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Na sequência do artigo sobre D. Filipe I, do nosso ilustre colaborador Adérito Tavares, talvez valha a pena desenvolver um pouco mais o tema das representações sociais que entre portugueses e espanhóis fazemos reciprocamente. Longe de esgotar o tema neste modesto artigo, acho interessante que o «Capeia», constituído por gente da raia, habituada ao convívio da fronteira, se expressasse sobre o olhar recíproco entre uns e outros.

Batalha de Aljubarrota

António Cabanas - «Terras do Lince»O que pensamos sobre os outros povos, e em concreto sobre os nossos vizinhos, são por vezes ideias preconcebidas, representações sociais estereotipadas, geralmente erróneas, que o convívio da história ajudou a construir e é de esperar que a forma como os outros nos vêm sofra de idênticos defeitos. É também natural que a opinião dos raianos seja um pouco diferente da opinião da restante população, afinal foram os raianos os que mais sofreram com a dureza das guerras e, em consequência, se viram na obrigação de esquecer ofensas passadas. De forma genérica, depois de séculos e séculos de litígios, é natural que os países vizinhos se vejam reciprocamente com alguma desconfiança. Desconfiança que o recente período de paz e de união europeia não apagou totalmente e que parece ser mais acentuada do nosso lado.
Defensor da independência nacional até ao tutano, gosto dos espanhóis (e das espanholas), da sua cultura, do seu património histórico, das suas belezas naturais, da sua moderada pontualidade e até mesmo da sua gastronomia.
Lidando há muito com projectos de cooperação transfronteiriça, surpreendeu-me há tempos um técnico da Diputación de Cáceres que, a meio de um almoço com outros cacerenhos, defendia que os seus compatriotas eram mais inteligentes que os portugueses. Ainda não tinha chegado a crise económica mundial, a Espanha vivia eufórica, na bolha de crescimento económico, enquanto em Portugal, derrapavam as contas públicas e o sentimento geral traduzia-se no famigerado discurso da tanga.
Aquilo da inteligência espanhola provocou-me azia, recordei ao meu interlocutor que o seu país vivera tempos de miséria em pleno século XX, e, pressentindo-lhe alguma ignorância já me preparava para puxar dos galões da nossa História mais antiga, onde me sentia à vontade. Dei-me então conta que teria de inverter a estratégia, e até ser magnânimo e defender o infeliz, já que os outros espanhóis presentes, caíram-lhe em cima como cães a bofe, desmontando a fanfarronice do patrício e enaltecendo Portugal como se ele fosse o melhor país do mundo. Estava resolvido o diferendo!
Isto de ter opinião sobre os outros povos nem é coisa só de vizinhos. Leia-se, a propósito o que escreveu o economista alemão Friedrich List, em 1841, sobre os povos ibéricos, por oposição aos ingleses: Enquanto os ingleses se esforçavam, durante séculos, por erguer o edifício do seu bem-estar nacional sobre bases sólidas, os espanhóis e os portugueses, através das suas descobertas, conseguiram uma sorte rápida, atingindo grande riqueza em pouco tempo. Mas era a riqueza de um esbanjador que ganhou a sorte grande. Na opinião do alemão, seríamos assim, hispanos e lusos, uma espécie de jogadores da lerpa, chapa ganha, chapa batida! Mas este discurso germânico, além do desdém que demonstra em relação aos povos ibéricos, também esconde uma certa inveja do sucesso inglês. Por contraponto, «nós» aceitamos de bom grado o que vem dos germânicos e quase sempre desconfiamos dos nossos vizinhos, sobretudo quando se trate de investimentos.
Gravado no nosso subconsciente, há ainda uma espécie de estigma dos filipes. Pela minha parte, nunca vi razão para qualquer sentimento de inferioridade a não ser no tamanho: Portugal, um ovo, França uma eira e Espanha uma joeira! Mas não nas proezas épicas e muito menos na guerra. Afinal Filipe I, de sangue lusitano, entrou em Portugal porque a nossa nobreza o aceitou sem luta – na batalha de Alcântara, as tropas de D. António eram constituídas por um punhado anárquico e desorganizado de prisioneiros! Já durante a restauração, a colossal Espanha levou tareia em toda a linha, David bateu Golias, quando se esperava que face ao tamanho, a joeira esmagasse o ovo. Poderíamos falar de outras batalhas, como Aljubarrota, ou comparar o nosso desempenho perante inimigos comuns. O saldo foi-nos francamente favorável, caso contrário, seríamos hoje espanhóis. Por isso, é no mínimo absurda a perspectiva que os militares espanhóis tem de «nós». Segundo os estudiosos dos temas militares aprende-se na historiografia militar espanhola que os portugueses são cobardes. O próprio Franco, Generalíssimo, ao ser confrontado com a possibilidade de haver, em 1975, uma guerra civil em Portugal, terá confessado, no seu leito de morte, que não acreditava nessa hipótese porque conhecia a suposta cobardia dos portugueses. Esta abordagem é restrita aos meios militares, não a comungam o resto dos espanhóis e foi sendo construída nos relatos de batalhas entre os dois povos, sempre demasiado pintados com a cor da sua bandeira nacional. Em matéria de cobardia pedimos meças, podemos contrapor a chacina dos povos ameríndios indefesos, praticada por espanhóis, com a resistência portuguesa a exércitos armados por russos e americanos, aliás, fomos mesmo mais resistente potência colonizadora europeia (para o bem e para o mal).
Há sempre alguns dos nossos que logo dizem que o Tratado de Tordesilhas deu aos espanhóis o ouro e a prata e a «nós» as mulatas e a caipirinha! Há ainda os engulhos mal resolvidos, como Olivença e as cócegas que nos causa o facto dos espanhóis não fazerem o mínimo esforço para falarem a nossa língua, enquanto «nós» nascemos a falar espanhol. Mas isso até dá jeito, pois permite, nas negociações, fazer apartes que «eles» não entendem, coisa que «eles» não podem fazer na nossa frente.
O romance «O Mar de Madrid», do açoriano João de Melo traz à liça a característica ruidosa dos espanhóis: não só falam alto como parece gostarem de se ouvir, deliciando-se com a sua própria língua. Vistos pela espanhola do romance, «nós», pelo contrário, surgimos, de olhar distante, silenciosos, quase ciciando quando conversamos. Uma espécie de acanhamento que se liberta depois de bebermos uns copos, acrescento eu!
A maioria de «nós» considera cinismo a referência que «eles» fazem aos lusos como «nuestros hermanos», que por vezes também usamos mas só na língua deles. Nossos irmãos, «nós» dizemos dos brasileiros, aplicado aos espanhóis, não nos soa bem! No entanto, creio que «eles» o fazem com sinceridade, que se acham mesmo «nuestros hermano», coisa impensável com os seus vizinhos franceses.
A pulverizada identidade espanhola, em que um indivíduo se sentirá primeiro basco ou galego e só depois espanhol, faz com que os espanhóis, que afinal são bascos, galegos ou andaluzes, nos olhem de forma diferente, como o basco olha para o galego ou o galego olha para o andaluz. Para «eles» somos portugueses, como «eles» são bascos, galegos ou andaluzes.
Pelo contrário «nós» temos uma espécie de hiper-identidade ou dupla identidade como diz o grande pensador Eduardo Lourenço, também ele de Riba Côa. Sentimos a necessidade constante de afirmar essa identidade e sobretudo perante os espanhóis, como o fez Manuela Ferreira Leite, lembrando a Sócrates que Portugal não é uma região de Espanha, não fosse ele ou Zapatero esquecerem-se. Por outro lado sentimo-nos pequenos perante a Europa e perante a Espanha (embora aqui só no tamanho), mas sentimo-nos grandes e imperialistas perante o mundo (dupla identidade).
Ainda a propósito de tamanho, não pude deixar de sorrir com a leitura de um artigo onde se garante que a Durex, empresa que comercializa preservativos, os vende em Portugal com 1 cm em média mais compridos que em Espanha o que deita por terra a elevada auto-estima do macho latino espanhol! Como o artigo foi escrito por uma portuguesa a viver em Madrid, não poderemos duvidar!
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

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Galeria de imagens do «Fórum Autárquico da Guarda» do PSD que decorreu no sábado, 25 de Julho de 2009, no Salão de Festas da Junta de Freguesia do Sabugal.

GALERIA DE IMAGENS – 25-7-2009

O Sabugal foi o palco este sábado, 25 de Julho, do Fórum Autárquico «Falar Verdade» do PSD do distrito da Guarda. Marcaram presença nos trabalhos a deputada Ana Manso e a maioria dos candidatos laranjas aos 14 municípios guardenses. A líder do partido, Manuela Ferreira Leite, adoentada com uma gripe não se deslocou ao Sabugal tendo sido substituída pelo vice-presidente Paulo Mota Pinto. Álvaro Amaro aproveitou para deixar um recado à presidente do partido: «Na Guarda não aceitaremos nomes nacionais na lista de deputados.»

Fórum Autárquico

Respondendo ao repto lançado na quinta-feira na sessão de apresentação no RaiaHotel do candidato, António Robalo, cerca de 300 militantes e simpatizantes sabugalenses encheram o salão de festas da Junta de Freguesia do Sabugal. A presença da líder social-democrata e dos candidatos às 14 Câmaras Municipais do distrito da Guarda ajudaram a aumentar a curiosidade e a militância. Quase em cima da hora ficou a saber-se que Manuela Ferreira Leite não marcaria presença em virtude de estar adoentada com uma arreliadora gripe. Em seu lugar enviou o vice-presidente Paulo Mota Pinto que encerrou a sessão mas que, curiosamente, não era portador de nenhuma mensagem da líder ausente para os sabugalenses e guardenses presentes.
Os trabalhos do Fórum Autárquico «Falar Verdade» foram conduzidos pelo coordenador distrital, João Prata, que foi introduzindo os temas e apresentando os muitos oradores do dia com direito a cinco rigorosos minutos.
A sessão de abertura esteve a cargo do presidente da Comissão Política do Sabugal, Manuel Corte. Seguiram as intervenções de Tânia Cameira e António Agostinho Lucas da Silva, respectivamente, representantes dos candidatos a presidentes de Junta de Freguesia, Tânia Cameira, e dos candidatos às Assembleias Municipais.
Os candidatos aos municípios guardenses tiveram direito a cinco rigorosos minutos e discursaram sobre diferentes temas: António Batista Ribeiro (Almeida), «Cooperação transfronteiriça»; Vítor Martins Santos (Celorico da Beira), «Sustentabilidade e aproveitamento dos recursos naturais»; António Edmundo Ribeiro (Figueira Castelo Rodrigo), «Potenciar recursos endógenos»; José Miranda (Fornos de Algodres), «Potencialidades das novas acessibilidades»; Álvaro Amaro (Gouveia), «Um combate pelo Interior»; João Mourato (Mêda), «Incentivo à inovação»; António Luís Ruas (Pinhel), «Ordenar o território, vencer o despovoamento»; António Robalo (Sabugal), «Educação e Formação»; Luís Caetano (Seia), «A Serra da Estrela como pólo aglutinador»; Júlio Sarmento (Trancoso), «Saúde e Solidariedade Social» e Gustavo Duarte (Vila Nova de Foz Côa), «Aproveitamento turístico da Beira e do Douro».
O recandidato a Gouveia, Álvaro Amaro, considerou como grande desafio para as próximas gerações a cooperação transfronteiriça e defendeu a necessidade de empunhar a bandeira do Interior que «tem sido muito sacrificado pelo poder central com política imorais que têm levado ao despovoamento do território» tendo apontado como solução «uma nova rede do ensino superior em Portugal, com as universidades e os politécnicos a criarem pólos com cursos nos diferentes concelhos».
João Mourato, actual presidente da Mêda, lembrou que «os autarcas do PSD têm sido discriminados pelo Governo» e António Ruas (Pinhel) pediu que o poder central «assuma de uma vez por todas a aposta no investimento no Interior, nos parques eólicos e nas fontes hídricas como factor de desenvolvimento local». Júlio Sarmento (Trancoso) animou a plateia com alguns sorrisos quando iniciou o discurso olhando para João Prata dizendo que sabia «da tolerância mas não sou dos que me calo com facilidade» para logo de seguida acrescentar: «Não temos gente. Porque não temos aquilo que nos falta vai continuar a faltar-nos aquilo que não temos.» De seguida atacou o Serviço Nacional de Saúde e o processo do Hospital da Guarda: «É uma telenovela. Temos assistido na Guada a revoada de ministros que vêm lançar mais uma pedra no novo hospital. O último vai ser o ministro da Justiça quando vier explicar a providência cautelar. A Segurança Social é uma autêntica quinta rodeada de um muro de compadrio.» A terminar o actual presidente de Trancoso deixou ainda um pensamento: «É mais importante morrer na luta do que morrer na hesitação.»
Encerrou a participação autárquica o candidatos Gustavo Duarte (Vila Nova de Foz Côa) lembrando que os extremos do distrito, Sabugal e Foz Côa, tocam-se pela afinidade de um rio que une. «A arrogância do primeiro-ministro reproduziu-se nas nossas terras. Muitos socratezinhos foram crescendo pelo País e Foz Côa parou. Temos muito a recuperar especialmente no turismo até porque seis das aldeias históricas estão na nossa região.»
Da intervenção de António Robalo subordinada ao tema «Educação e Formação» (disponível para consulta e cópia no final deste artigo) destacamos os compromissos de desenvolver no Centro Social João Paulo II um Centro de Ciência e Actividades Criativas e a abertura no Sabugal de uma Universidade Sénior.
Os autarcas presentes fizeram questão de iniciar os discursos agradecendo ao actual presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito, toda a disponibilidade e cooperação ao longo dos últimos anos e felicitando-o na hora da despedida.
Na sessão de encerramento usaram da palavra Álvaro Amaro, presidente da Comissão Política Distrital da Guarda e Paulo Mota Pinto, vice-presidente da Comissão Política Nacional em representação da presidente Manuela Ferreira Leite.
Álvaro Amaro, sem limites de tempo, utilizando um tom inflamado próprio de um comício, começou por informar que apesar de ter tentado falar telefonicamente com a presidente do partido tal ainda não tinha sido possível pedindo por isso a Paulo Mota Pinto que servisse de mensageiro para o desejo de melhoras de todos os guardenses. «Fomos o primeiro distrito a fechar as listas de candidatos. Os autarcas do PSD são o colchão do partido nos bons e maus momentos porque tal como disse Zeca Afonso – a Académica não é um clube, é uma causa – e também nós somos uma causa», disse Álvaro Amaro perante uma atenta plateia. Depois deixou alguns recados para dentro do partido. «Todos nós sentimos a causa do Interior. Nenhum Governo do PSD deixará de contar com vozes muito críticas se não perceber. Esteja onde estiver jamais – jamais não porque pareço o outro – nunca, nunca calarei a minha voz sobre os novos valores da política. É inaceitável que 10 autarcas PSD do distrito da Guarda tenham estado um ano à espera que um secretário de Estado do Turismo os recebesse. A política do carneirismo não tem mais espaço e não podemos viver num país a duas velocidades no litoral e no interior». A finalizar pediu novamente a Paulo Mota Pinto que fosse portador de um aviso dos sociais-democratas do distrito da Guarda. «Soube hoje de manhã que o cabeça-de-lista socialista pela Guarda é Fernando Assis. Como social-democrata sinto-me ofendido. É esta a política velha de quando nos diziam – não têm aí pessoas válidas por isso lá vai mais um – mas nós queremos dizer aqui à presidente do Partido Social Democrata que não aceitamos que nos imponham nenhum nome de fora da Guarda. Não rasgarei o cartão mas saberei tirar conclusões políticas.»
Encerrou o Fórum Autárquico, o vice-presidente Paulo Mota Pinto que esteve no Sabugal em substituição de Manuela Ferreira Leite retida em Lisboa a muitos quilómetros de distância com gripe. O dirigente discursou sobre os grandes desafios nacionais que se colocam ao partido em ano de três eleições. Sobre José Sócrates considerou: «Foram quatro anos de grandes erros. O Governo desistiu de governar. O Governo está esgotado.» Para o Interior não apontou soluções porque «os problemas do Interior não se resolvem do pé para a mão».
No final os participantes foram convidados a dirigirem-se, a pé, até aos jardins do Auditório Municipal onde decorreu um lanche.

Curiosamente Paulo Mota Pinto não foi portador de nenhuma mensagem da presidente laranja para os simpatizantes e militantes presentes no Salão de Festas da Junta de Freguesia do Sabugal.

António Robalo – Discurso de apresentação da candidatura. Aqui.
António Robalo – Discurso no Fórum Autárquico. Aqui.
jcl

A presidente do PSD-Partido Social Democrata, Manuela Ferreira Leite, desloca-se ao Sabugal no domingo, 25 de Julho, para apresentar os candidatos autárquicos às 14 Câmaras do distrito da Guarda. O Fórum Autárquico «Falar Verdade» está marcado para as 15 horas no Salão de Festas da Junta de Freguesia do Sabugal.

O Sabugal será o palco da apresentação nacional dos candidatos sociais-democratas às 14 câmaras do distrito da Guarda.
O Fórum Autárquico «Falar Verdade» está marcado para as 15 horas de domingo, 25 de Julho, no Salão de Festas da Junta de Freguesia do Sabugal e encerrará com um discurso da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite.

CONCELHO CANDIDATO POSIÇÃO CÃMARA
Aguiar da Beira Fernando Andrade Recandidatura PSD
Almeida António Baptista Ribeiro Recandidatura PSD
Celorico da Beira Vítor Santos Candidatura PS
Gouveia Álvaro Amaro Recandidatura PSD
F. Castelo Rodrigo António Edmundo Recandidatura PSD
Fornos Algodres José Miranda Recandidatura PSD
Guarda Crespo de Carvalho Candidatura PS
Manteigas José Manuel Biscaia Recandidatura PSD
Mêda João Mourato Recandidatura PSD
Pinhel António Ruas Recandidatura PSD
Sabugal António Robalo Vereador PSD
Seia Luís Caetano Vereador PS
Trancoso Júlio Sarmento Recandidatura PSD
V. N. Foz Côa Gustavo Duarte Vereador PS

Nas últimas eleições autárquicas no distrito da Guarda o PSD alcançou a presidência de dez Câmaras (Sabugal, Almeida, Aguiar da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Manteigas, Gouveia, Fornos de Algodres, Trancoso, Mêda e Pinhel) e o PS quatro (Guarda, Seia, Celorico da Beira e Vila Nova de Foz Côa).
jcl

O PSD venceu este domingo, 7 de Junho, as eleições para o Parlamento Europeu com 1.127.128 votos (31,69%) correspondentes a oito eurodeputados. Apurados os votos nacionais falta contabilizar os votos da emigração.

Paulo Rangel e Manuela Ferreira LeitePaulo Rangel, cabeça-de-lista do PSD ao Parlamento Europeu, considerou este domingo à noite que «os resultados das eleições representam uma derrota do PS e do engenheiro José Sócrates e uma vitória da presidente do PSD». «A nossa presidente é a grande vencedora desta noite pela sua determinação, pela forma como levou o partido ao caminho de uma política de verdade que naturalmente os portugueses entenderam hoje, de forma expressiva, nas urnas, pelo seu voto», declarou ainda Paulo Rangel, no seu discurso de vitória, na sede nacional do PSD. Rangel adiantou que os resultados representam uma «nova esperança a Portugal de que pode ser criada uma nova alternativa às políticas do Governo e do primeiro-ministro».
O secretário-geral do PS, José Sócrates, considerou «decepcionantes» os resultados das eleições europeias, mas lembrou que «as legislativas serão diferentes e que o Governo vai manter a sua linha de rumo». José Sócrates discursou no Hotel Altis, em Lisboa, após uma curta declaração do seu cabeça-de-lista às eleições europeias, Vital Moreira, que assumiu «pessoalmente a derrota».
As listas de recenseamento eleitoral portuguesas têm um total de 9.604.744 eleitores inscritos mas só 3.557.264 votaram correspondendo a 37.04 por cento do total.
A lista social democrata com 31.69 por cento dos votos elegeu oito eurodeputados. O PS com 26,58% alcançou sete eurodeputados. O Bloco de Esquerda deverá eleger o terceiro eurodeputado tendo 10.73% com 381.791 dos votos, tornando-se a terceira força política. A CDU (PCP mais Verdes) passou para quarto lugar com uma percentagem de 10,66% elegeu com dois eurodeputados. O CDS também manteve os dois lugares na Europa com 8.37% do total de votantes.
Laurinda Alves, do MEP, conquistou o sexto lugar (1,49%) mas não conseguiu ser eleita. Votaram em branco 4.63% dos eleitores e dois por cento dos votos foram considerados nulos.
Portugal voltou a registar nas eleições europeias de hoje uma taxa de participação (cerca de 36,5 por cento) inferior à média comunitária (43,4 por cento), mesmo perante um novo recorde de abstenção na União Europeia, segundo dados provisórios.
No Parlamento Europeu o maior grupo continua a ser o Partido Popular Europeu e as maiores mudandas são os Verdes, que ganham 14 deputados, e os socialistas, que perdem 15.
jcl (com agência Lusa)

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, tem programados para sábado, 18 de Abril, uma visita ao distrito da Guarda e um comício na cidade guardense. A apresentação pública de alguns candidatos autárquicos laranjas poderá ser uma hipótese na agenda da líder social-democrata em terras beirãs.

Manuela Ferreira LeiteO «Fórum Portugal de Verdade» anda na estrada com a sua principal protagonista a líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, desdobrando-se em comícios e sessões de esclarecimento. Na quinta-feira, 16 de Abril, estará em Aveiro, no dia 17 em Castelo Branco e no sábado marcará presença na Guarda, igualmente, para um comício.
Esperam-se muitas novidades «laranjas» entre a Páscoa e o final do mês de Abril. Está marcada para o dia 14 de Abril uma reunião da Comissão Permanente e da Comissão Política Nacional do PSD. Os estatutos do partido dão competências à Comissão Política Nacional para apresentar ao Conselho Nacional as propostas de listas de candidatura ao Parlamento Europeu competindo ao Conselho Nacional do partido a última palavra. O Tribunal Constitucional obriga à apresentação das listas dos candidatos ao Parlamento Europeu até ao dia 27 de Abril.

A cidade da Guarda poderá ser, no dia 18 de Abril, o palco escolhido para dar a conhecer novidades «europeias» e para algumas apresentações… autárquicas.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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