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Uma conta de gerência actua sobre realidades. Um orçamento sobre previsões que, mesmo quando fundadamente fundadas, não passam de expectativas que o futuro dirá se são ou não concretizadas.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaObviamente que tratando-se de um instrumento tão importante como é a previsão das receitas que hão-de suportar as despesas de todo um ano de governação, todos os cuidados com vista a aproximar o desejado do real sempre serão poucos.
E a menor das dificuldades não será certamente a de se tratar de previsões sobre previsões, sob um múltiplo risco de falibilidade.
No domínio das receitas, numa sociedade em acentuado estado de crise tentar saber como se comportarão a generalidade dos impostos indirectos é quase esperar uma resposta do oráculo de Delfos.
Ou até mesmo no imposto sobre as pessoas singulares, dadas as perspectivas dum galopante aumento de desemprego.
Para não falar do imposto sobre as sociedades de lucros em muitos casos de todo em todo aleatórios, quando não mesmo condenadas à falência.
E se é assim pelo lado da receita, as incertezas caracterizam também o aspecto despesas, bastando pensar na evolução, por exemplo, dos custos sociais do desemprego ou da acentuação a um ritmo quase inimaginável do empobrecimento geral.
A austeridade gera austeridade, a pobreza avoluma o número de pobres, praticamente em progressão geométrica.
Orçamentar ao ritmo de uma crise significa sempre potenciar a crise.
E o orçamento que a Troika aplaude e apoia não será nunca senão o orçamento que agrade aos nossos credores.
Os sacrifícios que a Nação suporte pela austeridade orçamental são-lhe absolutamente indiferentes.
A Troika não existe para a felicidade do povo português, nem para a resolução dos nossos problemas internos.
A sua função, levada quase ao estatuto de missão, é garantir que os nossos credores externos recebam sacramentalmente os seus créditos, acrescidos dos juros que nos impuseram.
E são esses os parâmetros que fixam para a elaboração do orçamento, bem como para todas as demais regras da governação que, para eles, só será boa se assegurar o pontual pagamento de créditos e juros.
Obviamente que um devedor – pessoa individual ou um estado, a pessoa colectiva mais complexa – deve honrar os seus compromissos. Mas há regras e pressupostos básicos.
O contrato de mútuo não pode ser leonino. O credor não pode abusar do estado de necessidade do devedor.
E que Portugal assinou o tal memorando de entendimento em estado de necessidade alardeiam-no todos os partidos do arco da governabilidade quando pregam que, sem ele, seria o caos.
E que se falharmos, minimamente que seja, o caos, apenas suspenso, aí estará em toda a plenitude.
Há ainda um outro considerando que se impõe.
O credor não pode levianamente conceder empréstimos sem previamente se certificar da capacidade de cumprimento do mutuário. Se o fizer, corre os riscos que inerem à sua própria displicência.
Como não deve também incentivar a gastos superfluos, a cobrir por empréstimos, desenfreando o consumo.
Todos estes argumentos poderão e deverão ser utilizados na nossa negociação com a troika.
E todos por igual poderão e deverão estar presentes na elaboração do orçamento do Estado.
«Caso da Semana», opinião de Manuel Leal Freire

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Para o presente ano a Câmara Municipal do Sabugal, apesar da crise financeira, prevê a concretização de diversas obras de relevo, dentre as quais a construção de dois centros escolares, diversas obras de saneamento nas aldeias do concelho e melhorar a rede viária, tudo num valor de investimento que ronda os 12 milhões de euros.

A Assembleia Municipal do Sabugal, reunida no dia 30 de Dezembro, aprovou o Orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP) para o ano de 2012, documentos apresentados pelo presidente António Robalo, depois de merecerem a aprovação no executivo camarário.
As Grande Opções do Plano, no que se refere a despesas de capital, preconizam a execução de diversas obras consideradas de grande relevância para o concelho do Sabugal. Cumprindo a Carta Educativa do concelho, prevê-se a edificação do Centro Escolar do Sabugal, no valor de um milhão de euros, e do Centro Escolar do Soito, no valor de 600 mil euros.
No campo da cultura, as opções do Município vão para a implementação do Centro de Estudos Pinharanda Gomes (44 mil euros) e para uma iniciativa designada «Fronteiras da Memória» (200 mil).
No desporto, o destaque vai para os 29 mil euros necessários para acabamentos a reparações nos balneários do estádio de futebol do Soito, cuja obra recente deixou problemas de infiltrações que obrigam a uma intervenção suplementar que terá de ser suportada pelo Município.
Outras reparações e melhoramentos em edifícios municipais levarão a uma despesa de 92 mil euros. Já em pavimentação de ruas a despesas andará pelos 392 mil euros, um pouco menos do que a despesa que está prevista para a «regeneração da cidade do Sabugal», que atingirá os 400 mil euros.
A conclusão da rede de saneamento concelhia, com a instalação redes de esgotos e de águas, implicará um investimento de 2,5 milhões de euros. Destacam-se aqui os saneamentos nas Batocas (194 mil), Badamalos (316 mil), Lomba (296 mil), Ruivós (250 mil), Vale das Éguas (247 mil), Ozendo (227 mil) e Monte Novo (317 mil).
Na ampliação do quartel dos Bombeiros Voluntários do Sabugal, a Câmara prevê gastar 66 mil euros. Nas termas do Cró os gastos, em diversas vertentes, incluindo melhoramentos, aquisições de material e divulgação, atingirão os 280 mil euros. Para o Pólo Empresarial do Soito a verba prevista é de 185 mil euros, muito mais do que a construção do Parque de Merendas do Relengo, que implicará um gasto de 71 mil euros.
A implementação de um percurso de interpretação ambiental na Albufeira do Sabugal significará uma despesa de 145 mil euros.
As obras de reparação na rede de abastecimento de água vão custar 340 mil euros, enquanto que a construção de parque e jardins atingirá os 415 mil.
Quanto às inevitáveis obras na rede viária e sua sinalização, as mesmas orçam os 1,5 milhões de euros, merecendo realce as obras da variante ao Soito (100 mil), nos caminhos das quintas da Bendada (325 mil) e as obras de reabilitação das estradas municipais (200 mil).
A requalificação das margens do rio Côa, entre a Ponte do Açude e a Praia Fluvial do Sabugal, orça os 633 mil euros.
Só em estudos e projectos a Câmara prevê gastar 240 mil euros, ainda assim menos de metade do que gastará na aquisição de terrenos, cujo valor previsto ultrapassa o meio milhão de euros.
plb

Parece difícil, mas é fácil…

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Alguns amigos perguntaram-me como se faz um orçamento de base zero.
Não sei qual a resposta científica, mas sei como se pode fazer na prática, e é assim:
1. Despesas correntes com pessoal: vencimentos dos funcionários e eleitos, comparticipações obrigatórias pela lei, etc., as quais devem ser calculadas atendendo às alterações propostas no OE/2012, nomeadamente no que diz respeito ao não pagamento dos 13º e 14º meses, normas remuneratórias de horas extraordinárias, despesas de representação, etc., e ainda da obrigatoriedade de diminuir o número de trabalhadores em 2% e o de dirigentes em 15%
2. Despesas de funcionamento: combustíveis, eletricidade, comunicações, material de escritório, de limpeza, etc., considerando que se deve prever a cativação de, pelo menos, 15% do total gasto em 2011
3. Despesas de água e saneamento: As que decorrem da manutenção dos sistemas existentes e dos nossos compromissos com entidades terceiras, nomeadamente as Águas do Zêzere e Coa e com a RESIESTRELA;
4. Juros da dívida pública
5. Transferências obrigatórias para as Juntas de Freguesia
6. Despesas de manutenção dos equipamentos municipais culturais, desportivos e sociais existentes, considerando que se deve prever a cativação de, pelo menos, 10% do total gasto em 2011
7. Despesas decorrentes de protocolos em vigor com o Movimento Associativo e de Solidariedade Social
8. Despesas de capital decorrentes de contratos já existentes
9. Outras despesas associadas a compromissos reais existentes, isto é, que não representem novos investimentos, nem potenciais investimentos a realizar.
A Lei das Finanças Locais define uma forma de calcular as receitas previstas que atende às receitas registadas nos dois anos anteriores.
Mas quem acompanha a elaboração de Orçamentos sabe que, muitas vezes, se inflacionam as previsões de receitas para que as mesmas cubram as despesas que se prevê venham a ser efetuadas.
Tal quer dizer que, após a elaboração do Orçamento de Despesa em Base 0 e da receita segundo a Lei, quase de certeza vai acontecer que a receita é maior que a despesa.
E aqui, três soluções se colocam:
– É assim e ponto final, e a receita excedentária prevista, se se concretizar, fica na Banca à espera de justificação para a gastar.
– A receita excedentária prevista, se se concretizar, é utilizada para pagar parte da dívida à Banca.
– A receita excedentária prevista, se se concretizar, é aplicada em despesas de investimento, situação que só poderá verificar-se se, ao longo do ano, o volume de receitas realmente verificado, o permitir, o que obrigará naturalmente à apresentação de uma proposta de alteração ao Orçamento de Despesa aprovado.
Considero, por último, que a opção pela elaboração de um Orçamento de Despesa Base 0 deveria ser um método seguido pelas Juntas de Freguesia.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

A difícil situação financeira que o País atravessa, leva-nos a divagar acerca da desorientação em que se vive, motivada pelo deslumbramento com a modernidade e as novas formas de estar na vida.

Ventura Reis - TornadoiroPortugal tem um orçamento desequilibrado, e isso obriga-nos a certos sacrifícios. Convém porém deixar expresso no que consiste o tão propalado Orçamento do Estado, antigamente também designado por «Lei de Meios». Trata-se de uma proposta de lei que o Governo submete todos os anos à Assembleia da República, para que a discuta e aprove. Dum lado figura o rédito que o Estado espera receber e do outro o gasto que pretende realizar. Quando o rédito é igual ao gasto, temos um orçamento equilibrado, o que raramente acontece. Se o gasto é superior ao rédito, então falamos de um deficit, situação que em Portugal se tornou regra. Quando o rédito é superior ao gasto, temos um orçamento favorável, coisa que há longo tempo não sucede.
Como vivemos em deficit permanente, o Estado tem que se financiar para cobrir as despesas, valendo-se de empréstimos. É esse recurso sucessivo a suprimentos, junto dos cidadãos ou, sobretudo, junto de bancos, nomeadamente estrangeiros, que faz com que a dívida pública cresça a olhos vistos e o Pais se sinta penhorado.
Tal como sucede com as contribuições, também os empréstimos têm de ser autorizados pela lei. E é bem mais fácil a um representante do povo votar pelo empréstimo do que votar pelo agravamento dos impostos, pois estes têm de ser colhidos dos cidadãos e ninguém gosta que lhe metam a mão no bolso. Assim sendo, como é mais cómodo pedir emprestado do que cobrar dinheiro aos concidadãos, e como o Estado é esbanjador, aí temos Portugal em papos de aranha para enfrentar estes problemas financeiros.
Noutro tempo o Salazar, que era perito em Finanças, tinha o dinheirinho bem contado e as contas equilibradas. Isso era bom para as contas, mas muito mau para o país.
Contradigo-me? Nem por isso!
Podemos fazer uma comparação das contas e da vida do Estado com o dia-a-dia das pessoas. Antigamente, a maior parte das famílias vivia na pobreza. Quem, vindo da Província, optou por trabalhar na cidade (como foi o meu caso), começou por viver num quarto alugado e, mais tarde, numa casa arrendada. Só com o correr do tempo conseguiu aforro para comprar uma casinha, mas sem possuir automóvel, raramente indo ao cinema e nunca comendo em pensões. Era uma vida «levada do diabo».
Hoje a mocidade, logo que arranja um emprego, acode ao crédito e adquire casa, mobília, automóvel, e outras coisas mais, pagando tudo em prestações. Ora noutro tempo não existia crédito para as famílias e, consequentemente, as pessoas passavam mal.
O mesmo sucedeu em relação ao Estado, que, graças ao recurso ao crédito construiu estradas, pontes, escolas, recintos desportivos, casas de cultura, esbanjando também muito dinheiro em gastos escusados.
Todavia o Estado, tal como as pessoas, deslumbrou-se com a facilidade em chegar ao dinheiro e não calculou a sua capacidade para pagar o serviço da dívida, que são os juros e as anuidades. Foi o resultado do descuido e da irresponsabilidade, pelo qual todos teremos de pagar.
«Tornadoiro», crónica de Ventura Reis

A proposta de orçamento da Câmara Municipal do Sabugal para o ano de 2010 passou no Executivo com os votos favoráveis dos três eleitos pelo PSD e a abstenção dos três vereadores do PS e do vereador Joaquim Ricardo, eleito pelo MPT.

Brasão do Concelho do SabugalAs propostas de Grandes Opções do Plano (GOP) e do Orçamento camarário para o ano 2010, que quase atinge os 30 milhões de euros, vão ser hoje, dia 29 de Dezembro, apreciadas e votadas pela Assembleia Municipal, que reúne no Sabugal a partir das 15 horas.
Capeia Arraiana recebeu uma nota de imprensa assinada pelos vereadores eleitos pelo Partido Socialista, justificando a sua opção pela abstenção e consequente viabilização das GOP e do Orçamento apresentados pelo presidente António Robalo.
António Dionísio, Luís Sanches e Sandra Fortuna tecem considerações críticas às opções que os documentos encerram.
Em relação ao Orçamento referem que o mesmo «não reúne as condições para ser o motor do desenvolvimento do Concelho do Sabugal», razão pela qual não o podem aprovar. Contudo, avisam que não pensam «obrigar quem mais votos teve, a governar segundo o Programa de quem não ganhou» e, assim sendo, e «pese embora o nosso pensamento profundamente negativo sobre o mesmo, vamos abster-nos na votação, dando deste modo oportunidade ao Executivo Municipal de governar e demonstrar que estamos errados».
Os vereadores da oposição socialista avisam ainda na sua declaração que não pretendem «passar um cheque em branco», porque «a seu tempo apresentaremos as nossas propostas, traduzindo as ideias que temos para o futuro do nosso Concelho e demonstrando que, com o mesmo nível de receita e de despesa, é possível concretizar propostas que contribuam decisivamente para a construção de um Concelho do Sabugal com futuro».

Veja o documento na integra. Aqui.
plb

As divergências entre os eleitos que compõem o executivo podem tornar-se mais evidentes na altura da discussão e votação do orçamento da Câmara Municipal do Sabugal para o ano 2010. O documento está em fase de elaboração e não transparecem sinais de negociação com vista a garantir a sua aprovação.

Para que a Câmara Municipal tenha um orçamento que enquadre a sua actividade em 2010 é necessário que o seu projecto seja aprovado pelo Executivo e depois receba o aval da Assembleia Municipal.
Sucede que a relação de forças resultante das últimas eleições colocou o PSD, partido do presidente eleito, em minoria nos dois órgãos, o que obriga a uma capacidade negocial constante para obter a aprovação das medidas essenciais para a boa gestão da autarquia. O orçamento de 2010 será o maior desafio à habilidade negocial do presidente, que até agora tem somado revezes sucessivos no Executivo, onde não conseguiu o apoio da oposição para a resolução de alguns problemas mais prementes.
Tendo o PSD três vereadores, o PS outros tantos e o MPT um eleito, o orçamento apenas poderá ser aprovado se pelo menos um dos vereadores da oposição se abstiver na votação, dado o voto de qualidade do presidente. Ora isso pressupõe uma cuidada negociação, porque a oposição tem tido uma posição de grande exigência nas reuniões, mostrando não estar disposta a transigir.
O presidente, António Robalo, viu gorada a sua intenção de colocar mais dois vereadores a tempo inteiro, sendo essa proposta negada pelos vereadores do PS e do MPT. Igualmente não conseguiu garantir a continuidade de Norberto Manso na presidência da empresa municipal. O executivo recusou ainda delegar no presidente muitas das competências por si pretendidas. O mesmo se passou em relação às reuniões, que o presidente queria quinzenais mas que o Executivo manteve semanais.
Insatisfeito com a postura da oposição, António Robalo reagiu logo no final da primeira reunião, ditando para a acta uma declaração onde mostrava a sua insatisfação pelas limitações a que estava a ser sujeito. «Não entendo atitudes que considero acima de tudo de falta de espírito democrático e de falta de consideração por quem ganhou eleições e como tal deveria ter as condições mínimas de governabilidade, que desta forma não terei», declarou o presidente. Visivelmente desagradado, deixou mesmo um alerta: «estamos aqui de passagem e tudo o que não fizermos ou fizermos mal, só faz com que se agravem cada vez mais os problemas do nosso Concelho».
António Dionísio deu a resposta na reunião seguinte, recorrendo igualmente a uma declaração para a acta onde justificou as posições do PS no Executivo, baseadas no rigor que era necessário manter na gestão da Câmara para não se onerar excessivamente o Município. «O Senhor Presidente sabe com certeza que quando foi eleito, foi-o no restrito cumprimento da lei, isto é, sabendo previamente que a lei lhe permite ter um vereador a tempo inteiro e que a possível nomeação de outros cabe ao Executivo Camarário que com bom senso deve analisar e decidir», disse o vereador socialista para justificar o voto contra o alargamento do número de vereadores em permanência. E concluiu: «Não é por culpa da oposição que o Partido Socialista efectua que o concelho do Sabugal deixa de progredir rumo a um futuro melhor, assim o Senhor Presidente e a sua equipa saibam apresentar a este executivo as ideias e os projectos para atingir esse fim, que é afinal o que todos desejamos».
Também o vereador do MPT, Joaquim Ricardo, na mesma reunião de dia 13 de Novembro, se manifestou insatisfeito com a ausência de propostas aceitáveis, nomeadamente ao nível da nomeação de um novo conselho de administração para a empresa municipal, facto que o levou a exigir ao presidente a formulação urgente de uma nova proposta para ser votada.
A vida da autarquia não parece fácil, mas o maior desafio será o orçamento de 2010, documento que a breve trecho terá de ser apresentado ao colectivo de vereadores.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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