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A Itália existe? Ou, pelo contrário haverá duas Itálias, ou até uma por região. É uma questão que os tratadistas habitualmente se põem (por todos Patrick Meney, in «A Itália de Berlinguer»).

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaNa obra referenciada, pode, com efeito, ler-se:
«Parece tratar-se de dois países: um rico, industrializado; outro pobre, em vias de desennvolvimcnto; dois mundos, onde apesar de tudo, se fala a mesma língua, mas em que as palavras nem sempre têm o mesmo sentido; dois mundos em que o elemento de unidade mais aparente é o Fiat 500.
Mas um Fiat 500 que, no Norte, é utilizado como segundo carro e que, no Sul, é um automóvel que serve para tudo, por único.»
Como se sabe, a República Italiana tem pouco mais de meio século: nasceu do referendo popular de 2 de Junho de 1946, três anos após o derrube de Mussolini. E a unificação italiana ainda não atingiu os cem anos.
E, naquela manta polícroma de cidades que forarn estado, mantem-se fortemente acentuado o contraste norte-sul.
Passamos mais uma vez a palavra a Patrick Meney:
«Mezzogiorno, Sicília.,Calábria, Apúlia, Campanha, Sardenha, Basilicata, Molise.
Um sul que se estende bem para o interior da bota. Em que, ainda mesmo agora, o turista pouco se aventura. O Cristo parou em Emholi. O estrangeiro não foi para além de Roma. O industrial, esse, não passou de Nápoles…
Mostra-se bem diferente o Norte: Nevoeiros, chuvas, chaminés de fábricas, zonas industriais,cruzamentos de auto-estradas, grandes cidades tristes com avalanchas de operários que, de manhã cedo, são tragados pela Fiat ou pela Alfa Romeu. Combóios de mercadorias. Navios… É a outra Itália, a que produz, a que trabalha, a da reconstrução, a do êxito… Com todos os industriais do País, com os créditos, a de que os italianos se orgulham, a que permite ao País colocar-se entre os sete mais; a que serve de caução aos empréstimos vindos do estrangeiro…
Enfim, uma Itália que se dá ares de Alemanha…»
Milão vale como símbolo de toda esta opulenta região de que é verdadeiramente a capital, sendo também por isso, a capital económico-financeira de toda a Península.
Aliás, o seu valor de símbolo não vem de hoje.
O império sacro-romano-germânico tinha-o na conta de uma das suas melhores jóias.
Pelos séculos, as rivalidades entre as potências que aspiravam ao domínio da Europa centrava-se por ali.
Francisco I, de França, o galo indino verberado pelo nosso Camões, revelou-o numa frase lapidar:
Eu e meu primo Carlos V estamos finalmente de acordo. Ambos queremos Milão. Ou, diria um outro imperador, se a Itália fosse uma vaca, Milão ou meIhor o Milanado, seria o lombo.
O seu contributo para o equilíbrio da balança de pagamentos; a elevada percentagem no produto interno bruto, o prestígio de que goza a nível interno e externo fazem da região (uma das vinte em que a Itália se decompõe) um autêntico oásis.
De tal modo que assegura quase um quarto do rendimento nacional.
Não releva apenas a raça, mais próxima dos bárbaros vencedores de Rómulo Augustulo do que dos etruscos ou sabinos.
A madre natura ajudou também: as montanhas que ocupam 43% do território não são, ao contrário do que poderia pensar-se, uma desvantagem. Bem pelo contrário: desde o começo da Revolução Industrial que elas fornecem os cursos de água necessários à produção de energia. Estão, por isso, na base da arrancada industrial.
Aliás, o alto grau de pluviosidade, em marcada oposição com a secura escalavrante do Sul e Ilhas serviu de antecâmara à criação da riqueza, potenciando uma agricultura rentável, geradora de fundos afectáveis a outras iniciativas.
Enfim, entre o Milanado e a Calábria verificam-se diferenças que impõem o regionalismo.
A invectiva camoniana a uma distância de quatrocentos anos, a passar, dá-nos conta do que para sempre há-de opor os italianos:
Pois que direi daqueles que em delicias
Que o vil ócio no mundo traz consigo
Gastam as vidas, logram as divícias.
Esquecidos do seu valor ant1igo?
Nascem das tiranias inimicícias
Que o povo forte tem de si imigo
Contigo, Itália, falo já submersa
Em vícios mil e de ti mesma adversa…

Poderá a Europa das Regiões desagregar à Europa das Pátrias? Ou, pelo contrário, acabarão as regiões, por cimentarem mais fortemente as Pátrias?
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

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As viagens sempre constituíram um bom tema para crónicas e livros de memórias. Exploremos, pois, tal como prometido, esse inesgotável filão.

Veneza em dia de regata. À esquerda, a Biblioteca Marciana e o Campanile; à direita, o Palácio dos Doges e, por trás, a Basílica de São Marcos
A Ponte de Rialto, Veneza, Itália Veneza em dias de Acqua Alta O jovem Tadzio, no filme «Morte em Veneza», de Luchino Visconti (1971)

(Passe o cursor nas imagens para ver a legenda e clique para ampliar.)

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaNo último artigo aqui publicado falámos de Roma, do Vaticano, da Capela Sistina e de Miguel Ângelo. E, como uma viagem a Itália representa sempre uma autêntica «orgia cultural», vamos ficar-nos pela pátria dos Césares. Falemos hoje de outra cidade mítica e mágica: Veneza, essa prodigiosa urbe aquática, cujo encanto prende para todo o sempre quem por lá passa. Fica-se irremediavelmente preso ao exotismo das ruas-canais, à beleza dos palácios de arcarias entrelaçadas, ao romantismo das gôndolas balançantes, ao mistério de ruelas e pontezinhas, à melancolia de uma cidade que se afunda e se desertifica.
Manhãzinha cedo, com a brisa marítima a desalinhar-nos o cabelo, tomamos o «vaporetto» e percorremos o Grande Canal. Quando passamos por baixo da Ponte de Rialto temos subitamente a estranha sensação de fazermos parte de um quadro de Guardi ou de Canaletto. Acorrem-nos à memória filmes, pinturas, postais, sons de Vivaldi, numa associação de ideias em verdadeira catadupa. Descemos no coração da cidade: S. Marcos. E extasiamo-nos com a imponência equilibrada do Palácio dos Doges, a digna sede do poder político e económico da Sereníssima República de Veneza entre o século XIII e o século XIX. É um edifício suportado por uma correnteza de arcos ogivais entrelaçados, cuja beleza exterior apenas é suplantada pela riqueza do interior: percorremos deslumbrados as salas e salões recheados com uma profusão inigualável de Tintorettos, Veroneses e Ticianos, lustres de cristal, chãos de mármore e de mosaico, talha dourada, mobiliário requintado e, sempre presente, pairando no ar, o espírito da antiga potência veneziana.
Quando saímos não sabemos para onde nos virar: de um lado, a harmoniosa Biblioteca Marciana, da autoria de Andrea Sansovino (século XVI), anunciando uma exposição sobre o maneirismo italiano; do outro, o elegante Campanile, verdadeiro ex-libris da cidade. Optamos por subir ao campanário e olhar demoradamente a cidade, lá em baixo, entrecortada por espelhos de água reluzentes. Daqui apercebemo-nos perfeitamente do perigo que ameaça Veneza, construída sobre um arquipélago de ilhas rasteiras e lodacentas, no meio de uma laguna. Lá ao longe, avistamos o Lido, que associamos aos hotéis de luxo e à bienal de cinema. Mais longe ainda, apercebemos já as ondas esbranquiçadas do Adriático. À nossa direita divisamos a silhueta majestosa da bela igreja barroca de Santa Maria della Salute. E, aos nossos pés, as cúpulas bizantinas da basílica de S. Marcos parecem cogumelos, ou bolbos gigantes.
Descemos e entramos na basílica marciana. A primeira sensação que se tem é a de que caminhamos sobre uma superfície ondulada, um autêntico mar encapelado: o peso colossal da enorme igreja tem afundado sistematicamente o chão no local dos pilares. Os alicerces instáveis, lodosos, resistiram por mil anos, mas por quantos mais irão resistir?
«Salvemos Veneza!» foi o slogan de muitas campanhas internacionais para a preservação da cidade dos doges. Fundos vultosos têm sido canalizados para esse efeito, sobretudo através da UNESCO. Mas o próprio turismo contribui, hora a hora, para afundar Veneza. As águas ondulam e moem os alicerces. O formigueiro humano desgasta continuamente. E o admirável património secular de Veneza inclina-se e afunda-se, centímetro a centímetro.
Saímos de S. Marcos. Olhamos ainda, de novo, para a fachada embandeirada, onde os painéis de mosaicos refulgem ao sol. Lá está, há quase oitocentos anos, a famosa quadriga trazida de Constantinopla como troféu de guerra, em 1204. Nesse tempo, Veneza iniciava o seu glorioso caminho de grande empório comercial, cidade de tráfico mercantil, próspero entreposto mediador dos negócios entre o mundo muçulmano e o mundo cristão. Até à descoberta da rota do Cabo, por Vasco da Gama, em 1498, Veneza enriquecerá sistematicamente com o comércio das especiarias, das sedas e dos restantes produtos exóticos. O Mediterrâneo Oriental será uma verdadeira coutada veneziana, apenas esporadicamente disputada pela República de Génova, a grande rival. E, mesmo depois da fugaz preponderância de Lisboa no tráfego oriental, Veneza soube reconverter-se e recuperar a sua prosperidade (através da produção de espelhos e cristais, por exemplo). Foi essa prosperidade que lhe permitiu construir igrejas e palácios, acarinhar a pintura e a música, desenvolver as artes fabris.
Descansemos agora um pouco num dos belíssimos cafés centenários da Praça de S. Marcos. No Florian, por exemplo. A decoração, com veludos vermelhos, bronzes dourados e lustres de cristal murano é requintada mas acolhedora. Uma pequena orquestra toca Vivaldi, o grande mestre do barroco veneziano. Tomar um capuccino na esplanada, ao som desta orquestra, constitui um privilégio muito raro.
Prosseguindo o nosso passeio, é tempo agora de procurar um agradável restaurantezinho na zona de Rialto. E, depois, perdermo-nos nas vielas da cidade, descobrindo continuamente recantos surpreendentes, novos ângulos para outra fotografia, atravessando os canais ou ficando, calmamente, a ver passar as negras gôndolas. Sempre negras, em lembrança da grande peste seiscentista que vitimou milhares de venezianos.
E, pouco a pouco, vamos ficando agarrados a esta cidade única, onde só falta cruzarmo-nos com um grupo de misteriosos mascarados carnavalescos. Quando, ao anoitecer, o «vaporetto» nos leva de regresso ao hotel, olhamos já com saudade as silhuetas dos monumentos venezianos reflectindo-se nas águas alaranjadas, como se sempre as tivéssemos conhecido. E prometemos voltar. Muitas vezes.
Hoje, Veneza é para mim como que um pensamento recorrente. Aquela cidade tão melancólica, suspensa sobre as águas que a puxam para si, condenada a um afundamento quase inexorável, não me sai da ideia. E fui reler os relatórios das inúmeras comissões que a querem salvar, em busca de esperança. Talvez se retarde o afundamento, mas as marés invadirão a Praça de S. Marcos cada vez com mais frequência, provocando o já habitual fenómeno da «acqua alta».
Aqui há tempos, numa tarde chuvosa de Abril, fui rever um filme admirável mas melancólico, que sintetiza admiravelmente o drama desta cidade: «Morte em Veneza», de Luchino Visconti. É uma obra-prima do cinema, autêntica trilogia genial, porque nela se reuniram três grandes criadores: Thomas Mann, autor da novela, Gustav Mahler, autor da música utilizada no filme, e o próprio Visconti.
O grande realizador italiano, um perfeccionista obsessivo, conseguiu recriar magistralmente a Veneza da Belle Époque, na qual um compositor alemão, Gustav von Aschenbach, agoniza pelas praças e vielas empestadas pelo scirocco e pela cólera. Von Aschenbach (personagem que vai buscar inspiração ao próprio Thomas Mann e a Gustav Mahler) é uma figura torturada, patética, um homem irremediavelmente preso a um amor platónico clandestino. Fascinado pela beleza inacessível, quase divina, do jovem adolescente Tadzio, o professor Aschenbach morre lentamente em Veneza, ao som do adagietto da 5ª. Sinfonia de Mahler. O dramatismo pungente e quase doloroso da música mahleriana, prolongado até ao insuportável, casa-se de uma forma absolutamente sublime com a morte em Veneza. E, com imensa pena nossa, também ilustra dolorosamente a morte de Veneza.
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

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