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Hoje destacamos o semanário «O Interior». O jornal dirigido Luís Baptista-Martins deu destaque (merecia ser manchete) a uma morte anunciada: «Águas do Zêzere e Côa tem os dias contados. A empresa vai ser extinta e dar lugar à Águas do Zêzere e Vale do Tejo, no âmbito da reestruturação do setor das águas em Portugal.»

Jornal O Interior

O semanário «O Interior», de Luís Baptista-Martins, deu esta semana à estampa a morte da «Águas do Zêzere e Côa». A decisão anunciada por Manuel Frexes, autarca da Câmara do Fundão e administrador da «Águas de Portugal» é o ponto final em gestões por muitos consideradas duvidosas (como foi o caso de Esmeraldo Carvalhinho, presidente da autarquia de Manteigas) e que parecem ter sobrevivido graças ao aval dos seus «accionistas», representados pelos presidentes de muitas das câmaras da Beira Alta e da Beira Baixa.
Por respeito ao trabalho do jornalista aqui fica, na íntegra, a peça sobre um dos elefantes brancos do nosso reino.

«A empresa Águas do Zêzere e Côa, que gere o sistema multimunicipal de águas e resíduos em 16 concelhos da região vai ser extinta no âmbito da reestruturação do setor das águas em Portugal, para se fundir numa das quatro mega concessões que vão ser criadas a nível nacional. A nova concessão, que terá a designação de Águas do Zêzere e Vale do Tejo, agregará os municípios do Interior Centro e da Área Metropolita de Lisboa.
Em consequência deste alargamento de escala, será possível conseguir uma «harmonização tarifária», anunciou o administrador da Águas de Portugal, Manuel Frexes. O antigo presidente da Câmara do Fundão afirma que «não faz sentido uma pessoa que vive no litoral pagar dois euros por metro cúbico de água, e no interior esse valor subir para o triplo». «Assim, através da fusão do litoral com o interior, conseguiremos regionalizar as águas e criar uma tarifa nacional», acrescenta. Manuel Frexes diz que o objetivo passa por estabelecer um «preço suportável» para as tarifas da água, tanto residuais como de abastecimento, «que esteja dentro de uma margem que consideramos correta, nunca superior a 30 euros mensais».
Para além da equidade de preços, esta redução é também feita com o propósito de reduzir custos, pois «ter 40 empresas no grupo é demais e é sinónimo de desperdício». A distribuição em baixa, isto é, da água ao consumidor final, passará a ser gerida pela mesma entidade, a Águas de Portugal, pelo que as faturas deixarão de ser cobradas pelas Câmaras. «Pretendemos com isso ter ganhos de gama e de escala, bem como tarifas mais baixas, e impedir que pelo meio haja a divisão do problema, que depois se traduz na situação do acumular de dívidas por parte dos municípios», refere Manuel Frexes. «As tarifas em alta são bastante elevadas, os municípios têm de as suportar, enquanto os custos em baixa, junto do consumidor, são bastante baixos e não incorporam os custos da atividade, o que representa uma discrepância com prejuízos para as duas partes, municípios e empresa pública», explica. Acrescenta que «os municípios, como muitas vezes não conseguem recuperar os custos da operação, não têm capacidade para pagar a água em alta, e a Águas de Portugal, que realizou o investimento mais significativo, não consegue recuperar os custos para continuar a operar».
Relativamente às dívidas dos municípios, Manuel Frexes diz que a questão «está a ser resolvida». «Vamos promover uma verificação para chegar a um entendimento com as Câmaras, que contemple, por exemplo, a entrega de ativos em troca da dívida, ou um acordo para pagamentos faseados». Mas para já, o administrador apela aos municípios para que «cumpram as suas obrigações, pagando a fatura mensal do serviço que reconhecem, até porque só assim se conseguirá equilibrar o preço da água». «Esta reforma vem também ajudar a resolver este problema e é do agrado da maioria dos autarcas», revela.
Já quanto à sede da empresa, que se encontra a funcionar na Guarda, Manuel Frexes garante que o imóvel vai continuar em atividade. «Ali funcionará o centro de exploração do novo sistema», afirma, afastando também qualquer cenário de redução de postos de trabalho. «Haverá um redirecionamento de algum pessoal diretivo e de administração, mas não há necessidade de reduzir o número de trabalhadores, e nem sequer há margem para isso», assegura.
O administrador revela que o processo de fusão «já está em vias de implementação», sendo que a Águas de Portugal pretende «ter tudo pronto até ao final do ano», para que o novo figurino seja uma realidade no primeiro semestre de 2013.

Joaquim Valente favorável ao processo de fusão
Na reunião do executivo da passada segunda-feira, o presidente da Câmara da Guarda disse que «não vê nenhum inconveniente nesta integração, desde que o modelo de gestão possibilite um melhor serviço no abastecimento de água e no saneamento e que a água possa ser consumida a um valor mais baixo». Para Joaquim Valente, o valor cobrado atualmente é «injusto», considerando que «somos penalizados porque somos menos», e que por isso a tarifa única é «essencial». «Justiça seria haver uma tarifa única para todo o país, como acontece com a eletricidade», defende.
Quanto ao facto desta fusão ser um primeiro passo para a privatização da água em Portugal, Joaquim Valente admite o cenário, «desde que seja salvaguardado o interesse público que está subjacente a este serviço». Ainda assim, o edil lembra que «o país está a desbaratar o seu património, porque privatiza o que dá dinheiro e fica sem nada».

1 – Esta notícia merecia ser manchete até porque a decisão de «embaralhar e dar de novo» parece mais uma fuga para a frente para resolver um grande berbicacho. A decisão, não tenho qualquer dúvida, tem a assinatura de Manuel Frexes que conhece de gingeira os problemas da malfada empresa. Além disso não tenho motivos para duvidar que tão importante assunto/decisão que diz respeito a «águas» que até dão pelo nome de «Côa» já foi discutido em reunião de vereadores e mesmo em Assembleia Municipal no concelho do Sabugal.
2 – Ilustre director Luís Baptista-Martins. Reconheço o esforço hérculeo para manter vivo um semanário nos montes Hermínios. Mas deixe que lhe diga que se fosse à banca talvez não comprasse uma publicação que me quer comunicar que «o mundo da Diana ainda não é o melhor». Mas, contudo, aqui fica o meu abraço solidário pelo trabalho desenvolvido na sua redacção.
3 – «A nova concessão, que terá a designação de Águas do Zêzere e Vale do Tejo, agregará os municípios do Interior Centro e da Área Metropolita de Lisboa.» Não sei se repararam mas cai a palavra «Côa» que até tem mais a ver com o Douro… Ele há coisas!

jcl (com redacção do semanário «O Interior»)

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O Ipad nunca substituirá o jornal de papel por mais originais que sejam os conteúdos. Pois…

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Autoria: Direitos Reservados posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

jcl

A oitava edição da Gala Empresarial do Distrito da Guarda – Prémios Estrela-Côa 2010 promovida pelo jornal «Nova Guarda» está marcada para sexta-feira, 23 de Julho, na Quinta de Santo António, em Maçainhas, no concelho da Guarda.

Gala Nova GuardaPelo oitavo ano consecutivo, o semanário «Nova Guarda» promove a realização da Gala Empresarial do Distrito da Guarda – Prémios Estrela-Côa 2010. Com esta iniciativa, que em 2010 se vai realizar no dia 23 de Julho, sexta-feira, na Quinta de Santo António, Largo da Fumagueira, Maçaínhas, Guarda, o NG pretende contribuir para a promoção e desenvolvimento do tecido socioeconómico do distrito da Guarda, numa actividade que conta com a já habitual colaboração das diversas associações empresariais e organismos públicos.
A Gala engloba um jantar, seguido de cerimónia de entrega de distinções às empresas e empresários e ainda um espectáculo de variedades, finalizando com um espectáculo pirotécnico multimédia.
Simultaneamente é editado o especial Magazine Empresas 2010 (15.000 exemplares a quatro cores) onde são apresentadas as empresas concorrentes e se faz a análise de aspectos relacionados com o desenvolvimento empresarial do distrito da Guarda, além da opinião de especialistas.
O magazine será distribuído gratuitamente por todo o distrito da Guarda através das caixas de algumas superfícies comerciais, junto das empresas e associações empresariais e com o «Nova Guarda».
jcl (com jornal Nova Guarda)

A Paulus Editora assinalou o 44.º Dia das Comunicações Sociais com o anúncio do lançamento da obra «Magistério da Igreja e Meios de Comunicação Social» da autoria do Padre jornalista Francisco Pereira Barbeira.

Francisco BarbeiraNesta obra, o autor Francisco Pereira Barbeira, Chefe de Redacção do jornal «A Guarda», «desenvolvendo o tema sobre os Meios de Comunicação Social, enriquece-nos como pessoas e em Igreja. Pegando no ensinamento do Concílio Vaticano II e dos Papas João XXIII, Paulo VI e particularmente de João Paulo II, mostra-nos como o magistério da Igreja, nesta temática, se tornou um “grande púlpito” ao serviço da pessoa humana e da sua dignidade, da família e da educação e da formação das consciências para evitar a “parcialidade e a manipulação”», pode ler-se no prefácio do padre Dr. António Luciano Santos Costa.
A obra está dividida em duas partes distintas. Na primeira, o autor faz uma análise da relação entre o magistério da Igreja e a comunicação social desde o Vaticano II até os nossos dias. Após a análise de diversos documentos, aponta desafios para uma missão através destes meios.
Na segunda parte da obra são apresentadas todas as mensagens para o Dia Mundial das Comunicações Sociais desde Paulo VI a Bento XVI.
A primeira mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais data de 1967 e foi escrita pelo Papa Paulo VI.
Daí para cá são já 44 as mensagens que, Paulo VI, João Paulo II e, mais recentemente, Bento XVI, escreveram sobre as mais variadas formas de como as comunicações sociais podem e devem ser usadas ao serviço da palavra de Deus.
Este ano a mensagem de Bento XVI intitula-se «O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra» e também pode ser lida nesta obra que a «Paulus» agora apresenta.
A obra «Magistério da Igreja e Meios de Comunicação Social» será lançada no mercado no início de Junho.

Francisco Pereira Barbeira é natural do Marmeleiro, concelho da Guarda.
Fez os estudos de humanidades e Teologia nos seminários diocesanos da Guarda, tendo sido ordenado sacerdote em 1994, na Sé da Guarda.
Obteve o master em Comunicación Cristiana, da Faculdade de Ciências da Informação, na Universidade Pontifícia de Salamanca, em 2001, e a licenciatura em Teologia, em 2006, pelo Instituto Superior de Teologia das Beiras e Douro – Universidade Católica Portuguesa.
É correspondente fotográfico da Agência Lusa, na Guarda e director do Secretariado Diocesano dos Meios de Comunicação Social.
Actualmente é pároco de Famalicão da Serra, Fernão Joanes e Vale de Estrela.
A apresentação pública do livro «Magistério da Igreja e Meios de Comunicação Social» vai ter lugar no dia 7 de Junho, às 18.30 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda. A cerimónia será presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda e a apresentação será feita pelo Padre Dr. António Luciano Santos Costa.

O Capeia Arraiana associa-se com satisfação ao lançamento da obra e dá os parabéns ao jornalista Francisco Barbeira.
jcl

As cerimónias do 1.º Capítulo e Entronização da Confraria do Bucho Raiano que tiveram lugar no dia 17 de Abril no Sabugal tiveram honras de destaque na Imprensa do distrito da Guarda. Aqui deixamos o que ficou escrito nas páginas do jornal «A Guarda», «O Interior» e «Nova Guarda».

Clique nas primeiras páginas para ler as notícias

jcl

Reportagem de «O Interior TV» no 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano no Sabugal. A peça assinada pelo jornalista Ricardo Cordeiro teve edição de imagem de Rafael Mangana e Lisete Cruz.

1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano - O Interior Tv
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Emissão on-line de «O Interior Tv». Aqui.
jcl

Roteiros Gastronómicos da Câmara Municipal do Sabugal e VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano em destaque na primeira página do jornal «O Interior».

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Autoria: Jornal «O Interior» posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

Hoje destacamos o jornal «Público» pela sua chamada de primeira página à tragédia que se abateu sobre o concelho do Sabugal. A foto a quatro colunas de Nélson Garrido está titulada «Três dias de fogo devoram floresta de um concelho pobre».

«Maria de Lurdes salvou as vacas do incêndio, mas perdeu as cabras» é o título da crónica da jornalista Ana Cristina Pereira sobre os trágicos incêndios no concelho do Sabugal que merece honras de primeira página, esta quarta-feira, no jornal «Público».
O Capeia Arraiana reproduz, de seguida, o excelente artigo do jornal «Público» onde «ouvimos», mais uma vez, o relato na primeira pessoa de estórias de sabugalenses humildes que viram a sua vida dramaticamente alterada por mais de 50 horas de terror provocadas pelos incêndios incontroláveis que tudo destruíram.

«Uma galinha andou a esgravatar atrás da casa de Maria de Lurdes Esteves e pôs um ovo no caminho de terra batida. Atrás da casa, quase não há mato para fazer ninho. As chamas cobriram tudo de negro. “Está tudo desgraçado. Lá foram cinco cabras, dois palheiros de feno, dois carros de bois.”
O seu olhar estende-se até ao cimo do monte. “Passaram aí a dizer para botar os animais na rua.” Obedeceu. A noite engolira o domingo. Quinta da Ribeira da Nave, no Sabugal, transformara-se num “inferno”. As chamas cercaram a casa. “Para onde fugir com os animais?”
O vizinho, Orlindo Pires, julgou-a apoquentada. Mas a Quinta de Ribeira da Nave vivia o pior sinistro desta época de incêndios. Ele também “estava numa aflição”: “Nós até a água da piscina tirámos para ajudar os bombeiros!” E perderam carvalhos, macieiras, pessegueiros, vinhas, um palheiro de feno.
O incêndio deflagrou por volta da 1h00 de domingo entre a Moita e o Casteleiro. Chegou a ser dado como extinto à hora do almoço. Domingo à tarde, descontrolou-se. Na segunda-feira, tornou a parecer domado e a descontrolar-se. E ontem também.
No domingo à noite, como muitos vizinhos, o marido de Maria de Lurdes ocupou-se da casa. Pôs-se a regá-la. Tantos fardos de feno armazenados nas traseiras! “Se o lume chegava ao feno, ia casa, ia tudo.” A mulher pegou nas duas vacas e levou-as para o ribeiro que corre, fino, a uns metros. Três bombeiros mergulhavam as cabeças no poço. O fumo era denso. Ardiam-lhes os olhos. Salvou as vacas, as três galinhas, o burro. As cabras é que não. “Bem as ouvia berrar!”
Por volta das cinco da manhã de segunda-feira, uma bombeira pediu para usar a casa de banho dos Pires e perguntou se não havia fruta. Carmelinda Pires, que “é muita dada”, pegou na fruta que tinha e deu-a toda. E leite, pão, queijo, presunto.
Na segunda à tarde, Orlindo correu para Dirão da Rua.”Até os pés se me desgastaram de tanto andar.” Tem feridas nos dedos. “Os bombeiros não conseguem fazer tudo. Já viu a extensão do fogo?” Alguns especialistas falam em 15 mil hectares. Em redor das povoações de Sortelha, Urgueira, Santo António, Alagoas, Moita, Casteleiro, Santo Estevão, Pêga… Pouco escapou no concelho. “Um homem com 150 ovelhas já foi ao Fundão ver se lhe alugam umas quintas.”
Ontem, quando Orlindo saiu de Dirão da Rua eram já umas 9h00. Por volta dessa hora, o namorado de Sara Ferreira viu lume na estrada que liga Sortelha ao Sabugal. Chamou-a. Veio ela, o namorado, o irmão, o padrinho, os pais, com pás, com ramos a tentar salvar o pasto da vizinha. Os moradores mal se têm deitado. “Os fogos andam tanto!”
À hora do almoço, no posto de comando montado no Espinhal, descansavam dezenas de bombeiros de norte a sul do país. O comandante Operacional Distrital da Guarda, António Fonseca, dava uma volta pelo terreno: “Temos homens espalhados por todo o perímetro, neste momento está tudo controlado.” Às 14h56, o sinistro reacendia-se em Quinta do Anascer e para lá eram mobilizados 340 elementos apoiados por 114 viaturas, um helicóptero de ataque inicial, um helicóptero bombardeiro pesado, dois aviões de ataque inicial e três aviões bombardeiros pesados. Entraria em rescaldo às 21h00.
Desolada, Maria de Lurdes já nem dava pelo movimento. Quando o seu “inferno” acabou, levou as mãos ao céu: “Graças a Deus, salvou-se este abrigo de gente pobre.” Ainda esperou pelo regresso das cabras. Só uma o fez: “Coitadinha. Está toda inchada. Está toda queimada. Está cega. Nem come.” Maria de Lurdes não espera que ela se salve. Um vizinho já lhe ofereceu uma cabrinha. O campo de milho “está tostado”. Nem imagina como estarão as batatas debaixo da terra. “Eu e o meu marido não sabemos ler. Donde a gente se governa é no campo. Foi donde a gente criou os filhos.”
Nem reforma tem ainda: “Nunca paguei Caixa. Até para pagar a do meu homem era à rasca!” Foi à Segurança Social em Abril, depois de completar 65 anos. Mandaram-lhe uma carta a pedir uma fotocópia do bilhete de identidade. Levou-a um vizinho. Ela dera “cabo do pé esquerdo – não podia andar”. E não tem dinheiro para táxi.
jcl (com jornal «Público»)

Marlene Leitão no jornal «O Interior»Jornal: «O Interior»
Título: «Ruivós – mais perto do Mundo».
Lead: «Pequena aldeia do concelho do Sabugal ainda não tem rede de saneamento básico, mas já pode aceder gratuitamente à Internet.»
Fotografia: Marlene Leitão e o seu portátil.
Jornalista: Ricardo Cordeiro

A estrada de acesso à localidade não é a melhor, a rede de telemóvel é escassa e o saneamento básico ainda está por chegar. Contudo, desde o último fim-de-semana que os habitantes de Ruivós, no concelho do Sabugal, têm acesso gratuito à Internet via wireless (sem fios), oferecido pela Junta de Freguesia…

Pode ler a estória completa esta semana no jornal «O Interior». Aqui.

Artigo do Semanário «Sol» sobre Ruivós. Aqui.
jcl

Está marcada para o dia 20 de Junho a VII Gala Empresarial do Distrito da Guarda – Sabugal 2009 organizada pelo semanário «Nova Guarda» em colaboração com a Câmara Municipal do Sabugal. A cerimónia de entrega dos galardões decorrerá no Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito.

Nova GuardaA VII Gala Empresarial do Distrito da Guarda, organizada pelo semanário «Nova Guarda», com a colaboração da Câmara Municipal do Sabugal está marcada para o dia 20 de Junho de 2009 no Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito. O programa da Gala integra um jantar, seguido da cerimónia de entrega de distinções às empresas e empresários, variedades e, para finalizar, um espectáculo pirotécnico multimédia.
O galardão «Empresa do Ano» tem por objectivo premiar e divulgar as empresas que se destacaram ao longo do ano e que melhor contribuíram para o desenvolvimento económico e social do distrito da Guarda. Pretende-se com esta iniciativa incentivar outras empresas a optarem por um modelo de desenvolvimento que as conduza à excelência. O galardão consta de um troféu que será atribuído ao melhor classificado em cada um dos sectores de actividade e em cada uma das áreas de intervenção definidas no regulamento do concurso.
Podem candidatar-se ao Galardão «Empresa do Ano» as sociedades com actividades nas áreas da Indústria, Comércio, Construção, Turismo e Serviços, sedeadas no distrito da Guarda, ou noutra área geográfica, desde que possuam estruturas no distrito e que contribuam para o seu desenvolvimento sócio-económico. Serão ainda atribuídos galardões às empresas que mais se notabilizaram nas seguintes áreas de intervenção: Qualidade/Ambiente, Inovação, Internacionalização, Valorização dos Recursos Endógenos, Jovem Empresário, Mulher Empreendedora e Projecto Académico.
Para além das oito distinções há ainda mais duas: Trajectória Empresarial e Especial Gala Empresarial da responsabilidade das nomeações da comissão consultiva da Gala.
As candidaturas deverão ser apresentadas nas instalações do jornal «Nova Guarda» ou junto das associações, até ao dia 29 de Maio de 2009.

Iniciativa louvável que tem no director do «Nova Guarda», António de Andrade Pissarra, o seu principal dinamizador e responsável. As boas práticas de gestão aliadas à criação de emprego e riqueza na região merecem todo o nosso apoio e reconhecimento.
jcl

Afirma Ignacio Ramonet, criador e presidente do Observatório Internacional dos Media, que é o sistema que engana e não os jornalistas.

António EmidioCom estas palavras leva-nos a crer que os jornalistas muitas vezes têm que se controlar a eles próprios para não se desviarem da linha editorial do jornal, da revista e do canal televisivo, não colidindo com os interesses dos accionistas, ou patrão, do meio de comunicação onde trabalham.
Qual é o jornalista do Le Monde, ou do Fígaro que se opõe num artigo ou numa crónica num desses jornais, à venda de armas por parte dos grupos Dassault e Lagardère, empresas que fabricam e vendem armas? Penso que nenhum, pela simples razão de que essas duas empresas são donas do Le Monde e do Fígaro.
Os Media estão integrados em grupos que o que mais lhes interessa é o lucro. A informação, a publicidade e a comunicação estão cada vez mais interligadas, daí resulta que a informação se tornou mais uma mercadoria, e o jornalista está somente para produzir, proletarizou-se, cada vez trabalha mais e recebe menos salário. A partir daqui a responsabilidade de toda a manipulação mediática é dos gestores mediáticos que não admitem outros pontos de vista senão aqueles que convêm aos seus interesses.
Pensa-se muitas vezes erradamente que são só os regimes totalitários que manipulam a verdade. Infelizmente a democracia recorre cada vez mais à propaganda para justificar modos de conduta moralmente duvidosos. O poder mediático é o único poder que nas nossas democracias não tem contra-poder, e isso é pouco saudável para a própria democracia.
Não posso terminar este meu artigo, que é um complemento do anterior «O que é a opinião pública?», sem um profundo e sincero agradecimento ao Paulo Leitão e ao José Carlos Lages por esta ÁGORA que é o blogue Capeia Arraiana, este espaço de liberdade onde nos podemos exprimir. Prossegui com o nobre caminho que escolhestes. A liberdade é sempre a liberdade dos que pensam de outra maneira, por mais que custe às mentalidades conservadoras, digo conservadoras porque conservam as mesmas ou parecidas maneiras de actuar das sociedades tradicionais e pré-democráticas, aquelas mentalidades que afastam como ilusório ou insensato a tentativa de se conseguir um Mundo diferente àquele que nos oferece a realidade no presente momento.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

A edição n.º 617 do semanário «Nova Guarda» (20 de Agosto de 2008) inclui um suplemento especial sobre as Terras do Forcão intitulado «Olá Raia! Viver a Tradição» com uma panorâmica abrangente e cuidada sobre as grandes festas taurinas do mês de Agosto no concelho do Sabugal com encerros, capeias e desencerros. «Terei que dizer que não a um segundo mandato por questões de saúde», é uma das afirmações do presidente Manuel Rito Alves na entrevista que concede ao jornal.

Nova GuardaIlustrado com imagens, muitas e bonitas imagens da maior tradição sabugalense o suplemento inclui uma interessante e bem estruturada entrevista da jornalista Eduarda Pereira a Manuel Rito Alves, presidente do município sabugalense, onde o carismático líder confirma que não se vai recandidatar a um segundo mandato por motivos de saúde.
A fechar pode ainda ler-se um artigo que nos lembra que as aldeias da Raia estão cada vez mais bonitas e com melhor qualidade de vida.
Mas o nosso destaque de hoje vai para o editorial do director do «Nova Guarda», António de Andrade Pissarra, intitulado «O despovoamento do Interior». Com a devida vénia aqui reproduzimos um trecho dos seus pensamentos escritos:
«Perante tantos migrantes e emigrantes que anualmente regressam às suas terras, somos levados a concluir que a partida não terá sido fácil e razões muito ponderosas estarão na base de tão difícil decisão, ainda que os portugueses tenham espírito aventureiro. Ora, a questão que se coloca prende-se com a falta de investimento para que não se criassem condições para tamanho êxodo. Será que com políticas mais eficazes seria preciso fechar tantas escolas, tantos serviços de saúde e outros? Talvez não e um correcto aproveitamento do território deveria ter tido outros critérios. Até o turismo de que tanto se fala não pode viver sem pessoas. A adesão à União Europeia e a abolição das fronteiras tornaram obsoletas determinadas actividades e serviços, sem que se verificassem contrapartidas. A consequência foi a partida de muitas, nomeadamente para a região da Grande Lisboa, empobrecendo o interior.»

Jornal arrumado, actual, com qualidade gráfica e jornalística. Nem tudo vai mal… na Imprensa da região beirã.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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