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Decorreu como estava previsto, o primeiro Magusto dos Sabugalenses, residentes no Concelho do Fundão. O cenário não podia ter tido melhor escolha, que recaiu num espaço envolvente à Capela de S. José, nas Quintas do mesmo nome, na Freguesia de Aldeia de Joanes.

Numa tarde com as cores outonais, com uma envolvência natural impar, no meio de duas serras, a sul, a Gardunha amarelecida, e a norte a Estrela vazia de neve, numa Cova da Beira, onde ainda se ouve o balido dos rebanhos, o mugir das vacas, que disciplinarmente se colocam para a ordenha, o zurrar dos burros e o canto suave de algumas aves.
Numas instalações adequadas a estes eventos, era já o princípio da tarde, quando começaram a chegar os primeiros Sabugalenses, alguns com as dúvidas do local, apesar de todo o percurso se encontrava devidamente assinalado.
Visitas a destacar, a do Pároco de Aldeia de Joanes, Padre Casimiro Mendes Serra, que quis associar-se a este encontro, por alguns momentos, atitude apreciada por todos os presentes. A segunda, do Padre Manuel Joaquim Martins da Bismula, num espaço que lhe é muito familiar, porque foi no seu tempo de Pároco de Aldeia de Joanes, que foi construído.
Numa simples auscultação a alguns participantes, fomos ouvir e registar as motivações que os conduzem a este evento:
Júlio Fernandes Martins – Quadrazais, depois de uma estadia por terras de França, encontrasse há 30 anos no Fundão, como gerente de lavandarias, onde também trabalha uma filha. Aprecio este convívio com os nossos conterrâneos.
Mário Luís Santos Dias – Bendada, está no Fundão há 29 anos, trabalha como técnico de confeções, e veio ao magusto para me encontrar com a malta do Concelho do Sabugal e gosto de conhecer as pessoas que aqui vem da nossa zona.
Joaquim Esteves Barbara – Alfaiates, há 15 anos no Fundão, no Posto da G.N.R. A viver a alguns anos no Fundão, desconhecia por completo, que aqui vivessem tantos naturais do Sabugal. Foi uma agradável surpresa. Estes encontros têm a particularidade de nos conhecermos melhor e relembrarmos as nossas origens.
Maria Teresa Carvalho Moreira Barreto Amaral – Aldeia do Bispo, há 22 anos no Fundão. Gosto de estar, de me reunir com as gentes do Sabugal, e estes encontros servem para nos conhecermos melhor. Veja, trabalhei 12 anos na Empresa Eres, com pessoas do Sabugal e não sabia. Aqui damo-nos a conhecer mutuamente.
Natália Fernandes Martins – Quadrazais, há trinta anos no Fundão, diz que estes encontros são muito positivos e servem para nos conhecermos.
Isabel Gonçalves Martins Leitão – Aldeia da Ribeira, há 27 anos no Fundão, trabalha como empresária de produtos alimentares. Estes encontros permitem conhecer pessoas da nossa zona arraiana. É uma feliz ideia, é bom o encontro.
Joaquim Lopes Pinto – Santo Estevão, há 42 anos no Fundão, comerciante. Gosto desta gente de alma arraiana, que é batalhadora, trabalhadora, dinâmica e vencedora em toda a parte. Estamos espalhados pelo mundo. São importantes estes convívios.
Maria Rita Martins Pinheiro Costa – Bismula, há 45 anos no Fundão, reformada. Estes encontros são interessantes. Tive pena de não estar até ao fim, não me foi possível. Não falharei o próximo. É uma forma de partilharmos com os nossos conterrâneos sabugalenses e fazermos um elo de ligação com as suas famílias.
Marta Marcos Barroso Ramos – Aldeia da Ponte, há 8 anos de Fundão, arquiteta. Diz que é uma boa iniciativa e participei com muita honra a cantar para os meus conterrâneos, num sítio fantástico, maravilhoso e encantador. Tenho pena de sair mais cedo, por compromissos já assumidos. No entanto, no próximo encontro espero estar presente.
Esta jovem arraiana com grandes dotes musicais, brindou-nos com lindas canções que empolgou todos os presentes, principalmente a canção dedicada a São Martinho.
Em todos os rostos havia alegria e felicidade por mais esta jornada de convívio dos Sabugalenses, com a certeza de que no próximo ano, se vai realizar neste local bucólico, na companhia da mãe natureza.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

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No seguimento do almoço convívio de sabugalenses realizado no dia 1 de Maio, do corrente ano, surge agora um magusto no concelho do Fundão.
Os organizadores são os mesmos que estiveram na base do convívio de Maio: António Alves Fernandes, da Bismula e António Vicente Leal, da Bendada, ambos residentes naquele concelho da Cova da Beira.

O magusto acontecerá no dia 10 de Novembro de 2012 (sábado), a partir das 14 horas, no recinto da capela de S. José, nas Quintas de S. José, em Aldeia de Joanes.
O tradicional Magusto de São Martinho dos sabugalenses está aberto à participação de todos os interessados, bastando fazerem a sua inscrição pelos telefones de:
António Alves Fernandes, 275752726 / 962820107, ou António Vicente Leal, 275771937 / 933635637.
plb

Como é do conhecimento geral o magusto que junta Fóios e Eljas, localidades geminadas, realiza-se todos os anos, alternadamente.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaEste ano, de 2012, o convívio vai ter lugar no Pavilhão Multiusos dos Fóios no próximo sábado, dia 3, do corrente mês de Novembro, com a seguinte programação:
15h00 – Recepção a Nuestros Hermanos no Largo da Praça – Centro Cívico – em cujos mastos serão içadas as duas bandeiras nacionais, a de Foios, a de Eljas e a da Comunidade Económica Europeia.
15h30 – Atuação do Grupo de Sevilhanas
16h30 – Magusto
17h30 – Baile abrilhantado pelo extraordinário «Homem Orquestra», que consegue pôr toda a gente a bailar.
19h30 – Ronda pelos bares da localidade.
A organização é da Junta de Freguesia dos Fóios, e do Ayuntamiento de Eljas, contando com a prestimável colaboração da Câmara Municipal do Sabugal, Grupo Cultural e Desportivo dos Fóios, Damas de Casa de Eljas, Equipa de Sapadores dos Fóios, Comissão de Melhoramentos e Associação de Caça e Pesca dos Fóios.

Nota: Para além dos 300 quilos de castanhas e cem litros de jeropiga haverá também vinhos e produtos regionais provenientes de nuestros hermanos de Eljas. O magusto transfronteiriço é aberto à população das duas localidades, bem como a outros amigos que pretendam comparecer.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Para o dia 27 de Novembro findo, a partir das 14 horas, a Direcção do Centro de Animação Cultural do Casteleiro convidou todos os seus sócios, simpatizantes e a população em geral a comparecerem no Largo de S. Francisco para participarem no tradicional magusto de S. Martinho.

Chegado o dia e a hora, com a fogueira a arder, as pessoas gradualmente a comparecerem no local do magusto e as castanhas a serem mexidas no assador para melhor se assarem e a não se queimarem, de quando em vez, quando uma ou outra castanha estoirava, alguém dizia: “até parece que foram roubadas”, mas não, foram compradas.
Com os olhos postos no assador e aguardando-se a primeira «leva» de castanhas assadas para as mesas, pessoas já havia, ansiosas para as descascarem e comerem e, sem demoras, lá vieram quentinhas e boas para agrado de quem as comia e saboreava.
A este assador de castanhas, outros e muitos mais houve. Para tal, lá estava o amigo Manuel Leal, sempre disposto para as assar, tantas quantas vezes fosse e até que as pessoas presentes mais não quisessem e assim foi.
Entretanto, para que ninguém se empapasse com as castanhas, ao lado, no bar, bebidas eram servidas, com destaque para a genuína jeropiga, própria da época e que bem liga com as castanhas assadas ou com as nozes que, por fim, o amigo Zé Nabais trouxe para quem as quisesse partir e comer.
Com o Sol a desaparecer e o frio da noite a aparecer, uma vez mais a tradição do magusto se cumpriu, graças à boa vontade e empenho da Direcção do Centro Cultural, proporcionando assim, a quem quis associar-se, um alegre e são convívio.
Daniel Machado

Na tarde e noite de 12 de Novembro, no Largo do Castelo do Sabugal, a Associação Transcudânia realiza o tradicional mega magusto de São Martinho, onde para além das castanhas assadas haverá vinho novo, jeropiga, músicas e cantares.

Trata-se de evocar uma velha tradição sabugalense, designada por Ronda de São Martinho, em que grupos de convivas percorriam as ruas da antiga vila entrando nas adegas para provarem o vinho novo. O toque constante de uma campainha anunciava o cortejo e, sempre que alguém abria porta, era-lhe declamado um verso, pressupondo que no final convidaria a comitiva a entrar e a provar o vinho novo que ainda fermentava nos tonéis.
«As Rondas de São Martinho são uma tradição nossa que queremos reconquistar e valorizar ao longo dos tempos», diz agora a Transcudânia, associação que tem procurado reavivar algumas tradições populares que os novos tempos fizeram cair em desuso.
O apelo da organização é para que todos a ajudem no reviver das Rondas de São Martinho, juntando-se no Largo do Castelo para participarem activamente na iniciativa.
Ao início da tarde, far-se-á, em soutos e pinhais fronteiros à cidade, a apanha das castanhas e da caruma, de modo a realizar-se um verdadeiro magusto comunitário.
De volta ao Largo do Castelo, «vamos assar as Castanhas, enfarruscarmo-nos, bebermos jeropiga e passarmos um belo serão», referem os responsáveis pela organização, que pretendem realizar um evento aberto a toda a comunidade, proporcionando momentos de verdadeiro convívio e confraternização entre a população.
Para animar a Ronda de São Martinho de 2011 actuará o grupo de música tradicional «Manta de Ourelos», que animará o cortejo que, à noite, percorrerá as ruas do Sabugal.
plb

A direcção da AAR-Associação dos Amigos de Ruivós organiza, mais uma vez, o tradicional Magusto de São Martinho no sábado, 12 de Novembro. Este ano a iniciativa conta com uma tarde desportiva com torneios de matraquilhos e sueca no Salão de Festas da da freguesia.

1.º Torneio de Matraquilhos e 1.º Torneio de Sueca - AAR-Associação dos Amigos de Ruivós

Magusto de São Martinho - AAR-Associação dos Amigos de Ruivós

(Clique nos cartazes para ampliar.)

jcl

Já lá vai o tempo em que as populações dos Foios e Vale de Espinho andavam de costas voltadas. Por tudo e por nada se implicava a ponto de algumas vezes se terem verificado agressões físicas.

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José Manuel Campos - Nascente do CôaCom o andar dos tempos tudo mudou para melhor. A emigração os estudos dos mais novos e até mesmo uma melhoria das condições sócio-económicas contribuíram para que os aspectos comportamentais se tivessem alterado profundamente.
Há poucos dias o Presidente da Junta de Freguesia de Vale de Espinho, tal como tem acontecido um pouco por todo o lado, programou um magusto que teve lugar hoje, dia 14, do corrente mês de Novembro.
O Presidente da Junta de Vale de Espinho manifestou interesse em que a Junta de Foios lhe pudesse emprestar o já famoso e gigantesco assador de castanhas. Assim aconteceu. Os elementos da Junta de Foios carregaram o assador, na carrinha da Junta, e lá o conduziram até à vizinha freguesia de Vale de Espinho.
Antes das castanhas as autarcas de Vale de Espinho brindaram todos os convidados, no salão da Junta, com uma carne entremeada e uns focinhos de porco.
Passado algum tempo a maioria das pessoas abandonaram o salão para se deslocarem para junto do assador das castanhas.
Ao Sr. Presidente da Câmara deu-se a honra de pegar num esqueiro e deitar lume às carquejas que previamente haviam sido cortadas e transportadas para o efeito. A Caruma é um bom combustível mas julgo que a carqueja resulta melhor.
Os cerca de quarenta quilos de castanhas foram assadas de uma só vez e em cerca de um quarto de hora.
Como o assador constituía novidade viam-se algumas máquinas fotográficas a disparar com a intenção de algumas pessoas poderem levar o magusto para bem longe.
Logo que as castanhas ficaram assadas deu-se autorização para as pessoas se poderem aproximar do assador e começarem a degustarem este saboroso fruto que bem regado com jeropiga e água pé proporcionou uma tarde bem passada às cinco ou sei de dezenas de pessoas que se dignaram associar ao acto.
Não posso deixar de referir o trabalho e o empenho da Secretária e da Tesoureira da Junta de Freguesia de Vale de Espinho. Não se pouparam a esforços para que tudo tivesse corrido bem.
O Presidente António Robalo, que já havia estado na Freguesia de Sortelha, fez questão de marcar presença e animado que estava com o ambiente sugeria que no próximo ano se possa programar um magusto em cada uma das quarenta freguesias tendo sempre em conta a animação musical que o povo muito aprecia e merece.
Parabéns à Junta de Freguesia e parabéns a Vale de Espinho.
Espantámos a crise, pelo menos por uma tarde!
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Folclore, enchidos regionais, castanhas assadas e geropiga em tempo de São Martinho na freguesia raiana de Aldeia do Bispo no concelho do Sabugal. A iniciativa integra-se na mostra de Novembro, mês da tradição e dos sabores no concelho do Sabugal. Reportagem de Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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A Junta de Freguesia de Foios tendo em conta o magusto que todos os anos realiza, alternadamente, com a localidade de Eljas, em Espanha, com a qual se encontra geminada, decidiu mandar fazer um assador polivalente onde se possam assar castanhas, sardinhas, febras ou até mesmo uns leitões ou uns cabritos.

José Manuel Campos - Nascente do CôaOs elementos da Junta de Foios apresentaram a ideia ao Quim de Aldeia Velha –serralheiro – que, sendo também ele um homem muito criativo, facilmente entendeu aquilo que a Junta de Foios pretendia e, mãos à obra…
Este magusto Foios-Eljas é sempre esperado com enorme expectativa. Este ano o referido assador constituiu uma grande surpresa visto que a Junta fez tudo à caladinha.
Surpresa teve também o Sr. Governador Civil que fez questão de estar connosco. Por isso lhe demos a honra de ser ele a primeira pessoa a pegar fogo à caruma e às carquejas.
Foi num ápice que os primeiros cem quilos de castanhas se assaram. E foi também num ápice que foram degustadas. O grelhador estava cercado de pessoas mas a equipa de sapadores conseguiu controlar tudo muito bem de modo a que todas as pessoas comessem castanhas e não corressem o risco de se queimarem.
Enquanto o rancho folclórico de Sortelha e o grupo de sevilhanas das Eljas se exibiam e deliciavam as três ou quatro centenas de pessoas que enchiam, por completo, o pavilhão, a equipa de sapadores metia no assador mais cem quilos de castanhas.
A maioria das pessoas enchiam pratos desse saboroso fruto e entravam para o bar do pavilhão. No enorme balcão abundava a jeropiga, o vinho a aguardente e o mel da Sierra de Gata.
No palco do pavilhão exibiu-se, ao mais alto nível, o rancho folclórico de Sortelha que foi muito aplaudido por toda a assistência. Mas com um especial carinho por parte nuestros hermanos que manifestaram interesse em um dia o poderem ver na Plaza Mayor das Eljas.
Por outro lado, nós portugueses fomos igualmente surpreendidos com o grupo de sevilhanas que tão bem se exibiu no palco de madeira que fazia com que os sapateados se ouvissem por todo o pavilhão.
Confesso que foi uma tarde em cheio e que tudo me agradou. Mas o grupo das jovens sevilhanas encantou-me de sobremaneira. Logo que surja uma nova oportunidade não hesitaremos em convidar, de novo, este grupo.
Logo que tenha oportunidade falarei do grupo de sevilhanas ao Dr. Joaquim Ricardo, Presidente da Sabugal+, para que um dia se possam exibir no palco do Auditório Municipal.
Conclusão: Tendo em conta as jornadas micológicas e o magusto posso afirmar que neste fim-de-semana passaram pelos Foios mais de seiscentas pessoas.
Não me restam dúvidas de que a economia local merece e agradece. Venderam-se muitas castanhas, alguns queijos e encheram-se os bares e os restaurantes. O meu amigo Antoine, proprietário da Trutalcôa, disse-me que às 16 horas ainda havia gente a almoçar no seu restaurante.
Visto que os automóveis não cabiam na praça e nos largos mais próximos, levava muitas pessoas a afirmar: «Parece dia de capeia».
Vamos continuar a trabalhar para que as pessoas nos continuem a visitar. No dia 27 do corrente mês de Novembro teremos o concurso das sopas. Contamos convosco.
Quando dou conta destas e de outras actividades similares, não é com a intenção de me exibir ou de fazer inveja seja a quem for. Programo, executo e divulgo por ser meu dever e obrigação enquanto autarca que sou.
Por outro lado confesso que fico muito satisfeito por já ver muitos colegas, das mais diversas Juntas e Associações, a desenvolverem muitas e meritórias actividades. O Executivo Camarário e a Empresa Sabugal+ estão atentos e vão apoiando na medida do possível. Não me restam dúvidas de que esta é uma política certa e correcta. Pela parte que me diz respeito reconheço e agradeço.
O progresso e o desenvolvimento também passam por aqui.
«TURISMO É FUTURO».
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

A Junta de Freguesia de Foios, de parceria com a Mancomunidad do Alto Águeda (de Espanha), vão organizar as primeiras Jornadas Micológicas Transfronteiriças, que a contecerlo nos Fóios e em El Payo, nos dias 30 e 31 de Outubro. No último dia realiza-se o tradicional magusto Fóios-Eljas

Tartulho«Aprender a conhecer mais e melhor os cogumelos», é o lema das jornadas que se iniciarão no sábado, 30 de Outubro, pelas 10 horas, no Centro Cívico dos Fóios e no Ayuntamiento de El Payo, com a entrega da respectiva documentação. Segue-se a partida para o campo, e grupos e sob a orientação de técnicos credenciados, indo-se a locais situados na área geográfica dos Fóios, Aldeia do Bispo e El Payo.
Pelas 12,30 horas, os participantes regressam com os cogumelos recolhidos e partem de imediato para El Payo, em cujo centro multiusos será servido um almoço típico que incluirá cogumelos.
A tarde do primeiro dia será passada em El Payo, assistindo à classificação das espécies recolhidas tanto em Portugal como em Espanha.
No Domingo, dia 31, as jornadas começarão com a abertura de uma exposição no Centro Multiusos de El Payo, seguida de uma mesa redonda, onde se falará no tema «A micología: un recurso», com a participação dos especialistas José Ignacio Risueño, María Hernández Varas e Gravito Henriques.
O almoço-convívio será desta feita no pavilhão dos Fóios, onde os participantes serão brindados com uma feijoada)
Pelas 14 horas terá lugar uma conferência sobre a confecção dos cogumelos, tendo como tema «da terra ao prato», a cargo de Julián del Castillo Hernández.
Segue-se o tradicional magusto Foios-Eljas, onde serão assados trezentos quilos de castanhas, adoçadas com mel da Sierra de Gata e bem regadas com jeropiga do nosso concelho e viño de la pitorra. Actuarão o Rancho Folclórico de Sortelha e o Grupo de Sevilhanas de Eljas.
A Junta de Freguesia dos Fóios deixa a recomendação aos participantes para vestirem roupa e calçado apropriados, uma cesta e uma navalha.
E ainda informação adicional: há quarenta camas, em duas salas do antigo edifício escolar, que cederá, gratuitamente, a quem pretender dormir de sexta para sábado ou de sábado para domingo.
Outras alternativas: Residencial Pelicano, em Alfaiates: 27164750 e 966773666 (dista 15 quilómetros dos Fóios); Meia Choina – Casa do Mañego, em Quadrazais: 271606082; 271605194 e 966120201 (a 10 km); Albergaria Santa Isabel, no Sabugal: 271750100; Fax: 271754300. reservas@raihotel.pt (22 km); Hospedraia Sr.ª da Graça, no Sabugal: 271754241; Fax 271754241.
O Grupo de Cantares do Sabugal actuará, sábado, dia 30, no auditório do Centro Cívico de Foios, a partir das 21 horas, o que poderá constituir um bom programa para o serão para os que decidam ali pernoitar.
plb

Os preparativos para o Magusto do CCRA-Centro Cultural e Recreativo de Alfaiates começaram pelas duas da tarde quando fomos à caruma, uns a juntar e outros a carregar. Passada uma hora já tínhamos tudo arranjado para assar as castanhas a partir das 21.30 horas.

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O famoso organista Fernando Monteiro chegou às nossas instalações por volta das 20.00 horas e começou a instalar toda a sua aparelhagem e luzes.
Como era noite de Portugal-Bósnia, o pessoal só começou a aparecer depois de ver a vitória da nossa Selecção. E foi por volta das 22.00 horas que começou a actuação do organista e se ateou o fogo à caruma para que se começassem a assar as castanhas. Não foi preciso muito tempo para se ouvirem os primeiros estoiros das castanhas assadas.
Pegaram-se nos copos e encheram-se de jeropiga e enquanto as se iam comendo as castanhas à volta da fogueira ia-se convivendo e conversando. Como a chuva começou a engrossar o pessoal foi entrando para o salão do C.C.R. de Alfaiates para desfrutar da música popular que o Fernando Monteiro ia cantando. Enquanto a maioria se encostou ao balcão do bar houve alguns pares que dançaram umas modinhas.
Já ia longa a noite quando o organista deu por terminada a sua actuação e passou a acção para o seu filho, que com o computador deu continuação à festa agora com as luzes mais apagadas e com um som mais «disco».
Foi assim que terminámos mais esta actividade do C.C.R. de Alfaiates, que julgo ter sido do agrado de todos quantos compareceram.
Despeço-me com uma palavra amiga a todos os amigos de outras terras que nos visitaram, em especial aos nossos vizinhos da Rebolosa que deram uma animação extra à festa.
Norberto Pelicano
(Presidente do C.C.R. de Alfaiates)

Depois da reunião da Assembleia Geral da Associação Social, Cultural e Desportiva de Rebolosa, onde se debateu e aprovou o Plano de Acção e Orçamento para 2010, a Associação e a Junta de Freguesia organizaram o Magusto para toda a população.

Magusto na RebolosaDiz-se que São Martinho foi, durante toda a Idade Média e até uma época recente, o santo mais popular de França. Também em Portugal se comemora por todo o lado, sendo lembrado mais esse aspecto popular do que propriamente o religioso.
No dia 15 de Novembro, pelas 16 horas, nas lajes, onde há anos, no início das colheitas, se malhava o centeio e onde com muito cansaço, mas com muita alegria, o povo da Rebolosa se juntava para se entreajudar, realizou-se o Magusto. Foi neste espaço emblemático, que a população da Rebolosa também com a união e camaradagem que a tem caracterizado ao longo dos tempos, se juntou e divertiu.
E como manda a tradição, foi na caruma apanhada pelo nosso conterrâneo João António Frango, antes que a chuva dos últimos dias a molhasse, que se colocaram algumas dezenas de quilos de castanhas. De seguida, cada um saboreou este fruto acompanhado por uma boa jeropiga. A castanha que hoje é considerada quase como uma «guloseima» de época, outrora foi o substituto do pão. Desde a pré-história que, cozidas, assadas ou transformadas em farinha, as castanhas sempre foram um alimento muito popular. E a título de curiosidade, dizem-nos algumas fontes que as castanhas têm mesmo cerca do dobro da percentagem de amido das batatas. São também ricas em vitaminas C e B6 e uma boa fonte de potássio.
A tarde estava fria, bem propícia para a realização deste evento. Depois do Verão de São Martinho, que também se sentiu há alguns dias atrás, regressou o Inverno, cumprindo-se o provérbio se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo São Martinho. Depois de nos divertirmos, estando alguns quase irreconhecíveis, porque bastante enfarruscados, caiu a noite e com ela a chuva e o frio.
Manuel Rei Barros

GALERIA DE IMAGENS – 11-11-2009
Fotos Paulo Adão (Raiar) – Clique nas imagens para ampliar

Estava marcado para dia de São Martinho, o primeiro Magusto da Raia, organizado pela Associação Raiar, na região de Paris. A meio da manhã, membros da associação, começaram a preparar o local, para receber como pertence todos os convivas raianos que queiram aparecer.

Paulo AdãoNo local, foram expostos vários artigos, alguns muito antigos, artigos das alfaias agricolas da nossa região, o forcão em miniatura, peças de artesanato e várias obras de arte, concretamente as pinturas do Francis Veras da Silva, de Aldeia do Bispo. Foram também expostas algumas fotografias antigas que relembraram actividades agricolas e ainda duas serigrafias, amplamente conhecidas, da autoria de Alcinio Vicente, reprensentando Cristo e o Encerro.
O dia levantou-se com algum nevoeiro, mas rapidamente o sol apareceu e deu lugar à uma tarde fresca mas «ensoleillé».
Os participantes foram chegando ao local, os assadores começaram a fumejar e pouco tempo depois começou à saborear-se as excellentes castanhas e a jeropiga, vindos da nossa região. O bom ambiente amigavel, da raia, não faltou, o David (filho do Francis Veras) deu ainda alguns «toques» de acordeão, houve castanhas e jeropiga (filhós, bolos, sumos e cerveja), durante toda a tarde.
Como anunciado, organizou-se um mini-torneio de petanque. Seis equipas divertiram-se e mostraram as suas habilidades neste jogo. No final foram distribuidos prémios aos vencedores.
O número de participantes, (um pouco mais de 50 pessoas), ficou aquém das expectativas da organização, sendo dia feriado, esperava-se maior número de participantes, mas para o ano haverá mais, se Deus quiser.
Um abraço desde Paris
«Um lagarteiro em Paris», opinião de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

O Magusto da Unidade Pastoral do Planalto do Côa decorreu em Vale das Éguas, este domingo, dia 8 de Novembro, e contou com a presença de dezenas de participantes.

Padre Hélder LopesDecorreu no passado Domingo, dia 8 de Novembro, o magusto da Unidade Pastoral do Planalto do Côa. Esta iniciativa inter-paroquial, que congrega as comunidades da Arrifana do Côa, Badamalos, Bismula, Carvalhal, Rapoula do Côa, Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas e Vilar Maior, promovida pelo seu pároco, Padre Hélder Lopes, decorreu pelo segundo ano consecutivo.
A itinerância do acontecimento levou-o, este ano, à paróquia de Vale das Éguas. O Conselho Económico Paroquial, a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal trabalharam em conjunto para proporcionar um grande dia de convívio.
Este ano a «Festa da Amizade e da Alegria», assim apelidada, constou de Eucaristia, precedida de ensaio de cânticos, almoço para todos os participantes, uma primeira parte do magusto, depois um fantástico torneiro de matraquilhos humanos, e por fim, a segunda parte do magusto. O dia terminou com o regresso de todos às suas terras.
Desde as 9.20 horas houve percursos de autocarro organizados entre as paróquias para trazer todos os participantes até Vale das Éguas. Às 10.40 horas adro e Igreja Paroquial de S. Sebastião estavam repletos de fiéis. Chegou a temer-se que as nuvens se desfizessem em água.
Cerca de duas centenas de pessoas participaram no banquete excelentemente confeccionado por pessoas da terra. Dezenas de crianças vindas de toda a parte davam um colorido especial à imensa moldura humana que se juntou no fim da refeição.
Mais de 50 quilos de castanhas e vários litros de jeropiga foram distribuídos pelos presentes, que não desaproveitaram a oportunidade de enfarruscar os amigos. Depois do momento alto, que foi a Eucaristia, o ex-líbris do dia foi o torneio de matraquilhos humanos, que a quase todos cativou. Formaram-se dezoito equipas de cinco elementos. Ao todo eram cerca de 90 participantes de todas as idades e feitios, homens e mulheres, velhos e crianças, que ao longo de mais de hora e meia, se digladiaram dentro da fantástica estrutura insuflável contratada e montada para o efeito.
No fim dos 18 jogos do campeonato, organizado por eliminatórias, saiu vitoriosa a equipa chamada «Os Presidentes», que como o próprio nome indica, era constituída por presidentes de Junta das diversas terras ali representadas. A segunda parte do magusto, já com muitos bolos e sobremesas, foi embelezada pela animação de algumas jovens promessas da música e da dança, que cantaram e nos encantaram com os seus passos. Foi um momento especialíssimo de convívio e lazer.
Pe. Hélder Lopes

A Associação Raiar de Aldeia do Bispo organiza no dia 11 de Novembro na região de Paris o «Magusto da Raia».

Paulo AdãoA Raiar – Associação de Aldeia do Bispo – tem organizado diversos eventos, em terras de França e em Aldeia do Bispo, nomeadamente convívios anuais, exposição e debate sobre as origens de Aldeia do Bispo e terras de Riba-Côa na região de Paris, a instalação de uma mesa de orientação no Malhão, a criação e organização de percursos pedestres – a rota do Malhão, já terminada, sinalizada e em fase de certificação pelos organismos correspondentes –, e a limpeza e revalorização de espaços públicos em Aldeia do Bispo.
A Raiar vai, este ano, organizar aquilo a que chamou «Magusto da Raia» na região de Paris. O objectivo principal é reunir à volta das castanhas e do São Martinho, o maior número possivel de arraianos e amigos da Raia Sabugalense e reforçar através desta tradição, a amizade que sempre reinou entre as diferentes aldeias.
O programa «oferece» uma tarde alegre e divertida para rever amigos e como o local proporciona isso mesmo, um grande «Torneio de Petanque».
O encontro está marcado para dia 11 de Novembro, a partir das 14.00 horas, no Boulodrome de la ville de Paris, Stade Léo Lagrange, Rue des Fortifications, PARIS 12ème.
O lema da festa raiana é: Vem e diverte-te. Traz um arraiano contigo.
Um abraço desde Paris.
«Um lagarteiro em Paris», opinião de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

Na tarde do Domingo, dia 16 de Novembro, reuniram-se os paroquianos das paróquias de Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas, Rapoula do Côa, Bismula, Badamalos e Vilar Maior no recinto da Capela da Santíssima Trindade, em Ruivós, para aí conviverem em clima de comunhão, comendo castanhas, bolos e muitos doces, acompanhadas de deliciosa jeropiga.

GALERIA DE IMAGENS – MAGUSTO – 16-11-2008
Clique nas imagens para ampliar

 

A iniciativa partiu dos Conselhos Económicos Paroquiais de Vale das Éguas, Ruivós e Ruvina e rapidamente se estendeu às outras comunidades. A iniciativa contou com o apoio do pároco, Pe. Hélder Lopes, que fez questão de estar presente na iniciativa inter-paroquial.
Foi uma tarde bem passada, com muito convívio e alegria, muita castanha assada, muito desporto e bonitas canções, próprias da quadra que se celebra.
Deste acontecimento brotou o desejo de continuar a caminhar em conjunto com as comunidades vizinhas. Ficou a promessa de continuar a organizar actividades conjuntas, e as paróquias começam agora a preparar-se para receberem outras iniciativas inter-paroquiais.
Correspondente do «Amigo do Sabugal» e do «Capeia Arraiana»

O mês de Novembro é época dos tradicionais magustos. Por muitos locais do nosso concelho se realizaram estes eventos. Uns com mais participantes, outros com menos; uns mais organizados, outros quase improvisados, o essencial é que estes encontros sirvam essencialmente para que as nossas terras continuem a manter as tradições culturais e, acima de tudo, o convívio entre os seus habitantes e, se possível, entre outros que as visitam.

Magusto na RebolosaTambém a Rebolosa vive este dia com entusiasmo. No dia 16 de Novembro, os Escuteiros do Soito visitaram a Rebolosa, trazendo, com eles, a natural boa disposição e alegria. De manhã, este grupo alegrou a Celebração da Palavra, dirigida pelo diácono Manuel, entoando cânticos acompanhados pelos instrumentos musicais. A manhã esteve muito fria e com um denso nevoeiro, mas também como reza a lenda de S. Martinho, em que Deus, satisfeito com o acto altruísta do soldado Martinho, ao rasgar a capa e dividi-la com um mendigo que enregelava, fez surgir no céu um sol de Verão, para que nem o pobre nem o soldado ficassem com frio, também nesta tarde, o sol apareceu e convidou toda a população a participar no tradicional magusto.
Nas lajes, onde antigamente se malhavam os cereais, na época em que este espaço estava associado ao trabalho, mas também ao alegre convívio e união entre todos, igualmente neste dia se juntou muita gente para uns momentos de convívio e para celebrar o S. Martinho com muitas castanhas, oferecidas pela Associação Social, Cultural e Desportiva e pela Junta de Freguesia, assadas na caruma, como manda a tradição, e com a jeropiga caseira que vários rebolosenses fizeram questão de partilhar.
E depois do S. Martinho, vamos festejar o dia de Santa Catarina, nossa padroeira. Fica aqui o convite para que nos visitem no próximo dia 25 de Novembro, onde não faltará a carne assada e o bom vinho da nossa terra e, onde terão a oportunidade de «tirar a licença» para a matança do porco.
Manuel Rei Esteves Barros

«Ronda de São Martinho – Recuperar as Tradições Raianas» é o lema da iniciativa da Associação Transcudânia em parceria com entidades privadas locais e ao abrigo do protocolo com a Câmara Municipal do Sabugal.

Ronda de São MartinhoAntigamente, no Dia de São Martinho (11 de Novembro) e após o Magusto em que a geropiga fazia companhia às castanhas, os rapazes fazia-se a Ronda pelas adegas e tabernas das aldeias.
As mãos dos rondeiros faziam soar chocalhos, campainhas e outros instrumentos que soavam e ecoavam pela fria noite raiana.
A Transcundânia em associação com diversas instituições e entidades locais propõe-se recuperar a ancestral tradição das rondas da noite de São Martinho.
A proposta, aberta a todos, vai recriar no Largo de Santa Maria de Fátima (mais conhecido por Largo do Castelo) um magusto em forte fogueira, após o qual se vai percorrer a cidade do Sabugal em grupo cantando e declamando pelas tascas e cafés.
A intenção é envolver os sabugalenses, as empresas e comerciantes na recuperação desta ancestral tradição raiana que parece estar a perder-se na escura noite da desertificação.
A iniciativa decorre no âmbito das actividades da Associação Transcudania e do protocolo existente com a Câmara Municipal do Sabugal sendo de salientar o esforço realizado pelos seus dirigentes para recuperar tradições que fazem parte do nosso passado e da nossa História.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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