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A sessão evocativa do poeta Fernando Pinto Ribeiro está marcada para o dia 17 de Março no Café Concerto do TMG e inclui o lançamento da obra póstuma «O Cisne Submerso». A homenagem conta com as presenças dos poetas Julião Bernardes, Joaquim Murale e José Leitão Baptista e de Carlos Augusto Ribeiro, Eduardo Sucena e Jorge Castelo Branco. A leitura de poemas do autor estará a cargo de Américo Rodrigues.

Fernando Pinto Ribeiro

jcl

A Casa do Concelho do Sabugal em Lisboa está a promover uma homenagem ao seu fundador João Leitão Batista, falecido há três anos.

João Leitão BatistaA homenagem passará por um almoço que se realiza no dia 29 de Janeiro (sábado), pelas 13 horas, na sede da associação dos naturais e amigos do concelho do Sabugal, sita na Avenida Almirante Reis, nº 256, 2º Esquerdo, em Lisboa. O almoço pretende juntar amigos e familiares do homenageado, no sentido de se evocar a sua memória, tendo em conta o trabalho que o mesmo efectuou em prole da associação.
João Leitão Batista nasceu em Águas Belas, concelho do Sabugal. Veio para Lisboa a fim de estudar e trabalhar. Enquanto estudava Filosofia na Universidade trabalhava na Lisnave como operário soldador. Concluída a licenciatura seguiu a carreira de professor do ensino secundário, tendo exercido a docência em diversas escolas do país, nomeadamente no Bombarral, Oeiras, Alenquer, Alcácer do Sal, Barreiro, Alverca (onde presidiu largos ano ao Conselho Directivo) e Lisboa.
Foi fundador da Casa do Concelho do Sabugal, e primeiro director do jornal «Sabugal», editado durante largos anos pela associação. Integrou ainda por diversas vezes os órgãos sociais da Casa. Estudioso de diferentes temáticas e especialista em línguas e literaturas clássicas, colaborou com algumas publicações periódicas e dedicou-se a traduções em grego, alemão e inglês. Dedicou-se ainda à elaboração de diversos manuais didácticos.
As inscrições para o almoço de homenagem poderão efectuar-se pelos telefones: 218403805 ou 966823786.
plb

No sábado, 30 de Outubro, o povo de Sortelha juntou-se para homenagear Manuel Gouveia no Centro de Dia que este benemérito ofereceu à sua terra. O momento ficou eternizado com uma placa de granito junto à entrada principal do edifício.

GALERIA DE IMAGENS – HOMENAGEM MANUEL GOUVEIA  –  30-10-2010
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jcl

O advogado sabugalense David Pina, falecido em Dezembro, foi esta terça-feira, 6 de Julho, homenageado pelo Rotary Club de Lisboa, do qual foi membro, através de um jantar em que a prelecção evocativa foi proferida pelo professor Marcelo Rebelo de Sousa.

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A iniciativa aconteceu no Hotel Tivoli, em Lisboa, onde se juntaram dezenas de companheiros «rotarios», colegas advogados, magistrados, familiares e amigos de David Pina.
A sessão evocativa iniciou-se com o ritual próprio do clube, com a saudação às bandeiras. Depois actuou o coro do Tribunal da Relação de Lisboa (CORELIS), que interpretou um conjunto de canções que eram do gosto especial do advogado de Pousafoles do Bispo.
Após o jantar falou o professor Marcelo Rebelo de Sousa, que fez uma muito apreciada prelecção dedicada às muitas paixões de David Pina. E o professor de Direito, amigo e colega «rotario» do homenageado, evocou algumas dessas grandes paixões.
Desde logo a paixão pela família, pela mulher e pelos dois filhos. Também a paixão por aprender e por ensinar, o que o levou a percorrer muitas terras e muitas escolas, sempre em busca do saber. Foi um distinto pedagogo, que ensinou em Lisboa, Paris, Bruxelas, Toulouse, Grenoble, Lille, Bordéus, Genéve.
Viveu também a paixão pela sua profissão, a advocacia, e as muitas actividades a que se dedicou. Viveu como cidadão português e europeu, dedicado a inúmeras causas e inserido em diversos movimentos.
Teve um papel determinante em múltiplas associações nacionais e internacionais, em áreas como as da integração europeia, do Direito Europeu, do Direito Comparado, do Direito da Concorrência ou do Direito da Propriedade Industrial.
Convicto europeísta, foi autor de obras individuais e colectivas sobre o Acto Único, o Tratado de Roma ou a política regional como instrumento da integração europeia.
Marcelo Rebelo de Sousa, deixou sobretudo bem vincada a «paixão de viver» de David Pina:
«A paixão com que colocou o seu vasto saber e a sua capacidade de ensinar, de comunicar e educar ao serviço das causas sociais mais nobres, mais exigentes e mais dignas, como as da luta pelos direitos das pessoas, do combate à fome, à miséria, à pobreza, às injustiças sociais. Na resistência às ditaduras, às intolerâncias, às xenofobias, aos racismos. A paixão com que conduziu essas lutas, em todos os movimentos a que pertencia, sem desfalecimentos ou condescendências. A paixão com que fez da sua vida muitas vidas: marido, pai, amigo, companheiro, estudioso, professor, advogado, dirigente associativo, comunicador, autor, militante português e europeu, defensor de valores e batalhador pelos injustiçados e espezinhados.
Muitas vidas sabia tocar, com aquelas qualidades que distinguem as novas fileiras, qualidades que pude testemunhar, já lá vão quase 40 anos quando nos conhecemos na mesma escola de Direito e em mim nasceu uma irreprimível admiração pelo David Pina.
Era, como seria sempre, forte no carácter e vincado na postura. Era, como seria sempre, visceralmente bom no coração e visionário no temperamento. Era, como seria sempre, esclarecidamente líder na formação, mas extraordinariamente generoso.
Excessivo na dedicação aos outros – dava sempre mais do que recebia –, não conhecia limites de disponibilidade, de esforço, de entrega, sempre com a palavra amiga, com o humor rápido, com o humor bem português.»
Depois das efusivamente aplaudidas palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, seguiram-se algumas intervenções de colegas e amigos de David Pina, dentre elas a de Joaquim Esteves Saloio, natural da Torre, concelho do Sabugal, amigo de sempre do homenageado, que o conheceu quando estudaram no Seminário do Fundão, onde primeiramente se prepararam para a vida. «Tenho a certeza que muito do que foi David Pina e que aqui nos foi magistralmente transmitido pelo professor Marcelo Rebelo de Sousa, também se deveu ao que aprendeu no seminário», disse Esteves Saloio.
David Pina nasceu em 1943 em Pousafoles do Bispo. Licenciado em Direito, dedicou-se à docência e à advocacia, empenhando-se também em inúmeras causas sociais. O seu escritório de advogados, na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, recebeu em estágio inúmeros jovens sabugalenses, que ali tiraram o seu estágio de advocacia. Foi fundador e dirigente da Casa do Concelho do Sabugal e era um homem que amava muito a sua terra e os seus conterrâneos.
plb

No dia 17 de Maio, domingo, a freguesia do Casteleiro, concelho do Sabugal, vai homenagear a memória da Professora Maria Lucinda Gouveia Pires, antiga presidente da Junta de Freguesia e vereadora da Câmara Municipal do Sabugal.

lucindaA homenagem inclui a inauguração de um busto da antiga autarca, que ficará instalado no Largo de S. Francisco, no centro da aldeia. O acto foi decidido pela Assembleia de Freguesia do Casteleiro e o programa iniciar-se-á ao meio-dia, com a celebração de uma missa por alma da falecida, seguindo-se depois o descerrar do busto, e algumas intervenções públicas.
A evocação da antiga autarca acontece passado precisamente um ano e sete meses do seu inesperado falecimento, na sequência de acidente vascular cerebral.
Lucinda Pires foi durante anos presidente da Junta de Freguesia da sua terra natal, onde realizou uma obra notável, sendo também grande activista do associativismo local. Militante do Partido Socialista, foi também vereadora da Câmara Municipal do Sabugal.
O Capeia Arraiana falou com Cristina Alexandrino, presidente da Assembleia de Freguesia do Casteleiro, que nos garantiu tratar-se de uma homenagem que mobiliza as pessoas da terra, dado o grande valor e a simpatia da antiga autarca. «Decidimos realizar uma homenagem muito simples e sem grandes evocações, muito à medida da personalidade da professora Lucinda, que era também uma pessoa simples e prática, que sempre foi avessa a protagonismos. O Casteleiro e o concelho do Sabugal devem-lhe muito, pelo que decidimos imortalizar a sua memória através da colocação do seu busto no centro da freguesia».
plb

«Nesta casa nasceu o escritor e jornalista Manuel António Pina» testemunha a placa colocada ao lado da porta da casa onde nasceu o ilustre sabugalense. A homenagem promovida pela Junta de Freguesia do Sabugal ficou registada na excelência do trabalho do repórter fotográfico Kim Tomé (Tutatux). O Capeia Arraiana aproveitou para seleccionar, entre mais de 200 imagens, alguns cliques especiais de um dia histórico.

Veja o álbum completo da reportagem de Kim Tomé (Tutatux) Aqui.

GALERIA DE IMAGENS – 4-4-2009

«Nesta casa nasceu o escritor e jornalista Manuel António Pina» testemunha a placa colocada ao lado da porta da casa onde nasceu o ilustre sabugalense. A homenagem promovida pela Junta de Freguesia do Sabugal ficou registada na excelência do trabalho do repórter fotográfico Kim Tomé (Tutatux). O Capeia Arraiana aproveitou para seleccionar, entre mais de 200 imagens, alguns cliques especiais de um dia histórico.

Veja o álbum completo da reportagem de Kim Tomé (Tutatux) Aqui.

GALERIA DE IMAGENS – 4-4-2009

O escritor, poeta e jornalista Manuel António Pina foi homenageado, este sábado, no Sabugal a terra que o viu nascer a 18 de Novembro de 1943.

Joaquim Martins - Altitude FMOs actos da homenagem a Manuel António Pina no sábado, 4 de Abril, centraram-se no Auditório Municipal do Sabugal, onde teve lugar uma palestra de Arnaldo Saraiva e a peça de teatro do grupo portuense «Pé-de-Vento». O programa incluiu, ainda, o descerrar de uma placa e visita à casa onde nasceu, troca de lembranças e oferta de livros do escritor à biblioteca municipal no salão nobre da Câmara do Sabugal, e a finalizar um porto de honra com uma mesa de luxo repleta de iguarias na Casa do Castelo.
Joaquim Martins, jornalista da Rádio Altitude, descreveu a homenagem como «Merecida. Incontornável. Pertinente. E justíssima.» «Mesmo tendo somente raízes afectivas ao Sabugal, não pude deixar de ficar de alma cheia quando ouvi Manuel António Pina – que, assumidamente, nunca teve uma grande ligação à terra – dizer agora sim, encontrei a minha casa, o meu lugar, onde posso deitar a cabeça», acrescentou Joaquim Martins.
O Capeia Arraiana publica, com reconhecido agradecimento pela disponibilidade demonstrada, a entrevista que Joaquim Martins fez a Manuel António Pina e editada por Francisco Carvalho na «Revista da Semana» da Altitude FM (90.9).

jcl

Conversámos brevemente com Manuel António Pina, o escritor e jornalista sabugalense que no dia 4 de Abril será homenageado na sua terra natal. Por força da profissão do pai, que tinha de mudar de serviço e de localidade cada seis anos, Manuel António Pina saiu do Sabugal ainda menino, precisamente aos seis anos de idade, passando a andar de terra em terra e de escola em escola. Do Sabugal foi para Castelo Branco, depois para a Sertã, Cernache de Bonjardim, Santarém, de novo Cernache do Bonjardim, Oliveira do Bairro, Aveiro e Porto, onde acabou por se fixar. Entretanto licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e dedicou-se à escrita e ao jornalismo. Nesta breve conversa falou-nos das suas memórias de um Sabugal longínquo que, contudo, guarda na memória.

Manuel António PinaTendo saído do Sabugal aos seis anos de idade, e tendo mantido a partir daí pouco contacto com a sua terra de nascimento, que recordações ainda guarda dessa terra?
A recordação mais antiga que tenho de mim mesmo (falei dela há tempos numa entrevista a uma revista da Galiza) é uma criança de dois ou três anos, de chapéu de palha na cabeça, ao pé de uma fonte, acho que uma fonte de mergulho, circular, num largo talvez em frente de minha casa. Outra criança tira-me o chapéu da cabeça e atira-o à água. Eu – acho que sou eu essa criança – exijo-lhe que o vá buscar e mo devolva. O outro miúdo não o faz, e afasta-se rindo. Então, cheio de orgulho ferido, eu regresso a casa. Tenho medo do que minha mãe me dirá, que me castigue e me obrigue a voltar atrás para recuperar o chapéu, mas sei que não o farei. E não o farei porque não seria justo. Não fui eu quem o lançou à água, e seria uma humilhação ir buscá-lo eu. Vou preparado para tudo. Minha mãe, como previra, manda-me ir buscar o chapéu. Eu recuso e fujo para o meu quarto a chorar. Quem acaba por ir buscá-lo é a minha «ti Céu», a melhor amiga de minha mãe, a quem eu chamo de tia, e que se encontra naquele momento lá em casa com ela. Traz o chapéu de palha, e volta a pôr-mo, molhado e tudo, na cabeça. Minha mãe, à porta do quarto, observa em silêncio.
Depois tenho outras, mais recentes. A sessão organizada pela Junta de Freguesia há anos, salvo erro no Salão Nobre da Câmara, sobre os meus livros e o encontro com Maria Natália e sua mãe e a visita à casa onde nasci, além de uma breve passagem pela vila em direcção a Quadrazais, para assistir ao funeral de meu tio Juvenal Salada. Dessa viagem resultou um poema, «Ouro e prata» incluído no meu livro «Cuidados intensivos». Todas as outras memórias que tenho do Sabugal são passadas imagens confusas, misturadas com sentimentos presentes, de que falo em outros poemas: «Lugar» (de «O caminho de casa») «[Lugares da infância]» (de «Um sítio onde pousar a cabeça»), e ainda «O quarto cor-de-rosa» (sobre a casa onde nasci, que é hoje da mãe da Natália), «Branco», «Forma, só forma» e «Um casaquinho preto» (sobre o casaco, na verdade uma pequenina casaca de cerimónia, feita pela minha «ti Céu», que ainda tenho e que vesti aos dois ou três anos numa festa de Carnaval no Sabugal).
Podemos afirmar que enquanto poeta também se sentiu inspirado pelas recordações da infância no Sabugal…
A memória da infância, sonhada ou vivida (se a própria vida não é, como afirmam os budistas, um sonho), é, acho eu, um dos motores centrais da minha poesia. Em alguns dos poemas que tenho imprudentemente escrito, como os que referi, está de forma explícita e em recordações de sítios e situações concretos de que vagamente me recordo hoje e, sobretudo, na consciência mais ou menos magoada dessas recordações, que sei que são apenas isso, recordações, provavelmente, mas que sei eu?, imagens com que eu próprio fui construindo a minha memória e cuja «verdade», mais do que a dos acontecimentos distantemente invocados, é sobretudo a da própria distância e a dos sentimentos que a habitam. Há, por exemplo, outro poema «Junto à água», do meu livro «Um sítio onde pousar a cabeça» (e esse ‘sítio onde pousar a cabeça’ é justamente a infância perdida), em que julgo – nestas coisas não se pode dizer nada com certeza – falo a minha longa peregrinação por terras estranhas desde que deixei o Sabugal até hoje…

Os homens temem as longas viagens,
os ladrões da estrada, as hospedarias,
e temem morrer em frios leitos
e ter sepultura em terra estranha.

Por isso os seus passos os levam
de regresso a casa
às veredas da infância,
ao velho portão em ruínas; à poeira
das primeiras, das únicas lágrimas…

…e por aí fora.
Aliás, o tema do regresso a casa é um dos mais persistentes leitmotivs da minha poesia, e acho – até onde me é possível sabê-lo – que isso resulta de a minha vida ter sido sempre uma eterna partida, pelos motivos de que lhe antes lhe falei.
Como vê o acto de homenagem que os sabugalenses lhe preparam?
Como um regresso a casa. E levado por mãos tão amigas como as de Paulo Leitão Batista e da Natália.

«A esta hora,
– escrevo eu noutro poema –
na infância neva
e alguém me leva pela mão.
Quem me trouxe de tão
longe senta-se agora
à minha cabeceira
pegando-me na mão.
Senhor, que ao menos
a infância permaneça,
o espírito da neve / desfolhando-se no chão!»
plb

A Senhora Dona Maria Alice Lopes Moreira de Almeida tem exercício o ensino básico, desde os começos da sua licenciatura, em Rio Maior.

Jesué Pinharanda – Carta DominicalAtravés do semanário «Região de Rio Maior» tivemos a grata notícia de aquela cidade ribatejana lhe ter agora prestado merecida homenagem, que decorreu no dia 17 do último mês de Maio. Como deve ser do conhecimento de muitas pessoas, a professora D. Maria Alice é poetisa, pintora, senhora de gosto e, enfim, nossa conterrânea, por ser natural de Vale de Espinho, em Riba Coa e concelho do Sabugal.
Nessa homenagem, para além de diversos testemunhos de circunstância e de pompa, anotámos o proferido por Manuel Vaz, que foi o mais antigo aluno, quando Maria Alice começou a dar aulas, e teria para aí uns vinte anos.
Momento alto da homenagem que se iniciou com a celebração de missa, viria a ser a inauguração da placa toponímica que deu a uma rua de Rio Maior o nome de Maria Alice Moreira Almeida. Justiça e simpatia. Parabéns.
Quase ao mesmo tempo, a poetisa editou a 4.ª série de poemas, que tem publicado sob o título geral de «Desabafo». Simplicidade lírica, ternura humana, comunhão de sentimentos com as pessoas e as coisas.
Muitas felicidades, longa vida e longa arte.

Professora Maria Alice Lopes Moreira

«Carta Dominical», opinião de Pinharanda Gomes
pinharandagomes@gmail.com

O Centro Cívico Nascente do Côa vai comemorar este dia com uma pequena cerimónia, que se pretende, seja uma homenagem à Mulher.

Dia Internacional da Mulher nos Fóios (Sabugal)Programa da cerimónia de homenagem à Mulher no Centro Cívico Nascente do Côa na freguesia dos Fóios:
– Recepção;
– Breve historial do papel da Mulher ao longo dos tempos;
– Recitação de poemas de poetisas marcantes na literatura nacional e internacional;
– Projecção de imagens relativas à data;
– Debate sobre assuntos de interesse comum;
– Momento de confraternização com um Porto de honra.

Mulher dos Foios! Vem ao Centro Cívico no dia 08 de Março, pelas 15.30 horas, conviver com outras mulheres e viver em alegria este dia que é teu.
José Manuel Campos

JOAQUIM SAPINHO

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