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O deputado do PSD eleito pelo distrito da Guarda, Manuel Meirinho, questionou o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, sobre a Rede Nacional de Judiarias na sequência do II Congresso Internacional da Memória Sefardita.
Manuel Meirinho, natural da freguesia do Soito, concelho do Sabugal colocou a Francisco José Viegas duas questões defendendo a importância da divulgação da Rede Nacional de Judiarias e alertando para a necessidade de clarificar e validar o património existente para que «não se venda gato por lebre».
jcl
Dez novos municípios, entre os quais o do Sabugal, estão interessados em aderir à Rede de Judiarias de Portugal, que foi criada em Março deste ano, com o objectivo de defender o património judaico urbanístico e arquitectónico.
A novidade veio de Jorge Patrão, presidente da Entidade de Turismo da Serra da Estrela e secretário-geral da Rede de Judiarias de Portugal, em declarações à Lusa no decurso do II Festival Internacional da Memória Sefardita, que está a decorrer.
«Estamos actualmente em negociações com dez novos municípios, entre os quais Angra do Heroísmo, Évora e Alenquer», disse Jorge Patrão. O Sabugal está também entre esses municípios, uma vez que a pretensão de aderir foi já aprovada em Assembleia Municipal.
A Rede de Judiarias de Portugal foi constituída em Março deste ano e integra os municípios de Guarda, Trancoso, Belmonte, Castelo de Vide, Freixo de Espada à Cinta, Lamego e Penamacor, assim como as entidades regionais de Turismo da Serra da Estrela, Douro, Lisboa e Vale do Tejo, Oeste, Alentejo e Algarve e ainda a Comunidade Judaica de Belmonte.
No decurso do Festival o presidente da Câmara da Guarda, Joaquim Valente, considerou que o legado da presença judaica é um recurso estratégico para o futuro. «A história, a cultura, o património e o conhecimento, constituem a matéria prima que temos que saber transformar em dinamismo e desenvolvimento», declarou.
O Festival da Memória Sefardita é organizado pela Entidade de Turismo Serra da Estrela e Câmaras Municipais de Trancoso e Belmonte.
plb
A questão judaica no Sabugal é o exemplo acabado do que não se deve fazer.
Não conheço, e penso que poucos ou nenhuns conhecerão a importância que a comunidade judaica terá tido no nosso Concelho.
Entretanto o trabalho mais que meritório da Talinha e do Romeu, colocando em evidência o «altar» judaico da casa do Castelo, bem como o trabalho dedicado de um sabugalense de adopção, o Prof. Jorge Martins, levaram muita gente a começar a falar deste tema.
Em pequeno, costumava ouvir e dizer a frase «quem dá e tira vai prá quelha da Atafona», claramente um termo judaico, o que me leva a crer que a comunidade judaica do Sabugal tinha a importância suficiente para deixar marcas tantos séculos depois.
Por isso nunca percebi a resistência que o poder político vinha demonstrando face a esta questão, pois me custa a acreditar que tal só acontecesse por «birra» ou «ciúmes» de alguns…
Mas se ainda não sabemos de toda a dimensão da comunidade judaica no Concelho, sabemos, sem dúvida, da importância que a questão judaica tem, hoje em dia, e de que são exemplos flagrantes, Belmonte, Castelo de Vide e Trancoso.
A comunidade internacional judaica está ávida de conhecer a sua história o que, associado ao seu poder de compra, constitui um fenómeno turístico de grande valia.
Felizmente, parece que o bom senso voltou e a aceitação por parte do Executivo Municipal do convite para aderir à Rede de judiarias de Portugal é uma boa notícia.
Mas aderir não chega! Precisamos que nos deixemos de «judiarias» internas e entendamos que esta é mais uma oportunidade de afirmação da nossa terra, logo, de desenvolvimento do Concelho do Sabugal.
Comecemos por fazer o levantamento do que a comunidade judaica representou para o Concelho; façamos o inventário do património material e imaterial judaico; e criemos as condições para a sua preservação e divulgação.
Integrar a Rede foi bom, mas não chega!
Ps: No sábado passado realizou-se mais um encontro dos antigos alunos do Colégio do Sabugal. Infelizmente com menos gente que nos anos anteriores.
Claro que cada um é livre de aderir a estes encontros ou não, mas não posso deixar de lamentar a ausência de muitos antigos colegas e, sobretudo, dos que ainda moram no Concelho, o que levou a que a próxima Comissão Organizadora não tenha um único elemento residente no Sabugal!
Talvez o facto de se estar a realizar todos os anos contribua para alguma desmobilização. Por isso aqui deixo a sugestão de tornar os encontros bienais…
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com
Em resposta a um pedido formal da Rede de Judiarias de Portugal, o executivo da Câmara Municipal do Sabugal, reunido em 25 de Maio, decidiu por unanimidade aderir a essa associação, atendendo ao património histórico do concelho.
Jorge Patrão, presidente do Turismo Serra da Estrela e secretário-geral da Rede de Judiarias, tem visitado o Sabugal e estabelecido contactos com o presidente da Câmara, António Robalo, concluindo que o centro urbano tem importância histórica verificada na presença de vestígios sefardiastas. Por essa razão dirigiu uma carta ao Município sabugalense convidando-o a solicitar a adesão à associação que reúne algumas das cidades e vilas de Portugal que contêm património histórico ligado à presença dos judeus.
Nessa sequência o Gabinete de Arqueologia da Câmara elaborou um mapa com o levantamento das «marcas cruciformes cristãs» e «armários» que estão referenciados nos centros históricos do Sabugal, Vilar Maior e Vila do Touro.
Segundo a informação do Gabinete de Arqueologia, existem dois «armários» no centro histórico do Sabugal e um no centro histórico de Vilar Maior. No que toca a «marcas cruciformes» cada centro histórico (do Sabugal, Vilar Maior e Vila do Touro) possui cerca de duas dezenas desses vestígios. Na conformidade com a efectiva existência de marcas históricas da presença da cultura judaica no concelho, a Câmara decidiu que vai solicitar a adesão à Rede de Judiarias de Portugal.
A Rede de Judiarias tem sede em Belmonte e tem como grande objectivo defender o património judaico urbanístico e arquitectónico que existe em Portugal. A associação, que junta diversas entidades, foi formalmente constituída em 10 de Março de 2011, tendo sido assinada pelos representantes dos municípios de Belmonte, Castelo de Vide, Freixo de Espada à Cinta, Guarda, Lamego, Penamacor e Trancoso, bem como as Entidades Regionais de Turismo de Douro da Serra da Estrela, Lisboa e Vale do Tejo, Oeste, Alentejo e Algarve, assim como a Comunidade Judaica de Belmonte.
plb
Foi registada notarialmente a Rede de Judiarias de Portugal – Rotas de Sefarad – que tem como membros fundadores várias entidades regionais de turismo e municípios. O Sabugal não está entre os fundadores, mau grado tenha mostrado interesse em participar no projecto.
A escritura efectuou-se no dia 10 de Março, tendo sido assinada pelos representantes dos municípios de Belmonte, Castelo de Vide, Freixo de Espada à Cinta, Guarda, Lamego, Penamacor e Trancoso, bem como as Entidades Regionais de Turismo de Douro da Serra da Estrela, Lisboa e Vale do Tejo, Oeste, Alentejo e Algarve, assim como a Comunidade Judaica de Belmonte.
Proximamente haverá a eleição dos corpos directivos da nova associação, numa Assembleia Geral que reunirá para o efeito.
A Rede de Judiarias tem sede em Belmonte e tem como grande objectivo defender o património judaico urbanístico e arquitectónico que existe em Portugal.
O Sabugal está fora do grupo de fundadores, embora possa ainda vir a aderir e passar a integrar o projecto.
No início de Outubro de 2010, o presidente da Câmara do Sabugal, António Robalo, esteve em Belmonte, na conferência de imprensa de apresentação do 1.º Festival Internacional da Memória Sefardita, onde afirmou que o concelho do Sabugal ainda não estava no patamar de outros municípios que detinham vestígios judaicos, mas manifestava solidariedade com a criação de uma rede temática pelos municípios. «É minha convicção, na sequência de estudos e a actividade que alguns particulares têm desenvolvido no concelho, que esta é uma área que temos de trabalhar com a ajuda de todos contribuindo para esta causa e para a promoção desta rede», disse o autarca sabugalense nessa ocasião.
plb
A Rede das Judiarias de Portugal vai ser constituída em Fevereiro, ficando sediada em Belmonte, noticiou a agência Lusa, que falou comJorge Patrão, presidente da Entidade Regional de Turismo da Serra da Estrela.
A rede vai juntar os centros históricos de vários municípios numa associação sem fins lucrativos para defender o património judaico urbanístico e arquitectónico, disse aquele responsável, um dos dinamizadores da iniciativa.
Pretende-se ainda definir programas culturais e turísticos com base na herança judaica.
Os membros fundadores já confirmados serão as entidades regionais de Turismo da Serra da Estrela, Douro, Oeste, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, os municípios de Belmonte, Guarda, Trancoso, Lamego, Penamacor, Freixo de Espada-à-Cinta e Castelo de Vide e a comunidade judaica de Belmonte.
«Outras entidades estão a ultimar os respectivos processos» para aderirem à nova estrutura, adiantou Jorge Patrão à Lusa.
A rede terá sede em Belmonte, onde reside uma das mais antigas comunidades judaicas do mundo, que sobreviveu à inquisição.
O presidente da Entidade Regional de Turismo da Serra da Estrela considerou que a rede será uma ferramenta útil para «muitos centros históricos que estão desmazelados e precisam de recuperação».
A requalificação será conseguida «através de programas específicos da União Europeia: uma candidatura com uma temática, como o judaísmo, tem mais força do que recuperar só por recuperar», destacou.
Por outro lado, «a rede permitirá ter uma nova aposta no sector turístico, tal como na Serra da Estrela o judaísmo tem representado um crescimento do número de turistas complementar ao mercado da neve», assinalou Jorge Patrão.
No entanto, o envolvimento de operadores turísticos será remetido para mais tarde.
Para já, os membros fundadores da rede ultimam os estatutos e preparam-se para a escritura pública a ter lugar em data a definir no mês de Fevereiro.
«Penso que vamos conseguir ter uma associação sólida, à semelhança da que já existe em Espanha», disse Jorge Patrão.
Amândio Melo, presidente da Câmara de Belmonte, manifestou-se satisfeito com a ideia, alertando, no entanto, que «não pode ser um simples movimento associativo. É necessário que os associados tenham uma tradição judaica para que a rede seja genuína».
plb (com Lusa)
Vai avançar o projecto de implementação de uma rede de judiarias na Beira Interior, havendo diversos concelhos perfilados para a integrarem. Porém o Sabugal parece excluído, ainda que Natália Bispo, proprietária da Casa do Castelo, venha insistindo que o nosso concelho também deve fazer parte do projecto.
O programa da rede de judiciarias foi apresentado no decurso do Ciclo de Cultura Judaica que a cidade da Guarda acolheu em data recente. O seu grande mentor é António Saraiva, da Agência para a Promoção da Guarda, criada pelo município egitaniense. Aliás a Guarda rivaliza com Belmonte e Trancoso na tentativa de liderança no aproveitamento do filão turístico que pode advir da valorização desse recurso histórico. Porém, embora disputem protagonismo, os presidentes de câmara destes três concelhos foram recentemente juntos a Israel, tentando estabelecer contactos que garantam a viabilidade do aproveitamento turístico dos vestígios judaicos que a região contém.
Para além destes três municípios outros há na região que demonstram ter grande interesse em integrarem a rede turística. Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Gouveia, Meda, Vila Nova de Foz Côa, Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova e Penamacor, são exemplos de concelhos dos distritos da Guarda e de Castelo Branco que estão já indicados para integrarem o projecto.
Do Sabugal ninguém fala. O Município parece estar a dormir, numa modorra já crónica e sem tratamento eficaz.
Na Assembleia Municipal discute-se o ridículo, de que é principal exemplo a questão da forma de votação, de braço no ar ou secretamente, quando se sabe que o eleitor tem de conhecer qual o sentido de voto dos eleitos, sendo a votação secreta uma fraude que não pode vingar numa assembleia que se quer aberta e transparente.
Na Câmara fazem-se reuniões do executivo onde se discutem trivialidades, como é cabal exemplo esta ordem de trabalhos da reunião do dia 24/02/2010: despachos para conhecimento; obras particulares; tabela de taxas e tarifas; carta da Acôa; carta da Rodoviária da Beira Interior; pedido de apoio para transporte de deficiente; carta de Luís Santos; carta de Consortelha; informação sobre expropriações no âmbito da obra «via estruturante da Raia».
A dar a cara na luta para que o Sabugal integre a rede de judiarias só aparece uma pessoa: Natália Bispo, proprietária da Casa do Castelo, em cujo interior existe um pequeno núcleo museológico que, entre outras peças, contém um altar judaico em granito. O semanário «A Guarda», fez uma visita ao local e titulou na última edição: «Casa do Castelo quer incluir o concelho nas rotas históricas do judaísmo». E ilustra a notícia com uma fotografia de Natália Bispo junto ao «armário judaico em granito que será datado do séc. XIV».
Para além deste altar, há outros vestígios judaicos no Sabugal e também em Vilar Maior, onde existiu uma judiaria. Aliás, o investigador e colaborador do Capeia Arraiana Jorge Martins, tem evidenciado na sua coluna «Na Rota dos Judeus do Sabugal» um conjunto de dados acerca da ligação histórica do nosso concelho a uma comunidade de judeus que aqui se instalou e aqui viveu, sendo duramente perseguida pela Inquisição.
É tempo de pôr mãos à obra e tentar apanhar um comboio que segue em andamento sem estar garantido que faça escala no concelho do Sabugal.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista
leitaobatista@gmail.com

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