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A Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas (FPCG) elegeu ontem os novos corpos sociais, em cuja composição passa a estar a Confraria do Bucho Raiano, do Sabugal, que será vice-presidente do Conselho Directivo.

A eleição aconteceu ontem, dia 26 de Outubro, em Vila Nova de Poiares, onde reuniram em congresso os representantes das confrarias federadas para votarem na única lista candidata aos órgãos directivos da FPCG.
A lista liderada pela Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal foi eleita, como era de esperar, recebendo 29 votos a favor, três abstenções e um voto contra.
Olga Cavaleiro, a agora eleita presidente da FPCG, congratulou-se pelo resultado obtido, manifestando-se disposta a liderar com êxito a agremiação das confrarias gastronómicas portuguesas. «Esta é uma equipa onde se entrevê cumplicidade, coesão e humildade», disse Olga Cavaleiro, ao agradecer os apoios recebidos. «Iremos desempenhar o mais alto cargo em prol da gastronomia e do nosso movimento confraternal. Sejamos capazes de honrar com o nosso trabalho e mobilização a nossa gastronomia e as nossas confrarias», concluiu.
Antes do acto eleitoral o V Congresso da FPCG procedeu à ratificação da proposta de exclusão de algumas Confrarias pelo facto de não pagarem as suas quotas, ainda que para isso tenham sido repetidamente alertadas.
No decurso do encontro o anfitrião das confrarias, Jaime Soares, presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, Juiz da Confraria da Chanfana e presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, relembrou o trabalho positivo realizado nestes anos pela Federação. Conseguiu-se a afirmação do movimento confrádico, que hoje tem um papel essencial da dinamização de muitas terras de norte a sul de Portugal. «As confrarias não promovem apenas a gastronomia, mas também o convívio, as tradições e a cultura», disse o autarca, que também deixou uma palavra de agradecimento para a Mordomo da Confraria da Chanfana, Madalena Carrito, que agora deixa as funções de presidente da FPCG: «Ela fez um excelente trabalho à frente da federação e assim dignificou a Confraria da Chanfana e Vila Nova de Poiares.».
A Confraria do Bucho Raiano esteve em Vila Nova de Poiares, representada pelo Grão-Mestre, Joaquim Silva Leal, e pelo Chanceler, Paulo Leitão Batista. Agora eleita para o Conselho Directivo da FPCG, a Confraria será aí representada pelo Grão-Mestre, que será um dos vice-presidentes da Federação.
A tomada de posse dos novos órgão sociais acontecerá no início de Janeiro de 2013.
plb

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No dia 1 de Setembro, a sete dias de terminar a votação, já estão registados mais de 660 mil votos na votação pública para eleger as «7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa».

7 Maravilhas Gastronomia

A sete dias de terminar a votação pública nas «7 Maravilhas da Gastronomia®», estão já registados 660 mil votos através do site oficial, facebook, chamada telefónica e SMS. Esta é a edição com maior participação pública de sempre, em que o número total de 656.356 votos atingidos o ano passado, com a eleição das «7 Maravilhas Naturais de Portugal®», foi já ultrapassado.
A votação pública termina às 23.59 horas de dia 7 de Setembro com todo o processo a ser auditado pela PricewaterhouseCoopers. As vencedoras são apuradas pelo maior número de votos, independentemente da categoria, e não serão eleitas mais do que duas Maravilhas por região. As «7 Maravilhas da Gastronomia®» são conhecidas a 10 de Setembro, num espectáculo na Antiga Escola de Cavalaria em Santarém.
O ponto de partida é a gastronomia tradicional, mas a evolução na forma de confeccionar e a abordagem contemporânea dos grandes chefs não será esquecida. A ementa vai ainda incluir os ingredientes, os produtos, os protagonistas e as regiões. As 7 Maravilhas a eleger vão reflectir todas as componentes da boa mesa portuguesa, associadas a regiões que as representam, e será seguramente um roteiro imperdível.
As «7 Maravilhas da Gastronomia®» vão divulgar e promover o património gastronómico nacional, reconhecido e apreciado em todo o mundo pela sua diversidade, pelos sabores únicos e qualidade dos produtos com que os pratos são confecionados. As artes culinárias constituem um património intangível, testemunho da nossa identidade cultural, e são factor decisivo na escolha de Portugal como destino turístico.
A declaração oficial das «7 Maravilhas da Gastronomia®» abre este ano o acesso ao público, com a venda de bilhetes em Plateia Normal ou Plateia Gold. Os bilhetes já se encontram à venda na Blueticket e têm um custo de 20€ ou 50€. Rui Veloso, Ana Moura, Carminho, Boss AC e Zeca Sempre (Nuno Guerreiro, Olavo Bilac, Tozé Santos e Vítor Silva) unem-se a alguns dos melhores bailarinos, acrobatas e performers portugueses. A seguir ao espetáculo tem lugar a After Party 80’s Renascença com DJ Paulino Coelho.
Os bilhetes encontram-se à venda nas bilheteiras do Pavilhão Atlântico, na FNAC, na Agência ABEP, no El Corte Inglés (Lisboa, Gaia), na Agência Alvalade, no Arena de Portimão, no Media Markt (Braga, Porto, Rio Tinto, Aveiro, Sintra, Alfragide, Benfica, Gaia e Leiria), nas Lojas Worten, no Posto de Turismo de Santarém
e no Turismo Lisboa e Vale do Tejo (Casa do Campino de Santarém).

Página oficial das «7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa». Aqui.
aps

A redução do Orbe Terráqueo à estrutura da chamada aldeia global colocou no vértice da visibilidade, conferindo-lhe novos e insuspeitados horizontes, as pequenas comunidades.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaNo trinómio – Patria, Matria, Terra Patrum – esvaicidos os dois primeiros conceitos, um pela abolição de fronteiras, outro pela mescla de culturas, é o tempo de afirmação do terceiro.
Terra dos avoengos, porque guarda as cinzas dos nossos maiores, forneceu a madeira para o nosso berço e para o tálamo daqueles de quem directamente provimos, é carinhosamente batizada, chamando-lhe os nossos vizinhos castelhanos patria chica e nós, os de origem lusa, santa terrinha.
E Deus – que tudo faz bem feito – deu a cada um destes pequenos núcleos a área e a coesão de gostos e sentimentos que são essenciais para a implantação duma confraria gastronómica
Nenhum de nós, por mais autónomo que se julgue, pensa, e age desgarradamente. A menos que intervenha um terramoto – natural ou de retroescavadoras – só podemos caminhar por onde os nossos maiores traçaram as ruas.
A pituitária e as papilas gustativas repercutem experiências multisseculares, dificilmente adulteráveis.
As nossas mãos trazem ritos tão simples como abotoar a camisa ou empunhar o talher e os pés o de caminhar até aos lugares sacros do burgo, anunciando genuflexões
Unidade hipotalássica onde o corpo é suporte da alma e esta se move pelas linhas dos sentidos – é a pequena pátria que nos dá a dimensão exacta para todas as coisas e nos fornece aquele saber de experiências feito que caracteriza o milenar percurso da espécie.
As confrarias gastronómicas cadinham a vivência e cristalizam-na.
E à estrutura supranacional que lhes conferiu o seu grande impulsionador da Baixa Idade Media – Joao Sem Terra que era simultaneamente rei da Inglaterra, ao tempo pátria dos grandes rebanhos, e duque da gaulesa Ocitânia, então, como ainda hoje, senhora dos mais formosos vinhedos, contrapõe-se agora a dimensão da santa terrinha, limite natural das actuais confrarias. Assim o vêm entendendo os movimentos confrádicos que, louvado Deus, já cobrem a quase totalidade da Terra Portuguesa, tarefa que aliás temos de completar.
A prevenção vem do poeta
Mas, ai confrades cuidado
Ai do chão abandonado
Pois, à falta de jardineiro
Virão os outros, por fim,
Feirar no nosso jardim
Como em baldio terreiro

Todavia e bem que a muitos se afigure ser este nosso tempo o dies irae de que se queixava Torga
Apetece Cantar,
Mas Ninguém Canta
Apetece Chorar,
Mas Ninguem Chora,

Nós, confrades podemos serena mas ufanamente proclamar que as confrarias gastronómicas são um valor em alta – económica, social e moralmente…
Manuel Leal FreireEditorial da revista «Gastronomias» (nº.19/Junho/2011) da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas

Durante muito tempo, demasiado tempo, esteve-se de acordo que as artes culinárias não tinham importância em termos de património entendido na acepção da palavra.

Armando Rodrigues - FPCGO acto de comer (era) é entendido como coisa natural, ao modo do acto de respirar. Especialistas de todos os matizes tentaram contrariar tal asserção, fazendo notar o facto de a alimentação estar associada a múltiplos factores: identitários, sociais, religiosos, económicos, simbólicos, e de comunicação, variando de grupo para grupo conforme os valores culturais que criaram e defendem. Nem depois dos formidáveis trabalhos de Levi-Strauss, as incisivas investigações de Goody, e os pertinentes estudos de Marvin Harris – o homem come de tudo, mas não come tudo – por cá a situação só se alterou um pouco a partir dos anos noventa do século passado. Muito antes o historiador Oliveira Marques teve o mérito de salientar a importância da história da alimentação em Portugal, os leitores de Fernand Braudel concediam razão ao autor da Sociedade Medieval Portuguesa, ams no essencial, para muitos o termo – artes culinárias – ressumava a pedanteria. Os serôdios e misantropos dizem que comer não passa da satisfação de uma necessidade fisiológica, e confeccioná-la está adstrita ao desempenho habilidoso das mulheres, e ao engenho dos chefes de afamados restaurantes e hotéis de luxo. Ainda agora vemos, ouvimos e lemos manifestações depreciativas do fenómeno alimentar esquecendo ou fingindo-se esquecer a importância das cozinhas – oral, escrita-histórica-cultural, local, regional, nacional, global – nas sociedades. No ano 2000, a nona arte – a gastronomia portuguesa – foi declarada património cultural. E desse acto o que resultou? Deixo a interrogação. No entanto, atrevo-me a referir a clamorosa ausência de cartas gastronómicas a nível regional, a falta de publicação dos variados léxicos culinários existentes, e dos modelos alimentares dos camponeses e operários. Os trabalhos publicados ultimamente são de natureza parcelar e nós precisamos de uma História da Alimentação de conjunto, como de pão para a boca. No mais, o que conhecemos está muito restringido aos conventos, mosteiros, casas nobres e um ou outro naviol, o que é pouco. Por último, atrevo-me também, a avivar os méritos das Confrarias Gastronómicas na defesa do património que lhes confere a matricialidade, não é um puxar da brasa à nossa sardinha, é antes realçar o seu papel, mesmo que muitas vezes apenas de representação, no alertar os poderes, todos os poderes de variados matizes, para a urgente necessidade de a todo o tempo e todo transe protegermos este preciso bem cultural, o qual está sujeito a inúmeros ataques a principiar pela cozinha oral.
Armando Fernandes
Vice-Presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas

O propósito que estabelecemos para o ano de 2010 de evidenciar e exaltar o Património Cultural Imaterial que em boa hora foi atribuído à Gastronomia Portuguesa foi cumprido e a FPCG levou por diante um conjunto de iniciativas com o apoio de muitas confrarias.

Madalena Carrito - Presidente FPCGQuando estamos a viver com alguma ansiedade aquilo que o futuro nos reserva é também o momento de fazer uma introspecção e uma análise sobre muitos dos desafios que temos pela frente. Ao longo de todos estes anos em que dirigimos os destinos da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas (FPCG) têm sido colocadas na ordem do dia algumas questões relevantes para a defesa e para a valorização dos nossos produtos e da Gastronomia Portuguesa em geral.
Alertámos para a necessidade de estabelecer regimes de excepção para as especificidades que nos singularizam, apelámos ao consumo dos produtos endógenos criando riqueza en termos locais e regionais, realizámos um congresso onde debatemos os estrangulamentos e se apontaram estratégias, procurámos sensibilizar entidades públicas e privadas. Tinhamos razão!
A sustentabilidade do nosso país passa por um esforço e uma viragem nas práticas de todos nós, de forma a potenciar a nossa riqueza e a promover a qualidade do que se serve à mesa.
O empenho que as confrarias gastronómicas portuguesas têm demonstrado na defesa e promoção das suas especificidades próprias, são o garante de um futuro diferente e mais concertado. Estamos a viver uma época em que decididamente o trabalho das confrarias é valorizado e reconhecido. Já não se identificam estes movimentos apenas pelas refeições e desfiles, mas sim, pelo seu envolvimento em termos culturais, turísticos e sociais. E as confrarias já perceberam qual a sua função e qual o caminho que devem trilhar.
Todos os dias temos notícias de cidadãos que individualmente se destacam pelas suas posições, pelo estudo, investigação e escrita em torno da cozinha portuguesa, valorizando o potencial que esta representa e contribuindo por isso para a sua divulgação e conhecimento.
Cada vez mais os turistas que nos procuram – Portugal ocupa os primeiros lugares quando se trata de Gastronomia – são atraídos por novas experiências que conjugam um conjunto de oportunidades, nomeadamente no que se refere à identidade e ao saber fazer tradicional.
Por isso mesmo acreditamos que as propostas e as candidaturas para atribuição dos prémios que a Federação instituiu irão surgir em elevado número tornando difícil o parecer e a selecção do júri.
Queremos dar visibilidade e reconhecer o que de tão extraordinário se faz no nosso país e esperamos que as confrarias, as instituições e os cidadãos em geral se envolvam, propondo os melhores, para cada uma das áreas a distinguir.
Defender o nosso processo produtivo, valorizar a essência e as origens do nosso receituário, promover os territórios e as suas especificidades, reflectir e investigar apontando caminhos, são apenas alguns princípios do muito que temos para realizar.
Que o ano de 2011 possa ser vivido num espírito de salutar e verdadeiro humanismo.
Madalena Carrito
Presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas

As confrarias têm sido, nos últimos tempos, verdadeiros bastiões de defesa do património gastronómico. Criadas pelos amantes da gastronomia, têm servido como instrumento de promoção e valorização das artes culinárias, muitas vezes, esquecidas com o desaparecimento de quem as praticava.

Olga Cavaleiro - Vice-Presidente FPCGA perda de muitos dos hábitos alimentares levou a que a sociedade civil se organizasse de forma a resgatar ao esquecimento tudo aquilo que, gastronomicamente, caracterizava as nossas vilas e aldeias.
Foi assim que, paulatinamente, as sociedades locais se organizaram e deram corpo ao conjunto de intenções subjacentes à criação das confrarias.
No entanto, se no início era a defesa da gastronomia na mais pura acepção da palavra que movia os dirigentes das confrarias, rapidamente às confrarias começou a ser solicitado que desempenhassem o papel de promotores do desenvolvimento local.
Muitas fizeram milagres e transformaram locais esquecidos em sítios obrigatórios de turismo gastronómico e cultural.
As confrarias gastronómicas souberam aceitar o desafio exigido pelas próprias comunidades e de forma fraterna e responsável criaram redes de desenvolvimento local. No entanto, pergunto: E agora? O caminho percorrido é de extenso orgulho para todos. Muitas das nossas organizações souberam estar à altura e defender os seus símbolos e crenças locais, mas qual o caminho a seguir? Num momento em que a gastronomia está tão na moda como vencer os próximos desafios?
Não interessa apenas atingir a meta, é preciso manter o título. E isso implica superar desafios que vão de encontro a uma perspectiva integradora daquilo que é o trabalho parceiro e imprescindível das confrarias. O 1.º Festival das Confrarias que decorreu em Lisboa nos dias 4 e 5 de Setembro mostra que às confrarias é solicitado capacidade de acção.
Por detrás de uma confraria gastronómica está um produto e este não pode ser defendido, promovido ou valorizado apenas com a realização de capítulos e algumas outras actividades de promoção. Ele tem de ser provado, degustado, tem que se impor pelo seu sabor genuíno. E, neste capítulo, as confrarias têm que saber responder com alguma eficácia.
De uma forma esforçada, as confrarias presentes no referido Festival souberam responder ao desafio que alguns pensavam não conseguir vencer.
As confrarias souberam organizar um verdadeiro festival gastronómico onde os sabores se misturaram com as cores garridas e apetitosas dos produtos. Para quem esteve foi um desafio vencido, foram momentos de verdadeira fraternidade e amizade, e de aproximação de laços deste Portugal gastronómico que é o nosso.
O 1.º Festival das Confrarias no Mercado da Ribeira foi uma lição para todos, aprendemos muito na forma de «mostrar» o nosso produto e as nossas regiões. Sabendo de antemão que muito temos ainda a percorrer, esperamos sinceramente que esta tenha sido mais uma etapa na evolução do movimento das confrarias e que esta possa ser feita com a partilha de ideias e troca de impressões que nos conduzam a um mundo melhor e mais unido.
Olga Cavaleiro
Vice-Presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas

O Festival das Confrarias Gastronómicas, realizado em Lisboa no fim-de-semana de 4 e 5 de Setembro, contou com a presença de inúmeras confrarias, dentre as quais a do Bucho Raiano, do Sabugal, que esteve nos três espaços disponíveis: restaurante, degustação de tapas e artesanato.

GALERIA DE IMAGENS –  4-8-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

jcl

O Festival das Confrarias Gastronómicas, realizado em Lisboa no fim-de-semana de 4 e 5 de Setembro, contou com a presença de inúmeras confrarias, dentre as quais a do Bucho Raiano, do Sabugal, que esteve nos três espaços disponíveis: restaurante, degustação de tapas e artesanato.

GALERIA DE IMAGENS –  4-8-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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O Festival das Confrarias Gastronómicas, realizado em Lisboa no fim-de-semana de 4 e 5 de Setembro, contou com a presença de inúmeras confrarias, dentre as quais a do Bucho Raiano, do Sabugal, que esteve nos três espaços disponíveis: restaurante, degustação de tapas e artesanato.

GALERIA DE IMAGENS  –  4-8-2010
Fotos Capeia Arraiana –  Clique nas imagens para ampliar

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«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

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Data: 4 de Setembro de 2010.
Local: Festival das Confrarias Gastronómicas, Mercado da Ribeira, Lisboa.
Autoria: Capeia Arraiana.
Legenda: À hora do almoço António Robalo, presidente da Câmara Municipal do Sabugal, «serve» bucho raiano a António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, a Sá Fernandes, vereador da autarquia lisboeta e a Madalena Carrito, presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.
jcl

O Festival das Confrarias Gastronómicas a ter lugar nos próximos dias 4 e 5 de Setembro (sábado e domingo), no Mercado da Ribeira, em Lisboa, terá segundo estimativas da Câmara Municipal lisboeta, mais de 5 mil visitantes. A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal é responsável por um dos quatro espaços de restauração atribuídos pela organização.

Festival Confrarias Gastronómicas - Mercado Ribeira - Lisboa

A Chancelaria da Confraria do Bucho Raiano desafia todos os sabugalenses e amigos do Sabugal a passarem pelo Mercado da Ribeira no primeiro fim-de-semana de Setembro (dias 4 e 5) para degustarem a qualidade e a excelência da gastronomia regional portuguesa e, em especial, o bucho e os enchidos raianos que serão servidos ao almoço e jantar de sábado e almoço de domingo.
A organização entendeu atribuir quatro espaços de restauração no primeiro andar do Mercado da Ribeira às Confrarias da Chanfana, Confraria Gastronómica de Almeirim (sopa da pedra), Confraria dos Gastrónomos da Região de Lafões (vitela) e Confraria do Bucho Raiano do Sabugal.
O Festival das Confrarias Gastronómicas tem início no sábado, às 10.30 horas na Praça dos Paços do Concelho da cidade de Lisboa com um desfile de confrades de todas as confrarias até ao Mercado da Ribeira. Para este desfile estão convidados todos os confrades do bucho raiano que se deverão apresentar devidamente trajados.
A animação musical do Festival conta com a presença da Bandinha da Amizade (Vila Nova de Poiares), Grupo Bombrando (Amadora), Grupo de Cantares Os Almocreves (Évora), Rancho Folclórico de Soito da Ruiva (Arganil), Rancho Folclório de Benfica do Ribatejo (Almeirim), Rancho Folclórico da Casa do Concelho da Pampilhosa da Serra, Grupo da Confraria dos Ovos Moles (Aveiro) e Grupo de Cantares de Tentúgal.
O horário do certame com entrada livre é o seguinte:
– Sábado – 10.30 até às 23 horas, exposição e venda de produtos de artesanato e gastronomia; entre as 12.00 e as 23 horas (degustação e restauração);
– Domingo – 10.30 até às 17.30 horas, exposição e venda; entre as 12.00 e as 17.30 horas (degustação e restauração).
O 1.º Festival das Confrarias Gastronómicas conta com a participação de mais de 40 Confrarias Gastronómicas e é uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa, Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, Turismo de Lisboa, Turismo Lisboa e Vale do Tejo, Escola de Comércio de Lisboa e EGEAC-Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural da CML.
jcl

No dia 17 de Abril de 2010 escreveram-se mais umas linhas na história do concelho do Sabugal, das suas tradições e da sua gastronomia. O 1.º Capítulo e Cerimónia de Entronização da Confraria do Bucho Raiano merecem ficar documentados para mais tarde recordar. (Parte 1).

GALERIA DE IMAGENS – CONFRARIA BUCHO RAIANO – 17-4-2010
Fotos Câmara Municipal do Sabugal – Clique nas imagens para ampliar

1 – Parabéns a todos! O entusiasmo e a dedicação dos participantes compensam todos os trabalhos e canseiras que antecederam este dia histórico.

2 – Correspondendo a vários pedidos que nos chegaram a oração de sapiência do escritor Célio Rolinho Pires vai ser publicada no Capeia Arraiana dividida em duas partes nos domingos, 25 de Abril e 2 de Maio.

3 – Os interessados em pertencer à Confraria do Bucho Raiano devem fazer o seu pedido de admissão junto dos confrades entronizados ou através do correio: confrariabuchoraiano@gmail.com

4 – O 2.º Capítulo está marcado para o dia 5 de Março de 2011, sábado de Carnaval, num restaurante do concelho do Sabugal a decidir em reunião de Chancelaria.

As raras vozes desalinhadas que cumprem o seu eterno papel de «estar contra tudo o que foge do ramerrão instalado» fizeram-nos, no entanto, recordar o Canto IV, estâncias 94-104, de «Os Lusíadas», de Luiz de Camões. Refiro-me, claro, ao episódio do «Velho do Restelo»…
jcl

No dia 17 de Abril de 2010 escreveram-se mais umas linhas na história do concelho do Sabugal, das suas tradições e da sua gastronomia. O 1.º Capítulo e Cerimónia de Entronização da Confraria do Bucho Raiano merecem ficar documentados para mais tarde recordar. (Parte 2).

GALERIA DE IMAGENS – CONFRARIA BUCHO RAIANO – 17-4-2010
Fotos Câmara Municipal do Sabugal – Clique nas imagens para ampliar

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No dia 17 de Abril de 2010 escreveram-se mais umas linhas na história do concelho do Sabugal, das suas tradições e da sua gastronomia. O 1.º Capítulo e Cerimónia de Entronização da Confraria do Bucho Raiano merecem ficar documentados para mais tarde recordar. (Parte 3).

GALERIA DE IMAGENS – CONFRARIA BUCHO RAIANO – 17-4-2010
Fotos Câmara Municipal do Sabugal – Clique nas imagens para ampliar

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No dia 17 de Abril de 2010 escreveram-se mais umas linhas na história do concelho do Sabugal, das suas tradições e da sua gastronomia. O 1.º Capítulo e Cerimónia de Entronização da Confraria do Bucho Raiano merecem ficar documentados para mais tarde recordar. (Parte 4).

GALERIA DE IMAGENS – CONFRARIA BUCHO RAIANO – 17-4-2010
Fotos Câmara Municipal do Sabugal – Clique nas imagens para ampliar

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No dia 17 de Abril de 2010 escreveram-se mais umas linhas na história do concelho do Sabugal, das suas tradições e da sua gastronomia. O 1.º Capítulo e Cerimónia de Entronização da Confraria do Bucho Raiano merecem ficar documentados para mais tarde recordar. (Parte 5).

GALERIA DE IMAGENS – CONFRARIA BUCHO RAIANO – 17-4-2010
Fotos Câmara Municipal do Sabugal – Clique nas imagens para ampliar

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Reportagem de «O Interior TV» no 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano no Sabugal. A peça assinada pelo jornalista Ricardo Cordeiro teve edição de imagem de Rafael Mangana e Lisete Cruz.

1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano - O Interior Tv
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Emissão on-line de «O Interior Tv». Aqui.
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O 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano foi motivo para uma Grande Reportagem histórica da redacção da Guarda LocalVisãoTv. O documentário (dividido em três partes) é assinado pela jornalista Paula Pinto e pelo operador de imagem Miguel Almeida. (Parte 3).

Local Visão Tv - Guarda
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Mais um enorme trabalho televisivo da LocalVisãoTv promovendo e divulgando a Confraria do Bucho Raiano, o concelho do Sabugal, as terras da Raia, as terras do forcão e as terras do distrito da Guarda mas, acima de tudo, em irmandade, num grande esforço de divulgação dos sabores e das tradições das Beiras. O nosso bem-haja a toda a equipa e ao seu director-geral, Carlos Ramalho, que mais uma vez se solidarizou com a Confraria e esteve presente no Sabugal.
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O 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano foi motivo para uma Grande Reportagem histórica da redacção da Guarda LocalVisãoTv. O documentário (dividido em três partes) é assinado pela jornalista Paula Pinto e pelo operador de imagem Miguel Almeida. (Parte 2).

Local Visão Tv - Guarda
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O 1.º Capítulo da Confraria do Bucho Raiano foi motivo para uma Grande Reportagem histórica da redacção da Guarda LocalVisãoTv. O documentário (dividido em três partes) é assinado pela jornalista Paula Pinto e pelo operador de imagem Miguel Almeida. (Parte 1).

Local Visão Tv - Guarda
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«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com


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Data: 13 de Fevereiro de 2010.

Local: Junta de Freguesia do Sabugal.

Autoria: Capeia Arraiana.

Legenda: Os trajes confeccionados pela empresa Modache esperavam alinhados os seus «ocupantes».

GALERIA DE IMAGENS  –  13-2-2010
Fotos Capeia Arraiana  –  Direitos Reservados  –  Clique nas imagens para ampliar

GALERIA DE IMAGENS  –  13-2-2010
Fotos Capeia Arraiana  –  Direitos Reservados  –  Clique nas imagens para ampliar

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Reportagem da LocalVisãoTv da Guarda no VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano que decorreu no dia 13 de Fevereiro no Restaurante Robalo no Sabugal.

Local Visão Tv - Guarda
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A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal formalizou o pedido de adesão à FPCG-Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.

FPCG-Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas«Caros Confrades.
O Conselho Directivo da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas reunido no dia 1 de Fevereiro, em Santarém, deliberou por unanimidade a admissão provisória da Confraria do Bucho Raiano do Sabugal, pelo período de um ano, verificada a conformidade dos requisitos legais.»

Assim começa a carta assinada por Madalena Carrito, Presidente da FPCG-Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas dando conhecimento do resultado do pedido de adesão formulado pela Confraria do Bucho Raiano.
A FPCG é o órgão máximo das Confrarias Gastronómicas portuguesas e tem como filiadas 56 confrarias efectivas e oito em período probatório.
A Federação está dotada de estatutos, simbologias, regulamentos interno e de adesão, código de ética, sugestões de boas práticas e cartas gastronómicas.
Para Madalena Carrito as «cartas gastronómicas em defesa da história da nossa alimentação e na recuperação do saber fazer dos nossos antepassados são fundamentais para identificar quais os produtos, os ingredientes e as formas de confecção que ainda é possível defender e promover» apoiadas num «receituário tradicional seleccionado para vender, internacionalizar e valorizar a nossa gastronomia».
A admissão da Confraria do Bucho Raiano do Sabugal foi feita, por meio de proposta, apresentada por dois membros efectivos – Confraria da Chanfana de Vila Nova de Poiares e pela Confraria do Queijo da Serra da Estrela – no pleno gozo dos seus direitos e submetida e aprovada pelo Conselho Directivo da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas na reunião ordinária de 1 de Fevereiro de 2010.
Na cerimónia do I Capítulo de Entronização da Confraria do Bucho Raiano do Sabugal marcado para 17 de Abril a associação raiana vai ter como confrarias madrinhas a Confraria da Chanfana e a Confraria do Queijo da Serra da Estrela de que faz parte o ilustre escritor raiano Manuel Leal Freire.
Na sequência da adaptação da regulamentação da Federação e da revisão do Livro de Usanças da Confraria foram aprovados mais dois cargos na Chancelaria. Os órgãos sociais da Confraria ficam assim constituídos:

CAPÍTULO
Grão-Mestre Capitular: Joaquim Leal (Sortelha)
Capitular-Ajudante: António Manuel Bogas (Sabugal)
Capitular-Relator: António Vinhas Ricardo (Aldeia de Santo António)

MESA DE VEDORES
Vedor-Mor: José Morgado Carvalho (Soito)
Vedor-Ajudante: Paulo Cruz (Aldeia Velha)
Vedor-Relator: António Manuel Ferreira (Sabugal)

CHANCELARIA
Chanceler: Paulo Leitão Batista (Sabugal)
Vice-Chanceler: José Carlos Lages (Ruivós)
Almoxarife: Paulo Terras Saraiva (Castanheira)
Escrivão das Leis: Horácio Pereira (Sabugal)
Fiel de Usanças: José Marques (Sabugal)
Mestre de Cerimónias: Natália Bispo (Sabugal)
Porta-Estandarte: João Valente (Vilar Maior)

Para o próximo sábado, 13 de Fevereiro, está marcado o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano no Restaurante Robalo do Sabugal.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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