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Seria hipócrita se não dissesse que fiquei satisfeito com a extinção dos Governos Civis.

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaO Dr. Passos Coelho teve a coragem de tomar uma medida que, quanto a mim, só peca por tardia.
Mas confesso que, se fosse possível, meteria uma cunha ao Sr. Primeiro Ministro para que não acabasse com o Governo Civil da Guarda. Mas só na condição de lá poder permanecer o Dr. Santinho Pacheco.
Isto não passa de uma utopia mas é mesmo o que me vai na alma. É, no fundo, uma homenagem que presto àquele que considero ter sido um Governador atento aos problemas sociais. No distrito da Guarda o melhor de todos os tempos.
É caso para dizer que, na Guarda, fechámos com chave de ouro.
Também reafirmo que se todos fossem como o Santinho talvez a extinção não se tivesse verificado.
É verdade que o Dr. Santinho Pacheco não resolveu muitos dos nossos problemas mas teve a coragem e a virtude de sempre nos ter ouvido e de muitas vezes ter levado às mais altas instâncias as nossas preocupações e anseios.
Obrigado Dr. Santinho.
A vida continua e, como felizmente pertencemos ao mundo dos vivos, vamos continuando a encontrar-nos e a conviver. Pretendemos continuar a aprender Consigo.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

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O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou hoje, no seu discurso de tomada de posse, que o seu Governo não vai nomear novos governadores civis e vai promover um «Programa Nacional de Poupança». Na Assembleia da República a deputada social-democrata Assunção Esteves foi eleita à primeira volta, com 186 votos a favor, 41 brancos e dois contra conquistando 81 por cento dos votos dos deputados. A antiga juíza do Tribunal Constitucional é a primeira mulher a ser eleita presidente da Assembleia da República.

Governo Civil - Guarda

«O Estado dará o exemplo de rigor e contenção para que haja recursos para os que mais necessitam. E o meu Governo será o líder desse exemplo, como de resto a decisão de não nomear novos governadores civis já sinaliza», declarou Passos Coelho, na cerimónia de posse do XIX Governo, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro disse ainda que vai responder «à estagnação económica» com «um Programa para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego, que ataca os bloqueios à produtividade e à iniciativa empresarial, e que aposta nos sectores dos bens transaccionáveis», considerando: «É aqui que se joga o futuro da nossa prosperidade».
As medidas de «desvalorização fiscal» são «uma aposta decisiva na reaquisição de competitividade externa», referiu o primeiro-ministro e presidente do PSD.
O «Programa Nacional de Poupança», terá «o intuito de elevar a taxa de poupança para reduzir o endividamento das famílias e das empresas» e incluirá «um esforço de atracão das poupanças dos portugueses que vivem no estrangeiro, travando assim a dependência extrema e insustentável da economia nacional relativamente ao financiamento externo», disse.
«Do mesmo modo que em face das presentes restrições teremos todos de aprender a fazer mais e melhor com menos, teremos também todos de conseguir ainda assim poupar mais. Aumentar a poupança converteu-se num imperativo económico de primeira ordem de recuperação da economia portuguesa», considerou Passos Coelho.
Em declarações à Lusa, Duarte Caldeira, presidente da Liga de Bombeiros salientou que o fim dos Governos Civis «vai obrigatoriamente suscitar uma reflexão e reestruturação do sistema de protecção civil em Portugal», porque o Governo Civil tem competências do ponto de vista político-administrativo que ou transitam para outra entidade ou têm de ser repensadas.
Em causa está, explicou, o papel desempenhado por «muitos governadores civis dos últimos governos como preciosos auxiliares para os bombeiros, ao fazerem a ponte com Governo central e com os autarcas».

Assunção Esteves - Presidente Assembleia República

Assunção Esteves eleita à primeira
Assunção Esteves foi eleita à primeira para a Presidência da Assembleia da República com 186 votos, ficando a 18 votos do resultado obtido em 2009 por Jaime Gama – que foi o presidente da AR mais votado desde o 25 de Abril – mas que mesmo assim é uma maioria confortável. A candidata do PSD obteve ainda 41 votos brancos e dois nulos. Votaram 229 deputados, tendo faltado um.
A eleição acontece depois de Fernando Nobre ter falhado por duas vez a eleição para o segundo lugar mais importante do Estado português.
Assunção Esteves torna-se assim na primeira mulher a assumir o cargo que representa a segunda figura do Estado.
Assunção Esteves, de 54 anos, foi a primeira mulher a desempenhar o cargo de juíza no Tribunal Constitucional, onde esteve entre 1989 e 1998, e também a única eurodeputada eleita para o Parlamento Europeu nas eleições de 2004, pela lista de coligação Força Portugal (PSD/CDS-PP).
Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, onde também fez um mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, Assunção Esteves foi eleita deputada pelo círculo de Vila Real, em 1987, na primeira maioria absoluta liderada por Cavaco Silva, informa ainda a Lusa.

Aproveitamos para desejar felicidades e votos de boa governação a dois beirões: ao ministro das Finanças, Vítor Gaspar, natural de Manteigas e ao secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, natural do Pocinho, Vila Nova de Foz Côa.
jcl (com agência Lusa)

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Joaquim Valente - Gabriela Canavilhas - Santinho Pacheco - Américo Rodrigues - TMG
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Data: 25 de Abril de 2011.
Local: Café Concerto do TMG-Teatro Municipal da Guarda.
Autoria: Direitos Reservados.
Legenda: A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas entrega o Diploma e a Medalha de Mérito Cultural ao director do TMG, Américo Rodrigues, tendo por testemunhas o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente e o governador civil da Guarda, Santinho Pacheco.
jcl

O director do TMG-Teatro Municipal da Guarda, Américo Rodrigues, vai ser homenageado pelo Ministério da Cultura com a atribuição da Medalha de Mérito Cultural. A cerimónia está marcada para a noite de segunda-feira, 25 de Abril, e conta com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e do Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco.

Américo Rodrigues - TMG - Guarda - Foto Capeia Arraiana

Américo Rodrigues, director do Teatro Municipal da Guarda (TMG), vai ser homenageado pelo Ministério da Cultura com a atribuição da Medalha de Mérito Cultural, pelo contributo para o desenvolvimento cultural da região.
O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, disse em declarações à agência Lusa que a distinção será entregue na Guarda, na noite de segunda-feira, dia 25 de Abril, quando o TMG assinala o sexto aniversário, numa cerimónia que contará com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas. A cerimónia irá decorrer no café concerto daquele complexo cultural, no final de um espectáculo com o cantor Pedro Abrunhosa, indicou.
Santinho Pacheco referiu que propôs à ministra da Cultura a atribuição da Medalha de Mérito Cultural a Américo Rodrigues, atendendo ao trabalho desenvolvido «ao serviço da cultura». «O Américo Rodrigues é uma figura incontornável da cultura, na Guarda, e a cultura para a Guarda é uma actividade estratégica, particularmente a partir do momento em que foi inaugurado o novo TMG», justificou. Acrescentou que o homenageado «marcou o rumo» da opção da Guarda pela cultura, afirmando a cidade no contexto regional e nacional «por um bom motivo».
Santinho Pacheco diz tratar-se de uma homenagem «justa», que Américo Rodrigues, que nasceu na Guarda, «bem merece», pelo papel cultural desenvolvido ao longo de 30 anos.
Para além de director do TMG, o galardoado é poeta sonoro, actor, escritor, encenador e programador de eventos culturais.

1 – O Capeia Arraiana associa-se à homenagem reconhecendo as capacidades invulgares de Américo Rodrigues enquanto homem de cultura e gestor de um espaço que é, em apenas seis anos, uma referência a nível nacional e ibérico pela qualidade da programação e dos protagonistas que têm actuado na cidade mais alta. O mérito, muito mérito, cultural de Américo Rodrigues é um orgulho para a cidade da Guarda, para o distrito e para toda a Beira Alta.
2 – Ainda não há muito tempo Américo Rodrigues escrevia no seu blogue «Café Mondego» (uma referência na opinião livre e séria na blogosfera): «Que raio de homem sou eu que não tenho um fato e uma gravata?!» Será desta que o «obrigam» a usar uma gravata?
3 – E já agora aqui fica o lembrete. Este cordial homem de cultura comemora 50 anos de idade no sábado, 23 de Abril. Até lá.
jcl (com agência Lusa)

=O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, desafiou as mulhes do distrito a preservar as tradições. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, reúne no dia 1 de Fevereiro com as 23 corporações de bombeiros do distrito da Guarda para preparar os fogos florestais. Reportagem com edição da jornalista Sara Castro com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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O secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, garantiu o financiamento do Centro de Limpeza de Neve da Guarda pelo qual tem lutado o governador civil Santinho Pacheco. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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O Capeia Arraiana elegeu António José Santinho Pacheco para «Personalidade do Ano 2010». O actual Governador Civil do distrito da Guarda – o território do Côa, da Estrela e do Douro – soube da escolha durante a grande entrevista que nos concedeu na semana que antecedeu o Natal e sucede a António Robalo, eleito no ano passado. «Não tenho tempo para as redes sociais na Internet porque privilegio o contacto pessoal», disse-nos confirmando o que já todos pensam da sua personalidade. Pró-activo, irreverente, dinâmico e opinativo nunca recusa um convite mesmo que isso o faça marcar presença em dois ou três concelhos no mesmo dia, em qualquer dos sete dias da semana. Santinho Pacheco entendeu reescrever a partir da cidade mais alta a definição de Governador Civil nos «books» governamentais.

Santinho Pacheco - Governador Civil da Guarda - Capeia Arraiana

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O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, é a «Personalidade do Ano 2010» para o Capeia Arraiana.
António José Santinho Pacheco nasceu em Setembro de 1951 na Vila Franca da Serra, no concelho de Gouveia. Logo a seguir ao 25 de Abril foi eleito deputado municipal e posteriormente presidente da Assembleia Municipal. Em 1979 assumiu a presidência de Junta de Freguesia de Vila Franca da Serra e de vereador da Câmara Municipal de Gouveia após a vitória de Alípio de Melo em 1982. Entre 1985 e 2001 (durante quatro mandatos) exerceu as funções de Presidente da Câmara Municipal de Gouveia. Em 2001 perdeu para Álvaro Amaro e foi vereador até 2005. No currículo regista ainda uma breve passagem pela Assembleia da República durante a VIII Legislatura (1999-2002) como deputado do Partido Socialista pelo Círculo Eleitoral da Guarda na Assembleia da República.
No dia 19 de Novembro de 2009 Santinho Pacheco foi nomeado pelo Conselho de Ministros, por proposta do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, para Governador Civil do distrito da Guarda sucedendo no cargo a Maria do Carmo Borges.
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– Quando assumiu o cargo de Governador Civil declarou que a sua principal preocupação seria a batalha do desemprego. Um ano depois mantém essa prioridade?
– Absolutamente. Vivemos um ano extremamente complexo. Os maiores especialistas mundiais em economia ainda não conseguem dizer se a luz que se vê no final do túnel é o fim ou um novo túnel que aí vem. Admito que o Governo se tenha enganado nas previsões até porque na política, muitas vezes, enganamo-nos mas para um homem com a craveira do prof. Cavaco Silva se ter deixado enganar pelo governo já acredito menos. Por isso considero que houve um conjunto de fenómenos novos na economia mundial que levaram a que tudo fosse imprevisível mesmo no curtíssimo prazo. Quando declarei que a batalha do desemprego era fundamental num território como o nosso de baixa densidade populacional não previa que as dificuldades fossem tão grandes. Nós tivemos – eu próprio e muitos autarcas deste distrito – na sequência do clima psicológico que se criou à volta da crise de tentar segurar as empresas que estão abertas. Somos um país muito dependente das exportações e do mercado interno. Apesar do fecho da Delphi ainda vai havendo poder de compra na Guarda mas as pessoas já pensam muito em poupar. Tivemos de lutar pela salvaguarda de postos de trabalho. Os empresários sabem que tiveram aqui uma porta aberta para os ajudar, para ir a Lisboa aos ministérios defender os postos de trabalho. O fecho da Delphi na Guarda não teve nada a ver com a produtividade dos trabalhadores. Foi uma decisão tomada a nível mundial pela administração da empresa nos Estados Unidos. Ouvi o secretário de Estado da Economia perguntar – «Mas o que é que eles querem para não sair?» – e não houve resposta a essa questão. O aumento de produção em Castelo Branco é uma situação meramente transitória. Por outro lado a multinacional Dura Automotive, que esteve para se deslocalizar da Guarda, vai ampliar as instalações da fábrica em Vila Cortez do Mondego. Mas temos de ser claros e não fazer demagogia. Nós não temos um tecido económico dinâmico. Nós não temos um mundo empresarial com vontade de arriscar. O ministro da Economia disse – e o NERGA sabe disso – «Que projectos é que têm na Guarda que nós vamos aprová-los com prioridade?» Na verdade temos algumas dificuldades porque, actualmente, tirando dois casos todas as negociações em curso são com empresários de fora. Se fizermos uma radiografia mental dos nossos concelhos e retirarmos os funcionários públicos e os que trabalham nas IPSS’s a capacidade empresarial é mínima. Assim temos que bater a outras portas e na actual conjuntura sabemos que não somos os únicos. Não podemos desistir e devemos apostar em «coisas novas».
– E que «coisas novas»?
– Dou-lhe os exemplos dos sectores agro-industrial e das carnes que estão mal explorados no nosso distrito. O matadouro da Guarda – que até interessa bastante à gente do Sabugal – está em sub-aproveitamento, com dificuldades de tesouraria. Em vez de só matar e entregar a carne desmanchada devia ser criada uma estrutura que poderia transformar, embalar e comercializar com uma marca nossa. Há produtos agrícolas que podem e devem ser industrializados e certificados criando uma mais-valia com a criação de marcas. Nós não podemos andar distraídos com um sector industrializado forte com projectos feitos não sei por quem e continuamos a ignorar aquilo que é verdadeiramente nosso. Eu não me canso de dizer que o distrito deve ter os pés bem assentes na terra mas para isso temos de convencer os autarcas e fazê-los acreditar que o mundo rural do distrito da Guarda é, sem sombra de dúvida, o nosso petróleo. É uma riqueza que deixou de ser explorada. O repovoamento, ou pelo menos, o combate à desertificação do nosso distrito passa pelo mundo rural. O turismo não pode ser a panaceia de todos os nossos males. O turismo tem de ser algo de complementar a uma boa exploração rural, à gastronomia, ao artesanato…
– A Comissão Executiva criada pelo Governo Civil já elaborou o Plano Estratégico para o Desenvolvimento Rural do distrito da Guarda?
– Por vezes falamos de iniciativas onde nos faltam o capital ou os meios necessários mas quando falamos de desenvolvimento rural temos cá tudo. Até 31 de Dezembro vamos apresentar ao Ministério da Agricultura as primeiras propostas para o uso da terra. Não podemos continuar a permitir que as terras necessárias aos projectos para o mundo rural não estejam disponíveis. A propriedade tem um valor social e não apenas um valor patrimonial para o seu proprietário. As terras de quem não pode, não quer ou nem sequer cá está devem ser disponibilizadas recebendo em troca uma contrapartida. Há valores que estão acima do individualismo. Tal como é crime queimar uma nota de banco também sabemos que a floresta é uma riqueza de todos apesar de ter um dono. No nosso distrito há uma percentagem elevadíssima de propriedades que estão ao abandono e por isso temos de dar passos em frente e rapidamente para que o uso da terra e da criação do banco de terras com arrendamento rural ou outra fórmula que inclua os municípios ou as juntas de freguesia. Quando o Estado Novo criou a Colónia Agrícola Martim-Rei teve como objectivo o repovoamento do território e a criação de riqueza. Estou convencido que há pessoas nas áreas urbanas que aceitariam o desafio de vir para estas terras apostar na agricultura. Hoje uma grande percentagem do consumo faz-se através das grandes superfícies e, por isso, devemos investir numa bolsa de produtos de excelência que possam ser transaccionados por uma central distrital com uma marca certificadora. Precisamos de vender bem! O que é daqui ainda tem qualidade! As pessoas acreditam. As morcelas da Guarda, o bucho do Sabugal, as sardinhas de Trancoso, os queijos, as castanhas, a doçaria… estamos a desperdiçar uma riqueza que era fundamental para a fixação de pessoas e para que vivam mais e melhor. E falta falar da componente ambiental. Sem ocupação do território não há forma de travar os incêndios florestais. O combate aos fogos florestais custa todos os anos uma fortuna ao país. Mas chegamos sempre ao mesmo ponto. Tem de haver vontade política e em Portugal não tem havido vontade política para combater a interioridade.
(continua.)
jcl

O Capeia Arraiana elegeu António José Santinho Pacheco para «Personalidade do Ano 2010». O actual Governador Civil do distrito da Guarda soube da escolha durante a entrevista que nos concedeu na semana que antecedeu o Natal e sucede a António Robalo, eleito no ano passado. «Não tenho tempo para as redes sociais na Internet porque privilegio o contacto pessoal», disse-nos confirmando o que já todos pensam da sua personalidade. Pró-activo, irreverente, dinâmico e opinativo nunca recusa um convite mesmo que isso o faça marcar presença em dois ou três concelhos no mesmo dia, em qualquer dos sete dias da semana. Santinho Pacheco entendeu reescrever a partir da cidade mais alta a definição de Governador Civil nos «books» governamentais.

Santinho Pacheco - Governador Civil Guarda - Capeia Arraiana

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Ao longo de 2010 homenageou as mulheres da Guarda, reuniu entidades para tratar da problemática da sinistralidade rodoviária, apoiou os pedidos de novos quartéis na Guarda para a PSP e GNR, opinou sobre os IC’s na Serra da Estrela, protocolou em conjunto com a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação os apoios às IPSS’s do distrito, apoiou a visita à Guarda durante uma semana dos oficiais do Instituto de Altos Estudos Militares, esteve em Vilar Formoso a receber os emigrantes com o programa «Verão Seguro», liderou o pacto de regime sobre as «desavenças» entre os municípios e a Águas do Zêzere e Côa, criou o dia distrital anual do tratorista reunindo centenas de agricultores em Pinhel, realizou o primeiro governo civil aberto na freguesia dos Fóios… Estas são algumas das muitas iniciativas que protagonizou no primeiro ano de Governador Civil…
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– Como reage a algumas críticas que consideram que vai havendo muitas iniciativas mas poucas conclusões?
– Não sou um calculista no exercício do cargo nem exerço as minhas competências com reservas. Normalmente os políticos quando ainda estão numa determinada idade têm medo de cometer erros ou deslizes e são muito politicamente correctos mas eu considero que no distrito da Guarda temos que ir além de dois ou três eventos anuais ou então perdemos visibilidade nacional. Entendo que é necessário levar a cabo um conjunto de acções com toda a franqueza e abertura independentemente de não atingir rapidamente resultados. Vou pegar no exemplo da reunião dos tractoristas em Pinhel. Podíamos ter reunido separadamente em todos os concelhos mas sei que as iniciativas passavam despercebidas aos olhos da comunicação social, do poder, da autoridade nacional de segurança rodoviária, da GNR e ao fim e ao cabo gastávamos muito mais do que concentrar toda a gente em Pinhel. Estiveram presentes 1500 tractoristas que sentiram o reconhecimento das autoridades e do povo anónimo. Foi muito importante reconhecer o contributo dos tractoristas para não deixar morrer a agricultura e até para evitar males maiores com incêndios. Podemos falar, também, sobre o centro de limpeza de neve. Sempre nevou na Guarda. Tem sido típico antes de falar no tema analisar todos os aspectos políticos da questão. É esse «tacticismo» que eu não tenho. Entendo que a Guarda merece um centro de limpeza próprio para não estar sempre a pedir favores às Estradas de Portugal, à Scutvias ou outra qualquer. Foi mais tarde do que as minhas previsões? Foi, sim senhor, mas vai concretizar-se. Outro exemplo. Tomei conhecimento em Salamanca com o Centro Superior de Educação Vial que coordena os cartazes, os sinais e as campanhas rodoviárias para toda a Espanha. Na primeira oportunidade propus ao senhor ministro a criação de um centro idêntico na Guarda com o apoio do IPG. O meu dever é lutar mesmo não sabendo se vou concretizar este desejo. Recentemente, após o grande nevão, entendi falar sobre as correntes para a neve. Há sinalética própria para essas situações. É só colocá-la e responsabilizar os automobilistas que não cumprirem. Sem problema nenhum. Não estou a medir consequências. Apenas estou preocupado em fazer. O único direito que o Governador Civil tem é cumprir o seu dever. Cumprir o dever é inovar, procurar concretizar as ideias e lutar até à exaustão pela sua concretização.
– A «interioridade» do distrito da Guarda é de extremos. O calor seco do Verão e os rigores da neve no Inverno. Acha que o poder central reconhece estas especificidades?
– Na generalidade dos distritos a Protecção Civil está preparada para o grande desafio dos fogos florestais e depois o Inverno é uma época de «pousio», de descanso para os bombeiros. Nós aqui não. Este ano houve fogos até final de Outubro e depois começamos a ter os primeiros nevões e geadas. A área dos nevões até é maior do que a dos incêndios. O concelho do Sabugal teve um dos nevões mais intensos de que há memória. O maciço central da Serra da Estrela, a Guarda, Manteigas, Aguiar da Beira, Trancoso e Seia e Gouveia tiveram neve durante vários dias. A necessidade de combater a desertificação do Interior devia ser estratégica a nível nacional. O país está perigosamente inclinado para o mar. Os problemas sociais que vemos nas áreas metropolitanas de cidades como Paris são muito graves e de um momento para o outro podem acontecer também em Portugal. É importante voltar a indireitar o país. Um distrito como a Guarda que elege apenas quatro deputados faz com que estas terras sejam esquecidas. Os dois partidos já foram herdeiros e já deram heranças e por isso são os dois responsáveis.
– Somos poucos mas temos excelentes recursos naturais como, por exemplo, a água…
– Exacto. Veja a questão da água. Os municípios afirmam que estão a ficar com prejuízos porque estamos a pagar a água muito mais cara. Só há uma maneira de resolver o problema e fazer justiça ao Interior. A Assembleia da República deve tabelar o preço da água como faz com a electricidade ou o cimento. O problema é que há prédios em Lisboa com mais habitantes do que muitas freguesias do distrito da Guarda. No mapa das 20 freguesias mais pequenas de Portugal há 11 no distrito da Guarda. Todos estes problemas do Interior deviam ser encarados quase como de salvação nacional. Devíamos substituir as politiquices. Não devemos ordenhar uma vaca quando esta não tem leite. Estamos a maltratar o animal. Na política é a mesma coisa. Devemos ser justos para distribuir o pouco que temos. Se fossemos verdadeiros a falar e não estivéssemos sempre com um discurso politicamente correcto para agradar aos nossos líderes. Dou-lhe outro exemplo. O meu último desafio aos autarcas foi no sentido de abrir uma oficina de turismo em Salamanca para promover o distrito da Guarda. O Governo Civil patrocina em colaboração com os 14 municípios. Mesmo que não seja possível uma candidatura não chega a dar um mês de renda a cada um. Na Rádio Altitude ouvi espanhóis na Feira Eco-Raia, em Salamanca, dizer que é mais fácil saber pormenores de Óbidos ou da Nazaré do que do nosso território. O distrito da Guarda está dividido em três regiões de turismo e por isso é muito difícil coordenar estas entidades todas. Temos de nos unir e trabalhar em conjunto. Estou a trilhar um caminho do qual já não há retorno e quero exercer o cargo de forma muito presente porque como já afirmei o único direito que o Governador Civil tem é cumprir o seu dever.
(Continua.)
jcl

O Capeia Arraiana elegeu António José Santinho Pacheco para «Personalidade do Ano 2010». O actual Governador Civil do distrito da Guarda soube da escolha durante a entrevista que nos concedeu na semana que antecedeu o Natal e sucede a António Robalo, eleito no ano passado. «Não tenho tempo para as redes sociais porque privilegio o contacto pessoal», disse-nos confirmando o que já todos pensam da sua personalidade. Pró-activo, irreverente, dinâmico e opinativo nunca recusa um convite mesmo que isso o faça marcar presença em dois ou três concelhos no mesmo dia, em qualquer dos sete dias da semana. Santinho Pacheco entendeu reescrever a partir da cidade mais alta a definição de Governador Civil nos «books» governamentais.

Adérito Tavares - Santinho Pacheco - António Robalo

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Todas as declaração nesta grande entrevista são importantes mas não resistimos a destacar parte de uma resposta de Santinho Pacheco: «O Sabugal foi a maior surpresa que eu tive desde que sou governador civil. O Sabugal surpreendeu-me pela capacidade e o querer das pessoas, pelas potencialidades do concelho e pelas perspectivas de futuro. No Sabugal nada é por acaso. O Sabugal surpreende qualquer pessoa que ali vá de espírito aberto. O que se passa no Sabugal durante o mês de Agosto é um fenómeno à escala europeia. O contraste entre o Sabugal do Inverno e o Sabugal do mês de Agosto mostra todas as potencialidades daquelas terras e temos obrigação de as saber aproveitar.»
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– Tem sido alvo de várias homenagens e os cidadãos do distrito da Guarda começam a ver a figura do Governador Civil com outros olhos. Neste caso podemos dizer que é a pessoa que faz o cargo…
– Há uma ideia errada do que é o Governo Civil. O Governador Civil é nomeado pelo Conselho de Ministros e representa globalmente o Governo, ou seja, todos os ministérios. Esta representação obriga a um esforço muito grande do titular do cargo quando o quer exercer bem. Claro que é muito fácil receber um convite e responder que, por questões de agenda, não é possível estar presente ou enviar um representante. Eu gosto de estar presente e quando não vou fico triste. Vivo estas funções com o mesmo entusiasmo como quando fui a primeira vez para a Câmara de Gouveia. Independentemente de ter uma cor política as minhas competências não me permitem entrar em jogos partidária. Quando tomei posse afirmei com convicção que nunca admitirei que façam pouco de um presidente de câmara qualquer que seja o partido que o elegeu apesar de ter sentido na pele ser desautorizado só porque não era do partido que estava no Governo. Eu não acho que isso seja correcto. Quem é eleito tem a confiança das populações e merece respeito de todos os democratas. No distrito da Guarda o Governador Civil é visto como uma personalidade em fim de carreira política…
– … mas não é o seu caso…
– … Não. É o meu caso. Apenas estou preocupado em cumprir bem o meu papel. É o meu maior defeito. Sou incapaz de guardar na cabeça momentos menos bons. Posso ser objecto daquilo a que se costuma chamar uma sacanice mas no dia seguinte já esqueci tudo. Neste momento não quero pensar em mais nada. No protocolo de Estado um deputado ou um general estão acima do Governador Civil mas as populações sempre tiveram, no distrito da Guarda, um grande respeito pelo cargo. Desde 1976 que exerço cargos políticos e já conheci 11 ou 12 governadores civis, começando pelo Alberto Antunes, da Aldeia de Santo António do concelho do Sabugal, Marília Raimundo, Adriano Vasco Rodrigues (um cavalheiro, um senhor), Fernando Lopes, Fernando Cabral ou o dr. Lacerda. Todos tinham uma estilo muito pessoal e aprendi com eles todos. Tenho um grande orgulho no clima de amizade, de proximidade que durante este primeiro ano construí com todos os presidentes de câmara do distrito. Eu sei muito bem as dificuldades por que passam e que se estão a viver neste momento e devemos ajudar-nos uns aos outros. Quando as populações locais estão satisfeitas encaram o futuro com mais optimismo e o governador civil também tira partido desse clima positivo e favorável. A política de terra queimada nunca trouxe lucros a ninguém. A política pró-activa pelo engrandecimento de uma terra beneficia sempre os seus autores. Enganam-se todos aqueles que pensar ser no bota-abaixo que se tiram proveitos políticos.
– O Centenário da República foi bem tratado nos concelhos do distrito da Guarda?
– Em todos os concelhos do distrito houve uma dignidade muito grande nas cerimónias do Centenário da República. No Sabugal, em Gouveia, em Celorico e em todos os concelhos houve excelentes iniciativas. Aqui na Guarda «aconteceram» momentos incríveis. A Guarda foi verdadeiramente republicana.
– No passado mês de Agosto na capeia arraiana de Aldeia do Bispo afirmou com toda a convicção que o «Sabugal era uma nação». Porquê?
– O Sabugal foi a maior surpresa que eu tive desde que sou governador civil. O Sabugal surpreendeu-me pela capacidade e o querer das pessoas, pelas potencialidades do concelho e pelas perspectivas de futuro. No Sabugal nada é por acaso. O Sabugal surpreende qualquer pessoa que vá ali de espírito aberto. O que se passa no Sabugal durante o mês de Agosto é um fenómeno à escala europeia. O contraste entre o Sabugal do Inverno e o Sabugal do mês de Agosto mostra todas as potencialidades daquelas terras e temos obrigação de as saber aproveitar. É extraordinária a lição de amor à terra que nos é dada pelos emigrantes quer estejam em Lisboa, na França, na Suíça ou em qualquer outro lugar que vêm para ser mordomos, para gastar dinheiro naquelas festas que são na verdade únicas. E já disse algumas vezes: «Como é possível um homem andar toda a vida na política distrital, ter sido presidente da Câmara durante 20 anos, ter sido amigo de muitos presidentes de câmara do Sabugal – recordo-me de ter sido testemunha de um presidente que já faleceu e que era de outro partido que não o meu – e como é que nunca olhei com olhos de ver para as potencialidades daquele concelho.» Tenho a certeza que o Sabugal é uma terra com grande futuro na próxima década. Vai ser um concelho surpreendente.
– Tem tempo para a Internet e para as redes sociais?
– Não. Absolutamente. Eu lido directamente com as pessoas. Gosto de falar com todos mas no mundo real.
– O Capeia Arraiana elegeu-o como personalidade do ano 2010. Quer fazer algum comentário?
– É uma honra que me cria uma enorme responsabilidade. Quanto maior é a subida maior é o tombo. Procurarei ser fiel às razões que vos levaram a tomar essa decisão e não vos desiludir. Gosto de dizer que um dos meus objectivos na política é nunca desiludir aqueles que, por uma ou outra razão, e a maior parte das vezes por amizade têm alguma consideração e respeito por mim. Por isso aquilo que eu irei procurar, enquanto estiver no desempenho do cargo de governador civil é tudo fazer para no futuro me possam dizer: «Não nos desiludiu.» E gostaria de dirigir através do Capeia Arraiana uma saudação de Natal e Ano Novo a todos os que partilham este espaço. No distrito da Guarda partilhamos memórias comuns e respeitamos valores que nos unem e isso é que é a nossa força. Terras com história, povo com alma, o futuro é forçosamente o seu destino. A todos Boas Festas e vamos acreditar que 2011 vai ser um ano de mudança efectiva. Nestas terras sempre aprendemos o valor do dinheiro. O dinheiro que vem do suor do rosto das pessoas, daqueles que para terem dignidade tiveram de emigrar um dia. Eu que sou filho de emigrantes não esqueço nunca isso e acredito que tendo um nível de vida de acordo com as nossas possibilidades o país pode caminhar no rumo certo. Para este ciclo se completar é fundamental que a nível nacional tenhamos juízo relativamente a uma questão fulcral para o distrito da Guarda – o apoio à agricultura. O mundo rural precisa de sobreviver a esta crise.
jcl

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com


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Data: 10 de Dezembro de 2010.
Local: Folgosinho (concelho de Gouveia).
Autoria: Capeia Arraiana.
Legenda: O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, recebeu um presente original durante a I Gala da Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda. O capacete de «chefe de bombeiros» para uma personalidade que tem acudido e opinado em todos os «incêndios» deste imenso distrito da Guarda. Escolha acertada para quem tem demonstrado uma força anímica fora do vulgar na forma personalizada e proactiva como entende o papel de Governador Civil.
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O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, iniciou esforços junto da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para que as viaturas circulem obrigatoriamente com correntes quando aparecer a neve na cidade da Guarda. Edição de Paula Pinto e Sara Castro da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, revelou esta terça-feira, 30 de Novembro, que ainda «durante este Inverno» a cidade mais alta ficará dotada com uma Unidade de Limpeza de Neve, cujo processo de aquisição está em fase de conclusão.

Limpa-Neves na Guarda«A Guarda vai ter, durante este inverno, um Centro de Limpeza de Neve moderno e eficaz, constituído por uma viatura limpa-neves pesada, um veículo ligeiro para actuar no centro da cidade e também uma pá carregadora para carregamento de sal», disse à agência Lusa o governador civil Santinho Pacheco.
Segundo o representante do Governo no distrito da Guarda, a candidatura com vista à aquisição do equipamento já está elaborada e hoje participará em Lisboa numa reunião com o ministro da Administração Interna e o secretário de Estado da Proteção Civil, na qual o assunto será abordado.
«Espero que na reunião se possam limar as arestas do ponto de vista burocrático» do processo, admitiu, adiantando que a componente financeira comunitária e nacional «está mais do que prevista e assegurada», faltando apenas ultrapassar «aspectos burocráticos».
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A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR) tornou público pelo aviso n.º 18463/2010 publicado no Diário da República que o período de discussão pública do Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT-Centro) decorre entre 28 de Setembro e 30 de Novembro de 2010. O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, entendeu organizar uma reunião com autarcas do distrito para debater o famoso documento.

Santinho Pacheco - Governador Civil da Guarda - António Robalo - Presidente Câmara Municipal SabugalA Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e do Urbanismo (LBPOTU) estabelece que os Planos Regionais de Ordenamento do Território (PROT) são instrumentos de desenvolvimento territorial, de natureza estratégica, de âmbito regional.
A elaboração dos PROT é da competência das CCDR cabendo-lhe definir as estratégias regionais de desenvolvimento territorial, integrando as opções estabelecidas a nível nacional e considerando as estratégias municipais de desenvolvimento local, constituindo o quadro de referência para a elaboração dos planos especiais, intermunicipais e municipais de ordenamento.
O Governo através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 31/2006, de 23 de Março, determinou a elaboração do PROT-Centro e estabeleceu orientações relativas aos objectivos estratégicos, ao modelo territorial e ao respectivo âmbito territorial. Este três instrumentos legais balizam a proposta de plano no que respeita aos princípios, objectivos gerais e
estratégicos do Plano Regional do Ordenamento do Território do PROT-Centro.
O âmbito territorial do PROT-Centro inclui a área geográfica de intervenção da CCDR-Centro com uma extensão de 23 659 Km2, abrangendo 1 783 596 habitantes distribuídos por 78 municípios: Águeda, Aguiar da Beira, Albergaria-a-Velha, Almeida, Alvaiázere, Anadia, Ansião, Arganil, Aveiro, Batalha, Belmonte, Cantanhede, Carregal do Sal, Castanheira de Pêra, Castelo Branco, Castro Daire, Celorico da Beira, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Estarreja, Figueira de Castelo Rodrigo, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Fornos de Algodres, Fundão, Góis, Gouveia, Guarda, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Leiria, Lousã, Mação, Mangualde, Manteigas, Marinha Grande, Mealhada, Mêda, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Mortágua, Murtosa, Nelas, Oleiros, Oliveira de Frades, Oliveira do Bairro, Oliveira do Hospital, Ovar, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penalva do Castelo, Penamacor, Penela, Pinhel, Pombal, Porto de Mós, Proença-a-Nova, Sabugal, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Seia, Sertã, Sever do Vouga, Soure, Tábua, Tondela, Trancoso, Vagos, Vila de Rei, Vila Nova de Paiva, Vila Nova de Poiares, Vila Velha de Ródão, Viseu e Vouzela.

CCDR Centro. Discussão Pública. Aqui.

Rádio Altitude on-line (90.0 FM). Aqui.

Rádio Altitude – Reportagem no Governo Civil da Guarda com intervenções de Santinho Pacheco (G.C. Guarda), António Robalo (C.M. Sabugal), Virgílio Bento (C.M. Guarda) e Álvaro Amaro (C.M. Gouveia).

jcl

No sábado, 30 de Outubro, o povo de Sortelha juntou-se para homenagear Manuel Gouveia no Centro de Dia que este benemérito ofereceu à sua terra. O momento ficou eternizado com uma placa de granito junto à entrada principal do edifício.

GALERIA DE IMAGENS – HOMENAGEM MANUEL GOUVEIA  –  30-10-2010
Clique nas imagens para ampliar

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As comemorações do Centenário da República no concelho do Sabugal têm vindo a ser preparadas pela Comissão Municipal e incluem um conjunto de actividades que se prolongam por todo o mês de Outubro. A sessão solene, no dia 5, inclui uma oração de sapiência pelo professor Adérito Tavares, a inauguração de uma exposição alusiva à República, a plantação da Árvore do Centenário e a apresentação da serigrafia de Manuel Morgado.

Comemorações Centenário República Sabugal
(Clique na imagem para ampliar.)

A Comissão Municipal para as Comemorações do Centenário da República, constituída por Adérito Tavares (presidente da Comissão), por António Robalo (presidente da Câmara Municipal do Sabugal), por Ramiro Matos (presidente da Assembleia Municipal do Sabugal), por Jaime Vieira (director da Escola Secundária do Sabugal) e por João Vila Flor (director do Agrupamento de Escolas do Sabugal) preparou um conjunto de actividades destinadas a comemorar o Centenário da República.
No dia 5 de Outubro, às 15.30 horas, terá lugar no Auditório Municipal do Sabugal a sessão solene com uma oração de sapiência de Adérito Tavares, professor e historiador de Aldeia do Bispo, que será seguida da inauguração de uma exposição temporária alusiva à República, da plantação da Árvore do Centenário na Escola Secundária do Sabugal e a apresentação de uma serigrafia comemorativa da autoria do artista sabugalense Manuel Morgado.
No dia 6, no Auditórioa Municipal, será apresentada a peça de Teatro «Os Republicanos» (às 15.30 horas para os alunos das escolas e às 21.30 horas para o público em geral).
No dia 9, sábado, o fim-de-tarde será dedicado às «Músicas da República» e incluirá uma palestra por Rui Vieira Nery e um concerto pela Banda Filarmónica Bendadense.
No dia 26 de Outubr um grupo de alunos da Escola Secundária do Sabugal fará uma visita de estudo a Alpiarça à «Casa dos Patudos», residência do republicano José Relvas transformada em museu.
No dia 30 as comemorações terão um dos seus pontos altos com «As Jornadas da República». A abertura dos trabalhos, às 14.30 horas, contará com a presença de Adérito Tavares (presidente da Comissão), António Robalo (presidente do Município), Ramiro Matos (presidente da Assembleia Municipal), Santinho Pacheco (governador civil da Guarda) e D. Manuel Felício (bispo da Guarda).
As conferências das «Jornadas» contam com as intervenções de Manuel Braga da Cruz (Reitor da Universidade Católica), «A Igreja e o Estado na I República», de Francisco Manso, «O Sabugal e a República» e de Adriano Moreira.
No final nas «Jornadas» será apresentada, por Natália Correia Guedes (neta de Joaquim Manuel Correia) a 5.ª edição do livro «Memórias sobre o Concelho do Sabugal» do escritor natural da Ruvina a que se seguirá uma intervenção de Júlio Louro, neto do ilustre republicano sabugalense António Augusto Louro.
jcl

O distrito da Guarda tem tido em Santinho Pacheco um governador civil à altura dos tempos. Incansável e oportuno, o ex-autarca de Gouveia parece ter o dom da ubiquidade, dando ao cargo que muitos falam em extinguir uma expressão nunca anteriormente notada.

Hoje o concelho do Sabugal está na rota de Santinho Pacheco. A freguesia raiana dos Fóios recebe o primeiro «Governo Civil Aberto», uma iniciativa que tem o mérito de dar voz e visibilidade aos povos do interior profundo. Serão dois dias, 19 e 20 de Agosto, de constantes actividades e em que os Fóios são, simbolicamente, a capital do distrito.
Embora sejam os representantes do governo nos distritos, os governadores civis vêm perdendo atribuições, sendo relegados a um mero papel simbólico. Vemo-los em festas e comeretes, em inaugurações e cerimónias oficiais, quase sempre em segundo plano face aos governantes e aos autarcas. Parecem figuras burlescas, procurando um lugarzinho no ecrã da televisão.
Mas Santinho Pacheco veio para alterar esta lógica de apagamento dos governadores civis. Atento aos tempos que correm decidiu lançar-se numa cruzada pela dignificação do cargo, assumindo, com a devida medida, um protagonismo que rompeu com o passado. Em apenas nove meses de titularidade do cargo, ele está na ribalta, fazendo inveja aos autarcas mais conhecidos.
Das iniciativas que realizou conta-se o lançamento de um vasto e digno programa comemorativo do Centenário da República, com conferências, exposições e prémios literários. No dia internacional da mulher homenageou a perseverante mulher da Guarda, numa cerimónia notável. Recebeu estudantes e foi às escolas, garantiu a construção de novos quartéis para a PSP e a GNR, foi a Vilar Formoso receber os emigrantes, reuniu os presidentes das câmaras para falarem na água, acompanhou a todo o tempo os membros do governo que, como nunca, andaram de roda pelo distrito.
De sorriso aberto e ar bonacheirão, o governador Pacheco continua a visitar as nossas terras, numa luta imparável para dar dignidade a um cargo que há muito estava apartado das pessoas.
E o governador, devemos dizê-lo, gosta das terras raianas, onde é presença assídua. Hoje e amanhã, nos Fóios, ele vai somar mais pontos.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

«O Sabugal é uma nação!», afirmou Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda depois de assistir na aldeia raiana de Aldeia do Bispo à sua primeira capeia arraiana. Reportagem das jornalistas Sara Castro e Paula Pinto da Local Visão Tv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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Na qualidade de Presidente de Junta da Freguesia de Foios apercebendo-me, há já algum tempo, que o Dr. Santinho Pacheco estava a fazer um Governo Civil de portas abertas e atento a tudo o que de bom e mau vai acontecendo no nosso distrito, pensei fazer-lhe um desafio.


(Clique na imagem para ampliar.)

José Manuel Campos - Nascente do CôaConfesso que tinha um pressentimento de que o Sr. Governador iria satisfazer o meu desejo.
Disse-lhe que muito me agradaria um «Governo Civil Aberto» em Foios.
O Sr. Governador achou o desafio muito interessante e disse-me que poderíamos juntar-nos para conversar.
Assim aconteceu. Não foram necessários muitos encontros para termos colocado a máquina nos carris. O Sr. Governador é, de facto, um homem do povo e muito prático.
Fizemos o programa, que anexamos, e que estamos a divulgar em toda a zona da raia sabugalense, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo. Pretendemos que nuestros hermanos também possam participar activamente nestas jornadas.
Naturalmente que o Presidente do Município, Eng.º António Robalo, também se quis associar tendo já reunido connosco e apresentado ideias que enriqueceram o programa.
Temos objectivos muito concretos e pretendemos que este primeiro «Governo Civil Aberto», nos dias 19 e 20 de Agosto, deixe marcas nos Foios e em toda a região raiana.
Não me restam dúvidas de que é com homens desta craveira que poderemos inverter a tendência da desertificação e da desgraça.
O Sr. Governador tem-se empenhado na vinda de membros do Governo ao nosso distrito mas não os quer só na cidade da Guarda. Leva-os aos sítios mais recônditos porque é precisamente aí que muitas coisas acontecem e os governantes ignoram.
O Governador, Dr. Santinho Pacheco, decidiu não se fechar nas quatro paredes. Saiu para o meio do povo como que a fazer lembrar o provérbio: «Não vai o Maomé à montanha mas vai a montanha ao Maomé.»
Parabéns Sr. Governador porque é diferente, para melhor.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

Fóios – Capital do Distrito da Guarda por dois dias.
Mais uma iniciativa de José Manuel Campos, presidente da Junta de Freguesia fojeira que surpreende tudo e todos. A jornada de trabalho inclui a assinatura da acta de reconhecimento da fronteira entre Portugal e Espanha conhecida popularmente pela confirmação do local dos marcos que limitam fisicamente a Raia.
Destaque ainda para a eucaristia presidida por D. Manuel Felício, bispo da Guarda, na quinta-feira, 19 de Agosto, às 19 horas.
Parabéns pela importância simbólica e republicana do Governo Civil Aberto nos Fóios.
jcl

A Comissão Municipal para as Comemorações do Centenário da República reuniu no dia 29 de Maio na sede da Casa do Concelho do Sabugal para analisar e aprovar as propostas de actividades do presidente da Comissão, Adérito Tavares. É um programa ambicioso onde se destaca um ciclo de conferências com personalidades como Adriano Moreira e Manuel Braga da Cruz sob o alto patrocínio do Governador Civil da Guarda.

Reunião da Comissão Municipal para as Comemorações do Centenário da República

A Comissão Municipal para as Comemorações do Centenário da República foi aprovada em reunião do executivo municipal a 17 de Março deste ano e tomou posse no dia 12 de Maio. É presidida pelo historiador e professor universitário Adérito Tavares e inclui o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, o presidente da Assembleia Municipal do Sabugal, Ramiro Matos, o presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária do Sabugal, Jaime Vieira e por João Vila Flor, do Agrupamento de Escolas do Sabugal.
O pontapé de saída para as Comemorações do Centenário da República foi dado no passado dia 12 de Maio no Sabugal com a recriação da proclamação da República frente aos Paços do Concelho do Sabugal seguida de conferência no Auditório Municipal com a presença de muitos – e atentos – jovens estudantes.
A reunião realizada no dia 29 de Maio na Casa do Concelho do Sabugal, em Lisboa, teve como ponto único da ordem de trabalhos a «análise e aprovação de propostas para as Comemorações do Centenário da República».
Após a apresentação pelo presidente da Comissão, Adérito Tavares, de um conjunto de propostas de actividades os elementos presentes (João Vila Flor faltou por motivos pessoais) acordaram num ambicioso e prestigioso plano de acção para as comemorações no concelho do Sabugal.
Entre as muitas actividades aprovadas a Comissão – em coordenação com o Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco – vai agendar um ciclo de conferências com personalidades como Adriano Moreira ou Manuel Braga da Cruz.
Os momentos altos das comemorações estão marcados para o dia 4 com a plantação, à tarde, de uma árvore no espaço da Escola Secundária integrada na iniciativa «A Árvore do Centenário» da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e uma palestra, à noite, a cargo de Rui Vieira Nery, seguida de concerto da Banda Filarmónica Bendadense (homenagem comemorativa dos 140 anos). No dia 5 terá lugar a cerimónia oficial comemorativa do centenário da República, com a inauguração no Museu Municipal da exposição documental, fotográfica, iconográfica, alusiva a factos e personalidades republicanas sabugalenses como Joaquim Manuel Correia e Luís Capelo e o toque do Hino «Maria da Fonte» na abertura da cerimónia e do Hino «A Portuguesa» no encerramento.
Para a história destas comemorações ficará, ainda, a edição de catálogo da exposição, de medalha comemorativa da autoria do artista sabugalense Manuel Morgado e da visita de estudo dos alunos do Curso de Assistente de Conservação e Restauro da Escola Secundária do Sabugal à Casa dos Patudos, Museu José Relvas, em Alpiarça. Recorde-se que José Relvas, um dos mais antigos do directório do Partido Republicano, foi o escolhido para proclamar a República, a 5 de Outubro de 1910, da varanda da Câmara Municipal de Lisboa.

«A Árvore do Centenário». Aqui.

É um programa intenso e ambicioso subscrito por uma comissão com elementos de reconhecida competência e mérito.
jcl

Esteve em discussão pública até ao passado dia 10 de Maio o Plano Distrital de Emergência de Protecção Civil da Guarda que, suponho, tenha sido elaborado pelo Governo Civil da Guarda.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Antes de mais, penitencio-me por não ter chamado atempadamente a atenção para este Plano da máxima importância. Aliás penso que o Sr. Governador Civil deveria alagar o período de discussão pública pois me parece que 30 dias é manifestamente pouco.
Aliás, realizando-se no próximo sábado a Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros do Sabugal, irei questionar a Direcção e o Comando sobre a sua participação na elaboração do Plano e na fase da discussão pública.
Documento importantíssimo – os elementos não reservados estão disponíveis no sítio do Governo Civil na Internet –, dos quais me permito retirar apenas duas ou três ideias:
– «O Plano Distrital de Emergência de Protecção Civil da Guarda, PDE, é um instrumento de prevenção e de resposta operacional para enfrentar a generalidade das situações de emergência passíveis de afectarem colectivamente o distrito da Guarda. Os incêndios florestais, as situações de neve/nevões, os acidentes rodoviários e ferroviários, as cheias ou inundações, entre outros, são eventos que podem ocorrer e que requerem uma resposta concertada e coordenada de entidades, agentes de protecção civil e de outros organismos, públicos ou privados, para a minimização dos seus efeitos.»
– «O PDE assenta no princípio da existência de um órgão de coordenação institucional – Comissão Distrital de Protecção Civil – um órgão de coordenação operacional – Centro de Coordenação Operacional Distrital – e um organismo – Autoridade Nacional de Protecção Civil – com competência para assegurar o comando único das operações de socorro, nos termos de Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro
«O Director do Plano Distrital de Emergência de Protecção Civil é o Governador Civil do distrito da Guarda. É substituído nas suas ausências ou impedimentos pelo seu Chefe de Gabinete.»
«Áreas ou locais de maior risco no distrito da Guarda:
▪ Maciço Central da Serra da Estrela;
▪ Rede hidrográfica (bacia hidrográfica dos Rios Douro, Mondego e Tejo);
▪ Albufeiras (Sabugal, Terrenha e a Lagoas da Serra da Estrela);
▪ Áreas sujeitas a cheias (Barca D´Alva, na margem esquerda do Rio Douro, margens da Ribeira de Vide e margens do Rios Côa e Zêzere;
▪ Infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias (EN´s, A/23, A/25, Linhas da Beira Alta, Beira Baixa e do Douro;
▪ Fenómenos geo-morfologicos nas vertentes xistosas viradas para o Rio Douro, vertentes da encosta Poente da Serra da Estrela e vertentes do Vale do Zêzere;
▪ Municípios densamente florestados (Aguiar da Beira, Seia e Manteigas);
▪ Principais áreas urbanas do distrito (Seia, Gouveia e Guarda) com alguma de com alguma densidade industrial na sua periferia, especialmente industriais têxteis, metalomecânicas e transformadoras.»

Na próxima semana continuarei a apresentar este Plano que considero importantíssimo para o Distrito da Guarda e, naturalmente para o Concelho do Sabugal.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

O ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, António Serrano, presidiu no Sabugal à Jornada de Reflexão sobre o «Agricultura e Desenvolvimento Rural no distrito da Guarda», promovida pelo Governador Civil, Santinho Pacheco. A reportagem da Local Visão Tv (Guarda) tem a assinatura da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida.

Local Visão Tv - Guarda
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O 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano foi motivo para uma Grande Reportagem histórica da redacção da Guarda LocalVisãoTv. O documentário (dividido em três partes) é assinado pela jornalista Paula Pinto e pelo operador de imagem Miguel Almeida. (Parte 3).

Local Visão Tv - Guarda
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Mais um enorme trabalho televisivo da LocalVisãoTv promovendo e divulgando a Confraria do Bucho Raiano, o concelho do Sabugal, as terras da Raia, as terras do forcão e as terras do distrito da Guarda mas, acima de tudo, em irmandade, num grande esforço de divulgação dos sabores e das tradições das Beiras. O nosso bem-haja a toda a equipa e ao seu director-geral, Carlos Ramalho, que mais uma vez se solidarizou com a Confraria e esteve presente no Sabugal.
jcl

O 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano foi motivo para uma Grande Reportagem histórica da redacção da Guarda LocalVisãoTv. O documentário (dividido em três partes) é assinado pela jornalista Paula Pinto e pelo operador de imagem Miguel Almeida. (Parte 2).

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O 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano foi motivo para uma Grande Reportagem histórica da redacção da Guarda LocalVisãoTv. O documentário (dividido em três partes) é assinado pela jornalista Paula Pinto e pelo operador de imagem Miguel Almeida. (Parte 1).

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A cerimónia de entronização da Confraria do Bucho Raiano e dos seus confrades, o desfile de confrarias e o almoço do Bucho, realizados no sábado, dia 17 de Abril, trouxeram protagonismo ao Sabugal, cidade que concentrou a atenção da imprensa regional.

1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano - Sabugal

Representantes dos órgãos de comunicação de referência da região vieram até ao Sabugal para acompanharem as iniciativas ligadas à realização do primeiro Capítulo da recém-criada Confraria do Bucho Raiano, que tem sede na cidade.
A presença na cerimónia de D. Manuel Felício, bispo da Guarda, onde benzeu as insígnias, a homenagem a personalidades, a comparência de confrarias vindas de todo o país, o desfile pelas ruas do Sabugal integrando a centenária Banda da Bendada e, também, o almoço do Bucho, primorosamente servido no RaiHotel, foram os grandes atractivos. O 1.º Capítulo da Confraria deu um colorido diferente ao Sabugal, tal como o deu o Encontro da Juventude Diocesana, realizado na mesma data.
A cerimónia do Capítulo, teve lugar no Auditório Municipal. Dentre os presentes contavam-se representantes do movimento confrádico nacional. Para além das «confrarias madrinhas» – da Chanfana (Vila Nova de Poiares) e do Queijo Serra da estrela (Oliveira do Hospital) – marcaram ainda presença: Confraria do Bucho de Arganil, Confraria Gastronómica do Pinhal do Rei (Leiria), Confraria dos Gastrónomos de Lafões (Vouzela), Confraria do Bodo (Pombal), Confraria do Azeite (Fundão), Confraria dos Sabores Raianos (Almeida), Confraria dos Nabos e Companhia (Mira), Confraria da Cereja de Portugal e Confraria da Lampreia (Penacova).
Quanto a convidados de honra, contou-se com a presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, Madalena Carrito, o Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, o Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, o Presidente da Câmara de Manteigas, Esmeraldo Carvalhinho, o Presidente do Tribunal da Relação de Évora, Manuel Nabais e o responsável cultural do INATEL da Guarda, Joaquim Igreja.
A cerimónia iniciou-se com a actuação da Banda da Bendada no palco, tendo depois falado o presidente da Câmara, António Robalo, que saudou os presentes e deu as boas-vindas ao Sabugal. O Bispo da Guarda benzeu as insígnias da confraria, compostas por medalhas, estandarte, varal e chambaril, desejando depois longa vida à Confraria e uma actividade profícua, seguindo sempre o ideal das confrarias: a cooperação e a amizade entre os seus confrades.
Constituída a mesa, presidida pelo Grão-Mestre, Joaquim Leal, iniciou-se a cerimónia, com a lição de sapiência do escritor Célio Rolinho Pires, que recordou as antigas matanças, os rituais que lhes estavam associados e os sabores que advinham do porco e que a dona de casa preparava ao longo de todo o ano, dentre os quais o bucho, peça do enchido que contribuía para união familiar, porque era degustado em família no domingo de Carnaval.
As confrarias madrinhas entronizaram os maiorais da confraria do bucho raiano, o Grão-Mestre, o Chanceler e o Vedor-Mor, e depois estes, já investidos de funções, entronizaram os restantes 37 confrades do bucho, que receberam a insígnia e o respectivo diploma.
A confraria homenageou o presidente da Câmara do Sabugal, António Robalo, e o presidente da Junta de Freguesia do Sabugal, Manuel Rasteiro, conferindo-lhes o título de Cavaleiro da Confraria, tendo em conta o apoio notável que ambos têm dado à associação.
O desfile com os confrades e seus acompanhantes, precedidos pela Banda da Bendada, foi do auditório ao RaiHotel, onde os participantes posaram para a foto de família.
Depois chegou a hora do almoço do bucho, degustado no restaurante D. Dinis por cerca de 140 pessoas, que aderiram à iniciativa.
O próximo capítulo da Confraria do Bucho Raiano acontecerá no concelho do Sabugal, no dia 5 de Março, sábado de Carnaval. De permeio haverá ainda o já habitual almoço de Lisboa, que acontecerá em Novembro deste ano.
plb

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com


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Data: 8 de Março de 2010.

Local: Guarda.

Autoria: Direitos Reservados.

Legenda: «Homenagem à Mulher da Guarda» Cerimónia de distinção de mulheres do nosso Distrito que se revelaram ou se destacam nos mais diversos domínios. O acto solene – organizado pelo Governador Civil da Guarda, António José Santinho Pacheco foi presidido pela Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz – e contou com a presença de Benedita Rito Dias, Presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito.

JOAQUIM SAPINHO

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