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No passado dia 25, no Complexo das Piscinas Municipais e à semelhança dos anos anteriores, o Município juntamente com a Empresa Municipal Nova Mêda EMM, celebraram a quadra dos Santos Populares com a realização de um convívio para a população com idade superior a 60 anos.

Sendo esta uma quadra festiva que todos os portugueses, quer sejam novos ou idosos gostam muito de comemorar, dedicada aos três Santos Populares, Santo António, São João e São Pedro, esta atividade teve uma grande aceitação, e contou a presença de cerca de 300 «convivas».
O encontro teve início pelas 10H30 com a chegada dos idosos ao complexo, onde foram devidamente acompanhados aos seus lugares para assistir à missa campal que teria inicia por volta das 11H00 na qual também marcou presença o Executivo Municipal. De seguida os presentes conviveram no almoço convívio onde não poderiam faltar a sardinha assada e o caldo verde tão típicos desta quadra. No final do almoço teve lugar à atribuição dos prémios para o melhor manjerico.
A parte de tarde foi reservada à animação musical, onde os utentes do Lar da Santa Casa da Misericórdia presentearam os presentes com a realização de uma pequena marcha popular.
Para o Executivo a realização deste tipo de atividades revela-se de extrema importância, pois ajudam a população mais envelhecida do concelho a viver de forma mais digna e animada.
plb (com CM Mêda)

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O Comando Territorial da Guarda, da Guarda Nacional Republicana, levou a efeito, entre 15 de Janeiro e 29 de Fevereiro, uma operação de recolha de dados, no âmbito da «Operação Censos Sénior 2012», direcionada aos idosos que vivem sozinhos e/ou isolados existentes na área de responsabilidade da GNR.

O Comando Territorial da Guarda procedeu ao registo dos idosos que vivem sozinhos e/ou isolados, e sinalizou aqueles que se encontram em risco, na sua área de acção. Nesta operação foram registados 1912 idosos a residir sozinhos e/ou isolados.
A residir sozinhos foram identificados 1248 idosos (65.27 %);
A residir em locais isolados foram identificados 472 idosos (24.69 %);
A residir sozinhos e isolados, foram registados 192 idosos (10.04 %).
Os concelhos do distrito da Guarda com mais registos de idosos foram: Guarda com 313; Trancoso com 298; Pinhel com 290; Celorico da Beira com 237 e Gouveia com 164.
Os militares da GNR através de uma «ficha de registo» recolheram dados, para efeitos de avaliação do risco e recolha de informação sobre o idoso, nomeadamente: As coordenadas GPS da sua residência; Se tem telefone? Se vive sozinho? Se vive isolado? Se tem família? Qual o tipo de alojamento; Qual o estado de saúde e nível de autonomia; Se tem médico de família? Se recebe apoio e qual a regularidade desse apoio.
Em termos comparativos, em 2011 tinham sido registados 389 idosos a viver isolados e/ou sozinhos na área de responsabilidade do Comando Territorial da Guarda.
plb (com GNR da Guarda)

«A velhice é isto, ou se chora sem motivo, ou os olhos ficam secos de lucidez»; Miguel Torga.

Esta temática tem, nos últimos dias, sido alvo de muitas notícias, comentários, análises, seminários e debates. Muita conversa como convém, talvez para na prática esquecer o milhão de idosos que vive na solidão, quatrocentos mil sozinhos e seiscentos mil em lares. Muitos optam e procuram a solidão envergonhada, viver e morrer sozinhos. Outros têm medo da solidão que os mata. Há quem afirme: «deixei de os conhecer e eles deixaram de me conhecer a mim».
Portugal, com quase dois milhões de idosos, é o quinto país do mundo mais envelhecido e está em segundo lugar na Europa, resultado de uma política deficitária no apoio à família e de uma mentalidade anti-natalidade. Por este caminhar, daqui a quarenta anos, segundo estudos demográficos, o nosso País tem 80% da população envelhecida. Estes números não te assustam?
Os poucos benefícios da velhice são, por enquanto, os descontos nos transportes públicos, o que desperta a inveja de alguns, que, contudo, não têm inveja da minha idade. A velhice, como disse José Saramago, consiste afinal em sentir como perda irreparável o final de cada dia.
De há uns anos a esta parte tenho visitado alguns lares e registo as minhas observações, muitas delas são surrealistas.
O Envelhecimento chega a todas as idades, mesmo àqueles que hoje são bisnetos. Uma utente de um Lar queixava-se que um bisneto não a visitava, porque os pais do menino, netos daquela senhora idosa, têm medo que «doença da velhice» o infecte o contagie.
Uma Assistente Social, digníssima Técnica de Serviço Social, como gosta de ser tratada, telefonou para os familiares de um utente que tinha acabado de falecer. A resposta que recebe é esta: «mas ele ainda estava vivo, mas que grande chatice». Quero esclarecer que esta pobre criatura não tinha nada, refiro-me aos aspectos materiais, tinha apenas uma reforma de miséria.
Uma utente pede-me sempre que a visito: «o senhor é muito amigo do meu filho, peça-lhe que me venha visitar porque eu gosto muito dele e tenho muitas saudades de o ver».
Um assistente religioso aristocrata de um lar, só aceitou o cargo quando a Mesa da Santa Casa da Misericórdia lhe garantiu uma avença mensal. E, há uns anos, dizia-me um Bispo novato que «a visita aos lares da terceira idade era da competência e da responsabilidade dos párocos». E eu a pensar que o Evangelho de Jesus Cristo era Caridade.
Um Provedor de uma Santa Casa da Misericórdia deste país, numas conferências sobre temática social, disse à plateia que tinha muitos Cristos. Eu, que estava noutra onda, entendi que tinha em sua casa uma colecção de Cristos, idêntica à do grande poeta José Régio, que já visitei em Portalegre. Eu e alguns presentes ficamos na expectativa e avançou com esclarecimentos. Tinha muitos Cristos, estavam vivos e eram em grande número: eram a centena de utentes do Lar que dirigia, cada um com o seu jardim das oliveiras, a sua paixão, a sua via-sacra.
Há tempos visitei um Lar no Couto Mineiro e, em boa hora participei na Eucaristia celebrada por um jovem e polémico sacerdote. O Celebrante olhou para a grande assembleia de participantes, em contraste absoluto com o que se verifica hoje nalgumas paróquias, e afirmou que se sentia pequenino, uma criança perante tantas bibliotecas vivas, perante tantas pessoas que não sabem ler nem escrever, mas que têm o mestrado na Universidade da Vida: «Olho para os vossos cabelos brancos, para as vossas rugas na cara, para alguns rostos de felicidade, mas também de sofrimento e fatiga. Quantas lições a receber de vós. Vou sentar-me aqui e vou pedir-vos para falarem das vossas experiências, da vossa sabedoria.» Assisti a uma aula que me iria a ajudar a obter o mestrado na área social da terceira idade com todas as suas valências e humanidades.
Uma utente centenária, ao ser entrevistada para um diário nacional, afirmou: «já perdi a esperança de viver muitos anos, mas nunca perdi a esperança de sorrir todos os dias». Bonita frase para quem anda com o rosto triste, amedrontado e dando a ideia de que deve algo.
Há pessoas que são alérgicos às visitas aos lares, onde têm familiares, porque ficam incomodadas com os cheiros da «velhice» e têm medo de que alguma doença os infecte.
Conheço um filho único que foi a um lar apresentar a sua noiva aos pais. Mas quando lá chegou e os viu doentes, quase inconscientes, disse à noiva que se tratava de um casal de rendeiros e que os seus verdadeiros pais andavam a passear.
Um Provedor, ao tomar posse desta missão, palavra que muita gente desconhece, apresentou-se às funcionárias desta forma: «esta casa não é minha, é nossa. Temos aqui seres humanos, débeis, carenciados, mas que têm de ser tratados com muita dignidade e amor».
Há tempos um filho deixou uma última mensagem num ramo de flores brancas: «Mãe, perdoa-me, porque nem sempre fui o filho que tu merecias». Este filho nunca faltou com apoio à sua mãe.
Gabriel Garcia Marquez, grande escritor e pensador, Prémio Nobel da Literatura, escreveu que «a solidão é o contrário da solidariedade e o segredo de uma velhice agradável consiste apenas na assinatura de um honroso pacto com a solidão».
António Alves FernandesAldeia de Joanes

– Você?! Tu disseste «você» à tua mãe?
– Disse. Tem algum mal?
– Mas isso é uma grande falta de educação. Você?! Não digas isso à tua mãe, por favor!

Este diálogo podia acontecer hoje nas ruas do Casteleiro. Esta questão das formas de tratamento é muito importante nos meios pequenos. E no Casteleiro mais do que noutros locais que conheço. Há um grande respeito pelos mais velhos, sobretudo os familiares chegados: avós, pai, mãe, tios.
Claro que muita malta mais nova, de há 30 anos a esta parte, e bem, furou as convenções todas – sobretudo os que foram criados em cidades ou na França e vai de se dirigirem aos avós com toda a descontracção:
– Ó avô, eh, pá, tu não vês que isto são filhós?
Isto em mim era impensável. Mas há miudagem que assim fala – e da minha parte nada contra, desde que não signifique também falta de educação ou ligeireza na relação cidade-campo – se é que me faço entender…
Mas esse é outro ramo: as novas mentalidades impuseram-se e ninguém leva a mal.
Mas vá lá eu tratar a minha mãe por tu ou vá lá eu dizer «Você» à minha mãe ou ao meu tio. Não seria capaz. Dito por mim, nem me soa bem, sinceramente. Mas não me choca nada que quem assim fala fale assim: hábitos são hábitos.
Mas o que aqui quero trazer são os tratamentos da minha meninice.
A regra básica é muito simples e todos a aprendemos: aos mais velhos dizemos «vossemecê», uma palavra que nos dicionários antigos vinha explicada como sendo uma forma simplificada de «Vossa Mercê», o modo de tratamento dado aos nobres de antanho.
A palavra «você», que é claramente uma redução de «vossemecê», só a podíamos usar para pessoas da mesma idade ou pouco mais velhas. Mas nunca para os familiares chegados: para esses, mesmo que quase da mesma idade, ninguém podia nem pode deixar de usar o «vossemecê».
Dantes, no Casteleiro, havia outras palavras bem marcadas pelo respeito e distância ou proximidade nas formas de tratamento.
Trata-se da forma de tratar as pessoas do sexo feminino, consoante a sua «classe social», digamos assim, e de acordo com a relação que o autor do tratamento tinha com cada uma delas:
– A Senhora Dona Fulana de Tal era um tratamento dado a uma ou duas senhoras muito, mas muito ricas para os padrões da época (anos 40-50 do século XX).
– A Dona Sicrana era o tratamento dado a algumas senhoras da classe média.
– A Senhora Tal era como se devia tratar a maioria das pessoas – digamos – remediadas da aldeia.
– A Ti’ Beltrana era a fórmula geral – e a que mais me agrada registar. Ti’ é a corruptela popular para Tia. Mas este «Ti’» («Tia») nada tem a ver aqui com um qualquer grau de parentesco. Não. Ti’ são quase todas as mulheres da minha infância na minha terra. Chamava Ti’ a mais de 90% delas. E era bom. Porque aquelas a quem chamava Ti’ eram exactamente as que eram capazes de me deitar a mão e proteger-me se a minha mãe me quisesse bater depois de eu matar por esmagamento os pintainhos que se tinham metido à minha frente na minha correria de seis anos malucos e desvairados… Que saudades dessas Ti’s todas, Casteleiro!
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

«O Sabugal é terceiro concelho do distrito da Guarda onde a GNR encontrou mais idosos a viver sozinhos ou isolados, no âmbito da operação «Censos Sénior», realizada por essa força de segurança.» (in Capeia Arraiana de 9 de Abril de 2010).

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»O tema dos idosos residentes no Concelho tem vindo ciclicamente a ser tema destas minhas crónicas semanais, tendo vindo desde sempre a apresentar propostas ou a divulgar iniciativas que vão sendo tomadas um pouco por todo o País.
Também, de forma quase constante, venho sendo confrontado com questões do tipo «Pois é, mas quais são as propostas que o Partido Socialista em cujas listas se candidatou apresenta?»
Pois bem. Para quem se esqueceu, ou não leu, aqui deixo as propostas que o Programa Eleitoral do António Dionísio e do Partido Socialista apresentou em 2009, no que dizia respeito à acção autárquica para a 3ª Idade durante o 1º ano de mandato.
«Porque queremos construir um Concelho onde é bom envelhecer, assumimos o compromisso de concretizar durante o ano de 2010 as seguintes Acções:
1. Criar o Programa “Na minha casa”, em parceria com as IPSS e o sector da economia social, melhorando a Rede de Assistência Domiciliária e apostando na criação de Centros de Noite.
2. Estabelecer parcerias com as Juntas de Freguesia, o Centro de Saúde, os prestadores de serviços de saúde privados e as IPSS, de melhoria das condições de acesso dos idosos aos cuidados de saúde:
– aquisição e funcionamento de uma Unidade Móvel de Saúde;
– criação de uma rede de prestação de serviços de saúde, envolvendo as IPSS
– criação de uma rede de transporte social;
– criação de postos de telemedicina em todas as freguesias.
3. Estabelecer uma parceria com o Centro de Saúde, o Hospital Distrital da Guarda e os prestadores de serviços de saúde privados para implementar programas de rastreio e prevenção de doenças cardiovasculares, oftalmológicas, prostáticas, estomatológicas e auditivas das camadas populacionais mais envelhecidas e mais vulneráveis.
4. Estabelecer uma parceria com o Centro de Saúde e as farmácias para a realização de campanhas de vacinação gratuita contra a gripe das camadas populacionais mais envelhecidas e mais vulneráveis.
5. Criar o Programa “Sou Idoso, estou Isento”, isentando os sabugalenses com mais de 65 anos do pagamento dos impostos e taxas municipais.»
Mas para além destas, havia um outro conjunto de propostas que tinham também como destinatários os idosos, de que saliento:
– «Rever o Plano de Desenvolvimento Social e elaborar o Plano Plurianual.
– Estabelecer uma parceria com a Administração Central e com as Juntas de Freguesia para a criação de uma Loja do Cidadão Móvel.
– Criar uma Biblioteca Móvel (Bibliomóvel), permitindo o acesso à leitura dos habitantes das freguesias ainda não dotadas de um Pólo da Biblioteca Municipal.
– Alargar a todas as freguesias o acesso à Internet em banda larga gratuito e universal e de Espaços Internet públicos e gratuitos.
– Criar, em parceria com as Juntas de Freguesia e as Associações do Sector Agrícola, o Programa “Agricultura de Subsistência”, apoiando técnica e financeiramente práticas de agricultura de subsistência.
– Criar espaços físicos para o desenvolvimento da actividade dos artesãos e venda dos seus produtos.
– Rever o Regulamento de Taxas e Licenças no sentido de o tornar mais justo e solidário.»
Estas as propostas em que me revejo, apesar de alguns as considerarem utópicas.
Algumas delas teriam, estou certo, alterado significativamente a vida diária dos nossos idosos.

Ps: Não posso deixar de contar algo que demonstra o Mundo em que vivemos!
Um pai e uma mãe assumem, em nome de uma criança de 12 anos um contrato com uma determinada entidade, contrato esse que obriga a criança a ter uma relação de exclusividade com aquela entidade. Dias depois, os mesmos pais assumem idêntico compromisso com outra entidade. Confrontados com o acto ilícito em que tinham envolvido a filha, respondem que assinaram o segundo contrato porque neste a filha tinha mais hipóteses de ganhar!
Aqui estão uns pais que não se importam com ensinar a sua filha princípios como honradez, honestidade ou respeito à palavra dada e aos compromissos assumidos.
O que importa é ganhar! O resto, são conversas de tolos!

«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

Neste ano de 2011, os cidadãos com mais de 65 anos residentes no concelho do Sabugal e com parcos recursos financeiros, passarão a beneficiar do Cartão Social Municipal, emitido pela Câmara, com o qual terão alguns benefícios.

A criação do Cartão Social Municipal está prevista no Regulamento de Apoios Sociais do Concelho do Sabugal, aprovado na Assembleia Municipal realizada no dia 28 de Dezembro de 2010.
Segundo o regulamento, podem beneficiar do cartão todos os cidadãos com mais de 65 anos, residentes no concelho do Sabugal há mais de um ano e recenseados numa das suas freguesias, que sejam pensionistas, reformados ou deficientes. O rendimento mensal per capita do agregado familiar onde o candidato se insere não pode ser superior ao salário mínimo nacional.
Entre os benefícios a que o titular do Cartão Social Municipal tem direito, conta-se a isenção de pagamento nos transportes regulares escolares, desde que existam lugares vagos por alunos, a comparticipação em 30% (do valor não comparticipado por outra via) dos tratamentos nas Termas do Cró, a redução de 50% no acesso às piscinas municipais e o acesso a serviços de reparação domiciliária prestados pelo projecto «Bricosolidário». O Município celebrará ainda protocolos com empresas privadas, tendo em vista garantir descontos para os titulares do Cartão Social.
O Regulamento de Apoios Sociais, prevê ainda a concessão de outras ajudas à população mais carenciada do concelho do Sabugal, nomeadamente à habitação, através da construção de instalações sanitárias e outras obras de beneficiação, assim como na aquisição de mobiliário ou na elaboração de projectos de arquitectura. O regulamento prevê ainda a possibilidade da criação de uma bolsa de imóveis a adquirir pelo Município para usufruto dos mais carenciados.
O Município poderá dar ainda ajuda financeira às famílias numerosas de baixos rendimentos, distribuir cabazes de Natal e prestar apoios em situações de urgência que o justifiquem.
plb

O Comando Territorial da Guarda da GNR, no âmbito do programa Idosos em Segurança, vai desenvolver, em todo o distrito, entre 15 de Outubro e 15 de Novembro, diversas acções de sensibilização dirigidas à população idosa.

GNR IdososSegundo um comunicado da GNR da Guarda, a finalidade das acções previstas é comunicar aos idosos do distrito os procedimentos de segurança a observar em situações de tentativa de burla ou de burla consumada.
«A nível local, procura-se que esta acção contribua para uma melhoria dos canais de ligação da GNR à população, potenciando também desta forma, o sentimento de segurança junto da população afectada por este tipo de criminalidade», diz o comunicado.
A GNR diz ainda que com estas acções, pretende-se também privilegiar a visibilidade do programa «Apoio 65 – Idosos em Segurança», estabelecendo o contacto pessoal com os idosos, nos seus locais de residência, sobretudo nos mais isolados, e ainda nos locais habituais de concentração, especialmente em Centros de Dia, Lares de Terceira Idade, Misericórdias e Igrejas, sensibilizando-os e alertando-os para a adopção de medidas preventivas, ou para os procedimentos a seguir aquando da ocorrência deste género de crimes.
plb

O Comando Territorial da Guarda da GNR participa na campanha de sensibilização que aquela força de segurança lançou em todo o território nacional com o fim de esclarecer os idosos para os perigos que atravessam e informar quais os procedimentos de segurança a observar em situações de tentativa de burla ou de burla consumada.

Idosos em SegurançaAs burlas a idosos continuam a ser uma realidade no nosso País, apesar dos constantes apelos, aconselhamentos e alertas. Os burlões acabam por encontrar os caminhos e meios capazes de ludibriar este grupo etário da sociedade que, por razões várias, se encontra cada vez mais vulnerável e fragilizado.
Este tipo de criminalidade é habitualmente praticada por indivíduos cuja apresentação e postura levam a que as suspeitas, que deviam ser tidas como primeira preocupação, sejam normalmente desprezadas.
Os autores destas acções exprimem-se muito bem, com voz calma e afável, utilizando conversas altamente cativantes e convincentes, fazendo referência à vida familiar e quotidiana dos lesados e seus hábitos, ganhando, assim, a sua confiança.
A análise dos casos registados permite concluir que as ocorrências se verificam com maior incidência durante os dias úteis e nas horas em que os familiares dos idosos se encontram a trabalhar.
Face ao fenómeno, a GNR pensa sensibilizar toda a sociedade para o problema e que cada cidadão possa dar o seu contributo para ajudar esta parcela da população que, pelas suas características, mais carece de protecção e segurança.
A Guarda Nacional Republicana, no âmbito do programa «Idosos em Segurança», vai desenvolver, em todo o território nacional, entre 15 de Outubro e 15 de Novembro, diversas acções de sensibilização à população idosa com a finalidade de os esclarecer e sensibilizar para os procedimentos de segurança a observar em situações de tentativa de burla ou de burla consumada.
O distrito da Guarda não está livre deste flagelo, pelo que o Comando Territorial da Guarda, vai executar estas acções em todo o Distrito, procurando que estas contribuam para uma melhoria dos canais de ligação da GNR à população, potenciando, também desta forma, o sentimento de segurança junto da população afectada por este tipo de criminalidade.
Com estas acções, pretende-se ainda privilegiar a visibilidade do programa «Apoio 65 – Idosos em Segurança», implementando o contacto pessoal com os idosos, nos seus locais de residência, sobretudo nos mais isolados, e ainda nos locais habituais de concentração, especialmente em Centros de Dia, Lares de 3ª Idade, Misericórdias e Igrejas, sensibilizando-os e alertando-os para a adopção de medidas preventivas, ou para os procedimentos a seguir aquando da ocorrência deste género de crimes.
plb

A reportagem da RTP-Guarda esteve na freguesia raiana dos Fóios, no concelho do Sabugal, dando conta da indignação da população pelas pesadas multas que o Fisco aplicou aos idosos que não entregaram, por desconhecimento, as declarações de IRS.

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Equipa RTP: Jorge Esteves (jornalista), Ismael Marcos (imagem) e Pedro Carvalhinho (edição).
jcl

No concelho do Sabugal foram aprovadas 19 intervenções no âmbito do Programa de Conforto Habitacional para Pessoas Idosas que tem como objectivo melhorar a qualidade habitacional da população idosa.

PCHIO Programa de Conforto Habitacional para Pessoas Idosas (PCHI) visa melhorar a qualificação habitacional, com o objectivo de prevenir a dependência e a institucionalização precoce do idoso.
A Câmara Municipal do Sabugal aderiu ao protocolo com o Centro Distrital de Segurança Social da Guarda, no sentido de promover um investimento numa melhor qualificação habitacional da população idosa.
De acordo com o preconizado nos despachos 6716-A/2007, de 5 de Abril e 3293/2008, de 11 de Fevereiro, podem beneficiar do PCHI pessoas com 65 ou mais anos cujo rendimento mensal per capita seja igual ou inferior ao valor do indexante dos apoios sociais, desde que reúnam, cumulativamente, as seguintes condições:
a) Vivam em habitação própria que careça de qualificação em função da situação e necessidade em que se encontram;
b) Estejam a usufruir de serviços de apoio domiciliário ou cuja prestação destes esteja dependente da qualificação habitacional;
c) Residam sozinhas ou em coabitação com outra(s) pessoa(s) idosa(s), menore(s) ou familiar(es) com deficiência.
O PCHI surge contextualizado num parque habitacional caracterizado ainda por nítidas desvantagens sociais relativamente às condições de habitabilidade, atingindo particularmente as pessoas idosas, quer nos meios urbanos quer nos meios rurais do Interior por um envelhecimento acentuado provocado pela desertificação e pela quebra de redes familiares de proximidade.
No Concelho do Sabugal foram consideradas dezanove intervenções, número máximo elegível tendo em conta o número de utentes que frequentam o serviço de apoio domiciliário no Concelho.
Após a análise global das candidaturas apresentadas foram contempladas as seguintes situações:

FREGUESIA IDADE TIPO DE INTERVENÇÃO
Águas Belas 66 Estrutura
Vilar Maior 86 Adaptação de espaços funcionais
Quintas São Bartolomeu 65 Telhado
Santo Estêvão 86 Criação de espaços funcionais
Sabugal 89 Estrutura (telhado)
Quadrazais 73 Estrutura (telhado)
Santo Estêvão 65 Adaptação de espaços funcionais
Santo Estêvão 76 Criação de espaços funcionais
Vale de Espinho 65 Estrutura e equipamento
Seixo do Côa 66 Estrutura (telhado)
Santo Estêvão 76 Equipamento
Sabugal 68 Estrutura e criação de espaços funcionais
Seixo do Côa 79 Criação de espaços funcionais
Santo Estêvão 68 Equipamento
Nave 73 Criação de espaços funcionais
Seixo do Côa 84 Equipamento
Forcalhos 77 Acessibilidades
Vila Boa 68 Adaptação espaços funcionais e equipamento
Vilar Maior 65 Estrutura

jcl

A Liga dos Amigos de Aldeia de Santo António recriou com os utentes do recém-criado Lar de Idosos uma antiga tradição raiana: o descamisar do milho.

A liga dos Amigos de Aldeia de Santo António, levou a efeito no passado dia 19 uma antiga tradição que se perde no tempo, que é o descamisar do milho.
Efectivamente, em tempos idos e por esta altura do ano – Entrada do Outono, procedia-se à recolha das colheitas pelos agricultores. Entre estas, o arranque da batata, a colheita e malha de feijões, gravanços (grão de bico) e o milho. Este, depois de cortada a «bandeira» eram cortadas as «maçarocas» e depois descamisadas e secadas ao sol antes de serem malhadas em eiras onde já foi, alguns dias antes o centeio.
Ora foi exactamente a faina do descamisar do milho que ocupou alegremente, os utentes do lar, apoio domiciliário e centro de dia, na tarde de 19 de Setembro.
Esta faina ocupou durante toda a tarde esta gente que assim reviveu tempos de juventude e não só. Foi agradável verificar quanta alegria estava escondida por debaixo daquelas «rugas» e que por alguns momentos tudo se esqueceu – até a idade que não perdoa?
Para o ano haverá mais.
Joaquim Ricardo

O Lar de Santo Antão, em Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal, comemorou 25 anos ao serviço da população no dia 14 de Agosto. As comemorações das bodas de prata contaram com a presença de individualidades religiosas, políticas e cerca de três centenas de pessoas que se quiseram associar à data festiva.

25 Anos do Lar de Aldeia do BispoOs 25 anos do Lar de Santo Antão do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres foram comemorados com pompa e circunstância no pavilhão de festas da instituição.
As cerimónias iniciaram-se com uma missa solene presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Diocese da Guarda, acompanhado por D. José Alves, Arcebispo de Évora, o Padre Américo Barroca, o padre Carlos Manso Fernandes, o padre João Manso Martins e mais sete sacerdotes.
Após a celebração eucarística o padre Américo Barroca iniciou a cerimónia de homenagem a diversos colaboradores do Lar dando as boas-vindas a todos e saudando especialmente os prelados da Guarda e de Évora, a Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, o vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda, Manuel Corte e o provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, José Diamantino dos Santos.
«A vivência dos grandes que fundamentam a nossa sociedade estão visíveis na palavra de Deus na Terra. Neste ano dedicado a São Paulo o Lar de Santo Antão uma instituição que apareceu para cumprir a caridade cristã comemora 25 anos de existência. Estamos aqui para nos congratularmos e, em especial, para homenagear o seu fundador, o doutor João Nabais. Muito cedo partiu para o Seminário de Évora onde se formou. Como pedagogo influenciou a renovação do ensino em Portugal mas, acima de tudo, contribuiu para a criação do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres e para esta maravilhosa obra: o Lar de Santo Antão. Agora a obra cresceu, atingiu a maioridade e vive da generosidade e apoio das gentes da nossa terra. Em primeiro lugar o povo de Aldeia do Bispo, em segundo, os nossos idosos, e por último os vários organismos que apoiam o Lar», começou por dizer o Padre Américo Barroca que deixou ainda um pensamento final: «Devemos ser dignos da obra de caridade dos que nos precederam.»
Tudo começou há cerca de 30 anos atrás quando um cortejo de oferendas foi arrematado para possibilitar o arranque das obras de uma Casa que iria acolher os idosos e que foi pioneira no concelho do Sabugal. Ideia arrojada que sofreu o desdém e o escárnio de alguns mas que o tempo veio provar ser fundamental e imprescindível.
O primeiro orador foi Justo Nabais, ilustre empresário do ramo das artes gráficas, proprietário da Tipografia Diana em Évora. «O sonho tornou-se realidade. Há 28 anos não havia condições de higiene e assistência médica na nossa terra mas este Lar foi, em boa hora, o percursor de muitos que se seguiram e vieram dar qualidade de vida aos nossos idosos. Recordo o dia da inauguração com a presença de Leonardo Ribeiro de Almeida, presidente da Assembleia da República e de Teresa Costa Macedo, secretária de Estado da Família. Começamos com 12 idosos e ao fim de três meses passámos para 30. O nosso segredo é que não temos fins lucrativos e por isso não negociamos com idosos ou doentes», enfatizou Justo Nabais.
A intervenção da Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, ficou marcada por alguma emoção recordando que «apesar de ser da Serra casei, há 30 anos, com um homem desta terra». As memórias do passado contemplaram ainda alguns segredos como aquele de «ter ido a Navasfrias buscar um garrafão de azeite para saber como era o contrabando». Mas a vida permitiu-lhe «constatar que esta terra tem homens que dão bons exemplos como este que comemoramos hoje e que resolveu o problema de uma aldeia marcada pela emigração e com muitos idosos a viver na solidão». A responsável pelo Governo Civil da Guarda deixou ainda mais uma ideia forte: «A gratidão devia andar cada vez mais no nosso vocabulário. Devemos substituir a palavra solidariedade por fraternidade até porque aqui, neste Lar, as pessoas são tratadas com fraternidade.»
O vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Corte, aproveitou para felicitar todos os que abraçaram a causa de servir os outros através do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres de Aldeia do Bispo. «Somos um concelho envelhecido e achamos que este bom exemplo de Aldeia do Bispo com instalações de óptima qualidade, quase modelares, deve servir para outras instituições particulares de solidariedade social com mais de 300 postos trabalho directos espalhados pelas freguesias», recordou o autarca.
O Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, fechou os discursos com a força viva que as suas palavras ganham. «Não devemos só olhar para o passado. Devemos olhar para o futuro e acrescentar aos nossos gestos presentes a caridade. Devemos adaptar-nos às novas realidades e necessidades dos tempos modernos. Um centro social não é nada sem a caridade e devemos fazer o bem sem olhar a quem», alertou o prelado.
Seguiu-se a entrega de 14 medalhas às pessoas que contribuiram e contribuem para que o Lar de Santo Antão seja uma realidade com qualidade de vida para os idosos. A primeira, a título póstumo ao dr. João Nabais; a D. António dos Santos, então bispo da Guarda; ao Padre José dos Santos Baptista; a Amândio Antunes Henriques; à Irmã Emília que durante 23 anos supervisionou o Lar; a José Inácio Fernandes; a Diamantino Lourenço Amaro, homem discreto mas com grandes obras; a Helena Manso, actual directora do Lar; à Tipografia Diana, de Justo Nabais; ao Povo de Aldeia do Bispo que contribuiu com um dia de trabalho com a medalha a ser entregue à Junta de Freguesia; aos colaboradores do Lar; a título póstumo a todos os que contribuiram para o Lar; a três funcionárias com mais de 15 anos de Casa; e por fim para Isabel Maria Lourenço Sanches, a funcionária mais antiga do Lar.
Enquanto os colaboradores preparavam o pavilhão para um lanche-convívio os presentes foram convidados a visitar as funcionais instalações do Lar de Santo Antão do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres de Aldeia do Bispo.
Estiveram presentes na assistência ilustres lagarteiros como José Eduardo Lucas e esposa, mestre Alcínio e muitos outros. Aqui deixamos uma saudação muito especial e carinhosa para Ana Manso que assistiu acompanhada de sua filha Rita em fase de recuperação, felizmente, do grave acidente de viação de que foi vítima.
Parabéns a quem sonhou a obra e a quem a tem conduzido por bons caminhos em benefício da qualidade de vida dos idosos da raia sabugalense.
jcl

Pelos números expostos e qualidade do serviço prestado pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), devem os naturais e residentes do concelho reflectir sobre esta realidade e os responsáveis autarcas locais muito em particular.

Joaquim RicardoO nosso concelho poderá não ombrear com as restantes regiões do País, no desenvolvimento económico e até em redes viárias (que desejaríamos?) ou até em problemas com excesso de população (que bem dispensamos?) e dos problemas que isso acarreta ou ainda dos enormes problemas causados com as filas intermináveis de automóveis (que não queremos?) que todas as manhãs se deslocam da periferia para as grandes cidades e da poluição que lhe está associada. O nosso concelho e pelo menos numa coisa é diferente: Tem para oferecer qualidade de vida, tranquilidade e bem-estar para quem precisa e a procura. E isso vale «ouro» da melhor qualidade e temos que a preservar.
No que diz respeito ao sector dos serviços, temos no nosso concelho e já o disse várias vezes nesta coluna, um segmento de actividade que mais nenhuma outra região do país possui: Equipamentos sociais de qualidade, de apoio à terceira idade, vulgo «Lares para idosos», «Centros de Dia» e «Apoio Domiciliário».
Estes equipamentos pertencentes a IPSS são cerca de três dezenas e constituem uma das áreas económicas que mais se destacam no nosso concelho se atendermos ao número de empregos que oferecem à população – cerca de meio milhar postos de trabalho directos e talvez outros tantos indirectos já que muitos outros sectores de actividade lhes fornecem serviços e produtos.
Por outro lado, o número de utentes que usufruem dos seus serviços, em todos as suas valências, ultrapassam já os 1 500 pelo que constituem um forte serviço prestado a este sector da sociedade concelhia que não pode ser esquecida. E por último e em termos financeiros, estas instituições, todas juntas, movimentam cerca de 10 milhões de euros anuais e também neste campo têm um peso significativo na actividade económica da região.
Pelos números expostos e qualidade do serviço prestado por estas instituições, devem os naturais e residentes do concelho reflectir sobre esta realidade e os responsáveis autarcas locais em particular, sobre este desenvolvimento económico e social que gente anónima deste sector e principalmente os seus directos responsáveis gratuitamente provocam sem nada auferirem financeiramente para si mas tão só para bem servir os outros e principalmente os mais desfavorecidos.
«Ideias Soltas», opinião de Joaquim Ricardo

dr_jfricardo@hotmail.com

Dentro do programa «Idosos em segurança», recentemente lançado, o Grupo Territorial da Guarda da GNR levará a cabo várias acções de sensibilização em diversas localidades do distrito, aí se incluindo o Sabugal e o Casteleiro.

GNR com idososNo dia 6 de Março, pelas nove e meia da manhã, parte do dispositivo do Destacamento Territorial da Guarda estará no Lar da Misericórdia na Cidade do Sabugal. Na tarde do mesmo dia, pelas 14 horas os militares da GNR estarão no Centro de Dia no Casteleiro.
O objectivo é sensibilizar os idosos de como enfrentar situações de burla, que são muito frequentes, sobretudo em locais isolados.
O Destacamento Territorial de Vilar Formoso efectuará acções de esclarecimento na Malhada Sôrda (dia 13 de Março), na Freineda (dia 14) e em Nave de Haver (dia 18), tudo localidades do concelho de Almeida.
Segundo comunicado assinado pelo Comandante do Grupo da Guarda, Major Cunha Rasteiro, para além destas acções, outras ocorrerão nos concelhos de Celorico da Beira, Guarda, Manteigas, Figueira de Castelo Rodrigo, Trancoso, Pinhel e Vila Nova de Foz Côa.
plb

A propósito do dia internacional do idoso o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou um estudo sobre a população portuguesa onde se revelam dados interessantes sobre o sucessivo aumento do número de idosos, as suas ocupações e as suas opções de vida.

Número de idosos tende a crescerA população com mais de 80 anos de idade aumentou 35% desde o ano 1990. A maioria dos idosos portugueses (58%) é constituída por mulheres. A maior parte dos nossos idosos vive com o cônjuge. Nos próximos 25 anos o número de idosos poderá vir a ser mais do que o dobro do número de jovens. São cada vez mais os idosos que usam o computador e têm acesso à Internet. Estas são algumas das conclusões do estudo do INE, agora divulgado, tendo em conta o 17º aniversário do dia internacional do idoso que se comemora a 1 de Outubro, na próxima segunda-feira.
A população idosa tem vindo a crescer em função do aumento da esperança de vida, que poderá em breve ser de 79 anos para os homens e 85 anos para as mulheres, segundo o mesmo estudo.
O dia internacional do idoso foi instituído em 1990 por recomendação da Assembleia Geral das Nações Unidas.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

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