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O Papa Bento XVI proclamou este domingo, 26 de Abril de 2009, em Roma, a canonização do português São Nuno de Santa Maria que o povo conhece e reconhece há mais de 600 anos como Santo Condestável. O Capeia Arraiana esteve à fala com mestre Jesué Pinharanda Gomes, natural de Quadrazais, no concelho do Sabugal, um dos quatro magníficos peritos da Comissão Histórica que, desde 2003, investigou, estudou, decifrou e compilou centenas de documentos relativos à vida de D. Nuno Álvares Pereira.

Santo Condestável - Pinharanda GomesO Patriarcado e a Ordem do Carmo decidiram iniciar o processo de canonização do Beato Nuno de Santa Maria no Verão de 2003 tendo dado posse às várias instituições canónicas no dia 13 de Julho numa cerimónia pública no Convento do Carmo em Lisboa. Nesse dia os membros do tribunal, o notário, os teólogos e a comissão de historiadores prestaram juramento canónico de sigilo e compromisso de dedicação à causa. Entre eles, na Comissão Histórica, estava o sabugalense Jesué Pinharanda Gomes, um dos maiores filósofos, ensaístas e pensadores portugueses vivos. «A minha vida, desde 2003, foi passada a analisar documentos na Biblioteca Nacional, na Torre do Tombo, em casa e em outros lugares», começou por nos dizer mestre Pinharanda Gomes.
– Especificamente o que lhe pediram a si?
– A mim, em particular, não me pediram nada. Eu fiz parte da Comissão Histórica, constituída por quatro elementos, que trabalhava em obediência ao Postulador-Geral em Roma e ao Vice-postulador em Portugal.
– Qual foi a missão da Comissão História?
– A missão da Comissão Histórica consistiu em descobrir, investigar, copiar e compilar todos os documentos escritos sobre o candidato a santo, sejam do próprio, ou de terceiros. Consultámos centenas de documentos e livros na Biblioteca Nacional, na Academia das Ciências, na Torre do Tombo, no Arquivo do Patriarcado, no Arquivo da Ordem do Carmo e outros locais. Na fase seguinte fizemos uma triagem e colocámos de lado tudo o que fosse escrito de forma simpática, patriótica, apologética ou panegírica. Depois seleccionámos entre os escritos de intérpretes, teólogos e historiadores, os que trataram – sem elogios – as virtudes heróicas, militares e religiosas de D. Nuno Álvares Pereira. Foi necessário escolher, como documentos credíveis, os testemunhos de pessoas que o conheceram de perto e daqueles que não viram nem ouviram mas que lhes disseram que assim era. As pessoas que beneficiaram da sua presença e o conheceram melhor foram os filhos de D. João I, a Ínclita Geração, e que deixaram testemunho escrito. Por um lado D. Duarte, que escreveu, por volta de 1432 ou princípios de 1433, no «Sumário sobre as virtudes heróicas do Santo Condestável» e também as orações que o infante D. Pedro criou para serem incluídas no ofício divino para a sua canonização. Já nesse tempo se pensava que iria ser rápido o processo de canonização e prepararam tudo para as cerimónias religiosas.
– Havia muita documentação no Convento do Carmo?
– Infelizmente no dia 1 de Novembro de 1755 ficou tudo destruído não tanto pelo terramoto que aconteceu em Lisboa mas pelos incêndios que se sucederam após a tragédia. O Convento do Carmo foi pasto das chamas e o que se salvou foi o que estava depositado na Torre do Tombo ou em outros sítios. No convento apenas existem os escritos que Frei Pedro de Santana publicou no livro «A História da Ordem do Carmo» da Ordem dos Carmelitas. No Arquivo Real há uma biografia manuscrita intitulada «Crónica do Condestável», cujo autor se ignora mas que foi escrita por alguém que conheceu bem D. Nuno. Tem data de 1525 a primeira publicação, em livro, do manuscrito. Essa crónica do Condestável é a narrativa mais completa que existe sobre a sua vida militar. Quando a obra foi descoberta os historiadores tentaram atribuí-la a Fernão Lopes mas os especialistas fazendo a crítica interna dos textos verificaram que é muito anterior ao grande cronista. No entanto entendemos que os escritos ajudaram Fernão Lopes a elaborar a Crónica de D. João I. O cronista, apesar de não ter conhecido pessoalmente o Santo Condestável, conviveu muito de perto com os infantes que lhe terão contados pormenores que foram aproveitados para escrever um documento mais completo sobre as aventuras militares e a religiosidade de D. Nuno. Onde esteve, como esteve… Na última parte da crónica, Fernão Lopes, escreve algumas páginas sobre o abandono do Mundo pelo Condestável e a sua entrada no Convento da Ordem do Carmo. Estes documentos testemunhais foram considerados dignos de crédito.
– Do quartel para o convento é um percurso anormal…
– Para além dos testemunhos da época há depois a fama popular de santidade. Há toda uma série de estudos sobre a sua maneira de ser e sobre a sua vida relatados pelo povo. Sucessivos autores, no século XVI, registaram as suas iniciativas de caridade, o andar descalço em Lisboa a pedir esmola para os pobres, o ter tomado a seu cargo dar de comer aos famintos no Convento do Carmo. Depois de ter dado parte da herança à filha e premiado os seus colaboradores militares doou todo o restante à Ordem do Carmo para a qual fez uma igreja e convento, no sítio do Carmo, em Lisboa. No convento está a Guarda Republicana e a igreja está em ruínas. O povo afirmava que aquele frade que vivia no convento do Carmo era santo. Chamavam-lhe o Conde Santo ou Santo Condestável. Ao longo de 600 anos ele beneficiou dessa fama de santidade que nunca lhe foi negada. Se não tivesse havido algumas modificações no código de direito canónico sobre o processo de beatificação e canonização D. Nuno já, há muito, seria considerado oficialmente santo sem necessidade de mais testemunhos do que a antiguidade da sua fama. Bastava essa fama. Em 1931, por exemplo, estando já em vigor as novas exigências canónicas, o Papa Pio XI canonizou com base na antiguidade o grande teólogo dominicano alemão São Alberto Magno sem necessidade de processo especial.
– O processo podia ter sido muito semelhante?
– Podia. O que é certo é que em Janeiro de 1918 o Papa Bento XV com fundamento na antiguidade do culto, reconheceu que em Portugal e na Ordem do Carmo havia uma antiga fama de santo atribuída a Nuno Álvares Pereira. O Papa Bento XV decidiu beatificá-lo como Nuno de Santa Maria, o nome que tinha adoptado quando entrou na Ordem. Mas a designação não entrou no povo que lhe continuou a chamar Santo Condestável. Até mesmo as autoridades da Igreja portuguesa… O Cardeal Cerejeira criou em Lisboa uma paróquia e uma nova igreja com o nome de Santo Condestável, a antiga designação do Beato Nuno de Santa Maria.
– E chegados a 2003 começou a pesquisa histórica. Mas não deve ter sido fácil o acesso e a leitura dos documentos…
– Houve alguma dificuldade na consulta e fotocópia autenticada dos documentos para juntar ao processo mas como todos nós que fazíamos parte do Conselho Histórico eramos pessoas conhecidas… Mas, entretanto, com as novas condições era necessário um milagre. Uma vez satisfeita a parte histórica era necessário um testemunho directo dele, Nuno Álvares, algo que já não dependia de nós homens. Dependia dele dar o testemunho. Enquanto este processo de investigação decorria deu-se o milagre. Tal como publiquei no meu livro, uma senhora, Guilhermina de Jesus, natural de Vila Franca de Xira, tinha ficado cega de uma vista. Um pingo de óleo a ferver destruiu-lhe a retina. Correu médicos, especialistas, hospitais até que lhe deram a sentença final de que «não havia nada a fazer porque a córnea estava desfeita». A verdade é que a senhora apegou-se, com fé, ao beato Nuno, e ao fim de alguns dias estava sozinha em casa, deixou de sentir o corrimento no olho, foi até à sala, olhou para a televisão e notou que via as imagens como já não acontecia há muito tempo. No dia seguinte levantou-se, verificou que não era ilusão e disse ao filho «eu já vejo e tenho a vista curada». O filho aconselhou-a a falar com os carmelitas e a partir daí o vice-postulador procurou obter informações de todos os médicos e hospitais sobre o que tinham feito e a que conclusões tinham chegado. Os médicos atestaram não existirem meios científicos para resolver o problema da doente e que não encontravam uma razão natural e científica para a cura. A conclusão não podia ser mais clara. «A ciência não pode explicar a cura». Toda a documentação médica foi, depois, sujeita a análise por parte de uma junta médica credível solicitada pela diocese de Lisboa. Chamaram a senhora e testemunhas que a conheciam. A junta médica diocesana deu o parecer favorável ao milagre declarando que «de facto não se conseguia explicar a cura da senhora por razões científicas e naturais» deixando implícitas as razões sobrenaturais.
– E qual foi o papel do Vaticano no processo?
– O processo ficou concluído em 2007 e seguiu para Roma onde a documentação do milagre foi sujeita a outra junta médica nomeada pela Sagrada Congregação para a Causa dos Santos que procedeu à análise e votação tendo, de facto, constatado que não havia cura para a senhora. Os teólogos concluíram que «se tratava de um fenómeno admirável» ou seja «um milagre». O Papa só assina e subscreve depois da Sagrada Congregação, actualmente presidida por um cardeal italiano desde que D. José Saraiva Martins atingiu o limite de idade, apresentar os documentos credíveis. No dia 3 de Julho de 2008 a Sagrada Congregação apresentou ao Papa dois decretos para ler e assinar. O primeiro relata as virtudes heróicas e o outro decreto estabelece a existência de um milagre. Esses dois decretos eram depois apoiados na «Posició» do Beato Nuno escrito pelos teólogos a partir dos documentos que nós lhe fornecemos e das certificações médicas. Nesse mesmo dia o Papa assinou os dois decretos significando que a partir desse momento nada impedia a canonização. Agora, ao Papa, apenas faltava ouvir no primeiro consistório agendado os cardeais para saber se algum tinha alguma coisa a opor. No dia 21 de Fevereiro de 2009 o Papa Bento XVI presidiu na Sala Clementina ao Consistório Ordinário Público e, depois de ouvir os cardeais, proclamou a canonização do Beato Nuno Álvares Pereira com o nome de D. Nuno de Santa Maria marcando a data da cerimónia pública para 26 de Abril de 2009 em Roma.

Este domingo, 26 de Abril de 2009, durante a missa pontifical presidida pelo Papa Bento XVI decorreram as cerimónias protocolares que incluíram a leitura do Decreto. O nome São Nuno de Santa Maria foi acrescentado ao catálogo dos santos tendo direito a culto com imagem nas igrejas de todo o Mundo. A festa do Beato Nuno, padroeiro secundário da diocese de Lisboa, tem sido celebrada no dia 6 de Novembro. Isto e muito mais da vida de > Nuno Álvares Pereira > Santo Condestável > Beato Nuno de Santa Maria > São Nuno de Santa Maria – o santo que antes de ser já o era –, pode ser lido e apreciado no livro «Nuno Álvares Pereira – Nuno de Santa Maria», publicado recentemente e da autoria de mestre Jesué Pinharanda Gomes. Aqui.

Ver mais informações sobre São Nuno de Santa Maria Aqui.
jcl

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«São Nuno de Santa Maria – Nuno Álvares Pereira» é o título do mais recente livro do filósofo e pensador Jesué Pinharanda Gomes. A obra resume a pesquisa que efectuou entre 2003 e 2009 como membro da Comissão Histórica do Processo da Causa da Canonização do Beato Nuno de Santa Maria que o povo apelidou de Santo Condestável. Esta segunda-feira, 20 de Abril, às 18.30 horas, o programa «Ecclesia» da RTP-2 vai apresentar uma entrevista com mestre Jesué Pinharanda Gomes. A cerimónia da canonização está marcada para o dia 26 de Abril na Praça de São Pedro, em Roma.

Jesué Pinharanda GomesMestre Pinharanda Gomes descreve a sua mais recente obra sobre pesquisa que efectuou, entre 2003 e 2009, como membro da Comissão Histórica do Processo da Causa da Canonização do Beato Nuno de Santa Maria como «uma antologia que contempla Nuno de Santa Maria in specie» porque «não cuidamos de uma escolha de textos relativos à integral personalidade de Nuno – o militar, o patriota, o guerreiro, o monge, o santo – que são facetas inerentes aos nomes em que o identificamos: Conde de Ourém, Nuno Álvares Pereira, Condestável…, cuidamos sobretudo de Frei Nuno de Santa Maria, da sua espiritualidade, dos carismas e das virtudes (cardeais e teologais) segundo os testemunhos, ou de quem o conheceu, ou de quem o estudou». A apresentação é muito breve dando relevo à Cronologia Fundamental evitando, assim, «escrever um esboço biográfico, pois há muitos, e deveras excelentes, e facultamos ao leitor uma visão sequencial e sinóptica das datas mais apelativas – por um lado, as da sua vida, e, por outro lado, as subsequentes e consequentes à morte e projecção na história da Igreja e da Pátria, chamando a conclave as diversas ocasiões em que se pugnou pela beatificação (que muito demorou) e se tem pugnado pela justa canonização» esclarece o filósofo.
O processo de elevação de Nun’Álvares Pereira aos altares encontrou inúmeras dificuldades no tempo. O Santo Condestável nasceu a 24 de Junho de 1360 em Cernache de Bonjardim e faleceu no dia 1 de Novembro de 1431. Foi general e na qualidade de Condestável do Reino defendeu a independência nacional contra Castela e a unidade católica da Igreja.
São Nuno de Santa Maria por Jesué Pinharanda GomesA antologia, da autoria de Pinharanda Gomes, está organizada em três módulos. Memórias e Estudos é uma compilação de textos que salientam como Nuno Álvares foi visto pelos do seu tempo e como tem sido visto pelos exegetas modernos que ao Beato Nuno dedicaram ascéticas e litúrgicas vigílias que oferecem excelentes entendimentos do espírito condestabriano. O segundo módulo, Hinos e Poemas privilegia as letras das chacóinas medievais e os hinos litúrgicos ou para-litúrgicos, entre eles o que o Padre Moreira das Neves compôs para a Peregrinação Nacional das Relíquias, o de Manuel Nunes Formigão e o ensaio de Fernando Pessoa. O último módulo contém a Documentação Canónica seleccionada pelo autor visto ser impossível incluir todos os documentos publicados durante a complexidade processual da beatificação e canonização.
Mestre Pinharanda Gomes recorda com sapiência que «Nuno Álvares Pereira motivou e motiva poetas (Junqueiro, Corrêa d’Oliveira, Afonso Lopes Vieira, Augusto Casimiro, Fernando Pessoa, Couto Viana, Moreira das Neves…) desde Luís de Camões; e também músicos, que produziram variedade de cânticos e de hinos (Manuel Nunes Formigão, Venceslau Pinto, Inácio Aldossoro, M. Pacheco, Luiz Gonzaga Mariz, José Ferreira…) desde as remotas chacóinas ou músicas com que os habitantes da zona saloia de Lisboa abrilhantavam as suas peregrinações ao túmulo do Conde Santo na Igreja do Convento do Carmo».
O Presidente da República, Cavaco Silva, recebeu, em audiência, no dia 14 de Abril, uma delegação da Comissão S. Nuno de Santa Maria, da Ordem do Carmo em Portugal que o informou da conclusão do processo e da cerimónia da canonização que está marcada para o dia 26 de Abril, na Praça de São Pedro, em Roma.

Esta segunda-feira, dia 20 de Abril, às seis e meia da tarde o programa «Ecclesia», da RTP-2, vai apresentar uma entrevista sobre Nuno de Santa Maria (biografia e canonização de Nuno Álvares Pereira), com dois convidados especiais: Frei Agostinho Castro e Jesué Pinharanda Gomes.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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