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Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaMonsanto, também tu revelas o poder, a dureza e rigor do granito mas a simplicidade dos “grandes” na tua beleza e altivez doce. Se D. Dinis te concedeu Carta de Feira e D. Manuel te deu Foral, se mais não fizeste foi porque não te deixaram e te derrotaram como se nada valesses já. Mas eu e tantos outros que as pedras valorizam pela sua rigidez simples e baluarte na defesa dos povos, estamos aqui para te enaltecer e te olhar com respeito e meiguice. Ao subir a calçada me sinto pequenina e te admiro na tua rudeza de militar salvando os seus. Obrigada Monsanto pela tua presença amiga, como defensor dos pequenos que te continuam amando.

Monsanto

MONSANTO

Ó Monsanto agora é a ti
Quem eu vigio docemente
A granítica altivez que sempre vi
Faz-me admirar-te fielmente
Margem direita do Pônsul te ri
Te acompanha vivamente
Com meigo e atento olhar
Tua Vila a dominar.

Manténs-te de Atalaia, a vida inteira
Com tua bela torre do Pião
Mostras cisterna e torre sineira
Com teu Galo de troféu, em posição
Lembrada e registada na dianteira
Ainda hoje, desde então
Aldeia mais portuguesa
Por tua dignidade e singeleza.

Pré-histórico romanizado
Esse teu começo seria
E ao tempo reconquistado
Aos Templários doação se faria
Para defender povoado
Em (30 de novembro) 1165 se registaria
É Gualdim Pais com sua coragem
Que ergue torre de menagem.

Erguido em planta poligonal
O terreno te definia a condição
De fora tua planta era oval
E muralhas marcando posição
De dentro a forma não era igual
Era rectangular, como soubemos então
Mas o paiol de pólvora te derrubou
Quando explodiu e a muralha te levou.

Em foral de D. Sancho apareces
No de D. Afonso II também
Nos registos permaneces
O que à tua dignidade convém
Naturalmente mereces
Desde esses tempos de além
Que D. Dinis te reforçou
E na história te registou.

A crise da Independência revelou
Que estiveste com Beatriz
Segundo Fernão Lopes narrou
Segues depois o Mestre de Avis
O livro das fortalezas te registou
Duarte de armas é quem o diz
Com 5 torres e a de menagem
Mas se perderam, são hoje miragem.

Desaires, estragos sofreste
Foste abalado e tomado
Como se nada fosses ou valesses?
Com Marquês das Minas retomado
No Século 19 te enalteceste
Com Lavernier de novo remodelado
Algumas torres demolidas
Mas também outras erguidas.

E vejam o que a lenda vem lembrar
Em que o cerco os sitiados matava
O último trigo deu para alimentar
A última vitela que o povo lançava
Isso fez aos invasores pensar
Que fome ainda não se passava
Pelo que o cerco foi levantado
E o povo, por fim, aliviado.

Em 3 de MAIO, de flores és vestido
Recordas o dia em que foste libertado
As marafonas e o pote florido
Comemoram o dia do cerco levantado
O poder do Concelho foi perdido
Mas isso não te deixa amarfanhado
O decreto de 48 considerou-te afinal
Monumento importante de valor Nacional.

E, escrito o que descobri e registei, aqui deixo a Monsanto e às suas gentes o meu carinho.

A todos desejo continuação de Boas Festas e um Ano Novo com esperança.

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

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A aldeia histórica de Sortelha e o castelo do Sabugal vão ser pontos de passagem para a caravana dos «roadster» da Mazda, o modelo MX-5, em terras beirãs no fim-de-semana de 16 e 17 de Outubro.

Mazda MX-5A Mazda e o Club MX-5 estão a ultimar os preparativos para a realização de um novo passeio, desta feita com base no popular modelo nipónico, o Mazda MX-5.
O regresso à estrada irá fazer-se por terras da privilegiada região da Beira Interior, integrando uma visita às suas aldeias históricas, num programa que decorrerá no fim-de-semana de 16 e 17 de Outubro.
O passeio irá desenrolar-se no ambiente romântico de uma das mais ímpares parcelas do território nacional, berço de um conjunto de aldeias históricas ex-líbris da nossa arquitectura popular e militar, num fim-de-semana que privilegiará a condução do roadster da Mazda por entre paisagens deslumbrantes, em contacto directo com algumas das páginas mais ricas e, por vezes, desconhecidas para muitos, do nosso legado histórico.
O programa prevê passagens pelas Termas de Monfortinho, Penha Garcia, pela imponente Sortelha ou o altaneiro Castelo do Sabugal (no sábado), por Monsanto (considerada «A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal») e pela romana Idanha-a-Velha, com as suas magníficas ruínas. São estes alguns dos pontos de paragem e visita ‘obrigatória’ desta incursão do Club MX-5 por terras beirãs.
jcl

Sortelha, no concelho do Sabugal, foi a segunda Aldeia Histórica mais visitada durante o ano de 2009. O número de turistas nas 12 aldeias históricas de Portugal aumentou durante o ano de 2009, registando cerca de 376 mil visitantes, revelou esta segunda-feira a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Segundo os dados fornecidos pelas autarquias dos concelhos onde se localizam as aldeias históricas, e tratados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, o total de visitantes no ano de 2009 foi de 376 mil visitantes, superior em cerca de seis por cento face ao ano anterior.
A subida percentual deveu-se apenas ao aumento de visitantes nacionais, que em 2009 foram perto de 300 mil, cerca de 79 por cento do total.
Já quanto aos turistas estrangeiros, que em 2009 foram cerca de 80 mil, verificou-se uma quebra de 7,7 por cento face a 2008, com menos 6500 visitantes.
A Aldeia Histórica de Almeida continua a ser a mais visitada, com um total de cerca de 70 mil turistas, seguida das aldeias de Sortelha, Castelo Rodrigo, Trancoso e Belmonte.
Das cinco aldeias mais visitadas, apenas Almeida registou um decréscimo no número de turistas, embora continue a caber-lhe a maior fatia de visitantes espanhóis, que representam mais de metade do total de visitantes estrangeiros.
De acordo com os dados disponíveis no portal das aldeias históricas os turistas espanhóis aparecem em primeiro lugar com 44 mil visitantes registados em 2009 seguidos dos franceses (13 mil) e ingleses (8 mil visitantes).
O Programa de Aldeias Históricas de Portugal surgiu integrado no II Quadro Comunitário de Apoio (1994-1999) e reclassificado no quadro seguinte (2000-2006), tendo sido restauradas as 12 aldeias na Beira Interior.
Integram o programa Sortelha, Almeida, Belmonte, Castelo Novo, Castelo Mendo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Sortelha e Trancoso.

Portal das Aldeias Históricas. Aqui.
jcl (com agência Lusa)

Nos anos 50 e 60 do século XX, Portugal viu escaparem-se-lhe quase 2 milhões dos seus filhos e o Interior foi-se despovoando. Uns vieram para as grandes cidades do Litoral, outros partiram para Franças e Araganças. O concelho do Sabugal, por exemplo, perdeu, entre 1950 e 1970, 56 por cento dos seus habitantes. Aldeias houve, como por exemplo Quadrazais, que ficaram sem dois terços da população.

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaUns voltaram, outros não. Mas o Portugal que deixaram, quando passaram a raia a salto, desapareceu. As aldeias do Centro e do Interior norte são hoje sombras do que eram há quarenta ou cinquenta anos atrás. Perderam gente, perderam tradições, perderam cultura, perderam alma. Visitamos terras lindíssimas, como Monsanto, Sortelha, Linhares, Piódão, Castelo Mendo, Marialva e que vemos? Pedras, sobretudo pedras. As gentes, que é quem dá vida às pedras, estão em vias de extinção. As poucas que ficaram estão velhas e vivem das magras pensões ou de um escasso e esporádico turismo. Abrem-se lares da terceira idade e fecham-se escolas. O mato cresce por todo o lado, a agricultura morre, o País tradicional agoniza.
Marialva é a imagem mais viva deste fenómeno de desertificação do Interior. Em poucos lugares do País podemos sentir a mesma emoção que em Marialva. Dentro das suas muralhas encontramos o castelo, a igreja, o cemitério, a Domus Municipalis, o tribunal, a cadeia, o pelourinho, casas sem tecto. Mas não encontramos ninguém, porque Marialva é uma vila fantasma. Dizem as lendas que sofreu a maldição da moura Maria Alva! Foi completamente abandonada pela sua população, que acabou por fundar uma nova Marialva cá em baixo, no vale. Caminhamos melancolicamente naquela ruína silenciosa, nobre no seu abandono, coberta de musgo, hera e silvas e, involuntariamente, visualizamos um país quase inteiro.

«Georges! anda ver meu país de Marinheiros,/ O meu país das Naus, de esquadras e de frotas!/ Oh as lanchas dos poveiros/ A saírem a barra, entre ondas e gaivotas!/ […] Senhora Nagonia!/ Olha acolá/ Que linda vai com seu erro de ortografia… […] Senhora Daguarda! […] Maim de Jesus! […] Senhor dos Navegantes!/ Senhor de Matusinhos!/ Os mestres ainda são os mesmos dantes:/ Lá vai o Bernardo da Silva do Mar,/ Mailos quatro filhinhos,/ Vascos da Gama, que andam a ensaiar… […] Georges! anda ver meu país de romarias/ E procissões!/ Olha essas moças, olha estas Marias!/ Caramba! dá-lhes beliscões!/ Os corpos delas, vê! são ourivesarias!/ […] Tira o chapéu, silêncio!/ Passa a procissão/ Estralejam foguetes e morteiros./ Lá vem o Pálio e pegam ao cordão/ Honestos e morenos cavalheiros./ […] Que linda e asseada vem a Senhora das Dores!»

Este Portugal, o país de António Nobre, está prestes a desaparecer. É preciso correr, e olhá-lo demoradamente, para o gravar na memória antes que se transforme numa enorme, desolada e melancólica Marialva.
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

Em 1938 a aldeia de Monsanto arrecadou o título da «aldeia portuguesa mais característica», num concurso promovido pelo Secretariado de Propaganda Nacional do Estado Novo.

José MorgadoMONSANTO – Edificada no cimo de um penedo a 758 metros de altura, Monsanto destaca-se na planura da paisagem envolvente – daí ter sido um dia chamada de Mons Sanctus (Monte Santo). Em 1938, arrecadou o título da «aldeia portuguesa mais característica», num concurso promovido pelo Secretariado de Propaganda Nacional do Estado Novo. Desde aí, a povoação quase esculpida na rocha granítica, que serve de tecto e chão às suas habitações, abandonou por completo o anonimato.
Na povoação – onde cerca de 170 habitantes teimam habitar, apesar do rigor dos Invernos e Verões – restam vestígios arqueológicos de um castro lusitano e da ocupação romana do Campo de São Lourenço, além de alguns sinais de permanência visigoda e muçulmana.
Sabe-se que o burgo foi conquistado aos mouros em 1165, por D. Afonso Henriques, e doado aos Templários, que aí edificaram o castelo. Em 1174 obteve Floral e, em 1510, foi elevada à categoria de vila, que sofreu investidas mouras, de Filipe IV de Espanha e, em 1758, do Duque de Berwick, todas fracassadas.
MonsantoActualmente, o aroma da história funde-se com o da lenha no Inverno e da vegetação sob o calor do Verão, numa aldeia onde é obrigatório deixar o carro para passear e visitar os marcos de tão longo passado.
Destacam-se o castelo medieval em pedra granítica, as ruínas da Capela de São Miguel (séc. XII) e a Igreja de Santa Maria do Castelo. Se resistir a tão íngreme caminhada deve prosseguir ate à Igreja Matriz ou de S. Salvador (séc. XV), que conserva alguns elementos românticos, passar pela Torre de Lucano, pelo Pelourinho (séc. XVI) e pela Igreja da Misericórdia.
Algo impressionante é a maneira em que os habitantes aproveitam a paisagem que lhes rodeia. Exemplos disto são «a casa de uma telha só» (um gigantesco pedregulho cobre a habitação), e a «gruta», visitável, que não passa de um intervalo entre rochedos, dotado de porta e iluminação eléctrica.
Em 2002, a «aldeia mais portuguesa» converteu-se também na Capital das Percussões, na estreia do I festival de Percussões de Monsanto.
Actualmente, metade das casas está a cair e cerca de três quartos à venda e muitas das que existem, substituem o xisto pelo cimento.
Também aqui se nota a desertificação do interior beirão.
José Saramago, lançou ontem o desafio de unir o conjunto de aldeias históricas da Beira Interior, num itinerário cultural. A proposta.foi feita em Figueira de Castelo Rodrigo.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

Estamos em Junho e o Verão que se aproxima, transporta com ele aqueles emigrantes que não esquecem as raízes e dão, por uns meses, vida às povoações que já a não têm.

José MorgadoA eles se juntam outros migrantes internos que residem e fazem vida, principalmente nas zonas metropolitanas de Lisboa e Porto, na mira de lá gozar férias e «carregar baterias», num mar de gente conhecida cheia de afectividades e lembranças, tão diferente do buliço das grandes cidades, onde ninguém se conhece verdadeiramente.
A última crónica de Romeu Bispo, actual provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal cujo titulo sugestivo é «Vistas Largas», leva-me a fazer as seguintes considerações:
1) Em sentido lato, poderemos dizer que o convívio com outros países e culturas, deu aos nossos emigrantes uma visão mais abrangente que àqueles que nunca da terra saíram, mas que mesmo estes sofreram uma forte influência dos mesmos;
2) Já, outros, em termos políticos o seguidismo e fanatismo por ideologias retrógradas, levam-nos a «vistas curtas» ou direccionadas ou, como diz o Kim Tomé, usam palas ou cassetes, nos olhos ou ouvidos, voluntariamente.
3) Em sentido restrito, na minha opinião, tem vistas largas, quem, em termos regionais, não olha só para o seu umbigo, bairro, freguesia ou mesmo concelho;
4) A verdadeira globalização deve começar com parcerias com os nossos vizinhos, criar sinergias e agregar o que nos une e não procurar divisionismos sem sentido.

«Quem visita o vizinho também me pode visitar a mim»
Com o slogan de que «Quem visita o vizinho também me pode visitar a mim», vou iniciar neste espaço um conjunto de informações que julgo úteis para quem quiser espraiar a vista para além da nossa Aldeia Histórica de Sortelha, nomeadamente: Almeida, Castelo Mendo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto e Trancoso.
Almeida – Considerada Vila Monumental Nacional, foi conquistada por D. Sancho I, que ampliou as suas muralhas. Alvo de constantes ataques por parte dos muçulmanos, voltou a ser destruída, até que em 1190 D. Paio Guterres a tomou definitivamente. Corria o ano de 1926, quando D. Dinis deu a carta de foral aos habitantes e reconstruiu o castelo. No entanto, só um ano mais tarde, com a assinatura do Tratado de Alçañizes entre Portugal e Castela é reconhecida como terra portuguesa. O seu nome vem do árabe e várias teorias tentam explicá-lo. A mais provável é mesmo a tradução de almeida, que significa «mesa» por a povoação se encontrar num planalto. Já segundo a lenda local, o seu nome nasce no facto de na antiga povoação existir uma extraordinária mesa ornamentada com pedras preciosas.
Vila fronteiriça, Almeida é um dos raros exemplares de arquitectura abaluartada do nosso país. Fortificada em forma de estrela de 12 pontas, com muralhas em cantaria, revelins (os baluartes que permitiam a observação do território circundante) portas e casamatas que percorrem os seus 2.500m de perímetro, esta praça-forte foi edificada nos séculos XVII e XVIII, em redor de um castelo medieval – situado num planalto entre o rio Côa e a ribeira dos Tourões –, depois dos espanhóis terem destruído as defesas que protegiam a vila. Palco de várias lutas ao longo dos séculos, Almeida desempenhou um papel relevante na Guerra dos Sete Anos e na 3.ª Invasão Francesa, em 1810, período em que esteve cercada pelas tropas napoleónicas.
No interior da fortificação, vale a pena visitar o conjunto harmonioso do casario e os diversos edifícios religiosos espalhados pelas ruas estreitas. A comunhão da arquitectura militar envolvente com a simplicidade do modo de vida rural é algo que nos seduz. E o seu passado guerreiro é ainda manifesto, não só na fortificação, mas em numerosos edifícios com uma arquitectura simples e robusta.
No interior da fortaleza, é possível pernoitar numa das Pousadas de Portugal – que se encontra num dos extremos da vila, junto à Praça Alta.
Aproveite também a estadia para provar os pratos típicos da região, dos quais se destacam o bacalhau e o cabrito.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

A aldeia histórica de Monsanto vai estar em festa nos dias 1, 2 e 3 de Maio. A animação espairar-se-à num ambiente medieval, contando histórias ao vivo e pedindo aos visitantes para imaginarem uma viagem ao passado… com história, diversão e cultura para toda a família.

MonsantoA aldeia histórica de Monsanto tem um programa especial para festejar a Festa do Castelo. Durante três dias, participe na surpreendente animação e envolva-se no espírito medieval. Toda a vila estará vestida de festa. Desde a arruada de Gaitas de Foles, tambores e timbalões, jogos populares, saltimbancos e tufões, cortejos nobres e pregões, tabernas com deliciosos petiscos e um excelente mercado com produtos tradicionais, num ambiente tipicamente medieval, para relembrar os nossos antepassados.
Monsanto, denominada a «Aldeia mais Portuguesa», vai estar especialmente animada com o Programa das Aldeias Históricas e convida todos os forasteiros a mergulhar num mar de granito, caracterizado pelo seu Inselberge e de onde no alto do castelo avistamos toda a geomorfologia de um vasto território, a aldeia
A não perder ainda a realização do percurso pedestre «Rota dos Fósseis», que revela os icnofósseis que datam de 480 milhões de anos, deixando-se deslumbrar com uma vista magnífica sobre o Parque Icnológico de Penha Garcia.
Para o dia 1 de Maio o programa da Geopark Naturtejo inclui um percurso pedestre (com guia) denominado «Rota dos Fósseis», em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova, participação no programa de animação das Aldeias Históricas e ceia medieval em Monsanto, concelho de Idanha-a-Nova.
jcl

A 26.ª edição do Raid Transportugal Accenture vai percorrer os tesouros naturais da Beira Alta e da Beira Baixa nos dias 20 e 21 de Setembro. A Serra da Malcata, o Sabugal e a aldeia histórica de Sortelha, com paragem para almoço, fazem parte do itinerário deste ano.

26 TransportugalAs paisagens raianas vão servir de cenário à passagem dos participantes na 26.ª edição do Transportugal Accenture que decorre no sábado e domingo, 20 e 21 de Setembro, organizado pela Megre Motorsport e pelo Clube Aventura.
A edição de 2008 apresenta um percurso mais curto dividido em duas etapas de 200 quilómetros com três exercícios de regularidade e um de navegação e inclui a passagem por dois troços todo-o-terreno (um rápido e outro trialeiro de montanha) que têm sido utilizados no Rali Transibérico. Transposição de obstáculos e diversos obstáculos de campo farão também parte da ementa desta expedição.
No sábado o almoço será em Sortelha depois de 100 quilómetros de pistas com partida de Monfortinho e passagem por Aranhas, Penamacor, Meimoa, Meimão, Malcata, Sabugal e Sortelha. Na parte da tarde os concorrentes passam por Proença-a-Velha, Idanha-a-Velha e chegada a Monfortinho.
No domingo, segundo dia da competição, o percurso está marcado entre Monfortinho, Penha Garcia, Salvador, Penamacor e aldeia de Águas com paragem para almoço. Antes do regresso a Monfortinho por Medelim e Monsanto os participantes terão oportunidade de visitar em Águas a Feira do Coleccionismo e do Veículo Antigo da Beira Baixa e a exposição de viaturas clássicas, miniaturas, brinquedos e vários outros objectos coleccionados por José Megre.
jcl

A aldeia histórica de Sortelha foi visitada por mais de 50 mil turistas portugueses em 2007 de acordo com os dados oficiais dos registos dos postos de turismo.

Os números oficiais dos mapas das visitas das 12 aldeias históricas de Portugal colocam Sortelha, no concelho do Sabugal, em primeiro lugar no número de turistas nacionais com 52.406 visitantes.
A vila amuralhada de Almeida registou 44.953 visitantes nacionais e 36.584 estrangeiros (dos quais 23.280 são espanhóis) alcançando em valores totais (81.537) o primeiro lugar.
O Capeia Arraiana teve acesso aos mapas dos postos de turismo das aldeias históricas com os registos do número de visitantes em 2007. Os dados indicam uma clara preferência dos turistas portugueses pela «nossa» aldeia histórica de Sortelha. Por outro lado poderá ser interessante apostar na promoção da região sabugalense junto de nuestros hermanos da região autónoma de Castilla y León:

MAPA DAS VISITAS ÀS ALDEIAS HISTÓRICAS – 2007

DADOS OFICIAIS DOS REGISTOS DOS POSTOS DE TURISMO
ALDEIA NACIONAIS ESTRANG. TOTAL
SORTELHA 52.406 13.895 66.301
ALMEIDA 44.953 36.584 81.537
BELMONTE 27.302 05.803 33.105
CASTELO MENDO s.d.d. s.d.d. s.d.d.
CASTELO NOVO 17.266 02.446 19.712
CASTELO RODRIGO 34.065 12.184 46.249
IDANHA-A-VELHA 14.479 02.309 16.788
LINHARES DA BEIRA 16.461 01.206 17.667
MARIALVA 07.889 00.624 08.513
MONSANTO 11.311 04.882 16.193
PIÓDÃO 15.545 01.272 16.817
TRANCOSO 29.198 03.122 32.320
 
s.d.d. – sem dados disponíveis
 

O castelo de Sortelha foi erguido em 1187 por ordem de D. Sancho I com o objectivo de observação e defesa. Porém, depois do Tratado de Alcanizes (1297), a aldeia perdeu alguma importância mas chegou a ser sede de concelho até 1855.
Em tempos medievais as habitações de Sortelha eram protegidas por uma muralha com uma torre de menagem. Passando a porta da muralha entramos num terreiro (Largo do Curro) e caminhando em frente, ligeiramente a subir, vamos ter ao Largo do Pelourinho que data da época quinhentista. A muralha tem uma outra porta a poente que liga aos cemitérios e à Igreja da Misericórdia e relativamente perto situa-se a Torre do Facho que protegia a Porta Falsa.
As 12 aldeias históricas são: Sortelha (no concelho do Sabugal), Marialva, Almeida, Linhares da Beira, Castelo Mendo, Castelo Rodrigo, Piódão, Castelo Novo, Monsanto, Idanha-a-Velha, Trancoso e Belmonte.
No próximo dia 6 de Março, no Fundão, reúne a primeira Assembleia da Associação das Aldeias Históricas recentemente constituída em Sortelha.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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