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Fiquei muito feliz quando ontem, sábado, dia 9 de Abril, recebi um telefonema do Manel Rito a dar-me conta de uma visita ao alcalde e amigo de Navasfrias, Celso Ramos.

Enquanto o Manel Rito foi Presidente da Câmara do Sabugal quantas viagens fizemos a Navasfrias para tratar de assuntos relacionados com «las carreteras» de cujos projectos a Câmara do Sabugal foi chefe de fila? Quantas reuniões com a Mancomunidad do Alto Águeda ou com a Presidente e Técnicos da Diputación de Salamanca?
As «carreteras» já estão feitas e não caíram do Céu! E que importância têm para a economia da região! Mas não foram só as «carreteras». Houve e haverá muito mais. É que a Europa é para lá, meus Senhores.
Os problemas de saúde que afectaram o amigo Manel Rito preocupavam-me e cheguei a recear que estas incursões, por España, se tornassem raras ou deixassem de se verificar. Por isso mesmo o dia de ontem foi um dia especial. Conheço, muito bem, a amizade entre o Manel Rito e o Celso Ramos e foi com imenso prazer que ontem os fotografei de novo.
Depois de em casa do Celso termos tomado um café, «charlado» um pouco sobre a saúde do Manel, e também sobre o progresso e desenvolvimento da zona, deslocámo-nos ao local onde o Ayuntamiento de Navasfrias possui um parque cinegético. Foi com agrado que observámos algumas espécies, sobretudo coelhos e lebres, que aí se vão reproduzindo para mais tarde poderem ser distribuídos pelas zonas mais convenientes, incluindo o lado de cá.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

O ex-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, tem mantido de há longo tempo uma dura batalha contra a doença que o afecta e os últimos meses foram particularmente difíceis, passando a maior parte do tempo internado no hospital. As boas novas quanto à sua recuperação enchem-nos de satisfação. O Capeia Arraiana associa-se ao Zé Manel, desejando a Manuel Rito continuadas melhoras.
plb

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Recebemos e publicamos, de seguida, o direito de resposta solicitado por António Esteves Morgado à «Carta aberta de Manuel Rito Alves».

António Morgado e Manuel Rito«Resposta à carta Aberta de Manuel Rito Alves

Caras(os) Amigas(os) Sabugalenses
Dirijo-me a todos vós sem qualquer discriminação para os esclarecimentos seguintes:
– Sobre o meu passado de Presidente da Câmara os munícipes conhecem a responsabilidade e honra que tive de zelar pelos interesses do Concelho;
– Dos projectos mencionados todos se lembram de que mandatos provêm;
– Das equipas que formei também todos se recordam;
– Do meu comportamento pessoal e institucional também todos sabem a grande diferença que nos separa;
– Do mandato actual (2005/2009) vê-se bem a preocupação de nestes últimos meses dar a entender que muita coisa foi feita e que sobre os mesmos investimentos o questionei na última Assembleia Municipal.
Manuel Rito Alves deve dar-vos a conhecer:
– Que projectos novos tem para anunciar?
– Quantos e quais os projectos de saneamento básico e abastecimento de água lançados no meu último mandato, que no seu foram anulados?
– Porque deixou um aberto?
– Porque lançou outro, este novo, no último ano?
– Quem pretendeu beneficiar com essa discriminação?
– Quem defendeu a sua candidatura a Presidente de Câmara?
– Quem o anunciou e defendeu perante todos?
Acerca do Sr. Manuel Rito Alves devo dizer que:
– Não deve iludir as gentes do Concelho, pois que dos oito anos em que fui Presidente de Câmara o julgamento já foi feito e por conseguinte não tem moral para falar desses dois mandatos.
– O julgamento do actual Executivo deve referir-se a estes quatro anos, que agora terminam, e não aos doze constantemente mencionados.
– Deveria ter seriedade política e não confundir os eleitores.
– Ao referir que em 2005 fui cabeça de lista à Assembleia Municipal, se bem se lembra, só aceitei por muita insistência da sua parte. Claro está que lhe convinha, toda a gente sabe disso.
– Sobre o que eu disse nas localidades por onde acompanhei o bom e forte candidato que é o António Dionísio (Toni) disse e afirmo que o Senhor Manuel Rito Alves só foi candidato porque eu tive a coragem de o defender perante o Coordenador Nacional do PSD, pois ninguém mais o defendia. Pelos vistos esqueceu-se desse pormenor.
– Quanto à campanha que fiz defendendo-o perante todo o Concelho também todos estão recordados. De tal facto também já se esqueceu. Tem memória curta!
– Quando ganhei, sublinho ganhei, o conhecimento da sua pessoa era limitado a duas ou três Freguesias, nas restantes não passava de um mero desconhecido. Que credibilidade tinha perante o Concelho? É de referir que nem o próprio acreditava na vitória, chegando a dizer que o Soito já tinha ganho, pois ficava com dois Vereadores. Quão ânimo me deu ao dizer tal atoarda! Fiquei a saber qual a dimensão e qual o entusiasmo que tinha relativo ao que eu acreditava. Razão por que muitas pessoas consideraram ser uma vitória pessoal. Reconheço que tal vitória se deveu também ao empenho e dedicação de muita gente pertencente a outros quadrantes partidários.
– Deveria sentir vergonha de aproveitar correspondência do Município (envio do recibo da água) para se auto promover, tendo em conta que é candidato à Assembleia Municipal.
– Deveria também sentir vergonha de fazer convites para uma inauguração, de uma obra inacabada.
– Deveria justificar-se por escrito aos munícipes que tiveram e têm problemas de falta de água.
– Deveria lembrar-se que nunca estive preocupado em fazer inaugurações de obras totalmente concluídas e pagas. Cito o exemplo do complexo das Piscinas / Gimnodesportivo.
– Poderá ainda proceder à inauguração do mesmo, pois eu não me importo. A minha pessoa em nada ficará afectada.
– Também poderá mudar o nome, como fez em relação ao Pólo Empresarial do Soito.
Para concluir reafirmo que estou completamente arrependido da defesa que fiz da sua pessoa. Também disse que no meu tempo foi um bom Vice-Presidente. Todavia, para ser bom Presidente é necessário possuir determinadas características comportamentais perante os cidadãos em geral, funcionários e Presidentes de Junta de Freguesia que demonstrou não ter.
Quanto à interrogação que coloca “Que segundas intenções esconderá?”, claramente lhe respondo. Poderá colocar na sua cabeça e descansar o seu cérebro, uma vez que nunca andei, nem pretendo andar na política por motivações negociais. Possivelmente julga os outros por aquilo que deseja e pretende para ele.
Eu estou sereno, tranquilo e consciente do dever cumprido e também do apoio que estou a dar ao candidato António Dionísio. Sou um cidadão livre num PAÍS DEMOCRÁTICO.
9 de Outubro de 2009
António Esteves Morgado»

O Capeia Arraiana encerra o espaço eleitoral (notícias e comentários) sobre as autárquicas 2009 às 24 horas desta sexta-feira. Voltaremos ao tema no domingo à noite para dar notícia dos nomes dos próximos autarcas sabugalenses na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Juntas de Freguesia.
jcl

Publicamos, de seguida, um pedido de resposta de Manuel Rito Alves a um artigo publicado on-line no Capeia Arraiana. (actualização.)

António Morgado e Manuel Rito«Carta Aberta aos Eleitores do Concelho do Sabugal
Deram-me hoje uma cópia impressa de um artigo que o Sr. Paulo Leitão Baptista publicou, onde afirma que na campanha do P.S. o Eng.º António Morgado terá afirmado que pedia desculpa aos sabugalenses por ter apoiado a equipa que constitui o executivo actual, afirmando ter-se enganado redondamente ao acreditar que a mesma estava à altura das exigências. E acrescenta: “mostraram-se incapazes, e nada digno de registo fizeram nestes quatro anos, pelo que não merecem ser eleitos para um novo mandato”.
Assumindo como certo que o Sr. Paulo Leitão Baptista não está a mentir e que, portanto, é verdade que o Eng.º Morgado disse o que se afirma acima, e porque como diz o povo, “quem não se sente não é filho de boa gente”, e isso eu sou de certeza, tenho a dizer:
Em 1997 era candidato a Presidente da Câmara Municipal, nas listas do P.S.D. o Eng.º António Morgado e, quer eu Manuel Rito, quer o Eng.º António Robalo integrávamos a lista que apresentou um plano de acção onde, entre outras propostas, aparecia a promoção e desenvolvimento das Termas do Cró, a ligação IP2 – Fronteira (IP2 é a actual A23), criar um Parque Industrial para o Soito, etc.
Em 2001 torna a ser candidato à Câmara Municipal o Eng.º Morgado, fazendo parte da lista eu, Manuel Rito, o Eng.º Robalo, o Eng.º Ernesto Cunha, Victor Proença, e no respectivo plano de acção propusemo-nos entre muitas outras coisas:
o A construção do parque de Campismo e lazer do Sabugal, a ligação IP2 – Fronteira, a criação das Reservas de Caça Municipais em conjunto com as Associações de Caça e Pesca, a cooperação com Espanha no domínio das acessibilidades, a revitalização das termas do Cró, a construção de um Parque Industrial no Soito, etc. etc.
Em 2005, sendo o Eng.º Morgado candidato em primeiro lugar, nas listas do PSD, à Assembleia Municipal e apoiante de primeira linha na candidatura à Câmara Municipal do Sabugal encabeçada por mim, e de que faziam parte o Eng. António Robalo e o Eng.º Ernesto Cunha, constava do programa eleitoral:
o Ligação A23 – Fronteira;
o A transformação do Cró numa estância termal moderna;
o A construção do Parque de Campismo e Lazer da Sr.ª da Graça;
o A entrada em funcionamento do Pólo Empresarial do Soito /Centro de Negócios Transfronteiriço;
o A aposta no repovoamento cinegético e na vigilância das Reservas de Caça (municipais e associativas);
o A continuação da cooperação com Salamanca para a conclusão das estradas de fronteira, etc. etc.
Durante estes quatro anos trabalhámos para implementar estes e outros projectos, e hoje, como toda a gente sabe, todos os que referi estão concluídos ou em execução, honrando assim compromissos que vêm desde há 12 anos e que continuamos convencidos que são estratégicos para a modernização e melhoria da qualidade de vida do concelho do Sabugal.
Como é pois possível que o Eng.º Morgado que os defendia há tanto tempo, agora que os vê implementados ou em implementação diga de quem trabalhou para isso que se “mostraram incapazes e nada digno de registo fizeram nestes quatro anos”?
Que segundas intenções esconderá?
Manuel Rito Alves
Nota: Os planos de acção e o programa eleitoral referidos, foram públicos e tenho-os na minha posse para os exibir a quem tiver qualquer dúvida.»

Confirmamos e «assumindo como certo que o Sr. Paulo Leitão Baptista não está a mentir» sobre o discurso de António Morgado proferido na aldeia da Torre.
jcl


(actualização.)

Após a publicação do pedido de resposta do Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal, António Esteves Morgado, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, pediu a publicação mais uma resposta à resposta.

Resposta à Resposta

«Ao Engº Morgado (com Conhecimento a todos os potenciais interessados)
Obviamente que o Sr é um cidadão livre, num País democrático e que vota em quem quer como qualquer outro cidadão eleitor.
Isto não está em causa, nem me incomoda, o que está em causa é a sua participação em campanha com ataques pessoais a uma equipa que consigo partilhou um projecto para o Concelho e que após a sua saída mais não fez que honrar esse projecto em circunstâncias diferentes das dos dois mandatos em que o Sr foi Presidente de Câmara. Recordo-lhe que o 3º Quadro Comunitário de Apoio estava esgotado e o 4º ainda não entrou efectivamente em vigor.
Nunca fiz, e não é agora que vou começar a fazer política com base em ataques pessoais. Sempre defendi um projecto para o Concelho (que até pensei que era o “nosso projecto”) e continuo a fazê-lo.
Acreditei até há muito pouco tempo que o Sr também assim pensava. Enganei-me. Paciência…
Para mim o assunto morre aqui.
Manuel Rito Alves.»


O Capeia Arraiana é um projecto de comunicação (não comercial) cuja edição e o horário de colocação on-line das notícias não está, nem nunca estará, dependente de ordens, mandatos ou ameaças. Somos um espaço de actualização diária mas o tempo de publicação dos artigos é da exclusiva responsabilidade (e disponibilidade temporal) dos seus dois administradores e não está nem nunca estará subjugado por ordens de terceiros.
A Lei de Imprensa (2/99, de 13 de Janeiro) diz claramente no seu artigo 26.º (Publicação da resposta ou da rectificação), número 2: «A resposta ou a rectificação devem ser publicadas:
a) Dentro de dois dias a contar da recepção, se a publicação for diária.»
José Carlos Lages e Paulo Leitão Batista
Administradores do blogue Capeia Arraiana

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito (AHBVS), foi fundada em 05 de Junho de 1981. No concelho, já havia uma corporação, quase centenária, Associação dos Bombeiros do Sabugal.

Assinatura do Protocolo entre os Bombeiros Voluntários do Soito e o INEM

Um conjunto de «Homens Bons» do Soito de que só me lembro do Sr. Manuel Joaquim Fogeiro Rito (sócio nº 1) e do Sr. Fausto Emídio (sócio n.º 3) que dando largas ao sonho, iniciaram várias diligencias no sentido de criar uma Associação de Bombeiros no Soito.
A, então aldeia do Soito, com uma vasta área de floresta de carvalhos, castanheiros, pinheiros e vegetação rasteira, além das imensas searas de trigo e centeio, eram pasto privilegiado para os fogos, acontecendo o mesmo com as aldeias vizinhas, de difícil acesso, encontrando-se longe do apoio concelhio, de que distavam muitos quilómetros.
Ainda me lembro, principalmente nos fogos nas zonas habitacionais, que era uso, tocar os sinos a «Rebate» para juntar o povo, que com os parcos meios tentavam debilitar as chamas, em acções tipicamente comunitárias de entre ajuda.
Felizmente, neste campo, melhores tempos vieram. Este ano de 2009, a Associação dos Bombeiros do Soito, na Comemoração dos seus 28 anos de existência, tem sobejamente motivos para ser um dia especial.
A efeméride, foi propositadamente adiada, até ao dia em que seria entregue a Ambulância 112 do INEM e a consequente assinatura do Protocolo entre as entidades intervenientes ou seja o Ministério da Saúde, o INEM e a Presidência da Associação.
Chegou finalmente o dia 11 de Julho de 2009, dia aprazado para a Cerimónia. O programa, que foi brilhantemente cumprido na íntegra, foi o seguinte: hastear das bandeiras (9.30 horas), formaturra de recepção às entidades convidadas (10.30), Porto de Honra (11.30), romagem ao cemitério (12.15), Missa Solene e Bênção de quatro novas viaturas (12.30), desfile motorizado (13.15) e almoço de confraternização (13.40).
A assinatura do Protocolo foi, contra o habitual, realizada nas próprias instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros do Soito, por Manuel Pizarro, Secretário de Estado da Saúde, por Abílio Gomes, Presidente do INEM e por Benedita Rito Dias, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito.
Encontravam-se também presentes às cerimónias André Azevedo, Chefe de Gabinete, João Nabais, Secretário Geral da Saúde, Pedro Lopes, Vice-Presidente do INEM, Paulo Hortêncio, Vice-Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses e Manuel Rito Alves, Presidente da Câmara Municipal do Sabugal.
Também marcaram presença o Presidente da Federação de Bombeiros da Guarda, o Presidente da Casa do Concelho do Sabugal, o Presidente da Junta de Freguesia do Soito e o representante dos Bombeiros Voluntários do Sabugal.
Nunca a Associação, tinha sido brindada com tão ilustres representantes. E não era para menos, porque os Bombeiros do Soito, com esta cedência e decisão do Governo, ficaram apetrechados com um Posto de Emergência Médica (PEM) com equipamentos e tecnologia sofisticados no seguimento da decisão do Conselho de Ministros que passa a permitir o uso de desfibrilhadores, por paramédicos e outros profissionais habilitados, possibilitando a utilização dos três equipamentos que não estavam a ser utilizados, por falta de médico.
O evento, decorreu sem falhas e a organização está de parabéns, pois foram-lhe tecidos pelas altas individualidades, rasgados louvores pelo dinamismo e eficácia da mesma, com especial realce à sua Presidente Benedita Rito Dias.
Salienta-se também o grande empenho do Comandante dos Bombeiros e seus adjuntos, que não pouparam esforços para que as formaturas e desfiles motorizados e outras actividades inerentes ao Corpo dos Bombeiros, corressem pelo melhor e onde pontuavam muitos elementos jovens e mesmo juvenis que emprestaram à cerimónia muita beleza e empatia a todos os visitantes e participantes.
Isso mesmo foi salientado por todos os elementos da mesa da Presidência das Cerimónias, salientando que o grupo etário é heterogéneo e com predominância das camadas mais jovens, que são o futuro desta Associação Humanitária e suas congéneres.
José Morgado (vice-presidente do Conselho Fiscal)

Visto que a memória é curta, junto se reproduz ipsis verbis a minha resposta a um artigo do Sr. Paulo Leitão Batista, publicado no blogue «Capeia Arraiana», em 19 de Novembro de 2008, com o título «A Ligação à A23».

Manuel Rito AlvesDiz o Sr. Paulo Leitão que os signatários de poder autárquico Sabugalense estão há onze anos a marcar passo.
E a marcar passo foi possível financiar 60 projectos no âmbito do QCA III.
Desde logo na sede do concelho as mais emblemáticas serão o pavilhão e as piscinas municipais e o auditório e museu, ambas com utilização intensa e diária com financiamento total de 2,898.308€, e os acessos à ponte açude com a respectiva requalificação urbana com financiamento de 938,520.51€, para não falar da envolvente ao cemitério, do antigo colégio, do campo de futebol, pista de atletismo, dos diversos jardins, etc.
A Infra-estruturação do Cró, depois de resolvido todos os problemas burocráticos/legais relativos à concessão, foi financiada em 1,213.665€. O balneário que está adjudicado e em fase de arranque custará 4.600.000€. Tem boas hipóteses de vir a ser financiado pelo QREN, cuja entrada em vigor efectivo deveria ter ocorrido em Janeiro de 2007, mas que os signatários do poder central (da cor do Sr. Paulo Leitão Batista) têm protelado até hoje.
Foram executados saneamentos novos em 20 freguesias e concluídas em outras três, com pavimentação incluídas, tendo já sido financiados os de Bendada (365.528,51€), Baraçal (204.185,87€), Casteleiro (334.020,69€), Bismula (332.357,30€), Rendo (307.912,45€), Rapoula (204.155,76€), Aldeia do Bispo (146.241,35€), Vila Boa (324.419,95€), Pousafoles (144.204,11€), Vila do Touro (113.480,44€), Quintas de S. Bartolomeu (289.986,17€), Aldeia de Santo António e anexas (286.405,39€), Forcalhos (296.336,77€), Vilar Maior, com enterramento das infra-estruturas eléctricas e telefónicas (696.974,00€), Aldeia da Ribeira (72.976,25€), Rebolosa (306.817,00€), Penalobo (128.203,64€), Ruvina (245.116,88€), Moita e Terreiro das Bruxas (241.071,01€).
Aguarda-se ainda a homologação do saneamento de Águas Belas e Espinhal e não se pode esquecer que em todas as outras freguesias (com excepção da Lomba, Ruivós, Vale das Éguas, Badamalos e algumas anexas, onde não foi feito o saneamento porque não entrou em vigor o QREN e logo não há financiamento), foram executadas todas as pavimentações. Ou seja a infra-estrutura básica do concelho está quase concluída.
No âmbito da floresta, além da constituição de duas equipas de Sapadores e financiamento de outras seis (40 postos de trabalho, que quase acabaram com os incêndios no Sabugal) houve intervenção ao nível do melhoramento de caminhos, pontos de água e silvicultura preventiva e a constituição da Reservas Municipais de Caça.
Foram feitas e/ou apoiadas estradas, intervenções em polidesportivos, fornos comunitários e açudes, alargamentos ruas ou estradas, zonas de localização empresariais e Centros de Negócios, Jardins-de-infância, requalificações urbanas, requalificações de monumentos, etc, etc.
Com a intervenção directa do estado ou dos seus organismos, foi requalificado o Centro de Saúde, recuperado o Castelo do Sabugal, repavimentadas todas as Estradas Nacionais (Terreiro das Bruxas-Casteleiro; Sabugal-Guarda; Sabugal-Penamacor-Sabugal-Cerdeira e Sabugal-Vilar Formoso, excepto nas travessias de povoações, tendo sido garantida a sua requalificação ainda não executadas), regadio do Sabugal e baixa de Alfaiates e há um contrato-Programa assinado com o INAG, para financiamento da obra de requalificação do Rio entre pontes que brevemente será lançada a concurso.
Foi possível garantir com as águas do Zêzere e Côa o tratamento de todo o concelho (cerca de 35.000.000€ de investimento), etc, etc. O passo que temos marcado é passo acelerado.
Quanto à ligação A 23-Fronteira, o troço da variante e Aldeia da Ponte, foi financiado pelo Interreg (539.563,64€).
A ligação Soito-Alfaiates, idem (240.340,70€). A variante ao Soito e ligação Sabugal-Soito fêm financiamento garantido pelo PO centro via contratualização com a Comurbeiras. Sobre a variante ao Sabugal e a ligação Sabugal-A23, além da intervenção do exército poderá a breve prazo haver boas notícias.
Aguardemos a marcar passo.
Manuel Rito Alves
Presidente da Câmara Municipal do Sabugal

O Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, reagiu à entrevista a Romeu Bispo publicada pelo Capeia Arraiana. Publicamos, na íntegra, essa tomada de posição relativamente às declarações sobre o projecto da Unidade de Cuidados Continuados do Sabugal.

Manuel Rito«Congratulo-me com a notícia de que o “caminho está desbravado” para que a Santa Casa da Misericórdia do Sabugal possa vir a ter uma Unidade de Cuidados Continuados.
Quanto à condução do processo por parte da actual Direcção não me incomoda que tenha preferido a “cunha partidária” em vez da via institucional, desde que traga benefícios para o Sabugal.
Incomoda-me que a causa pública seja assim tratada.
Lembro, no entanto, que será necessário fazer aprovar o projecto na Câmara Municipal, e desde já disponibilizo os serviços técnicos para acompanhamento de todo o processo.
Manuel Rito Alves»

O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, entendeu clarificar opiniões e comentários publicados no Capeia Arraiana sobre a ausência de uma representação oficial do concelho do Sabugal na BTL-Feira de Turismo de Lisboa que decorreu no passado mês de Janeiro. A estratégia das grandes opções do orçamento para 2009 do executivo camarário é, igualmente, «decifrada» neste esclarecimento público. «Depois dos grandes investimentos em infra-estruturas estão reunidas as condições para o próximo executivo apostar fortemente no turismo» é a convicção e o conselho do actual presidente sabugalense.

Manuel Rito Alves«A grande maioria dos opinadores, ou por desconhecimento, ou com segundas intenções manipula e descontextualiza os factos produzindo afirmações que não correspondem à verdade ou não dizem a verdade toda.
Senão vejamos:
1 – Sobre o orçamento municipal 2009 foi recentemente feita uma análise cujo enfoque é a despesa “esquecendo” o escriba que os documentos previsionais são além do orçamento, o “Plano de Actividades”, que inclui as “Grandes opções do plano” o “ plano plurianual de investimentos” e as “Actividades mais relevantes”.
“Esquece”, ou não sabe, ainda que a classificação da despesa é feita de acordo com o classificador aprovado pelo Dec.-Lei n.º 26/2002 de 14/02, que não sendo exaustivo não classifica todos os investimentos dos municípios, caindo pois alguns investimentos na classificação “outros”.
No caso em apreço todas as despesas classificadas em “outros” que correspondam a despesa de capital e a grande maioria das correntes têm correspondência com as grandes opções do plano e se a preocupação de quem escreve fosse informar era fácil chegar à conclusão que em “outros” estão por exemplo 4.265.342.00 Euros para o Balneário do Cró, 480.939.00 Euros para a Zona de Localização Empresarial do Alto de Espinhal, 701.029.00 Euros para a Recuperação das Margens do Côa – Entre Pontes e 1.470.476 Euros para as Juntas de Freguesia fazerem investimentos próprios, 407.500.00 Euros para Equipamento para o Ensino Básico e Pré-escolar, Sistemas de Captação de Água, Mobiliário Urbano, Sistemas de Rega Automática, etc.
Quanto aos transportes escolares também se esquece que o concelho tem a dimensão que todos sabemos (cem povoações) e que a Câmara transporta todos os alunos de todos os graus de ensino, tendo sido encerradas por opção política do poder central várias escolas do 1º Ciclo.
Esquece ainda que nos termos da lei as despesas com pessoal que ao contrário do que afirma incluem os eleitos municipais podem ir até 60% da receita corrente e neste orçamento atingem somente 34,94% da despesa corrente, etc, etc.
2 – Quanto à participação da Câmara em “PROVERE” lamenta-se o facto de não estar no Buy-nature e “esquece-se” que a Câmara participa em três “PROVERE”: Um com a Associação das Termas de Portugal e todos os municípios da região Centro com termas onde se propõe a construção do Balneário do Cró, outros com a Associação de Municípios do Vale do Côa onde se propõe a Ligação à A23, a Infra-estruturação da Barragem, o Parque de Campismo, etc, e outro com a Associação das Aldeias Históricas onde se propõe a Iluminação Monumental, a Casa da Cultura, e o arranjo do espaço do Rancho em Sortelha e a Casa da Música na Bendada.
Veremos quais são aprovados.
3 – Finalmente o que é apontado como o pecado capital da gestão camarária: Não ter participado com Stand próprio na BTL.
Enquadremos a questão: Sempre foi opinião deste executivo e dos dois executivos anteriores (liderado pelo Engenheiro Morgado) que o turismo pode ser um dos pilares de desenvolvimento do concelho do Sabugal, se funcionar intimamente ligado ao ambiente, à produção tradicional e às tradições.
Mas que pode ser contraproducente, promover turisticamente o concelho se não estiverem garantidas à partida uma série de pressupostos:
a) Território ambientalmente qualificado;
b) Infra-estruturas de acolhimento e lazer de qualidade (hotelaria, postos de turismo, museus, monumentos, etc);
c) Garantia de acesso a entretenimento organizado (passeios a pé, a cavalo, todo o terreno, BTT, slide, canoagem, paint ball, caça e pesca, Etc, Etc);
d) Capacidade de produção e venda de produtos tradicionais (gastronomia, agricultura e artesanato);
e) O convencimento da população em geral e das Instituições, Associações e comerciantes em particular do que atrás ficou dito.
Se assim não for corremos o risco de após a promoção virem os visitantes/turistas e por ficarem desiludidos, irem falar mal do concelho.
Ora é dos livros que uma pessoa a falar mal tem mais impacto do que dez a falar bem.
Assim temos optado por ir garantindo, à medida das possibilidades orçamentais, os pressupostos que são da nossa responsabilidade (e muito se faz nestas áreas desde estudos e projectos, infra-estruturas e requalificações urbanas em quase todas as freguesias, a auditórios e museus, polidesportivos, fornos, açudes e praias fluviais, Reservas de Caça, Equipas de Sapadores, postos de turismo, requalificação do Castelo e das aldeias acasteladas, feiras e exposições, circuitos gastronómicos, etc. etc.) e apoiando os agentes locais que nos têm solicitado, em todas as situações possíveis.
Quanto à participação em Feiras a opção tem sido por representação na Região onde estamos inseridos, quer na BTL, há muitos anos com a região de Turismo da Serra da Estrela, hoje pólo de turismo; quer na Intur em Valladolid onde desde há 6 ou 7 anos participámos com Penamacor, Alto Águeda e Serra da Gata, como Gata/Malcata (Terras do Lince).
Sendo opções discutíveis, como todas são, o que me apraz constatar é que quer os candidatos, quer os outros escribas que se dedicaram ao tema consideraram que já há capacidade instalada para promoção individual do concelho, o que é garantia de que o que foi feito, foi bem feito, quer institucionalmente quer a nível particular (em 1998 as camas turísticas não chegavam às 100, hoje são cerca de 300).
A nós parece-nos que ao nível do acesso a entretenimento organizado, de produção e venda de produtos tradicionais é do convencimento da população, ainda há muito a fazer e que o próximo mandato (ganhe quem ganhar), tem que ter um enfoque especial nestas questões, já que as infra-estruturas estão garantidas (executadas ou em execução) e o QREN, que infelizmente para o executivo e para o concelho tem dois anos de atraso, dirige os apoios em espaço rural exactamente para estas questões.
Aí sim, pensamos que estarão reunidas as condições para a promoção individual do concelho!
Dito isto parece-me que fica provado o que afirmei ao principio, ou seja que a preocupação destes comentadores não é informar. Isto cheira-me a pré campanha eleitoral e assim não vou responder a mais nenhum artigo de opinião que sobre a Câmara seja publicado.
Fico no entanto à disposição de todos os que antes de escrever se queiram informar sobre qualquer facto ou projecto que à Câmara Municipal do Sabugal diga respeito.
Manuel Rito Alves
Presidente da Câmara Municipal do Sabugal»

A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua memória fotográfica para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Data: 2008.

Local: Câmara Municipal do Sabugal.

Legenda: António Robalo e Manuel Rito Alves.

Autoria: Capeia Arraiana.

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«As bençãos não são para as pedras, são para as pessoas», exortou o Arcebispo de Évora, D. José Alves, após aspergir com o hissope a entrada da grande nave interior do Pavilhão Multiusos da Lageosa da Raia. O prelado, filho da terra, tinha tido momentos antes, o privilégio de cortar a fita que inaugurava o moderno e grandioso espaço coberto. O sábado, 12 de Julho, foi dia de festa para as gentes da terra. O orgulho e a satisfação do presidente da Junta de Freguesia da Lageosa, Francisco Sanches Pires, foi testemunhado por Manuel Rito Alves e António Robalo, respectivamente, presidente e vereador da Câmara Municipal do Sabugal, Rui Moreira, Director Regional de Agricultura e Pescas do Centro, alguns presidentes de Junta de Freguesia e por mais de três centenas de lageosenses.

Inauguração do Pavilhão Multiusos da Lageosa da RaiaA cerimónia de inauguração do Pavilhão Multiusos da Lageosa da Raia estava marcada para o meio-dia de sábado, 12 de Julho. Após a celebração litúrgica na Igreja presidida por um lageosense muito especial, D. José Alves, Arcebispo de Évora, rumaram todos até junto do moderno e enorme pavilhão. No ar já se sentia o cheiro dos marranos que estavam a ser assados ali perto nos fogareiros com espeto do Restaurante «O Ver da Serra» de Castelo Branco.
«As bençãos não são para as pedras, são para as pessoas. Em primeiro temos a obrigação de bendizer quem nos ajudou a construir o edifício não esquecendo que Deus também teve o seu papel decisivo e em segundo abençoar quem idealizou, projectou e construiu o edifício e para todos aqueles que o vão utilizar no futuro. Aquilo que construímos é nosso e dos outros e deve ser colocado ao serviço de todos», lembrou com sapiência D. José Alves após ter cortado a fita inaugural e aspergido as instalações.
Visivelmente orgulhoso o presidente da Junta de Freguesia da Lageosa da Raia, Francisco Sanches Pires, cumprimentou o Arcebispo de Évora, D. José Alves, do Director Regional da Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), Rui Moreira e do Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves e aproveitou para «agradecer os apoios e contributos financeiros, técnicos e administrativos de Rui Moreira, director regional da agricultura e pescas, da Câmara Municipal do Sabugal nas pessoas do presidente Manuel Rito Alves, engenheiro Tavares, engenheiro Correia e Dona Teresa e restantes funcionários camarários». Lembrou igualmente «a ADES, o autor do projecto, Tózé Chispas, e Vítor Gonçalves que ofereceu as cadeiras para o pavilhão» e reforçou o seu agradecimento pela presença dos «presidentes de Junta, dos alcaldes espanhóis e dos seus conterrâneos».
«Apesar de viver fora a Lageosa é e sempre será sempre a minha terra. As obras que prometi para o meu mandato estão concluídas: o parque de merendas, o ringue desportivo, o arranjo dos caminhos rurais e do pontão, a criação da equipa de sapadores florestais em conjunto com mais três freguesias vizinhas e… o pavilhão multiusos, a obras mais desejada e mais sentida», lembrou o presidente Francisco Sanches Pires. Depois, com mais abrangência, enumerou diversos problemas das freguesias e do concelho como «a falta de fixação dos nossos jovens ou o problema da recolha dos lixos inorgânicos» apontado como solução «a criação de um pólo industrial que inclua Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Forcalhos e Lageosa». Finalizou com um desejo: «Que todos façam um bom aproveitamento da infra-estrutura agora disponibilizada!»
Rui Moreira (DRAPC) «denunciou» a sua amizade com o presidente da Junta e lembrou que «foi difícil trazer este investimento para aqui por parte do meu amigo Francisco Pires mas é hoje um motivo de alegria também para mim e hoje, a Lageosa está de parabéns porque há, aqui, obra feita.»
O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito Alves, discursou de seguida e aproveitou para responder aos «reptos» de Francisco Pires: «Cumpre-se hoje mais um sonho das gentes desta terra. A Câmara Municipal do Sabugal apoiou administrativamente e fez um esforço financeiro de cerca de 130 mil euros. Mas a obra merece e estamos todos de parabéns. É agora tempo de fazer com que esta casa não seja mais um espaço fechado. Ouvi com muita atenção as palavras do senhor presidente da Junta mas considero que não é o pólo industrial que faz falta. Fazem falta é investidores, portugueses ou estrangeiros, porque se aparecerem os projectos o município apoia com a oferta de infra-estruturas ou de terrenos. Quanto à recolha de lixos inorgânicos está em causa, também, a irresponsabilidade dos cidadãos que resolvem levar os seus electrodomésticos velhos para o meio do campo prejudicando a Natureza e o Ambiente. A Câmara tem um serviço que, através de uma simples chamada telefónica, os aparelhos obsoletos são recolhidos à porta de casa sem custos. Primeiro individualmente e depois colectivamente temos todos de fazer o melhor pelas nossas terras.»
E porque o último orador foi D. José Alves e este já tinha avisado que «este almoço pagava-se com o silêncio com que se ouviam os discursos» foi com respeito que os presentes escutaram a sua intervenção.
«É um desafio saber utilizar e tirar partido dos equipamentos. Hoje sozinhos pouco ou nada podemos fazer. Precisamos de dar as mãos aos nossos vizinhos. Se as terras ficarem abandonadas são terras de ninguém. E aqui deixo uma sugestão: recuperar as casas da Rua do Meio e fazer delas um museu para recolha das nossas alfaias agrícolas que pouco a pouco vão desaparecendo. A Igreja e o Estado temos um objectivo comum: o bem das populações. Vamos dar as mãos e pensar nos nossos projectos», finalizou D. José Alves.

Iniciou-se, de seguida, o almoço-convívio que incluiu a açorda na bem confeccionada ementa. Em homenagem, possivelmente, aos hábitos alimentares do prelado lá por terras alentejanas.
jcl

Decorre esta quinta-feira, 10 de Julho, no Salão Nobre da Universidade Aberta (UAb), em Lisboa, a cerimónia de assinatura dos protocolos de cooperação com vista à criação de Centros Locais de Aprendizagem (CLA) nos concelhos do Sabugal, Mêda, Peso da Régua, Ponte de Lima, Abrantes, Coruche, Grândola, Silves e Ribeira Grande nos Açores. O Capeia Arraiana aproveita para destacar a grande importância deste acto solene com uma entrevista ao Reitor da Universidade Aberta, Prof. Doutor Carlos Reis.

Carlos Reis– A Universidade Aberta é uma universidade pública de ensino a distância vocacionada para um público adulto e com actividade profissional. Quantos alunos e quantos cursos tem actualmente?
– Actualmente temos cerca de 10 mil alunos, 15 licenciaturas e 19 mestrados.
– O que pretende a Universidade Aberta com os Centros de Aprendizagem Local?
– Os Centro de Aprendizagem Local destinam-se, antes de mais, a reajustar a estrutura de centros de apoio da UAb que, por razões diversas, foram perdendo algumas das suas funcionalidades ao longo dos anos. Não menos importante do que isso, todavia, é fazer dos CLAs estruturas de contacto directo com as populações e, naturalmente, também com os nossos estudantes, numa óptica de aprofundamento da missão social da universidade.
– Qual é o critério para a instalação de um Centro de Aprendizagem Local?
– Procuramos localidades que, dispondo de boas acessibilidades, estejam desprovidas de oferta de ensino superior. Ao mesmo tempo vamos privilegiando locais às vezes situados em espaços de interioridade, por isso mesmo disponíveis para projectos de intervenção académica e cultural como estes.
– Como têm decorrido as conversações entre a Universidade Aberta e a Câmara Municipal do Sabugal?
– O meu Pró-Reitor, Prof. Domingos Caeiro, conduziu as conversações. E pelo que sei, elas transcorreram num clima de grande abertura e espírito de entendimento. A lógica da parceria que subjaz à instalação dos CLAs está a ser integralmente cumprida no Sabugal, graças ao espírito de abertura da Câmara Municipal.
– Já está definida a data de arranque do Centro no Sabugal?
– Em princípio, o Centro do Sabugal abrirá, tal como os restantes, em meados de Setembro, a tempo do início do ano lectivo de 2008-2009.
– O Processo de Bolonha alterou as estruturas dos cursos superiores. Quantas cadeiras vão ser disponibilizadas no Sabugal?
– Não se trata de disponibilizar cadeiras nos CLAs; as nossas unidades lectivas estão todas elas disponíveis para quem procura a UAb. O que o CLA do Sabugal pode (e deve) propiciar é o estímulo e o acompanhamento dos nossos alunos. Os presentes e os futuros.
– E para terminar gostaríamos de saber se conhece as Terras de Ribacôa?
– Confesso que não. Quem sabe se a inauguração formal do CLA do Sabugal não será a oportunidade para colmatar esta lacuna?
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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