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Nestes últimos tempos o fantasma da imprevisível crise social que se abate sobre o País aparece geralmente justificado como efeito da situação económica do povo.

Jesué Pinharanda – Carta DominicalAcreditamos que assim seja, porquanto também somos povo.
Todavia, há quem deseje justiça e há quem anteponha a ambição. Decerto ninguém pode pregar doutrinas a estômagos vazios, já São Paulo escrevia isto mesmo, numa das suas Epístolas. O povo diz de modo diferente: «Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.» Será isto que ocorre na sociedade portuguesa? Crise de Justiça, ou moléstia de ambição?
Num escrito do notável médico e poeta Manuel Laranjeira, falecido em 1922, e idealista republicano, escreveu ele, constatando uma realidade palpável na sua época: «A víscera revolucionária era o coração; agora começa a ser o estômago.»
Para bom entendedor…
«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes

pinharandagomes@gmail.com

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Homem de cultura e etnógrafo, jurista de profissão, Joaquim Manuel Correia nasceu em 1858, na Ruvina, concelho do Sabugal. No dia 5 de Abril terão início as comemorações dos 150 anos do seu nascimento com diversas iniciativas no Museu e Auditório Municipal do Sabugal.

Joaquim Manuel CorreiaAs comemorações da passagem dos 150 anos do nascimento de Joaquim Manuel Correia arrancam no sábado, 5 de Abril, organizadas pela empresa municipal «Sabugal+», Museu Municipal e Câmara Municipal do Sabugal.
A sessão de abertura (nove horas da manhã) está marcada para o Auditório Municipal, com as intervenções do presidente do município sabugalense, do presidente do conselho de administração da «Sabugal+» e de Natália Correia Guedes, neta do homenageado.
As palestras da manhã, com a participação de ilustres intervenientes, serão preenchidas com a sapiência de João Serra (Os trabalhos de Joaquim Manuel Correia), mestre Pinharanda Gomes (Aspectos da vida e obra de Joaquim Manuel Correia), Manuel Leal Freire (A vida de uma família na Ruvina nos meados do século XIX), Adérito Tavares (O país e o Sabugal – Enquadramento Histórico – 1858-1974) e Manuel Meirinho Martins (O Sabugal de Hoje).
Da parte da tarde, pelas 16 horas, será inaugurado no Museu do Sabugal uma exposição comemorativa e terá lugar uma sessão de lançamento do livro «Celestina» de Joaquim Manuel Correia.

Joaquim Manuel Correia nasceu a 21 de Março de 1858 na freguesia da Ruvina, concelho do Sabugal. Formou-se em Direito no ano de 1888 na Universidade de Coimbra e veio a falecer nas Caldas da Rainha no dia 10 de Outubro de 1945.
Exerceu como advogado no Sabugal e nas Caldas da Rainha, foi conservador do Registo Civil de Leiria e presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.
Homem de cultura é autor de vários livros sobre as gentes e as terras raianas com destaque para «Terras de Ribacôa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal». Alguns dos mais importantes achados arqueológicos do Sabugal foram por si recolhidos, catalogados e enviados para o Museu Nacional de Arqueologia.
Aqui deixamos aos nossos leitores um excerto do livro «Celestina»:
«O dia estava belo e tudo preparado para a romaria. Todos os casados desse ano, da aldeia de Ruvina, no concelho do Sabugal, estavam já prontos para a partida, uns a pé, outros a cavalo. A família Calamote resolveu ir de carro (de bois), que ficara armado na véspera com alvos lençóis de linho, ligados fortemente aos estadulhos. Faltava só cobri-los com colchas. Sobre isso houvera divergências em casa. A Brízida queria que se enfeitasse o carro com uma colcha amarela, as filhas com uma linda colcha bordada a frouxo, em pano de alvíssimo linho, embora grosseiro, na qual, entre ramos caprichosos, havia correctas figuras em posições extravagantes.
Venceu a Brízida, alegando, e com razão, ser mais vistosa a colcha amarela e que, ainda que se estragasse, havia muitas iguais à venda.
Resolvida desse modo tal contenda, teve o ganhão ordem de cobrir o carro com a coberta amarela, logo que nascesse o sol, e de lhe estender dentro os melhores cobertores para atenuar o choque e a trepidação na
marcha. Eram sete horas da manhã quando a Domingas e o marido foram saber se já estavam prontos.
– Vou já vestir as meninas e encher as cuncas de merenda, enquanto o ganhão põe os bois no carro e o meu homem enche a borracha de vinho e albarda a égua nova.
– Não sabia que tinham uma égua nova!
– Pois temos, trocámos pela russa e vamos hoje experimentá-la à Senhora da Póvoa.»

Excelente iniciativa com ilustres intervenientes. Um momento superior de cultura e de defesa da nossa história.
jcl

Miguel Real, pensador e escritor de evidente versatilidade, surpreende-nos, de uma só vez, com três novos livros: «O último minuto na vida de S.», um episódio romanceado da vida de Snu Abecassis; um ensaio sobre «Agostinho da Silva e a cultura portuguesa»; e, por fim, um outro ensaio, intitulado «A Morte de Portugal» (Campo das Letras, 2007).

Jesué Pinharanda – Carta Dominical(Continuação do domingo anterior).
Em vista dos precedentes, Portugal tem conseguido superar todos os riscos, uma vez que, bem vistos os tempos e os modos, raramente nos foi dado descanso, sobre nós se abatendo a cobiça de estranhos, desde os árabes aos castelhanos, aos franceses, aos ingleses, e, por fim, na partilha do corpo da Pátria, americanos e soviéticos. Hoje podem ser os europeus, que nós também somos, embora arriscando a perda da portugalidade, caso não saibamos velar, vigiar e esclarecer o que valemos no contexto europeu. Aliás, Europa é, hoje em dia, um tratado de união e, como todos os tratados, não contém a potência de perpetuidade. É um fenómeno de conjuntura que pode terminar se, e quando, as maiores potências da «balança europeia» se confrontarem por causas de interesses específicos.
O conhecimento dos mitos, e também dos acontecimentos mitificados, constitui uma útil ajuda ao esclarecimento da nossa história, e da filosofia da História de Portugal.
No processionário da morte, Miguel Real abre com o que designa por «princípio do fim», a segunda morte de D. Sebastião, a perda da autonomia política, e o surgimento de uma independência mítica.
Miguel RealPelo caminho propõe-nos três luminares, ou entidades também elas de algum modo mitificadas: Viriato, como o nome das nossas origens; António Vieira como apologeta e profeta de Portugal como «nação superior»; e o Marquês de Pombal como o capataz de um «povo inferior».
Atravessamos agora o fim do princípio que nos aparece como uma fase experimental, cifrada em multiplicidade de abordagens e de tentativas de achamento da nossa alma, abordagens essas como exercícios isentos, como que descalços, atravessando as abrasivas areias do deserto, na esperança do oásis.
Miguel Real identifica, quanto aos pensadores pátrios contemporâneos, os espiritualistas, os providencialistas, os racionalistas e os modernistas. Em todas orientações identificamos o comum português ou o modo de olhar a Pátria, continuando divididos entre os optimistas e os pessimistas. Por vezes, confundimos Nação com Estado, quando, na verdade, a Nação pode não se esgotar no Estado e, com efeito, a Pátria, paradigma da Nação, é ente superior, que o Estado não esgota, mesmo quando nesse esgotamento aposte. Como agora!
Eis, pois, um ensaio que, entre pessimismo e optimismo, procura o senso do realismo com ideal. De resto, num estilo muito guloso, diremos até bem típico e, em muitas páginas, irónico e pitoresco, quanto aos modos de dizer. Talvez que a Raia nos separe, afinal de contas, da capital.
«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes

pinharandagomes@gmail.com

Miguel Real, pensador e escritor de evidente versatilidade, surpreende-nos, de uma só vez, com três novos livros: «O último minuto na vida de S.», um episódio romanceado da vida de Snu Abecassis; um ensaio sobre «Agostinho da Silva e a cultura portuguesa»; e, por fim, um outro ensaio, intitulado «A Morte de Portugal» (Campo das Letras, 2007).

Jesué Pinharanda – Carta DominicalSem que haja desconsideração na escolha, mas não nos sendo possível comentar os três, escolhemos, por seu nacional interesse, o ensaio «A Morte de Portugal».
Na essência, trata-se de um diagnóstico da Nação Portuguesa, elaborado como que em diálogo com um conjunto de textos doutrinais correlativos ou equipolentes, em que Miguel Real escolheu como primeiro termo a «Arte de Ser Português» (1915) de Teixeira de Pascoaes e, como termo final, o «Portugal, Identidade e Diferença» (2007) de Guilherme d’Oliveira Martins, entre esses termos fixando teses de Agostinho da Silva, Eduardo Lourenço, Manuel Antunes, e outros, em cujos escritos revelaram as formas e os modos pelos quais entenderam Portugal como problema de antropologia cultural e política, no que Portugal tem de próprio, e que, por ser próprio, constitui a diferença em relação a outros fenómenos afins da civilização universal.
A meditação acerca de Portugal como ente distinto tem ocorrido sobretudo em épocas de crise de identidade e de temores de dissolução.
«A Morte de Portugal» de Miguel RealAinda que muitos antes tenham sido publicados muitos escritos acerca da alma portuguesa, muitas vezes em mera posição pangérica, é bem verdade que a «Arte de Ser Português», de Pascoaes, surge em plena crise da Guerra Mundial, com todas as ameaças que Portugal enfrentou, tanto na Europa como no Ultramar. Seria muito interessante que alguém, com tempo e paciência, procedesse ao inventário dos títulos relativos aos destinos da Pátria Portuguesa, pelo menos desde o ciclo das guerras no Ultramar até ao fim do Estado Novo. Contudo, o elenco prossegue, desde logo na glosa amplificante de António Quadros em «A Arte de Continuar Portugal» (1978), de carácter messiânico-profético, de sensível veio optimista e, em contraste, o ensaio (ou lamento) de Amorim de Carvalho, em «O Fim Histórico de Portugal» (1977) em que, face à dissolução do Império, como que preconiza já não haver lugar na história da civilização para uma comunidade cujo escopo principal fora, sem dúvida, a criação de civilizações.
Miguel Real medita, também ele, na perspectiva da perda da soberania, e, portanto, numa transfiguração (dissolutória) da nossa identidade num contexto superestrutural, em que se perderá o carisma de Nação e se garantirá o carisma de uma simples região ocupada, em que a liberdade da diferença será sacrificada à unanimidade aleatória.
(continua no próximo domingo).
«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes

pinharandagomes@gmail.com

Um conjunto de 50 fotografias de máscaras portuguesas está em exposição no Gabinete Português de Literatura no Centro Histórico da cidade brasileira de Salvador da Bahia. Mas só é notícia no Capeia Arraiana porque…

Gabinete Português de Literatura em Salvador da Bahia…e citando o texto da agência Lusa de 15 de Dezembro «na entrada do palácio que abriga a exposição uma placa reproduz um texto assinado pelo ensaísta e filósofo Pinharanda Gomes realçando os valores que as máscaras reflectem, tanto para a população do Interior de Portugal, quanto para os que vivem no interior da Bahia. O pensador considera-as património artístico e vital, valiosas para o conhecimento das axiologias comunitárias e fonte de inspiração para novas criações, mediante a renovação da tradição ou a tradição renovada».
A exposição «Máscaras Portuguesas», incluída na programação das comemorações dos 200 anos da chegada da Corte Real Portuguesa ao Brasil, revela aos baianos a origem de uma antiga tradição que se repete em muitos dos seus festejos e é o resultado de um trabalho do fotógrafo Hélder Ferreira a partir da pesquisa que originou o livro «A Máscara em Portugal» e está montada no Gabinete Português de Literatura no Centro História de Salvador.
As 50 fotografias seleccionadas documentam 21 festas, retratando a criatividade dos portugueses em preservar uma tradição que se repete anualmente em festejos como «A Festa dos Rapazes» em Aveleda e o «Dia dos Diabos», em Vinhais.
O sucesso do número de visitantes fez com que os organizadores prolongassem a exposição até 5 de Janeiro altura em que seguirá para o Museu Nacional do Rio de Janeiro.
O Gabinete Português de Literatura de Salvador da Baía tem duas bibliotecas com mais de 55 mil obras, jornais e revistas. É frequentado diariamente por estudantes universitários e professores para consulta e pesquisar da história e da literatura portuguesa.
Criado em 1868 como ponto de encontro dos portugueses a instituição mantém-se hoje como um local de promoção e divulgação da cultura portuguesa em Salvador da Baía.
Agora já sabe: o pensamento de mestre Pinharanda Gomes está imortalizado à entrada do edifício do Gabinete Português de Literatura na cidade brasileira de Salvador da Bahia. Reconhecimentos lá longe…
jcl

Há duas traduções para português recomendadas da obra de Platão «Apologia de Sócrates». Uma é de Manuel Oliveira Pulquério e outra é da autoria do filósofo Pinharanda Gomes.

«Apologia de Sócrates» por Pinharanda GomesA obra «Apologia de Sócrates» de Platão tem duas traduções de grego para português reconhecidas nos meios literários e intelectuais. Uma pertence a Manuel Oliveira Pulquério e a outra ao filósofo e pensador quadrazenho Jesué Pinharanda Gomes.
O Capeia Arraiana teve acesso a uma análise especializada à tradução da obra assinada por Hugo Santos. Aqui deixamos alguns tópicos:
«Desde o prefácio que se evidencia o poderio do prefaciador e tradutor. A figura do filósofo, na sua defesa solitária, o seu magistério, a época ressaltam, com brilhantismo, das palavras iniciais de Pinharanda. O seu trabalho afigura-se-nos notável e o original surge-nos vertido num puríssimo português, rigorosamente exposto, com a força do que é claro e sólido» escreve o analista literário Hugo Santos.
A força da tradução de Pinharanda Gomes dos textos gregos do filósofo Platão tem passagens com pensamentos dialécticos intemporais. «Ora bem, Atenienses, não faço a minha apologia a favor de mim próprio, como alguém pode julgar, mas principalmente por mor de vós, que, ao condenar-me, erraríeis contra a graça que de mim vos fez o deus (…) Nunca fui mestre de ninguém, e se alguém, jovem ou velho, pretende ouvir-me falar e observar o que faço, nunca a tal me opus, nem nunca dialoguei a soldo, nem deixei de dialogar por não me pagarem (…) Escreveu com brilhantismo de forma e com analítica inteligência o teor da oração socrática (…) A Platão terá interessado mais o teor dialéctico do que o registo novelístico do processo».
E como diz o filósofo: «É possível que nenhum de nós saiba algo de belo e de bom, mas ele julga que sabe quando nada sabe, enquanto eu, que nada sei, não julgo que sei.»
Nunca é demais falar de Pinharanda Gomes. O grande pensador merece todo o nosso respeito e reconhecimento.
jcl

O presidente da Junta de Freguesia do Manigoto lançou o desafio sobre a origem do topómino «Manigoto» e o resultado foi, e bem, impresso para a História.

Topónimo «Manigoto»«Manigoto é uma das 27 freguesias do concelho de Pinhel, distrito e diocese da Guarda. É delimitado pelas freguesias de Vascoveiro (a Norte), Lamegal (a Sul), Atalaia (a Nascente) e Lameiras (a Poente)». Assim começa a publicação «Topónimo Manigoto» dedicada a todos os cidadãos e amigos da freguesia.
Com 283 recenseados e cerca de 400 habitantes que vivem da agricultura a freguesia do Manigoto fica situada numa encosta virada a Sul entre a Serra do Manigoto e o Barrocal Cego entre Pinhel e Pínzio. A padroeira é Nossa Senhora da Conceição e, assim, o dia da freguesia é festejado a 8 de Dezembro.
As dúvidas quanto à origem do nome «Manigoto» levaram Manuel Celestino Martins Neves, presidente da Junta de Freguesia local, a escrever a uma dezena de individualidades manifestando interesse em recolher as suas opiniões sobre o topónimo.
Responderam à chamada (sem saberem uns dos outros) Adriano Vasco Rodrigues, António Carreira Coelho, Flávia de Almeida Fernandes e… Jesué Pinharanda Gomes. As conclusões são todas brilhantes, todas originais e diriamos… todas diferentes. Mas valeu a pena o desafio. Mas vale a pena ler os estudos e as teses formuladas.
Aqui deixamos (perdoem os restantes) a conclusão de mestre Pinharanda Gomes: «Sem assumir um critério dogmático, sou do parecer que a origem do topónimo é referenciável aos Godos, e que, seja por antroponímia, seja por toponímia, o nome da aldeia nasceu por aqui. Manigode ou Maniquote não me parece hipóteses a abandonar. Sendo assim Manigoto – terras incultas, baldios, maninhos, bosque, na vizinhança de uma vila ou de grande aglomerado populacional.»
Ou como se pode ler na publicação o «Manigoto é uma freguesia como tantas outras do Interior do País, marcada pela emigração, onde se vive calma e naturalmente cada dia e onde a qualidade de vida é de nível superior».
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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