You are currently browsing the tag archive for the ‘império’ tag.

O prestígio de Roma atingiu culminâncias tais, quer no plano espiritual, quer no tocante às coisas do mundo, que a Igreja escolheu a cidade para sua sede e todos os imperadores que têm reinado sobre o velho continente se pretendem sucessores dos que brilharam em Roma.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaAté pelo título, já que César, como os reis de França se intitulam desde Carlos Magno, Kaizer, como os de raça germânica desde Otão, ou Czar, nome ostentado pelos de raíz eslava, não são mais do que transcrição literal ou corruptela do cognome de Caio Júlio. Aliás, seria este ao escrever o Bellum Gallicum, por nós mais comummente conhecido por De Bello Gallico (o nome completo será Commentarii de Bello Gallico) quem lançaria as bases para os futuros impérios centro-europeus.
Recordemos o intróito da famosíssima obra:
Gallia est omnis divisa in partes tres, quraum unam incolunt belgae, aliam aquitani, tertiam qui, ipsorum lingua, celtae, nostra, galli apeelantur. Hi omnes, lingua, instituti, legibus, inter se differunt. Gallos ab aquitani Garumna flumen, a Belgis Matrona, et Sequana dividit.
Horum omnium fortissimi sunt belgae, propterea quod a cultu atque humanitate provin-ciae longissime absunt, atque ea animos effeminat, important. Proximique sunt germanis, qui trans Rhenum incolunt, quibuscum continenter belIum gerant.

A tentativa de unir esta série de povos, alguns dos quais em luta incessante, como recorda a expressão «Quisbuscum continenter bellum gerant», muitas vezes ensaiado, tem, repetidamente também, falhado.
Carlos Magno foi mesmo o único que teve algum êxito neste pormenor, já que, depois do Imperador da Barba Florida, a França sempre se revelou insusceptível de fusão com a parte oriental do império carolíngio, que, de resto, não sobreviveu ao seu fundador.
Depois, de Otão aos nossos dias, com a sede em Viena, em Berlim ou qualquer outra cidade, sob hegemonia austríaca ou prussiana, centralizando à maneira bismarquiana toda a administração ou permitindo a coexistência de quatrocentas casas reinantes, todas elas, aparte um ou outro reino ou principiado de maior dimensão, bem pequenos feudos, os antigos galos, celtas ou francos eximiram-se à unificação, não relevando as tentativas de Napoleão (que seriam de sinal contrário), ou as de Guilherme II ou Hitler.
Principiados, condados, ducados, arquiducados, marcas ou marquesados (não esque-cendo que marquês ou pargrave era mesmo o governador militar duma província fronteiriça, a marca), baronias, bispados, até hansas de raíz corporativa, eis os ingredientes sobre que se exercia a autoridade imperial.
De resto, também o sentido expansionista ou concentracionista deste Império sofreu acentuados desvios.
A sua ideia-força resistiu no pangermanismo, mitigado é certo, pois nunca tentou atingir os britânicos, também germânicos, ou os escandinavos, que igualmente o são.
E, mesmo em relação propriamente ao chamado mundo alemão, houve, por igual opções várias. Quando, por volta de 1860, Bismark deu por terminada a unificação da Alemanha, excluíu deliberadamente os alemães que eram, ao tempo, súbditos dos Habsburgos.
E o próprio Hitler, mau grado o furor extremo do seu pangermanismo, deixava de fora a população alemã do Norte de Itália, possivelmente como concessão a Mussolini, seu futuro aliado (futuro, porque esta ideia consta do Mein Kampf, escrito, como se sabe, antes da tomada do poder).
Outros pretendiam que o Império avançasse para Leste, o que significaria a retomada do antigo ódio aos eslavos, que esteve na base da fundação na Áustria, da Ostmark e conduziu os cavaleiros teutónicos até ao Báltico e para além dele.
Era esta a tese dos militaristas prussianos, como se extrai dum exeerto de Ludendorf:
Kovno (nome da capital da Lituânia) ostenta ainda um castelo construído pelos Cavaleiros Teutónicos, um símbolo da civilização alemã no Leste Europeu… Ao contemplá-lo, o meu espírito ficou inundado de poderosas recordações históricas e mentalmente decidi retomar nesses territórios a obra civilizadora que os nossos antepassados ali levaram a cabo, durante séculos. A população, estranha mistura de raças, bem precisará da nossa ajuda, sem a qual cairá sob qualquer dominação, sem dignidade ou elevação…
Para estimular os desejos de conquista, faz-se renascer o tema por um novo Tchinggis Knan – o que nós conhecemos sob o nome de Gengiscão e que no século XIII semeou a ruína desde o Vietname ao Adriático e ao Iemen…
Abastardava-se, assim, uma ideia cheia de significado e heroicidade na sua origem.
O Sacro-Império, como os que o precederam e se lhes seguiram detiveram efectivamente a missão de enfrentar o perigo asiático.
Mas não se limitavam à acção militar.
Civilizavam e cristianizavam, transformando o inimigo de ontem, depois de convertido, em indefectível aliado.
Foi o caso, entre outros, dos húngaros, povo cristão só a partir do século XI, mas que segundo o historiador Sayons, bem pode ser comparado a defensor intemerato da sua nova crença contra os seus irmãos de outrora. Povo ultra-altaico, estranho à origem ari-ana, conquistador imposto à Europa como novo flagêlo de Deus, voltou-se pelas conversões do Rei Geda e seus principais nobres, e, sobretudo pela acção de reis como Santo Estêvão e Ladislau I, contra as imensas aglornerações de tribos altaicas lançadas à conquista dos países eslavos, germânicos e até latinos.
Amálgama de feudos, o Império revelou-se também cadinho de raças…
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

Anúncios

A Europa nasceu sob o signo imperial.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaCom pés de barro, como na visão do chamado festim de Baltasar, foram-se, mesmo assim, os impérios que neste velho Continente se começaram a erigir no tempo de César, mantendo, na generalidede até fim da Primeira Grande Guerra, tendo-lhe alguns até sobrevivido.
A queda de Roma, no último quartel do século V deixou logo o fermento para três novas sedes imperiais: o bizantino (que, de resto, desde a tetrarquia já rivalizava com aquela), o franco (que terá atingido o seu zénite europeu com Carlos Magno, o Imperador da Barba Florida, de resto também precursor do terceiro) e o germânico que remontará no mínimo a Otão, o Grande, pai de um amplexo que tentou a fusão de dois mundos culturais através da instituição do Sacro Imério Romano-Germânico.
Mais tarde, viriam ainda a afirmar-se com apetência imperial a Prússia e a Suécia, com pretensões apenas em relação ao Continente; a Rússia, mais voltada para a Ásia; e as potências marítimas – Portugal, a Holanda, a Espanha, a Inglaterra, a França, a Bélgica e até a Dinamarca.
Outros impérios, não de raiz europeia, mas asiática, exerceram grande influênda no nosso continente.
Para além de hunos, mongóis, e tártaros, que passaram como relâmpagos, há a referir os califados Bagdad e Damasco, ou, acima de todos, o turco, a Sublime Porta do Grão-Turco.
Bizâncio, que depois se chamou Constantinopla, e, mais tarde ainda, Istambul, nasceu mesmo fadada para urn destino imperial, tendo sido por mil anos nó fulcral duma civilização, e, por mais quinhentos, da que lhe sucedeu.
Na Europa, a irrupção de nacionalidades operou a secessão, dando origem aos actuais estados da Grécia, da Bulgária, da Roménia, da Albânia e das repúblicas por que se cissiparizou a Jugoslávia…
Os czares russos e seus sucessores, sempre apostados na dilatação das fronteiras ocuparam-lhe extensos territórios na regiãoo caucásica, enquanto que os austríacos os haviam repelido de todo o cisdanúbio.
A Inglaterra e a França, empenhadas na expansão para além dos mares, apoderaram-se, a primeira da i1has mediterraânicas de Malta e Chipre (embriões de futuros estados), Palestina, Egipto e vastas parcelas das Arábias; enquanto que a segunda estabelecia zonas de influência ou impunha mesmo a sua soberania em zonas imperiais sobrantes do Norte de África e Próximo Oriente.
E até a Itália, país de recentíssima implantação (só em 1861, o Rei do Piemonte se faz aclamar monarca de todo o actual território, aliás depois de, no ano anterior, Garibaldi, com um exército de apenas mil homens, ter arrebatado Nápoles e Sicília aos Bourbons), ainda apareceu a tempo de ficar com uma parte dos despojos; os arquipélagos de Rodes e Dodecaneso nos extremos do mare nostrum; a Tripolitânia e a Cirenaica, que, fundindo-se, geraram a actual Líbia.
Aliado da Áustria e da Alemanha na Primeira Grande Guerra, havia de pagar, quando sobreveio a derrota, a factura sempre exigida aos vencidos, que, na circuntância se cifrou essencialmente na perda de terras.
Dos impérios continentais, só a Rússia, tendo embora sofrido pequenas desanexações, se não viu excluída dos grandes dominios territoriais na Europa e seus limes.
No intervalo entre dois grandes conflitos de dimensao mundial, as potências europeias consolidaram as suas posições para além dos mares.
Mas também esta dominação se revelou éfemera…
Em Ialta e Potdsam.,Estaline e Roosevelt tratavam de revoltar contra a Europa os territórios dos demais continentes onde a colonização estava em marcha, impondo aos povos que as não desejavam, nem para elas estavam preparados, ilusórias e precoces independências, que haviam de levar todos os flagelos aos povos supostamente emancipados.
O homem europeu que, genericamente, acreditava em vantagens recíprocas da sua acção junto dos pretos, amarelos e índios, viu-se contra vontade, liberto de ónus de civilizador.
Esquecia-se, assim, um dos mandatos do Evangelho: Ite et docent omnes gentes.
Esquecia-se também que a génese imperial da Europa nascera com a autoridade papal que se situava acima dos reis e dos povos e esteve na base do nascimento e consolidação de muitos reinos.
O papa encontrava-se efectivamente chefiando uma federação de estados, uma sociedade das nações, a que ele imporia a obrigação de estabelecerem por toda a parte o reino de Cristo, combatendo também pelo aumento da Cristandade.
Monarcas, principes, grãosduques, bem como outros poderosos senhores, embora de menor grau em soberania, buscaram a protecção da Santa Sé.
Uns procuravam protecção contra aspirarações hegemónicas de estados vizinhos (casos de Aragão e da Hungria), dos monarcas normandos das Duas Sicílias ou de Quieve. Outros pretendiam ver-se reconhecidos eomo reis por um poder superior, como Portugal ou a Boémia, as realezas da Sérvia e da Dinarmarca, os reinos cristãos que as cruzadas fizeram nascer no Próximo Oriente.
Outros ainda, como João-Sem-Terra pretendiam também controlar os desmandos dos seus barões. Aquele pobre rei da Inglaterra, em luta contra a França declarou-se vassalo da Santa Sé a quem pagaria anualmente mil libras esterlinas de censo, possivelmente por ver ali uma última esperança de sobrevivência.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

A história é escrita pelos vencedores, uma realidade. Depois de uma guerra, os vencedores impõem também a sua política. A exemplificar esta última afirmação, temos os Estados Unidos que dominam o Mundo depois de terem vencido a Guerra Fria.

António EmidioOs Estados Unidos dizem que o Mundo lhes pertence, passeiam-se nele com um à vontade senhorial. Henry Miller dizia que o homem americano era um robot que andava com a Bíblia numa das mãos e com um rifle na outra. Onde existem matérias-primas ou petróleo, fomentam uma guerra para se apoderarem dessas riquezas. Metade dos refugiados do Mundo são seres humanos que fogem das guerras perpetradas pelos Estados Unidos. A verdade é assustadora e trágica, pela primeira vez na história da humanidade, um só homem é o dono do Mundo. Esse homem é o presidente dos Estados Unidos. Chegou-se a esta situação, uma situação até humilhante, porque as outras nações, principalmente as ocidentais aceitam sem pestanejar a hegemonia de Washington. É raro o político que neste Ocidente faça frente a qualquer inquilino da Casa Branca. Imitámos e, continuamos a imitar tudo de bom e de mau que vem dos Estados Unidos, para eles é um êxito, exportam o «American Way of Life».
Mas a melhor arma dos Estados Unidos, é a guerra ideológica, ou seja, a exportação de programas audiovisuais (cinema e televisão). Nos canais de televisão portugueses, e como é lógico, de toda a Europa, atrevo-me até a dizer de quase todo o Mundo, é impressionante a proliferação de filmes americanos. Já em 1993, representavam esses filmes e também programas, 55% da programação europeia das televisões chamadas «abertas», excluindo as televisões por cabo e as codificadas. Comercialmente, o audiovisual europeu degradou-se de tal maneira que em 1985 perdeu 500 milhões de dólares e, passados dez anos, 1995, perdeu 4000 milhões, isto fez desaparecer na Europa 250.000 empregos.
O Mundo está a atravessar momentos difíceis, pessoalmente acredito que os estados Unidos irão provocar muitas mais guerras para manterem a sua hegemonia politica e económica.
Todo o Império tem um fim. Este vai ver chegar um dia o seu fim. Para meados deste século, os Estados Unidos terão uma população maioritariamente composta por minorias étnicas e raciais, isto significa que os brancos serão somente uma minoria mais. Talvez este seja mais um sintoma desse fim.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Julho 2019
S T Q Q S S D
« Fev    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.142.070 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios