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Os restaurantes do concelho do Sabugal reuniram com a Câmara Municipal, e propuseram acções de valorização e divulgação do concelho tendo por base os sabores gastronómicos que a região pode oferecer.

Roteiros Gastronómicos - Restaurantes - SabugalNo inicio do ano oito proprietários de restaurantes reuniram com o presidente da Câmara, António Robalo, e propuseram-lhe a tomada de um conjunto de medidas, dentre as quais a criação de roteiros turísticos temáticos, a boa sinalização da localização dos restaurantes e a aposta em medidas de divulgação da excelente gastronomia que o Sabugal pode oferecer a quem o visita. António Robalo mostrou grande receptividade e manifestou abertura para se acertarem compromissos que valorizem o concelho tendo por base o valor da sua gastronomia.
«Quem quer comer bem tem de vir ao Sabugal», é a ideia que é necessário desenvolver, segundo o proprietário do restaurante «O Lei», Rui Cerveira, considerado o mentor da ideia. Capeia Arraiana conversou brevemente com o empresário, que defende ser urgente dar uma nova dinâmica ao Sabugal.
«As pessoas, vindo de longe, não se deslocam apenas para comer, pelo que o Sabugal tem de ter capacidade para oferecer outros atractivos», disse-nos Rui Cerveira. O empresário, que reside no Casteleiro, a terra de seus pais, e que há alguns meses assumiu a gerência do restaurante «O Lei», no Sabugal, tem vindo a contactar os demais empresários do sector da restauração para que todos se unam num propósito comum: conferir aos restaurantes um papel fundamental na promoção turística do concelho.
Cada restaurante tem de ser um autêntico «posto de turismo», criando-se assim uma rede de apoio e de prestação de informação a quem nos visita. Mas para que isso seja uma realidade é necessário desenvolver parcerias, que envolvam os restaurantes interessados, a câmara municipal, associações e outras entidades. Dentre as ideias propostas pelos restaurantes conta-se a da realização de várias acções de promoção da gastronomia e do turismo ao longo do ano. Pode dedicar-se um fim-de-semana ao bucho raiano e outros aos cogumelos, às trutas do Côa, à castanha e à caça, assim de multiplicando as iniciativas que atraem pessoas ao Sabugal.
Rui Cerveira defende que, ao contrário daquilo que às vezes se diz, o concelho do Sabugal tem óptimos restaurantes e há aqui uma gastronomia muito rica e variada, que é um potencial que importa aproveitar.
A maior parte dos proprietários dos restaurantes concordam com a ideia de valorizar o concelho pela gastronomia, associando-se a outros atractivos e defendendo também uma aposta na divulgação das nossas ementas em Espanha.
Espera-se para breve um novo encontro entre os empresários da restauração e o Município, com vista a dar continuidade ao projecto.
plb

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A 3.ª edição dos Roteiros Gastronómicos do concelho do Sabugal vai estar em destaque, na próxima quinta-feira no programa «Portugal em Directo» da RTP-1. Os sabores gastronómicos à disposição nos 13 restaurantes aderentes e o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano serão tema de conversa na reportagem assinada pelo jornalista Jorge Esteves.

Roteiros Gastronómicos do Sabugal - 13 a 16 de FevereiroEsta quinta-feira, 11 de Fevereiro, o programa da RTP-1 «Portugal em Directo», emitido entre as 18 e as 19 horas, estará em directo no concelho do Sabugal para divulgar os Roteiros Gastronómicos organizados pela Câmara Municipal. Entre outros estão previstas as intervenções de responsáveis autárquicos, de gerentes de restaurantes e do grão-mestre do Capítulo da Confraria do Bucho Raiano.
No fim-de-semana alargado do Carnaval multiplicam-se pelas terras beirãs as iniciativas para seduzir turistas nacionais e internacionais a visitar as belezas naturais e provar a diversificada gastronomia regional. O concelho do Sabugal juntou-se à «oportunidade» e desde há uns anos que tem vindo a promover a gastronomia raiana durante este período de folia ampliado pelas férias escolares. A possibilidade de ter a Serra da Estrela a poucos quilómetros de distância e a «sorte» de poder ver cair neve é mais uma sedução para rumar até às terras raianas.
A 3.ª Edição dos Roteiros Gastronómicos do Sabugal, organizada pela Câmara Municipal decorrem entre 13 e 16 de Fevereiro e são introduzidos na sexta-feira pelo Colóquio «Entre o Fogão e o Cliente» no Auditório Municipal. A intervenção principal estará a cargo de Paulo Vaz, director da Escola de Hotelaria e Turismo do Douro com o tema «A importância da Gastronomia no Turismo e na Economia Local».
Ao longo dos quatro dias estarão disponíveis nos 13 restaurantes aderentes – «O Pelicano», em Alfaiates; «Bica dos Covões», em Badamalos; «El Dorado», nos Fóios; «Trutalcôa», em Quadrazais; «Éden», na Rebolosa; «Zé Nabeiro», no Soito, «D. Sancho I», em Sortelha; e «Atlântida», «O Lei», «O Templo», «RaiHotel», «Sol-Rio» e «Robalo» no Sabugal – os petiscos e os pratos tradicionais estarão disponíveis nas ementas. Trutas do Rio Côa, caldudo, caldo escoado, canja dos cornos, vitela, borrego e cabrito do Sabugal, castanhas, tortulhos, salada de meruges e os enchidos onde reina o bucho raiano como especialidade máxima. As sopas paridas, os coscoréis e as floretas são algumas das sobremesas típicas que podem, também ser apreciadas durante o fim-de-semana de Carnaval no Sabugal.
Uma das iniciativas em destaque é o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano, no sábado de Carnaval, no Restaurante Robalo com a presença de confrades devidamente trajados e seus convidados que vão ter à sua disposição o Bucho Raiano.

Nunca é tarde para mudar e emendar especialmente se os argumentos forem positivos e fortes. «Roteiros Gastronómicos» podem ser feitos em qualquer concelho deste país mas… «Roteiros Gastronómicos do Bucho Raiano» apenas o Sabugal pode apresentar.
jcl

Há dias veio-me parar à mão a Lei da Passagem de Gado de 1564, uma interessante lei do tempo de D. Sebastião, sobre o contrabando de gado.

João ValenteA Lei da Passagem de Gado de 1564 era muito equilibrada para o tempo. Estabelecia, mecanismos eficazes de controle, fiscalização e penas dissuasoras, ao mesmo tempo que protegia o pequeno produtor e incentivava a grande criação de gado:
a) Todas as pessoas moradoras nas terras dentro de dez léguas da raia, deviam escrever, de Abril até ao dia de S. João Baptista, todo o gado, à excepção das ovelhas, num livro camarário;
b) No ano seguinte, e nas mesmas datas, descarregariam o que vendessem ou lhes morresse e acrescentariam o que adquirissem por compra, herança ou criação;
c) Os lavradores que levassem os gados a pastar dentro ou fora dessas dez léguas, tinham de se acompanhar de uma certidão ou carta-guia do seu gado. E retornando, se o vendessem sem licença seriam indiciados como passadores;
d) Os lavradores de fora destas dez léguas que viessem com o seu gado pastar nelas, deviam também escrever os seus gados na sua câmara e fazê-lo acompanhar de carta-guia sob pena de serem indiciados como passadores. Quando regressassem, deviam descarregá-lo no mesmo livro, sob pena de serem indiciados como passadores.
e) Em caso algum, era permitido vender gado dentro dessas dez léguas sem prévia licença e descarrego no livros de assentos camarários;
f) Todos os livros de assentos deviam estar disponíveis e em ordem para serem fiscalizados pelos juízes do rei ou juízes de fora, que tinham o poder de proceder contra qualquer irregularidade ou falta detectada;
g) Estavam apenas isentas destas regras de registo as pessoas que não tivessem mais de duas reses ou vinte cabeças de gado miúdo e até cinco porcos;
h) As penas eram o confisco de todo o gado e de todos os bens móveis;
i) No caso de pastores ou maiorais que colaborassem na passagem de gado ou não denunciassem os amos, eram desterrados por dois anos para África;
j) Quem denunciasse a situação recebia como recompensa 1/3 dos bens confiscados;
k) Quem pretendesse comprar gado fora do lugar onde fosse morador, tinha de levar declaração de quanto gado ia comprar e depois registá-lo no livro, sob pena de ser indiciado como passador;
l) Quem pretendesse fazer varas de porcos, devia declará-lo até ao dia 15 de Setembro de cada ano nos livros da câmara, sob pena de ser indiciado como passador;
m) A partir de Junho, não se podia trazer com as ovelhas, borregos ou carneiros, salvo sementais ou capados, sob pena de se perderem metade para o denunciante e outra metade para a câmara;
n) Quem de cem vacas tivesse por ano cinquenta crias; de mil ovelhas, duzentas e cinquenta crias; de mil cabras, quinhentas crias, beneficiava, demonstrando o facto pelo registo no livro, gozavam do privilégio de não serem presos em ferros ou cadeia pública, bem como dos mesmos privilégios dos cavaleiros e de não sofrerem penas de açoite.

Frontispício da Lei da Passagem de Gado de 1564De facto, o contrabando na fronteira terrestre era geral de Norte a Sul e praticado desde fidalgos da casa real, até ao mais humilde lavrador, a ponto de, sendo o país grande criador de gado, haver no século XVI muita falta de carne, por causa dele.
O contrabando na raia, já era antigo e as primeiras notícias remontam ao tempo de Sancho II e prosseguiu, como sabemos, até aos nossos dias, mas foi mais importante nos séculos XIV a XVI.
Era essencialmente o gado e a moeda que saíam para Castela e os panos que entravam em Portugal.
A vigilância económica sobre estes espaços de fronteira, fossem eles rios, ou pontos de passagem (portos), cabia a várias instâncias: Autoridades territoriais (Alcaides das «terras dos extremos», e fronteiros) e homens do fisco (siseiros, dizimeiros ou portageiros) ou aos homens das sacas (alcaide das sacas, escrivão das sacas, rendeiro das sacas).
Os impostos a solver pelas transacções inter-fronteiriças eram as sisas, dízimos e as portagens e este direito aduaneiro estava consagrado nos forais antigos, nas ordenações e nas decisões das cortes.
As formas de controlar este contrabando que se fazia nas terras de fronteira, designadamente de gado, foram as mais diversas: Assentamento num livro camarário do número de cabeças de gado de cada proprietário; guias de marcha emitidas pelas autoridades municipais quando o gado se deslocava, licenças de venda, penas de confisco do gado e de bens móveis e de raíz, desterro para os pastores (decisões das cortes de Lisboa, Santarém e Torres Novas).
As justiças, neste caso eram bastante rigorosas, havendo por vezes, excesso de zelo das autoridades, que muitas vezes, além de corruptas, por manobras espoliadoras, muitas vezes atropelavam as regras processuais e os direitos individuais.
Um tal Luis Gonçalves, da Reigada, quis ir comprar ovelhas de criação à Guarda, informando os juízes do lugar de que ia buscar gado, para depois lhe fazerem o assento no livro da câmara, conforme impunha a lei.
Na Guarda foi assaltado, não chegando a comprar qualquer cabeça e mesmo assim foi acusado de passar gado. Refugiando-se numa Igreja, os juízes foram buscá-lo e mantiveram-no em cativeiro um mês. Saíu porque os vigários da Guarda cominaram com as censuras eclesiásticas os juízes. Já em casa, o juiz prendeu-o e deixou-o a penar mais mês e meio no cárcere, onde gastou tudo o que tinha, até que fugiu.
Tais situações originavam sucessivas queixas ao rei, como a do povo da comarca da Beira a D. Afonso V, que acusava os oficiais das sacas de se «regerem por afeições» e não pelo cumprimento da Lei, o que levava o rei a conceder várias amnistias colectivas, como a que concedeu aos moradores de Castelo Rodrigo.
As medidas consagradas nesta célebre lei extravagante, que respondia ao fenómeno do contrabando de gado na raia, demonstra bem a dimensão que este atingiu no século XVI.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Afinal os portugueses fizeram uma interpretação incorrecta da polemicamente famosa «Lei dos Poços». O ministro do Ambiente, Nunes Correia, «secou» a lei garantindo que «quem tirar um balde de água para dar de beber ao gato não precisa de licença». E já prometeu novo formulário e um despacho para clarificar a «desnecessária» polémica até porque nunca foi obrigatório declarar os furos e os poços. Assim, tal e qual…

Burro tira água do poçoO ministro do Ambiente, Nunes Correia, manifestou-se «surpreendido» com a interpretação «absolutamente errónea» que os portugueses fizeram da polémica «Lei dos Poços». De forma límpida explicou em conferência de Imprensa na passada sexta-feira, 19 de Junho, que «as captações antigas com meios de extracção de água inferiores a 5 cavalos de potência não têm de ser comunicadas às Administrações de Região Hidrográfica (ARH)».
«Apenas os proprietários de furos ou poços com motores de extracção acima dos 5 cavalos (cv), necessitam de uma licença de utilização. Os restantes – cerca de 95 por cento dos casos – estão isentos dessa licença». O ministro respondia desta forma às preocupações manifestadas por um grupo de agricultores de Bragança que criou a Associação Nacional de Proprietários de Poços, Furos e Captações de Água para travar aquela que é já conhecida como a «Lei dos Poços».
A comunicação da propriedade de poços é facultativa e apenas serve para assegurar os direitos no caso de um vizinho pedir a abertura de um furo nas imediações do terreno. De igual modo, se não for feita, não implica o pagamento de qualquer coima. Os formulários já foram alterados e o Ministério vai fazer publicar um despacho para clarificar a polémica.
«Num poço com 10 metros de profundidade o uso de meios com 5cv de potência permite extrair 110 metros cúbicos de água por hora com um impacto significativo na qualidade das águas. Nesse caso os proprietários das captações devem regularizar a situação, obtendo na ARH correspondente à área em questão uma autorização para o uso dessa água, até 31 de Maio de 2010», esclareceu Nunes Correia. No caso de valores de extracção muito elevados – de mais de 16,600 mil m3/ano, os proprietários ficam obrigados ao pagamento de uma taxa anual de 10 euros, um valor que aumenta proporcionalmente.
Em relação às captações novas a comunicação deixa de ser facultativa mas não exige qualquer pagamento. «Quem abrir um furo onde não tenha meios de extracção superiores a 5cv tem apenas que dar conhecimento às ARH», sublinha o governante.
Em tom irónico o ministro garantiu ainda que «a generalidade das captações não chega a ter motores de um cavalo e que quem tirar um balde de água para dar de beber ao gato não precisa de licença».

As surpreendentes declarações do ministro do Ambiente confirmam que, afinal, quase ninguém em Portugal soube interpretar o espírito da «Lei dos Poços». Os motores de rega passaram de feras a cordeiros. Pois…
jcl

O prazo para a legalização de poços, furos, barragens, fossas, represas e outros recursos hidrícos foi alargado até 31 de Maio de 2010. O Ministério do Ambiente justifica alargamento com desconhecimento da lei por grande parte dos portugueses.

Burro tira água do poçoO prazo para registo de poços, furos e charcas foi alargado para 31 de Maio de 2010, isto é mais um ano do que o inicialmente previsto no Decreto-Lei n.º 226-A/2007.
Quem não regularizasse a situação até essa data incorria numa multa que varia entre 25 e 70 mil euros. Esta decisão surge depois de o Governo reconhecer que o atraso na criação das Administrações de Região Hidrográfica – responsáveis pelo processo de legalização – impediu que a nova obrigação legal fosse amplamente divulgada. Todos os que possuem furos, independentemente da data em que os abriram, têm de os declarar.
«A profunda reestruturação da gestão dos recursos hídricos em curso, nomeadamente o facto das Administrações de Região Hidrográfica apenas terem entrado em funções em Outubro de 2008, não permitiu desenvolver, em devido tempo, uma desejável campanha alargada de divulgação do prazo para cumprimento desta obrigação ou estabelecer uma rede de locais, mais próximos dos cidadãos, que permita atingir os objectivos», adiantou o gabinete do ministro.
De acordo com a nova lei, qualquer utilização dos recursos hídricos deve requerer previamente um título, sob a forma de autorização, licença ou concessão. Abertura de furos e poços para captação de água, aterros e escavações, extracção de areias, esgotos, recarga de praias, instalações de aquicultura, competições desportivas e navegação, sementeira, plantação e corte de árvores e arbustos, são algumas das utilizações sujeitas ao licenciamento que o Governo considera «fundamental para garantir uma gestão eficiente e sustentável dos recursos hídricos».
O pedido de regularização não tem custos directos, mas implica a entrega de vários documentos (identificação do utilizador, tipo e caracterização da utilização, identificação do local com indicação das coordenadas geográficas).
De acordo com o Decreto-Lei nº 226A/2007, de 31 de Maio, todos os proprietários e arrendatários de utilizações dos recursos hídricos, que à data da entrada deste decreto-lei não disponham de título que permita essa utilização, têm que pedir as devidas autorizações/licenças/concessões de utilização, junto das autoridades competentes. Para o caso de poços ou furos, executados antes da entrada em vigor da referida legislação, o Artigo 89.º do mesmo diploma previa a sua regularização no prazo de 2 anos, isto é, até dia 31 de Maio de 2009.
O pedido de autorizações/licenças/concessões é obrigatório para todos os proprietários de terrenos em que haja qualquer tipo de utilização dos recursos hídricos, existentes e que não esteja legalizada, sejam elas poços, noras, furos, minas, charcas, barragens e ou açudes, quer se destine para consumo humano, rega ou actividade industrial.
jcl

A Direcção-Geral de Saúde e a Associação de Discotecas Nacionais celebraram um protocolo especial relativo à aplicação específica nas discotecas da Lei do Tabaco em vigor em Portugal desde o dia 1 de Janeiro de 2008.

Lei do Tabaco adapta-se às DiscotecasO protocolo agora assinado entre a Direcção-Geral de Saúde e a associação das discotecas portuguesas reconhece a obrigatoriedade de aplicação da nova legislação nos estabelecimentos do sector. Foram, no entanto, definidas as especificidades próprias da actividade em locais que são, simultaneamente, de trabalho, de consumo de bebidas, de diversão com espaço para dançar e destinados a espectáculos de natureza não artística.
A excepção na Lei do Tabaco estabelece que «pode ser permitido fumar em áreas expressamente previstas para o efeito, desde que estejam devidamente sinalizadas, sejam separadas fisicamente das restantes instalações ou disponham de dispositivo de ventilação que evite que o fumo se espalhe às áreas contíguas. Deve, igualmente, ser garantida a ventilação directa para o exterior através de sistema de extracção de ar que proteja dos efeitos do fumo os trabalhadores e os clientes não fumadores».
Nas discotecas podem ser criadas sala de fumo com uma dimensão inferior a 40 ou 30 por cento do espaço total, consoante tenham ou separação física mas cumprindo as determinações respeitantes a sinalização, ventilação e extracção de ar para o exterior.
Se a dimensão do estabelecimento for inferior a 100 m2 pode ser estabelecida a permissão total de fumar cumprindo os requisitos gerais estabelecidos.
A interdição ou o condicionamento de fumar deve ser assinalado mediante a afixação de distícos visíveis a partir do exterior dos estabelecimentos.

Faça aqui uma cópia do protocolo: Lei do Tabaco para Discotecas
jcl

Não resisto a partilhar esta pérola. A legislação e os legisladores em Portugal têm destas coisas. A Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto, conhecida por Lei do Tabaco, no seu artigo 4.º, esclarece separando as águas…

Lei do Tabaco
(…)
Lei do Tabaco - CinzeiroArtigo 4.º
Proibição de fumar em determinados locais
1 – É proibido fumar:
a) Nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da Administração Pública e pessoas colectivas públicas;
b) Nos locais de trabalho;
(…)
Sem comentários…

Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto – Faça aqui o download
jcl

A 1 de Janeiro de 2008 entrou em vigor em Portugal a «Lei do Tabaco» que impõe regras muito rigídas e multas pesadíssimas para os prevaricadores. Os dísticos legais e um conjunto de perguntas e respostas são o nosso contributo para dissipar as nuvens da polémica.

Disticos da Lei do TabacoO Estado Português assinou em 9 de Janeiro de 2004 a «Convenção-Quadro» da Organização Mundial de Saúde para o Controlo do Tabaco que foi aprovada em 8 de Novembro de 2005 pelos 110 Estados-Membros. A Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto, mais conhecida pela Lei do Tabaco entrou em vigor no primeiro dia de 2008.
A polémica está instalada na sociedade portuguesa mas por motivos que nada têm a ver com os fumadores. As discussões prendem-se com as dúvidas sobre a certificação e os valores dos investimentos que são necessários para permitir fumar em espaços fechados. As dúvidas são mais que muitas e ninguém sabe ao certo o que está dentro ou fora-da-lei.
O Capeia Arraiana disponibiliza o questionário «Perguntas e Respostas» editado pelo Ministério da Saúde com o título «Respire Bem! Prefira ambientes sem fumo!» e um ficheiro PDF que depois de copiado do nosso servidor permite imprimir os dísticos obrigatórios para serem afixados nos locais públicos com a informação «Fumadores» e «Não Fumadores».

Perguntas e Respostas da Nova Lei do Tabaco
(clique na pergunta para saber a resposta):

– Quais são os locais onde é proibido fumar?
– Existem locais onde é permitido fumar? Em que condições?
– Quem define as áreas para fumadores?
– Quem deve assinalar a interdição ou o condicionamento de fumar?
– Quem deve determinar aos fumadores que se abastenham de fumar?
– Que podem fazer os utentes sempre que se verifiquem infracções?
– É proibida a venda de produtos de tabaco? Onde?
– Qual o regime sancionatório previsto?

Dísticos «Fumadores» e «Não Fumadores»
(ficheiro para imprimir a cores):

– Faça aqui o download

A primeira reunião do Grupo Técnico Consultivo realizada em 7 de Janeiro de 2008 apresentou as seguintes conclusões:
«1 – Reconheceu-se, de forma consensual, que os portugueses manifestaram a sua aceitação relativamente à Lei n.º37/2007, de 14 de Agosto.
2 – Foi designada uma Comissão para elaboração de proposta de regulamento interno do Grupo Técnico Consultivo, constituída por representantes da Direcção-Geral da Saúde, da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica, da Autoridade para as Condições de Trabalho, da Agência para a Energia, da Associação Portuguesa de Refrigeração e Ar Condicionado, da Associação de Restauração e Similares de Portugal, da Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses e da União Geral de Trabalhadores.
3 – Sobre os casinos e salas de jogo foi considerado adequado conjugar a Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto, com o diploma que regula o jogo, Decreto-Lei n.º 422/89, de 2 de Dezembro, alterado pelos Decretos-Leis n.º 10/95, de 19 de Janeiro, e n.º 40/2005, de 17 de Fevereiro, concluindo-se que é possível existirem áreas para fumadores, desde que cumpram os requisitos previstos no n.º 5 do art. 5.º da Lei n.º 37/2007, e não ignorando exigências em matéria de protecção de trabalhadores e de qualidade do ar.
4 – A certificação da conformidade dos dispositivos de verificação e extracção de ar é da competência dos técnicos e das empresas que projectam, montam e asseguram a manutenção dos respectivos dispositivos.»

O Capeia Arraiana espera, assim, contribuir para dissipar as dúvidas (e as nuvens) sobre esta grande mudança na sociedade portuguesa.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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