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Ir a Casablanca e não visitar um local de Culto, é como ir a Roma e não ver o Papa, diz-se. Não é bem assim, eu já fui a Roma e nem me lembrei desse «assunto»…

José Jorge CameiraFomos então cerca de 50 turistas do Cruzeiro visitar a Medina.
De facto, é algo imponente. O Minarete apontado para o Céu onde está o Alá, com rendilhados arquitectónicos notáveis, pintado de amarelo-ocre. À volta, uma série de edifícios que me pareceram residenciais ou equivalentes árabes. No redondel de vez em quando um grupo de pessoas ajoelhavam-se na direcção dessa «Igreja» e faziam vénias de braços estendidos, quase deitados.
Nessas tais residenciais havia em semicírculo uns alpendres, uma espécie de galerias.
Fui aí colocar-me para ter um melhor ângulo de visão para as fotografias, sempre com essa mania das fotos…
Numa dessas galerias reparei que o chão estava cheio de fezes, caca humana. Era tanta a quantidade que tinha de saltar para evitar pisar essa javardice…
Onde é que já se viu haver gente crente, fanática até, cagando na frente do seu Alá?
Foi então que tive vontade de fazer ali mesmo uma mijice. No meio da imundície, um pouco de rega nem se notaria…
Ainda não tinha escondido a mangueirazita de carne dentro do esconderijo, eis que oiço uma apitadela estridente atrás de mim!
Era um polícia marroquino! Com uma pistola apontada para mim…
– Já estou tramado!
– Você não pode fazer as necessidades neste local sagrado, está preso!
– Estou preso, o tanas, olhe a merda toda que vocês fizeram aqui – disse eu apontando para o chão encardido daquilo.
– Isto é merda de pássaros, de gaivotas! Não é de pessoas. Aquilo ali sujo é que é seu…
O polícia continuou soprando o apito com força, feito que nem uma puta histérica, até que apareceu outro colega.
Este outro polícia tinha uma máquina fotográfica.
O primeiro gritou para mim, sempre em francês:
– Tira a tua pille para fora!
– Repetez o gesto de urinar na parede para moi faire une photo!
O gajo insistia comigo, abanando o cano da pistola na minha direcção.
Eu já me estava a passar com aquela cena toda. Então o merdas do polícia queria que repetisse a cena mictória para ter uma prova do delito ou para ver o meu coiso?
O pior daquilo eram os gritos daquela «besta», estavam a atrair vários árabes, desses vestidos com lençóis brancos e um gorro colorido na cabeça.
Eu já a ver-me dentro dum calaboiço árabe a comer arroz branco deslavado durante o dia e originando um incidente diplomático entre Portugal e Marrocos…
Sair nos jornais de Portugal o meu gesto de mijar junto a uma parede da Medina seria uma vergonhice….
Tive um certo medo porque nessa altura Portugal apoiava a autodeterminação do Povo Saarauí cujo território está ocupado militarmente por Marrocos e qualquer gesto destes seria um pretexto para a Diplomacia marroquina se «vingar».
Mas mais uma vez os Deuses do Olimpo (estes sim, os verdadeiros) estiveram do meu lado.
O guia do autocarro procurava aflito por mim. Eu não entrara com os outros, o barco já tinha avisado que queria zarpar para Lisboa e não podia fazê-lo sem mim!
O guia finalmente encontrou-me, levou as mãos à cabeça, gesticulou com os polícias num linguajar do mais esquisito, mais parecendo um cabrito a levar uma naifada mortal no pescoço! E disse-me em espanhol:
– Usted tienes 50 dólares? Paga-lhe!
Assim terminou a minha prisão de cinco minutos em Marrocos. Uma mijadela na parede de uma Mesquita árabe custou-me então 50 dólares!
Acabou-se a aflição, fui para o camarote e decidi ficar quietinho até chegar a Lisboa…
Mijar numa Igreja… nunca mais! Melhor será fazer outra necessidade, assim passará por guano de pássaros…

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Durante o primeiro e segundo dia, de pura navegação, pensei: vou fazer uma corridinha à volta do navio. Decepção: em 10 minutos estava a volta feita!

José Jorge CameiraFoi então que tive o primeiro incidente, que poderia ter sido um acidente bera para mim. No deck superior está a piscina. Sempre com muitas pessoas dentro de água ou por ali perto.
Eu não sei nadar. Bem, nadar normalmente, não sei. Mas ainda ninguém me explicou porque cargas de água eu nado e bem durante muito tempo debaixo de água. À tona de água, é como um prego, vou logo ao fundo…
Vou à piscina com os tais calçanitos bermudas floreados e jogo-me para dentro do tanque. Isso foi o pensei, era um tanquezinho. Mas não… era fundo e bem fundo! Então não é que vi jeitos de ali mesmo morrer afogado?
Safei-me porque criei uma técnica para uma emergência destas: bati com os pés no fundo da Piscina e fazendo mola com as pernas, impulsionei-me para cima!
Mesmo assim, ainda engoli uns pirolitos de água, porque na ascensão ainda fui batendo com a cabeça nuns e noutros…
Portanto, piscina… estava confessado!
Finalmente e após dois dias de navegação só vendo mar (era já um fastio da prisão), chegámos à Ilha de Lanzarote, pertencendo às Canárias, arquipélago insular pertencente a Espanha.
Foi aqui que se refugiou até falecer o grande Escritor de Língua Portuguesa e Prémio Nobel da Literatura, José Saramago e a sua Pilar.
Um grupo onde eu estava inserido foi visitar a ilha: aquilo é tudo cinzento ou mesmo negro. De origem vulcano-basáltica.
Ninguém podia apanhar uma pedrinha para recordação – assim o Guia informou! Isso para Portugueses não é válido. Tenho a certeza que só por causa desse aviso todos encheram os bolsos de pedras negras, houve um esvaziamento na Ilha de muitos quilos de pedras negras…. porque a Malta Lusa quer sempre recuerdos, nem que seja para deitar fora no outro dia!
No meio da Ilha é curioso ver-se centenas de pequenos lotes quadrados cercados de pedras negras. São vinhas! Produz-se vinho no meio daquelas cinzas!
Após mais dois dias de navegação, eis-nos à vista do Continente Africano, que eu já não via há muitos anos. Marrocos ali à nossa frente.
Nesse momento lembrei-me de um acontecimento trágico da História de Portugal que se desenrolou a alguns quilómetros para dentro daquela orla marítima:
Em 1580 o Rei português D. Sebastião, praticamente adolescente e doente, comandando um grande exército com alguns Portugueses e destes muitos Nobres e Fidalgos, os restantes mercenários contratados por toda a Europa tenta conquistar Marrocos enfrentando em Alcácer-Quibir um Rei Árabe. Foi um desastre completo. O Rei desaparece criando o mito do Sebastianismo que perdura até hoje. O Rei de Castela apodera-se de Portugal e os inimigos dos espanhóis sentem-se assim no direito de atacar o Brasil e Angola, colónias portuguesas. Durou 60 anos este cataclismo para Portugal!
Mal chegamos a Marrocos, logo ali no Porto de Casablanca se organizaram excursões à cidade. À entrada dum feirão vi um pórtico e uma rampa por onde se subia para a dita feira.
Reparei que corria permanentemente um líquido por essa rampa em direcção ao mar. Estranhei, porque era Agosto, mês seco e não havia indícios de ter chovido. Diz-me o Luis:
– Ó Zé Jorge, não vês que é mijo? Toda aquela gente que está vendendo na feira tem de mijar nalgum lado…
Passados uns momentos, ficando eu sozinho com a Sofia porque o Luís foi comprar cigarros, chega-se junto a mim um árabe com ar de rico, bem vestido e diz-me em francês (a segunda língua deles):
– Monsieur, quer vender esta mulher (apontando a Sofia)?
– Vender? Nem sequer é minha mulher…
– Dou-lhe 50 camelos por ela!
Em Marrocos ter um camelo é sinónimo de riqueza e posição social. É um animal de enorme utilidade, carrega muito peso e é capaz de atravessar o Deserto sem beber água. Acumula água num saco no interior do seu corpo e a bossa é gordura que colmata as necessidades energéticas. Animais desses foram exportados para a cidade de Natal no Brasil, onde é possível vê-los hoje em Genipabu passeando gringos, isto é, turistas estrangeiros.
Não sendo a Sofia minha mulher e em brincadeira eu respondo ao árabe rico, sem ela perceber patavina do teor das «negociações»:
– Vendo-lha por MIL CAMELOS! – Esta quantidade de dromedários é incomportável para qualquer árabe, eu sabia isso de antemão…
Com ar contrariado, o muçulmano retira-se barafustando com ambas as mãos: ainda não seria desta que teria uma mulher branca, grande ambição de qualquer árabe, rico ou pobre.
(Continua)

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Quando o barco zarpou do Mar da Palha, fui vendo Lisboa ficar cada vez mais longe. Lembrei-me nesse momento daqueles Navegadores que nos séculos XV, XVI, XVII e XVIII partiram em caravelas do tipo casca de noz, visão igual a esta de Lisboa que a maior parte desses marujos não tornaram a ver!

José Jorge CameiraAos altifalantes chamavam os «fregueses» para o almoço. Que já tardava, a barriga dava horas há muito…
Era uma mesa redonda, com nove pessoas. Todos impiriquitados, excepto eu que vestia uma vulgar camisa e calças azuis jeans. Já nesse tempo tinha este vício destas roupas…
As madames ricas, mas pirosas, cheirando a esses sprays dos cabelos e a Channel 5 de feira, aproveitam esses momentos para mostrarem umas às outras os seus vestidos chiques, com colares e anéis brilhantes, sei lá se eram pichebeques…
À frente de cada um de nós havia seis pratos empilhados, quatro copos de cristal e um montão de talheres de todo o feitio, talvez uns 20. Lembro-me de ter pensado – isto deve ser já a contar com o jantar!!
Uma Madame do Puerto diz em voz alta, antes de servirem o enfardanço:
– Vou adivinhar a idade de todos!
A Balzaquiana comigo espalhou-se e bem. Enganou-se em nove anos. Disse-lhe: ao jantar trago o meu BI e poderá conferir.
A partir desse momento nunca mais me olhou com bons olhos. Pois… queria à força ser a mais nova do Grupo da Mesa!
Bem, o almoço foi aquilo a que eu posso chamar de PECADO. De facto foram necessários todos os pratos, todos os copos e todos os talheres!
Foi um empanturramento como eu nunca tinha visto. Comida de todo o género:
Carnes, peixes, grelhados, fritos, guisados… e servido a mais de 300 pessoas ao mesmo tempo, gulosos como eu!
Aquilo era digno de ser ver: empregados de luvas brancas, fardados, iam e vinham com grandes tabuleiros repletos de manjares enfeitados de flores, com acompanhamento musical de uma orquestra!
Ao jantar, a mesma farturaça. Comezaina em quantidade e qualidade. Na minha mesa, as Balzaquianas mudaram a roupagem e os pichebeques. E eu com os mesmos jeans. Devem ter cochichado entre elas:
– Coitado, é pobre, sempre com a mesma roupa, deve ter pago o cruzeiro em 100 prestações…
Até hoje ainda não sabem que tenho umas 10 calças jeans azuis e outras tantas camisas também azuis, algumas das feiras, confesso…
No primeiro dia devo ter engordado uns dois quilos pelo menos. Nesses 12 dias ia ser uma engorda forçada ou seja, como se diz no Alentejo: comer que nem umas bestas!
Depois dos jantares, então acontecia sempre uma Festa de arromba: dançar, anedotas sobre alentejanos e sobre os políticos… até as tantas da noite!
Foi na primeira noite de festança que encontrei o Luis e a Sofia, um casal da minha cidade!
– Que estão vocês aqui a fazer? perguntei eu.
– O mesmo te perguntamos!
Como é pequeno este Mundo!
Estávamos os três sentados a beber uns cocktails esquisitos, desses que têm coloridas sombrinhas chinesas, quando ouço o Animador anunciar bem alto:
-Vamos chamar aqui ao Palco todos os que viajam sozinhos!
Tive que ir, pois chamaram-me e ouvi uma salva de palmas, o que me cheirou a mariolice.
Tratava-se de juntar os viajantes masculinos e femininos solitários a fim de haver companhia total e ninguém se sentir isolado.
Seriam esses que iniciariam o primeiro baile!
Diz-me o Luís de longe, com ar de quem já sabia da coisa:
– Ó Jorge, pode ser que seja a tua independência!
Estava ele querendo dizer que podia acontecer calhar-me como par uma senhora cheia de grana, ricalhaça, ouro no baú e muitas propriedades e farmes.
Não foi nada disso: o «meu par» era uma senhora já com uns anitos largos, quadris de quem pariu cem vezes, com o cabelo loiro por cima e no meio cinzento, pelo menos com 70 anos, cheirando a Água de Colónia made in Spain
É bom de se ver que de repentemente deu-me uma dor no tendão de Aquiles e por isso tinha de me sentar!
(Continua)

José Jorge Cameira

«Estórias de um filho de Vale de Lobo e da Moita»
mailto:jjorgepaxjulia4@hotmail.com

Naquele fim de manhã de Março de 1995 estava no Banco onde eu trabalhava e entra a Cristina, filha do meu colega Luciano e pespega-se à minha frente, dizendo: «Ó Zé Jorge, queres ir fazer um cruzeiro num grande paquete durante 12 dias? Tudo pago, comes e bebes, só tens que ir ao porto de Lisboa e entrar no barco…»

José Jorge CameiraFoi o mote para eu me rir. Fechado naquele banco sete horas por dia, contando o dinheiro dos outros e com pouco dele nas algibeiras, só aquela proposta me faria rir…
Também por que não estava a ver a Cristina convidar-me para fazer um Cruzeiro COM ELA, ou então se me enganava neste raciocínio herege, nem tão pouco fazer uma férias «à grande e à francesa» num desses barcos de luxo, tal como na famosa série televisiva «O Barco do Amor»… Loves in the air, bla-bla-bla…
– É assim – esclareceu ela – dás uma pequena entrada, pagas todos os meses um tanto, fazes o Cruzeiro nas férias de Agosto e depois continuas a pagar todos os meses um tanto até ficar tudo saldado…
Sentindo o corpo aquecer só com a visão das coisas boas que via na tal série televisiva, decidi logo:
– É lá… Assim o caso muda de figura! Põe aí já o meu nome e quanto dinheiro é que tenho de te dar agora…
Nesses dias subsequentes, a minha imaginação ficou mais fértil: rememorizando «O Barco do Amor», aquilo seria só dolce-farniente diário. Gajas boas, de todo o Mundo, lindas, esguias, benfeitonas de todas as cores e idades, sempre em biquinis caidiços ou trajes com rasgões provocantes nos vestidos de soirées, festas loucas, comida farta, estirado ao sol nas espreguiçadeiras contando as gaivotas no ar, os golfinhos em competição com o boat e principalmente olhando as fêmeas na piscina soltando gritinhos com aqueles decibéis que só elas usam nas traqueias…
Que mais podia ambicionar um pobre empregado bancário como eu, do que sentir-se MILIONÁRIO no meio da grã-finagem internacional durante apenas 12 dias do ano?
Lá fui até Lisboa cheio de nervo por tão grande aventura que ia viver. Meus netos e bisnetos irão dizer, olhando as fotos em kodakcolor: tivemos um antepassado ricaço que até fez um Cruzeiro num Transatlântico! Ora bem!
Outra sedução deste passeio seria o facto de porventura eu não conhecer ninguém e ninguém me conhecer naquela Ilha de Ferro Flutuante… Bolas, seria algo incrível eu encontrar alguém conhecido, quando todas as pessoas que conheço no Mundo deverão andar por outros milhões de locais igualmente atraentes e nem todos serão «MILIONÁRIOS» como eu…
Foi no porto de Lisboa que eu fiquei a saber qual era o Paquete Transatlântico no qual eu ia gozar o tal Cruzeiro: era o Paquete Funchal, um montão de ferro velho esticado construído em 1961, embelezado e modernizado para levar turistas papalvos como eu, fazendo de conta serem ricalhaços, a dar uma volta por essas águas mornas espreitando o Mediterrâneo junto às Colunas de Hércules e junto à Costa de África!
Estava eu preparado para subir o escaler do navio com as sacolas, então não é que vejo um casal amigo e cliente do banco descendo com as maletas? Mau… agora lá na cidade já vão saber que afinal um bancário ganha balúrdios de cacau e por isso fui fazer um Cruzeiro! Bem, o que me causou algum engulho foi eles, após saudarmo-nos, olharem para mim e rirem-se com discrição das bermudas que eu tinha vestido: tinham umas flores e umas palmeiras desenhadas!
Um tripulante fardado à polícia-sinaleiro de outros tempos conduziu-me ao meu quarto, um camarote-suite situado ABAIXO da linha de água do barco, por isso era mais barato. Disse-me ele com ar de gozo, apontando a vigia, uma janelinha redonda com vista para o fundo do mar:
– Enquanto viajamos, o senhor pode ver os peixinhos, já viu a sorte que teve?
Pois. Preferiria uma suite mais acima onde se vê o Sol e a vastidão do Oceano. Mas seria o dobro do encargo.
No quarto, sobre uma escrivaninha, estava um Manual de Instruções do Passeio Marítimo. Fui de imediato ver o Calendário das Refeições:
Pequeno-almoço – Lanche – Almoço – Lanche – Jantar – Ceia.
Senti-me feliz, porque comer é um dos meus desportos preferidos!
(Continua)

José Jorge Cameira

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