igualmente o editor que, por portas e travessas, recebe, na sua mansão da Foz, as cristalinas águas do Côa, indispensáveis na confecção do famoso Bucho Raiano.
Não admira, pois, que um jantar de Bucho Raiano, tão longe das nossas terras, possa torná-las tão presentes como se estivéssemos ali ao pé.
Joaquim Tenreira Martins

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O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, vai reunir na cidade um conjunto de personalidades de prestígio originárias do distrito, tendo em vista a realização de uma reflexão acerca da situação em que se encontra a região e os caminhos que deve seguir na busca do progresso. O encontro realiza-se hoje e amanhã, dias 28 e 29 de Janeiro.

«Uma Guarda que dá a cara pelo Futuro», é o lema que presidiu a esta iniciativa de chamar à cidade mais alta alguns dos seus filhos ilustres. Santinho Pacheco, defende a ideia de que a Guarda e a Região precisam de todos os que queiram fazer algo em seu favor.
A iniciativa chama-se «Ai muito me tarda… (o que posso fazer pela Guarda?)». Da reunião de personalidades do distrito sairão reflexões e opiniões, que poderão indicar alguns das acções a implementar no distrito.
Dentre as figuras de prestígio originárias do distrito que se vão reunir estarão o Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, o professor universitário Gomes Canotilho, o juiz desembargador Gabriel Catarino, o reitor na Universidade da Beira Interior, João Queiroz.
No primeiro dia, 28 de Janeiro, as personalidades do distrito reúnem no Hotel Lusitânia Parque, onde decorrerão os trabalhos. No dia seguinte, sábado, de manhã, está prevista uma visita ao Museu do Côa, seguindo-se a sessão de encerramento com a leitura das conclusões. Durante a tarde haverá uma acção de plantação de árvores, promovida pela escola do primeiro ciclo de Vila Nova de Foz Côa.
plb

O ano que agora finda foi fértil em acontecimentos dignos de realce no concelho do Sabugal e a que o Capeia Arraiana deu expressão. O facto de ser ano de eleições autárquicas contribuiu muito para isso, mas também se verificaram outros eventos de realce, como as caminhadas, que pegaram moda e aconteceram nas diversas terras. O Capeia Arraiana publicou mais de 1250 artigos, com notícias, entrevistas, colunas de opinião e outros artigos de interesse para o nosso concelho.

Candidatos à Câmara Municipal do SabugalEm Janeiro as eleições autárquicas já estavam lançadas com os principais candidatos à Câmara do Sabugal assumidos e a tentarem ganhar expressão perante o eleitorado. De resto 2009 foi o ano de todas as escolhas políticas, com eleições europeias em Junho, legislativas em Setembro e autárquicas em Outubro. E foi logo no início do ano que o Capeia Arraiana acolheu a primeira polémica do ano: a ausência da Câmara do Sabugal na Bolsa de Turismo de Lisboa. Joaquim Ricardo e António Dionísio assinaram artigos muito críticos dessa opção, o que gerou um vivo e interessante debate entre os leitores.
Uma inabitual vaga de frio e de neve afectou o concelho nas primeiras semanas do ano, com os termómetros a registarem temperaturas negativas em dias sucessivos.
Fevereiro foi o mês em que o Capeia Arraiana atingiu o meio milhão de visitantes e em que se realizou, no Sabugal o IV almoço da Confraria do Bucho Raiano, integrado na semana gastronómica concelhia. As comemorações carnavalescas geram controvérsia entre Aldeia do Bispo e o Sabugal devido à ocorrência dos cortejos na mesma data. Esse mês começou porém com a triste notícia da morte de José Diamantino dos Santos, provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal e fundador do Externato Secundário. O seu funeral, num dia chuvoso e frio, juntou largas centenas de pessoas, vindas dos quatro cantos do país, para lhe prestarem a última homenagem.
Em Março a notícia de uma possível capeia arraiana na ilha Terceira, nos Açores, inserida nas festas são-joaninas lançaram mais uma longa polémica, que perduraria durante semanas a fio e que motivaria inclusivamente um abaixo-assinado de gente arraiana, que parecia temer perder a sua tradição taurina.
Manuel António PinaA singela e muito digna homenagem que a Junta de Freguesia do Sabugal fez ao escritor e jornalista sabugalense Manuel António Pina, marcou o mês de Abril, e inspirou outras homenagens ao poeta que depois se sucederam. Descerrou-se uma placa na casa onde o escritor nasceu, falou-se da sua vida e obra e assistiu-se a uma representação teatral da sua autoria. A 26 de Abril o Papa Bento XVI proclamou a canonização do português São Nuno de Santa Maria que o povo conhece como Santo Condestável e o Capeia Arraiana deu a conhecer que o quadrazenho Jesué Pinharanda Gomes foi um dos quatro magníficos peritos da Comissão Histórica que investigou, estudou, decifrou e compilou as centenas de documentos que constituíram o processo.
Em Maio a entrevista do novo provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, Romeu Bispo, afirmando que António Dionísio, candidato do PS, o ajudara a garantir que o Sabugal teria uma Unidade de Cuidados Continuados gerou nova polémica, com resposta pronta do presidente do Município, Manuel Rito, afirmando que se preferiu a «cunha partidária» em vez da via institucional. Dia 30 iniciaram-se as polémicas crónicas do saudosista sabugalense Ventura Reis, cujas criticas geradas o levariam mais tarde a desistir de escrever, remetendo-se ao silêncio.
Em Junho José Saramago recriou a rota do elefante Salomão e passou em Sortelha. Os motards fizeram o percurso «Portugal de lés-a-lés», passando por Alfaiates, cujo castelo ameaça ruína. O presidente da Junta de Freguesia da Bismula, José Vaz, afirma ter sido vítima de uma represália política por parte da Câmara e nasceu uma nova controvérsia, alimentada por artigos e comentários sucessivos.
Julho trouxe outra polémica: a ausência da Câmara da Feira Internacional de Artesanato, onde porém um peça de renda feita por uma artesã do Sabugal foi premiada. Textos de candidatos e comentários dos leitores apimentaram mais um dilema que durou largo tempo num ambiente já muito tocado pelas eleições que eram chegadas. Ainda em Julho o Capeia fez grandes entrevistas aos candidatos à Câmara Municipal.
Agosto foi, como sempre sucede, o mês das capeias arraianas, que se sucederam por toda a raia, desta vez estimuladas pela campanha política que estava ao rubro. No festival do forcão, em Aldeia da Ponte, o repórter tirou a fotografia do ano: António Morgado, ex-presidente do PSP, ao lado de António Dionísio, candidato do PS, dando sinais de um apoio que a campanha oficial confirmaria. Aqui nasceu uma nova polémica (o post com a edição da foto recebeu 53 comentários).
Os primeiros dias de Setembro são de drama, devido à grande calamidade que assolou o lado ocidental do concelho desde os últimos dias de Agosto: um incêndio devastador que arrasou floresta e pastagens, pondo em perigo muitas aldeias. Esta fatalidade abrasou a campanha politica dada a aproximação das eleições. O Presidente da República visitou de surpresa a área ardida, e a polémica ganhou novo fôlego, com criticas à actuações dos bombeiros, da Protecção Civil e do Município. Num momento de maior tensão a Câmara vê-se obrigada a suspender uma inauguração polémica quando caiu a informação de que a Comissão Nacional de Eleições proibira uma acção similar em Braga. No penúltimo fim-de-semana as principais candidaturas autárquicas fizeram as suas apresentações públicas e a partir daí a campanha autárquica ficou decididamente lançada.
Outubro foi o mês eleitoral, com António Robalo a garantir a manutenção da Câmara nas mãos do PSD, perdendo porém a maioria absoluta. Os últimos dias de campanha estiveram ao rubro, especialmente após termos informado que António Morgado mergulhara na campanha socialista. Mas Outubro foi o mês das surpresas e depois de se assistir à vitória social-democrata eis que o candidato socialista Ramiro Matos foi eleito presidente da Assembleia Municipal.
Pinto Monteiro e Adérito TavaresNovembro voltou a ser o mês do bucho e a Confraria garantiu a presença do Procurador Geral da República no almoço de Lisboa, que aconteceu no palácio da antiga Cooperativa Militar. A nova composição do Executivo Municipal, sem a habitual maioria do lado do presidente eleito criou dificuldades que pouco a pouco os membros do executivo aprenderam a ultrapassar.
Em Dezembro a expectativa de dificuldades na aprovação do orçamento camarário ficaram goradas e o mesmo passou com a abstenção da oposição, assim se garantindo a normalidade na gestão da Câmara no próximo ano. António Robalo acaba o ano a queixar-se do traçado da A23, que queria que passasse entre o Sabugal e a Guarda, posição que porém a Câmara do Sabugal nunca defendeu publicamente.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

GALERIA DE IMAGENS – 7-11-2009
Fotos Capeia Arraiana – Clique nas imagens para ampliar

GALERIA DE IMAGENS – 7-11-2009
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Cerca de 70 confrades reuniram ontem, 7 de Novembro, em Lisboa, por ocasião do V Almoço da Confraria do Bucho Raiano, tendo como convidado de honra o Procurador-Geral da República, Juiz Conselheiro Fernando Pinto Monteiro.

Confraria Bucho Raiano - Almoço Anual - Lisboa - 2009

As opiniões foram unânimes quanto ao serviço proporcionado pelo Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), que recebeu a Confraria e serviu condignamente o bucho vindo da Rebolosa. No final também houve castanhas assadas, enviadas dos Fóios, por especial deferência do professor José Manuel Campos, presidente da Junta de Freguesia.
Foram cerca de 70 os confrades que aderiram a este almoço de divulgação do bucho e demais enchidos da raia sabugalense, que teve por «mordomo» o confrade Morgado de Carvalho. Para além do excelente almoço, o encontro foi também um alegre momento de convívio e uma oportunidade para o reencontro entre os sabugalenses e amigos das nossas terras.
Fernando Pinto Monteiro aceitou o convite da confraria e esteve presente, apreciando um sabor característico da sua infância e juventude, quando viveu no Sabugal com os pais e irmãos. Aliás o encontro com alguns velhos amigos serviu sobretudo para avivar memórias e contar velhas históricas de amizade e de aventuras. Recordou o tempo da escola tendo como pedagogo o professor Cavaleiro: «um dos meus heróis», disse com um sorriso aberto. Falou ainda nas noites a jogar poker no café do Senhor Abílio e nos dias de verão passados na casa do amigo Canaveira Manso, em Aldeia do Bispo, ocasião em que também se agarrava ao forcão nas capeias arraianas.
Também marcou presença o presidente da Assembleia Municipal do Sabugal, o confrade Ramiro Matos, de resto uma presença habitual nestes almoços. Vinda do Sabugal, a Dr Delfina Leal, vice-presidente da Câmara, representou o executivo municipal, sendo portadora de uma mensagem de amizade e de consideração para com a Confraria do Bucho, atendendo ao papel que tem desempenhado na defesa da gastronomia tradicional.
Foi uma tarde bem passada, no belíssimo palacete que alberga a antiga Cooperativa Militar (agora IASFA), na Rua de S. José. Um espaço com excelentes condições de recepção e de prestação do serviço, a que não foi alheio o empenho do Senhor Chagas, responsável da messe, que dirigiu pessoalmente os trabalhos, garantindo um serviço de excelência, que foi do agrado geral.
O próximo almoço da Confraria será no Sabugal, por ocasião do Entrudo, época do ano em que, tradicionalmente, as famílias se reuniam à volta da mesa para degustar o bucho.

Discurso de Delfina Leal, vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal. Aqui.
plb

Bacalhau na brasa, javali guisado e feijoada à moda raiana, são alguns dos pratos servidos no restaurante Bica dos Covões, em Badamalos, que tem entre os clientes habituais o actual procurador da república, o Juiz Conselheiro Pinto Monteiro.

Restaurante Bica dos Covões - BadamalosChega-se a Badamalos, uma das mais pequenas aldeias da raia sabugalense, a partir da Bismula, aproveitando a velha estrada que ainda há poucos anos era a única ligação desta terra ao mundo. Agora pode vir-se também pela bem atapetada estrada que desce aos bordos a ladeira do Côa, com origem na Miuzela, ou aproveitar a também novíssima estrada que chega da aldeia histórica de Vilar Maior.
O restaurante Bica dos Covões, sito no interior da aldeia, é um espaço acolhedor, com ambiente familiar, pertencente a Emílio Correia Júlio, homem de muitos ofícios, que para além de empresário de restauração, possui um alambique para fabrico de aguardente e bagaceira e ainda é dono de um carro de praça. Mas quem cozinha e toma conta do restaurante em permanência é a mulher do Emílio, a senhora Maria Justina Fernandes, que com uma simpatia contagiante e uma atenção extrema recebe os clientes que lhe entram no estabelecimento.
Num ápice dá-nos conta dos pratos com maior saída e que dão imagem à casa de pasto, com destaque para o bacalhau à casa ou grelhado, que enche as medidas dos comensais. Mas também dispõe de pratos de carne que são já uma referência na região: o borrego na brasa, o guisado de javali, a feijoada e o cozido à moda da raia.
À pergunta da razão do estranho e singular nome «Bica dos Covões», Maria Justina é peremptória: «Tínhamos que dar um nome, e tinha que ser diferente de outros que já estão dados a este tipo de casas, como temos um prédio, lá prós lados do açude, a que toda a vida chamámos Covões, tivemos então a lembrança de darmos esse mesmo nome ao restaurante, que assim ficou a chamar-se Bica dos Covões».
Não se queixa do negócio, que tem corrido bem. São muitos os clientes que ali vão almoçar e jantar, alguns vindos de longe, ao fairo dos acepipes preparados por Maria Justina. Mas tem um cliente muito especial, que ali recebe sempre com muito carinho: «É aqui que almoça o Senhor Procurador, o Doutor Fernando Pinto Monteiro, quando vem à terra passar uns dias de descanso. Ele é de Porto de Ovelha, que é aqui perto, do outro lado da Côa, mas herdou em Badamalos uma casa que era de um tio e agora, quando está por cá, é aqui que passa as noites. Quando chega a hora da refeição ele está aqui batido ou então, se come em casa, é cá que vêm sempre os guardas que o acompanham para todo o lado».
Aconselha-se uma visita a este acolhedor restaurante raiano, sito na pequena aldeia de Badamalos.
plb

Onda de criminalidade chega a casa de Fernando Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República (PGR) em Porto de Ovelha, a sua terra natal. Os larápios aproveitaram a ausência da maioria dos habitantes da aldeia que estavam numa festa na freguesia vizinha para entrar em várias casas. (Actualização.)

Porto de OvelhaNem a casa de Fernando Pinto Monteiro consegue escapar à onda de assaltos.
Segundo a «SIC Notícias» a moradia do PGR não foi a única a ser roubada na pacata aldeia de Porto de Ovelha no distrito da Guarda.
A GNR não descobriu ainda como é que os assaltantes entraram em casa de Fernando Pinto Monteiro porque não são visíveis quaisquer sinais de arrombamento.
A estação televisiva de Carnaxide está a avançar que apenas se sabe que no interior da casa de férias da família Pinto Monteiro as gavetas foram remexidas mas não se dá pela falta de nada. Uma outra casa situada na mesma rua foi, igualmente alvo de furto.
Na pacata aldeia beirã de Porto de Ovelha não se fala noutra coisa e a população maioritariamente idosa mostra-se muito assustada com estes assaltos. Os assaltos aproveitaram o facto de a aldeia estar quase vazia porque os habitantes participavam numa festa popular na freguesia de Malhada Sorda.
jcl

O Capeia Arraiana esteve à fala com o Procurador-Geral da República, Fernando Pinto Monteiro, uma das importantes personalidades do Estado português. A conversa decorreu na Casa do Concelho do Sabugal, em Lisboa, durante um jantar de homenagem dos seus antigos alunos da UAL. A sua afirmação «Ainda hoje me lembro dos ninhos de pássaros nas árvores da escola do Sabugal» é inolvidável e merece o nosso destaque.

À fala com… Fernando Pinto MonteiroFernando Pinto Monteiro, é natural da freguesia de Porto de Ovelha, no concelho de Almeida. Dividiu a sua infância e juventude entre a terra natal e o Sabugal onde os pais se instalaram quanto tinha quatro anos de idade. Recuperou e mantém a casa que os tios lhe deixaram na aldeia de Badamalos e onde vai sempre que pode para tratar do jardim.
Acedeu a ter connosco uma conversa descontraída numa noite de sábado na Casa do Concelho do Sabugal onde foi o convidado de honra no jantar dos finalistas do curso de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) a quem deu aulas até aceitar o convite para Procurador.
«O bucho é uma especialidade da Beira que eu muito aprecio. Não há enchidos como os do Sabugal ou, então, é o gosto da infância. Traz-me recordações da adolescência quando, com os meus irmãos, comíamos bucho em casa dos avós de Porto de Ovelha. São sabores únicos. É um petisco que já não saboreava há muito tempo», começou por nos dizer a propósito de ter sido surpreendido com um aperitivo de bucho arraiano no início do jantar.
– Já conhecia a Casa do Concelho do Sabugal?
– Convidaram-me por diversas ocasiões mas foi hoje a primeira vez que visitei a Casa. Vou levar comigo a inscrição de sócio que José Lucas, meu amigo de há muitos anos, me entregou. Se a vou preencher? É com muito gosto que serei sócio da Casa do Concelho do Sabugal.
Para Pinto Monteiro a noite foi de recordações, de relembrar amigos e conhecidos do Sabugal. «Tive a alegria de encontrar amigos da adolescência e de rever os meus alunos da UAL. É um conjunto de sensações que se completam. É raríssimo aceitar convites. Entro na Procuradoria às nove e meia da manhã e nunca saio antes das nove, nove e meia da noite de segunda a sábado. É uma função muito absorvente.»
– O cargo é muito diferente daquilo que imaginava?
– O Presidente Jorge Sampaio disse-me que sabia que o cargo era muito difícil e exigente. Estamos a atravessar uma fase atribulada porque a aplicação da legislação no nosso País sofreu grandes alterações e há muitas leis novas ou que foram revistas. O Procurador tem que se pronunciar com decisões correctas.
– Que recordações tem do Sabugal?
– A infância e a adolescência andam sempre comigo. Ainda hoje me lembro dos ninhos de pássaros que havia nas árvores na escola do Sabugal. O professor Cavaleiro era um homem extraordinário. Tinha uma alegria de vida contagiante. Adorava a vida. E a propósito de professores vou contar-lhe um episódio curioso. Estava na Procuradoria e a minha assistente veio dizer-me – «Está a falar na rádio a sua professora do Sabugal» – Mas eu nunca tive uma professora! Percebi que alguém resolveu passar-se por minha professora.
O seu pensamento continua a recordar a sua juventude à beira do rio Côa e do castelo das cinco quinas.
– Somos quatro irmãos, mas só o mais novo nasceu no Sabugal. O António (Pinto Monteiro) é professor catedrático em Coimbra. É solicitado para dar muitos pareceres. Deve estar a chegar da China. O ano passado esteve em quatro continentes. Ainda hoje mantenho contacto com os meus amigos desse tempo. Fui, também, muito amigo do Fitz Quintela, irmão da pintora Helena Liz. Andámos no Liceu da Guarda e formou-se comigo em Lisboa.
[O jovem jurista do Sabugal, Fitz Quintela, foi o pai dos estatutos da Casa do Concelho do Sabugal em 1974 e faleceu tragicamente meses após a assinatura da escritura, baleado por um agente policial por alegadamente não ter parado numa operação de stop. n.d.r.].
No final do jantar enquanto discursava, o presidente da Casa, José Lucas, cometeu uma inconfidência que fez rir Pinto Monteiro: «Conheço o senhor Procurador desde a juventude, passámos férias juntos em Aldeia do Bispo e agarrámos os dois ao forcão, não porque fossemos muito corajosos, mas para agradar às chicas espanholas.»
Aproveitámos para lhe perguntar se ainda recordava esse feito. «É verdade. Agarrei ao forcão em Aldeia do Bispo quando tinha 15 ou 16 anos. Costumava passar oito dias em casa da família Mansos e, claro, acompanhava com os da minha idade. Já depois de formado, devia ter 22 ou 23 anos, passei férias em casa dos pais do Lucas e lembro-me que nesse ano fomos para as touradas de Fuenteguinaldo.»
– Na entrevista ao «Expresso» disse que não usava o cartão de crédito da Procuradoria e tentaram investigar a sua vida…
– Nunca me habituei a ser rico nem a ser pobre. Não tenho hábitos de rico. Gosto de pagar em dinheiro. Não uso cartões. O da Procuradoria está lá fechado num cofre. Dei aulas sem receber um tostão. Podem investigar-me à vontade. Ofereceram dinheiro a uma jornalista para tentar descobrir algum ilícito na minha vida. Se está a contar com esse dinheiro para comer vai morrer à fome.
A agradável conversa teve de terminar. O professor Pinto Monteiro começou a ser solicitado pelos seus alunos para dedicar e assinar as fitas de finalistas do curso de Direito da UAL.
O nosso agradecimento pela disponibilidade e simpatia do Procurador-Geral da República, Fernando Pinto Monteiro para com o Capeia Arraiana. Um beirão genuíno e um sabugalense que nos enche de orgulho.
jcl

O Procurador-Geral da República, Fernando Pinto Monteiro, foi o convidado de honra do jantar organizado pelos finalistas do curso de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) que decorreu sábado, 23 de Fevereiro, na Casa do Concelho do Sabugal.

Procurador-Geral da República na Casa do Concelho do SabugalA Casa do Concelho do Sabugal foi o local escolhido pelos finalistas de Direito da UAL para se reunirem no sábado, 23 de Fevereiro, num jantar-convívio de final de curso.
Organizado pelo nosso conterrâneo Horácio José Caramelo Pereira (aproveitamos para dar os parabéns ao recém-formado doutor em Direito Civil) o jantar contou com um convidado especial: Fernando Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República.
O actual responsável por um dos mais difíceis cargos do Estado português foi professor dos alunos presentes até ao momento em que aceitou o convite para substituir Souto Moura na Procuradoria-Geral da República.
Fernando Pinto Monteiro foi recebido na Casa do Concelho do Sabugal pelo presidente da Direcção, José Lucas, elementos dos órgãos sociais e pelo seu ex-aluno Horácio Pereira.
«Olha quem cá está!», exclamou Pinto Monteiro quando viu José Lucas. «Já não nos víamos há muitos anos», clarificou. As recordações de ambos não se fizeram esperar, lembrando amigos comuns e familiares, alguns já falecidos. «Já tinha sido convidado muitas vezes mas é a primeira oportunidade que tenho para conhecer a Casa», disse a propósito o Procurador.
O jantar com cerca de 50 alunos finalistas e alguns professores da UAL decorreu em clima descontraído e com alguma irreverência académica à mistura. O momento serviu, também, para pedir ao professor Pinto Monteiro uma dedicatória nas fitas do curso.
À mesa Fernando Pinto Monteiro teve direito a uma entrada especial. «Um petisco que já não saboreava há muitos anos», comentou enquanto provava um bucho arraiano especialmente confeccionado a pensar nele.
Na hora dos discursos o presidente da Casa, José Lucas, aproveitou para agradecer a presença do Procurador e, em tom brincalhão, cometeu uma pequena inconfidência: «Conheço o senhor Procurador desde a juventude, passámos juntos férias em Aldeia do Bispo e agarrámos os dois ao forcão, não porque fossemos muito corajosos, mas para agradar às chicas espanholas.» O episódio provocou um largo sorriso em Fernando Pinto Monteiro que embora tenha nascido em Porto de Ovelha (Almeida) passou grande parte da infância e da juventude no Sabugal.
No bolso levou uma proposta de sócio da Casa que garantiu preencher e entregar muito em breve.
Aproveitámos para confirmar empiricamente a opinião teórica que já tínhamos de Fernando Pinto Monteiro. É um beirão, é um sabugalense, é diferente.
Na próxima sexta-feira, o Capeia Arraiana, publica uma entrevista exclusiva com Fernando Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República.
jcl

Pensar é um acto inteligente. Saber seleccionar a informação que nos dão é, no século XXI, uma atitude proactiva, honrada e superior. Recordar as amizades da vida e os nomes quase anónimos mesmo que isso pareça não interessar à «Opinião Pública» é um acto de coragem. E promover o Sabugal também…

Pinto Monteiro, Procurador-Geral da RepúblicaTodos nós tivemos professores que nos marcaram. Pelas melhores ou pelas piores razões. O ilustre jornalista Fernando Cascais foi meu professor em «Opinião Pública», cadeira teórica e teorizante sobre o poder e a influência da agenda setting sobre a opinião pública. Uma das perguntas mais valorizadas do exame questionava: «Damos aquilo que o povo quer ou o povo vê aquilo que lhe dermos?» E a resposta estava sempre certa, escolhessemos a primeira ou a segunda «verdade». O problema estava em justificar a nossa escolha. Tinhamos que ser convincentes porque em jornalismo «um copo meio-cheio é tão verdadeiro como um copo meio-vazio». A diferença está no nosso profissionalismo.
O alinhamento das notícias do jornal ou do telejornal está sujeito a critérios editoriais e cada vez mais a interesses não declarados ou menos evidentes.
Nas redacções os editores têm o poder de fazer com que um assunto esteja ou não na ordem do dia. Que se mantenha, que morra ou que ressuscite.
E o que é que isto interessa ao leitor? Serve de introdução a quatro casos da actualidade. O caso «Maddie», a selecção nacional de râguebi, Pedro Santana Lopes e o caso «Pinto Monteiro».
No caso da menina inglesa desaparecida no Algarve (e «desaparecida» parece ser a única verdade indiscutível) é a nossa civilização que está em causa qualquer que seja o resultado final. Deixando a análise ao comportamento da opinião pública e dos media há (parece) apenas duas hipóteses: ou os pais estão inocentes ou os pais são culpados. Na primeira hipótese estarem acusados e formalmente culpados é desgraçadamente uma das maiores injustiças do século XXI. Na segunda hipótese e se se provar a culpa dos progenitores assistimos a um dos maiores embustes da História e à anulação das qualidades do ser humano e dos valores cristãos da nossa civilização. Qualquer das conclusões será sempre trágica.
A selecção nacional de râguebi participou no Campeonato do Mundo que a África do Sul conquistou de forma surpreendente. A equipa lusa recebeu a visita do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso (a sua esposa Margariada Uva é familiar do «capitão» de equipa), perdeu todos os jogos (alguns com cabazadas) e foi recebida em apoteose pelos familiares e pasme-se… por dezenas de figurantes pagos pela federação.
A SIC-Notícias convidou Pedro Santana Lopes, ex-presidente do PSD, ex-primeiro-ministro de Portugal e actual deputado da nação. Foi interrompido a meio da entrevista por um directo da chegada (sem declarações) de José Mourinho ao aeroporto da Portela. Santana Lopes, qual «special one dos directos», abandonou o estúdio em sinal de desacordo pela desilegante atitude. Critérios editoriais defendeu depois o editor Ricardo Costa.

O «caso» Pinto Monteiro
O actual Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, deu uma entrevista polémica ao semanário «Sol» onde falou como beirão sem medo. Lembra o Sabugal, atribui o título de herói ao professor Cavaleiro e recorda amigos de infância: João Pereira, Luís Eduardo Manso, Fitz Quintela, o senhor Tita e Helena Quintela (a pintora Helena Liz).
E os «seres superiores» foram ver no mapa da Península Ibérica onde ficava o Sabugal…
Bons magustos e cuidado com o São Martinho.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

O Procurador-geral da República (PGR) concedeu uma longa entrevista ao semanário Sol, publicada na edição de hoje, onde fala na sua infância e na ida para o Sabugal frequentar a escola primária. Questionado sobre os amigos desses tempos referiu os nomes de vários sabugalenses que guarda no coração.

Pinto Monteiro, Procurador-geral da RepúblicaA entrevista tem afirmações bombásticas que estão a criar polémica. Sem papas na língua o intrépido PGR afirma: «Acho que as escutas em Portugal são feitas exageradamente. Eu próprio tenho muitas dúvidas que não tenha telefones sob escuta. Como é que vou lidar com isso? Não sei. Como é que vou controlar isso? Não sei. Penso que tenho um dos telemóveis sob escuta. Às vezes faz uns barulhos esquisitos.»
Todos conhecemos a ligação do Juiz Conselheiro Pinto Monteiro ao Sabugal, onde viveu com os pais durante uns anos, e ele também nunca esquece de o referir nas poucas entrevistas que tem concedido. À questão «Ainda tem amigos do tempo da escola?», responde com grande pormenor: «Sim, mas tenho tido grandes desgostos, pois alguns já morreram. Um grande amigo, o João Pereira – que andou comigo na escola primária, no liceu e que depois morou na mesma casa em Coimbra – morreu há três ou quatro anos, com um cancro, e era médico cirurgião em Coimbra, em oncologia. Outro era o Fitz Quintela, advogado que há uns anos foi morto por engano numa perseguição policial, em Monsanto. Um dos colegas de escola com quem mais convivia era o Luís Eduardo Manso, que é médico em Coimbra. E ainda a Helena Quintela, pintora, que não vejo há muito.»
Ora todos estes saudosos amigos de infância do PGR são do Sabugal. O João Pereira, cirurgião, já falecido, que era filho do conhecido médico Adalberto Pereira, natural das Aranhas mas fixado no Sabugal. O Fitz Quintela, filho do antigo secretário da Câmara, o Senhor Tita, jovem advogado falecido tragicamente e que foi fundador da Casa do Concelho do Sabugal em Lisboa e autor dos seus estatutos. A Helena Quintela, que é a conhecida pintora Helena Liz, igualmente filha do Senhor Tita e actualmente radicada em Madrid. O Luís Eduardo Manso, filho do prestigiado Dr Francisco Maria Manso, hoje reputado médico em Coimbra, mas que tem igualmente consultório no Sabugal.
Mas o mais surpreendente da entrevista do PGR é quando é instado a dizer se algum professor o marcou. Na resposta foi mais uma vez foi ao encontro do Sabugal: «Desde logo o professor Cavaleiro, que é um dos meus heróis. Era um homem maravilhoso. Não tinha filhos e os últimos dois Natais da vida dele foram passados em minha casa, já ele tinha 85 anos. Era um bom professor, extremamente rigoroso e um homem que amava a vida. A imagem que tenho dele é a rir. Também era caçador. Além disso era amigo da minha família e até foi padrinho de um dos meus filhos.»
Para além das recordações de infância, o PGR dá uma entrevista profunda, sem tabus e sem receios, abordando frontalmente todos os temas que lhe são propostos. Mostra que é um homem de coragem, empenhado em mudar a face da justiça em Portugal.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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