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A Electrocôa inaugurou um novo espaço comercial no Sabugal. A empresa, gerida por dois jovens empresários, Ricardo Pires e Filipe Nunes, naturais da freguesia de Penalobo, tornou-se em poucos anos uma referência em toda a zona raiana no comércio de electrodomésticos, sistemas de incêndio, vigilância e segurança, ar condicionado e equipamentos hoteleiros. O novo espaço, situado muito perto do posto da GNR, com um ambiente acolhedor e dinâmico reforça a imagem da Electrocôa como líder no seu sector na região raiana.

GALERIA DE IMAGENS  –  ELECTROCÔA  –  31-7-2010
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A inauguração das novas instalações da Electrocôa – Comércio de Electrodomésticos aconteceu no sábado, 31 de Julho, e foi testemunhada pelo presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, e por muitos amigos (clientes) dos jovens e dinâmicos empresários Ricardo e Filipe, naturais da freguesia de Penalobo no concelho do Sabugal.
O novo espaço comercial é uma loja com ampla montra e localiza-se na Av. Infante D. Henrique, n.º 6, muito perto do posto da GNR, reforçando a posição da Electrocôa como referência no mercado de electrodomésticos.
jcl

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GALERIA DE IMAGENS – 14-9-2009
Fotos Joaquim Tomé – Todos os direitos reservados – Clique nas imagens para ampliar

jcl

«Uma empresa nacional concebeu um sofisticado sistema de detecção de incêndios que permite poupar largos milhões de euros. Apesar de inovador os espanhóis foram pioneiros na aquisição dos aparelhos.»

José MorgadoÉ simples, é eficaz e pode poupar milhões.Chama-se Forest Fire Finder (FFF), é um avançado sistema tecnológico que permite detectar incêndios em menos de cinco minutos e foi concebido pela NGNS- Ingenious Solutions, uma empresa portuguesa que tenta há três anos demonstrar a validade do seu projecto na prevenção de fogos.
Apesar do interesse demonstrado por entidades de todo o país, apenas o Governo Civil de Santarém apostou, até agora, no FFF, tendo instalado o sistema em dois locais estratégicos no concelho de Ourém.
O tão propalado choque tecnológico, uma das bandeiras do Governo de Sócrates, acabaria por se revelar uma miragem para os dois sócios da NGNS, Pedro Vieira e José Matos, ambos com formação na área da física tecnológica. Apesar da indiferença nacional, o projecto nascido na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Nova tem atraído as atenções em diversos países como Espanha (com sistemas instalados na Andaluzia e Galiza), Irão, China, Malásia ou Uruguai.
O Forest Fire Finder acabaria por tomar forma. Através de sensores atmosféricos é possível detectar nuvens de fumo orgânico (aquele que resulta da queima das árvores) num raio de 15 quilómetros. Além dos sensores, o aparelho é munido de câmaras que patrulham 24 horas por dia o terreno, fazendo “varrimentos” de 360 graus. Em Ourém, um dos sistemas esta colocado no castelo e outro na torre da igreja na localidade do Casal dos Bernardos.
Uma vez detectado o fogo, num período que não excede, por regra os cinco minutos, são enviados alertas via SMS, com respectiva imagem da coluna de fumo e localização do incêndio, para as autoridades responsáveis como os bombeiros, a GNR ou a Protecção Civil.
“A taxa de sucesso dos alertas do FFF é superior aos 90%, enquanto que a do sistema tradicional de vigilância ronda os 3%. Não achamos que se deve dispensar os vigilantes florestais mas essas pessoas seriam provavelmente mais úteis na limpeza das matas do que numa torre de vigilância, oito horas por dia, onde as temperaturas atingem os 40 graus”, realça o administrador da NGNS.
Forest Fire FinderSegundo as estimativas feitas pela empresa, “bastariam cerca de 300 aparelhos para cobrir as áreas florestais do país, um custo de 30 milhões de euros, um valor bem mais baixo que os 100 milhões gastos por ano com incêndios em Portugal”, lembra João Matos, que confessa a sua frustração quando assiste pela televisão às cenas, infelizmente, habituais, de incêndios de norte a sul do país. “Sinto que poderíamos estar a ajudar a prevenir a dimensão dos incêndios, pois quanto mais depressa for dado o alerta, mais depressa os bombeiros chegam ao local. Sem custos elevados de utilização de helicópteros, sem perdas de vidas e de habitações”, remata ainda o responsável da NGNS.»
A quando da visita recente do Sr. Presidente da República às zonas ardidas, alguém neste Blogue comentou que «depois de casa roubada, trancas à porta».
Ainda é cedo e não vi ninguém a por «trancas», mas «vale mais tarde do que nunca» e esta autentica tragédia, que se abateu sobre o Sabugal, sirva para, mais que não seja, acordar, quem de direito, para medidas de prevenção, atempadas, começando a actuar, na prática, sobre os factores próximos e remotos que contribuíram e continuam a contribuir, para estas desgraças, factores que já foram elencados e muito bem, neste blogue.
Mas, como agora é um período de promessas vãs e não de «mãos à obra», façamos votos que «a história não se repita»
Deixemos passar estes períodos eleitorais, com a certeza porém que se continuarmos a agir, como até agora, mais ano menos ano voltamos ao mesmo.
Os subsídios são bem vindos, como medidas curativas, que são e justas indemnizações, mas é fundamental investir nas medidas preventivas, que saíam «fora do papel».
Já muitos povos e povoados, se ergueram, com mais vigor, após terra queimada, fruto de guerras, catástrofes naturais ou provocadas.
Sigamos esses exemplos que a história nos dá.
(Artigo com extractos da crónica da jornalista Marisa Antunes.)
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

GALERIA DE IMAGENS – 14-9-2009
Fotos Joaquim Tomé – Todos os direitos reservados – Clique nas imagens para ampliar

jcl

A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua memória fotográfica para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Data: 11 de Setembro de 2009.

Local: Sortelha.

Legenda: Visita surpresa ao concelho do Sabugal do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, em visita surpresa ao concelho do Sabugal ladeado por Manuel Rito, presidente da Câmara Municipal Sabugal e por António Morgado, presidente da Assembleia Municipal do Sabugal na aldeia histórica de Sortelha.

Autoria: Joaquim Tomé (direitos reservados).
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Os fogos devastadores que desgraçaram a parte ocidental do concelho do Sabugal, deixaram um terrível rasto de cinzas e uma tremenda comoção nas pessoas que ficaram prejudicadas. O negrume da terra queimada é bem a imagem de um executivo autárquico desconcertado e inoperante, sem rei nem roque, que não esteve à altura das exigências.

Eólica na Serra de São CornélioA população viveu horas de terror perante a ameaça das chamas que tudo devoravam e destruíam. Quem vivia da lavoura perdeu gado, palheiros, pastagens, oliveiras, castanheiros e vinhas. Foi uma das maiores desgraças que já se abateram sobre este concelho pobre e desamparado.
Por quatro dias o Sabugal, na sua fatal desgraça, foi o centro das atenções públicas. A desventura garantiu-lhe a abertura de telejornais e de noticiários radiofónicos e também a ocupação da primeira página de jornais. O país assistiu, atónito, ao Sabugal incandescente, recordando imagens devastadoras e rostos de comoção perante o pânico, como já não via há alguns anos.
As chamas destruidoras e as consequentes cinzas negras que agora cobrem os campos, são bem a imagem do executivo municipal neste final de mandato autárquico. Estes incêndios que por quatro dias galgavam sucessivamente estradas, caminhos e ribeiros, sem que os bombeiros, os aviões pesados e as populações exaustas os conseguissem controlar, mostram bem o fracasso das tão propaladas medidas camarárias de protecção da floresta. Realmente, clamara-se que o trabalho das equipas de sapadores florestais garantiam a necessária acção preventiva e que a identificação dos pontos de água possibilitariam um eficaz e pronto combate aos sinistros. A Câmara criou até um gabinete técnico florestal que deu conselhos aos produtores e até tomou decisões de proibição: realizar queimadas, fazer lume na floresta; e definiu mesmo obrigações, como a de limpar uma faixa de 50 metros ao redor das edificações.
A verdade é que nada foi eficaz. E acredito mesmo que tais normas, que ficam bem no papel, nunca foram fiscalizadas em termos de aplicação prática por aqueles a quem eram dirigidas.
Por outro lado: o que é feito dos serviços municipais de protecção civil? A sua existência e a sua organização é obrigatória à luz da lei, mas nada nos indica que estivessem sido criados e se mantivessem operativos. Activado sim, terá sido um alegado Plano Municipal de Emergência, que existe também por força da lei. Mas, ao que apurámos, ninguém conhecia os seus termos, porque ninguém fora incumbido de o ler para o caso de ter de o activar.
Perante a catástrofe o reclamado apoio logístico aos bombeiros, que vieram de todo o país, foi escasso e manifestamente insuficiente. Um plano tem de prever a criação de um centro de coordenação operacional, de onde parta esse apoio logístico às forças de intervenção e, se necessário, à própria população. Também tem que conter um inventário e uma lista de contactos dos meios, públicos e privados, que em caso de crise podem e devem ser chamados a actuar.
Termino como comecei: a imagem final deste mandato autárquico são os campos enegrecidos pelas chamas e o olhar de desalento da população, que ficou agora a saber, pela experiência vivida, que está mesmo apenas entregue a si própria.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Segundo notícia do «Correio da Manhã», ninguém chamou a Polícia Judiciária da Guarda a investigar o incêndio que durante quatro dias destruiu 11 mil hectares de mato e floresta e atirou para a miséria centenas de agricultores do Sabugal.

Polícia Judiciária«Estranhamente sabemos desse incêndio pela comunicação social e pelo fumo que causou», desabafou ao «Correio da Manhã» uma fonte policial, sublinhando que «as autoridades que estiveram no terreno entenderam não informar a PJ».
Assim se justifica que o fogo não está a ser investigado pela polícia, mau grado as suspeitas levantadas pelo presidente da Câmara que disse suspeitar de fogo posto. O facto leva a fonte com que o jornal diário falou, a lamentar não estar a investigar aquele que foi o maior incêndio deste ano no distrito e que causou prejuízos na ordem dos nove milhões de euros.
Entretanto, segundo informação veiculada pela agência Lusa, a Polícia Judiciária deteve um homem pela presumível autoria de um crime de incêndio florestal praticado quinta-feira passada na Cerdeira do Côa, concelho do Sabugal.
O detido, um servente, solteiro, de 47 anos, vai ser levado a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.
O incêndio em causa consumiu uma área relativamente pequena de mato, dada a pronta intervenção de populares e dos bombeiros do Sabugal, mas colocou em perigo vários hectares de pinheiro bravo.
Neste caso, a PJ, através do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, teve a colaboração da GNR.
plb

O executivo da Câmara Municipal do Sabugal fez esta sexta-feira, 4 de Setembro, uma primeira avaliação dos danos registados no concelho pelos incêndios florestais da última semana. «As freguesias mais afectadas devem ser Sortelha e a Moita e os prejuízos totais estão estimados entre sete a dez milhões de euros», disse à agência Lusa o presidente da autarquia.

Incêndio no Sabugal - Foto Joaquim Tomé (Tutatux)

Na reunião de hoje do executivo municipal foi discutida uma «primeira avaliação» dos danos registados no concelho, que estão, sobretudo, relacionados com «a agricultura e a floresta».
O documento analisado, elaborado pela autarquia em colaboração com os serviços regionais do Ministério da Agricultura, não traduz um «levantamento exaustivo» dos prejuízos, sendo que o relatório final só deverá ficar pronto «na próxima semana».
«Ainda não temos o registo de todos os proprietários que foram afectados pelas chamas», adiantou Manuel Rito, presidente da Câmara sabugalense, contando que «todas as freguesias atingidas têm gente com a agricultura afectada e parece que as mais afectadas serão Sortelha e Moita».
«Há agricultores «que perderem cem por cento das pastagens para o gado», daí que a autarquia também tenha deliberado, em colaboração com a Acrisabugal-Associação de Criadores de Ruminantes do Concelho do Sabugal «a aquisição de forragens para distribuição gratuita aos criadores de gado do concelho».
Na habitual reunião das sextas-feiras foi, também, decidido que na Zona de Caça Municipal a caça ficará apenas permitida «a proprietários» e foram pedidos apoios para que os habitantes tenham subsídios para «aquisição de lenha».
A autarquia também vai pedir ao Governo «que possa implementar no concelho o cadastro geométrico da propriedade, para que a Câmara possa implementar o agravamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) aos proprietários que não limpem os terrenos, para que se possa pensar em emparcelamento no futuro», adiantou o autarca que se mostrou satisfeito pelo facto de o Ministério da Agricultura ter hoje anunciado medidas de apoio aos agricultores da região.
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas anunciou em comunicado ter decidido «com base num primeiro inventário realizado por técnicos no dia seguinte à extinção do fogo, criar um conjunto de medidas de apoio aos agricultores lesados».
A nota adianta que «haverá um apoio extraordinário para os agricultores afectados, destinado à alimentação animal, que será de cinquenta euros por cabeça de ovino e caprino e de cem euros por cabeça de bovino».
O Governo também vai «conceder ajudas à reposição do potencial produtivo (medida inscrita no PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural) no máximo de apoio legalmente previsto, ou seja, cinquenta por cento a fundo perdido».
«Este apoio permitirá reparar, por exemplo, situações de perda de olival, de vinhas, de animais mortos, de colmeias e também de equipamentos agrícolas, caso de motores de rega e tubagens», salienta a nota ministerial.
O primeiro inventário realizado detectou prejuízos nas freguesias de Bendada, Casteleiro, Moita, Sortelha, Santo Estêvão, Aldeia de Santo António, Água Belas, Baraçal, Quintas de S. Bartolomeu, Rapoula, Vila do Touro, Vale de Espinho, Quadrazais, Foios e Soito.
jcl (com agência Lusa)

Hoje destacamos o jornal «Público» pela sua chamada de primeira página à tragédia que se abateu sobre o concelho do Sabugal. A foto a quatro colunas de Nélson Garrido está titulada «Três dias de fogo devoram floresta de um concelho pobre».

«Maria de Lurdes salvou as vacas do incêndio, mas perdeu as cabras» é o título da crónica da jornalista Ana Cristina Pereira sobre os trágicos incêndios no concelho do Sabugal que merece honras de primeira página, esta quarta-feira, no jornal «Público».
O Capeia Arraiana reproduz, de seguida, o excelente artigo do jornal «Público» onde «ouvimos», mais uma vez, o relato na primeira pessoa de estórias de sabugalenses humildes que viram a sua vida dramaticamente alterada por mais de 50 horas de terror provocadas pelos incêndios incontroláveis que tudo destruíram.

«Uma galinha andou a esgravatar atrás da casa de Maria de Lurdes Esteves e pôs um ovo no caminho de terra batida. Atrás da casa, quase não há mato para fazer ninho. As chamas cobriram tudo de negro. “Está tudo desgraçado. Lá foram cinco cabras, dois palheiros de feno, dois carros de bois.”
O seu olhar estende-se até ao cimo do monte. “Passaram aí a dizer para botar os animais na rua.” Obedeceu. A noite engolira o domingo. Quinta da Ribeira da Nave, no Sabugal, transformara-se num “inferno”. As chamas cercaram a casa. “Para onde fugir com os animais?”
O vizinho, Orlindo Pires, julgou-a apoquentada. Mas a Quinta de Ribeira da Nave vivia o pior sinistro desta época de incêndios. Ele também “estava numa aflição”: “Nós até a água da piscina tirámos para ajudar os bombeiros!” E perderam carvalhos, macieiras, pessegueiros, vinhas, um palheiro de feno.
O incêndio deflagrou por volta da 1h00 de domingo entre a Moita e o Casteleiro. Chegou a ser dado como extinto à hora do almoço. Domingo à tarde, descontrolou-se. Na segunda-feira, tornou a parecer domado e a descontrolar-se. E ontem também.
No domingo à noite, como muitos vizinhos, o marido de Maria de Lurdes ocupou-se da casa. Pôs-se a regá-la. Tantos fardos de feno armazenados nas traseiras! “Se o lume chegava ao feno, ia casa, ia tudo.” A mulher pegou nas duas vacas e levou-as para o ribeiro que corre, fino, a uns metros. Três bombeiros mergulhavam as cabeças no poço. O fumo era denso. Ardiam-lhes os olhos. Salvou as vacas, as três galinhas, o burro. As cabras é que não. “Bem as ouvia berrar!”
Por volta das cinco da manhã de segunda-feira, uma bombeira pediu para usar a casa de banho dos Pires e perguntou se não havia fruta. Carmelinda Pires, que “é muita dada”, pegou na fruta que tinha e deu-a toda. E leite, pão, queijo, presunto.
Na segunda à tarde, Orlindo correu para Dirão da Rua.”Até os pés se me desgastaram de tanto andar.” Tem feridas nos dedos. “Os bombeiros não conseguem fazer tudo. Já viu a extensão do fogo?” Alguns especialistas falam em 15 mil hectares. Em redor das povoações de Sortelha, Urgueira, Santo António, Alagoas, Moita, Casteleiro, Santo Estevão, Pêga… Pouco escapou no concelho. “Um homem com 150 ovelhas já foi ao Fundão ver se lhe alugam umas quintas.”
Ontem, quando Orlindo saiu de Dirão da Rua eram já umas 9h00. Por volta dessa hora, o namorado de Sara Ferreira viu lume na estrada que liga Sortelha ao Sabugal. Chamou-a. Veio ela, o namorado, o irmão, o padrinho, os pais, com pás, com ramos a tentar salvar o pasto da vizinha. Os moradores mal se têm deitado. “Os fogos andam tanto!”
À hora do almoço, no posto de comando montado no Espinhal, descansavam dezenas de bombeiros de norte a sul do país. O comandante Operacional Distrital da Guarda, António Fonseca, dava uma volta pelo terreno: “Temos homens espalhados por todo o perímetro, neste momento está tudo controlado.” Às 14h56, o sinistro reacendia-se em Quinta do Anascer e para lá eram mobilizados 340 elementos apoiados por 114 viaturas, um helicóptero de ataque inicial, um helicóptero bombardeiro pesado, dois aviões de ataque inicial e três aviões bombardeiros pesados. Entraria em rescaldo às 21h00.
Desolada, Maria de Lurdes já nem dava pelo movimento. Quando o seu “inferno” acabou, levou as mãos ao céu: “Graças a Deus, salvou-se este abrigo de gente pobre.” Ainda esperou pelo regresso das cabras. Só uma o fez: “Coitadinha. Está toda inchada. Está toda queimada. Está cega. Nem come.” Maria de Lurdes não espera que ela se salve. Um vizinho já lhe ofereceu uma cabrinha. O campo de milho “está tostado”. Nem imagina como estarão as batatas debaixo da terra. “Eu e o meu marido não sabemos ler. Donde a gente se governa é no campo. Foi donde a gente criou os filhos.”
Nem reforma tem ainda: “Nunca paguei Caixa. Até para pagar a do meu homem era à rasca!” Foi à Segurança Social em Abril, depois de completar 65 anos. Mandaram-lhe uma carta a pedir uma fotocópia do bilhete de identidade. Levou-a um vizinho. Ela dera “cabo do pé esquerdo – não podia andar”. E não tem dinheiro para táxi.
jcl (com jornal «Público»)

O presidente da Câmara do Sabugal não afasta a hipótese de pedir ao Governo a declaração do estatuto de calamidade pública, devido à vaga de incêndios no concelho nos últimos dias.

incendioEsta tarde, em declarações à estação de rádio TSF, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Rito, disse que os prejuízos ainda não foram totalmente contabilizados, mas mostrou-se convicto de que serão bastante elevados: «Os principais prejuízos são na agricultura, arderam principalmente pastos, palheiros, olival e vinha». Mas para se ter uma ideia da dimensão do problema é necessário deitar contas aos prejuízos: «Tudo será equacionado em função da avaliação que vamos fazer», concluiu o autarca.
Desde a madrugada de domingo que o concelho tem sido atingido por vários incêndios de grande dimensão, os quais causaram avultados prejuízos à população.
Manuel Rito espera que ainda esta semana se conclua a avaliação dos prejuízos em todo o concelho, para então decidir se pede ao Governo a declaração do estatuto de calamidade pública, via necessária para que o concelho receba apoios públicos para fazer face à catástrofe.
plb

O presidente da Junta de Freguesia da Aldeia Histórica de Sortelha, no Sabugal, adiantou hoje à agência Lusa que o incêndio que começou no sábado à noite em Ribeira da Nave causou «prejuízos elevados e os animais ficaram sem alimentos».

Luís Paulo«A área da freguesia ardeu toda», disse à agência Lusa Luís Paulo, presidente da Junta de Freguesia da Aldeia Histórica de Sortelha, recordando que é a segunda maior freguesia em área do concelho do Sabugal com cerca de 43 quilómetros quadrados.
O autarca contou que o fogo deixou um rasto de destruição na zona, causando «prejuízos elevados que ainda não estão contabilizados, queimou animais, arrecadações agrícolas e árvores, sobretudo castanheiros e oliveiras».
Os habitantes das povoações vizinhas, rodeadas pelas chamas, contaram à Lusa que não dormiram durante a noite, tendo ficado «a guardar o fogo, para que não chegasse às casas».
«Durante a noite o fogo atacou mais a povoação da Moita, mas de manhã chegou aqui ao Casteleiro. Deitei-me por volta da uma da manhã mas não consegui dormir e alguns vizinhos estiveram acordados toda a noite», contou Micaela Marques, 77 anos, moradora na aldeia de Casteleiro.
Na vizinha localidade de Terreiro das Bruxas, Maria Fernandes, 68 anos, relatou à Lusa que «foi tudo muito rápido e a aldeia foi lambida pelo fogo, que chegou mesmo às casas porque o vento mudou muito depressa e quando demos conta estava já aqui na povoação onde destruiu oliveiras e carvalhos e pôs uma padaria em perigo».
Na aldeia de Urgueira, também fustigada pelas chamas, Maria Nabais, relatou que «o fogo andou de volta do povo mas não arderam casas». «O meu marido esteve toda a noite a vigiar o fogo e não dormiu», contou.

Tragédias contadas na primeira pessoa e que nos atingem a todos.
jcl

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O incêndio de grandes proporções que lavra na zona do Sabugal há quase 48 horas tem agora uma frente activa que avança em direcção à localidade de Rapoula do Côa soube a Lusa junto de fonte da GNR. (22:00, 31-8).

agência LusaEm declarações na Vila Touro ao jornalista António Sá Rodrigues (agência Lusa) o major António Almeida, da GNR, informou as chamas já terão progredido em direcção ao Baraçal e seguem em direcção a Rapoula do Côa.
A frente de fogo, empurrada por vento forte, progride com grande intensidade, sendo visível da aldeia de Vila do Touro, onde ao princípio da noite uma outra frente de fogo rodeou algumas casas.
jcl (com agência Lusa)

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O CDS do Sabugal emitiu um comunicado à Imprensa assinado pela candidata Ana Charters que reproduzimos na íntegra.

CDS-PP«A candidatura do CDS à Câmara do Sabugal lamenta a falta de meios para combater os incêndios que têm vindo a consumir grande parte da floresta da nossa região.
Como foi possível ver nas reportagens das televisões são as populações sozinha e com os seus próprios meios que combatem o fogo que se aproxima dos seus haveres.
Assim se vê a desertificação e abandono a que foram votadas estas regiões e as suas populações.
O CDS lutará com o Governo que venha a sair das proximas eleições legislativas para inverter esta situação e colocar meios de luta e socorro junto das populações das Nossas terras.
Ana Charters
Candidata à Câmara Municipal do Sabugal»

Um incêndio de que não há memória no concelho do Sabugal está a consumir oliveiras, castanheiros, carvalheiras e mato nas localidades da Moita, Casteleiro, Sortelha, Santo Estêvão, Urgueira, Aldeia de Santo António, Espinhal e Quintas de São Bartolomeu. A Protecção Civil, os bombeiros e os meios aéreos têm sido impotentes para travar o avanço das chamas. Algumas das estradas de acesso ao Sabugal estão neste momento (18:30 horas) cortadas ao trânsito. Um responsável da Câmara Municipal do Sabugal, em directo na «Antena 1», não soube dizer se havia ou estava já activado o Plano Municipal de Emergência.

GALERIA DE IMAGENS – 31-8-2009
Fotos Cláudia Bispo – Clique nas imagens para ampliar

jcl

Os aviões de combate a incêndios atestam os depósitos de água na barragem do Sabugal num vai-vem contínuo entre a zona do sinistro e a albufeira…

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A «Imagem do dia» e a «Imagem da Semana» são dois destaques em imagens sobre acontecimentos, momentos ou recordações relevantes. Ficamos à espera que nos envie a sua memória fotográfica para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Data: 30 de Agosto de 2009.

Local: à porta do cybercafé «O Bardo» no Largo do Castelo no Sabugal durante a Feira Franca.

Legenda: E o dia fez-se noite… O incêndio de Sortelha transformou o céu do Sabugal numa imensa nuvem de fumo negro.

Autoria: Kim Tutatux.

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O incêndio que deflagrou cerca da uma hora da madrugada deste domingo na zona do Casteleiro e chegou a ser dado como circunscrito pelo meio-dia voltou a reacender e ameaça agora, pelas nove horas da noite as populações de Sortelha e Urgueira. No local estão mais de uma centena de bombeiros das corporações da região com reforços de Castelo Branco e Évora e militares do Exército apoiados por 39 viaturas e um helicóptero.

Incêndio no SabugalUm incêndio de enormes proporções que deflagrou durante a madrugada deste domingo numa zona de mato entre as freguesias da Moita e do Casteleiro está a ameaçar as populações da aldeia histórica de Sortelha e da Urgueira. Com duas frentes activas foram accionados os grupos de reforço de incêndios florestais de Castelo Branco e de Évora e dois pelotões militares. O sinistro chegou a ser dado como circunscrito e em fase de rescaldo por volta do meio-dia. No entanto o alarme de reactivação foi dado às 16.47 horas e mantém-se fora de controlo tendo atingido zonas de mato nas freguesias do Casteleiro, Santo Estêvão, Sortelha e Urgueira.
Em declarações ao Capeia Arraiana o presidente da Aldeia Histórica de Sortelha, Luís Paulo, considerou este incêndio «como um dos maiores de que tem memória na região». O autarca mostrou-se preocupado com as populações e os animais descrevendo o cenário que se avista do alto das muralhas do Castelo de Sortelha como dantesco. «O incêndio começou no Casteleiro, já passou pelo mosteiro junto às eólicas, entrou nos limites de Santo Estêvão e está em direcção à Urgueira deixando um rasto de destruição nas culturas e nas oliveiras da freguesia de Sortelha», disse-nos telefonicamente Luís Paulo numa comunicação telefónica onde se conseguiam ouvir em fundo os gritos das populações no combate ao sinistro.
Em declarações ao «Diário de Notícias» uma fonte da Autoridade Florestal Nacional considerou que «a Guarda tem sido dos distritos mais afectado pelos fogos neste mês de Agosto. Até 15 de Agosto estavam contabilizados 23.703 hectares de área ardida e o distrito mais fustigado foi Vila Real onde terão sido consumidos pelos incêndios cerca de 4475ha. Porém os fogos dos últimos dias nos concelhos do Sabugal, Guarda e Seia provocaram uma área ardida de mais de 1500 hectares o que alterou este cenário». De acordo com esta fonte «só no incêndio de Pega, no concelho da Guarda, arderam mais de 1000 hectares o que se tornou num cenário desastroso para este distrito», conclui.
Às 21.59 horas o Posto de Comando Operacional na Serra de São Cornélio considerava o incêndio que teve início em Ribeira da Nave, Sabugal, como «Não circunscrito».
A tudo isto há a acrescentar um novo incêndio há dois dias atrás na zona de Vale das Éguas/Ruvina que, curiosamente, teve início segundo alguns populares perto do local onde no início do mês de Agosto ocorreu outro sinistro.

MAPA DO INCÊNDIO – 30-8-2009
23:30 Governadora Civil da Guarda a caminho do local
21:59 Posto de Comando Operacional na Serra de São Cornélio
17:15 Incêndio com três frentes activas. Arde mato e pinhal
16:47 Reactivação do incêndio
12:21 Incêndio em rescaldo às 12h06
11:40 Incêndio circunscrito às 11h14
10:13 Accionados dois pelotões militares
8:04 Accionados dois Aviões Bombardeiros Pesados Canadair
7:17 Posto de Comando Operacional no Terreiro das Bruxas
6:39 No local: 2.º Comandante Operacional Distrital
e Veículo de Planeamento, Comando e Comunicação
6:00 Accionados dois Pelotões Militares
6:00 Accionados Grupos de Reforço de Incêndios Florestais de Castelo Branco e de Évora
5:38 2.º Comandante Operacional Distrital a caminho do local
4:52 Comandante das Operações de Socorro (COS)
Comandante do Corpo de Bombeiros de Manteigas
4:32 Incêndio com duas frentes activas

jcl

O primeiro de dois aviões anfíbios russos Beriev, que Portugal alugou para combater incêndios, aterrou ontem, 10 de Julho, na Base Aérea de Monte Real.

Avião russo BerievO Governo tinha anunciado em Maio que dois aparelhos estariam disponíveis no início de Julho para ajudar no combate aos incêndios florestais. O segundo avião Beriev está previsto chegar dentro de alguns dias. O aluguer dos dois aviões custará ao Estado 2,5 milhões de euros, a isso acrescendo 9 mil e 300 euros por cada hora de voo.
A chegada dos dois aviões russos completará o dispositivo operacional de 52 meios aéreos para o combate e vigilância a incêndios florestais neste ano. Com os aviões virão equipas russas de manutenção e operação compostas, num total de cerca de 20 pessoas, entre mecânicos, pilotos e técnicos
O Beriev BE 200 é um avião anfíbio de fabrico Russo para combate a incêndios. Tem capacidade para 12 mil litros de água, que consegue tirar do mar com ondas até 1,2 metros ou de uma albufeira em apenas 14 segundos.
Atrasada está a entrega dos seis helicópteros Kamov, também de fabrico russo, contando-se contudo que os mesmos cheguem dentro de dias a Portugal.
Doze pilotos do Exército foram à Rússia tirar um curso para estarem aptos a pilotarem as aeronaves, mas este Verão, de qualquer forma, ainda terão a ajuda de companheiros russos, especialmente contratados para a época de fogos.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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