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Desde a Constituição de 1976, que institui as regiões autónomas da Madeira e dos Açores, que o sr. Jardim ameaça coma independência da Madeira. Regra geral, a ameaça, vem quando precisa ou quer alguma coisa do governo central ou, como ele gosta de dizer, dos cubanos do continente.

As regiões autónomas foram instituídas como um processo de autorregulação em algumas matérias, tendo em conta que são arquipélagos e, portanto, longe das decisões centralizadas. A verdade que o sr. Jardim tem-se limitado a governar a seu belo prazer como se a Madeira fosse independente. Não haveria mal nenhum se tal governação fosse feita com os dinheiros que a própria Madeira gerasse. Mas não. O sr. Jardim governa com o dinheiro dos outros. Precisamente com o dinheiro dos “cubanos” do continente. A Madeira já possui imensas regras exclusivas, beneficia de excepções numa série de matérias e, no entanto, o sr. Jardim acha que não é suficiente, vindo agora, com mais uma ameaça. Agora de referendo sobre não se sabe bem ao certo e mandando os “seus” deputados prepararem uma projecto lei de revisão constitucional! O que me surpreende é o facto de, depois destes anos todos de autonomia ter enterrado a Madeira, ache este senhor que os outros lhe devem pagar as megalomanias de um homemzinho que se comporta como um cacique. A falência da Madeira é um facto. O buraco financeiro é colossal. A culpa é do sr. Jardim? Sim. Mas não só. A culpa é de todos os governos – PSD, PS, CDS – que fecharam os olhos às arrogâncias, insultos e mentiras deste senhor, permitindo que a torneira nunca se fechasse. Pagando festas e festarolas, inaugurações a la carte de obras também elas a pedido dos amigos e dos afilhados. O governo regional é composto por uma tribo. Secretários, assessores, chefes de gabinete… até ao estafeta, todos pertencem á mesma família (e não me refiro à família política). A sociedade madeirense está, praticamente, dependente do favor da família jardim. São os empregos, os jornais, os clubes, as empresas, etc, etc. a Madeira é do sr. Jardim. Por isso o referendo que propõe não passa de mais uma manobra de diversão na já longa comédia deste senhor. Deveria era ter vergonha na cara e explicar o descalabro da sua governação aos madeirenses e aos portugueses em geral. Ser responsabilizado pelo estoirar de milhões sem ter melhorado a vida dos seus concidadãos. Já imaginaram se as câmaras municipais tivessem tido acesso aos milhões como teve o sr. Jardim? E quantos jardins teríamos por aí? A Madeira é uma zona desfavorecida? E a zona do interior do país não o é? Porque não beneficiamos nós também dessa autonomia? Talvez, até, com mais argumentos do que a Madeira. Só porque esse senhor ameaça com a independência? Pois bem, proponha-se um referendo em relação à independência da Madeira… e vejamos o resultado! Se o senhor não consegue governar nem com o dinheiro dos outros, como vai governar de forma independente? Se não fosse um assunto sério, isto daria para rir como mais uma anedota do sr. Jardim. Por mim, até pagava para que a levassem.
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

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Hoje não me posso calar!

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Sabem os que me leem que defendo que neste Blogue só se deveria falar das nossas terras.
Peço por isso desculpa por hoje faltar a este meu compromisso, mas há coisas sobre as quais não posso calar-me.

Tem a ver com o João Jardim e a sua despudorada falta de consideração por quem como eu paga os seus impostos e vê a sua carga fiscal permanentemente agravada para pagar os desvarios daquele senhor.
E meto no saco da minha indignação todos os governos e presidentes da República que nunca quiseram pôr tal indivíduo na ordem.
A minha indignação sobe ainda mais quando sei que o atual presidente da República (e de certeza o atual governo), sabia desde junho destes buracos jardinistas, o que quer dizer que muitos dos aumentos de impostos a que vão sujeitar os portugueses que pagam impostos e não podem, como aquele senhor, esconder o jogo, só se verificarão porque na Madeira um conjunto de energúmenos (não sou capaz de encontrar termo mais doce…), gastaram o que tinham e o que não tinham e ainda mentiram sobre isso.
E se o presidente e o governo da nação estão tão preocupados com a credibilidade externa de Portugal atuem sobre quem atuou desta forma. E não me venham dizer que no continente também havia dívida. A questão aqui não é a dívida é escamotear essa dívida para, como disse aquele «senhor», influenciar a vida democrática e contribuir, usando os dinheiros públicos, para derrubar um governo legitimamente eleito.

Ps: Realiza-se na sexta-feira dia 23 mais uma sessão da Assembleia Municipal do Sabugal. Sendo a realização destas sessões momentos altos de democracia, convido, enquanto Presidente da Assembleia, todos a estarem presentes, acompanhando os trabalhos e participando se assim o acharem útil.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

Os acontecimentos do último fim-de-semana na Ilha da Madeira, trouxeram-me à memória um texto de um dos livros da escola primária, não me recordo se da 3.ª ou 4.ª classe, sobre os rios portugueses.

José Manuel Monteiro - «Largo de Alcanizes»O texto referia haver três irmãos que, tendo uma missão a cumprir – desaguar no mar, têm comportamentos diferentes. Um deles, o Guadiana, acorda cedo, prepara-se, avança para o mar, escolhendo o melhor caminho, admirando a paisagem e caminhando calmamente até à sua foz. O Tejo acorda e vendo que o seu irmão Guadiana já partiu, tenta apanhá-lo, não permitindo já escolher o melhor caminho e só em alguns percursos tem a possibilidade de admirar a paisagem. Por último, o Douro acorda e verificando que os irmãos há muito que partiram, esfrega os olhos, parte a galgar montes e vales e vai aos trambolhões até ao mar, sem hipótese de escolher o caminho, nem tão pouco admirar a paisagem que o rodeia. Claro que esta história terminava, como todos os textos daqueles livros, com a Moral da História, em que todos em uníssono a dizíamos ou líamos.
E lembrei-me deste texto, não porque as ribeiras da Madeira tenham acordado tarde. Mas, talvez e em parte, porque as ribeiras da Madeira, resolveram revoltar-se contra a ocupação abusiva dos seus leitos e margens, por homens e casas.
Não é importante, neste momento, imputar responsabilidades a nada nem a ninguém. Devemos prestar solidariedade ao povo madeirense e apresentar condolências às pessoas que perderam familiares. Mas importa reflectir sobre as questões do planeamento e ocupação do território, seja na Madeira ou no Continente, na Europa ou no resto do Mundo.
Câmara de Lobos - Ilha da MadeiraNas últimas décadas, todos sabemos do desrespeito e dos crimes ambientais que foram cometidos a nível nacional com a ocupação de zonas de risco e de leitos de rios e ribeiras muitas vezes não respeitando os Planos Directores Municipais (PDM), outras mesmo em observância desses instrumentos de ordenamento territorial.
A grande maioria dos municípios portugueses encontra-se em fase de revisão dos seus Planos Directores Municipais. A segunda geração de Planos Directores Municipais, pretende-se que não sejam meros instrumentos reguladores urbanísticos, mas se assumam como verdadeiros planos estratégicos, com uma forte componente de desenvolvimento económico e social. Aliás, do meu ponto de vista, não se justificam já os Planos Estratégicos, tão em moda nos anos 90 e que alimentaram muitas empresas de consultadoria. Contudo, independentemente do que for feito nos Planos em elaboração, a componente de planeamento urbanístico, nomeadamente em zonas de expansão urbanística, terá obrigatoriamente que ter em consideração as questões ambientais. Não é possível continuar a estrangular e a bloquear os percursos naturais dos rios, ribeiras ou valas reais. Não se pode continuar a impermeabilizar os solos. Não se pode continuar a construir em zonas de interesse agrícola ou ecológico, e não me refiro tão pouco à Reserva Agrícola Nacional ou Reserva Ecológica Nacional, onde muito se constrói. Não é possível continuar a ignorar zonas de riscos, sejam eles de que natureza forem.
A responsabilidade dos Planos Directores Municipais, contrariamente ao que muitos afirmam, não é somente dos municípios. Até à sua aprovação, são submetidos a um conjunto de pareceres e análises de um conjunto vasto de entidades externas ao município, dos quais as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) têm um papel primordial.
Os Planos Directores Municipais têm obrigatoriamente que ser submetidos a consulta pública. Alguns municípios já mantêm com as populações dos seus territórios ou com grupos específicas (escolas, agentes económicos e empresarial, movimento social e associativo, para citar só alguns) diálogos e trabalhos preparatórios no âmbito dos trabalhos gerais de revisão dos seus Planos. É a gestão participada.
Estando em fase de revisão o PDM do Sabugal, importava fazer um ponto de situação dos trabalhos em curso.
E, porque considero que a responsabilidade dos Planos Directores Municipais é de todos os cidadãos, devemos ficar atentos e, se não antes, na fase de discussão pública participarmos na sua análise e na apresentação de sugestões que consideremos válidas e importantes para defesa do território concelhio e preservação dos interesses ambientais locais.
E, para que não tenhamos todos que dizer em uníssono: Moral da história «a natureza surpreendeu-nos», comecemos a ser mais exigentes nestas matérias.
«Largo de Alcanizes», opinião de José Manuel Monteiro

jose.m.monteiro@netcabo.pt

Independentemente da cor política de cada um, a polémica transferência de mais 50 milhões de euros anuais para a Madeira conseguiu pôr-nos os cabelos em pé, sobretudo aos que residem no Interior.

Madeira e Beira Interior

António Cabanas - «Terras do Lince»Não porque não gostemos da Madeira, ou porque tenhamos alguma pedra no sapato com o Dr. Alberto João. Como não gostamos de nivelar por baixo, achamos que os madeirenses merecem tudo o que têm direito. Note-se que essa verba representa uma ínfima parte do que é transferido para aquela região autónoma pelo estado e pela UE e, vistas bem as coisas, é uma gota no oceano da nossa dívida pública. Mas em face das dificuldades que Portugal atravessa e da pobreza que alastra escondida por algumas regiões do continente, fiquei a pensar com os meus botões que este não é um país normal.
Apesar de ser pouco, distribuído pelos 25 concelhos da Beira Interior (distritos de Castelo Branco e Guarda), esse dinheiro daria, em cada ano, 2 milhões por município, o suficiente para cada um acudir às dificuldades com que se debate. Comparando áreas geográficas, estaríamos a beneficiar um território incomparavelmente maior – só o Sabugal tem mais área que a região madeirense. Já no que respeita à população, a Madeira é hoje muito povoada (o dinheiro atrai pessoas!), mas ainda assim tem menos gente que a Beira Interior, aproximadamente 245 000 habitantes, contra os 381 000 da nossa região. Se, da mesma forma, nos baixassem o IVA para 14%, poderíamos atrair investimento, e, em poucos anos, teríamos uma média de riqueza, pelo menos igual à média nacional. Mas não, enquanto uns vivem à grande, outros que apertem o cinto!
Se houvesse um referendo nesta altura sobre a independência da Madeira, sentir-me-ia tentado a votar a favor: dê-se-lhe a independência! Claro que é apenas o desabafo invejoso, de quem gostava de ter as mesmas armas, porque o que esteve mal até aqui não foi a Madeira receber mais que as outras regiões, o que esteve mal, foi o interior receber menos que a Madeira. Mas este não é um país de gente normal, nem de um parlamento normal, nem de um governo normal e muito menos de uma oposição normal. Neste capítulo, tenho que dar razão a Alberto João quando se refere ao contenente, como um país de doidos.
Como estamos em maré de números, vem a propósito a notícia desta semana de que os quatro grandes bancos privados portugueses BES, BCP, BPI e Santander Totta deram lucro em 2009. Finalmente uma boa notícia, diríamos, numa situação normal. Com a economia a afundar-se, com notícias quase diárias de fábricas a fechar, do desemprego a subir em flecha, das contas públicas em derrapagem, do governo a cair a pique, dita assim, esta parecia ser mesmo a melhor notícia da semana. Mas não é.
É que, para um cidadão normal, num país normal, com uma formação moral normal, os bancos arrecadarem quase 1,5 mil milhões, quando se pede aos portugueses que apertem o cinto, só pode considerar-se uma partida de carnaval! Mas como este não é um país normal, nem de gente que regule bem, – porque se regulasse já se teriam revoltado há muito – tudo é admissível. Então a uns, congela-se o salário, e a outros, permite-se o jackpot!?
Quanto poderia ser feito com um bilião e meio de euros!? Daria, por exemplo, para fazer metade do tal aeroporto de Lisboa! Dois anos de lucros bancários dariam para pagar toda a obra! Ou então, para fazer a nova travessia do Tejo e pagar as SCUTs durante um ano! Daria para o Aeroporto Regional da Beira Interior e sobraria muito dinheiro! Acham muito? Só estamos a falar do lucro de 2009, mas em 2006 foi semelhante e em 2005 a banca arrecadou só 3 mil milhões de euros! Coisa pouca!
Fico com saudades do Vasco Gonçalves e das nacionalizações!
Quando a banca, por culpa própria, e por ganância desmedida, quase se afundava e nos afundava a todos, o estado, ou seja o contribuinte, que pagasse as favas! E pagou! Quando dá lucros usurários e escabrosos porque nos esmifram até ao tutano, aqui del-rei que não se pode tocar nos prémios dos banqueiros sob pena dos expertos debandarem para outro país. Deixá-los ir! Até seria bom, com banqueiros menos expertos, mais ficará no bolso dos clientes.
Durante o auge da crise financeira, dizia-se que nada ficaria como dantes. E não ficou, ficou pior! Ninguém tem coragem de tocar nos agiotas! Eu diria que não tardará que tudo volte à santa paz da gestão experta: das offshores, dos investimentos nos paraísos fiscais, do capitalismo selvagem e da banca a pagar 15% de IRC enquanto o resto da economia paga 25%.
Somos ou não um país de doidos!?
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

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