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A Comissão Social Inter-freguesias de Santa Maria de Belém e de São Francisco Xavier, no concelho de Lisboa, criou o projecto «Transporte Solidário».

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»A iniciativa tem por objectivo o transporte gratuito de adultos em situação de isolamento social e resulta de uma parceria estabelecida entre entidades públicas e privadas, que desenvolvem projectos na área geográfica destas duas freguesias da cidade de Lisboa. A iniciativa tem por objectivo o transporte organizado e gratuito de pessoas adultas em situação de isolamento social para serviços de saúde e actividades específicas, numa tentativa de combater a exclusão social e a solidão.
Notícia muito mais importante que muitas daquelas que todos os dias enchem os primeiros minutos dos telejornais, ou as primeiras páginas dos diários em papel impresso!
Mas esta iniciativa não é a única desta Comissão Social, como o prova o projecto «Dê p’rá troca» de livros escolares e do Plano Nacional de Leitura.
Para terem uma ideia do trabalho social que a mesma está a realizar aconselho as pessoas que lêem esta crónica a irem ao blogue da Comissão. Aqui.

Ramiro Matos - Sabugal MelhorE permito-me puxar a brasa à minha sardinha, pois liderei a candidatura do Partido Socialista à Assembleia Municipal do Sabugal, acompanhando a candidatura do António Dionísio e do Partido Socialista à Câmara Municipal e recordo uma das propostas que constavam do seu Programa Eleitoral:
«Estabelecer parcerias com as Juntas de Freguesia, o Centro de Saúde, os prestadores de serviços de saúde privados e as IPSS, de melhoria das condições de acesso dos idosos aos cuidados de saúde:
– aquisição e funcionamento de uma Unidade Móvel de Saúde;
– criação de uma rede de prestação de serviços de saúde, envolvendo as IPSS;
– criação de uma rede de transporte social;
– criação de postos de telemedecina em todas as freguesias.»
Alguém disse na altura que o Programa não passava de um conjunto de ideias líricas. Ainda bem que nas freguesias lisboetas de Santa Maria de Belém e São Francisco Xavier ninguém pensou que um transporte social era lirismo…

ps. Grande jornada de afirmação do Concelho do Sabugal no passado sábado no Campo Pequeno. À Casa do Concelho, aos sabugalenses que estiveram na organização e a todos os que participaram dentro e fora da arena, os meus parabéns.
E que bem que ficava o forcão naquela arena…

«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos
(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

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JUNTAS DE FREGUESIA – Resultados finais no Concelho do Sabugal.

ELEIÇÕES PARA AS AUTARQUIAS LOCAIS – 11-10-2009

JUNTAS DE FREGUESIA DO SABUGAL

CONCELHO DO SABUGAL – FREGUESIA A FREGUESIA
Águas Belas Aldeia da Ponte Aldeia da Ribeira Aldeia S.António Aldeia do Bispo
Aldeia Velha Alfaiates Badamalos Baraçal Bendada
Bismula Casteleiro Cerdeira Fóios Forcalhos
Lageosa da Raia Lomba Malcata Moita Nave
Penalobo Pousafoles Quadrazais Quintas S. B. Rapoula do Côa
Rebolosa Rendo Ruivós Ruvina Sabugal
Santo Estêvão Seixo do Côa Sortelha Soito Vale das Éguas
Vale de Espinho Valongo do Côa Vila Boa Vila do Touro Vilar Maior

(Clique nas imagens para ampliar.)


Fonte: DGAI-Direcção-Geral da Administração Interna.
jcl e plb

«Nesta casa nasceu o escritor e jornalista Manuel António Pina» testemunha a placa colocada ao lado da porta da casa onde nasceu o ilustre sabugalense. A homenagem promovida pela Junta de Freguesia do Sabugal ficou registada na excelência do trabalho do repórter fotográfico Kim Tomé (Tutatux). O Capeia Arraiana aproveitou para seleccionar, entre mais de 200 imagens, alguns cliques especiais de um dia histórico.

Veja o álbum completo da reportagem de Kim Tomé (Tutatux) Aqui.

GALERIA DE IMAGENS – 4-4-2009

As equipas de reportagem das estações televisivas SIC e TVI andaram na tarde desta segunda-feira, 30 de Março, pela aldeia de Ruivós. Os jornalistas quiseram ver e ouvir de viva voz como estava a reagir a população da aldeia dos irredutíveis raianos ao tema das crónicas no «Capeia Arraiana» e nos semanários «O Interior» e «Sol»…

Ruivós«A freguesia de Ruivós ainda não tem esgotos ligados à rede camarária… os telemóveis ainda não tocam, mas… já está ligada à rede da aldeia global. A partir de agora os de Ruivós já podem aceder gratuitamente à Internet, via wireless oferecida pela Junta de Freguesia, em qualquer ponto da aldeia»… assim começava um artigo aqui no Capeia Arraiana.
A Junta de Freguesia de Ruivós entendeu (e bem!) concretizar um pedido da Associação dos Amigos de Ruivós e de todas as crianças e jovens estudantes da aldeia disponibilizando o acesso gratuito à Internet por wireless (sem fios) a todas as casas.
Em terras de gente humilde (e honrada) onde não nascem bebés há muitos anos todas as tentativas de fixar os jovens às aldeias são sempre bem-vindas.
Há quem grite que havia outras prioridades. Claro! Mas que não vá o sapateiro além da alpargata. Há competências que são dos privados, há competências que são das associações, há competências que são das Juntas de Freguesia, há competências que são da Câmara Municipal e há competências que são do Governo. Não perceber estas realidades e estes limites é demagogia de inteligências curtas.
Ruivós já está ligado à Internet e ao Portugal Tecnológico. Agora falta cumprir-se o Portugal das Oportunidades para Todos.
O Governo de José Sócrates já conseguiu pedir a insolvência da Qimonda, a bandeira e a menina dos olhos de Manuel Pinho, e vender meio-milhão de Magalhães ao amigo da Venezuela que lhes vai mudar o nome para Canaima quando lá chegarem.
Mas… ainda não conseguiu proporcionar saneamento básico nem acesso à rede de telemóveis a uma estranha terra onde vivem raianos irredutíveis chamada Ruivós que… no Terreiro do Paço e em São Bento ninguém sabe onde fica.
Caros amigos e deputados Ana Manso e Fernando Cabral. Fico a aguardar pela vossa intervenção no Parlamento novinho em folha (as obras rondaram os três milhões de euros) para informar o nosso Governo que Ruivós ainda não tem saneamento básico mas já tem wireless. Eu sei que somos menos de 100 eleitores, nos quais me incluo, mas também somos portugueses. Sobre esse facto não sei se deva agradecer ou amaldiçoar El-Rei D. Dinis.
Saneamento básico? Rede de telemóveis? Acessos à A23? Isso tem tudo um cheiro esquisito! Viva o Portugal Tecnológico!
E o povo de Ruivós, como bom hospitaleiro, convida o senhor Primeiro-Ministro José Sócrates a vir navegar no seu Magalhães no Largo da Fonte.

Capeia Arraiana: «Internet por wireless chegou a Ruivós» Aqui.
O Interior: «Ruivós mais perto do Mundo» Aqui.
Sol: «Aldeia não tem saneamento mas tem wireless gratuito» Aqui.
Diário Digital (4-4): «Internet Wireless chegou primeiro que esgotos» Aqui.
Correio da Manhã (5-4): «Banda larga chegou antes dos esgotos» Aqui.
SIC: Reportagem programada para o noticiário das 13 horas desta terça-feira.
TVI: Sem informação da data prevista para emissão da reportagem.
«A Cidade e as Terras», opinião de José Carlos Lages

jcglages@gmail.com

Publicamos, sem mais comentários, a acta da Assembleia de Freguesia de Vale de Espinho, concelho do Sabugal, realizada no dia 1 de Junho de 2008.

Junta de Freguesia de Vale de Espinho«Acta n.º 2/2008
Reunião ordinária de 1 de Junho de 2008

Aos um de Junho do ano de dois mil e oito, reuniu em sessão ordinária, na sede da Junta de Freguesia de Vale de Espinho a Assembleia de Freguesia com a seguinte ordem de trabalhos:
ponto um – período antes da ordem do dia; ponto dois – período da ordem do dia; ponto três – assuntos diversos de interesse à Freguesia; ponto quatro – intervenção do público.
Verificando-se a falta do Presidente da Assembleia de Freguesia, Gersão Pascoal Malhadas; do primeiro secretário, António Manuel Afonso Mendes; do segundo secretário, João José Lourenço Lucas e do vogal, Ricardo Pires Andrade, por se encontrarem em França em trabalhos de contratos.
Assim sendo teve de ser constituída a mesa add-hoc com os três elementos que fazem parte da Assembleia de Freguesia: Palmira Santos Luís, Mário Lourenço Afonso, Serafim Afonso Pires, mais a suplente, Isabel Leal Campinhas, para que a Assembleia tivesse quorum.
De seguida procedeu-se á votação secreta para que a mesa da Assembleia fosse constituída, cabendo á senhora Palmira Santos Luís para presidente, ao senhor Mário Lourenço Afonso para primeiro secretário e ao senhor Serafim Afonso Pires para segundo secretário.
Deu-se assim início á ordem de trabalhos como constava na convocatória feita pelo senhor Presidente da Assembleia Geral, Gersão Pascoal Malhadas, para se debaterem os pontos acima mencionados. Depois de saudar os presentes a Senhora Presidente da Assembleia, começou pelo primeiro ponto para inscrições. Não se tendo inscrito ninguém, transitou-se ao período da ordem do dia que englobou os assuntos de interesse á freguesia.
Seguidamente neste último ponto a senhora Presidente da Assembleia de Freguesia abordou o assunto do espaço onde se encontram as figuras decorativas dos leões, junto do chafariz á beira da estrada. Depois de discutido o assunto foi votado. O voto secreto respondia á pergunta «Na estrada municipal, o espaço onde se encontram as figuras decorativas, os leões, é de domínio público?» Os quatro votantes responderam «Não». Mesmo sendo voto secreto o senhor Mário fez questão de justificar o seu não afirmando que sempre ouvira dizer que o tal espaço era da Berta.
No ponto quatro houve a intervenção do público. Os senhores José Manuel dos Santos Pinheiro e João Fernandes Mendes também afirmaram que sempre ouviram dizer que o espaço era da Berta.
Não havendo mais nada a tratar deu-se por finda esta reunião e encerrada esta acta, a qual vai ser assinada pela senhora Presidente da Assembleia de Freguesia, primeiro e segundo secretário.
A Presidente: Palmira Santos Luís
1.º Secretário: Mário Lourenço Afonso
2.º Secretário: Serafim Afonso Pires»

Nota: As autarquias locais existentes – freguesia e município – estão constitucionalmente previstas e dispõem, para a eficaz prossecução dos seus objectivos, de património, finanças, receitas, poder regulamentar e quadros de pessoal próprios. Os órgãos representativos da freguesia são a assembleia de freguesia e a junta de freguesia. A primeira é um órgão colegial com poderes deliberativos e a segunda, igualmente plural, o órgão executivo. Nas freguesias com 150 eleitores ou menos, a assembleia é substituída pelo plenário dos cidadãos eleitores. Os órgãos representativos do município são a assembleia municipal e a câmara municipal, o primeiro com poderes deliberativos e o segundo, responsável perante aquele, com poderes executivos.
jcl

Quintas de São Bartolomeu – A freguesia está situada a cerca de quatro quilómetros a noroeste do Sabugal. Saindo do Sabugal pela estrada nacional que leva à Guarda, a seguir à ponte dos Sargaçais vira-se no cruzamento à direita no sentido Cerdeira. A principal festividade está marcada para o dia 24 de Agosto em honra de São Bartolomeu, elevado pela Igreja à condição de padroeiro dos padeiros, alfaiates, sapateiros e mercadores de Florença.

Joaquim Manuel Correia no seu livro «Terras de Ribacôa – Memórias Sobre o Concelho do Sabugal» faz a descrição da freguesia em 1905:
«É uma pitoresca aldeia formada de cinco Quintas ou pequenas povoações: Quinta do Santo, Barrocal, Curral, Redonda e do Meio. A Quinta do Santo é a principal e situada no ponto mais elevado. É esta freguesia abundante em águas potáveis e para irrigação, banhada como é por um ribeiro que fertiliza as suas mimosas hortas e lameiros. Tem muitas árvores frutíferas, especialmente castanheiros. Passa a pequena distância a estrada que partindo da estrada distrital, perto da ponte dos Sargaçais, se dirigia à estação da Cerdeira. Perto da povoação passa a caudalosa ribeira dos Sargaçais, que a pequena distância se une ao rio Côa. Nas margens dessa Ribeira, que nasce perto da Paã, há belíssimas veigas e lameiros. Junta-se-lhe o ribeiro das Quintas sobre o qual há uma ponte, a poucos metros da freguesia. A Igreja Paroquial é decente e de boas dimensões e tem altares regularmente ornados. No altar-mor vê-se São Bartolomeu, orago da freguesia. A Feira de São Bartolomeu que se realiza no dia deste santo é sempre muito concorrida pela gente do Sabugal. Em 1765 tinha 101 fogos e em 1889 tinha 150.»

Em Fevereiro de 2007 o Paulo Leitão Batista fez uma reportagem nas Quintas de São Bartolomeu sobre as obras adjudicadas pela Câmara Municipal do Sabugal e incluídas no programa de dotação da rede de saneamento básico em todas as localidades do concelho. Na ocasião o presidente da Junta de Freguesia, Joaquim Corte, deu conta da sua satisfação pela intervenção justificando a duração da mesma: «A dispersão do casario e a rede de ruas e caminhos que conduzem às habitações situadas fora do núcleo urbano, levaram a que os trabalhos fossem mais lentos.»
Aqui recordamos uma passagem da referida reportagem: «As Quintas de São Bartolomeu são formadas por três núcleos populacionais: a Quinta do Santo, a Redonda e o Barrocal. As casas esparrinham-se nas encostas de um pequeno vale, entremeadas com campos de cultivo pejados de arvoredo. Fora do núcleo urbano de antigamente construíram-se casas novas, por onde se chegava por caminhos esconsos, que com o decurso do tempo a Junta de Freguesia foi empedrando. As Quintas têm um dos maiores perímetros urbanos do concelho do Sabugal, e uma rede de passagens a servir as casas, que formam uma teia descomunal. Cada habitação ficou com o saneamento e a rede de água instalada à porta, e o empedrado, tendo sido levantado, foi de novo reposto, o que demorou o seu tempo.»

Quintas de São Bartolomeu

Mais recentemente visitámos novamente as Quintas de São Bartolomeu avaliando as intervenções em equipamentos sociais ao serviço da população. Há melhoramentos visíveis por intervenção da executivo da Junta por delegação de competências, transferência de verbas e apoio complementar do Município.
A sede da Junta de Freguesia está instalada num renovado edifício com salão polivalente no rés-do-chão que pode ser utilizado como auditório. Conservando as memórias do passado foi recuperado um forno comunitário mantendo a sua traça exterior em cantaria granítica típica da região.
A Associação das Quintas de São Bartolomeu foi igualmente «beneficiada» com um polidesportivo.
Do outro lado da estrada o recinto das festas com palco, instalações sanitárias de apoio e um amplo recinto para bailaricos está funcional e bem situado.

As ruas interiores estão muito bem cuidadas e com excelente piso. A arquitectura e os estores fechados da maioria das casas construídas há menos de 30 anos confirma a qualidade de emigrantes dos seus proprietários. É uma típica freguesia raiana, renovada e rejuvenescida nos seus equipamentos sociais, onde também só vão faltando as pessoas.
jcl

Numa altura em que a politica autárquica começa a movimentar-se, conversámos com o presidente da Junta de Freguesia do Sabugal, que nos traçou uma perspectiva do que tem sido a sua actividade enquanto autarca, quais os projectos para o futuro e o que pensa do candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal.

Manuel Rasteiro é dos mais antigos e experientes autarcas do concelho do Sabugal. Há 25 anos que é sucessivamente eleito presidente da Junta, sempre pelo PS, partido de que é militante.
Como é ser o autarca eleito mais antigo do concelho?
– Há outros também em funções há muitos anos, como o Joaquim Corte nas Quintas de São Bartolomeu, o Domingos Romão na Lomba e o Zé Manel nos Fóios, embora este tenha estado fora um mandato. Fui eleito em 1982 e tomei posse no ano seguinte e desde aí tenho-me mantido. Há muita gente que pensa que isto não dá trabalho, mas eu sei bem o que custa ser um presidente de junta empenhado.
Vai recandidatar-se?
– Logo se vê. Ainda não decidi em definitivo, mas é bem possível que me candidate a mais um mandato.
De tudo o que realizou enquanto autarca nestes anos, qual é a obra que mais destaca?
– Os anos foram muitos, já se fez muita coisa e poder-se-ia ter feito muito mais, mas o que me marcou mais foi a construção do salão da Junta de Freguesia, pela importância que teve para o Sabugal e pelas verbas que envolveu. Também houve o embelezamento da cidade através da instalação de diversas estátuas. Todas as que existem no sabugal foram obra da Junta. Alguns opinaram que eram estátuas a mais, mas a verdade é que elas deram outra beleza à cidade.
Há quem afirme que os presidentes de Junta das sedes de concelho têm o trabalho facilitado, porque a maior parte da actividade é desenvolvida pela própria Câmara, ficando muitas vezes a Junta de Freguesia remetida para um papel secundário…
– Isso acontece de facto nalgumas sedes de concelho do nosso distrito, mas não aqui no Sabugal. A Câmara tem distribuído verbas de despesa de capital pelas juntas de freguesia e consequentemente o Sabugal também as recebe. Na Torre, anexa do Sabugal, todas as ruas e becos estão calcetados e isso foi feito na totalidade pela Junta. Aqui no Sabugal são também muitas as ruas que foram calcetadas, até porque se não fossemos nós a fazê-lo possivelmente ainda não estariam assim.
Muitos questionam-se acerca do que sucedeu ao tão badalado, há uns anos, projecto de requalificação do Largo da Fonte. Sabe em que ponto está esse projecto?
– O projecto é da responsabilidade da Câmara e eu vi-o exposto na Caixa Geral de Depósitos. Julgo que é muito importante requalificar o largo principal da cidade e estou confiante que o presidente da câmara, o Sr Manuel Rito, que tenho por pessoa de bem, não vai acabar o mandato sem iniciar a execução da obra. Eu há muito que defendo ali uma intervenção, assim como outras fundamentais, onde incluo a Rua 5 de Outubro, que deve ficar permanentemente vedada ao trânsito.
Acha que a cidade tem tirado um verdadeiro proveito do rio Côa, ou isso está muito aquém do que seria possível?
– O rio é uma bandeira que as várias câmaras têm agitado, mas no fundo ainda ninguém teve a coragem de fazer aquilo que o Sabugal merece. A população tem coisas boas que depois não aproveita. Nós vamos para outras terras usufruir de coisas que também aqui temos, mas das quais não sabemos tirar verdadeiro partido. A Câmara entregou este ano a praia fluvial a uma empresa, também vejo que o rio está mais limpo, mas a nível de obras de fundo pouco ou nada foi feito desde que foi construída a praia fluvial. Sei que a Câmara tem um projecto para a zona entre-pontes, e espero que em breve se avance, pois é fundamental que o concelho tire maior partido do seu rio.
O Partido Socialista já tem candidato a presidente da Câmara nas próximas eleições autárquicas. O que pensa da escolha de António Dionísio, um filho da terra, para encabeçar a lista do seu partido?
– Quando soube que o PS tinha convidado o Toni e ele tinha decidido aceitar o desafio, eu fiquei satisfeitíssimo. Conheço bem o Toni e sei que ele é homem de boas capacidades, pelo que penso que é candidato para vencer. Já falei com ele e sinto que tem vontade de ser presidente de todo o concelho. Ao contrário de outros, ele nunca será o presidente da cidade do Sabugal. Será antes o presidente das 40 freguesias.
Mas há já quem afirme que ele nunca esteve na política, que não se lhe conhece opinião…
– Fez o seu percurso profissional, empenhando-se no seu trabalho, por isso chegou a chefe de finanças, cargo que lhe tem dado muito que fazer. Mas todo o tempo tem o seu tempo. Ele ainda é novo e considerou que agora era o momento oportuno para dar o seu contributo para a política do concelho.
plb

Malcata – A freguesia aparece sempre associada à sua Reserva Natural. Mas Malcata tem vida para além do orçamento, perdão… para além do lince. Do lince convertido em deus que muito poucos viram mas que todos adoram mesmo que fale espanhol ou tenha sotaque algarvio.

Malcata

O Capeia Arraiana tem vindo a percorrer o concelho do Sabugal sob a forma de reportagem analisando e dando a conhecer os investimentos e as intervenções que foram feitos desde 2001 nas freguesias sabugalenses. Malcata é o sétimo capítulo do roteiro intitulado «Equipamentos Sociais nas Freguesias do Sabugal».
O viajante que sair do Sabugal em direcção a Santo Estêvão pela estrada nacional 233 encontra um cruzamento à esquerda com a indicação «Malcata» e «Reserva Natural da Serra da Malcata». É a porta de entrada para uma paisagem que se transforma com efeitos únicos. Até o piso da estrada faz a diferença porque, agora, para chegar à freguesia deslizamos por um excelente tapete de alcatrão.
A barragem do Sabugal veio acrescentar beleza à beleza natural daquela região protegida. É agradável aos sentidos avistar ao longe para lá do pontão e do espelho de água o casario típico de uma aldeia raiana. Aconselhamos vivamente um passeio pela qualidade natural dos cerca de 22 quilómetros quadrados da freguesia.
Na área do Apoio Social foi recuperada a antiga escola primária bem lá no alto da freguesia. Remodelada e equipada com cozinha e salão de festas é agora utilizada pela associação cultural e desportiva local para festejos e convívios. Por debaixo do telheiro uma relíquia de um passado recente: um carro de vacas equipado com as sebes que protegiam o carrego.
No centro da freguesia as instalações da nova escola primária são vizinhas da sede da Junta de Freguesia. Com instalações bem cuidadas, moderno equipamento informático e mobiliário de qualidade tem disponível uma sala para as consultas que periodicamente os médicos ali dão às populações.
A recuperação e melhoramento destes equipamentos sociais, onde se inclui um forno comunitário com uma localização privilegiada no largo central, foram executados pela Junta de Freguesia da Malcata por delegação de competências, atribuição de verbas e comparticipação dos valores em falta pela Câmara Municipal do Sabugal.
Gostámos muito de ver o trabalho de recuperação do chafariz e respectivos pios de apoio junto ao campanário por parte da Junta local.
Inicie no largo central da Malcata uma visita pela paisagem única da Reserva Natural e refresque-se nas águas raianas da barragem do Sabugal que regista neste mês de Junho de 2008 a cota 790, sinónimo de limite máximo em pleno armazenamento das águas da albufeira.
Com ou sem lince… o futuro passa, obrigatoriamente, pelo aproveitamento para lazer e desportos náuticos das águas da barragem apoiados por um parque de campismo.

Malcata preenche todos os requisitos para integrar, em conjunto com Sortelha, Termas do Cró, Vilar Maior e Nascente do Côa, um circuito pentagonal de cinco pontos de turismo de muita qualidade no concelho do Sabugal.
jcl

As eleições estão à porta. E o que importa? Importa sim, senhor. Importa que nos preocupemos com o desenvolvimento da nossa cidade, vila e freguesias. Importa que lutemos contra a maldita desertificação que muito nos preocupa e assusta.

José Manuel Campos - «Nascente do Côa»Sendo o Município do Sabugal um todo e um dos maiores do País, importa olhar pelas suas quarenta freguesias e cerca de cem anexas. Aqueles que dizem que não se deve investir nas aldeias e anexas não deverão merecer o voto do cidadão comum. O que seria do nosso concelho sem um desenvolvimento sério e responsável das nossas freguesias e anexas? Pretendemos que o futuro nos traga o progresso e o desenvolvimento que sinceramente merecemos. O que seria da nossa cidade e da nossa vila se as aldeias e as anexas deixassem de progredir? O que seria da nossa cidade se a Viúva Monteiro não despejasse todos os dias tanta gente na central de camionagem que, por sua vez, se espalham pelas mais diversas ruas? O que seria da cidade sem as largas centenas de estudantes das aldeias? E os mercados e repartições públicas?
Conheço muito bem a realidade do nosso concelho e atrevo-me a firmar que o progresso e o desenvolvimento têm sido uma realidade que todos poderemos constatar. Cego é aquele que vê e não quer ver. Apontar erros e deficiências é, na verdade, muito fácil. Nos últimos dois mandatos autárquicos verificaram-se obras de vulto no nosso concelho. Verificou-se progresso e desenvolvimento nas freguesias e, mais concretamente, na cidade e na vila. Mas não se fez tudo. Mas onde está o faz tudo? E se tudo estivesse feito o que fariam os vindouros? Poderia enumerar as muitas obras que foram levadas a efeito (e outras que estão a decorrer) mas não o vou fazer até porque seria fastidioso. E nada caiu do Céu. Foi necessária competência, coragem, acção e determinação. As obras estão aí. São obras do presente e de um passado recente. Não foram feitas todas quando as necessárias e ambicionadas pelo cidadão comum mas deram-se passos gigantescos no sentido do progresso e do desenvolvimento.
É necessário e conveniente continuar a investir mais e melhor na maioria das freguesias e anexas para que o progresso seja feito de uma forma justa e harmoniosa. Agora que o essencial está feito vamos começando a alindar. Uns jardinzitos, uns passeios, plantação de árvores, boa iluminação, caixas multibanco, cabines de telefone público, parques de merendas já se vão vendo em muitas freguesias. A próxima fase terá que ter a ver, forçosamente, com o emprego. Não deveremos sonhar com grandes unidades empresariais mas poderemos sonhar com pequenas empresas familiares. Poderemos sonhar com queijarias, enchidos, cogumelos, mel, castanhas, gado, floresta, exploração de pedra, parques eólicos, turismo, gastronomia, caça, pesca e muitas outras actividades.
Os presidentes de Junta fomos eleitos, democraticamente, e exigimos ser parte activa do poder local. Não admitimos que nos ignorem nas Assembleias Municipais como alguém se preparava para fazer. Os Presidente de Junta não deverão ser apenas os criados do povo. Não pretendemos apenas passar atestados e afixar editais. Queremos mais competências e mais dinheiro. É que os Presidentes de Junta com pouco fazem muito. Temos o nosso peso e saberemos usá-lo quando e onde for necessário. Quem ousará candidatar-se a pensar que as Freguesias são para ignorar ou esquecer? Venham para cá e verão. Nós, Presidentes de Junta, estamos atentos e, na hora certa, saberemos dizer presente.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia dos Fóios)

jmncampos@gmail.com

Estivemos no Soito, à conversa com o presidente da Junta de Freguesia, José António Mendes Matias. Com 41 anos de idade sente o peso da responsabilidade por ter ascendido ao lugar de presidente da Junta em consequência do pedido de demissão do presidente eleito. Porém manifesta-se decidido a fazer obra em prol do Soito e dos soitenses no ano e quatro meses que tem pela frente até ao final do mandato.

José António MatiasA revolta do povo do Soito face à antevisão de encerramento da estação de correios, trouxe o jovem autarca para a ribalta, cabendo-lhe liderar as difíceis negociações com a Administração dos CTT. Os contactos que estabeleceu e as posições que aí defendeu, levam-no a acreditar numa solução digna e justa para o Soito. E nisto sente que não está só. Todo o povo da vila raiana, o presidente da câmara e os eleitos da assembleia de freguesia, têm-no apoiado nos dias difíceis que tem vivido.
– Como correram as negociações com a administração dos CTT?
– As negociações correram bem, tendo sido muito importante o apoio que o povo deu com a exigência de manter o posto aberto. A Dra Manuela de Portugal, em representação da administração dos CTT, colocou os seus pontos de vista e nós colocámos os nossos, abertamente. Por enquanto o horário diário fica com menos duas horas, mas garantimos que a estação abre de manhã e de tarde. A empresa vai realizar um estudo acerca do serviço prestado e se o tráfico de correspondência e os demais serviços o justificarem ficou a promessa de no final de Junho se regressar ao horário normal. Agradeço muito à população a mobilização e a luta, assim como o apoio da Câmara Municipal, pois só assim houve condições para se fazer a negociação.
– Como tem vivido a nova, e certamente inesperada, missão de presidir à Junta de Freguesia?
– Tem sido uma boa experiência. Tenho mantido um diálogo permanente com a população e tenho contado com o apoio de muita gente, mesmo da parte dos membros da Assembleia de Freguesia, que são muito exigentes, mas também demonstram compreensão. Esta manifestação recente do povo do Soito contra o encerramento dos correios ajudou a deixar claro que somos um povo unido, capaz de lutar a uma só voz pelas causas justas e de levar a água ao moinho.
– Quais os projectos que tem para a freguesia neste período de pouco mais de um ano para o termo do seu mandato?
– Queremos construir um parque de merendas. Já temos o projecto concluído e contamos lançar a obra dentro de pouco tempo. Também esperamos construir um ringue para a prática desportiva num terreno da Junta de Freguesia, tendo já propostas e orçamentos que estão em análise. Em Agosto iremos receber aqui o Festival do Forcão, pois já garantimos que a iniciativa vai passar a realizar-se alternadamente entre Aldeia da Ponte e o Soito, compromisso que ficará registado na acta da reunião de preparação do Festival. Também queremos divulgar mais o Soito para que mais pessoas o visitem. No próximo fim-de-semana vamos receber aqui 60 franceses, vindos de Le Porge, cidade com que nos geminámos há uns anos. Vêm aqui para conhecer o Soito e nós vamos mostrar-lhes também todo o concelho do Sabugal, tendo já preparado um roteiro. Aproveitando a ocasião convidámos também para virem ao Soito os alcaldes de Navasfrias e de Hoyos, bem como o presidente da associação de Coria, tendo eles confirmado já a sua presença. Isto é muito importante para o diálogo transfronteiriço que queremos promover.
– Tem mantido contactos com esses autarcas espanhóis?
– Conheci essa gente de Espanha aqui há umas semanas e de uma forma muito curiosa. Estive em Hoyos com o professor Zé Manel, presidente da Junta dos Fóios, para assistir à geminação, eles dizem hermanamiento, entre Hoyos e Saint-Verge, localidade francesa, e reparei que eles não se entendiam quando queriam conversar. Ora como eu conheço bem a língua francesa, ofereci-me para tradutor, tendo ficado muito satisfeitos e acabando por ficar amigo de todos eles. Por isso lhes enviei o convite para virem aqui ao Soito no próximo fim-de-semana.
– E de que forma pensa tirar maior partido dessas relações com os autarcas de Espanha?
Pensamos estabelecer pontes de contacto, seja através de convívios ou através de realizações em parceria, a nível cultural e desportivo, por exemplo. Temos até a ideia de estabelecer um protocolo de geminação entre as freguesias raianas do concelho do Sabugal e as de Espanha, o que pensamos ser melhor do ter apenas relações pontuais a nível bilateral. Todos juntos podemos fazer muito trabalho válido para os povos dos dois lados da fronteira.
– O que pensa o Centro de Negócios Transfronteiriço que está a ser construído no Soito pela Câmara Municipal no local da antiga fábrica da Cristalina?
– É uma boa iniciativa, que certamente contribuirá para o desenvolvimento do Soito e do concelho do Sabugal. Trata-se de uma importante mais valia para nós, que em breve dará os seus frutos.
– Porém, pelo que se sabe, os empresários do Soito ainda não aderiram à ideia de ali se fixarem.
– É natural que de inicio haja alguma resistência, mas não é verdade que os empresários do Soito rejeitem de todo instalar-se no local. Há mesmo já alguns interessados, que estou em crer que em breve decidirão instalar-se ali.
– Com tanta azáfama e tanto empenho enquanto presidente da junta, advinha-se já que será candidato pelo PSD nas próximas eleições autárquicas?
– Sinceramente, nunca pensei nisso, nem quero por agora pensar. Apenas pretendo levar por diante o meu trabalho e isso não me vai perturbar.
plb

O Capeia Arraiana publica um documento assinado por Maria Benedita Rito Dias, Presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários do Soito contestando a atitude da Junta de Freguesia local em relação à associação de que é dirigente.

Maria Benedita Rito Dias«O desenvolvimento do Concelho e especialmente da nossa Freguesia, Soito, é uma tarefa colectiva para a qual todos temos o dever de contribuir. Para tal é necessário que quem assume cargos de decisão, cumpra.
Ora bem, tal não se verificou na Junta de Freguesia do Soito, que não deu resposta a um pedido dos Bombeiros Voluntários local e não cumpriu os prazos de resposta perdendo-se assim um concurso de milhares de euros para os Bombeiros, do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN).
A própria Senhora Governadora Civil da Guarda apelou a todas as Instituições para concorrerem e para dinamizar projectos. Foios, Vale das Éguas, a Câmara, etc., concorreram, mas como a Junta de Freguesia do Soito deve ser muito rica e não necessita de novos projectos deixou ultrapassar os prazos e perdeu-se mais um beneficio. É só mais um.
Para entrar com um projecto e concorrer ao QREN, no dia 12 de Novembro de 2007, a Direcção dos Bombeiros Voluntário do Soito fez um pedido por correio com aviso de recepção, à Junta de Freguesia cessante, para cedência de um pedaço de terreno nas Eiras para alargamento e construção de garagens e até agora não houve resposta, (o prazo do QREN terminou).
No dia 24 de Março de 2008 foi renovado o pedido à nova Junta de Freguesia, entregue em mão própria pela Presidente e Comandante e seus respectivos Adjuntos, na Junta, na presença de todos os Elementos da Junta de Freguesia, com o carácter de urgência, o prazo estava a terminar e estaria em risco a perca de milhares de euros para os Bombeiros Voluntários e Freguesia. Até agora a resposta não chegou e o projecto foi por água abaixo.
Acredito que, se o assunto fosse levado à Assembleia, ninguém teria a coragem de votar contra, mas o Senhor Presidente da Assembleia, Sr. Henrique entendeu não marcar nem levar esta proposta às reuniões atempadamente, pois para ele de certo não seria importante. Porquê?
É evidente que a Junta só executa assuntos levados pelo Presidente da Assembleia e por sua vez entregues ao Sr. Presidente da Junta, (no entanto, o Sr. Presidente da Junta, Sr. Matias, disse à Sra. Presidente dos Bombeiros Voluntários do Soito que faria uma reunião extraordinária dia 7 ou 8 de Abril, onde está ela? Este também não cumpriu).
Também no dia 27 de Dezembro de 2007 a Presidente da Direcção dos Bombeiros do Soito pediu, presencialmente na sede da Junta, uma fotocópia da acta de 26 de Março de 2004 sendo na altura presidente o senhor João Calva. Logo ali foi informada pelos elementos da mesma que apesar de terem ido à procura do livro não o encontraram.
Ora se o Sr. Presidente da Assembleia, Sr. Henrique, não ligou nenhuma a um pedido com carácter de urgência, social e não político, o que é que este Senhor ali faz? Será que não quer o desenvolvimento da freguesia? Será que o poder lhe subiu à cabeça? Relembro que não foi eleito, mas escolhido, demonstrando incompetência no cumprimento de suas responsabilidades.
A questão aqui está em querer ou não o desenvolvimento, o progresso, o enriquecimento da freguesia.
O ex-autarca da Junta, senhor Rui Monteiro, era Presidente dos Bombeiros Voluntários e o actual Presidente da Assembleia é empregado dos Bombeiros Voluntários do Soito e a pergunta fica no ar: Porquê o poder político à frente dos assuntos sociais da Freguesia? Tomem como exemplo os vizinhos dos Foios. Um dia hão-de querer e nessa altura será tarde, tarde de mais…
Ninguém dá nada a ninguém e, sentado, aguardando a vinda do “Messias” que nos virá salvar da miséria, não resulta, importa trabalhar, cumprir prazos, ser responsável nos cargos que desempenham, caso contrario não os aceitem.
Devemos aproveitar as oportunidades, transformando-nos em pró activos e não em reactivos, como é o estado actual do Sr. Presidente da Assembleia da Junta Sr. Henrique.
O Soito perdeu milhares de euros e a responsabilidade neste momento só cabe a ele que prometeu dar uma resposta e não cumpriu.
No dia 24 de Março realizou-se uma reunião (dita de carácter urgente), com um ponto único, a entrada do Soito numa Associação da Raia em Espanha. Seria mais importante para a Freguesia? Porque não se juntou o ponto dos Bombeiros Voluntários do Soito na ordem de trabalhos? Porquê fazer reuniões só com pontos únicos? Não terá o Sr. Presidente da Assembleia capacidade para mais?
Esta, era a última oportunidade do ano 2007, que não aproveitámos. Deixámos de aplicar o dinheiro em acções que perdurarão para muito tempo.
No dia 2 de Abril realizou-se mais uma Assembleia Municipal novamente apenas com um ponto único (apresentação das contas de 2007) e mais uma vez não foi incluido o assunto há muito solicitado pelos Bombeiros Voluntários do Soito.
Quando não queremos o que nos oferecem é porque somos abastados ou ignorantes.
De uma vez por todas, metam isto na cabeça: ”Isto é um assunto social e não político”.
Soito, 17 de Abril de 2008
A Presidente dos Bombeiros Voluntários do Soito
Prof. Maria Benedita Rito Dias»

O presidente da Junta de Freguesia da Bendada, Adérito Pinto, foi, ontem, sexta-feira, constituído arguido por suspeita de envolvimento no incidente que provocou ferimentos num residente na mesma localidade. Presente ao juiz do Tribunal do Sabugal o autarca saiu em liberdade sujeito a termo de identidade e residência acusado do crime de homicídio na forma tentada. (actualização).

Adérito Pinto, presidente da Junta de Freguesia da BendadaAdérito Alves Pinto, de 55 anos, presidente da Junta de Freguesia da Bendada, concelho do Sabugal, foi constituído arguido e presente na tarde de sexta-feira, 25 de Janeiro, no Tribunal do Sabugal para primeiro interrogatório por suspeita de ter disparado um tiro ferindo um indivíduo, conhecido por Nélson, de 33 anos, residente na localidade e com antecedentes criminais. O juiz decretou que o autarca ficasse em liberdade sujeito a Termo de Identidade e Residência sob a acusação de crime de homicídio na forma tentada.
Os dois homens envolveram-se numa acesa discussão no largo da aldeia por volta das 20 horas de quinta-feira por assuntos alegadamente relacionados com o padre da aldeia.
Do confronto resultou um ferido, atingido com um tiro de pistola de calibre 6.35, alegadamente disparado pelo autarca, que foi transportado pelos Bombeiros do Sabugal para o Hospital Sousa Martins, na Guarda, onde se encontra livre de perigo.
Alguns habitantes da Bendada, em declarações à agência Lusa, «atribuem a ocorrência à divergência que existe na população por causa do padre local, situação que já se arrasta há dez anos, tendo começado por causa da instalação de uma antena de uma operadora de telemóveis no cimo de uma serra, junto da capela da Senhora do Castelo».
Em declarações ao Correio da Manhã (CM) à saída do Tribunal do Sabugal o presidente da Bendada deu a sua versão dos acontecimentos:
«Despejou-me um saco de açúcar em cima e deitou-me à cara com um bagaço e um café a escaldar. Isso é uma provocação! De seguida sai do café para ir abrir a sede da Junta para atendimento ao público, a partir das 20 horas, mas fui seguido e agredido pelo Nélson. Antes de puxar pela arma, levei pontapés e murros. Depois disse-lhe: ‘vai-te embora senão eu dou-te um tiro.’ Como ele continuava as agressões efectuei um disparo na sua direcção com a pistola. Não saquei simplesmente da arma. Mostrei-lha… Não foi chegar e matar. Primeiro ainda dei um tiro para o ar. Era para ele me deixar em paz, não quis, paciência, o mal foi dele!»
Ainda em declarações ao jornalista José Paiva do CM, Adérito Pinto explicou que «estas situações acontecem quando já estamos desesperados».
O jornal adianta ainda que segundo uma fonte do Hospital da Guarda «a vítima sofreu uma perfuração no cólon, foi sujeita a uma intervenção cirúrgica, encontra-se estável e já recebeu visitas».
O Capeia Arraiana contactou telefonicamente o autarca da Bendada que considerou não ser ainda a altura adequada para prestar declarações.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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