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As escolas capitulares, que, como já vimos, funcionavam junto das sés catedrais, e os colégios sustentados nos conventos, com a natural evolução e o também aperfeiçoamento que se tenta imprimir a todas as obras, podem considerar-se o embrião para essas resplandescentes lâmpadas da cultura que, no século XIII, começaram a surgir e pronto se disseminaram por toda a Cristandade – as universidades.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaOs historiadores chamam-lhes irmãs, segundo o espirito, das catedrais. E a designação vale perfeitamente, na medida em que umas e outras assinalaram, de acordo com a sua índole e feição, duas das mais luminosas criações do génio humano.
A instituição tem uma raiz corporativa, união de mestres e discípulos para formarem uma comunidade do espírito: universidas magistrorum et scholiarium…
Para além da abrangência de todos os interessados, há também uma globalização de matérias…. rio de ciência, de todas as ciências que rega e fecunda, o terreno da Igreja ou lâmpada que resplandece na casa de Deus.
Na fase inicial, essa universitas de disciplinas divide-se par secções: as faculdades que eram quatro, a saber; Teologia, Decretais, Medicina e Artes, cada uma dirigida por um decano, e no conjunto pelo reitor, inicialmente o chefe da Faculdade das Artes, que, ao tempo, congregava um grande número de especialidades, ao ponto de, sózinha, contar o dobro ou mesmo o triplo dos alunos das outras, todas juntas…
Arrancando nos fins do século XII, princípios do seculo XIII, embora uma ou outra surgissem ainda no primeiro quartel do XII (caso, por exemplo de Montepilher, que parece datar de 1125), as universidades cedo constituiram uma rede bastante densa.
Em França, para alem da de Paris, possivelmente modelo para as demais, encontram-se várias outras. Efectivarnenle, Orleaes, Tolosa, Lião, Narbone, faziam gala das suas escolas já famosas por volta de 1250 da nossa era.
Na Itália, sabe-se da existência duma espécie de universidade ambulante, a Studium Curiae, que acompanhava a corte pontifícia; encontramos as de Salemo e Bolanha (esta gloriosa desde 1111), a de Napoles e Palermo, a de Pavia e Pádua (sendo de frisar que nesta ensinou o nosso Santo António).
Na Inglaterra, existiam Oxford e Cambridge, daquela destacada. No Império Alemão, as de Praga e Carcóvia, de Viena e Heidelberg. Na Península temos duas: Coimbra, em Portugal, e Salamanca, em Leão e Castela.
Esta última celebrizou-se mesmo no rifoneiro, já que Quod Deus non dat, Salamantica non prestal, o que o nosso Malhadinhas traduzia por Salamanca, a uns cura, a outros manca…
Como assinala um historiador da especialidade, em todo o mundo cristão se tornaram célebres estas cidadelas da inteligência. Conheciam-se os nomes dos professores que ali ensinavam e o aparecimento dum professor de grande fama era suficiente para arrastar multidões de alunos.
Mas as universidades também se especializavam. Para ser bom médico, era preciso estudar em Salemo. Os juristas saíam de Bolonha. Mas ninguem se fartava de ser bom teóIogo, se não tivesse estudado em Paris.
Todavia, o que os mestres e alunos apreciavam era o saber pelo saber, estando longe da concepção da república dos professores, na construção de Thibaudet.
A universidade, pela sua cultura e pela sua frequência, pelo seu espírito e até pelos seus patronos, valia como universalizante.
Os alunos não se circunscreviam a cidadãos da área geográfica ou sequer do país de implantação. Os nossos monarcas, por exemplo, sempre patrocinaram, atraves da concessão de numerosas e vultosas bolsas de estudo, a saída de estudantes para Bolonha ou Paris, Viena ou mesmo Heidelberg.
E portugueses houve que enriqueceram com suas magistrais lições o currículo das mais famosas cátedras do seu tempo.
De resto, entre nós, o aparecimento da Universidade suscitou o maior entusiasmo.
Camões toma o facto por extraordinário e dedica-lhe uma das mais sonoras estrofes de «Os Lusíadas». Vem no Canto III, quando se fala de um rei poeta:
Eis, depois, vem Dinis bem parece
Do bravo Afonso estirpe nobre e dina
Com quem a fama grande se escurece
Da liberdade alexandrina,
Com este o reino próspero floresce
Alcançada já a paz áurea, divina,
Em constituicões, leis e costumes,
Na terra franquila claros lumes…

Fez primeiro em Coimbra exercitar-se
O valoroso ofício de Minerva,
E de Helicona as musas fez passar-se
A pisar do Mondego a fértil erva
Quanto pode de Atenas desejar-se
Tudo o soberbo Apolo aqui reserva
Aqui as capelas tecidas de ouro
Do bácaro e do sempre verde louro…

Os nossos mestres tinham universal prestígio. Um chegou a Papa sob o título de João XXI. De outro se dizia que assegurara a imortalidade per omnes rei publicae cristianas regiones. Outro era novo Cícero…
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

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Vários historiadores, possivelmente deslumbrados com os resplendores culturais da alta latinidade e depois impressionandos com o desmantelamento do império, apodam a Idade Média de noite milenária da cultura.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaAquele período durou efecitvamente à volta de mil anos. Mas só poderá classificá-lo de noite cultural quem não queira conhecer o papel naquele sector prosseguido peIa Igreja, já directamente pelas suas próprias instituições; já incitando e apoiando realizações dos monarcas e grandes senhores.
Nas igrejas paroquiais, juntamente com as verdades da fé, aprendiam-se rudimentos de leitura, escrita e aritmética.
Nas capitulares, assim chamadas por funcionarem junto dos capítulos (nós hoje chamamos-lhes cabidos, com o que significamos corpos de cónegos de uma diocese), ensinavá-se o trivium e o quadrium, embrião dos actuais cursos de letras e ciências, compreendendo o primeiro a retórica, a gramática e a dialéctica, espraiando-se o segundo pela matemática, geometria, astronomia e música.
Depois, não pode esquecer-se a obra dos mosteiros, tanto na salvaguarda e recuperação das riquezas culturais da antiguidade, como na elevação do nível intelectual das populações.
Muitos conventos ostentavam até atraentes dísticos, convidando à alfabetização: «se queres aprender a ler, entra, que tens aqui – e de graça – o que procuras».
Não falaremos da Universidade, também naquele período surgida e instituição que, só de per si, relevaria todas as eventuais faltas que à Idade Média se pudessem assacar.
Nos domínios da produção artística, o Te Deum, aparecido ainda no primeiro milénio, bastaria igualmente.
Raras vezes, o espírito humano tem voado tão alto como naquele admiravel texto, onde da forma mais elevada se exprimem as três dominantes da alma cristã: a alegria do triunfo, a angústia perante o futuro sempre incerto e a imorredoira confiança em Deus.
«Nós Te louvamos, Senhor; nós Te confessamos. A Terra inteira Te venera, e os Anjos e os Arcanjos, os Principados e as Potestades, os Tronos e as Dominações. O corpo glorioso dos Apóstolos, na sequência dos Profetas, e o branco exército dos Mártires cantam em conjunto a Tua glória. E, por toda a Terra, a Igreja é confessada…
Senhor, só em Ti está a nossa confiança. Nós Te glorificamos pelos seculos dos seculos. Que a nossa súplica seja ouvida e que o nosso clamor chegue até Ti. Senhor, está connosco. Fica com a nossa alma…»
Texto sem autor identificado, atribuído por uns a Santo Ambrósio, por outros a Santo Agostinho, por outros a um obscuro prelado dos confins balcânicos, ressaiba a epopeia jamais ultrapassada.
E, se o Te Deum, simboIizando e expressando, embora, todo um milénio, se pode considerar ainda urna obra isolada, produto apenas duma mente genial, naturalmente muito acima do seu século, há já movimentos culturais que interessam senão multidões, ao menos a importantes massas populacionais.
O mais conhecido é, por certo, o Renascimento Carolíngio.
Achen, nome germânico de Aix-La-Chapelle, à francesa, ou Aquisgrano, à latina, a cidade das águas correntes, funcionou como a capital não só política e militar, mas também científica, de todo aquele extenso período em que Carlos Magno, São Carlos Magna, se revelou o primeiro dos chefes da cristandade e também o primeiro cristão.
A Escola Palatina, sediada na antiga vila do tempo de Pepino, o Breve, viu passar pelas suas cátedras, todos os grandes espíritos da época.
Ali, à sua volta, Carlos Magno, como verdadeiro precursor da Europa do espírito, reuniu tudo o que contava nos domínios da cultura, dos sábios, dos letrados, dos teólogos. Da Gália do Sul, vieram Agobardo e Teodulfo, este último refugiado godo das Espanhas. Da Inglaterra, Alcuino, porventura o mais brilhante de todos os grandes paladinos e primeiro-ministro espiritual do próprio Imperador. Da Italia, Paulo Diacono, Pedro de Pisa e Paulino da Aquileia. Da Irlanda, Clemente e Dungal. Dos países nordicos, Engilberto e Eginhardo, este também notável.
Onde quer que os seus esculcas intelectuais lhes apontassem urn nome célebre, Carlos Magno mandava recrutá-lo.
A todos retribuindo principescamente, mesmo no sentido rigoroso do termo, pois ao já referido Engilberto casou-o com sua filha…
Com menos brilho, embora, outras escoIas funcionaram também, nomeadamente, em Tours.
E, mesmo que na sombra, lançavam-se as bases para o grande renascimento que adviria logo no princípio da idade moderna e que só foi possivel porque os centros culturais da época precedente (que se teima em cIassificar de obscura) se mantiveram vigilantes e operosos.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

A guerra movida ao latim, que foi praticamente banido do curso geral dos liceus na década de quarenta do século passado (efectivamente a chamada Reforma Pires de Lima manteve-o apenas para certas alíneas dos então sexto e sétimo anos) fez com que a generalidade da população não relacione o vocábulo convento com o seu elemento essencial.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaOs que se iniciaram nas complicadas operações da enunciação e conjugação dos verbos naquela língua, esses certamente que recordarão o venio, venis, venire, veni, ventum, que a muitos terá provocado o àspero contacto com a féruIa e vara, meios didácticos cssenciais numa escola que, por orbilana, se baseava na regra – a letra com sangue entra.
O prefixo com e a raiz ventum dão ao termo a ideia da reunião a que ocorriam, no caso, todos os vizinhos; e daí o seu caracter de assembleia que, na alta idade média, se substituiria ao município que, como já referimos, apresentava origem romana.
Mas da transição para a mescla produzida da fusão daquelas instituições com as leis e costumes dos invasores do império resultaram efectivamente outras novas onde a vontade popular se exprimia por voto directo.
E uma das mais interessantes e que mais profundamente haveria de marcar o relacionamento entre os habitantes da mesma área geográfica e influenciar futuramente toda a organização administrativa a que hoje chamamos autárquica foram as assembleias de vizinhos no período visigótico.
Os visigodos eram um desses numerosos povos germanicos que tendo visto no império uma carreira nele penetraram como servidores e de que, com o colapso de Roma, se tornaram senhores.
Efectivamente, nas grandes movimentações que se seguiram a 476, ano símbolo, mas impreciso quanto a extremações temporais, enquanto que os burgundios se fixaram em torno de Viena e na actual Suiça; os francos ou galos entre os Pirinéus e o Reno (os belgas, os aquitanos e outros cabendo na designação de Germanos misturavam-se com eles); os ostrogodos mostraram preferência pela Península Itálica e uma enorme multidão de bárbaros se quedavam ainda por aquilo que hoje se chama a planície germano-polaca, os visigodos venceram as dificuldades dos altos desfiladeiros e derramaram-se pela Ibéria de onde acabaram por expulsar suevos e vândalos, se é que estes últimos, povo mais nómada do que sedentário, não preferiram, da sua expontânea vontade, demandar o Norte de África e os suevos não rumaram, também, às Ilhas Britânicas lato sensu.
De qualquer modo, os visigodos lançaram profundas raízes, fundiram-se com os ibéricos, romanizados ou não, e influenciaram poderosamente toda a vida peninsular, através nomeadamente da sua tendência para os grandes debates que ocupavam desde as simpIes comunidades vicinais até aos concílios nacionais de Toledo.
Esta tendência para absorver de cada civilização o que dela melhor pudesse coutribhuir para o aperfeiçoamento do sistema permaneceu.
O município, instituição de base romana beneficiou, assim dos aportes do direito visigótico, reformulado e enriquecido, que viria a influenciar mais tarde as comunidades rurais da Idade Média e receberia até influxos da Cabília magrebiana, copiando parte das regras dos seus ajuntamentos.
Assim se gerou a tradição duma recta e regular administração municipal e depois também provincial.
E o município, lembrou Alexandre Herculano, representa, de modo verdadeiro e eficaz, a variedade contra a unidade, a irradiação da vida política contra a centralização, revelando-se a única instituição capaz de assegurar a liberdade das classes laboriosas e populares.
Aliás todos os povos, se os deixarem, tendem para a gestão autárquica, o que levou Toqueville a afirmar que o município e as instituições que lhe são similares (conventus publicus, comunidades medievas, ajuntamentos da cabília) parecem ter saído mesmo das mãos de Deus.
Só por seu intermédio se pode realizar o duaIismo tão fecundo de uma boa governação: autoridade ao alto, liberdade nas estruturas inferiores; competência dos governantes; fiscalização dos governados…
Na grande Europa que existe como realidade institucional e a que se pretende dar um corpo de leis, impõe-se axiomaticamente o respeito por essas comunidades de base e fará, por isso, algum bem recordar a mera legalidade positiva, existindo, não por qualquer delegação, mas por direito próprio…
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

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