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As linguagens da aldeia são muito diversas, variam de casa para casa, de rua para rua, mas têm substratos comuns. E respondem simplesmente à vida vivida, não a estereótipos científicos. Cada época acarreta para a fala os seus ícones também linguísticos. Hoje trago aqui só meia dúzia de exemplos dos anos 60 para apreciação de quem gostar destas elucubrações.

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Há palavras e expressões que nos anos 60 têm um significado profundo e subliminar que hoje nem se imagina. Na maior parte dos casos, o regime e a Igreja fizeram bem o seu papel: sedimentaram em cima da ignorância do Povo o significado que quiseram para cada palavra.
Um exemplo.
A Maçonaria combatia o regime? Então, tudo o que é mação é mau. Passaram esta ideia de base para as pessoas, repetiram isso até à exaustão e… nem preciso de explicar mais nada. De cada vez que se queria dizer que Fulano ou Sicrano era mau, tinha mau íntimo etc., bastava dizer:
– Aquilo é um maçónico!
Estava tudo dito. Maçónico é mação, é pessoa sem princípios. Pessoa que fosse rotulada de «maçónica» estava marcada. «Voz do Povo, voz de Deus» – a coisa circulava nos bastidores da vida social da aldeia. A partir daí, «mais vale cair em graça do que ser engraçado»: tanto dava a pessoa ter princípios e quais eles fossem como não: era simplesmente «maçónico». E estava frito…

«Até é Doutor»
E agora um exemplo do contrário: palavras que qualificam pela positiva sem mais discussão também…
A palavra «Doutor» corresponde ao máximo na escala social. Se é «Doutor» é boa gente: «Até é Doutor». Alguns, acho que só estiveram em Coimbra de passagem, mas ficaram para sempre «Doutores». Duvido que o «Doutor de Santo Amaro» alguma vez tenha concluído algum curso; e duvido que o «Doutor Guerra», da «Quinta» tenha acabado uma qualquer licenciatura. Mas são «Doutores».
E isso é que conta, nos anos 50 e 60: a reverência manifesta-se por aí também: o respeitinho da população garantido em símbolos de linguagem…
Ser «Doutor» é o máximo. Há poucos. A palavra é um título honorífico, como, sei lá, ser «conde» ou «besconde» (visconde, que também ali havia um numa quinta próxima…).
Se é «doutor» é gente importante, de certeza. Reparem que hoje a coisa mais vulgar é haver vários licenciados na mesma casa. Naquele tempo havia um ou dois em cada aldeia, se tanto. Daí, a «valorização» do termo na época.

Chega o calão emigrante
A propósito de linguagem, vale a pena referir dois ou três vocábulos introduzidos pela mistura emigrante. Os primeiros regressados de férias (meados dos anos 60) falam sem cessar das folhas de «peia», dos batimãs, dos bidonviles, da SNCF, dos papiês… Aos filhos falam uma mistura incrível. Ficou célebre aquela mãe a gritar na rua três ou quatro vezes: «Michel, tu vas tomber» («Miguel, vais cair»). E como o filho não obedecia e caiu mesmo: «Ai, o f.p. do garoto, não é que caiu mesmo? Ah, malandro, eu bem dizia que partias os c****s!».
Explicando os termos trazidos de Paris e arredores (Seine-et-Oise, Champigny – ver a foto pequena à direita) para a aldeia: folha de peia («feuille de paie») é o impresso relativo ao salário; batimãs («bâtiments») são as obras de construção civil onde muitos trabalhavam e davam cabo do cabedal; bidonviles («bidonvilles») são os bairros clandestinos miseráveis dos arredores de Paris, onde a maioria morava; SNCF: era a Société Nationale des Chemins de Fer (Sociedade Nacional dos Caminhos de Ferro) onde alguns trabalharam anos e anos; os «papiês» («papiers») são, naturalmente, os almejados documentos de legalização como emigrantes. Mas há mais: os carros e as matrículas. Os «apartamentos» (departamentos, claro – mas que diferença faz?). Demos connosco a saber de cor que 75 era Paris, 92, 93 ou 94, dos arredores…
Agora uma adivinha para fechar: sabe o que é o «farruge»?
Não, pois não?
Eu ajudo: era o «feu rouge», o semáforo vermelho que a todos eles surpreendeu nas cidades francesas (cá nunca tinham visto – o mais que tinham visto era um sinaleiro na Covilhã e outro na Guarda ou em Castelo Branco…).
Mas devo acrescentar que não é raro um ou outro emigrante na França ser depreciativamente apelidado de «tchampigny».
Enfim: fluxos e refluxos da linguagem popular.
Aliás, acho que toda a vivência emigrante no Casteleiro poderá merecer uma crónica específica. Um dia se verá isso.

…E assim se construiu um linguajar diferente e mais colorido naquela época meio triste e apagada. Foi um linguajar transitório. Hoje já ninguém diz «farruge». Os pais e avós falam português e arranham o francês mas os filhos e netos já só falam francês – e muito correctamente, os que lá fizeram a escola. A emigração levou saúde mas trouxe dinheiro, conforto e novos vocábulos obtidos por uma engraçada corruptela popular e folclórica.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

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«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com


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Data: 17 de Dezembro de 2010.
Local: Paris e estradas de França.
Autoria: Direitos Reservados.
Legenda: Les blindés de la gendarmerie au secours des naufragés de la route. Desde 16 de Dezembro que foram posicionados em pontos estratégicos (de maior circulação e maior risco de problemas), 16 blindados, para ajudar a limpar estradas ou retirar carros bloqueados pela neve. Os veículos militares habitualmente destinados a operações de manutenção da ordem como os «lame-bulldozer» – preparados para destruir barricadas – estão a ser usados para limpar a neve das estradas e desempanar veículos bloqueados na neve.
Paulo Adão

Os ciganos aparecem pela primeira vez em Paris em 1427 assentando os seus arraiais num acampamento em Saint-Antoine-des-Champs, em Neuilly e em Ville-d’Évéque.

Os Ciganos - Van Goog

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaOs relatos históricos dão conta da curiosidade dos parisienses com aquele bando de estrangeiros, que acamparam com suas mulheres, seus filhos e grande número de cavalos, na aldeia de Saint-Denis la Chapelle, durante muitos meses.
Um cronista, citado por E. Pasquier, nas suas Recherches de la France, diz deles o seguinte:
«Os homens eram muito morenos e tinham o cabelo crespo, e as mulheres eram o mais feias que se pode imaginar, trigueiras, de cabelo negro e áspero como crina de cavalo. Cobriam-lhes as carnes farrapos imundos e estranhos. Eram, numa palavra, as criaturas mais miseráveis que até então se tinha visto em França, e apesar da sua pobreza, havia entre elas algumas feiticeiras ou bruxas que examinavam a mão de qualquer pessoa, e diziam tanto o que acontecera, como o que estava para acontecer, e assim introduziam a discórdia em varias famílias. O pior ainda era que, falando às criaturas por encantamento, ou meIhor, com auxilio do demónio, ou subtis prestidigitações, escamoteavam as algibeiras da gente.»
Foi esta, sumariamente, a ideia que os Franceses tiveram dos ciganos logo à sua chegada a França, associando a sua vida errante ao modo de vida dos cerca de 40.000 vagabundos e mendigos que andavam aos bandos pelas ruas de Paris, e que Sauval caracterizou assim:
«Era uma espécie de povo independente que não conhecia nem lei, nem religião, nem superior, nem policia. A impiedade, a sensualidade e a libertinagem eram os seus deuses. A maior parte dos assassínios, das rapinas e das violências diurnas e nocturnas eram obra sua, e esta gente … era por seus costumes corrompidos, pelas suas sacrílegas blasfémias e pela sua insolente linguagem, a menos digna da compaixão pública.»
E associando os ciganos a estes mendigos, diz Sauval daqueles:
«Tinham uma vida execrável; o seu único oficio era enganar as pessoas e viver à sua custa, exercendo por toda a parte as mais engenhosas habilidades de escamoteação, audazes rapinas e inumeráveis astúcias.»
E diz um autor mais recente em relação às ciganas, provando que o preconceito inicial ainda persiste:
«Estas raparigas, em que nos apresenta as ciganas das províncias meridionais, mulheres que não mudaram, de cinco séculos a esta parte, nem de carácter nem de modo de vida, algumas das quais apenas contam dezasseis anos, nunca foram inocentes; vindo ao mundo no seio da corrupção, já estão manchadas antes de se haverem entregado, e tornam-se prostitutas antes da puberdade.»
No fim da vida, quando perdiam a beleza, não se podendo prostituir, traficavam a virgindade das mais novas. Daí o célebre provérbio francês:
«Vieille bohémienne et maquerelle sont deux les seurs jumelles.» [Cigana velha e alcoviteira são irmãs gémeas].
Em França o preconceito em relação aos ciganos tem pois origem nesta associação do séc. XV e XVI aos mendigos e população marginal da cidade de Paris e desde este tempo a autoridade civil e eclesiástica os considerou inimigos da ordem pública, perseguindo-os com rigor, por predisporem o povo à dissolução:
Um édito de 1560 ordenava aos governadores das províncias que os exterminassem a fogo e a ferro, outro édito de 1610, que os desterrassem do reino sob pena de galés e constituíram muitas vezes a população forçada das colónias francesas do Novo Mundo.
A mesma associação às classes marginais e preconceito não foram superados até hoje, e é por essa razão que o Estado Francês persegue os ciganos com a passividade da maioria dos cidadãos.
Em Espanha, onde os ciganos entraram também no século XV, a ideia que os autores da época deles faziam era a mesma, mas foi-se modificando por circunstâncias particulares:
«Parece que los gitanos y gitanas, diz Cervantes logo no primeiro parágrafo da sua novela «La Gitanillha», solamente nacieron en el mundo para ser ladrones: nacen de padres ladrones, críanse con ladrones, estudian para ladrones y, finalmente, salen con ser ladrones corrientes y molientes a todo ruedo; y la gana del hurtar y el hurtar son en ellos como acidentes inseparables, que no se quitan sino con la muerte.»
Contudo em Espanha, os ciganos fixando-se maioritariamente na Andaluzia, misturaram-se com a classe mais baixa, que era a população mourisca, a qual era maioritária ainda nos antigos reinos de Granada e Múrcia.
De resto, o povo cigano como o andaluz, era orgulhoso das suas tradições. Eram ambos muito individualistas e leais à instituição familiar. Assim nasceu a sociedade do «flamenco»; termo que designava ciganos, pessoas sem posse de terra, derivado do árabe das palavras «fellahu» (ou «felco») camponês, e «mengu» errante. E é curioso como os mouriscos, após as espoliações seguidas à conquista de Granada se tornaram camponeses sem terra, errantes como os ciganos, tornando assim completa a identidade entre estes dois povos e o termo «flamenco» identificativo destas duas etnias e passou a ser, após o século XVIII sinónimo de cigano andaluz.
Este facto é notado por alguns autores, entre os quais Karol Henderson Harding, que refere terem os ciganos combinado os complexos ritmos indianos com as melodias islâmicas, introduzindo nela as palmas, as batidas dos pés e o ritmo quente do «flamenco» que associaram aos movimentos de quadril e expressão de fortes sentimentos e emoções de natureza árabe.
Referindo-se à cigana Preciosa de «La Gitanilla», continua Cervantes dizendo, a este propósito, que era «rica de villancicos, de coplas, seguidillas y zarabandas, y de otros versos, especialmente de romances, que los cantaba con especial donaire» e referindo-se à qualidade de dançarinos dos ciganos, que «a primera entrada que hizo Preciosa en Madrid fue un día de Santa Ana, patrona y abogada de la villa, con una danza en que iban ocho gitanas, cuatro ancianas y cuatro muchachas, y un gitano, gran bailarín, que las guiaba».
Mas são precisamente as semelhanças de apego à vida familiar que os autores espanhóis já do séc. XVI, nomeadamente Cervantes, realçam e explicam a integração dos ciganos na sociedade andaluza:
«Escoge entre las doncellas que aquí están, diz um cigano velho, que Cervantes pôs em cena em «La Gitanilla», la que más te contentare; que la que escogieres te daremos; pero has de saber que una vez escogida, no la has de dejar por otra, ni te has de empachar ni entremeter, ni con las casadas ni con las doncellas. Nosotros guardamos inviolablemente la ley de la amistad: ninguno solicita la prenda del otro; libres vivimos de la amarga pestilencia de los celos. Entre nosotros, aunque hay muchos incestos, no hay ningún adulterio; y, cuando le hay en la mujer propia, o alguna bellaquería en la amiga, no vamos a la justicia a pedir castigo: nosotros somos los jueces y los verdugos de nuestras esposas o amigas; con la misma facilidad las matamos, y las enterramos por las montañas y desiertos, como si fueran animales nocivos; no hay pariente que las vengue, ni padres que nos pidan su muerte».
(Continua no dia 29 de Setembro.)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O luso-francês Michael d’Almeida, de 22 anos, nasceu em Évery (França) e é filho de sabugalenses. O jovem ciclista conquistou mais duas medalhas de prata com a camisola da selecção gaulesa de ciclismo. Os excelentes resultados foram alcançados no contra-relógio de um quilómetro e na prova de velocidade por equipas nos recentes Campeonatos do Mundo de Ciclismo em pista coberta disputados em Copenhaga na Dinamarca.

Vodpod videos no longer available.


Autoria: Patrick ChasséPosted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

Para comemorar o quinquagésimo aniversário de Astérix, criado em Outubro de 1959, a esquadra «Patrouille de France» presta homenagem aos gauleses mais famosos, com um filme espectacular realizado por Eric Magnan.

Vodpod videos no longer available.

jcl

Convívio em França com mais de 40 emigrantes da zona do Sabugal no Bar-Restaurante «Le Chalet» em Houilles (78) no domingo, 13 de Julho de 2008. A tarde foi preenchida com um Torneio de Sueca com 19 equipas.

GALERIA DE IMAGENS – 13-7-2008
Fotos Sabrina Natário – Clique nas imagens para ampliar

Há cerca de dois meses aconteceu em Hoyos, España, um encontro de pueblos hermanados. Estivemos presentes, Juntas de Freguesia dos Foios e do Soito, e realizámos reuniões com muito interesse. Agora foi a vez de uma delegação de Le Porge visitar o Soito e os Foios.

Geminação do Soito com Le PorgeVisto que o Soito está geminado com a localidade francesa – Le Porge – e tendo recebido uma delegação de 65 pessoas planearam uma passagem pelos Foios incluindo também uma visita à nascente do Côa.
Antes, porém, portugueses, franceses e espanhóis concentraram-se no auditório do Centro Cívico Nascente do Côa onde foram feitos os discurso habituais nestes actos. Os dois autocarros seguiram, depois na direcção da nascente do Côa onde, como de costume, se fizeram as fotos da praxe. Tanto a delegação francesa como a espanhola ficaram maravilhados com o ar puro e com as maravilhosas vistas lá do alto da serra.
Cerca da uma e meia da tarde chegou-se à Senhora da Granja onde a Junta de Freguesia do Soito brindou as cerca de 150 pessoas com um excelente arroz de marisco seguido do cabritinho da ordem. De referir que antes do almoço verificou-se a troca de prendas e galhardetes como é costume nestes encontros. Mesmo com uma tarde de chuva, mas protegidos pelo telheiro, actuou o grupo folclórico de Sortelha que também agradou aos presentes.
Os elementos da Junta de Freguesia da Vila do Soito foram oportunos e dedicados. Trabalharam afincadamente e dignificaram o nome do Soito. O Presidente Matias já andava tão cansado que quando ia falar para os espanhóis até se baralhou e começou em francês. Teve piada. Parabéns a todos.
jmc

A Sport TV vai transmitir a partir da próxima segunda-feira, dia 19 de Maio, os 19 jogos em que a Selecção Nacional participou nos Campeonatos da Europa de 1984, 1996, 2000 e 2004. Entre 7 e 29 de Junho poderá assistir aos 31 jogos do Campeonato da Europa-2008.

Euro Clássicos na Sport TVA Sport Tv transmite entre 19 a 22 de Maio os jogos dos «Patrícios» no «Europeu» de 1984, disputado em França, e, de 23 a 26 de Maio, os jogos de Portugal no «Europeu» de Inglaterra (1996).
De 27 a 31 de Maio chegam as grandes emoções do Euro-2000 e do dia 1 de Junho até ao dia 6, véspera do início do Campeonato da Europa de 2008, serão transmitidos os sete jogos de Portugal no nosso «Euro-2004».
«Euro Clássicos» é mais um programa integrado na programação da Sport TV dedicada ao Campeonato da Europa de Futebol.
– «Euro-1984», de 19 a 22 de Maio – Portugal-Alemanha, Portugal-Espanha, Portugal-Roménia e Portugal-França.
– «Euro-1996», de 23 a 26 de Maio – Portugal-Dinamarca, Portugal-Turquia, Portugal-Croácia e Portugal-Rep. Checa.
– «Euro-2000», de 27 a 31 de Maio – Portugal-Inglaterra, Portugal-Roménia, Portugal-Alemanha, Portugal-Turquia e Portugal-França.
– «Euro-2004», de 1 a 6 de Junho – Portugal-Grécia, Portugal-Rússia, Portugal-Espanha, Portugal-Inglaterra, Portugal-Holanda e Portugal-Grécia.
A Sport TV é a televisão oficial do UEFA Euro-2008 e será o único canal português a transmitir, de 7 a 29 de Junho, em directo, todos os 31 jogos da competição.
aps

Está patente até ao dia 18 de Maio de 2008, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, uma exposição temporária subordinada ao tema «Por uma Vida Melhor», que vale a pena visitar.

Trata-se de uma mostra fotográfica de Gérald Bloncourt, integrada no Museu Colecção Berardo, que retrata a vida dos emigrantes portugueses que nas décadas de 60 e 70, deram o «salto» na busca de uma oportunidade de uma melhor vida. As fotografias de Gérald Bloncourt retratam um período difícil da história portuguesa: a emigração de quase um milhão de pessoas, oficial ou clandestinamente a caminho de França.
Nela podemos ver a miséria dos «bidonvilles» (os bairros de lata) e as dificuldades dos que em busca de uma vida melhor, encontraram muitas vezes outra bem pior, como dizia uma das personagens do filme: «Deixei em Portugal uma casa e vim para França viver numa barraca.»
A fotografia, aqui representada, intitulada pelo autor de «Petite portuguaise. Bidonville de Saint-Denis, 1969» é disso um claro exemplo, quiçá reconheçamos nela, agora já adulta, uma nossa conhecida.
A exposição tem entrada gratuita.
José Do Bernardo

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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