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Repetidamente vimos sustentando que a política é um serviço, não podendo e muito menos devendo profissionalizar-se.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaO político tem de viver para a política – mas não pode viver dela.
O funcionário vive profissionalmente para a sua função e pode e deve viver a um nível razoável – a expensas dela.
Ora, no Portugal post-abrilino, verifica-se que os políticos, não vivendo para a Política, vivem dela… e muito acima do nível comum dos cidadãos.
Com vencimentos nalguns casos escandalosamente altos.
Com pensões de reforma, obtidas em tempo mínimo e volume máximo.
Com benesses dificilmente aceitáveis mesmo na Austrália das minas de ouro.
Pra não falar já dos invisíveis de que tanto tanta gente fala e tanta coisa salta para a ribalta, mas que tão pouco se certifica, pairando no ar uma tremenda nuvem que ofusca a de todos os Junos.
Seria, pois, de toda a conveniência para a classe política que os seus membros dessem provas de não apego aos lugares, deles abrindo mão logo que circulem com alguma consistência determinados rumores.
Como seria salutar – para mais num regime que tanto se ufana do seu republicanismo – que se não estivessem a erigir autênticas dinastias políticas, com direito de sucessão alargado a descendentes por parentesco e afinidade, para não falar já do paraninfado de influências.
A lei que circunscreve a três mandatos consecutivos a possibilidade de candidatura a uma determinada autarquia assume, inquestionavelmente uma posição morigeradora.
E interpretada dando prevalência ao elemento histórico e à base lógica deveria impedir uma quarta candidatura do mesmo cidadão, independentemente de ser outra ou não, a autarquia almejada.
Impedir-se-ia assim o anichamento de uns, ao mesmo tempo que se abriam hipóteses a outros.
Com uma dupla vantagem, pois…
Os políticos de profissão já anunciaram a ruptura com aquela restritiva interpretação. Luis Filipe Meneses, impedido, em qualquer interpretação, de se candidatar à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, anunciou já – e com sete tubsas – ser candidato à do Porto. Fará, ou melhor, repetirá o cursum histórico – do Portus Calém Antiquus para o Portus Calém Novus.
Certamente que Sua Excelência é um prestante cidadão e poderá vir a ser um zeloso e zelador autarca.
Por mim preferia vê-lo a exercer clínica.
Mas Sua Excelência prefere fossilizar-se na carreira política. E à falta de concorrente de peso equivalente, a vitória parece-lhe assegurada, com o risco de o Porto virar um enorme estaleiro.
O poeta popular já faz vibrar a lira:
Dizem para aí que o Meneses
Que tem a sua graça às vezes
Daria um bom presidente

Mas
Fazendo o que a Gaia fez
O Porto de lés a lés
É terramoto iminente

Objectar-me-ão que pior do que o tremor de terra ou o maremoto é a inércia.
Mas o Porto já sofreu o iconoclasta martelo do Rio e a fúria das suas enxurradas.
De qualquer modo, Meneses avança para um reinado. E para construir uma dinastia, tendo já conseguido no Parlamento assento para o filho…
«Caso da Semana», opinião de Manuel Leal Freire

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Na sua última charla de grande conselheiro, que foi para o ar dia 28 de Maio, o comentarista Luís Filipe de Meneses fez preceder os seus considerandos de uma declaração de profunda amizade e de total consonância ideológica com o agora em vias de proscrição, Miguel Relvas.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaA amizade é uma das maiores virtudes humanas que Cícero,no seu famoso tratado De Amicicia, naturalmente livre pensador, antepunha a todas as outras, e que nós, marcados pelo pensamento católico, colocamos logo a seguir às teologais.
Para além de exprimir sentimentos, a declaração, para nós que não somos amigos do visado e nem sequer partilhantes do seu democratismo social, arrasta logo uma confissão de total parcialidade. É que como já assinalara o prático Aristóteles, com amizade até o corvo é branco.
E estas associações de socorros mútuos, que são as ideologias político-partidárias, mesmo quando vêm em defesa de correlegionários isentos de toda a mácula, prestam um mau serviço aos que visam defender. Com efeito, o homem da rua, o cidadão comum, que não vive da Política tem uma visão terrivelmente negativa daqueles que se incrustaram nos partidos e que, não tendo nunca exercido uma profissão sujeita ás leis do mercado ou havendo falhado nela, ascenderam unicamente por uma via – genericamente considerada ínvia – a um estatuto altamente privilegiado e contrastante com a mediania ou até a envergonhada pobreza dos que não quiseram ser nem carreiristas, nem carneiristas.
E verdade, custe ou não admiti-lo, é que existem em Portugal bandos de licenciados em Medicina ou Direito, nas mais diversas engenharias ou em díspares economias, ou até em curso sem mercados, que saltam das câmaras para o governo, das empresas públicas para o Parlamento, dos monopólios estaduais para oligopólios de padrinhos e que nunca deram provas de competência, e que numa economia de mercado dificilmente subsistiriam individualmente e colocados em empresas não protegidas as conduziriam à falência. Os membros destes bandos perenizam-se em si próprios e criam filhos, genros e afilhados que vão pelo mesmo caminho.
Esta república que substituiu um estado de direito perfeitamente estruturado até ao Consulado de Caetano já assegura, mau grado não ter ainda meio século, empregos de excelência a filhos e netos dos primeiros Patres Patriae.
Repugna-lhes a hereditariedade monárquica, apesar de saberem que os príncipes eram educados desde o nascimento para o duro ofício de reinar. Mas transmitem aos que lhes são próximos, comendas e prebendas. E para eles não há sequer limite de nada.
Publicou-se uma lei a estabelecer o número máximo de mandatos municipais – torneia-se mudando de município. Publicou-se outra lei, tabelando vencimentos – mandam-na às malvas, alardeando competências.
Suas Excelências deviam ir era para as empresas não monopolistas, porque nestas qualquer brilha. Mas mesmo nas de maior fracasso – TAP, CP… – os vencimentos não baixam.
Em Portugal, não se premeia o mérito, mas a fidelidade política e o conhecimento dos bastidores.
O caso do grande espião é paradigmático. Vale pelos segredos de Estado e do Estado.
Salazar podia ter muitos defeitos, mas escolhia os ministros pela sua capacidade. Duarte Pacheco, Manuel Rodrigues, Adriano Moreira, Franco Nogueira, os últimos ministros que escolheu para as Finanças. Em relaçao a estes, um velho colega do Seminário e Faculdade advertiu-o: «Ó Antonio, olha que eles não defendem o Regime». «Pois não, o regime defendo-o eu, quero é que eles defendam o escudo».
Com este espírito do supremo interesse nacional, aconselhava que se lesse Mestre Aquilino, inimigo do Regime.
É este espírito de grandeza que falta aos políticos de profissão, que prestariam um grande serviço se se deixassem substituir, não se perenizassem por si mesmos, nem praticassem regras de sucessão.
«Caso da Semana», opinião de Manuel Leal Freire

A Câmara Municipal de Gaia presidida por Luís Filipe Menezes, condecorou no passado sábado, dia 14 de Abril, várias personalidades nacionais, entre elas o escritor e jornalista sabugalense Manuel António Pina.

Manuel António Pina - Luis Filipe Menezes - Vila Nova Gaia

O presidente do Município, Luís Filipe Menezes, antecipou a comemoração do 38.º aniversário do 25 de Abril, condecorando, como vem sendo hábito, várias personalidades e instituições com a medalha honorífica do concelho.
O vencedor do Prémio Camões 2011, Manuel António Pina, e o historiador Hélder Pacheco foram dois dos homenageados, a par do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, e do presidente do conselho de administração da EDP, António Mexia, entre outros. Também foram homenageadas instituições como a empresa Barbosa e Almeida e a Rádio Renascença A título póstumo, foram ainda distinguidos a resistente antifascista Beatriz Cal Brandão, a defensora dos direitos das mulheres Teresa Rosmaninho e também Henrique Castro.
A mediatização do evento teve porém a ver com as palavras que Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, proferiu na ocasião, em nome das personalidades agraciadas na homenagem. Defendeu que «a grande oportunidade de afirmação do Norte é agora, mas não pela via do combate político administrativo e sim pela da afirmação empresarial e económica». O governador questionou ainda: «Onde estão as condições em termos de cultura empresarial? Onde é que há maior tecido de PME? É aqui. Onde é que há a maior distância em relação à administração central e como tal a maior independência? É aqui.» E concluiu: «Por isso, eu espero que o Norte dê um grande contributo para cumprir Abril.»
plb

No dia em que o Governo socialista fez três anos o PSD conseguiu abrir os noticiários. Os sociais-democratas apresentaram a sua nova imagem que tem como lema «Mudar Portugal» com a seta laranja a aparecer sobre um fundo azul.

Nova imagem do PSDO PSD apresentou esta quarta-feira, 12 de Março, o seu novo logótipo que tem como lema «Mudar Portugal». A data escolhida foi o dia em que o Governo socialista cumpre três anos e como não há coincidências há já quem diga que anda aqui mão das agências de comunicação tão do agrado de Luís Filipe Menezes.
Outra das curiosidades prende-se com o facto de a conferência de Imprensa ter decorrido no Hotel Altis em Lisboa, palco privilegiado das comemorações socialistas em vitórias eleitorais.
«É uma aposta de renovação e de refrescamento, com dinamismo imprimido pela seta estilizada e laranja que referencia de forma principal o Partido Social Democrata», explicou o secretário-geral Ribau Esteves.
A agência Lusa informou ainda que a comissão política concelhia do PSD do Porto foi convocada de emergência para uma reunião a realizar sexta-feira para analisar as declarações do secretário-geral do partido sobre Rui Rio.
António Capucho mostrou-se «confuso» com o quase desaparecimento da cor laranja sob o fundo azul e Mota Amaral num comunicado publicado na página oficial do partido apelou à calma.
A ex-Ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, fez questão de afirmar que o PSD «não pode dar-se ao luxo de desrespeitar militantes do nível de António Capucho ou Rui Rio».
O líder social-democrata, Luís Filipe Menezes, explicou assim a sua escolha: «É o PSD de sempre, com as setas laranjas com um fundo azul de um mar de esperança. Talvez daqui a uns tempos tenhamos as setas laranja com um fundo verde e vermelho de Portugal mas é o PSD de sempre.»

Mas lá que parece o azul do Porto, perdão, de Gaia, parece… num mar de esperança que deixou de ser verde, perdão, de ser laranja. Uma esperança agitada e revolta num partido que se esqueceu de debater os problemas nacionais para discutir pormenores internos.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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