You are currently browsing the tag archive for the ‘meleças’ tag.

Há muito tempo que o Capeia Arraiana tinha um «défice na especialidade». Ainda não tinha sido possível conversar com o autor de um dos mais importantes livros sobre a história da festa maior dos sabugalenses – a tourada com forcão. Vamos recuperar o atraso publicando um «à fala com…» o historiador Adérito Tavares, natural de Aldeia do Bispo, que investigou, compilou e editou o livro «A Capeia Arraiana».

Adérito Tavares

«Editado em 1985, o livro de Adérito Tavares continua a ser a maior referência bibliográfica acerca da tourada com forcão, cuja realização cabe por exclusivo ao povo das terras raianas do concelho do Sabugal», diz-nos o Paulo Leitão no seu artigo sobre o livro «A Capeia Arraiana» publicado neste espaço. Vamos dar a conhecer um pouco melhor o percurso deste estudioso raiano licenciado em História e autor da maior parte dos manuais de História do 3.º ciclo do Ensino Básico em Portugal, docente na Universidade Católica e referência-mor do estudo historiográfico da Capeia Arraiana. Resta dizer que ao longo da conversa limitei-me a ser aluno atento à aula do mestre.
– Considera que por ter ficado órfão de pai muito cedo esse facto influenciou de forma determinante a sua vida?
– Tenho 67 anos e sou filho de Justino Tavares e Maria Neves Nunes. Fiz a escola Primária em Aldeia do Bispo e depois segui o percurso de muitos jovens sabugalenses: o seminário. Filho de camponeses fiquei órfão aos quatro anos. O meu pai morreu muito novo com 29 anos. O meu pai veio a Lisboa em 1949 o que raramente acontecia nesses tempos. Deu-lhe uma dor no lado direito da barriga (apêndice) mas para azar dele (e nosso) o médico que o visitou em casa de amigos mandou aplicar-lhe sacos de água quente quando todos sabemos que devia ser precisamente o contrário, ou seja, deve ser aplicado gelo. A inflamação generalizou-se e a minha mãe foi chamada à pressa a Lisboa. Passados oito dias foi operado no Hospital da Estefânia mas já não havia nada a fazer e veio falecer – ou para sermos mais correctos esse médico matou-o – pouco tempo depois. A minha mãe regressou a casa dos meus avós e decidiram a minha ida para o seminário. Nesse tempo a maioria dos pequenitos do Sabugal iam para o seminário de Vila Viçosa mas eu, por influência de uma família amiga, fui para Santarém e estive por lá um ano. Depressa se percebeu que não tinha grande vocação para sacerdote e a minha mãe pediu a uma amiga – a dra. Margarida Silva, reitora do Liceu Filipa de Lencastre em Lisboa – que, como então se fazia, lá meteu uma «cunha» para eu ir para a Casa Pia.
– Actualmente não se fala da Casa Pia pelas melhores razões…
– Hoje fala-se por más razões. Ingressei na Casa Pia de Lisboa e a verdade é que eu dou graças a Deus por ter ido lá parar. O Colégio de Pina Manique – onde frequentei até ao quinto ano o curso comercial – ensinava profissões no ensino técnico-profissional como serralheiro, tipografo, etc., etc. Mais tarde já na minha vida académica escrevi livros e artigos sobre a Casa Pia e o seu fundador Pina Manique.
– Pina Manique tinha fama de ser duro e mau. Partilha desta opinião?
– Não é verdade. Pina Manique tinha um pensamento rousseauniano muito aberto em relação à educação, à cultura, mas era anti-liberal e, por isso, foi uma vítima historiográfica da maçonaria e dos historiadores maçónicos e liberais. Pina Manique frequentou o Colégio da Congregação do Oratório de São Felipe Néri, ou seja, os Oratorianos. Na Lisboa daquele tempo as pessoas ricas e remediadas tinham três hipóteses de fazer os estudos. O Real Colégio dos Nobres, fundado pelo Marquês de Pombal, o Colégio de Santo Antão dos Jesuítas ou os Oratorianos. Mas enquanto os Jesuítas defendiam um ensino muito tradicionalista, sem ciências experimentais e com predominância das humanidades à maneira antiga como o latim, os Oratorianos tinham um ensino muito mais aberto e experimental discutindo livremente o cartesianismo ou o pensamento galilaico. Como Pina Manique frequentou os Oratorianos e ficou sempre nele essa ideia do ensino actualizado, científico, moderno e modernizador. Quando funda a Casa Pia – uma escola para crianças abandonadas evitando assim que elas se transformassem em ladrões e assassinos – convida para primeiro director um antigo estudante dos Oratorianos de seu nome José Anastácio da Cunha que tinha sido professor na Universidade de Coimbra a convite de Pombal. Se analisarmos bem a personalidade de Pina Manique ele nunca pode ser considerado um reaccionário. Tinha opiniões políticas conservadoras mas do ponto de vista cultural era tudo menos um conservador. No Portugal moderno temos muitos políticos conservadores situados no CDS ou no PSD e no Partido Comunista actual há muitos deputados altamente conservadores como o líder da bancada que elogia a Coreia do Norte. Não tenho dúvidas nenhumas que a Casa Pia foi uma instituição notável e é, com excepção da Universidade de Coimbra, a escola mais antiga de Portugal. Atravessou períodos negros na sua história, renasceu das cinzas, e não merece nem de perto nem de longe a fama que tem actualmente. Eu orgulho-me muito de ter sido casapiano. Pertenci, durante quatro mandatos sucessivos, ao Conselho de Ex-Alunos, um órgão eleito pelo universo dos ex-casapianos.
– É um ex-casapiano que ainda participa na vida da instituição?
– O jornal «O Casapiano», no qual sou colaborador regular, foi fundado por um ilustre amigo, Augusto Poiares. É enviado aos assinantes em todo o mundo – há cerca de 20 mil ex-alunos vivos – e tem como director o meu colega e amigo, José dos Santos Pinto, natural da Malhada Sorda. Foi, aliás, a afinidade regional que fez nascer e consolidou a nossa amizade. O meu artigo deste mês, em «O Casapiano» – que recebi hoje mesmo – destaca a exposição de pintura de Fausto Sampaio que, entre Maio e Outubro, esteve no Museu do Oriente. Surdo-mudo, aluno da Casa Pia, natural da Anadia e pai de Teresa Costa Macedo, ex-secretária de Estado da Família, Fausto Sampaio recebeu na Casa Pia a utensilagem que lhe permitiu tornar-se um excelente pintor. Aliás, a Casa Pia orgulha-se ter formado muitos artistas famosos como, por exemplo, Domingos Sequeira, Vieira Portuense e Martins Correia ou, mais recentemente, os meus queridos amigos Gil Teixeira Lopes ou Francisco de Aquino. Colaborei na altura da inauguração do Centro Cultural Casapiano em Belém – que é simultaneamente museu, arquivo e biblioteca – numa obra colectiva intitulada «Casa Pia de Lisboa – 220 anos a educar, instruir e amparar» com um estudo sobre o pioneirismo educativo na Casa Pia de Lisboa. Por outro lado, todos os núcleos museológicos do Centro estão introduzidos por textos da minha autoria que situam a história da Casa Pia na história de Portugal. O património histórico e humano da Casa Pia é feito da dádiva de grandes homens a este País mas, alguns jornalistas e alguma comunicação social, de forma leviana dão um pontapé na escola sem terem o cuidado de se informar.
– Mas também é professor de jornalismo…
– De facto, enquanto professor de jornalismo na Universidade Católica, tive como alunos muitos dos actuais jornalistas espalhados pelos jornais, rádios e televisões. Quando rebentou o escândalo de que tanto se fala ligaram-me para recolher o meu depoimento sobre a Casa Pia. Eu disponibilizei-me para falar com eles sobre todos os temas mas avisei que não diria uma palavra sobre a questão da pedófilia que, aliás, não conhecia. E as conversas perderam interesse para os jornalistas. Teria sido interessante falar sobre os 42 cursos técnico-profissionais, desde o mais antigo curso do país de relojoaria, passando pela optometria ou pela escola de electrónica em parceria com a Bosch. Há, actualmente, espalhados pelo país milhares de técnicos especializados formados na Casa Pia. Isto é que era importante divulgar.
– Voltando um pouco atrás na nossa conversa, terminou o quinto ano, com 15 ou 16 anos e foi trabalhar ou continuou a estudar?
– Terminei o curso em 1958 com a nota mais alta e obtive o Prémio Pina Manique desse ano tendo-me sido concedida uma bolsa de estudo. No entanto como concorri e obtive uma das primeiras bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian que estava a iniciar-se por essa altura e como os valores eram maiores optei pela segunda e fui estudar para a Escola do Magistério Primário de Lisboa. E ficou, assim, definida a minha vida profissional. Quando terminei o curso do Magistério com apenas 18 anos quem é que me convida para professor? O doutor João António Nabais, de Aldeia do Bispo, que estava a iniciar a instalação do famoso Colégio Vasco da Gama em Meleças, Sintra, que faz este ano 50 anos e que além de fundar o Colégio foi vice-reitor do seminário de Évora e licenciou-se em pedagogia e psicologia na universidade de Lousanne. Aprendi muito com o doutor Nabais. Estávamos no início da década de 60 e durante dois anos fui professor primário no Colégio Vasco da Gama. Tive como alunos os filhos de alguns dos mais importantes homens deste País como, por exemplo, de Jorge de Melo (da CUF), de Champallimaud e um irmão de D. Duarte de Bragança. Fiz uma paragem porque o país estava em guerra e fui chamado para o serviço militar. Não estive lá muito tempo porque, como filho único e órfão, invoquei o estatuto de amparo de mãe. Sai e resolvi emigrar para França onde trabalhei como operário numa fábrica de cerâmica, em Digoin, perto de Lyon. O patrão depressa percebeu que eu era um emigrante diferente. Como, por razões evidentes, não tinha problemas com o castelhano e escrevia e lia francês bem contrataram-me para uma espécie de intérprete-intermediário entre a direcção da fábrica e os emigrantes portugueses e espanhóis. Aproveito para contar um episódio curioso. Os donos da fábrica concordaram em deixar sair meia-hora mais cedo os operários e eu fiz um pequeno curso de francês oral com uma hora diária frequentado por dezenas de portugueses e espanhóis que quiseram aprender francês ao final do dia.
– Com pouco mais de 21 anos regressou a Portugal…
– Voltei a Portugal e inscrevi-me na Faculdade de Letras onde fiz a minha licenciatura em História. Ao mesmo tempo voltei a dar aulas como professor do Ensino Primário. Apesar de ter uma das melhores classificações no Magistério resolvi escolher uma escolas «difícil», na Baixa da Banheira, frequentada por filhos dos operários da CUF. Foram tempos de puro idealismo. Tinha 22 ou 23 anos e foi colocado pelo director escolar de Setúbal, o meu amigo Carlos Monteiro, dos Forcalhos, como director numa escola com oito professores. Quando cheguei à escola não tinha um único vidro inteiro. Organizei uma associação de pais e «inventei» um lanche a meio da manhã e outro a meio da tarde. Quando fui transferido os pais fizeram um abaixo-assinado ao presidente da Câmara Municipal da Moita, Vítor Brito de Sousa, para tentar evitar a minha saída. Foi gratificante.
(Continua.)

1 – Adérito Tavares é um extraordinário comunicador e a conversa (apesar de revista e resumida) ficou, deliciosamente, longa. Continua no próximo domingo.
2 – Aproveito para recordar, com saudade, a memória de um amigo comum. O Padre Albino Cândido Lopes, capelão da Casa Pia e pároco da Picheleira, em Lisboa. Nasceu no Pinhal Novo e faleceu em Lisboa em 1998.
3 – Adérito Tavares inicia este domingo no Capeia Arraiana a publicação semanal de um artigo de opinião na rúbrica «Na Raia da Memória». As crónicas assinadas pelo ilustre professor de Aldeia do Bispo procurarão estabelecer sempre uma relação entre o presente e o passado. O nosso grande bem-haja pela sua disponibilidade.
jcl

Anúncios

Professores e alunos do colégio Vasco da Gama sedeado em Meleças, Sintra, homenagearam o seu fundador com uma visita de dois dias a Aldeia do Bispo, terra natal do Ilustre Dr. Nabais.

José Manuel CamposO professor José Manuel Cobrado, natural de Vale de Espinho, escreveu-me, há cerca de dois meses, a solicitar a minha colaboração numa visita que tinham prevista à Serra das Mesas e Nascente do Côa. Acedi com muito agrado ao pedido tendo-me disponibilizado para poder servir de guia tal como, na verdade, aconteceu.
Por volta das 16 horas chegámos à portela do lameirão onde os dois autocarros ficaram estacionados. Logo que os alunos saíram os professores pediram para se sentarem no barrocal ali existente. Prestaram a maior atenção às informações prestadas e, de seguida, visitou-se a casa dos contrabandistas, que é um enorme barroco com uma cavidade, onde estes se abrigavam em dias de temporal e quando fugiam dos guardas-fiscais ou dos carabineiros. Parte dos alunos entraram na referida cavidade e outros subiram ao ponto mais alto para fazerem fotografias para um dia poderem recordar. De seguida fez-se o percurso, cerca de trezentos metros, até à Nascente do Côa. Alguns alunos encheram as garrafas vazias para depois beberem durante o restante percurso.
Alunos do Colégio Vasco da GamaPor volta das 17.30 regressou toda a gente aos autocarros com destino à praça dos Foios. Entrou toda a gente no Centro Cívico e, no Posto de Turismo, foram distribuídos muitos postais e outros folhetos, alusivos ao concelho, para os alunos e professores levarem para Lisboa.
Passados alguns minutos fez-se a caminhada até ao parque de merendas onde toda a gente lanchou. No final nova caminhada até ao Centro Cívico em cujo auditório foram proferidas palavras de agradecimento. Aí o presidente de Junta dos Foios ofereceu umas lembranças e um pequeno carvalho (da amizade) para ser plantado no jardim do Colégio Vasco da Gama.
As cerca de setenta pessoas da delegação animaram e deram vida à freguesia, pelo menos por umas horas. A malta estava muito animada tendo alguns alunos dado uns passos de dança ao som da música que é emitida através do centro cívico.
Na qualidade de professor posso avaliar a postura dos alunos que me deixaram deveras sensibilizado com o comportamento demonstrado.
Estão, na verdade, de parabéns professores e alunos do Colégio Vasco da Gama. Venham sempre.
Para terminar presto também a minha justa e sincera homenagem ao Ilustre Pedagogo Dr. Nabais que muito embora já nos tivesse deixado, o colégio que ele fundou continua a formar os homens do futuro.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Junho 2019
S T Q Q S S D
« Fev    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.140.576 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios